Ficha Corrida

21/02/2016

Dossiê Organizações Globo

A corrupção que faz a diferença…

Paraty House não é o único playground dos Marinho na região de Angra

publicado em 17 de fevereiro de 2016 às 01:55

“Para conhecimento de vocês, eu tenho um contrato assinado para vender uma ilha das Organizações Globo”, revelou. De acordo com o ex-diretor, a ilha situa-se na rodovia Niterói-Manilha. Ele frisou que o contrato firmado com as organizações da família Marinho era para que a Costa Global procurasse um leasing imobiliário para vender a área. Segundo ele, o objetivo do negócio era dar apoio para a operação offshore que atuaria para empresas que trabalhavam com a Petrobras, com a Shell, e com outras empresas que têm atividades de produção na Bacia de Campos. “Até para as Organizações Globo estamos prestando serviço”, reafirmou Paulo Roberto. O ex-dirigente disse ainda que constituiu a Costa Global em 2012, após sua saída da estatal. Ele contou que a sua filha, Arianna Azevedo Costa Bachmann, é sua sócia e que a empresa possui 81 contratos firmados. Da Carta Maior, sobre Paulo Roberto Costa, ex-diretor da Petrobras e delator da Lava Jato, em depoimento a CPI no Senado

Pérola no mercado imobiliário: Alex Meyerfreund, herdeiro da família que fundou a fábrica de chocolates Garoto, colocou à venda sua ilha particular na baía de Ilha Grande, em Angra dos Reis. A casa-sede, localizada em uma área com 99% de mata atlântica, reúne sala de estar, jantar e jogos, além de academia, spa, sauna úmida, adega subterrânea, cinco suítes com varandas em bangalôs e uma suíte máster de 135 m². O preço? Em torno de US$ 15 milhões. Do Glamurama, em 23.10.2008

Era comum vê-lo a bordo da lancha Miss Globo na região de Angra dos Reis e Cabo Frio, no Rio de Janeiro. Uma companhia constante e inseparável nos mergulhos em Angra era a do filho José Roberto, que herdou do pai o fascínio pelo mar. Em depoimento ao Memória Globo, ele conta que começou a praticar o esporte, com o pai, aos 12 anos. “Era um programa muito prazeroso. Sair de barco e ir a lugares lindos. Depois, passei a tomar conta dele nas pescarias”. José Roberto lembra dos badejos que pescava com o jornalista nas águas de Angra dos Reis e Paraty. Da Memória oficial de Roberto Marinho

Por TC, especial para o Viomundo

João Roberto e Roberto Irineu Marinho, herdeiros da TV Globo, aparecem em registros digitais como proprietários de duas ilhas no litoral brasileiro.

Uma é a ilha Josefa, em Angra dos Reis, que João Roberto comprou de Alex Meyerfreund, ex-dono da Chocolates Garoto.

Captura de Tela 2016-02-17 às 00.48.28

Para ver fotos da propriedade, clique aqui.

Uma portaria publicada em 28 de janeiro de 2010 determinou a abertura do processo administrativo (1.30.014.000048/2009-11) destinado a “apurar a existência de construção irregular situada na Ilha Josefa, Baia da Ribeira, Angra dos Reis, integrante da Apa Tamoios”.

A portaria menciona Alex Meyerfreund como dono da ilha. Apa é área de Proteção Ambiental.

A Apa Tamoios foi criada em dezembro de 1982, em parte do município de Angra dos Reis, na região mais conhecida como Costa Verde. A área é de cerca de 20.636 mil hectares.

Segundo o governo do Rio a “criação objetivou a proteção do ambiente natural, das paisagens de grande beleza cênica e dos sistemas geo-hidrológicos da região, que abrigam espécies biológicas raras e ameaçadas de extinção, bem como as comunidades caiçaras integradas naqueles ecossistemas”.

Dos três herdeiros de Roberto Marinho, José Roberto é o que se apresenta como ambientalista.  Ele é um dos conselheiros fundadores do Consig, o Conselho de Desenvolvimento Sustentável da Baía de Ilha Grande.

Ainda assim, a família Marinho se enrolou com autoridades ambientais em uma de suas propriedades, o triplex de concreto da praia de Santa Rita, em Paraty. A construção foi denunciada pelo Ministério Público Federal por ter causado danos ambientais em área de Mata Atlântica. Ela é bem maior que o permitido e avança, com uma piscina, sobre a praia pública.

A portaria que determinou a investigação na ilha Josefa considerou: “a necessidade de prosseguir com a investigação para colher elementos de prova visando embasar futuras medidas a serem adotadas pelo MPF”; “que é função institucional do Ministério Público da União a defesa do patrimônio nacional e do meio ambiente” e determinou “a instauração de inquérito civil, que deverá receber numeração seqüencial e crescente, visando apurar a existência de construção irregular situada na Ilha Josefa, Baia da Ribeira, Angra dos Reis, integrante da APA Tamoios”.

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Além da ilha Josefa (ver mapa acima, ao lado da ilha da Gipóia), o nome de outro Marinho, Roberto Irineu, aparece como responsável pela ilha dos Porcos Pequena, um paraíso dos mergulhadores (ver vídeo acima).

No final de 2013, uma colunista do JB anunciou que a ilha Josefa tinha sido colocada à venda:

Está à venda a Ilha Josefa na paradisíaca Angra dos Reis, litoral do Rio de Janeiro. Com mais de 100 mil metros quadrados de extensão e casa projetada pelo saudoso Claudio Bernardes, pertence a João Roberto Marinho. A propriedade já está nas mãos de um corretor, que não revela o preço pedido. Mas a cybercoluna apurou que é coisa pra 20 milhões. De dólares. Da coluna de Anna Ramalho, no Jornal do Brasil, em 10.12.2013.

O Viomundo tentou ouvir um dos corretores de imóveis envolvidos na venda, mas não obteve retorno até o momento desta publicação. Também aguardamos retorno sobre o andamento do processo administrativo 1.30.014.000048/2009-11.

Leia também:

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Captura de Tela 2016-02-17 às 01.28.47

Paraty House não é o único playground dos Marinho na região de Angra – Viomundo – O que você não vê na mídia

Exclusivo: empresa “dona” da casa dos Marinho foi criada pela Mossack, que é investigada no Guarujá

Por Fernando Brito · 18/02/2016

mossack

Desde que surgiu o caso da mansão dos Marinho, os solitários blogueiros que se dedicam a investigar o que , de fato, ocorre ali, tem esbarrado nas dificuldades, muito além de nossas próprias penúrias, em conseguir dados nos paraísos fiscais onde esta turma vai maquiar seus negócios.

Agora, porém, tenho os documentos e as provas de que o “triplex” da família Marinho em Parati está indissoluvelmente ligado à empresa Mossack Fonseca, que a Lava Jato, ao que parece, desistiu de investigar pela eventual lavagem de uns apartamentos mixurucas no Guarujá.

Primeiro, vamos atualizar a situação da Agropecuária Veine Patrimonial, sob a qual se abriga, formalmente a mansão de Parati.

Controlada antes pela panamenha Blainville International, criada – tal como as empresas offshore de Paulo Roberto Costa, sediada nas salas dos panamenhos Icaza, Gonzalez – Ruiz & Aleman, agora a Veine pertence quase que totalmente a Vaincre LLC, empresa do estado de Nevada, um dos paraísos fiscais dentro dos EUA.

Aqui está o registro da Veine na Junta Comercial do Rio de Janeiro:

veinejunta

Mas o que tem a ver a Vaincre com a Mossack Fonseca, que não aparece em seus registros cadastrais em Nevada (que reproduzo abaixo)?

vaincrenevada

Bem, havia duas coisas sugestivas, o fato de terem tido a Camile Services, do Panamá, como agente – empresa com ligações com a Mossack Fonseca e o fato de ter sido criada por uma empresa de nome – MF Corporate Services Ltda. – poderia ser as iniciais de Mossack Fonseca.

Como neste blog, ao contrário do que ocorre na vara do Dr. Sérgio Moro, sugestivo não é o suficiente para acusar ninguém, não se acusou a empresa dona da casa dos Marinho de ter sido criada pela empresa de quem a Lava Jato acusava (parece que desistiram) de lavar dinheiro com negócios imobiliários.

Mas agora, sim, afirma que é ligada, até às tripas, à Mossack Fonseca que a Lava Jato chama de lavanderia de dinheiro.

E com base para fazer isso, justamente numa sentença judicial (aqui, na íntegra) de um colega americano do Dr. Moro, o juiz Federal Cam  Ferembach, que diz que a “M. F. Corporate Services cria, ” na prateleira”, corporações que estão prontos para operar  em menos de 24 horas . Quando um dos clientes de Mossack Fonseca & Co. adquire uma corporação ” na prateleira ” , M. F. Corporate Services  começa o processo de montagem de documentos e enviá-lo à Secretário de Estado de Nevada (…) o  próprio site da Mossack Fonseca & Co.  anuncia os serviços de M. F. Corporate Services como seus”.

“Isto demonstra que M. F. Corporate Services não existe sem a Mossack Fonseca & Co. e que M. F. Corporate Services (…)é na verdade uma mera instrumentalidade “de Mossack Fonseca & Co. (…) considerar identidades separadas das empresas resultaria na fraude ou a injustiça. (…) Por conseguinte, o tribunal conclui que M. F. Corporate Services não existe sem  Mossack Fonseca & Co. e obriga ao juiz  a tratar M. F. Corporate Services como o que é na realidade : Mossack Fonseca & Co.”

Portanto, pelas conclusões do juiz Cam Federbach, é obrigatório afirmar que a empresa que criou a offshore que detém a propriedade da mansão de altíssimo luxo dos Marinho foi crada pela mesma empresa que Moro manda investigar pelo mesmo tipo de negócio no condomínio “meia boca” do Guarujá.

E porque é dos Marinho não será mais investigada? Ainda mais porque – só aqui – a empresa laranja está com seu funcionamento cancelado nos EUA desde o final de 2014, mas  opera no Brasil, onde nem endereço tem…

Aliás, só mesmo no Brasil “republicano” uma empresa laranja, em situação de ilegalidade, invade praias protegidas, ergue mansões e “não vem ao caso”.

Agropecuária dona da mansão dos Marinho divide sala e agente no Panamá com Paulo Roberto Costa

Por Fernando Brito · 17/02/2016

conexoes

Os provocadores da direita que vêm a este blog perguntar o que tem a ver a mansão dos Marinho com a Lava Jato iriam sumir, se tivessem vergonha na cara.

E o mesmo se aplicaria, se tivessem a mesma nas faces , aos policiais e procuradores do Dr. Sérgio Moro.

O que tem a ver?

Tudo.

Firme-se para não cair da cadeira: a dona da mansão dos Marinho, a controladora da Agropecuária Veine, a Blainville, dividia sala no Panamá com a empresa de picaretagem de Paulo Roberto Costa, operador supremo o “petrolão”.

No relatório “paralelo” do PDSB (e PPS/DEM) é dito que Paulo Roberto Costa montou a Sunset Global Services Ltd. Corp, no Panamá, para – transcrição literal – “comprar” uma casa em Mangaratiba, no Rio. A casa valia R$ 3,2 milhões. À época da Operação, a Polícia Federal ainda não sabia se a negociação tinha sido realizada.

O que fizeram os  Marinho, com a diferença de que a casa não era em Mangaratiba, “coisa de pobre”, mas em Paraty, numa praia que virou particular?

Constituíram um empresa no Panamá, como Costa, para comprar e fazer a sua mansão praiana, como Costa.

A Bainville International Inc foi aberta com os mesmos US$ 10 mil com que Costa abriu a sua “laranjaria no Panamá.

Pelo mesmo escritório de “laranjeiros”, o de Icaza, Gonzalez – Ruiz & Aleman.

Com o mesmo endereço, na fábrica de laranjas usada por Costa: Calle Aquilino de La Guardia, número 8, Panamá City.

Abriu-se uma empresa aqui no dia 12 de março de 2004. Abriu-se uma lá, no Panamá, no dia 23 de março.

A empresa panamenha, no dia 13 de abril, constitui Jorge Luiz Lamenza seu procurador no Brasil.

No dia 28  de abril depois de registrar uma tradução juramentada e certidões diversas, a Blainville, através de Lamenza, compra 90% da  empresa brasileira que viria a ser dona da mansão Marinho. Os 10% restantes eram de uma senhora no prosaico Grajaú carrioca.

Lá, no Panamá, a empresa tem  sede na sala que viria a ser a mesma da Global, de Paulo Roberto Costa.

Todos os documentos reproduzidos na imagem são de certidões tiradas no Registro Notarial do Panamá e na Junta Comercial de São Paulo.

Diria o Ronnie Von: a  mesma praça, o mesmo banco, as mesmas flores, o mesmo jardim.

Um é falcatrua. O outro é…não vem ao caso.

Imaginem se o sitio do Lula fosse de uma empresa no Panamá,  sócia de sala do Paulo Roberto Costa?

Pois o sítio dos Marinho é.

E não acontece nada.

 

Como uma empresa de R$ 1mil se transformou nas Organizações Globo. E como Lula transferiu a elas as concessões dos canais

Por Fernando Brito · 17/02/2016

prateleira

Espero que o Ministério Público, a Polícia Federal e o Dr. Sérgio Moro, que estão loucos atrás dos filhos do Lula,  mandem investigar outros filhos – os do Roberto Marinho –  pela transformação de uma microscópica empresa, aberta com capital social de R$ 1.400 (isso mesmo, mil e quatrocentos reais) no ano 2000 virou, hoje, as Organizações Globo Participações, com capital registrado de R$ 7.961.759.235,74 (Sete bilhões, novecentos e sessenta e um milhões, setecentos e cinquenta e nove mil e duzentos e trinta e cinco reais e setenta e quatro centavos) e dona das concessões dos canais de televisão no Rio, São Paulo, Belo Horizonte e Brasília.

E se houve favorecimento ao ex-presidente Lula para assinar o decreto de 23 de agosto de 2005 que fez esta transferência.

Para ajudar esse povo que tem muito trabalho arrancando delações depois de manter pessoas na cadeia por meses seguidos, vou ser cronológico e documental.

Acompanhe a história do CNPJ 03.953.638/0001-35.

Ele foi atribuído,  no dia 13 de julho do ano 2000, à empresa 296 Participações SA, registrada na Junta Comercial do Estado de São Paulo, com capital social de R$ 1 mil, pertencendo ao advogado Eduardo Duarte, CPF  024.974.417-15, como se vê na reprodução abaixo e você pode conferir na certidão expedida pela Junta.

296jucesp

Assim ficou até 2003, quando Rangel foi substituído por Simone Burck, sócia de Eduardo Duarte.

Mas porque Eduardo Duarte abriu a empresa? Para vender.

No relatório da Operação Satiagraha, ele é assim referido:

eduardo296

Ele confirma numa entrevista à Istoé a profissão de “abridor de empresa” e nega ser laranja: Afirma que, ao contrário do que diz a PF, não é mais sócio das empresas que estão com Dantas. “Se você vende um carro para alguém e o cara sai matando pelas ruas, você não pode ser acusado por isso”…

A empresa era “de prateleira, tanto que não registra nenhuma receita e  registra, em 2003, um prejuízo de R$ 700.

Então, em 2005 aparecem os compradores : os três irmãos Marinho – Roberto Irineu, José Roberto e  João Roberto.

Assumem seu controle,  mudam seu nome para Cardeiros Participações SA e a sede para o Rio.

Uma trabalheira aparentemente sem sentido para uma empresa de R$ 1 mil não é?

Mas está no Diário Oficial:

296marinho

cardeirosmarinho

Enquanto tudo isso acontecia,  a Cardeiros, ex-296, ainda com o capital de R$ 1,4 mil (no dia 23 de junho, quando já não respondia pela 296, Eduardo Duarte registrou, retroativamente a fevereiro, um aumento de R$ 400 no capital – deixo aos contadores que expliquem as possíveis razões) requeria pelo Processo Administrativo no 53000.034614/2005-74 a transferência para si das concessões, agora que era a detentora do controle total da Globo Participações.

Pediu e levou o Decreto assinado por Lula e pelo seu ex-funcionário Hélio Costa, então Ministro das Comunicação.

decreto

E assim, finalmente, o que se tem hoje é apenas a Globo Participações, registrada no Ministério da Fazenda sob o mesmo CNPJ 03.953.638/0001-35 da modestíssima 296 Participações de R$ 1 mil.

Imagine o que o Dr. Sérgio Moro faria com este CNPJ fosse de uma das empresas investigadas na Lava jato.

Pense só na matéria da Globo pegando estes documento e ampliando as datas, nomes e valores na tela da tevê de milhões de pessoas.

Que escândalo, não é?

Mas, como é a Globo, só num pobre blog como este, sem equipe de repórteres, sem estrutura e só com os poucos recursos que seus leitores “pingam” (com a minha imensa gratidão) você lê a história sobre como um dos maiores conglomerados de comunicação do mundo usa o abrigo de uma empresinha de prateleira de valor risível.

Os jornais, mesmo, estão ocupados com um barquinho de lata.

Desenhando, fica mais fácil entender?

Por Fernando Brito · 16/02/2016

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Hoje, com toda a razão, o Paulo Nogueira, no Diário do Centro do Mundo, saúda o cartunista Laerte por ter rompido, com sua charge de hoje na Folha (veja abaixo) o muro de silêncio que se fez em torno da descoberta de que a mansão dos Marinho em Paraty, construída em área proibida e objeto, por isso e outras coisas, de um processo judicial pertence – oficialmente –  a uma empresa “agropecuária”, 90% de propriedade de um grupo panamenho e outros 10% pertencentes a uma senhora que vive em um modesto apartamento no Grajaú, baixo da Zona Norte do Rio.

Já a localizei, mas como ela tem 70 anos, parece apavorada e é apenas uma “laranja” neste esquema, ainda preservo sua identidade, apesar dos xingamentos que me dirigiu ao telefone. Só depois de ter documentos que comprovem que continua sócia da empresa ela passa a ter relevância, porque também responde pelas ilegalidades cometidas.

Volto a postar em seguida sobre o assunto, mas não posso deixar de juntar à homenagem ao Laerte a charge, também de hoje, do genial Aroeira, de O Dia.

Os dois, não por acaso, acabam por dizer o que todos os gravatinhas das redações hipocritamente calam, sabendo.

Que Lula é culpado de tudo, ainda que não seja.

E que os Marinhos são inocentes em tudo, mesmo quando são pilhados numa flagrante maracutaia imobiliária.

A “imprensa livre”, o “jornalismo investigativo”, capazes de fuçar as latas de lixo do ex-presidente se omitem completamente diante de uma ocultação de patrimônio e de um dano ambiental evidentes.

Como o fizeram num caso de sonegação fiscal gigantesco nos direitos de transmissão da Copa.

Há centenas de repórteres, policiais, promotores atrás  de Lula, para provar que é dele um sítio que tem proprietários conhecidos, nominados e capazes de possuir o imóvel.

Somos apenas três ou quatro atrás dos Marinho, quase sem armas que não o Google. E já mostramos que é deles o que está em nome de outros, com completa incapacidade financeira de possuir mansões ou operar helicópteros de luxo.

E de fazer gente de bem, como  Aroeira e o Laerte entenderem tudo, traduzindo com seu talento todo este absurdo.

Quem sabe, desenhando, entendam.

laerte1

2 Comentários »

  1. […] Fonte: Dossiê Organizações Globo […]

    Pingback por Dossiê Organizações Globo | educação ou barbárie — 21/02/2016 @ 9:21 pm | Responder

  2. […] A corrupção que faz a diferença… Paraty House não é o único playground dos Marinho na região de Angra publicado em 17 de fevereiro de 2016 às 01:55 “Para conhecimento de vocês, eu tenho um contrato assinado para vender uma ilha das Organizações Globo”, revelou. De acordo com o ex-diretor, a ilha situa-se na rodovia…  […]

    Pingback por Dossiê Organizações Globo |... — 21/02/2016 @ 8:06 pm | Responder


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