Ficha Corrida

15/02/2011

EUA e o Tráfico

Filed under: Tio Sam — Gilmar Crestani @ 11:00 am
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Não foram apenas armas para a Argentina, como antes no caso conhecido como Irã-Contras, mas também veneno para assassinar opositores do muy amigo de Washington, Pinochet. Como se vê, o histórico dos EUA em infiltrações,tráfico de armas, interferência direta em outros países, apoio a ditadores e a manifestantes no Irã.

O histórico dos EUA nos faz crer que seus cidadãos, quando em nossos países, estão sempre sob suspeição de estarem a serviço de jogo sujo.

La familia Frei pide a EE UU que aclare si envió a Chile elementos para elaborar venenos

Reclama mayor colaboración con la investigación de la muerte del expresidente

MANUEL DÉLANO – Santiago – 10/02/2011

La familia del expresidente chileno Eduardo Frei Montalva, por cuya muerte en una clínica en 1981, presuntamente a manos de terceros un juez chileno ha procesado a seis personas, pidió mayor colaboración a Washington para determinar si las autoridades estadounidenses enviaron a Chile elementos químicos y biológicos para elaborar venenos, que pudieron haber sido usados en asesinatos políticos durante la dictadura del general Augusto Pinochet (1973-1990).

    Tras la publicación el martes por parte de EL PAÍS de un cable secreto filtrado por Wikileaks, en el que la Embajada de EE UU en Santiago planteaba en 2009 al Departamento de Estado su convicción de que la muerte del presidente Frei Montalva no será aclarada jamás, el caso se reactivó en Chile. El presidente, Sebastián Piñera, anunció la presentación de una querella criminal para que el caso no quede en la sombra, pero la familia Frei se mostró escéptica ante esta acción y la oposición acusó al Gobierno de aplicar un "doble estándar" en derechos humanos.

    La exsenadora Carmen Frei, hija de Frei Montalva, sostuvo que tienen antecedentes para "sospechar que Estados Unidos proporcionó elementos químicos y biológicos a la dictadura militar y con ellos se produjeron venenos para eliminar personas". El material químico y biológico, según el proceso, fue transportado en aviones de pasajeros a Chile, terminando en el laboratorio bacteriológico del Ejército, lo cual refuerza las sospechas de la familia del expresidente.

    Para el abogado de la familia Frei, Juan Pablo Hermosilla, es "vital" y "superimportante" que haya una colaboración más clara de Washington en torno a si hubo o no "suministro de material biológico de Estados Unidos a autoridades chilenas". Esta información puede estar en "organismos a cargo del desarrollo de estas partículas biológicas usadas en Defensa y actividades de control bacteriológico en Estados Unidos y eventualmente (en) servicios de inteligencia", agregó el abogado.

    La presión de la familia Frei apunta a que, con motivo de la visita que realizará a Chile en marzo próximo el presidente Barack Obama, Washington responda a las cuestiones planteadas en varias ocasiones, sin recibir respuesta, por el juez Alejandro Madrid, quien investiga el caso. Hasta ahora, la Casa Blanca no ha entregado "ninguna ayuda" y los anteriores Gobiernos de Estados Unidos han dicho que carecen de antecedentes, afirmó Carmen Frei. Ella cree que es el momento de que Obama refleje en este caso el cambio que ha habido en la política de derechos humanos de Washington, y añade que un apoyo del Gobierno de Piñera en este terreno sería más útil que declaraciones. "Si el Gobierno chileno actual tiene interés en conocer la verdad, en saber lo que pasó, es el momento de saber por qué Estados Unidos envió estos elementos", agregó.

    La oposición acusó ayer al Gobierno de utilizar políticamente sus anuncios de querellas en torno a las muertes de los expresidentes Salvador Allende (en La Moneda, mientras el palacio era atacado en 1973 por los militares golpistas) y Eduardo Frei. El presidente del Partido Socialista, Osvaldo Andrade, criticó que el Ejecutivo de derechas de Piñera tiene un "doble estándar tremendo" en temas de derechos humanos, pues al mismo tiempo que se interponen estas querellas se desmantelan los equipos de investigadores especializados que han logrado esclarecer buena parte de los crímenes de la dictadura. La Moneda salió al paso de las críticas a través del ministro del Interior, Rodrigo Hinzpeter, quien señaló que se presentó la querella para esclarecer el "homicidio terrible" de Frei. "Hay gente que ve la pequeñez y que ve intenciones que están absolutamente alejadas" de las del Gobierno.

    Entretanto, la defensa de varios de los médicos procesados por la muerte del expresidente Frei restó trascendencia a la presentación de la querella por parte del Ejecutivo. "Es como si lo hiciera (presentar la querella) un periodista, una persona que va por la calle", afirmó el abogado Luis Valentín Ferrada.

    La familia Frei pide a EE UU que aclare si envió a Chile elementos para elaborar venenos · ELPAÍS.com

    14/02/2011

    EUA: maduro caindo de podre

    Filed under: PIG — Gilmar Crestani @ 2:36 pm
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    Ser maduro, na concepção americana, significa ter armas de todos os tipos, e usá-las, sempre que for necessário, para defender os próprios interesses econômicos. Se o Brasil não é maduro, o que os EUA tem a ver com isso? Alguém precisa pedir a opinião dos EUA para ser ator? Eles estariam nos confundindo com um cenário de Hollywood? Ser maduro é viver apoiado e apoiando ditaduras cruéis, como as do Oriente Médio, e como já o foi com as ditaduras latino-americanas.  Deus nos livre da democracia made in USA.

    WikiLeaks: Brasil não é maduro para ser ator global, dizem EUA

    O Brasil ainda não é "maduro" o suficiente para ser um ator global. Precisa ser "encorajado" pelos EUA a assumir "responsabilidades", aprendendo a "confrontar" outros países se necessário. Avaliações como essa de dezembro de 2009, em tom paternalista e às vezes irônico, predominam na reação de diplomatas americanos em Brasília à campanha brasileira por uma cadeira permanente no Conselho de Segurança da ONU.

    É o que mostram telegramas enviados a Washington entre 2004 e fevereiro de 2010, obtidos pela organização WikiLeaks.
    O debate sobre a ampliação do CS, em tese responsável pela paz internacional, voltou à tona quando o presidente americano, Barack Obama, apoiou a candidatura da Índia, há dois meses. Obama virá ao Brasil nos dias 19 e 20 de março.
    Os membros permanentes do órgão, com poder de veto, são os mesmos desde a criação da ONU, em 1945: EUA, Rússia, China, França e Reino Unido. A perspectiva brasileira de integrar essa cúpula já existia na época.
    Telegramas
    O tema marcou a relação entre os governos de Lula (2003-2010) e de George W. Bush (2001-2009) por dois motivos: o então secretário-geral da ONU, Kofi Annan, estabeleceu um grupo para tentar conciliar as propostas de reforma, e Lula fez dela uma prioridade.
    Nos telegramas, o assunto é sempre abordado pelos brasileiros. O ex-chanceler Celso Amorim brinca com a fama que tinha, dizendo que não queria parecer "obcecado" com o CS.
    Em 2005, um ano depois de o Brasil assumir o comando da força de paz no Haiti, um despacho relata o "desapontamento" de Amorim quando os americanos disseram que só aceitariam uma ampliação "modesta", com duas novas cadeiras (Bush apoiaria oficialmente apenas a candidatura do Japão).
    Os EUA, que invadiram o Iraque sem autorização do CS, não queriam a reforma. Preferiam contornar a ONU com a proposta de uma "parceria pela governança democrática".
    "Desespero"
    O ex-embaixador Clifford Sobel, um empresário republicano, diz que o Brasil buscou "desesperadamente" o apoio dos EUA, mas "fracassou em assumir o papel de liderança que o faria um candidato forte".
    A presença do país no CS em 2004 e 2005, em uma das dez cadeiras rotativas, foi marcada por "cautela e equívoco", escreve Sobel.
    Os americanos se irritam com a ideia brasileira de "imparcialidade", que impedia o alinhamento com os EUA contra países como Cuba e Venezuela. Para os diplomatas, o Brasil se esforçava para manter "relações amigáveis" com todos devido à candidatura ao CS.
    Telegramas falam do fracasso brasileiro em garantir votos de africanos, de árabes e da China, que também joga contra a ampliação porque não quer a presença de Japão e Índia. Ironizam a "liderança natural" do Brasil na América Latina.
    Em 2009, quando prepara reunião de Amorim com a secretária de Estado Hillary Clinton, um emissário do Itamaraty inclui a ONU entre os assuntos da pauta.
    Sobel nota a falta de menção à concorrência para a compra dos caças da FAB. "Uma oferta bem-sucedida da Boeing para vender os F-18 ao Brasil tem o potencial de fortalecer essa parceria de modo inédito", escreve.
    O embaixador americano chama de "baleia branca" o submarino a propulsão nuclear brasileiro, e afirma que sua única função real será deixar o país mais perto das potências do CS, que contam com o artefato.

    WikiLeaks: Brasil não é maduro para ser ator global, dizem EUA – Portal Vermelho

    30/01/2011

    Estados Unidos e Honduras, de mãos dadas com o crime

    Filed under: Cosa Nostra — Gilmar Crestani @ 9:21 am
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    Quem patrocina o que acontece em Honduras, como revelado pela WikeLeaks abaixo, tem autoridade para criticar qualquer outro país. Os EUA só existem porque vivem do sangue alheio. Não fosse o sangue que os alimenta, aqui no quintal ou em qualquer outro lugar no mundo, essa gente imunda viveriam ainda num grande faroeste. Dos ditadores nos cuidamos, simplesmente porque os sabemos ditadores. Agora, estes senhores, que posam de democráticos, como nos defender deles que insuflam golpes, torturas guerras? Deus nos livre da democracia Made in USA! Go home, yanques!

    En los 250.000 documentos de Wikileaks la expresión "república bananera" aparece en 51 ocasiones. Diplomáticos de naciones como Turquía, Rusia, Marruecos y España (Miguel Ángel Moratinos en marzo de 2004) dejaron claro a sus interlocutores de Estados Unidos que sus países no eran una república bananera. Y sin embargo, en el caso más reciente de golpe de Estado en Latinoamérica, el concepto sobrevuela por muchos telegramas, pero no aparece por ningún lado.

    Los cables redactados en la Embajada estadounidense de Honduras tras el golpe del 28 de junio de 2009 contra el presidente Manuel Zelaya muestran todo lo que se asocia con un país sin instituciones fiables y bajo la sombra de Estados Unidos: un político que ocupó la presidencia (Roberto Micheletti) en nombre de la honestidad y el despotismo tuvo que ser amenazado por Estados Unidos con la retirada del visado para que dejase el cargo. Micheletti, según la embajada, aprovechó la crisis provocada por el golpe para amañar contratos corruptos hasta el último minuto.

    Otro político, Porfirio, Pepe, Lobo, el hombre que sucedió a Micheletti, intentó nombrar ministro de Defensa al general que perpetró el golpe (Romeo Vásquez Velásquez). El embajador estadounidense le aconsejó que destituyera al general para salvar la cara ante la comunidad internacional antes de tomar posesión del cargo de presidente. Pepe Lobo le consultó sobre la posibilidad de poner a Vásquez Velásquez al mando de la Empresa Nacional de Electricidad y el embajador se pronunció en contra. Lobo le pidió consejo sobre personas a las que podía nombrar en puestos de Interior. Todo eso y mucho más quedó consignado en los telegramas. Bajo el nombre del embajador Hugo Llorens.

    El antecesor de Llorens, el diplomático Charles A. Ford ya emitió un cable el 16 de marzo de 2006, con motivo de los primeros 45 días de José Manuel Zelaya en el poder, en el que expresaba los titubeos de Zelaya a la hora de seguir las indicaciones de Estados Unidos. Y eso, a pesar de que "cambió a su ministro de Exteriores" por indicación de Estados Unidos. Y a pesar de que hizo "literalmente" esperar a los presidentes de Centroamérica y al de México, Vicente Fox, para reunirse con el fiscal general, Alberto Gonzales, "en su primer encuentro oficial" como presidente. "Zelaya debe basarse en su sincera actitud pro Estados Unidos e ignorar el aparente resentimiento hacia la dependencia de Honduras respecto a Estados Unidos, con algunos de sus consejeros molestos por el obvio poder económico y político de Estados Unidos", escribió Charles A. Ford.

    El golpe de Estado

    Sin embargo, Zelaya a mitad de su mandato estrechó su relación el presidente venezolano Hugo Chávez. Y se fue granjeando la enemistad de la élite económica hondureña. Hasta que en la noche del 28 de junio de 2009 fue sacado de su casa y expulsado en pijama y a punta de fusil hacia Costa Rica. Al día siguiente, Roberto Micheletti ocupaba su puesto. Unos le empezaron a llamar el presidente golpista; otros, como el venezolano Hugo Chávez, le apodaron Goriletti; y algunos, como el embajador estadounidense Hugo Llorens se referían a él como "presidente de hecho". En cualquier caso, llegó al poder sin que nadie lo hubiese votado y abandonó la presidencia el 21 de enero, seis días antes de que Lobo jurase el cargo presionado por Estados Unidos para que se quitara de en medio de la escena política y no soliviantara a la comunidad internacional.

    Un mes después del cese, el embajador de Estados Unidos escribía: "Mientras el presidente de facto, Roberto Micheletti, y sus colegas se retrataban a sí mismos como profesionales de un Gobierno honesto y eficiente, ellos parecen haber amañado tratos en la sombra que eran mayúsculos incluso para los estándares locales. La aprobación de un gran contrato hidroeléctrico con tan escaso beneficio para el Estado, justo una semana antes de que el régimen deje la oficina es el principal ejemplo. (…) Fuentes fiables de la Embajada han implicado directamente a Micheletti y a algunos de sus socios más cercanos en este contrato. Miembros del Congreso y otros que en tiempos normales habrían efectuado un escrutinio del caso estaban distraídos con la crisis política y las elecciones".

    Hugo Llorens se refería a la concesión de la licencia de explotación de la represa José Cecilio del Valle a un consorcio hondureño-italiano del que el propio Micheletti era socio. Aunque el cable del embajador no recoge este dato un informe del 22 de febrero de 2010 del Tribunal Superior de Cuentas hondureño revela que la concesión fue efectuada cuando aún no había concluido el contrato con la empresa española Elecnor. La publicación de la concesión en La Gazeta -el equivalente en Honduras al Boletín Oficial del Estado (BOE) de Honduras- estuvo plagada de irregularidades. "Fue la primera vez que se falsificó La Gazeta en la historia de nuestro país", recordaba esta semana Manuel Gamero, director del diario hondureño Tiempo.

    Y la prensa hondureña se centró en la aparente ocultación del contrato. Pero el embajador señalaba que la concesión en sí misma era más grave que la supuesta falta de transparencia.

    "Según las fuentes de la Embajada, Micheletti fue uno de los socios hondureños que facilitó la concesión", indicaba el cable fechado el 20 de febrero de 2010. "Los principales facilitadores fueron Saavedra, el ministro de Obras Públicas de Micheletti, Saro Bonanno y los íntimos de Micheletti Johnny Kafati y Roberto Turcios. Es inconcebible que este contrato pudiera haberse conseguido sin el conocimiento de Micheletti".

    Revisión de los contratos

    El diplomático se mostraba confiado porque Pepe Lobo, el hombre que asumió el cargo de presidente tras unas elecciones no reconocidas ni por la Unión Europea ni por la Organización de Estados Americanos (OEA), había prometido revisar esos contratos. Entre el embajador y el presidente electo de Honduras había buen entendimiento. Tras ganar las elecciones de noviembre de 2009, Pepe Lobo decidió irse de vacaciones a Nueva Orleans. Tras su regreso, acudió a la embajada el 4 de enero de 2010 y le agradeció a Hugo Llorens que hubiese notificado su visita a la Seguridad Diplomática de EEUU, con lo que pudo disfrutar de relativo anonimato y prescindir de gran parte de la seguridad que le correspondía llevar como presidente electo de Honduras. Después, el embajador le dijo que tenía que insistir a Micheletti para que se vaya "inmediatamente" y dejase paso a un Gobierno de unidad nacional. Estados Unidos le ofrecería incentivos para dejar el Gobierno, pero en caso de que no lo hiciera le retiraría el visado.

    Después, Lobo reconoció que él no era ningún experto en seguridad y pidió al embajador que le recomendara algunos nombres para el ministerio. El diplomático le prometió ayuda. Pero el embajador entró de lleno en un tema que durante las semanas siguiente iba a ocasionarle bastante trabajo: el caso del general golpista Vásquez Velásquez. "[El embajador] hizo notar que había oído que el jefe de Estado Mayor de Defensa, Vásquez Velásquez, estaba presionando duramente para ser nombrado ministro de Defensa, y esto sería visto muy negativamente por la comunidad internacional, dado el papel que desempeñó Vásquez en el golpe. (…) Lobo dijo que Vásquez estaba en su lista para ministro de Defensa y que él no había considerado las implicaciones internacionales de tal nombramiento, pero veía claramente el argumento del embajador. Lobo dijo que no lo nombraría".

    Días después, el 23 de enero, Lobo informó al embajador de que le había ofrecido a Vásquez Velásquez un puesto al frente de la Empresa Nacional de Energía Eléctrica. Pero el embajador adujo que eso no sería bien visto por la comunidad internacional. Y mientras tanto, Vásquez Velásquez, continuó al mando del Ejército. Varias semanas después, el 14 de febrero de 2010 el diplomático recibió en su embajada durante 90 minutos al presidente de Honduras. Hugo Llorens le recordó que ya habían discutido en dos ocasiones, el 23 y el 29 de enero, la necesidad de que eliminase de su Gobierno al responsable de Defensa, Lionel Sevilla, y al jefe del Estado Mayor, Romeo Vásquez Velásquez, miembros ambos del régimen de Micheletti. Lobo objetó que si actuaba precipitadamente, los militares podrían volverse contra él. Y reconoció que estaba recibiendo presiones para nombrar como jefe del Ejército al general García Piagget. El embajador le respondió que los dos militares más vinculados al golpe eran Piagget y Vásquez Velásquez. Así que mejor haría en descartar esa idea. En su lugar, el diplomático sugirió el nombre del general Doblado, "un meticuloso y altamente respetado oficial". Y añadió que si esperaba más tiempo para poner orden Defensa, "las críticas de la comunidad internacional no tardarían en llegar y su decisión sería vista como un sometimiento a la influencia exterior, lo que sería peor".

    Espionaje telefónico

    Finalmente, un mes después, en marzo de 2010, Romeo Vásquez Velásquez fue destituido del Ejército. No obtuvo la presidencia de la Empresa Nacional de Energía Eléctrica pero sí la gerencia de la Empresa Hondureña de Telecomunicaciones, Hondutel. Las voces críticas indicaron que con ese nombramiento se incrementaría el espionaje telefónico. Su sustituto no fue el hombre que recomendó el embajador en un principio, sino el general Carlos Antonio Cuellar, uno de los seis militares acusados por el fiscal general de abuso de autoridad al detener y expulsar al presidente de Zelaya.

    En otro documento del ocho de enero de 2010 se informa de que el general Vásquez Velásquez le dijo al embajador que los militares respetarían la autoridad del ministerio público, pero… "[el general] expresó su esperanza de que el Congreso aprobaría una amnistía que afectaría a todos los que intervinieron en la crisis política de Honduras y en el golpe". Así ocurrió el martes 26 de enero de 2010. Cuéllar fue nombrado jefe del Estado Mayor del Ejército en marzo. Y los cables filtrados por Wikileaks solo abarcan hasta febrero de 2010.

    El pasado viernes 28 de enero, Cuéllar fue relevado en su cargo por el general René Osorio Canales, jefe de la guardia de honor presidencial de Porfirio, Pepe, Lobo. Osorio Canales fue el oficial que entró en la casa del presidente Zelaya para sacarlo en pijamas a punta de fusil en mitad de la noche. Ahora, es el jefe del Ejército en Honduras.

    Estados Unidos recelaba del hombre que asumió el poder en Honduras tras el golpe de Estado · ELPAÍS.com

    09/01/2011

    Democracia e Liberdade made in EUA

    Filed under: PIG — Gilmar Crestani @ 9:36 am
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    Serra ao alvoA perseguição implacável continua. Os EUA não desistem de prender ou matar, o que vier antes, qualquer um que ouse denunciar suas truculências. E dele perseguir WikiLeaks. Enquanto isso lá em Tucson, no Arizona, outro daqueles malucos que só são fabricados nos EUA, saiu atirando loucamente, matando seis pessoas. Primeiro eles são mandados para os países invadidos pelos tanques. Exercitam tiro ao alvo contra civis. Os que ficam, fazem por conta própria, contra conterrâneos. A sociedade americana, que alguns imbecis nos querem impor como modelo, é putrefata. A macaquice brasileira imita o que há de pior por aquelas bandas. Não é mero acaso que malucos como a famiglia Bush chegam ao poder. E que tentam fazer o mesmo por aqui. Querem saber mais o modus operandi americano, assistem W., de Oliver Stone.

     

    Ordenan en EU a Twitter entregar lista de quienes apoyan a Wikileaks

    Un tribunal le exigió entregar los nombres, direcciones, teléfonos y detalles financieros de usuarios.

    Afp
    Publicado: 08/01/2011 10:51

    Estocolmo. Wikileaks reveló el sábado que las autoridades estadunidenses pidieron los detalles de la cuenta Twitter de su fundador Julian Assange y de otras tres personas cercanas a la página web, demostrando así la existencia de una investigación por espionaje en Estados Unidos.

    Según Wikileaks, "el Departamento de Estado reclamó los mensajes privados, los contactos, las direcciones IP (Internet) y los datos personales de la cuenta de Julian Assange y otras tres personas asociadas a Wikileaks".

    La página web, que se ganó la aversión de Estados Unidos divulgando públicamente miles de mensajes de la diplomacia de ese país, precisó que estas tres personas nunca habían trabajado para Wikileaks.

    Según documentos obtenidos por la AFP, un tribunal del distrito de Alexandria, en el estado de Virginia, dirigió el 14 de diciembre de 2010 un mandato a la red social Twitter pidiéndole informaciones, que los jueces calificaron de "pertinentes" en el marco de "una investigación criminal en curso".

    Las informaciones solicitadas conciernen las cuentas Twitter de "Julian Assange, Bradley Manning, Rop Gongrijp y Birgitta Jonsdottir en el periodo desde el 1 de noviembre hasta hoy".

    Twitter, que el 5 de enero fue autorizado por el tribunal a hacer público el mandato, informó dos días más tarde, es decir el viernes, a la diputada islandesa Birgitta Jonsdottir.

    El sitio internet le hizo saber que, si en un plazo de diez días la interesada no les notificaba la apertura de un procedimiento judicial de impugnación a la demanda de Estados Unidos, tendría que entregar las informaciones solicitadas.

    "Twitter realmente combatió (el mandato estadunidense) en nombre de sus clientes porque tales informaciones no deberían realmente transmitirse", declaró Jonsdottir el sábado a la AFP.

    "El gobierno estadunidense quiere conocer todos mis Twitt y aún más, desde el 1 de noviembre de 2009. ¿Serán conscientes de que soy miembro del Parlamento islandés?", preguntó.

    Los ministros de Relaciones Exteriores, Oessur Skarphedinsson, y de Interior, Oegmundur Jonasson, de Islandia calificaron de inaceptable que las autoridades estadunidenses intenten obtener información sobre Jonsdottir mediante Twitter.

    "Según los documentos que he visto, un parlamentario islandés está siendo investigado en un caso criminal en Estados Unidos sin ningún motivo", afirmó Skarphedinsson a la radio pública RUV.

    Se trata de caso "muy serio y peculiar", consideró Jonasson en declaraciones al diario Morgunbladir.

    En su comunicado, Wikileaks afirmó tener "motivos para creer que Facebook y Google, entre otros, recibieron pedidos similares de la justicia" estadunidense.

    Wikileaks ya se puso en contacto con "abogados estadounidenses", según la misma fuente, y exhortó a Twitter a proteger los datos privados de sus usuarios.

    En opinión de Wikileaks, este pedido de información confirma por primera vez "la existencia de una investigación secreta llevada a cabo por un gran jurado estadunidense".

    La constitución de un gran jurado es estrictamente confidencial en Estados Unidos. Si la información es verdadera, esto significa que una inculpación podría ser inminente.

    Julian Assange, de 39 años y nacionalidad australiana, se encuentra en Gran Bretaña en espera de una eventual extradición a Suecia, cuya justicia lo reclama por un presunto caso de violación.

    Assange está convencido de que puede ser extraditado a Estados Unidos y de que se constituyó en ese país un gran jurado, órgano encargado de formar los cargos contra un sospechoso.

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