Ficha Corrida

03/07/2014

Vamos empastelar ou vais continuar comendo ração?!

Filed under: Bandidagem,BANDidos,Grupos Mafiomidiáticos,Ley de Medios — Gilmar Crestani @ 9:20 am
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Só a docilidade bovina da manada não vê que receberam ração estragada. Não fossem vira-latas, tivessem algum pedigree mental, e empastelariam a velha máfia midiática.

Wanderley e os Medios: Dilma colheu o que não semeou

O PiG disseminou um mundo incompatível com a realidade dos fatos.

O Conversa Afiada reproduz excelente artigo do professor Wanderley Guilherme dos Santos :

Dilma Rousseff colheu o que não semeou


A presidenta colheu precisamente os resultados do que não semeou: não promoveu a emergência de um sistema democrático de informação.
Wanderley Guilherme dos Santos
Aproveitando a vaia pornofônica que singularizou a participação dos reacionários e distraídos na abertura da Copa das Copas, a oposição saiu-se com o comentário de que a presidenta Dilma Roussef colheu o que semeou. Pensou que estava abafando. Não estava. Para além da falta de compostura e civilidade, a oposição errava outra vez no diagnóstico. A presidenta colheu precisamente os resultados do que não semeou: não promoveu a emergência de um sistema de informação democratizado.
A falta de pluralismo nos meios de comunicação não é ambição de esquerdas partidárias. Trata-se da prestação de um serviço privado, pago por consumidores, atualmente fraudados em suas aspirações de consumo. Ler um jornal, uma revista ou assistir ao noticiário da televisão faz parte da pauta de itens que a vida moderna põe, ou devia por, à disposição de quem os deseje usufruir. E os consumidores têm o direito de protestar. Assim como os passageiros urbanos reclamam da qualidade dos serviços pelos quais pagam, os leitores e espectadores insatisfeitos se julgam ludibriados pelos fornecedores da mercadoria que compram.
Os jornais, revistas e emissoras de televisão registraram com olhos complacentes os quebra-quebras aleatórios propulsionados pela carestia e falta de qualidade dos transportes em circulação. Não seria bom para a democracia, tal como não o eram os destemperos de violência, que os desgostosos com o pífio padrão do jornalismo, minorias como as de junho do ano passado ou maiorias como a queda de audiência e circulação atestam, empastelassem jornais ou ocupassem estações de televisão, exigindo participação e honestidade de gestão.
Durante o período que antecedeu a Copa das Copas e não somente em relação a ela, os meios de informação sonegaram centenas, milhares de notícias altamente relevantes para a vida dos leitores e espectadores. Mais do que isso, disseminaram incansavelmente uma visão de mundo incompatível com a realidade dos fatos. Era falso que os aeroportos, estádios, avenidas e metrôs não iriam ficar prontos. Era falso que os gramados não drenariam as chuvas, as comunicações não funcionariam, os holofotes não acenderiam. Era falso que os turistas seriam assaltados, que não haveria segurança, que conflitos gigantescos ofuscariam os jogos nos campos de futebol pela pancadaria generalizada nas arenas do lado de fora. Tudo falso. Moeda falsa. Produto estragado vendido a preço de luxo.
As trombetas da derrocada econômica, da inflação sem controle, do afinal bem vindo desemprego, são igualmente serviço fraudulento. Os leitores estão sendo diariamente lesados em sua boa fé, duplamente: não são informados do que ocorre efetivamente na sua cidade, no seu estado e no país, e são levados a acreditar que há um pesadelo à espreita assim que puserem os pés fora de casa. Quando não o vêem não é porque não exista, mas porque ainda não chegou a alguns lares: inflação, desemprego, falta de saúde e de educação; pior, falta de perspectiva.
A lição é terrível. Dela sabiam os tiranos da antiguidade, os tiranos da contemporaneidade os imitaram: um sistema articulado de falsidades pode produzir os delírios fantasistas ou as angústias aterradoras de uma droga, se absorvido por tempo suficiente. Uma imprensa oligopolizada é nada menos do que uma droga. Eficientíssima, capaz de produzir o pessimismo sem fundamento das análises econômicas, tanto quanto o desvario irracional das vaias pornofônicas. Ao se manter indiferente à péssima qualidade do serviço pago, inclusive com as bondades das concessões e outras benfeitorias, a presidenta Dilma Roussef colheu o que não semeou.

Navalha

O PiG (*) noticia nesta quinta-feira (3) que o infalível vice-presidente Michel Temer vai exigir que, no programa de Governo da coligação PT-PMDB, não constem a Ley de Medios e a revisão da Lei da Anistia.

A Ley de Meios faz parte integral do programa do PT, aprovado em Congresso, cantada e decantada nos pronunciamentos do presidente do Partido, Ruy Falcão, nos comícios que lançaram Dilma Rousseff à reeleição.

Começou a batalha…

Michel Temer, o amigo navegante há de se lembrar, foi o fio condutor da pressão da Globo sobre a CPI do Carlinhos Cachoeira: quando ouvir falar em “Veja” entenda “imprensa”; quando ouvir falar “imprensa”, entenda “a Globo”…

Foi o que um dos filhos do Roberto Marinho – eles não têm nome próprio – disse ao ilustre vice-presidente, segundo reportagem de Leandro Fortes, na Carta Capital.

E assim fez a CPI, que odarelou …

O Caneta e a Globo estão aí, serelepes.

(O Temer também.)

Paulo Henrique Amorim

Wanderley e os Medios: Dilma colheu o que não semeou | Conversa Afiada

08/01/2014

Democracia sem opositores made in USA!

Filed under: CIA,Democracia made in USA,FBI,NSA,Terrorismo de Estado — Gilmar Crestani @ 9:42 am
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Para bem entender como funciona a democracia made in USA, basta uma frase: “Nunca los capturaron, y los documentos robados que enviaron por correo de forma anónima a varios periódicos fueron la primera gota de lo que iba a convertirse en una lluvia de revelaciones sobre las extensas actividades de espionaje y guerra sucia del FBI contra grupos disidentes.”

Isso mesmo, extensas atividades de espionagem e guerra suja contra quem ouse discordar do Tio Sam. Se fazem isso com os próprios cidadãos, o que não fazem mundo afora?

Quantas siglas de espionagem têm os EUA? Dentre outras, posso citar de memória: CIA, NSA, FBI, DEA, Departamento de Estado, Consulados, Embaixadas…

Foi a mesma democracia perfeita que tentaram implantar no Brasil em 1964, como mostrou ontem El País.

E continuam fazendo. No Brasil, por exemplo, por trás das máscaras dos anonymous há sempre um rosto muito familiar à CIA/NSA. São os amestrados dos grupos mafiomidiáticos. Odeiam que o Brasil melhores, ou que procure distribuir renda seja em forma de Bolsa Família, seja através de políticos compensatórias, como as cotas.

Los ‘Snowden’ que robaron al FBI en 1971

Emergen varios activistas que hace 43 años filtraron documentos secretos de EEUU

Mark Mazzetti (NYT) Filadelfia 7 ENE 2014 – 21:19 CET19

John y Bonnie Raines, dos de los activistas que robaron los documentos, con sus nietos. / Mark Makela (NYT)

Cometer un crimen perfecto es mucho más fácil cuando no hay nadie que vigile.

Por eso, una noche de hace casi 43 años, mientras Muhammad Ali y Joe Frazier se aporreaban durante 15 asaltos en una pelea por el título mundial, retransmitida a millones de espectadores de todo el mundo, unos ladrones agarraron una ganzúa y una barra de hierro, entraron en una oficina del Federal Bureau of Investigation (FBI) a las afueras de Filadelfia y se llevaron prácticamente todos los documentos que había allí.

Nunca los capturaron, y los documentos robados que enviaron por correo de forma anónima a varios periódicos fueron la primera gota de lo que iba a convertirse en una lluvia de revelaciones sobre las extensas actividades de espionaje y guerra sucia del FBI contra grupos disidentes.

El robo cometido en Media, Pennsylvania, el 8 de marzo de 1971, tiene resonancias históricas que llegan hasta hoy, después de que las informaciones dadas a conocer por el excontratista de la Agencia Nacional de Seguridad (NSA) Edward J. Snowden hayan vuelto a dar una imagen nada favorable de las actividades de inteligencia del Gobierno y hayan abierto un debate nacional sobre los límites de las operaciones de vigilancia del Ejecutivo. Hasta ahora, los ladrones se habían mantenido en silencio sobre sus respectivos papeles en la operación. Se conformaban con saber que sus acciones dieron el primer golpe importante a una institución que había acumulado un poder y un prestigio inmensos durante el largo mandato de J. Edgar Hoover como director.

“Cuando se hablaba con alguien de fuera del movimiento sobre lo que estaba haciendo el FBI, nadie podía creérselo”, dice uno de los ladrones, Keith Forsyth, que por fin ha decidido reconocer su participación. “No había más que una forma de convencer a la gente de que era verdad, y era obtener los documentos escritos de su puño y letra”.

A estas alturas, ya no es posible juzgar por lo sucedido aquella noche a Forsyth, de 63 años, ni a otros miembros del grupo, y ellos han aceptado ser entrevistados antes de que se publique esta semana el libro escrito por una de las primeras periodistas que recibió los documentos robados. Betty Medsger, antigua redactora de The Washington Post, ha pasado años examinando el voluminoso expediente del FBI. sobre el caso y ha convencido a cinco de los ocho hombres y mujeres que participaron en el robo para que rompan su silencio.

A diferencia de Snowden, que descargó cientos de miles de archivos digitales de la NSA. en discos duros, los ladrones de Media trabajaron con métodos del siglo XX: estudiaron la oficina del FBI durante meses, se pusieron guantes para meter los papeles en maletas y colocaron las maletas en los coches preparados para la huida. Al terminar, se dispersaron. Algunos siguieron comprometidos en la lucha contra la guerra, mientras que otros, como John y Bonnie Raines, decidieron que el peligroso robo iba a ser su último acto de protesta contra la Guerra de Vietnam y otras acciones del gobierno y que querían cambiar de vida.

“No necesitábamos llamar la atención, porque habíamos hecho lo que había que hacer”, dice Raines, hoy de 80 años, que había dispuesto con su esposa que otros familiares criaran a los tres hijos en caso de que les enviaran a la cárcel. “Los sesenta ya habían quedado atrás. No teníamos por qué aferrarnos a lo que habíamos hecho entonces”.

Un plan meticuloso

El robo fue idea de William C. Davidon, catedrático de física en Haverford College y un personaje fijo en todas las protestas contra la guerra en Filadelfia, que, a principios de los setenta, era un foco candente del movimiento pacifista. Davidon se sentía frustrado por el hecho de que años y años de manifestaciones organizadas no parecían haber surtido un gran efecto.

En el verano de 1970, meses después de que el presidente Richard M. Nixon anunciara que Estados Unidos había invadido Camboya, Davidon empezó a formar un equipo con varios activistas cuyo compromiso y cuya discreción le inspiraban confianza.

El grupo –en un principio nueve, antes de que se retirase un miembro– llegó a la conclusión de que sería demasiado arriesgado tratar de entrar en las oficinas del FBI. en el centro de Filadelfia, donde las medidas de seguridad eran estrictas. De modo que se decidieron por una oficina más pequeña en Media, en un edificio de apartamentos situado enfrente de los juzgados del condado.

La decisión también tenía sus riesgos: nadie sabía con seguridad si una oficina tan pequeña iba a tener documentos sobre las operaciones de vigilancia de los manifestantes contra la guerra, ni si saltaría alguna alarma en cuanto abrieran la puerta.

El grupo pasó meses vigilando el edificio, pasando por delante a todas horas del día y de la noche, aprendiéndose de memoria las costumbres de sus residentes.

“Sabíamos cuándo volvían a casa del trabajo, cuándo apagaban la luz, cuándo se acostaban, cuándo se despertaban por la mañana”, dice Raines, que era profesor de religión en Temple University por aquel entonces. “Estábamos bastante seguros de conocer las actividades nocturnas en el edificio y alrededor de él”.

Pero cuando el grupo se quedó tranquilo fue cuando Bonnie Raines entró en la oficina y pudieron convencerse de que no tenía sistema de seguridad. Varias semanas antes del robo, Raines visitó la oficina haciéndose pasar por una alumna de Swarthmore College interesada en las oportunidades de empleo para las mujeres en el FBI.

El robo en sí se desarrolló sin ningún problema, salvo cuando Forsyth, el designado para forzar la cerradura, descubrió que el FBI había instalado en la puerta prevista un cierre que le era imposible abrir y tuvo que entrar por otra. El cierre de esta segunda puerta era un cerrojo sobre el picaporte que rompió con la barra de hierro.

Después de meter los documentos en maletas, los ladrones se subieron a los coches que tenían preparados y se reunieron en una granja para examinar lo que habían robado. Sintieron gran alivio al descubrir que la mayor parte consistía en sólidas pruebas de que el FBI estaba espiando a grupos políticos. Decidieron identificarse como la Comisión Ciudadana para Investigar al FBI y empezaron a enviar documentos escogidos a varios periodistas. Dos semanas después del robo, Betty Medsger escribió el primer artículo basado en los documentos, después de que el gobierno de Nixon intentara sin éxito que el Post los devolviera.

Otros medios que también habían recibido papeles, entre ellos The New York Times, siguieron con sus propias informaciones.

El artículo de Medsger citaba el documento quizá más perjudicial de todos, un memorándum de 1970 que permitía atisbar la obsesión de Hoover por cazar a los disidentes. En él se instaba a los agentes a intensificar sus interrogatorios de activistas antibélicos y miembros de grupos estudiantiles disidentes.

“Reforzará la paranoia endémica de esos círculos y convencerá aún más a todo el mundo de que hay un agente del FBI detrás de cada buzón”, decía el mensaje del cuartel general del F.B.I. Otro papel, firmado por el propio Hoover, revelaba una extensa operación de vigilancia de grupos estudiantiles negros en los campus universitarios.

Ahora bien, el documento que más habría ayudado a controlar las operaciones de vigilancia interna del FBI era una nota interna, con fecha de 1968, que contenía una palabra misteriosa: Cointelpro.

Ni los ladrones ni los reporteros que recibieron los documentos entendían el significado del término, y hubo que esperar a años más tarde, cuando el periodista de NBC News Carl Stern obtuvo más expedientes del FBI gracias a las obligaciones marcadas por la Ley de Libertad de Información, para que se perfilara qué era Cointelpro, abreviatura de Counterintelligence Program.

Desde 1956, el FBI llevaba a cabo un programa exhaustivo de espionaje de líderes de los derechos civiles, organizadores políticos y presuntos comunistas, y había intentado sembrar la desconfianza entre los distintos grupos de disidentes. Entre la siniestra lista de revelaciones se encontraba una carta con la que los agentes del F.B.I. habían querido chantajear al reverendo Martin Luther King Jr., al que amenazaban con denunciar sus aventuras extramatrimoniales si no se suicidaba.

“No era solo que espiaran a ciudadanos estadounidenses”, dice Loch K. Johnson, catedrático de asuntos públicos e internacionales en la Universidad de Georgia, que entonces era ayudante del senador demócrata por Idaho Frank Church. “El propósito de Cointelpro era destruir vidas y arruinar reputaciones”.

La investigación llevada a cabo por el senador Church a mediados de los setenta puso permitió saber más sobre la extensión de los delitos cometidos por el FBI, y desembocó en una mayor vigilancia por parte del Congreso de las actividades del FBI y otros servicios de inteligencia. El informe final del Comité Church sobre las operaciones de vigilancia interna era muy directo. “Demasiados organismos oficiales han espiado a demasiada gente, y se ha reunido demasiada información”, decía.

Cuando el comité publicó su informe, Hoover ya había muerto y el imperio que había construido en el F.B.I. estaba desmantelándose. Los 200 agentes que había asignado al caso del robo en Media volvieron casi con las manos vacías, y el FBI cerró el caso el 11 de marzo de 1976, tres días después de que prescribiera el delito de robo.

Michael P. Kortan, portavoz del F.B.I., dice que “varios acontecimientos de esa era, incluido el robo en Media, contribuyeron a cambiar los métodos del F.B.I. para identificar y abordar las amenzas internas contra la seguridad y a que el Departamento de Justicia emprendiera una reforma de las políticas y los métodos del F.B.I., y creara unas directrices de investigación”.

Según el libro de Medsger, The Burglary: The Discovery of J. Edgar Hoover’s Secret FBI (El robo: el descubrimiento del FBI secreto de J. Edgar Hoover), solo uno de los ladrones figuraba en la lista definitiva de sospechosos que se manejó antes de dar el caso por cerrado.

Una retirada silenciosa

Los ocho ladrones apenas se comunicaron durante la investigación del FBI y no volvieron a verse jamás en grupo.

Davidon murió a finales del año pasado de Parkinson. Tenía pensado hablar públicamente sobre su papel en el robo, pero otros tres ladrones, en cambio, han preferido mantenerse en el anonimato.

Entre los que sí han revelado sus nombres –Forsyth, los Raines y un hombre llamado Bob Williamson–, existe cierta preocupación por cómo se va a valorar su decisión.

Los años han moderado en parte las opiniones políticas radicales de John y Bonnie Raines. Sin embargo, dicen que sienten cierta afinidad con Edward Snowden, cuyas revelaciones sobre el espionaje de la NSA. les parecen un final digno de sus propios descubrimientos de hace tanto tiempo.

Saben que algunas personas les criticarán por haber participado en algo así, que, si les hubieran capturado y condenado, habrían podido estar separados de sus hijos durante años. Pero insisten en que nunca se habrían unido al grupo de ladrones si no hubieran estado convencidos de que iban a librarse de la cárcel.

“Parece como si hubiéramos sido increíblemente osados”, dice Raines. “Pero no había ni una sola persona en Washington –senadores, congresistas, ni siquiera el presidente– que se atreviera a pedir cuentas a J. Edgar Hoover”.

“Teníamos muy claro –concluye– que, si no lo hacíamos nosotros, nadie más lo iba a hacer”.

Traducción de María Luisa Rodríguez Tapia.

Los ‘Snowden’ que robaron al FBI en 1971 | Internacional | EL PAÍS

Por que callas, Rei Juan?

Portal do jornal espanhol El País traz hoje dossiê completo sobre um dos muitos escândalos de corrupção na Espanha. Do tipo que os coxinhas caviar dizem: “coisas que só acontecem no Brasil…”

Aos convenientemente descerebrados, lembro-lhes que esta famíglia real, com origem no Reino das Duas Sicílias, a da ‘Ndrangheta e a da Cosa Nostra, foi aplaudido pelos seus vassalos brasileiros quando quis ensinar bons modos ao Presidente da Venezuela, Hugo Chaves, mando-o calar-se. Rios de tintas foram gastos no Brasil tentando repercutir as palavras do matador de elefantes, como vermes mais rastejantes que lacraias. Hoje, amanheceram calados, se pertundo, quem é Rei Juan Carlos? Quem são os Bourbons? Estivesse acontecendo na Venezuela e ninguém dormiria em paz por mais um ano.

Estes carrascos da honestidade alheia, mal educados na arte de Maquiavel,  acabam sempre descobertos, para desgraça dos vira-latas e vira-bostas tupiniquins.

Nada como um dia depois do outro. Diz-se que a mentira tem pernas curtas, e a verdade vem a galope. Taí, ó, uma família corrupta bem real.

La infanta Cristina se resiste a renunciar al título pese a la imputación

Natalia Junquera Madrid 604

El Rey no se lo ha pedido y su hija no quiere separarse o desistir de sus derechos. Don Juan Carlos recibió a Rajoy horas después de la decisión del juez Castro. La Zarzuela no opina

Su futuro, en manos de tres jueces

Andreu Manresa Palma de Mallorca 13

La Sala que verá los recursos se dividió en mayo al suspender la primera imputación de doña Cristina

La Infanta y Urdangarin, en un acto en Estocolmo en 2010. / A. KISBENEDEK (AFP)

De cómo un rumor pasó a escándalo

Luis Gómez Madrid 38

La trama de Urdangarin permaneció oculta siete años. El ‘caso Palma Arena’ la sacó a la luz y terminó afectando a su esposa

El juez, al fiscal: “Se pierden las formas y eso no es deseable”

Andreu Manresa Palma de Mallorca 332

José Castro y Pedro Horrach endurecen su duelo judicial en cada nuevo escrito del ‘caso Urdangarin’

Justiça espanhola indicia filha do rei Juan Carlos, acusada de fraude

Cristina estaria envolvida em escândalo de ONG de seu marido

DAS AGÊNCIAS DE NOTÍCIAS

O Tribunal de Palma de Mallorca, na Espanha, indiciou ontem a infanta Cristina, filha do rei Juan Carlos, pelos crimes de fraude fiscal e lavagem de dinheiro. Para os magistrados, ela está envolvida no escândalo de contratos públicos da ONG de seu marido, Iñaki Urdangarin.

O indiciamento abre caminho para o que pode ser o primeiro julgamento de um membro da família real espanhola. O juiz José Castro convocou a infanta para depoimento em 8 de março, apesar da oposição da Promotoria, que descartou o vínculo da filha do rei no caso.

Os promotores afirmam que Cristina não participava das atividades financeiras da instituição e desconhecia as movimentações feitas pelo marido e seus sócios, de modo que a retiraram da ação por falta de provas.

O mesmo magistrado já havia imputado a infanta no início de 2012, mas a determinação foi suspensa pela Promotoria Anticorrupção.

A investigação, iniciada em 2010, mostra que o marido de Cristina é suspeito de ter desviado € 5,8 milhões (R$ 18,56 milhões) de verba pública através de sua ONG, o Instituto Noos.

22/12/2013

Com a Folha, CIA é desnecessária

Dossiê sobre Belo Monte ganha versão em inglês

Site da Folha publica tradução da reportagem que iniciou a série ‘Tudo Sobre’

Assim como a versão original em português, a reportagem em inglês traz dezenas de fotos, vídeos e infográficos

DE SÃO PAULO

O site da Folha publica hoje a versão em inglês de "A Batalha de Belo Monte", primeira reportagem multimídia da série "Tudo Sobre", que lançará outros dossiês digitais ao longo de 2014.

"The Battle of Belo Monte" está disponível no endereço folha.com/belomonte-en. A versão em inglês foi feita pelo jornalista e escritor Michael Kepp.

Quando entrar por completo em operação, em 2019, Belo Monte será a terceira maior usina hidrelétrica do mundo, com 11.233 megawatts (MW).

Só perderá em capacidade instalada para a chinesa Três Gargantas (com seus 22.720 MW) e para Itaipu (com 14.000 MW), que pertente ao Brasil e ao Paraguai.

Com seus 25 mil operários e custo total de R$ 30 bilhões (US$ 13 bilhões), Belo Monte é a maior obra de infraestrutura do governo Dilma Rousseff. A hidrelétrica já foi objeto de dezenas de ações judiciais, greves de trabalhadores e paralisações dos canteiros de obras promovidas por grupos indígenas.

Assim como no caso da reportagem original em português, a versão em inglês contém dezenas de fotografias, vídeos e infográficos. De modo a cobrir o máximo de pontos de vista sobre a controversa dessa gigantesca obra, o texto se divide em cinco capítulos: Obra, Ambiente, Sociedade, Povos Indígenas e História.

GAME

Também recebeu tradução para a língua inglesa o game "Folhacóptero", que permite ao internauta que visita o site da Folha sobrevoar a área em que está sendo erguida a hidrelétrica de Belo Monte, no Estado do Pará.

À medida que avança, o jogador recebe informações sobre a obra. O game pode ser jogado tanto pelo navegador, por meio de comandos no teclado, como baixado por aplicativos para celulares e tablets com Android e iOS.

NA INTERNET
Veja a versão em português do site "Tudo sobre Belo Monte"
folha.com/belomonte

20/12/2013

Quem é a direita brasileira?

Filed under: Ódio de Classe,Direita Hidrófoba — Gilmar Crestani @ 9:01 am
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Com esta direita, se lhes for vetado o uso de armas, a esquerda não sai mais do poder. Impressiona, mesmo, é o ódio visceral, hidrófobo, destilado sem cerimônia.  Não surpreende que nas ditaduras a primeira obra sempre seja a tortura, que é a forma dos assexuados sentirem algum prazer.

Quem é a direita brasileira?

Edição/247 Fotos: Reprodução | Shutterstock :

Em artigo exclusivo para o 247, o jornalista Breno Altman disseca o pensamento da nova direita brasileira, que tem Reinaldo Azevedo como um de seus expoentes; "Sob o rótulo de ‘direita democrática’, o que respira é uma concepção liberal-fascista", lembra Altman. "Não é de hoje que direitistas recorrem a truques de maquiagem para não serem reconhecidos. A mais comum dessas prestidigitações tem sido a de se enrolar em supostas bandeiras democráticas para cometer malfeitos", afirma, lembrando o apoio da direita a golpes e quebras institucionais; sobre Azevedo, Altman nega que se trate de um rottweiler e o compara a um cachorrinho de madame. Ainda assim, adverte sobre o perigo que representa. "Claro que o ladrar de Azevedo e seus parceiros não é capaz, nos dias que correm, de ameaçar a estrutura democrática do país. Mas choca o ovo da serpente pelas ideias e valores que representa"; leia a íntegra

20 de Dezembro de 2013 às 06:40

Por Breno Altman, especial para o 247

O sr. Reinaldo Azevedo, a quem injustamente referiu-se a ombudsman da Folha de S. Paulo como rottweiler do conservadorismo, continua a desmentir sua colega de redação. Qualquer comparação com uma raça canina tão forte e cheia de personalidade é realmente despropositada. Se o nobre animal lesse jornal, provavelmente se sentiria insultado. O colunista, tanto pelas posições que defende quanto por estilo, está mais para cachorrinho de madame.

Deu-nos mais uma prova, no dia 6 de dezembro, em artigo intitulado "Direita já!", de qual é o seu pedigree. A ideia básica é que falta, no Brasil, uma força política que tenha competitividade eleitoral e, abraçando claramente valores de direita, faça oposição ao governo. Ou que acredite na hipótese de se tornar dominante exatamente por defender esses valores. Ainda mais longe vai o santarrão do conservadorismo: o PT provavelmente continuará a governar porque não seria possível "candidatura de oposição sem valores de oposição".

O que Azevedo esconde do leitor, por ignorância ou má fé, são as razões pelas quais a direita brasileira atua disfarçada. Esse campo ideológico, afinal, esteve historicamente comprometido com a quebra da Constituição, o golpismo e a instituição de ditaduras. Seus valores de raiz são o autoritarismo, o racismo de índole escravocrata, o preconceito social, o falso moralismo e a submissão às nações que mandam no mundo. Vamos combinar que não é fácil conquistar apoios com essa carranca.

Não é de hoje que direitistas recorrem a truques de maquiagem para não serem reconhecidos. A mais comum dessas prestidigitações tem sido a de se enrolar em supostas bandeiras democráticas para cometer malfeitos. Exemplo célebre é o golpe militar de 1964, quando bateram nas portas dos quartéis e empurraram o país para uma longa noite de terror, em nome da liberdade e da democracia.

A ditadura dos generais foi o desfecho idealizado pela "direita democrática", depois que se viu sem chances de ganhar pelo voto e tomou o caminho da conspiração. O suicídio de Getúlio Vargas sustou a intentona por dez anos, mas os ídolos de Azevedo estavam à espreita para dar o bote. As provas são abundantes: estão presentes não apenas nos discursos de personalidades da "direita democrática" de antanho, mas também nas páginas dos jornalões da época, que clamavam pela ruptura constitucional e a derrubada do presidente João Goulart.

Algumas dissidências desse setor, a bem da verdade, tentaram se reconciliar com o campo antiditadura, depois de largados na estrada pelos generais ou frustrados com sua truculência. A maioria dos azevedinhos daquele período histórico, no entanto, seguiu de braços dados com a tortura e a repressão. Eram ativistas ou simpatizantes do partido da morte. Batiam continência como braço civil de um sistema talhado para defender os interesses das grandes corporações, impedindo a organização dos trabalhadores e massacrando os partidos de esquerda.

O ocaso do regime militar trouxe-lhes isolamento e desgaste. A direita pró-golpe, mesmo transmutada em partidos que juravam compromisso com a democracia reestabelecida, não teve forças para forjar uma candidatura orgânica nas eleições presidenciais de 1989. Acabaram apoiando Fernando Collor, um aventureiro de viés bonapartista, para enfrentar o risco representado por Lula ou Brizola. O resto da história é conhecido.

Depois deste novo fracasso, as forças reacionárias ficaram desmoralizadas e sem chão. Trataram, em desabalada carreira, de aderir a algum pastiche que lhes permitisse sobrevida, afastando-se o quanto podiam da herança ditatorial que lhes marcava a carne. Viram-se forçadas a buscar, entre as correntes de trajetória democrática, uma costela a partir da qual pudessem se reinventar. Encontraram no PSDB, capturado pela burguesia rentista, o instrumento de sua modernização e o novo organizador do bloco conservador.

A mágica acabou, porém, quando o PT chegou ao Planalto, deslocando para a esquerda boa parte do eleitorado que antes era seduzido pelo conservadorismo. Esse foi o resultado da adoção de reformas que modificaram e universalizaram providências antes circunscritas a tímidas medidas compensatórias, como parte de um projeto que permitiu a ascensão econômico-social da maioria pobre do país. Tais conquistas tingiram de cores fúnebres, na memória popular, o modelo privatista e excludente sustentado pelo tucanato.

Enquanto a direita republicana tratava desesperadamente de estabelecer vínculos entre o sucesso do governo petista e eventuais políticas do período administrativo anterior, evitando reivindicar seu próprio programa, outro setor deu-se conta que, sem diferenciação clara de projetos, seria muito difícil reconquistar maioria na sociedade e romper a dinâmica estabelecida pela vitória de Lula em 2002.

Não haveria saída, contra o petismo, sem promover a mobilização político-ideológica das camadas médias a partir de seus ímpetos mais entranhadamente individualistas, preconceituosos e antipopulares. Ao contrário de uma tática que encurtasse espaços entre os dois polos que definem a disputa nacional, o correto seria clarificar e radicalizar o confronto.

As legendas eleitorais do conservadorismo titubeiam a fazer dessa fórmula seu modus operandi, mas os meios tradicionais de comunicação passaram a estar infestados por gente como Azevedo e outros profetas do passado. A matilha não tem votos para bancar nas urnas uma alternativa à sua imagem e semelhança, é verdade. Seria um erro, no entanto, subestimar-lhe a audiência e o papel de vanguarda do atraso que atualmente exerce nas fileiras oposicionistas.

Até porque conta com uma fragilidade da própria estratégia petista, de melhorar a vida do povo através da ampliação de direitos e do consumo, mas atenuando ao máximo o enfrentamento de valores e o esforço para modificar as estruturas político-ideológicas construídas pela oligarquia, especialmente os meios massivos de comunicação. O PT logrou formar maioria eleitoral a partir dos avanços concretos, mas não impulsionou qualquer iniciativa mais ampla para estabelecer hegemonia cultural e ideológica.

Seria persistir neste equívoco não dar o devido combate ao conteúdo programático do discurso azevedista. Sob o rótulo de "direita democrática", o que respira é uma concepção liberal-fascista, forjada na comunhão das ditaduras chilena e argentina com a escola de Chicago e os seguidores do economista austríaco Ludwig Von Mises.

O velho fascismo, que trazia para dentro do Estado as operações dos conglomerados capitalistas, tornando-os parasitas econômicos da centralização política, efetivamente caducou como resposta aos próprios interesses grão-burgueses. Entre outros motivos, porque retinha parte ponderável da taxa de lucro para o financiamento do aparato governamental.

A combinação entre ultra-liberalismo e autoritarismo converteu-se em um modelo mais palatável entre as elites. O Estado assumia as tarefas de repressão e criminalização das lutas sociais, na sua forma mais perversa e violenta, soltando as amarras legais e sociais que regulavam o desenvolvimento dos negócios em âmbito privado. Não eram à toa os laços afetuosos que uniam Margaret Thatcher e Ronald Reagan ao fascista Pinochet. O neoconservadorismo se trata, afinal, do liberal-fascismo sem musculatura ou necessidade de realizar seu projeto histórico até o talo.

Claro que o ladrar de Azevedo e seus parceiros não é capaz, nos dias que correm, de ameaçar a estrutura democrática do país. Mas choca o ovo da serpente pelas ideias e valores que representa. A melhor vacina para a defesa da democracia, contudo, como dizem os gaúchos, é manter a canalha segura pelo gasganete. Os latidos dos cachorrinhos de madame devem ser repelidos, antes que se sintam à vontade para morder.

Breno Altman é jornalista, diretor editorial do site Opera Mundi e da revista Samuel.

Quem é a direita brasileira? | Brasil 24/7

26/10/2013

USA e abUSA!

Espionagem afeta luta antiterror, diz Europa

Reunidos, líderes da União Europeia dizem que escândalo abala confiança nos EUA e ações conjuntas contra terroristas

França, Alemanha e outros países querem negociar com os EUA acordo sobre as práticas dos serviços secretos

LEANDRO COLONDE LONDRES

Os líderes políticos europeus declararam ontem que as denúncias de que os Estados Unidos espionam aliados podem afetar as ações conjuntas de combate ao terrorismo em todo o mundo.

Num comunicado após dois dias de reuniões em Bruxelas, os países reagiram às recentes revelações de que a chanceler alemã Angela Merkel teria sido monitorada pelos americanos, além da suspeita de que o total de líderes mundiais espionados cresça muito ainda. Fora da Europa, países como Brasil e México já apareceram entre possíveis alvos dos EUA.

"Coleta de informações é elemento essencial na luta contra o terrorismo, mas a falta de confiança [entre os países] pode ser prejudicial à cooperação necessária neste campo", diz o texto divulgado pelo grupo ontem.

Sob o comando de França e Alemanha, os europeus querem começar a negociar com os EUA na próxima semana uma espécie de acordo de procedimentos na prática dos serviços secretos dos países.

"O principal objetivo dos esforços de inteligência é combater o terrorismo e garantir a segurança, mas ninguém deveria ter medo de que seus dados pessoais fossem usados", disse o presidente da França, François Hollande.

O premiê belga, Elio Di Rupo, concordou: "Todos podem entender a adoção de medidas excepcionais quando há ameaças terroristas importantes, mas não estamos numa situação em que é preciso espionar uns aos outros".

Aliado fiel do presidente dos EUA, Barack Obama, o premiê do Reino Unido, David Cameron, adotou discurso cauteloso e tem sido cobrado pela imprensa britânica.

Ele assinou o texto divulgado pelos colegas europeus, mas, segundo relatos, teria atuado na "defensiva" na reunião, sem criticar diretamente os EUA. Ontem, deu uma declaração bem cordial. "Eu entendo o que os outros querem fazer e apoio isso, enquanto acho que o presidente Obama também", disse.

A Casa Branca afirmou que não houve nenhum tipo de espionagem sobre Cameron, mas não tem dito o mesmo sobre Merkel. O governo de Obama afirma apenas que não há espionagem contra ela nem haverá no futuro, mas não nega que isso possa ter ocorrido anteriormente.

Um telefone usado pela chanceler alemã entre outubro de 1999 e julho de 2013 teria sido alvo dos americanos. O número dela estaria nos documentos do ex-analista da NSA (Agência de Segurança Nacional) Edward Snowden, asilado na Rússia após o vazamento das informações.

Após dizer que as relações com os EUA têm de ser "restauradas", Merkel afirmou ontem que "verdadeiras mudanças" devem ocorrer nas práticas de inteligência. "O princípio deve ser: não se espiona, nem no futuro", disse.

Segundo o jornal britânico "The Guardian", 35 líderes mundiais foram monitorados pelo serviço de inteligência dos EUA. A informação está em documento com data de outubro de 2006. Não se sabe ainda quem são eles.

    01/10/2013

    Caos aéreo, venéreo e funéreo

    Filed under: Complexo de Vira-Lata,Isto é EUA! — Gilmar Crestani @ 9:14 pm
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    Ah, que inveja desse primeiro mundo… A fonte de inspiração dos tucanos secou. “Sóssobrou” os métodos da NSA e CIA ilimitada.

    Obama afirma que EE UU es rehén de “una cruzada ideológica” republicana

    Antonio Caño Washington 407

    El presidente advierte de que, pese a las amenazas, no habrá concesiones y que la reforma sanitaria “está aquí para quedarse”. El país afronta una posible suspensión de pagos en dos semanas

    ver fotogalería

    El monumento de la II Guerra Mundial, cerrado. / K. LAMARQUE (REUTERS)

    Parálisis oficial y edificios vacíos por el cierre de la Administración

    Eva Saiz Washington 55

    Los planes para hacer frente a la ausencia del presupuesto prevén la suspensión laboral de 800.000 funcionarios

    Wall Street sigue la situación en Washington con cautela

    Sandro Pozzi Nueva York 38

    Los inversores ven esto como otro episodio del drama político, que se resolverá en cuanto las partes se sienten a negociar

    EL PAÍS Edición América: el periódico global en español

    14/07/2013

    Anonymous, também conhecido como agente da CIA

    Filed under: Anonymous,CIA — Gilmar Crestani @ 10:12 am
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    E aí se explica porque se escondem, a pedido de quem tem acesso aos nossos dados no facebook… Ao contrário do Edward Snowden, que mostrou a cara, os funcionários vira-bostas e vira-latas se escondem atrás de máscaras.

    ‘Anonymous’ lidera ativismo digital nos protestos, diz estudo

    Pesquisa baseada em 500 mil comentários de internautas mostra que grupo foi decisivo nas manifestações de junho

    Primeiras atividades no Brasil ocorreram em 2011, quando sites do governo federal foram atacados por grupo

    RUBENS VALENTEJOÃO CARLOS MAGALHÃESDE BRASÍLIA

    Nem movimento pela tarifa zero nem partidos, sindicatos ou políticos. Os responsáveis pelos maiores focos de atividade no Facebook nos dias-chave dos protestos de rua em junho foram os integrantes da rede de ativismo hacker "Anonymous".

    A conclusão é de um estudo feito pela empresa InterAgentes, do cientista social Sérgio Amadeu, doutor em ciência política pela USP e ex-presidente do ITI (Instituto Nacional de Tecnologia de Informação), autarquia vinculada à Casa Civil da Presidência.

    Esses internautas, que se identificam apenas por apelidos e usam máscaras inspiradas no filme "V de Vingança" (2006), dominaram os "nós de relevância" no tráfego do Facebook nos dias 13, 17, 18 e 20 de junho, quando centenas de milhares de pessoas foram às ruas.

    "Os Anonymous’ tiveram relevância na disseminação das informações e na articulação da solidariedade ao que era o movimento inicial pela redução das tarifas e contra a Copa. Eles foram decisivos", disse Amadeu.

    A pesquisa começou com a cópia de mais de 500 mil comentários e mensagens abertas ao público postadas na rede social e que continham cerca de 50 expressões-chave, como "protesto" e gritos de guerra dos manifestantes.

    A massa de dados foi então interpretada pelo software de visualização de dados Gephi.

    O programa apontou os perfis que se tornaram "nós" dominantes, isto é, receberam maior atenção em comentários, compartilhamentos de informações sobre os protestos e convocações para as manifestações de rua.

    Foi estabelecido um ranking com os cinco maiores "nós" de cada dia. Dos 20 listados, 12 traziam a bandeira "Anonymous".

    O nó "Passe Livre São Paulo" apareceu apenas em um dia, 13, quando a polícia reagiu com violência à marcha em São Paulo. Depois, desapareceu dos cinco primeiros lugares de maior relevância.

    MASCARADOS

    Surgidos nos EUA, os "Anonymous" ganharam atenção em 2010, quando fizeram um cerco cibernético a empresas que atuaram contra o Wikileaks a pedido do governo norte-americano.

    As primeiras atividades no Brasil datam de 2011, quando atacaram e derrubaram sites do governo federal.

    Os chamados "anons" não formam um grupo único. São vários "coletivos", que às vezes divergem uns dos outros, mas giram sempre em torno de ideias gerais em comum, como a defesa radical da liberdade de expressão e o acesso irrestrito à informação.

    Outros dois estudos de empresas consultadas pela Folha –um do grupo Máquina/Brandviewer e outro da E.life–, confirmam a intensa atividade dos "anons" na época dos protestos.

    "Essas redes descentralizadas é que permitiram a organização tão rápida desses grupos. É o mesmo tipo de organização usado por redes como a Al Qaeda, por exemplo, ou as antigas redes de troca de música", disse o executivo da E.life, Alessandro Barbosa Lima.

    POLÍCIA

    O protagonismo virtual dos "Anonymous" nos protestos de rua também já chamou a atenção, segundo os "anons", da Polícia Federal.

    Os ativistas divulgaram, na semana passada, vídeo postado por "Bile Day", um conhecido "anon", em que declaram estar passando por uma "repressão política".

    A gravação afirma que a PF "tem realizado visitas nos lares de alguns membros de nossas mídias sociais para interrogá-los sobre atuações e pensamentos, na tentativa de intimidar e enfraquecer a nossa luta".

    Procurada, a assessoria da Polícia Federal informou que não poderia se manifestar sobre "algo que não se sabe se ocorreu" e disse não poder confirmar, nem desmentir, a existência de investigação sobre os "Anonymous".

    13/07/2013

    Terrorismo de Estado made in USA

    Filed under: Edward Snowden,Liberdade made in USA!,Terrorismo de Estado — Gilmar Crestani @ 10:56 pm
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    América Latina aguanta el pulso a EE UU en el caso del espía arrepentido

    Varios líderes afrontan el reto de dar asilo a Edward Snowden. La llegada del exanalista al continente podría alterar la relación comercial con la primera potencia del mundo

    Francisco Peregil Buenos Aires 13 JUL 2013 – 21:19 CET222

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    Maduro, durante la Cumbre de Mercosur en Montevideo este viernes. / EFE

    Y ahora, ¿qué? Estados Unidos espió a China, a sus socios europeos y a 14 países de América Latina, entre otros. Sus agencias de espionaje han rastreado miles de millones de correos y conversaciones telefónicas. En Brasil, la nación más espiada de América, circula un chiste muy gráfico en las redes sociales: “Querido Obama: espero que lo de mi relación con mi secretaria quede entre nosotros tres”. De ese atentado contra la soberanía de tantas naciones y sobre la intimidad de cientos de millones de personas nos hemos enterado gracias a Edward Snowden, el exanalista de los servicios secretos de Estados Unidos. Los presidentes de los cuatro países de Mercosur (Brasil, Argentina, Venezuela y Uruguay) firmaron el viernes un comunicado con sus “firmes repudios” y las “condenas” de costumbre al espionaje. Y, por supuesto, rechazaron todo intento de “presión, hostigamiento o criminalización” “sobre la decisión soberana de cualquier nación” para conceder el derecho de asilo.

    Snowden lleva tres semanas en la zona de tránsito del aeropuerto de Moscú. Tiene a la opinión pública y a la prensa de América Latina a su favor. Y ha pedido asilo temporal en Rusia hasta que pueda viajar a Latinoamérica. Pero ahora, que levante la mano quien se atreva a sacarlo de allí para desplazarlo a cualquier lugar que no sea una cárcel de Estados Unidos.

    El presidente de Ecuador, Rafael Correa, la levantó muy pronto y muy indignado contra su primer socio comercial cuando comenzó la persecución de Snowden y el analista se encontraba refugiado en Hong Kong. El secretario de Comunicación, Fernando Alvarado, anunció el 27 de junio que Ecuador renunciaba de manera irrevocable al acuerdo arancelario con Estados Unidos ante un posible “chantaje” por el caso de Snowden. Y advirtió de que Ecuador no aceptaría “presiones ni amenazas de nadie” y no comerciaría con los principios ni los sometería a “intereses mercantiles por importantes que estos sean”, tal como publicó el diario El Comercio.

    Respecto a la renuncia de beneficios arancelarios, el politólogo español afincado en Ecuador Decio Machado, antiguo asesor de Correa, explica: “Todos los altos funcionarios públicos y personal de embajadas y [del sector del] comercio sabían que el acuerdo no iba a ser renovado este año por EE UU. Los motivos fueron la gran presión que ejerció la petrolera Chevron a causa del contencioso que mantiene por las indemnizaciones que les solicitan los afectados por un derrame de crudo. Correa solo se anticipó a la decisión de los EE UU, tomando una posición propagandística como el gran anti-imperialista de la zona y defensor de los derechos humanos”.

    El cónsul ecuatoriano en Londres, Fidel Narváez, emitió un salvoconducto para que Snowden viajase a Rusia. Pero el viernes 28 de junio el vicepresidente de Estados Unidos, Joe Biden, llamó a Correa. La conversación fue “amable y cordial”, según declaró Correa al día siguiente. Pero la marcha atrás que dio Correa en el caso Snowden resultó antológica. El 2 de julio declaró que sancionaría al cónsul por haber emitido el salvoconducto “sin autorización”.

    “Nadie sabe los términos de la llamada de Biden”, señala Decio Machado. “Pero en el entorno del poder se especula con que el vicepresidente de Estados Unidos pudiera haber amenazado con la no renovación del acuerdo del Sistema Generalizado de Preferencias [SGP] que expira el 31 de este mes. Si no renovase este acuerdo, cerca del 45% de las exportaciones ecuatorianas, que son las que van con destino a Estados Unidos, se verían seriamente afectadas”.

    El resto de países latinoamericanos no lo tiene más fácil que Ecuador para escapar de las presiones. La presidenta de Argentina, Cristina Fernández, declaró el martes que le corrió “frío por la espalda” cuando se enteró de que su país también estaba siendo espiado. Pero la situación difiere mucho de aquella que se produjo con el Gobierno español respecto a la expropiación de YPF a Repsol. En abril de 2012, el ministro de Industria español, José Manuel Soria, advirtió por televisión al Gobierno argentino que si había gestos de hostilidad hacia España estos traerían consecuencias. A los dos días, Fernández decretó la expropiación. Ahora, sin embargo, no le ha ofrecido a Snowden el derecho de asilo. Y eso que a EE UU solo llegan un 5% de sus exportaciones.

    Brasil, cuyos intercambios comerciales con EE UU solo se ven superados con los que mantiene con China, tampoco ha ofrecido cobijo a Snowden. La presidenta, Dilma Rousseff, tiene confirmada desde mayo una visita oficial a la Casa Blanca para el próximo 23 de octubre. Así que Brasil tendrá que tragarse el sapo de haber sido el país más espiado, pero no va a poner en riesgo su relación con Estados Unidos. Los únicos países del mundo que se han ofrecido para darle asilo a Snowden son Bolivia, Nicaragua y Venezuela. Pero los tres pueden pagar un alto coste si acogen al analista. Estados Unidos es el primer socio comercial de Nicaragua, país al que compra el 49% de todo lo que exporta, según cifras difundidas por la ONU en 2010. Respecto a Bolivia, el Gobierno del presidente Evo Morales expulsó al embajador de Estados Unidos en 2001. Pero Estados Unidos es su segundo socio comercial, solo por detrás de Brasil.

    Y en cuanto a Venezuela, durante los 14 años de Gobierno de Hugo Chávez, era raro el día en que Chávez no lanzaba alguna andanada contra el “imperio”. En septiembre de 2006, ante la Asamblea General de la ONU, aludió al entonces presidente George W. Bush con una frase inolvidable: “Ayer el diablo estuvo aquí. Huele a azufre todavía”. Pero eran solo palabras. Sin más fuerza que los firmes repudios y las enérgicas protestas. A la hora de la verdad, Estados Unidos siempre fue el primer socio comercial de Venezuela. De los tres millones de barriles diarios que produce Venezuela, 754.000 van hacia Estados Unidos. Este país es el único que paga a Venezuela en dinero contante y sonante nada más recibir el petróleo.

    El presidente Nicolás Maduro tiene ahora la oportunidad de dar un paso en política exterior como el que nunca se atrevió a dar Chávez. Pocas veces podrá tomar una decisión que le garantice más apoyo en su país y en el continente. Pero habrá que ver hasta qué punto se encuentra preparado para asumir las consecuencias. Mientras tanto, Snowden sigue esperando en Moscú un avión que lo lleve hacia Latinoamérica.

    Con información de Alejandro Rebossio y Alfredo Meza.

    América Latina aguanta el pulso a EE UU en el caso del espía arrepentido | Internacional | EL PAÍS

    08/06/2013

    Economist, shut up!

    Filed under: Imperialismo Colonial,The Economist — Gilmar Crestani @ 11:38 am
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    O problema não é a Economist querer mandar no Brasil. É da common low britânica ser imperialista. Pior são os vira-latas e vira-bostas que, como moleques de recados, viram ventríloquos dos interesses ingleses e norte-americanos. Que os ianques e ingleses queiram nos submeter como vassalos não há nada de novo. Também não há nada de anormal que tivéssemos um presidente que subiu aos graus da fama por ter escrito Teoria da Dependência, que mandava seus diplomatas tirarem os sapatos para entrar nos EUA, e segundo a qual só seríamos dependentes se dependêssemos dos EUA. O problema está nas pessoas que se consideram inteligentes e bem informadas mas não se dão conta disso. A subserviência embota os sentidos e destrói o cérebro.

    A Inglaterra é um leão desdentado, centro de lavagem de dinheiro

    O Conversa Afiada reproduz editorial do JB online:
    http://www.jb.com.br/opiniao/noticias/2013/06/07/opiniao-quem-manda-aqui/

    Opinião: Quem manda aqui?

    “The Economist” surgiu no auge da desapiedada exploração dos trabalhadores britânicos, e por iniciativa da indústria têxtil de Manchester – a vanguarda daquele old liberalism, que inspirou Marx e Engels a redigirem seu Manifesto Comunista. Bons tempos eram aqueles, nos quais os operários – entre eles crianças de 8 e 10 anos – trabalhavam de 12 a 16 horas por dia e, quando faltavam aos domingos, pagavam multa pela ausência. O mundo tem mudado, menos “The Economist”. Naqueles tempos magníficos, a revista acompanhava os investimentos britânicos no Brasil e aplaudia o punho de ferro do imperialismo em nossas terras.
    Em nossos tempos atuais, na defesa dos bancos ingleses e dos especuladores da City, a publicação pretende nomear o Ministro da Fazenda de nosso país: um ministro que faça tudo o que o governo britânico está fazendo hoje contra seu próprio povo, com o arrocho fiscal e o corte até o osso nos gastos sociais, para que sobre para o capital financeiro.
    A revista, depois de haver sugerido (em nome de que e de quem?) a demissão de Guido Mantega em dezembro do ano passado, volta a fazê-lo agora. Esquecem-se seus editores de que a Inglaterra é hoje um leão desdentado, que vive à sombra do poder de sua antiga colônia americana, e se tornou o grande valhacouto de banqueiros bandidos, como os fraudadores do Barclay’s, e confessos lavadores de dinheiro do narcotráfico, como os senhores do HSBC.
    O Brasil é um país soberano, com suas instituições democráticas recuperadas há quase trinta anos, e quem manda aqui é o seu povo, mediante o parlamento e a Chefia do Estado, eleitos diretamente pelos cidadãos. Aqui mandamos nós, e os ministros são escolhidos e nomeados por quem tem o poder constitucional de fazê-lo: a chefia do poder executivo.
    Assim, e, por favor, Shut Up!.

    Economist, shut up ! | Conversa Afiada

    06/06/2013

    Vira-bostas:"- os alemães não sabem nada”

    Filed under: Deutsche Bank — Gilmar Crestani @ 9:31 am
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    Expliquem aos alemães…

    5 de Jun de 2013 | 17:33

    Sobre a nota divulgada pelo Deutsche Bank, publicada pelo Valor – e, que eu visse, por nenhum outro “jornalão” – dizendo que há “má vontade” do mercado financeiro com o Brasil, é preciso explicar algumas coisas aos alemães, que vivem num mundo muito certinho e têm dificuldades em compreender as originalíssimas “jabuticabas” de nossa economia.

    A primeira delas é que, aqui, os fundamentos da economia são aquilo que os jornais quiserem dizer que são. Nos primeiros tempos do Tijolaço, em 2009, mostramos como se publicava que o Brasil “tinha entrado em recessão” no mesmo momento em que começava a explodir o crescimento do consumo e se desfazia, internamente, a “marolinha” da crise mundial.

    De uns tempos para cá, o Boletim Focus, onde os oráculos dos bancos prevêem a evolução dos indicadores monetários, cambiais e produtivos substituiu não apenas o IBGE, mas o próprio raciocínio econômico.

    Aqui, as medidas econômicas e o relacionamento com os agentes da economia são feitos por “porta-vozes” do mercado que, como embaixadores da bufunfa, levantam o telefone, como a Miriam Leitão, e ligam para o Ministro da Fazenda e para o Presidente do Banco Central para, em seguida, publicar o que vai acontecer.

    No Brasil, não importa que o desemprego esteja baixo, que as vendas sigam crescendo – moderadamente, mas crescendo -, que os níveis da atividade industrial estejam se recuperando. Está decretado que estamos em crise e em crise estaremos. Ponto final.

    Temos também uma nova escola econômica. É a escola psicológica, onde é preciso, mesmo contra as regras da ciência econômica, conseguir a estabilidade econômica mostrando que a fé nos juros como panaceia prossegue inabalável, numa espécie de “xiismo jurista” que só pode ser explicado como aquela “Síndrome de Estocolmo”, onde o sequestrado se apaixona pelo sequestrador.

    Por fim, deve ser custoso aos alemães entender como uma reversão de fluxo cambial de apenas quatro dias da semana passada, o que não impediu que o resultado de maio fosse o mais positivo em 10 meses, é suficiente para justificar uma isenção de impostos imensa, como a liberação do IOF, que poderia perfeitamente ter sido feita de forma gradual.

    Talvez seja mais fácil para nós, brasileiros, que ainda temos na memória recente a ditadura, que políticos não brigam com a Globo nem governantes brigam com o mercado.

    Por: Fernando Brito

    Expliquem aos alemães… | TIJOLAÇO | “A política, sem polêmica, é a arma das elites.”

    Portugal en la desesperación

    Filed under: Juros Bancários,Portugal — Gilmar Crestani @ 9:20 am
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    Mas no Brasil, a torcida do quanto pior, melhor, não para de ganhar espaço nos grupos mafiomidiáticos. E eles têm razão. Record, Folha, Globo, RBS, todos estão demitindo. É que as pessoas estão ocupadas em trabalhar e já não precisam mais dos cadernos de classificados para procurarem emprego. Mas vai explicar isso aos vira-latas e vira-bostas celetistas deste grupos… Patrocinados pelo Itaú, os grupos mafimidiáticos tanto pressionaram que o governo aumentou os juros. Para ver que não é fácil enfrentar a máfia.

    Portugal en la desesperación

    Por: Paul Krugman | 06 de junio de 2013

    El Financial Times publicaba recientemente una descripción larga y profundamente deprimente de la situación en Portugal, centrándose en la grave situación de las empresas de propiedad familiar, que antes eran el núcleo de la sociedad y de la economía del país, pero que ahora están quebrando en gran número. 
    De esto es de lo que se trata realmente. 
    Y todo aquel que esté desempeñando algún papel en nuestro actual debate económico, tanto si es un auténtico legislador o un analista que da consejos desde la barrera, debería centrarse, sobre todo, en cómo y en por qué estamos permitiendo que ocurra esta pesadilla una vez más, tres generaciones después de la Gran Depresión. 

    Portugal

    No me digan que Portugal ha aplicado malas políticas en el pasado y que tiene problemas estructurales. Por supuesto que los tiene; como los tiene todo el mundo. Y aunque se podría mantener que los problemas de Portugal son peores que los de otros países, ¿cómo puede tener sentido solucionar estos problemas condenando al desempleo a un enorme número de trabajadores dispuestos a trabajar?

    La respuesta a la clase de problemas a los que ahora se enfrenta Portugal, que conocemos desde hace muchas décadas, es una política fiscal y monetaria expansionista. Pero Portugal no puede hacer esas cosas solo, porque ya no tiene su propia moneda. De acuerdo, entonces, o bien el euro debe desaparecer, o bien hay que hacer algo para que funcione, porque lo que estamos viendo (y lo que los portugueses están experimentando) es inaceptable. 

    ¿Qué podría servir de ayuda? Una expansión económica más importante en el conjunto de la eurozona y una inflación más elevada en los países del núcleo europeo.

    Una política monetaria menos estricta podría ayudar a lograr estas cosas, pero tengan en cuenta que el Banco Central Europeo (BCE), al igual que la Reserva Federal, se está acercando básicamente a unos tipos de interés casi nulos. El BCE puede, y debería, tratar de presionar para que se apliquen políticas no convencionales, pero necesita toda la ayuda posible, en vez de esta situación en la que la austeridad en la periferia también viene reforzada por la austeridad en los países del núcleo. 

    En cambio, lo que Portugal y otros países de la periferia están sintiendo, sin embargo, son los efectos de los tres años que la política europea lleva centrándose casi por completo en los supuestos peligros de la deuda pública. No creo que sea una pérdida de tiempo hablar de cómo surgió ese enfoque equivocado, incluido el desafortunado papel desempeñado por algunos economistas que han hecho un trabajo excelente en el pasado y que presumiblemente lo harán en el futuro.

    Pero lo importante ahora es cambiar las políticas que están creando esta pesadilla.

    © 2013 The New York Times
    Traducción de News Clips.

    Portugal en la desesperación >> Paul Krugman >> Blogs EL PAÍS

    La solución a la crisis económica pasa por la política. Paul Krugman, probablemente el economista más conocido del mundo, lo tiene claro. Desde su posición progresista –liberal, en Estados Unidos; de izquierdas, en Europa- prescribe su receta.

    Sobre el autor

    Paul Krugman

    Cuando recibió el premio Nobel en 2008, Paul Krugman (Albany, Estados Unidos, 1957) ya llevaba casi una década escribiendo columnas en el New York Times. Da clases de Economía y Política Internacional en la Universidad de Princeton, antes lo ha hecho en la de Yale, donde se graduó, en la de Stanford y en el MIT.

    01/06/2013

    O Brasil que os EUA gostam: gastador!

    Filed under: Complexo de Vira-Lata,Isto é EUA! — Gilmar Crestani @ 10:08 am
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    A aparente magnanimidade dos EUA e a busca incessante por melhorar as concessões de vistos tem uma explicação. Os brasileiros estão com bom poder aquisitivo e em Miami há quinquilharias para serem trocadas por bananas. Os turistas brasileiros deixaram 44 bilhões de reais no exterior. Tenho amigos que, em um ano, foram para a Europa e EUA. Antes não tinham ido nem para Rivera… Quando o vice-presidente norte-americano sinaliza por um maior volume de negócios fica bem entendido que eles sabem do nosso poder aquisitivo e querem nos empanturrar com espelhinhos. Só vira-latas e vira-bostas não veem isso!

    Vice dos EUA vê ‘lacunas’ na relação com Brasil

    Em Brasília, Biden diz que ‘não há razão’ para comércio bilateral não crescer cinco vezes

    FLÁVIA FOREQUETAI NALONDE BRASÍLIA

    Após encontro com a presidente Dilma Rousseff e outras autoridades, o vice-presidente dos EUA, Joe Biden, reconheceu ontem que "ainda há lacunas entre o que realizamos juntos e o que somos capazes de fazer juntos".

    Biden elogiou as relações comerciais entre os países, da ordem de US$ 100 bilhões ao ano, mas afirmou que ainda há espaço a ser ocupado.

    "Não há razão para que a maior economia do mundo e a sétima não possam aumentar por cinco [o volume de comércio]", disse.

    Ele também destacou a frequente presença de autoridades americanas no país: "Nos últimos quatro anos, o presidente esteve aqui, eu estive aqui, dez dos membros de nosso gabinete já estiveram aqui. Isso nunca aconteceu antes na história do nosso relacionamento."

    Biden destacou a presença de estudantes brasileiros nos EUA, citando como exemplo o programa Ciência sem Fronteiras, e disse querer mais visitantes em seu país.

    "É por isso que, segundo nosso embaixador, fomos de 12 semanas para dois dias, eu acho, para obter um visto. É por isso que estamos dobrando nossos consulados [no Brasil]", disse o vice.

    Há um ano, os EUA anunciaram a reabertura de dois consulados, em Belo Horizonte e Porto Alegre.

    O chanceler brasileiro, Antonio Patriota, afirmou que o encontro com Biden ocorreu "num ambiente de grande coloquialidade".

    11/04/2013

    Thatcher ainda alimenta vira-bostas

    Filed under: Margaret Thatcher — Gilmar Crestani @ 9:02 am
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    Sempre há vira-bostas que se alimentam de estrume pensando ser iguaria.

    Com quanto dinheiro morreu Thatcher

    Paulo Nogueira 10 de abril de 2013 22

    Segundo Reinaldo Azevedo, a Dama de Ferro morreu ‘pobre’: só se for por um conceito inédito de pobreza.

    Dinheiro não foi problema para a baronesa

    Dinheiro não foi problema para a baronesa

    DE LONDRES

    Margaret Thacher morreu pobre.

    Assim terminou Reinaldo Azevedo  seu panegírico de Margaret Thatcher.

    Não vou entrar no mérito dos elogios: só lembro que estão sendo feitas festas aqui no Reino Unido para comemorar a morte de Thatcher.

    Só lembro também que ela chamou Mandela de terrorista e, no depoimento de um antigo ministro do exterior australiano, fez observações a ele “chocantemente racistas” contra indianos, paquistaneses etc etc.

    Lembro também que no próprio dia da morte não houve sequer minuto de silêncio no grande derby de Manchester entre o United e o City, por decisão dos clubes.

    Lembro que em Liverpool a torcida local cantou para festejar a morte de Thatcher.  E que na Escócia multidões saíram às ruas como se fosse o carnaval baiano.

    Lembro também que numa enquete do Guardian sobre se devia ser erguida uma estátua a Thatcher em Trafalgar Square 87% das pessoas disseram que não.

    E lembro, enfim, que já se instalou um debate furioso aqui em torno do que muitos consideram os gastos absurdos do funeral extravagante que será dado a ela — ainda que lhe tenham sido negadas honras de Estado, como as concedidas a Churchill.

    Mas não são estas lembranças o propósito do meu texto.

    É a pobreza alardeada por Reinaldo Azevedo.

    De onde ele tirou esse disparate?

    Como tudo é relativo, a pobreza de Thatcher só seria admissível se você cotejasse o legado dela com o de Bill Gates.

    Ou então Azevedo tem uma fortuna que torna a de Thatcher uma pobreza.

    Thatcher deixa aos herdeiros uma propriedade em Belgravia, o bairro mais caro de Londres, calculada em 25 milhões de reais.

    Ali ela morou até se transferir, no fim da vida, para o hotel Ritz, onde era mais fácil cuidar dela no estágio avançado de demência.

    A casa de Thatcher  em Belgravia, área mais nobre de Londres, é avaliada em 13 milhões de dólares

    A casa de Thatcher em Belgravia, área mais nobre de Londres, é avaliada em 13 milhões de dólares

    O patrimônio de Thatcher gira em torno de 16 milhões de dólares. É uma cifra razoável para quem chegou à política sem nada:  até sua carreira realmente decolar, Thatcher foi sustentada pelo marido, Dennis.

    Na família, dinheiro mesmo quem tem é Mark, filho de Thatcher. Em 1984, no auge do poder e influência da mãe, Mark foi acusado pela mídia de ter levado uma comissão de uma empreiteira numa obra de 300 milhões de libras em Omã.  Segundo a mídia, Thatcher recomendara a empreiteira ao sultão de Omã.

    Mark Thatcher, considerado amplamente entre os britânicos um imprestável, tem hoje uma fortuna avaliada em 100 milhões de dólares.

    Reinaldo Azevedo tem que rever suas fontes – ou seu conceito de pobreza.

    Ao escrever sua previsível hagiogragia de Thatcher na Veja, Ricardo Setti – que com artigos certeiros, povoados de maiúsculas e exclamações perplexas, vai firmando lugar nas preferências jornalísticas do PIB – perguntou de saída: que dizer depois do artigo de um craque como Reinaldo Azevedo?

    Minha sugestão: corrigir, simplesmente, a besteira.

    Sobre o autor: Paulo Nogueira Veja todos os posts do autor Paulo Nogueira

    O jornalista Paulo Nogueira, baseado em Londres, é fundador e diretor editorial do site de notícias e análises Diário do Centro do Mundo.

    Diário do Centro do Mundo Com quanto dinheiro morreu Thatcher – Diário do Centro do Mundo

    23/03/2013

    Sob ataques diuturnos, Dilma vence os bonzinhos do PIG

    Filed under: Dilma,Eleições — Gilmar Crestani @ 8:51 am
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    Os candidatos dos grupos mafiomidiáticos, massageados pelo exercício diário dos vira-bostas escalados pelo Instituto Millenium, são os bons. E Dilma, com tudo o que dela dizem, é má. Esse povo é burro mesmo, não lê os panfletos dos a$$oCIAdos do Instituto Millenium, nem The Economist e Financial Times

    Dilma alcançaria reeleição no 1º turno, diz Datafolha

    Cenário mais provável indica presidente com 58% das intenções de voto

    Marina Silva aparece em segundo lugar, com 16% das preferências, Aécio Neves tem 10% e Eduardo Campos, 6%

    DE SÃO PAULO

    A presidente Dilma Rousseff (PT) seria reeleita no primeiro turno se a eleição presidencial fosse hoje, de acordo com pesquisa concluída nesta semana pelo Datafolha.

    No cenário mais provável para a campanha de 2014, a petista alcança 58% das intenções de voto, seguida pela ex-senadora Marina Silva, que está organizando um novo partido político, com 16%.

    O senador Aécio Neves (PSDB-MG) aparece com 10% e o governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), tem 6% das preferências. Como a margem de erro da pesquisa é dois pontos percentuais para mais ou para menos, Aécio e Campos podem, no limite, estar empatados.

    Outros 6% dos entrevistados declararam voto nulo ou em branco, e 3% disseram não saber em quem votariam. O Datafolha entrevistou 2.653 pessoas entre quarta e quinta-feira, em 166 municípios.

    Dilma ganhou quatro pontos em relação à última pesquisa, de dezembro passado. Os demais nomes oscilaram dentro da margem de erro.

    Outro cenário pesquisado pelo Datafolha incluiu o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Joaquim Barbosa, como candidato. Embora não tenha manifestado interesse na disputa, seu nome foi especulado após o julgamento do mensalão.

    O presidente do STF teria 7% hoje se fosse candidato, deixando Campos em quinto lugar, com 4%. Nesse cenário, Dilma aparece com 56% das intenções de voto, Marina tem 14%, e Aécio, 10%.

    A pesquisa é a primeira após Dilma ser lançada à reeleição pelo ex-presidente Lula, numa festa do PT no mês passado para celebrar os dez anos do partido no poder.

    O evento desencadeou troca de ataques entre políticos, numa antecipação da disputa presidencial por 2014.

    NORDESTE

    Eduardo Campos obtém seu melhor desempenho na região Nordeste, onde tem 11% das intenções de voto.

    No Sudeste e Sul, onde é pouco conhecido, o governador de Pernambuco não passa de 3%. Dilma tem 64% das preferências no Nordeste.

    O Datafolha também investigou dois cenários em que o ex-presidente Lula assumiria o lugar de Dilma. Ele também venceria no primeiro turno, com até 60% das intenções.

    Nas três eleições presidenciais vencidas pelo PT, em 2002, 2006 e 2010, o partido nunca ganhou no primeiro turno. Em todas, disputou o segundo turno com o PSDB.

    Na pesquisa espontânea, em que os entrevistados indicam suas preferências sem ver os nomes dos candidatos, Dilma foi apontada por 35%. Outros 3% citaram o ex-governador José Serra (PSDB) e 2%, Aécio.

    (LEANDRO COLON)

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