Ficha Corrida

25/09/2015

Dilma vende a alma, mas FHC vendeu o Brasil porque nem alma tinha

Deve-se a FHC o costume do PSDB de distribuir milhares de assinaturas de Veja, Estadão, Folha para escolas públicas, ou de pagar até R$ 70 mil mensais para disseminarem ódio contra o PT, ou, como fez Aécio em Minas, botar a irmã, Andrea Neves, distribuir verbas públicas para os veículos da famiglia…  Capo di tutti i capi!

fhc folha

Para se ver como são as coisas, hoje no Brasil é preferível um pacto com o demônio do que com o PSDB de FHC. Aliás, o demônio a que se refere o prof. Cardoso é o mesmo com quem ele comprou a reeleição. Sem contar que durante o governo dele não havia movimentos golpistas finanCIAdos pela Chevron para que ele vendesse a Petrobrás. Ainda assim ele mudou a Constituição para quebrar o monopólio do petróleo e mudou nome para Petrobrax.

A sorte de FHC é que ele tinha o primo de seu vice como Engavetador Geral. Não fosse o Geraldo Brindeiro, um Rodrigo de Grandis com mais estofo, que matava todas as suas falcatruas e não só as Robson Marinho no peito, o destino de FHC teria sido o mesmo de seus colegas de neoliberalismo, Alberto Fujimori e Carlos Menem. Por muito menos foram presos. FHC conseguiu quebrar o Brasil três vezes, passou o pires no FMI inúmeras vezes, privatizou o patrimônio nacional construído por gerações que o antecederam, mas ainda assim entregou um país devendo pra Deus e todo mundo, inclusive para os demônios que estavam com ele e com quem Dilma pactuou agora.

Para se ter uma ideia do que foram as privatizações de FHC basta que se compare a venda da Vale do Rio Doce (r$ 3,3 bilhões) em comparação com a concessão de três aeroportos(Guarulhos (SP), Viracopos (Campinas, SP) e Brasília), por R$ 24,5 bilhões. Com a diferença de que a Vale não retorna mais ao patrimônio nacional e os aeroportos voltam em 20 anos.

FHC continua tendo espaço na mídia devido aos bandidos que as possuem, como já reconheceu a própria Judith Brito. Tivéssemos pessoas honestas na condução dos assoCIAdos dos Instituto Millenium e FHC já teria sido jogado no lugar dele, no lixo da história.

É muita cara de pau para quem foi traído até pela própria amante, cujo filho foi descoberto mediante exame de DNA, que não era dele, só filho da mãe Miriam Dutra.

ENTREVISTA – FERNANDO HENRIQUE CARDOSO

Dilma tenta pacto com o demônio para salvar governo

Líder tucano afirma que presidente erra ao oferecer cargos ao PMDB sem fazer reformas

RICARDO BALTHAZAREDITOR DE "PODER"

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) acha que a presidente Dilma Rousseff fez um "pacto com o demônio" para tentar salvar seu governo ao oferecer novas posições no ministério ao PMDB, seu maior aliado.

"Vai governar como? Não vai. Vai ser governada", diz o líder tucano. Na sua avaliação, a crise só será superada se as forças políticas encontrarem meios de conter a expansão dos gastos públicos e reformar o sistema político.

Fernando Henrique sugere que Dilma convoque os adversários para debater um pacto em torno das reformas necessárias e ofereça sua renúncia antes do fim do mandato como garantia de que se empenhará para aprová-las.

"O tempo dela está se esgotando", diz FHC. Para ele, os defensores do impeachment ainda não encontraram uma "narrativa convincente" para abrir na Câmara dos Deputados o processo que permitiria afastar Dilma do cargo.

Folha – A cúpula do PMDB se distancia da presidente e os deputados negociam posições no ministério. O que significa?
Fernando Henrique – Em épocas de incerteza, é natural que os partidos fiquem oscilantes. O PMDB indica duas direções. Uns acham que vale a pena manter o governo. E há os que desconfiam que não dá mais. Isso vai continuar por muito tempo, até que se sinta que há mais clareza sobre o passo seguinte, seja do governo, seja dos que querem mudar o governo.

O que falta para as principais forças políticas se definirem?
A presidente Dilma está num dilema grande. Ao nomear o [ministro da Fazenda, Joaquim] Levy, deu um sinal de que entendeu que o caminho que havia pego estava errado. Mas esse sinal não é convincente, e isso se reflete em tudo. Nosso sistema é presidencialista, mas muito dependente da capacidade do governo de formar maioria no Congresso. Ela não mostrou ainda que tem essa maioria.

A oposição tem os votos necessários para abrir um processo de impeachment hoje?
O impeachment depende de você ter uma argumentação convincente, não só para o Congresso, mas para o povo. Os que desejam o impeachment não construíram até hoje uma narrativa convincente. Pega as pedaladas. Você pode argumentar, como juristas têm feito, que não há como caracterizar um crime.

A lei diz que precisaria ser um atentado à Constituição.
Tudo depende de interpretação. No caso das pedaladas, para que se torne convincente, tem que fazer uma ligação direta com o uso de recursos para fins eleitorais. Aí o povo entende. Enquanto não houver uma narrativa que permita justificar politicamente o impeachment, é difícil.

Mesmo se Dilma continuar com popularidade tão baixa?
Qual é a mágoa que a população tem da presidente? Ela ter dito uma coisa [na campanha] e fazer outra [no governo]. O que a salva em certos setores da opinião, o ajuste econômico, é o que a condena diante de outros.

No sistema parlamentarista, a perda da maioria no Congresso levaria à queda do governo. No presidencialista, não tem como fazer isso, a não ser por um processo mais violento, que é o impeachment.

O problema é a angústia do tempo. É tanto desacerto que surgiu uma grande inquietação. Se fosse por um ano, haveria a expectativa de uma mudança que estaria ao alcance. Como você não tem essa expectativa, a inquietação gera essas ideias para arranjar um modo de nos desvencilharmos da presidente.

O afastamento de Dilma seria suficiente para resolver isso?
A questão não é só a presidente. Temos um sistema partidário e eleitoral que tornou inviável construir maiorias sólidas no Congresso. Você tem 30 e poucos partidos, e a maioria está aí para disputar pedaços do poder, do orçamento. Qualquer um terá esse problema para governar.

O sr. defendeu outro dia a formação de um novo "bloco de poder" como solução para a crise política. O que falta?
Se estivesse no lugar da presidente Dilma… Eu perdi popularidade em mais de um momento, recuperei, perdi de novo, mas nunca perdi a maioria no Congresso, o respeito. É difícil imaginar, mas fui presidente, sei como é.

Ela teria uma saída histórica. Apresentar-se como coordenadora de um verdadeiro pacto. Em que não estivesse pensando em vantagens para seu grupo político, só no futuro do país, e propondo que o conjunto das forças políticas se unisse para fazer algumas coisas. Modificar o sistema eleitoral. Conter a expansão do gasto público. Reformar a Previdência. E ofereceria o seguinte: aprovado esse pacto, em um ano ela renunciaria. É utópico isso, eu sei.

Uma renúncia negociada?
Negociada em nome de objetivos políticos que não são do interesse do meu partido, de nenhum partido. Aí você segura a ânsia [das outras forças] de chegar ao governo.

O tempo dela está se esgotando. Ela tem que olhar para a história. Não convém ficar marcada como a presidente que não conseguiu governar. Ou que vendeu a alma ao diabo para governar. Agora, ofereceu cinco ministérios ao PMDB. Vai governar como? Não vai. Vai ser governada.

Em caso de renúncia, o vice Michel Temer assume o governo.
A posse do vice não resolveria. Precisa realmente ter uma nova configuração. Mas não adianta uma nova configuração com regras antigas.

Dilma pode continuar a governar. Vai fazer pacto com o demônio o tempo todo. Vai ter que ceder cada vez mais. E o governo ficará mais contraditório. Na Fazenda, o que se requer é um ajuste. E isso é contraditório com os interesses dos grupos políticos que vão para o poder, porque eles querem estar lá para fazer coisas. E não vão poder fazer.

Então, vai ser um governo complicado, confuso. Pode? Se tivesse um ano só… Mas são três anos. É uma longa caminhada, de incertezas.

E a saída pelo impeachment?
Se houver alguma coisa que seja clara para a população, pode ser. Suponha que nos processos na Justiça Eleitoral se demonstre de forma inequívoca que houve dinheiro do petrolão na campanha. O que o juiz vai fazer? Aí não tem jeito, tem a lei.

Nesse caso, Dilma e Temer seriam cassados juntos.
A chapa inteira. Seria uma solução? Uma confusão enorme também. Porque os problemas estão aí. Não resolvemos nada, nem na política, nem na parte de gerência do Estado. Se não tiver uma perspectiva de reorganização das contas públicas, e do sistema político, não tem solução.

Como têm sido as conversas do PSDB com Michel Temer?
Quem pode dar as cartas hoje no jogo é o PMDB. Dilma pode ficar no feijão com arroz, ou fazer um gesto de grandeza. O mais provável é que continuará no feijão com arroz. O PMDB pode construir uma saída constitucional.

O PSDB se confrontará com outra questão. Vai ajudar, ou não? Se houver razão concreta, narrativa convincente, votará pelo impeachment. Mas e depois? Os problemas não vão mudar porque mudou o presidente. Precisa ter um sentido, um rumo. Aí o PSDB vai ter que cobrar esse rumo.

NA INTERNET
"O PT é um partido necessário", diz FHC
folha.com/no1686217

13/08/2015

Augusto Nardes: sotaque, cara e prática do PP gaúcho

Filed under: Augusto Nardes,Golpismo,Golpistas,PP,TCU — Gilmar Crestani @ 9:36 am
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No altar do panteão golpista um legítimo gaúcho. Saído das fileiras do PP gaúcho pelas mãos do severo Severino Cavalcanti, Augusto Nardes encarna como poucos o espírito do hino rio-grandense: “sirvam nossas patranhas de modelo a toda terra”. A enlouquecida manada amestrada pela RBS e amadrinhada por Ana Amélia Lemos está mais perdida que cusco em tiroteio.

Já não se amarram mais cavalos no obelisco. A moda gaúcha da atualidade é botar burros pra pastar no tCU.

Apoio de Renan a Dilma faz relator do TCU propor adiamento da votação

qui, 13/08/2015 – 08:36

Enviado por BRAGA-BH – Do Blog do Tales Faria

Apoio de Renan a Dilma faz relator das contas de Dilma no TCU propor adiamento da votação

Relator no Tribunal de Contas da União (TCU) do processo que analisa as contas de 2014 do governo Dilma Rousseff, o ministro Augusto Nardes disse a amigos que deve propor na sessão de hoje à tarde um  aumento de prazo de defesa do governo para responder a novos questionamentos que ele pretende fazer ao Palácio do Planalto.

Indicado pelo ex-presidente da Câmara Severino Cavalcanti, o então deputado Augusto Nardes (PP-RS) foi eleito ministro do TCU num ato de rebeldia do Congresso contra o nome indicado pelo governo Lula, que era o do hoje senador José Pimentel (PT-CE), na época deputado federal.

Tomou posse sob os protestos do então presidente do TCU, Adylson Motta, que escreveu a Lula pedindo para não sancionar a nomeação devido “à inobservância do requisito constitucional da reputação ilibada e idoneidade moral”. Mas Lula cedeu a Severino.

As contas de 2014 de Dilma são as tais que incluem as pedaladas que teriam sido cometidas pela sua equipe econômica. E que poderiam ser enquadradas na lei de Responsabilidade Fiscal, ameaçando de impeachment a presidente da República.

Nardes é aquele mesmo ministro que perambulou pelo Congresso em julho pedindo aos presidentes da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), e do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), que apressassem a votação de todas as contas presidenciais encalhadas há 20 anos no Congresso para que as contas de 2014 de Dilma sejam  votadas rapidamente.

Em outras palavras: Antes Augusto Nardes estava com pressa, muita pressa para ver votadas as contas de Dilma. E antes a expectativa era de que o tribunal de Contas da União recomendasse a rejeição das contas pelo Congresso Nacional.

O que mudou?

Mudou que o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), passou a se declarar contrário à discussão do impeachment e, especialmente, contra a rejeição completa das contas com base apenas nas tais pedaladas fiscais.

Renan tem influência direta sobre três dos nove ministros do TCU. Como o governo já tinha possibilidade de obter outros dois votos, agora mudou o cenário: a expectativa é de que o plenário do TCU não rejeite as contas de 2015 de Dilma Roussef.

Deu para entender por que o ministro Nardes prefere adiar a votação?

Apoio de Renan a Dilma faz relator do TCU propor adiamento da votação | GGN

28/07/2015

De como Lula se tornou responsável pelo surgimento de um pulha

Filed under: FHC,Lula — Gilmar Crestani @ 9:50 am
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Com a desculpa de tratar do diálogo entre Lula e FHC, Dom Orvandil pinta um retrato impiedoso do pior presidente da História do Brasil. Afinal, só poderia ter ganho as graças das mídia golpista quem tem no seu DNA o gênese da traição. O grande erro do Lula foi acreditar, como na fábula da rã e do escorpião, que a carona seria retribuída. Mas a ferroada é da natureza do escorpião!

Dom Orvandil

    Dom Orvandil

    Editor do blog Cartas e Reflexões Proféticas, presidente da Ibrapaz, bispo da Diocese Brasil Central da Igreja Anglicana e professor universitário

    Carta ao ex-presidente Lula

    27 de Julho de 2015

    :

    Caro ex- presidente Lula

    Li sobre sugestões de vários setores de que o senhor sente com Fernando Henrique Cardoso para conversar sobre a crise econômica e política que o País vive. Pessoas de boa vontade esperam isso dos dois ex-presidentes.

    Conheço a realidade de seu papel na projeção de FHC em 1978. O ex-presidente foi candidato a senador por São Paulo. Parte da campanha dele se direcionou aos metalúrgicos através de panfletos de linguagem empolada e distante da realidade dos trabalhadores. Estes os recebiam e os jogavam no lixo, sem lê-los. A derrota seria estrondosa. FHC lhe pediu socorro para que intermediasse com o mundo operário. Atendo-o o senhor o levou aos portões das fábricas do ABCD e defendeu sua candidatura como de interesse da classe e do País.

    Tenho para mim que se não fora o seu apoio Fernando Henrique Cardoso não ultrapassaria os limites da USP, onde lecionava e das páginas de alguns livros e artigos que escrevia sobre uma tese que ele mesmo negou, sendo expurgado pela SBPC (Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência) por isso. Não se elegeria senador, não seria constituinte, não seria ministro nem chegaria eleitoralmente à Presidência da República. FHC deve o seu reconhecimento ao senhor.

    Na presidência FHC atuou politicamente para quebrar a espinha dorsal do Estado brasileiro, da soberania nacional e da resistência dos movimentos sociais. Sua política internacional foi de dependência ao norte e contra a independência interna.

    A aliança que fez para se eleger e se manter como governante foi com o espectro da mais atrasada e perversa política de direita. Juntou-se a grandes proprietários rurais, a banqueiros, à mídia, cujos burras encheu de dinheiro público na busca da blindagem de sua imagem política autoritária e excludente social.

    Assim como as alças de sua imagem se sustentavam nos interesses antissociais e antinacionais durante o governo dele, onde aportou a partir da arrancada dada pelo senhor que o levou aos trabalhadores, sem compromisso traiu a origem de sua projeção para, após sair do governo, continuar o percurso da direita sendo sustentação do ódio fascista que toma conta do analfabetismo político e do senso comum.

    Fernando Henrique Cardoso não é protagonista do Brasil, dos interesses sociais e, muito menos, das mudanças. Mesmo que vozes respeitadas e queridas sugiram aproximação sua daquele ex-presidente isso não faz sentido.

    FHC faz a política do quanto "pior melhor". Pior para o povo; pior para os empregos; pior para os adolescentes, alvos da redução penal; pior para os direitos dos trabalhadores, miras da terceirização neoliberal; pior para a democracia, visada pelo golpismo; pior para a justiça, agora campo de justiceiros, de apurações seletivas, juízos inquisitoriais e sem fundamento na realidade; pior para a segurança com a polícia como meio de prisão e perseguição de desafetos; pior para as empresas nacionais, no governo dele arrasadas pela máfia internacional; pior para o patrimônio público, que ele vendeu tudo quanto pode; pior para os movimentos sociais, que ele confundiu com problemas policiais; pior para a decência política, que ele usou para corromper a cidadania e as instituições públicas.

    Fernando Henrique Cardoso degenerou-se ainda mais e isso é muito claro nas suas companhias. Sua frente "do quanto pior melhor" não tem nenhuma relação de amor com o Brasil como Nação e como povo. Suas rixas são pelo poder como aparelho de consolidação da minoria branca da casa grande. FHC só pensa no seu partido e nos que formam a frente onde cabem os neoliberais privatistas, os antinacionais, os fundamentalistas, os homofóbicos, os fascistas e golpistas raivosos, sempre falando e agindo com muito ódio. Sobre o ódio da direita escrevi aqui, aqui e aqui.

    Aproximar-se dele, portanto, é perder tempo e o rumo do caminho justo e dos verdadeiros protagonistas do bem.

    O senhor, ex-presidente Lula, deve dialogar com os verdadeiros protagonistas, a maioria perseguida pela direita e abandonada pela esquerda. A Presidenta Dilma também deve urgentemente retomar o diálogo com os protagonistas verdadeiros.

    O Frei Leonardo Boff dá uma pista de onde estão os sujeitos do diálogo quando diz que separa o PT da causa que o criou. A causa é a que libertou milhões de brasileiros e brasileiras da miséria e da pobreza.

    O senhor e a Presidenta Dilma devem dialogar com as centrais sindicais, com os sindicatos, com as lideranças dos inúmeros setores do movimento social, que há décadas lutam por cidadania e por uma sociedade nova mediada pela justiça social. O empresariado nacional esmagado pela crise econômica é protagonista fundamental no diálogo, antes que injetem dinheiro no golpe aventureiro. No mesmo caminho de angústias e sonhos se encontram prefeitos, vereadores, governadores e deputados estaduais, que devem ser envolvidos no diálogo.

    Há deputados/as e senadores/as que merecem respeito e que devem participar do diálogo, mas o Congresso Nacional não é mais cenário para o diálogo consequente e salvador do Brasil. Os projetos principais e os debates que fazem lá não merecem mais o respeito da sociedade.

    O cenário do diálogo deve ser montado pelas ruas, pelos auditórios das instituições acima mencionadas, pelas universidades, pelas igrejas e demais religiões, pelos campos, pelas matas e todos os recantos do País, as escolas, faculdades e universidades, sem distinção.

    Há milhares de homens e mulheres de bem que são protagonistas do diálogo. FHC não é de diálogo porque é bajulador dos poderosos.

    Qual deve ser o conteúdo do diálogo?

    Muito do que precisa ser feito nascerá da escuta aos protagonistas, até agora não considerados pelo segundo governo Dilma. Do que disserem resultarão pressões por mudanças de rumo do governo, que deve se predispor a trocar agendas.

    Outro canal que verterá conteúdo essencial já é apontado por grupos importantes no País. Uns o chamam de frente ampla, outros de núcleo de esquerda e outros de irmandade brasileira. O fato é que todos e todas os/as brasileiros/as de boa vontade, não golpistas e rezadores da praga do "quanto pior melhor" ou da balela "eleições limpas" devem ser chamados/s a formar uma ampla e irrestrita frente de defesa do Brasil com soberania, com democracia mais profunda, com reformas, com empregos, com afirmação das empresas nacionais, com renda, com direitos, distribuição de riquezas e defesa da Petrobras contra a corrupção e sua entrega à máfia internacional e suas pontas de lanças nacionais.

    Esses são os protagonistas, esses são os espaços e daí nascerá a proposta mais plena do que todos os brasileiros precisamos para salvar a governabilidade para a maioria, prezado presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

    O senhor tem toda a autoridade, honradez e carisma capazes de nos unir a todos em tornos desse diálogo.

    Carta ao ex-presidente Lula | Brasil 24/7

    30/08/2014

    Macunaíma, camaleão sem nenhum caráter

    Filed under: Coerência,Jean Wyllys,Macunaíma,Marina Mala Faia,Marina Silva — Gilmar Crestani @ 9:57 pm
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    marina  in natura

    A candidata dos quatro tuítes

    30 de agosto de 2014

    por Paulo Moreira Leite

    Conflitos banais da campanha confirmam a imensa fragilidade política de Marina Silva para falar de gays, juros, salário mínimo…


    Denunciado por Jean Willys, o recuo dos quatro tuites na definição do preconceito contra homossexuais no plano do racismo foi a mais recente demonstração de um traço político marcante de Marina Silva: a imensa fragilidade política para defender seus pontos de vista e enfrentar contradições e conflitos. Quando isso acontece, ela prefere fingir que tudo não passou de um mal entendido.
    Não vamos nos enganar: a defesa resoluta dos direitos dos homossexuais pode implicar na retirada do apoio do tristemente famoso deputado e pastor Feliciano, dono de uma retórica escandalosa que em 2013 provocou repúdio de vários setores da juventude e da consciência democrática do país – mas foi confortado por Marina, que na época enxergou “preconceito” nas críticas ao parlamentar.
    Não foi o primeiro caso e é parte do personagem “Marina Silva” que se apresenta na campanha. A aura de predestinada pressupõe uma concorrente acima dos homens e das mulheres, das classes e dos interesses. Atuando num plano superior, Marina não erra.
    Até hoje os colegas de governo Lula não conseguem conter o riso quando recordam o depoimento de Marina Silva no Jornal Nacional. Questionada pela nomeação de um candidato a vice presidente que fez campanha aberta pela liberação dos transgênicos, Marina reescreveu a própria história. Disse que nunca foi contra os transgênicos. Apenas gostaria de um sistema que permitisse o convívio da soja transgênica com a soja natural.
    “Ela simplesmente ameaçou pedir demissão do cargo,” recorda um ministro que seguiu o debate de perto. Um alto funcionário do ministério do Meio Ambiente recorda que aliados de Marina chegaram a homenagear a ministra com flores — uma forma de marcar publicamente seu descontentamento.
    A Medida Provisória que liberava os transgênicos não proibia a soja natural — apenas autorizava o plantio e comercialização da versão modificada genéticamente. Com sua declaração, a candidata perdeu uma excelente oportunidade para reconhecer perante os brasileiros a quem pede seu voto que errou ao combater os transgênicos –ou que foi incoerente ao aceitar um vice que nunca escondeu que fazia campanha por eles e até recebeu apoio financeiro do setor interessado. Preferiu investir em seu personagem Mas não foi só. A mesma MP, que tratava de biossegurança de forma geral, foi alvo de Marina por outra razão: autorizava pesquisas com células-tronco, que ela condenava. A ironia, no caso, é que as pesquisas tinham apoio do Ministério de Ciência e Tecnologia, cujo titular era Eduardo Campos, titular da chapa presidencial do PSB até a tragédia do Cessna.
    O Valor Econômico de hoje registra que o mercado financeiro está abandonando Aécio Neves para apoiar Marina e explica: “o sonho de dez entre dez integrantes do mercado financeiro é ver a derrota da candidata do PT.”
    Num esforço para não decepcionar nenhum dos dez entre dez, o programa de Marina Silva não faz menção a uma das grandes conquistas dos trabalhadores no governo Lula-Dilma — a legislação que garante reajustes automáticos do salário mínimo, sem necessidade de se promover conchavos anuais no Congresso em nas semanas anteriores ao 1. de maio. Com isso, deixa a porta aberta para que
    Outra ponto do programa vem dos bancos privados mas este já foi atendida e, a julgar pela desenvoltura da coordenadora do programa de governo Neca Setubal, herdeira do Itaú, não deve cair nem com um milhão de tuites.
    O programa de governo defende a ampliação da participação dos bancos privados no mercado de crédito, diminuindo a participação dos estatais. É coerente com a ideologia privatizante de Marina. Também é prejudicial do ponto de vista do consumidor.
    Os bancos privados perderam terreno no mercado de crédito, depois da crise de 2008, porque se recusaram a competir pelos clientes. Mantiveram seus juros nas alturas, mesmo depois que o Banco Central trouxe a taxa Selic para índices compatíveis com aquele momento econômico. O Banco do Brasil e a Caixa só cresceram, a partir de então, porque resgataram clientes que o setor privado decidira abandonar, ameaçando quebrar empresas pela falta de capital de giro e empréstimos que costumavam ser renovados automaticamente.
    Atendendo a determinação de Lula — uma imperdoável intervenção aparelhista do Estado petista, certo? — os bancos privados se afastaram da política de mercado para atender ao interesse público.
    Essa é a questão.Quando fala em ampliar o espaço dos privados, o programa de governo esconde principal. O mercado de crédito funciona — ou deveria funcionar — sob regime de livre concorrência, onde cada um explora a fatia do mercado que conquistou. Nessa situação, a única forma de mudar a posição de uns e outros é obrigar os bancos que cobram menos a elevar seus juros, permitindo que as instituições que tem taxas maiores ganhem novos clientes.
    Em qualquer caso, é uma medida que, elevando o custo do dinheiro, contribui para esfriar ainda a economia, estimulando uma recessão de verdade. Para beneficiar bancos privados, prejudica-se o consumidor e o empresário.
    Alguma surpresa? Nenhuma.
    Proprietária de uma retórica de palavras fortes, Marina é fraca de conteúdo — situação típica de discursos estruturados mas vazios.

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    Paulo Moreira Leite

    Paulo Moreira Leite é diretor do 247 em Brasília. É também autor do livro "A Outra História do Mensalão". Foi correspondente em Paris e Washington e ocupou postos de direção na VEJA, IstoÉ e Época. Também escreveu "A Mulher que Era o General da Casa".

    A candidata dos quatro tuítes | Paulo Moreira Leite

    23/08/2014

    Barbosa gastou em diárias mais que os condenados do Mensalão

    Filed under: Diárias,Joaquim Barbosa,Magarefes,Pena de Aluguel — Gilmar Crestani @ 9:20 am
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    Os próprios dados usados pelo magarefe do direito, que alega ter gasto só em 2013 a bagatela de R$ 3,076 milhões, são por demais elucidativos. E depois o Genoíno é que é corrupto… Compare-se- o montante de diárias para comprar diretamente das lojas Prada aos valores gastos para o Bolsa Família….

    Barbosa nega descontrole em gastos do CNJ

    Ex-ministro reagiu a medida de Lewandowski para reduzir custo com diárias e viagens

    FREDERICO VASCONCELOSDE SÃO PAULO

    O ex-presidente do Conselho Nacional de Justiça e agora ministro aposentado Joaquim Barbosa contestou a avaliação de seu sucessor, ministro Ricardo Lewandowski, que considerou elevadas as despesas com diárias e passagens de conselheiros e servidores do órgão em sua gestão. O CNJ faz o controle externo do Judiciário e apura crimes cometidos por juízes.

    Presidente em exercício do CNJ, Lewandowski assinou, no último dia 8, uma instrução normativa que fixa regras mais rígidas para a autorização de viagens, com o objetivo de conter o "elevado dispêndio de recursos no exercício financeiro de 2013 e no primeiro semestre de 2014".

    Por meio de ex-assessores, Barbosa argumentou que esse dado isolado não reflete a redução das despesas com viagens ocorrido nos últimos anos. Segundo dados oficiais, os gastos com passagens e diárias nacionais e internacionais em 2013 foram de R$ 3,076 milhões, em comparação com R$ 8,3 milhões em 2011, na gestão do ministro Cezar Peluso (2010/2012).

    A queda nos gastos já era percebida na gestão do ministro Ayres Britto (abril a novembro de 2012). O CNJ encerrou 2012 com despesa de R$ 5 milhões com viagens.

    Segundo a assessoria do CNJ, Lewandowski "reafirma o inteiro teor da Instrução Normativa, que regulamenta a utilização preferencial de videoconferência e a realização de reuniões e eventos na capital federal".

    Em nota, a assessoria apontou que, em 2013, foram gastos mais de R$ 3 milhões com viagens e, em 2014, até o mês de junho, o gasto chegou a mais de R$ 1,3 milhão, algo considerado "elevadíssimo" por Lewandowski, que sugere a redução dos custos com a realização de mais eventos em Brasília.

      30/08/2013

      Ética delivery

      Filed under: Ética,Joaquim Barbosa — Gilmar Crestani @ 10:13 pm
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      A ética do Joaquim Barbosa custa R$ 10,00 em Miami.

      JB: "Congresso vai lidar com as consequências"

      :

      O presidente do Supremo Tribunal Federal, Joaquim Barbosa, disse que a não cassação do deputado Natan Donadon (sem partido-RO) foi uma "incongruência constitucional"; embora tenha reconhecido a autonomia do parlamento, fez uma advertência: "o Congresso Nacional é soberano, ele tomou a sua decisão, ele terá que conviver e lidar com as consequências desse ato"; será que Barbosa gostaria de ver o parlamento invadido por manifestantes no 7 de setembro?

      30 de Agosto de 2013 às 18:46

      Akemi Nitahara
      Repórter da Agência Brasil

      Rio de Janeiro – O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Joaquim Barbosa, disse hoje (30) que lamenta a “incongruência constitucional” gerada pela decisão da Câmara dos Deputados de rejeitar a cassação do deputado Natan Donadon (sem partido-RO). Ele foi condenado pelo STF a 13 anos de reclusão por peculato e formação de quadrilha e está preso no Complexo Penitenciário da Papuda, no Distrito Federal.

      “Quando julgamos, no ano passado e neste ano, decidimos pela perda do mandato. Eu disse, muito claramente, que seria uma incongruência constitucional muito grande manter no Congresso Nacional um parlamentar condenado criminalmente ou eventualmente um parlamentar a cumprir pena”, ressaltou Barbosa.

      “Eu chamei a atenção para a improvável e impossível conciliação do mandato com essa condição [de presidiário]. Lamento muito que estejamos hoje diante desse impasse constitucional absurdo, mas o Congresso Nacional é soberano, ele tomou a sua decisão, ele terá que conviver e lidar com as consequências desse ato”, acrescentou o presidente do STF.

      Barbosa lembrou que a Constituição Federal prevê que os condenados percam os direitos políticos. “Além do voto aberto para o Congresso Nacional, outra proposta, a meu ver, que viria ao encontro do que uma maioria do STF disse no ano passado, seria o condenado criminalmente, sem nenhuma possibilidade de recurso, transitada em julgado a decisão, automaticamente perder o mandato."

      Aliás, lembrou o ministro, "a Constituição diz isso no Artigo 15: o condenado por pena criminal tem os seus direitos políticos suspensos. Ora, a posse dos direitos políticos é um requisito indispensável para o exercício da representação do mandado eletivo. O sujeito não pode nem se candidatar, muito menos conciliar essa condição de parlamentar com a de presidiário”, resumiu.

      Barbosa falou com a imprensa depois de receber o Prêmio Presidente José Alencar de Ética, da Associação Comercial do Rio, na categoria Gestão Pública.

      JB: "Congresso vai lidar com as consequências" | Brasil 24/7

      09/08/2013

      Presunta é o cacete!

      Filed under: Corrupção,Corruptores,Energúmenos,FHC,Juan Árias,PSDB — Gilmar Crestani @ 9:24 am
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      O colonista amigo do CANSEI e començal da Rede Globo, Juan Árias não tem o mesmo cuidado quando se trata de atacar Dilma e Lula. Quando envolve corruptos seus aliados, vira presunto. Presunto é o caralho, Juan Árias!

      Un nuevo caso de presunta corrupción política sacude a Brasil

      Siemens acusa a los socialistas de permitir la creación de un cartel de empresas para adjudicarse las obras del metro de São Paulo

      Juan Arias Río de Janeiro 8 AGO 2013 – 17:39 CET10

      Manifestación contra la gestión del gobernador de São Paulo. / Sebastião Moreira (EFE)

      Un nuevo caso de presunta corrupción política llama esta vez a las puertas del mayor partido de la oposición, el Partido Socialista Democrático de Brasil (PSDB), después del golpe que supuso el caso Mensalão para el Partido de los Trabajadores (PT).

      Los líderes del PSDB del Estado de São Paulo, que gobiernan desde 1995, los exgobernadores Mario Covas y José Serra y el actual gobernador Geraldo Alckmin han sido acusados por la empresa alemana Siemens de haber permitido en la construcción del metro de la ciudad de Sâo Paulo la creación de un cartel entre empresas para adjudicarse las obras, lo que habría llevado a una superfacturación y a un aumento de los pasajes.

      Tanto la Fiscalía como la policía están investigando si existen pruebas de las acusaciones hechas por Siemens y si el partido de la oposición se lucró con el presunto cartel. El exgobernador Mario Covas, con el que habría comenzado la creación del cartel de empresas, murió en el año 2001 y en Brasil se le considera una de las personalidades políticas más ejemplares por no haberse enriquecido.

      El exgobernador José Serra, que fue un importante ministro de Sanidad destacado por haber quebrado las patentes farmacéuticas para ofrecer medicinas gratis a los pacientes de sida y que se presentó dos veces a las presidenciales, primero contra Lula da Silva y después contra Dilma Rousseff, ha rechazado las acusaciones de que él conociera la trama organizada por las empresas. El actual gobernador de Sâo Paulo, Gerardo Alckmin, ha afirmado que su gobierno es el primero que desea que se esclarezcan todas las presuntas acusaciones de Siemens.

      El PSDB cree que el que estas acusaciones hayan salido ahora a la luz es una jugada política, justamente cuando dentro de unos días tendrá lugar la última fase del Mensalào, considerado el mayor escándalo de corrupción política de la democracia brasileña, y a un año de las presidenciales.

      El PT, por su parte, insiste en que se apuren todas las denuncias. Este miércoles líderes del partido del Gobierno y del PSDB se enzarzaron con duras y mutuas acusaciones y los políticos del PT amenazaron a la oposición con crear una Comisión Parlamentaría de Investigación.

      El escándalo comienza mientras las protestas callejeras anuncian ya nuevas manifestaciones masivas para el 7 de septiembre y mientras se discute la reforma política, en la que un punto neurálgico es la financiación de los partidos y de las campañas electorales. El caso, por sus dimensiones, ya que al parecer el cartel podría haber actuado en varios Estados y con líderes políticos de diferentes partidos, está llamado a crear aún mucha polvareda política.

      Un nuevo caso de presunta corrupción política sacude a Brasil | Internacional | EL PAÍS

      26/05/2013

      Agnelli traduz na prática a Teoria da Dependência de FHC

      Filed under: Complexo de Vira-Lata,FHC,Roger Agnelli,Teoria da Dependência — Gilmar Crestani @ 10:32 pm
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      Veja o que Agnelli, ex-Vale, tirou dos brasileiros

      26 de Maio de 2013 | 14:04

      O que Roger Agnelli, o queridinho de nossos analistas econômicos, tirou do nosso país quando encomendou na China e na Coreia a frota de supergraneleiros – aliás, um “mico” naval, que quase provoca um desastre em São Luiz – para a Vale?

      Para saber é só ler a reportagem sobre o que está acontecendo na cidade capixaba de Aracruz – “Estaleiro ultrapassa papel em Aracruz”-, publicada hoje pela Folha.

      Na cidade que só era conhecida pelas suas medonhas megaplantações de eucalipto para celulose, os coreanos da Jurong estão investindo R$ 1 bilhão para construir ali um estaleiro que vai produzir sete navios sonda – como o da foto – para a Petrobras usar no pré-sal, com capacidade para perfurar em águas profundíssimas, abaixo de três mil metros de lâmina d`água. Vai gerar seis mil empregos, a maioria qualificados,  e de ótimos salários numa cidade que tinha, pelo censo de 2010, 35 mil pessoas em idade ativa. Ou seja, quase 20% de todos os que têm idade para trabalhar.

      Os navios de Agnelli só fizeram isso pelos chineses e pelos coreanos, com o dinheiro dos brasileiros.

      Inclusive dos poucos impostos que pagava, percentualmente uma mixaria perto de outras empresas.

      Mas era o “competente”, a alegria dos acionistas, da Mirian Leitão e da mídia em geral, que criticava e critica a decisão da Petrobras de fazer o máximo de encomendas aqui no Brasil, mesmo que isso tenha mais dificuldades e desafios.

      Vai demorar um pouco mais e custar um pouco mais? Pode até ser, mas é salário para brasileiros, indústria para o país, progresso para o Brasil.

      E os navios de Agnelli? Bem, eles só não viraram elefantes brancos porque não são brancos, porque estão é trazendo prejuízos para a empresa, pela falta de planejamento com que sua construção foi ordenada.

      E muito mais para o Brasil, porque este crime não tem mais reparação.

      Veja o que Agnelli, ex-Vale, tirou dos brasileiros | TIJOLAÇO | “A política, sem polêmica, é a arma das elites.”

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