Ficha Corrida

01/05/2015

DePUTAdo transgênico

Filed under: Luis Carlos Heinze,Monsanto,PP,Transgênicos — Gilmar Crestani @ 11:22 am
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heinzeMais uma obra do PP Gaúcho a serviço do atraso. Informação faz mal à saúde… do PP.

O incorrigível Luis Carlos Heinze apresentou projeto e a bancada da Monsanto aprovou. De agora em diante os alimentos não precisam mais conter a informação de que são transgênicos.

Por que o PP gaúcho teme tanto a informação da procedência do produto?

Os gaúchos que já consomem, via RBS, produtos vencidos, também poderão agradecer ao racista Heinze mais esta contribuição ao direito à informação.

É nisso que dá termos uma manada que vota em troca de um punhado de capim.

Como publica o jornal El País, hoje, “O “alarmante” uso de agrotóxicos no Brasil atinge 70% dos alimentos”. Mas isso de nada importa a políticos da estirpe do PP muito menos a uma manada que vota nestes jumentos.

Alimentos transgênicos não serão rotulados. Por que o agronegócio quer enganar você?

abril 29, 2015 09:26

Alimentos transgênicos não serão rotulados. Por que o agronegócio quer enganar você?

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Por Eduardo Piovesan e Tiago Miranda, do Portal da Câmara

O Plenário da Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (28) o Projeto de Lei 4148/08, do deputado Luis Carlos Heinze (PP-RS), que acaba com a exigência do símbolo da transgenia nos rótulos dos produtos com organismos geneticamente modificados (OGM), como óleo de soja, fubá e outros produtos derivados.

A matéria, aprovada com 320 votos a 135, na forma de uma emenda do deputado Valdir Colatto (PMDB-SC), deve ser votada ainda pelo Senado.

O texto disciplina as informações que devem constar nas embalagens para informar sobre a presença de ingredientes transgênicos nos alimentos. Na prática, o projeto revoga o Decreto 4.680/03, que já regulamenta o assunto.

Saiba quem são os deputados que querem enganar você

Heinze afirmou que a mudança do projeto não omite a informação sobre a existência de produtos transgênicos. “Acho que o Brasil pode adotar a legislação como outros países do mundo. O transgênico é um produto seguro”, afirmou. Segundo ele, não existe informação sobre transgênicos nas regras de rotulagem estabelecidas no Mercosul, na Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO) e na Organização das Nações Unidas (ONU).

De acordo com o texto aprovado, nos rótulos de embalagens para consumo final de alimentos e ingredientes alimentares destinados ao consumo humano ou animal deverá ser informada ao consumidor a presença de elementos transgênicos em índice superior a 1% de sua composição final, se detectada em análise específica.

A redação do projeto deixa de lado a necessidade, imposta pelo decreto, de o consumidor ser informado sobre a espécie doadora do gene no local reservado para a identificação dos ingredientes.

A informação escrita sobre a presença de transgênicos deverá atender ao tamanho mínimo da letra definido no Regulamento Técnico de Rotulagem Geral de Alimentos Embalados, que é de 1 mm.

Sem transgênicos
Além do fim do símbolo que identifica os produtos com transgênicos, no caso dos alimentos que não contenham OGM, o projeto mantém regra do atual decreto que permite o uso da rotulagem “livre de transgênicos”.

Destaque do PT aprovado pelos deputados retirou do texto a condição de que esses produtos sem transgenia somente poderiam usar essa rotulagem se não houvesse similares transgênicos no mercado brasileiro.

O texto continua a exigir, entretanto, a comprovação de total ausência de transgênicos por meio de análise específica, o que pode dificultar o exercício desse direito pelos agricultores familiares, que teriam de pagar a análise para poder usar a expressão.

Polêmica em Plenário
A discussão sobre o tema foi intensa e não houve consenso entre os parlamentares, em especial entre os principais partidos da base aliada do governo, PT e PMDB.

Para o deputado Alessandro Molon (PT-RJ), o projeto de lei cassa, na prática, o direito de o consumidor saber se há ou não transgênicos. “É correto sonegar ao consumidor essa informação? Está certo tirar o direito de saber se tem ou não transgênicos?”, questionou.

Já o deputado Darcísio Perondi (PMDB-RS) defendeu a medida e lembrou que a Lei de Biossegurança (11.105/05), que regulamentou o uso de transgênicos, completou dez anos neste mês. “Disseram que os transgênicos poderiam causar câncer. Agora renovam a linguagem.”

O líder do PV, deputado Sarney Filho (MA), disse que o projeto é um retrocesso na legislação atual. “O texto mexe naquilo que está dando certo. O agronegócio está dando um tiro no pé. Por que retroagir?”, questionou. Segundo ele, o texto não acrescenta nada sobre a transgenia, só retira informações.

Já o deputado Domingos Sávio (PSDB-MG) lembrou que 90% da soja e do milho comercializados no Brasil têm organismos transgênicos em sua composição e, dessa forma, toda a cadeia produtiva desses produtos, como carne e leite. “O projeto é excelente, garantimos o direito do consumidor ser informado”, disse.

Opiniões divergentes

O deputado Ivan Valente (Psol-SP) afirmou que, enquanto outros países proíbem completamente o uso de alimentos transgênicos, no Brasil se busca “desobrigar a rotulagem dos transgênicos e excluir o símbolo de identificação”. Ivan Valente ressaltou que não existe consenso se os transgênicos fazem ou não mal à saúde.

Para o deputado Bohn Gass (PT-RS), era necessário manter o símbolo da transgenia nos produtos. “Qualquer mudança vai prejudicar o consumidor.”

O deputado Moroni Torgan (DEM-CE), no entanto, criticou a rotulagem diferente para a transgenia. “Por que a diferença entre corante, conservante, agrotóxico e transgênico na embalagem? Se é para colocar letra grande para transgênicos, por que estão usando dois pesos e duas medidas?”, questionou.

Na opinião do deputado Padre João (PT-MG), a proposta só beneficia as grandes multinacionais do setor agropecuário que vendem sementes transgênicas. “Não podemos ficar a serviço das grandes empresas, devemos ter respeito ao consumidor”, disse.

O deputado Delegado Edson Moreira (PTN-MG) respondeu ao deputado Padre João que a hóstia, usada no rito católico, também é feita com trigo transgênico.

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15/02/2011

EUA e o Tráfico

Filed under: Tio Sam — Gilmar Crestani @ 11:00 am
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Não foram apenas armas para a Argentina, como antes no caso conhecido como Irã-Contras, mas também veneno para assassinar opositores do muy amigo de Washington, Pinochet. Como se vê, o histórico dos EUA em infiltrações,tráfico de armas, interferência direta em outros países, apoio a ditadores e a manifestantes no Irã.

O histórico dos EUA nos faz crer que seus cidadãos, quando em nossos países, estão sempre sob suspeição de estarem a serviço de jogo sujo.

La familia Frei pide a EE UU que aclare si envió a Chile elementos para elaborar venenos

Reclama mayor colaboración con la investigación de la muerte del expresidente

MANUEL DÉLANO – Santiago – 10/02/2011

La familia del expresidente chileno Eduardo Frei Montalva, por cuya muerte en una clínica en 1981, presuntamente a manos de terceros un juez chileno ha procesado a seis personas, pidió mayor colaboración a Washington para determinar si las autoridades estadounidenses enviaron a Chile elementos químicos y biológicos para elaborar venenos, que pudieron haber sido usados en asesinatos políticos durante la dictadura del general Augusto Pinochet (1973-1990).

    Tras la publicación el martes por parte de EL PAÍS de un cable secreto filtrado por Wikileaks, en el que la Embajada de EE UU en Santiago planteaba en 2009 al Departamento de Estado su convicción de que la muerte del presidente Frei Montalva no será aclarada jamás, el caso se reactivó en Chile. El presidente, Sebastián Piñera, anunció la presentación de una querella criminal para que el caso no quede en la sombra, pero la familia Frei se mostró escéptica ante esta acción y la oposición acusó al Gobierno de aplicar un "doble estándar" en derechos humanos.

    La exsenadora Carmen Frei, hija de Frei Montalva, sostuvo que tienen antecedentes para "sospechar que Estados Unidos proporcionó elementos químicos y biológicos a la dictadura militar y con ellos se produjeron venenos para eliminar personas". El material químico y biológico, según el proceso, fue transportado en aviones de pasajeros a Chile, terminando en el laboratorio bacteriológico del Ejército, lo cual refuerza las sospechas de la familia del expresidente.

    Para el abogado de la familia Frei, Juan Pablo Hermosilla, es "vital" y "superimportante" que haya una colaboración más clara de Washington en torno a si hubo o no "suministro de material biológico de Estados Unidos a autoridades chilenas". Esta información puede estar en "organismos a cargo del desarrollo de estas partículas biológicas usadas en Defensa y actividades de control bacteriológico en Estados Unidos y eventualmente (en) servicios de inteligencia", agregó el abogado.

    La presión de la familia Frei apunta a que, con motivo de la visita que realizará a Chile en marzo próximo el presidente Barack Obama, Washington responda a las cuestiones planteadas en varias ocasiones, sin recibir respuesta, por el juez Alejandro Madrid, quien investiga el caso. Hasta ahora, la Casa Blanca no ha entregado "ninguna ayuda" y los anteriores Gobiernos de Estados Unidos han dicho que carecen de antecedentes, afirmó Carmen Frei. Ella cree que es el momento de que Obama refleje en este caso el cambio que ha habido en la política de derechos humanos de Washington, y añade que un apoyo del Gobierno de Piñera en este terreno sería más útil que declaraciones. "Si el Gobierno chileno actual tiene interés en conocer la verdad, en saber lo que pasó, es el momento de saber por qué Estados Unidos envió estos elementos", agregó.

    La oposición acusó ayer al Gobierno de utilizar políticamente sus anuncios de querellas en torno a las muertes de los expresidentes Salvador Allende (en La Moneda, mientras el palacio era atacado en 1973 por los militares golpistas) y Eduardo Frei. El presidente del Partido Socialista, Osvaldo Andrade, criticó que el Ejecutivo de derechas de Piñera tiene un "doble estándar tremendo" en temas de derechos humanos, pues al mismo tiempo que se interponen estas querellas se desmantelan los equipos de investigadores especializados que han logrado esclarecer buena parte de los crímenes de la dictadura. La Moneda salió al paso de las críticas a través del ministro del Interior, Rodrigo Hinzpeter, quien señaló que se presentó la querella para esclarecer el "homicidio terrible" de Frei. "Hay gente que ve la pequeñez y que ve intenciones que están absolutamente alejadas" de las del Gobierno.

    Entretanto, la defensa de varios de los médicos procesados por la muerte del expresidente Frei restó trascendencia a la presentación de la querella por parte del Ejecutivo. "Es como si lo hiciera (presentar la querella) un periodista, una persona que va por la calle", afirmó el abogado Luis Valentín Ferrada.

    La familia Frei pide a EE UU que aclare si envió a Chile elementos para elaborar venenos · ELPAÍS.com

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