Ficha Corrida

19/06/2014

tCU à moda Augusto Nardes

Filed under: Augusto Nardes,Copa 2014,Severino Cavalcante,TCU — Gilmar Crestani @ 10:28 am
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Augusto Nardes Severino CavalcanteÉ por isso que magarefe gaúcho que preside o tCU sai a público para criticar o governo e a Copa. Prefere fazer política partidária a trabalhar. Vai ter copa, só não vai ter Augusto Nardes trabalhando… É que ele vai curtir a Copa ao lado do seu memorável parceiro, Severino Cavalcanti, o breve…

TCU só vai avaliar atrasos em obras depois do evento

DE BRASÍLIA, para a FOLHA

O Tribunal de Contas da União fará sua avaliação sobre as ações de governo previstas para a Copa só 90 dias após o fim do evento.

Relatório do TCU aprovado nesta quarta (18), com dados de fevereiro, mostra que parte significativa estava atrasada ou não seria concluída até o Mundial.

O relatório já não considera algumas obras de mobilidade que saíram da lista da Copa e são feitas com recursos do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento).

14/06/2014

Reis dos camarotes

Filed under: Rei dos Camarotes,Vai ter Copa — Gilmar Crestani @ 8:45 am
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VaiasEmpresas alguma artistas para, em seus Camarotes do Itaquerão, vaiarem Dilma. Ser xingado pelos Reis dos Camarotes da Globo e quetais é sempre uma honra. O comportamento dos que foram ao jogo com o único intuito de xingarem demonstra que a violência nos estádios não tem nada a ver com instrução, mas com educação. Pessoas que não conseguem conviver com a divergência, que não sabem se comportar em público não deveriam aparecer em público. A inveja talvez seja o sentimento mais mesquinho do ser humano. Que de humano este ser Rei do Camarote global não tem nada…

MÔNICA BERGAMO

monica.bergamo@grupofolha.com.br

MARADONA DIZ QUE VAIA A DILMA É ‘ABSURDO’. E ACERTAPLACAR DO JOGO DO BRASIL

"É uma vergonha. Eu não vou assistir a mais nenhuma partida nos estádios. Eu vou ver no hotel, pela televisão", dizia Diego Maradona à equipe que o acompanhava no Itaquerão, anteontem, na abertura do Mundial.

A coluna acompanhou toda a partida ao lado do craque argentino. Maradona estava irritado porque não tinha conseguido achar o lugar reservado a ele na arena. Ficou perdido. Cercado por torcedores brasileiros, foi salvo do tumulto por Ana Palenga, da empresa Alufer, que construiu toda a estrutura metálica da cobertura do Itaquerão. Levado ao camarote em que ela estava, Maradona tentava se acalmar para ver o jogo.

"Brasil, claro!", responde ele sobre a seleção que contaria com sua torcida. E, contando nos dedos cada um dos gols que os brasileiros e os croatas fariam, deu o palpite certeiro: "Três a um".

A partida começa. Maradona, mãos nos joelhos e de óculos escuros, só tem olhos para o jogo. De repente… gol da Croácia! Ele se assusta. Fica em dúvida. "Gol?" Olha para o telão. Confirmado: 1 a 0 contra o Brasil. O craque fecha ainda mais a cara –ele não é exatamente um senhor simpatia, como notam todos os que estão no camarote.

"E, gente, ele é pé-frio. Vou ficar longe", observa um dos convidados da Alufer. "It’s time to go [é hora de ir embora]", diz outro. Por superstição, todos começam a se afastar do ex-jogador. As poltronas à esquerda dele ficam vazias.

O Brasil começa a atacar. Num quase gol, o argentino aplaude. Depois, com as mãos, faz o gesto de que a seleção está num vaivém, sem resultados. Mas logo Neymar coloca a bola na rede adversária. Maradona levanta, aplaude. Sem muita euforia.

E chega o intervalo.

"Eu não gostei do Brasil", diz Maradona. "Não gostei da defesa. O ataque está bom. A bola sempre passa pelo Neymar. E isso é bom."

Ele diz que as seleções, em regra, nunca vão bem nas primeiras partidas que disputam numa Copa. "É sempre muito difícil. O primeiro jogo é um choque grande na cabeça dos jogadores", afirma –ele disputou quatro mundiais.

Os anfitriões oferecem a Maradona cerveja, vinho branco, espumante. Ele recusa. Aceita só salgadinhos.

Maradona não entende direito as agressões dirigidas à presidente Dilma Rousseff. A coluna traduz os xingamentos para o espanhol. "Absurdo, absurdo!", diz ele. O argentino é simpatizante dos governos de esquerda da América Latina. Foi amigo de Hugo Chávez, ex-presidente da Venezuela. "Não há outro Chávez, assim como não há outro Fidel Castro [de Cuba] ou outro Lula", afirma.

A partida recomeça. O juiz marca o pênalti a favor do Brasil. Na hora, Maradona não notou que haveria dúvidas. E comemorou mais um gol do Brasil. Com discrição.

"Você não se emociona? Você não lembra de quando estava lá? Você era um ídolo para nós!", diz Luana Palenga. "Obrigado", agradece Maradona. Mais um gol. Mais uma comemoração discreta.

Faltam dez minutos para o fim da partida. Agora, sim, é hora de ir embora. Maradona se despede, cumprimentando cada um. Sai com o passo apressado para evitar o assédio dos fãs brasileiros.

XIXI NA VAN RUMO AO ITAQUERÃO

"Esse favelão é o estádio do Corinthians? Genteeeee… que favelão", diz Pedro Scooby, marido de Luana Piovani, um dos convidados da Sony para a partida de abertura da Copa no Itaquerão. "Vou esculhambar!".

Ele estava com amigos. "A Luana? Ela ficou em casa. Ela é contra a Copa. A Luana é black bloc", explicava.

Scooby estava na expectativa: vão vaiar a Dilma? O presidente do STF (Supremo Tribunal Federal) estaria no mesmo camarote que a presidente. "Ah, mas esse eu aplaudo. Deixa a Dilma virar que eu aplaudo."

A viagem do ponto de encontro da Sony, na zona norte, ao Itaquerão, na zona leste, numa van da empresa, demorou mais de uma hora. "Quanto tempo falta para um xixi?", perguntava o ator Thiago Lacerda. "Essa notícia é boa: VIPs colocam canarinho para fora!", dizia Scooby. O carro para. Metade dos convidados desce para ir ao banheiro de um bar. Lacerda é reconhecido. Simpático e solícito, faz selfies com as trabalhadoras do lugar.

18/03/2014

Guarulhos, governada pelo PT, foi a primeira vítima escolhida por Alckmin

Empresários de Guarulhos criticam corte de água

Indústrias da cidade da Grande São Paulo classificam redução feita pela Sabesp como injusta e dizem que medida pode afetar linha de produção

17 de março de 2014 | 21h 30

Fabio Leite – O Estado de S. Paulo

SÃO PAULO – Empresários de Guarulhos, primeira cidade da Grande São Paulo a sofrer racionamento oficial de água, classificaram como injusto o corte feito pelo Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) apenas para municípios abastecidos pelo Sistema Cantareira que compram água no atacado e disseram que a medida pode afetar a linha de produção das indústrias locais.

Veja também:
link Em queda, nível de água do Cantareira atinge 15% da capacidade
link ‘Capital não tem o direito de tirar água de outras bacias’

Costa compra água para lavar a louça e toma banho na casa da sogra, na zona norte da capital - JF DIORIO/ ESTADÃO

JF DIORIO/ ESTADÃO

Costa compra água para lavar a louça e toma banho na casa da sogra, na zona norte da capital

"É um absurdo racionar água apenas para uma cidade. Independente de ser do Cantareira ou não, o governo deveria adotar a medida para todos, de forma equitativa", afirmou Maurício Colin, o diretor do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Ciesp) na cidade. "O racionamento pode provocar a paralisação das linhas de produção de várias indústrias", disse o representante de 3 mil empresários de Guarulhos.

O município começou com o rodízio de um dia com água e um dia sem para cerca de 850 mil pessoas no último sábado, 15. O Serviço Autônomo de Água e Esgoto de Guarulhos (Saae) disse que o racionamento foi "imposto" pela Sabesp, que cortou em 15% o volume de água vendido à cidade. A companhia, por sua vez, informou que o corte foi determinado pela Agência Nacional de Águas (ANA) e pelo Departamento de Água e Energia Elétrica (DAEE).

Embora ontem tenha sido o primeiro dia útil de racionamento oficial na cidade, o presidente da Associação dos Empresários de Cumbica (Asec), Aarão Ruben de Oliveira, disse que muitas empresas do polo industrial na região do aeroporto já tinham começado a comprar água de caminhões-tanque por causa de frequentes cortes no abastecimento nas últimas semanas.

"Nós já vínhamos sofrendo constantemente com redução velada do fornecimento de água. Algumas empresas passaram a usar água de reúso, abriram poço, ou compraram dos caminhões-tanque. Agora, vamos ver como ficará com esse corte efetivo, que consideramos injusto porque os impostos que geramos aqui vai para todo o Estado", disse Oliveira.

Rodízio. Quem não tem condições de comprar água do caminhão se vira como pode. É o caso do aposentado Roberto Ferreira, de 74 anos, que passou a fazer "rodízio de banheiro" em casa para evitar que as caixas d’água sequem. "Tenho três caixas de 500 litros. Uma fica só para tomar banho no banheiro do quarto. A outra a gente deixa para as fazer as necessidades no banheiro de baixo. E a terceira é a da cozinha", disse Ferreira, que mora na Vila São Jorge.

Já o vendedor autônomo Willians Rodrigues Costa, de 34 anos, tem sido obrigado a tomar banho na casa da sogra, na Vila Nova Cachoeirinha, zona norte da capital, desde sexta-feira porque não tem água suficiente na sua rua, na Vila Mena. "Aqui sempre foi um problema para chegar água. Agora, então, não vem mesmo."

Com as torneiras secas, Costa chega a usar água comprada em galões de 20 litros para consumo próprio para lavar a louça. "Já não lavamos mais o quintal e uso água da chuva para limpar o xixi do cachorro. E mesmo sem água a conta continua vindo alta", afirmou o autônomo.

Segundo a Saae, a Sabesp reduziu a oferta de água para a cidade em 390 litros por segundo, do total de 2,5 mil litros por segundo comprados. A empresa informou ainda que além dos 850 mil moradores que são atendidos com água do Cantareira, outros 210 mil moradores de seis bairros já convivem com problema de desabastecimento desde o início de fevereiro por causa da redução do volume de água fornecido pela Sabesp pelo reservatório de Vila Industrial, em Itaquaquecetuba, pertencente ao Sistema Alto Tietê.

Ao todo, o Saae compra por atacado da Sabesp cerca de 87% da água que distribui aos 1,2 milhão de moradores; o Cantareira é responsável por 62% e o Alto Tietê por 25%. Os 13% restantes equivalem à produção própria do município.

27/01/2014

Caem as máscaras das aves de arribação

Filed under: BlackBosta,PSOL,PSTU — Gilmar Crestani @ 8:04 am
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Quem sabe o que fazer, e tem convicções, não esconde a cara.

Já quem é financiado e manipulado, não tem nenhum compromisso com a democracia. Prefere seguir ordens como capacho.

Dilma, na Ditadura, deu a cara para bater. De rosto limpo e sereno encorou a farda. Os militares, que de jurado não tem nada, sim, preferiram esconder a cara.

Hoje, os heróis de academia, se livram pela violência e depredação, da catarse das próprias frustrações. Usam máscara para destruir o que não têm competência para construírem. A depredação virou marca registrada destes grupelhos. Sem saberem, já que a inteligência não é o forte de seus militantes, seguem a cartilha do golpismo, tão ao gosto do DEM.

Há sinais básicos para posicionar as pessoas no espectro ideológico. Se estão abraçados ao DEM, se comungam das idéias da Rede Globo/RBS, tradicionais golpistas e ferrenhos defensores da… ditadura.

Essas manadas usam as mesmas táticas do Chile pré Allende, que vem a ser a mesma em qualquer parte onde a CIA encontra massa de manobra.

Acredito que se possa ser contra a Copa, mas onde estão os argumentos?! 

bandeira manifestanteNão é coincidência que o volume dos mascarados incha com a presença de militantes do PSTU/PSOL?! Desde que Luíza Helena se aliou a Luiz Estevão e a Antonio Carlos Magalhães contra Lula, perdi qualquer respeito pelos vassalos do PFL, agora DEM.

Enquanto o DEM definha porque seus próceres estão indo todos presos ou afastados por corrupção, seus militantes migram, com os métodos, para partidos sem compromisso com a realidade. PSOL & PSTU incharam com a migração do DEM. Não por acaso, essa afinidade toda. Pegue um texto do PSOL/PSTU e compare com o que escreve Percival Puggina na Zero Hora. De onde vem tamanha afinidade ideológica?! A única diferença é que PSOL e PSTU “acham” que o PT Lula e Dilma comem criancinha; Puggina tem “certeza”…. No tom, no olhar e nos dentes cerrados, são farinha do mesmo saco.

copa sim 2014Querem tratar o futebol como se fosse o circo romano. Acontece que seu comportamento, neste circo romano, está mais para leão que devora cristão do que para  manifestantes com algum tipo de ideia que sobreviva ao contêiner de lixo queimado. Os piromaníacos poderiam, pelo menos, ter importado da Índia uma forma de protesto que extrapolou os limites geográficos, a auto imolação em fogo…

Na ditadura, Dilma enfrentou seus algozes de cara limpa. Na democracia, o PSTU e o PSOL são anonymous, que não tem nenhum compromisso com a verdade e com a transparência, usam máscaras. São aves de arribação que migram para locais onde a CIA/NSA tem interesse em desestabilizar política e economicamente.  São felizes em pelos quinze minutos de fama como bucha de canhão de interesses maiores que sua capacidade consegue apreender.

Aliás, depois das máscaras, os contêineres de lixo queimados é, provavelmente, o símbolo maior destes anencefálicos.

Lamento informar, independentemente da quantidade de lixeiras queimadas, vai ter Copa!

Protesto contra Copa revolta população em São Paulo | Blog da Cidadania

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