Ficha Corrida

11/04/2014

Eduardo Campos estrela: “Eu, roubô”

Filed under: Eduardo Campos,Fraude,Robocop Gay — Gilmar Crestani @ 8:35 pm
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Eu amo Dudu, eu sou um robô… Como ser “popular” na rede fraudando o Twitter

9 de abril de 2014 | 21:55 Autor: Fernando Brito

dudurobo

O site Muda Mais publicou um interessante levantamento.

Vídeos do ex-governador Eduardo Campos foram promovidos no Twitter por um exército de 5 mil robôs, isto é, perfis falsos, sem sequer um seguidor.

euroboCerca de 2 mil destes perfis foram usados também para atacar Lula e a Copa.

Fui a alguns deles e conferi:  quase todos os que vi jamais postaram qualquer coisa que não fosse retuitar Eduardo Campos e Marina Silva.

Na reprodução de um deles, você vê a contradição: quase 6 mil pessoas retuitaram, mas apenas sete “curtiram”.

Que exemplo de ética e de “nova política”, vocês não acham?

O Muda Mais recolheu a lista de todos os perfis falsos.

Seria interessante cruzar a lista com os 23 mil robôs que, segundo o Estadão, foram usados para pressionar o Supremo Tribunal Federal a negar os embargos infringentes no julgamento do chamado “mensalão”.

Fez o trabalho que o Ministério Público Eleitoral deveria fazer, para ver como se está despejando dinheiro nas redes sociais para promover candidaturas, comprando listas de perfis.

Está prontinho, se Suas Excelências querem mesmo moralizar o processo eleitoral, apurando quem usa o dinheiro para influenciar a rede.

Mas parece que a Justiça Eleitoral está mais preocupada em gastar milhões com a identificação biométrica dos eleitores, para evitar uma malandragem de que quase não se tem notícia e que, se acontecer, vai fraudar meia dúzia de votos, que talvez não dê para eleger um vereador em Santana do Altos e Baixos das Mercês.

17/06/2013

Samba do crioulo doido

Filed under: FHC,Movimento Passe Livre,Veja — Gilmar Crestani @ 11:54 pm
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Veja chama manifestantes de baderneiros e tem seu perfil esclarecido: fascista! Alckmin segue orientação da Veja e manda seus Tonton Macoute bater nos “baderneiros e vândalos”. O Comandante da PM tenta orientar manifestantes contra o Governo Federal. E FHC, doidão, sai do armário fumando um baseado e falando dos graves erros de seu governo, quando foi o Alckmin da vez.

Hackers invadem perfil da revista Veja no Twitter

Enviado por luisnassif, seg, 17/06/2013 – 19:00

Do Terra

Perfil da Veja no Twitter é invadido e revista é chamada de fascista

O perfil da revista Veja foi invadido no início da tarde desta segunda-feira Foto: Reprodução

O perfil da revista Veja foi invadido no início da tarde desta segunda-feira Foto: Reprodução

O perfil da revista Veja no Twitter foi invadido por hackers no início da tarde desta segunda-feira, por volta das 12h50. O responsável pelo ato, que se identificou como @AnonManifest!, utilizou a conta do veículo para publicar a seguinte mensagem: "’Jornalismo fascista nós não precisamos de vocês.’ A #LUTA CONTINUA #Brasil #OGiganteAcordou #Brasil #rEvolução", em alusão aos protestos contra o aumento das tarifas no transporte público que têm ocorrido em diversas cidades pelo País.

O perfil faz parte do famoso grupo global de hackers denominado Anonymous.

Até as 13h10 a conta seguia sob o controle do invasor e já exibia três novos tuítes: "Aos mais velhos: Desliguem suas TVs, deixem o telejornal fascista de lado e venham para as ruas hoje" e "Nem a polícia e nem Mídia irão nos calar! #Brasil", foram dois deles.

Logo em seguida o hacker deixou uma mensagem de aviso a outros veículos de comunicação. "Outros vários perfis estão sendo tomados por mim neste momente e estará a dispor, p serem usados como divulgação de videos fotos…(sic)".

A revista Veja é seguida por mais de 2,5 milhões de perfis da rede social.

FHC: justificar repressão contra manifestantes "é inútil"

Enviado por luisnassif, seg, 17/06/2013 – 21:00

Nem parece que em 1995 este pilantra mandou tropas do exercito ocupar diversas refinarias da Petrobras . Eu participei daquela histórica mobilização lá na REDUC  .

Da Folha

FHC diz que chamar manifestantes de baderneiros ‘é grave erro’

DE SÃO PAULO

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) divulgou texto em uma rede social em que diz que desqualificar os protestos "como ação de baderneiros é grave erro".

A declaração se contrapõe a afirmações do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), que usou o termo ao se referir aos manifestantes envolvidos em atos de depredação durante o primeiro protesto da semana passada contra o reajuste das passagens do transporte público em São Paulo.

Para FHC, governantes e lideranças "precisam atuar entendendo o porquê desses acontecimentos nas ruas".

Veja a íntegra da nota divulgada em seu perfil no Facebook, ilustrada com uma fotografia da manifestação das Diretas Já na praça da Sé, em São Paulo, em janeiro de 1984:

"Os governantes e as lideranças do país precisam atuar entendendo o porquê desses acontecimentos nas ruas. Desqualificá-los como ação de baderneiros é grave erro. Dizer que são violentos nada resolve. Justificar a repressão é inútil: não encontra apoio no sentimento da sociedade. As razões se encontram na carestia, na má qualidade dos serviços públicos, na corrupção, no desencanto da juventude frente ao futuro".

03/04/2011

Twitter, logo desisto!

Filed under: Cultura — Gilmar Crestani @ 12:13 pm
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La filosofía del "pienso, luego ‘tuiteo"

Twitter y otras herramientas de Internet insuflan nuevos aires al aforismo – Las editoriales llevan títulos de pensamiento breve a la mesa de novedades

ANTONIO FRAGUAS – Madrid – 03/04/2011

TWITTER"He construido castillos en el aire tan hermosos que me conformo con sus ruinas", escribió Jules Renard en 1890. Una frase de apenas 80 caracteres que cabría de maravilla en un mensaje de la red social Twitter. El límite de 140 matrices que fija este popular servicio de mensajería pública e instantánea en Internet, en el que cada día se vuelcan 65 millones de textos (tuits, en la jerga), ha insuflado nueva vida a un género filosófico y literario de larga tradición, el aforismo, y también a otras formas de pensamiento breve.

"La escritura concentrada ha de leerse lentamente", afirma Neuman

Montaigne es un precursor de los ‘blogueros’, según Anthony Gottlieb

Si, como sostiene Nicholas Carr en su obra Superficiales (Taurus), Internet causa que la "lectura profunda" se convierta en un esfuerzo, los aforismos parecen la vía ideal para alcanzar honduras filosóficas sin quemarse las pestañas.

Un síntoma de este renacer: Samuel Johnson murió en 1784 pero tiene más de 30.000 seguidores en esa red social (twitter.com/drsamueljohnson). El interés que suscitan sus tuits ha llevado a que se reedite en Reino Unido un libro con sus máximas.

"Este fenómeno contribuye a despejar el malentendido de que hay que elegir entre las tradiciones del pasado o los formatos del presente. Es una señal más de que las nuevas tecnologías no solo son un instrumento de amnesia. Es dignísimo que aforismos clásicos se cuelguen en Twitter", afirma Andrés Neuman, novelista, autor del volumen de aforismos El equilibrista (Acantilado) y dueño del blog Microrréplicas (http://andresneuman.blogspot.com), donde publica razonamientos breves.

Anthony Gottlieb, historiador de las ideas, escribía hace poco en The New York Times sobre la figura del filósofo Michel de Montaigne como precursor de los blogueros que exhiben sus ejercicios de introspección en forma de ciberdiarios. También Twitter y Facebook funcionan como una plaza donde los usuarios trabajan su identidad escribiendo en primera persona, como el pensador bordelés del siglo XVII.

Otro síntoma: las Novelas de tres líneas del anarquista francés Félix Fénéon (Ed. Impedimenta). Sus microrrelatos verídicos, subidos a Twitter por la New York Review Books, llevan ya más de 1.400 seguidores (twitter.com/novelsin3lines). "Fénéon es un visionario de la velocidad de difusión de la noticia y el carácter sintético de Twitter", apunta Antonio Jiménez Morato, usuario de esta red social, introductor de la edición española de esta obra, y autor de cuentos. Jiménez Morato es escéptico sobre el papel de Twitter: "El aforismo requiere reflexión y síntesis. La razón fundamental del triunfo de los tuits es la rapidez y la inmediatez, tanto de redacción como de contenido, y no sé yo si eso coincide con un buen aforismo".

Musicólogo, poeta y filósofo, Ramón Andrés acaba de publicar el florilegio Los extremos (Lumen) y, pese a que no frecuenta las redes sociales -"he optado por un mundo más lento"-, las ve como una oportunidad: "El pensamiento breve (en el espacio) no tiene porqué ser limitado. Cuántos aforismos buenísimos tienen menos de 140 caracteres… que se lo digan a los maestros orientales".

El escritor mexicano Juan Villoro, traductor de Georg Lichtenberg -uno de los mayores aforistas de la historia- lleva menos de 15 días utilizando Twitter (twitter.com/juanvilloro56), donde por vez primera ofrece sus propios aforismos. En ese corto período ha logrado más de 11.000 seguidores. Otro síntoma del interés del público por lo breve pero intenso. "Tradicionalmente ha sido un género que se presenta con cierta soberbia: el autor de aforismos quiere ofrecer una verdad cerrada en forma de apotegma. Twitter nos permite evitar esa solemnidad y ensayar o ensayarnos", afirma.

Atalanta, editorial de Jacobo Siruela, explora el género estos últimos años. En 2007 lanzó El arte de conversar, de Oscar Wilde y, en 2009, Escolios para un texto implícito, del colombiano Nicolás Gómez Dávila, comparado por los expertos con monstruos del aforismo como Emil Cioran y Elias Canetti. "Para Gómez Dávila el aforismo es el único medio de no falsificar el pensamiento, pues cualquier desarrollo implica la falsa presunción de que el discurso contiene la totalidad de lo que se quiere o se puede decir. El aforismo representa la expresión del pensamiento honrado. Consciente de que vivimos en lo fragmentario, nuestro tiempo coloca al pensamiento de lo breve en el lugar de honor que le corresponde", afirma Siruela.

El editor José Luis Gallero lleva dos décadas construyendo una historia del pensamiento fragmentario. Gallero constata desde hace 10 años (justo cuando eclosionó Internet) un interés creciente por parte del público y apunta las causas: "Hay un renacimiento, porque el aforismo es un hibrido de filosofía, poesía y pensamiento moral. Eso permite al lector acceder por diferentes ángulos: algo valioso para orientarse en estos tiempos oscuros y acelerados". Ramón Andrés coincide con Gallero: "En este mundo de velocidad, en que pocas personas se detienen a leer una obra extensa, es donde un aforismo sirve como destilación de muchas cosas". El matiz a estas razones lo sugiere Andrés Neuman: "Las microformas obligan a detenerse al lector que va con prisa. Un texto breve ha de leerse lentamente. Los microrrelatos y los aforismos son géneros lentos".

A Neuman le fascina el hecho de que, al eliminar los intermediarios, las redes sociales permitan que autores nuevos se abran paso y se afirmen sin padrinos. Es el caso, entre otros, de Korochi (twitter.com/korochi), tras cuyo mote se esconde el argentino Lucas Worcel. Ronda los 7.000 seguidores gracias a sus retruécanos y sus juegos de palabras: "Al principio me decían que escribía cosas parecidas a las greguerías de Ramón Gómez de la Serna". Está por ver cuántos seguidores lograría De la Serna si alguien creara su perfil en Twitter…

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