Ficha Corrida

04/09/2016

Culpa in eligendo

Filed under: Complexo de Vira-Lata,Cucarachas,EUA,Quinta Coluna,Tio Sam,Vira-latas — Gilmar Crestani @ 11:22 am
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bandeira 4Vou concorda com as exigências da política imigratória dos EUA. Eles estão no chiqueiro deles. É por isso que lá prendem José Maria Marin, que no Brasil é, como Ricardo Teixeira, rei, teúdos e manteúdos da Rede Globo.

Vou discordar das acusações contra os agentes ianques porque nossos “cucarachas” que teimam em ir pros EUA merecem exatamente isso.

Quem não se respeita não vai ser respeitado. Quem não se valoriza, não será valorizado. Primeiro porque eu já mais pisaria nos EUA. Há anos tentam me levar pra lá. Prefiro a Croácia. Mil vezes a Grécia e, por que não, a Itália.

A escolha de ir aos EUA tem enquadramento legal perfeito: culpa in eligendo… É a Meca da cultura vira-lata

O que falta na relação Brasil x EUA é reciprocidade, dar ianques que aportam por aqui o mesmo tratamento recebido lá. A culpa é destes governos de quinta coluna, de República das Bananas, destes que se curvam para tirar os sapatos para entrar nos EUA.

Ao se colocarem como capachos, indo beijar a mão do Tio Sam, nossos golpistas dão razão ao modus operandi ianque.

Há um ditado muito apropriado para o caso: em Roma, como os romanos. Quando nos EUA, comporte-se como os norte-americanos. Se quiser se comportar como brasileiros, vá pra Roma…

As adolescentes brasileiras detidas nos EUA, por André Araújo

Andre Araujo – sab, 03/09/2016 – 13:01 -Atualizado em 03/09/2016 – 13:01

As adolescentes brasileiras detidas nos EUA

por André Araújo

Dois casos em um mês. Não dão explicações, o que seria o minímo para um Pais como o Brasil que é o 5º em envio de turistas para os EUA. Algumas lições tem que ser tiradas desses dois lamentáveis casos.

1. A Polícia Federal brasileira, que é a nossa polícia de imigração, deve IMPEDIR a viagem de menores de idade aos EUA, MESMO COM AUTORIZAÇÃO DOS PAIS. Os EUA simplesmente não reconhecem essa autorização. A punição é desproporcional, absurda, feroz e traumática para os ou as menores.

Detém a menor, em local de onde não pode sair, portanto é PRISÃO, sem prazo. Para soltar a menor a famílea precisa ir aos EUA,contratar advogado, ir a um juiz. É um pesadelo. As famílias recorrem à diplomacia brasileira nos EUA, o que pouco adianta, há seculos diplomatas brasileiros DETESTAM se movimentar para atender brasileiros no exterior.

Portanto em nome do País e da lógica, a Polícia Federal tem que simplesmente não deixar embarcar menor desacompanhado para os EUA, é muito risco, a Imigração americana está no Homeland Security, um Ministério de brucutus paranóicos, nem o State Department mexe com eles, são considerados brutamontes grosseiros.

2.A Polícia Federal brasileira tem que fazer uma cartilha para brasileiros que viajam aos EUA, alertando sobre as maluqices, idiossincrasias, paranóias, implicâncias dessa gente mal educada e pouco civilizada, cismam com bobagens como  tirar foto no recinto deles, não pode dar risadinha, fazer piada, gracinha, falar alto, olhar direto, fazer sinais, tocar neles (ai está ferrado), no guichê vai um de cada vez, não podem ir duas amiguinhas, não fazer pergunta aos guardas, não se mostrar confuso ou atrapalhado, ter o endereço de destino em mãos sem hesitar, ESPECIALMENTE ser claríssimo, repito CLARÍSSIMO e sem hesitação do que vai fazer nos EUA, ou é turismo, ou é estudar, ou é visitar parente ou é fazer negócios, não fale que vai fazer uma coisa e se der tempo também vou fazer outra, se não falar inglês é melhor nem ir aos EUA, vai ao Pantanal, a Itacaré, a Troncoso, Itaipava, Caxambu ou Cartagena.

Nessa cartilha da Polícia Federal uma página para o "dress code" de viagem, ajuda muito e pode evitar problemas na imigração. Viajar de roupa composta, não precisa ser de grife mas roupa em ordem, sapato e não chinelo, calça social e não bermuda, um blazer ajuda muito e é bom para guardar documentos, pochete nunca, mochila parece terrorista com bomba, pasta ou maleta de couro e não de pano encardido, tudo isso ajuda a passar na imigração.

Nas academias de polícia nos EUA há curso completo de "profiling" ou seja, como achar suspeito pelo visual, sujeito chumbrega, encardido e cara de doidão aumenta o risco de checagem maior e aí acham pelo em ovo, se for de terno e gravata ai então passa batido. Ja vi sessentão embarcar para Washington em novembro de bermuda, havaiana e camiseta de padeiro e não levava casaco, desceu assim mesmo, a falta de noção é marca registrada de turista brasileiro, especialmente os de primeira viagem tipo "nova classe media".

Outra dica, se não são viajantes experientes EVITEM destinos de aeroportos secundários, a imigração é mais complicada e implicante, uma das mocinhas desceu em Detroit para ir a Miami, não tem cabimento, Miami, Nova York e Washington estão mais acostumados a latinos, Dallas, Houston, Chicago e Atlanta não recomendo, eu só uso Dallas mas estou acostumado, se vai na primeira vez por um aeroporto, procure ir nas demais vezes pelo mesmo.

3.No mundo há muitos lugares lindos, EUA tem que ser a última opção para quem não é traquejado em viagens internacionais. É um País de muitas regras e horários, jantam e dormem cedo, exigem pontualidade, são chatos e exigentes, cruz credo, só se vai em caso de necessidade.

4.O Itamaraty deve pegar mais pesado nesses dois casos, duas mocinhas brasileiras foram destratadas e humilhadas, não pode passar batido, ao que eu saiba, NÃO HOUVE UM NOTA DE PROTESTO, o que caberia principalmente pela desproporcionalidade da pena e pela imperdoável falta de explicações do motivo da detenção. Se não quer deixar entrar, é um direito do Pais receptor, então DEPORTA no primeiro voo, não pode é prender sem dizer porque.

As adolescentes brasileiras detidas nos EUA, por André Araújo | GGN

02/03/2011

Não existe almoço grátis

Filed under: Tio Sam — Gilmar Crestani @ 10:01 am
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Quanta diferença quando os diplomatas brasileiros tinham de tirar o sapato para entrar nos EUA. Eram os tempos do prof. Cardoso, quanto tudo aparecia cor de rosa na mídia, inclusive a Pasta Rosa. Quando alguém não se respeita, os outros se sentem à vontade para não respeitar. Exigir respeito, como fez Lula, deu nisso. Agora, ao invés de tirar sapatos, os brasileiros sequer precisarão tirar visto. Mas isso só é vantagem para quem curte férias em Miami, uma espécie de “25 de março” com sotaque espanhol. Com a franca e crescente decadência, quem ainda vê nos EUA algo que valha a pena? Já quem curte tirar férias em locais mais aprazíveis, comoJericoacoara, a liberalidade americana sai pela culatra. Se estão oferecendo o “direito de ir e vir”, é porque querem o mesmo. Eles naõ dão  ponto sem nó.

Agora que desatamos o nó (górdio) que nos prendia ao atraso, mandando Serra & Chevron procurar petróleo em Marte, lá vem eles com chalalá. Sei, não. Para mim todo brasileiro que quisesse viajar aos EUA, além das exigências deles de visto, prova de emprego e contracheque, também deveriam passar por um teste de QI. Ou psicotécnico, como se dizia no meu tempo…

 

02/03/2011 – 07h41

Entidade pede a Obama fim de visto para Brasil

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SILVIO CIOFFI
EDITOR DE TURISMO

O fim da obrigatoriedade de visto para brasileiros que viajam aos Estados Unidos está em pauta. Em visita ao Brasil, entre os dias 19 e 20, o presidente Barack Obama pode anunciar tal dispensa, que beneficiaria também os norte-americanos.

Em geral, se a rejeição de vistos recua a níveis inferiores a 5%, o país emissor de turistas para os Estados Unidos entra no Visa Waiver Program, programa que dispensa a necessidade de carimbo no passaporte.

De acordo com números divulgados pela U.S. Travel Association no evento Pow Wow, em maio de 2010, a rejeição de vistos para brasileiros já estava em patamares compatíveis com a dispensa.

E a questão é, antes de tudo, econômica: turistas provenientes do Brasil (890 mil em 2009) gastaram US$ 4,4 bilhões nos EUA. No mesmo período, 13 milhões de mexicanos foram aos país e gastaram um total estimado em US$ 8 bilhões.

Em 2009, ainda segundo dados da U.S. Travel Association, que reúne a indústria do turismo norte-americana, os EUA receberam 54,9 milhões de visitantes estrangeiros.

A lista dos 20 maiores mercados de 2009, incluindo os fronteiriços México e Canadá, colocou o Brasil em 7º lugar. Novos números mostram que, em 2010, 1,2 milhão de brasileiros foi aos EUA (aumento de 35% em relação a 2009).

O que chama a atenção não é o número absoluto de brasileiros nos EUA, mas, sim, o montante dos gastos e o crescimento.

RECIPROCIDADE

Para Luiz de Moura Jr., vice-presidente internacional da U.S. Travel Association, o crescimento do número de turistas brasileiros nos EUA poderia até dobrar se o visto viesse a ser abolido.

Diante da divulgação dos números no Pow Wow, ele disse à Folha que "o caminho deve ser o do entendimento" e que, "graças à reciprocidade, norte-americanos, que enfrentam dificuldades semelhantes para obter visto de entrada no Brasil, seriam beneficiados".

Moura Jr. divulgou ontem estimativa para 2011, que projeta 17% mais turistas brasileiros nos Estados Unidos (totalizando 1,4 milhão de viajantes).

Os EUA viveram queda de visitantes no período 2008/ 2009. No geral, as cidades norte-americanas mais usadas como portas de entrada foram Nova York, Miami, Los Angeles, Newark (ao lado de Nova York) e Honolulu.

Entre brasileiros, em 2009, as cidades mais visitadas foram Miami, Orlando e Nova York.

Folha.com – Mercado – Entidade pede a Obama fim de visto para Brasil – 02/03/2011

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