Ficha Corrida

11/11/2014

Cuba não deu ao EUA o gosto de seu funeral

Filed under: CIA,Cuba,Embargo Econômico,EUA,Golpismo,Lei Helms-Burton,Sabotagem,The New York Times — Gilmar Crestani @ 10:29 pm
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A grandeza de Cuba está em aguentar um embargo, por tanto tempo, que nenhum país suportaria, incluindo o próprio EUA, por tempo infinitamente menor.

cuba-embargoDa vez primeira em que me assassinaram,
Perdi um jeito de sorrir que eu tinha.
Depois, a cada vez que me mataram,
Foram levando qualquer coisa minha.
Hoje, dos meu cadáveres eu sou
O mais desnudo, o que não tem mais nada.
Arde um toco de Vela amarelada,
Como único bem que me ficou.
Vinde! Corvos, chacais, ladrões de estrada!
Pois dessa mão avaramente adunca
Não haverão de arrancar a luz sagrada!
Aves da noite! Asas do horror! Voejai!
Que a luz trêmula e triste como um ai,
A luz de um morto não se apaga nunca!

Mario Quintana

A crítica do The New York Times ao golpismo dos EUA contra Cuba

Pela quinta vez em menos de um mês, o jornal estadunidense The New York Times publicou neste domingo (9) um editorial sobre Cuba, desta vez criticando as tentativas dos Estados Unidos planejadas para provocar a derrubada do governo cubano.
Sob o título “Em Cuba, desventuras ao tentar derrocar um regime”, o jornal faz uma retrospectiva, desde a aprovação da Lei Helms-Burton, em 1996, dos inúmeros planos forjados em Washington contra a Ilha revolucionária. Entre outras coisas, o jornal destaca que estes projetos só serviram como fundamento para que o governo estadunidense gastasse US$ 264 milhões durante os últimos 18 anos, no intento de estimular supostas reformas “democráticas” no país.
O editorial do influente jornal nova-iorquino é um inevitável sinal dos tempos. No dia 28 de outubro, 188 países manifestaram-se, pelo 23º ano consecutivo, a favor da resolução contra o bloqueio, apresentada por Cuba na Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU). Apenas os imperialistas estadunidenses e os sionistas israelenses votaram contra e três outros países – Ilhas Marshall, Micronesia e Palau – se abstiveram. Repetidamente, o mundo se pronuncia com a maior clareza pelo fim da odiosa medida que prejudica o desenvolvimento do país e afronta as normas de convivência democrática entre as nações.
Os Estados Unidos estão cada vez mais isolados nesta questão, sustentando uma posição retrógrada e anacrônica, rechaçada não só no âmbito da Assembleia Geral da ONU, mas também nos grupos regionais da organização mundial, como o G-77+China, que reúne os países em desenvolvimento, o Caricom, que representa a comunidade caribenha, o Movimento dos Países não Alinhados, a União Africana e a Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos (Celac), onde é amplo o consenso contra o bloqueio dos Estados Unidos a Cuba.
O jornal aconselha o governo estadunidense a promover a “aproximação diplomática”, ao invés de lançar mão de “métodos artificiosos”, se quer exercer alguma influência em Cuba para que esta se torne uma “sociedade mais aberta”.
Aqui o importante a reter não são as concepções e os fins que o diário nova-iorquino, em nome de importantes setores da sociedade estadunidense, pretende quando se refere a influir em Cuba e nas mudanças que a Ilha está promovendo, mas o insofismável fato de que o bloqueio sofre contestações cada vez mais amplas no interior dos Estados Unidos. Não são poucos os segmentos empresariais que nutrem a expectativa de fazer rentáveis negócios em Cuba. Também sob esse ponto de vista, a posição do Departamento de Estado, de setores do Congresso e da Casa Branca é obsoleta.
Do ponto de vista dos direitos humanos e do direito internacional, para além do anacronismo, é uma política reveladora da crueldade do imperialismo. O chanceler Bruno Rodríguez, em sua alocução na ONU fundamentando a necessidade de pôr fim ao bloqueio, demonstrou que este afeta os setores mais vulneráveis da sociedade, a começar pelas mulheres, as crianças e os idosos. Internacionalmente, a posição estadunidense é insustentável, porquanto é uma manifestação de intolerância e agressividade em face de uma nação que tem o direito à autodeterminação e a viver em pé de igualdade com as demais.
Com o editorial crítico às aventuras golpistas dos Estados Unidos contra Cuba, o The New York Times demonstra que a política estadunidense de bloqueio e sanções está em flagrante contraste com a luta de muitos governos e povos pela cooperação internacional.
O cenário é hoje mais favorável para demandar o fim do bloqueio.

A crítica do The New York Times ao golpismo dos EUA contra Cuba – Portal Vermelho

27/08/2014

EUA: cultura da violência e morte só exporta violência e morte

Filed under: Isto é EUA!,Terrorismo de Estado,Violência — Gilmar Crestani @ 9:13 am
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Una niña mata accidentalmente a su instructor de tiro en Arizona con una Uzi

El accidente se produjo en el campo de tiro de la hamburguesería Bullets and Burgers

Los padres de la menor grababan las clases de su hija con el móvil

El País Madrid 27 AGO 2014 – 10:59 CEST175

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Sheriff del condado de Mohave

Una niña de nueve años ha matado por accidente a su instructor de tiro, mientras este le explicaba cómo utilizar un arma automática, en Arizona (Estados Unidos). Tras el primer disparo en la zona de tiro, la menor perdió el control de la Uzi, un popular modelo de subfusil de fabricación israelí, y una de las balas alcanzó la cabeza de Charles Vacca, de 39 años, hiriéndolo de muerte.

Según informó el condado de Mohave en una nota de prensa, los hechos se registraron poco antes de las 10.00 del domingo (hora local), en un campo de tiro al aire libre situado a las afueras de la localidad de White Hills, en Arizona. Tras recibir el impacto, Vacca fue trasladado en helicóptero hasta un centro médico en Las Vegas, Nevada, donde los facultativos pudieron mantenerlo con vida hasta las últimas horas de la tarde, cuando falleció. Era padre, veterano de guerra y originario de Lake Havasu City.

La niña se encontraba con sus padres en el campo de tiro –que también funciona como hamburguesería y es un reclamo turístico a la hora de visitar Las Vegas– en el momento en que sucedió el accidente, en un estado donde es común que los niños aprendan cómo utilizar armas de fuego a edades tan precoces como los nueve años. Los padres grababan un vídeo durante las lecciones de su hija, por lo que la policía pudo ver los detalles de la tragedia, que quedó registrada en uno de sus móviles.

En la grabación se ve cómo Vacca le enseña a la menor a coger el arma con las dos manos y a dirigirla hacia el blanco, ubicado a unos metros. Tras ello, el instructor le indica a la niña que dispare, a lo que ella obedece y él la felicita. Son sus últimas palabras. Es en el segundo tiro cuando algo sale mal; la menor pierde el agarre que tenía con ambas manos y el arma se gira hacia la izquierda, disparándose justo a la cabeza del instructor.

El gerente del campo de tiro Bullets and Burgers, Sam Scarmardo, que recuerda a Vacca como un tipo "concienzudo y muy profesional", ha explicado a la cadena estadounidense NBC que la edad mínima para practicar en la mayoría de los campos de tiro es de ocho años, siempre que se haga bajo la supervisión de los padres.

Una niña mata accidentalmente a su instructor de tiro en Arizona con una Uzi | Internacional | EL PAÍS

17/07/2014

Liberdade de imprensa made in USA

Filed under: Liberdade de Expressão,Liberdade made in USA! — Gilmar Crestani @ 9:06 am
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Tio Sam DemocrataJustiça bolivariana ameaça liberdade de imprensa no terra do terrorismo de Estado. Só rindo KKKK!

Ex-editora do ‘NYT’ vê ameaça à imprensa

Jill Abramson critica Justiça por obrigar colega a depor no julgamento de possível fonte

ISABEL FLECKDE NOVA YORK

É "preocupante" a situação da liberdade de imprensa nos Estados Unidos. O diagnóstico é da ex-editora-executiva do "New York Times" Jill Abramson, que considera a decisão da Justiça americana que obriga um ex-colega a depor no julgamento de uma possível fonte um "golpe no coração da democracia" do país.

A jornalista, que esteve à frente do "NYT" entre setembro de 2011 e maio passado –quando foi demitida por divergências sobre seu "modo de gestão"–, destaca a quantidade de processos movidos contra delatores nesta administração, o dobro de todos os outros governos até 1917, quando foi criada a Lei de Espionagem, somados.

"É surpreendente que o governo Obama tenha sido tão agressivo em buscar esses processos contra delatores, que são as fontes de reportagens que considero importantes e de interesse público", disse Abramson a um grupo reunido em Nova York pela organização The Common Good na terça (15).

A jornalista citou o caso de James Risen, do "NYT", que teve rejeitado pela Suprema Corte o recurso para não testemunhar sobre um agente da CIA, sua possível fonte. Ainda lembrou o monitoramento de um repórter da Fox News após uma matéria sobre a Coreia do Norte.

Sobre sua abrupta demissão, em maio, Abramson desabafou: "Não foi a melhor experiência da minha vida. Mas, com o tempo, você acaba lidando com ela".

Descalça sobre um banquinho para poder ver e ser vista por todos –Abramson tem menos de 1,5 metro de altura–, ela disse ter se espantado com a dimensão que sua saída ganhou. "É esquisito se tornar a história’", disse, lembrando que dezenas de jornalistas viajaram até o interior da Carolina do Norte só para cobrir seu discurso após sua demissão.

Em tom saudoso, disse que, se pudesse voltar atrás, teria escrito mais reportagens no período em que foi editora-executiva. "Sempre senti muita falta de escrever."

Agora, seu plano é ensinar narrativa de não ficção aos alunos de Harvard.

11/10/2013

República Bolivariana dos EUA

EUAGlobo

Governo Obama é o que mais vigia jornalistas, diz entidade de mídia

DAS AGÊNCIAS DE NOTÍCIAS – Relatório do Comitê para Proteção de Jornalistas (CPJ) divulgado anteontem mostra um número sem precedentes de processos contra fontes do governo e de apreensões de material jornalístico.

Conduzido por Leonard Downie Jr., ex-diretor-executivo do "Washington Post", o documento revela que, desde 2009, seis funcionários do governo e dois prestadores de serviços, incluindo Edward Snowden, foram alvo de processos criminais por vazar informações confidenciais à imprensa.

Os processos se baseiam na Lei de Espionagem de 1917.

Em todas as administrações anteriores, só três funcionários haviam sido processados.

O relatório aponta que Obama prometeu um governo transparente, o que não foi cumprido. Para driblar os jornalistas, a Casa Branca criou uma rede própria de sites, de mídia social e até um noticiário on-line para distribuir informações favoráveis e imagens.

A investigação de supostos informantes inclui detector de mentiras e quebra de sigilo de telefones e de e-mails.

"Este é o governo mais fechado e maníaco por controle que já cobri", disse David Sanger, correspondente do "New York Times" em Washington.

O secretário da Imprensa, Jay Carney, disse que essas reclamações fazem parte da tensão natural entre a Casa Branca e a mídia.

14/09/2013

Argentina e Brasil contra a bandidagem do Tio Sam

Filed under: Arapongagem made in USA,Argentina,Brasil — Gilmar Crestani @ 9:43 am
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Los ministros Celso Amorim y Agustín Rossi firmaron acuerdos ayer en el Edificio Libertador.

Imagen: Télam

EL PAIS › ARGENTINA Y BRASIL DECIDIERON TRABAJAR JUNTOS EN MATERIA DE DEFENSA EN INTERNET

Juntos contra el ciberespionaje

Lo acordaron ayer los ministros de Defensa Rossi y Amorim. Tanto Cristina Kirchner como Dilma Rousseff vienen planteando que se regule el espionaje luego de que se conocieran los casos difundidos por el ex topo Snowden.

Argentina y Brasil concertaron trabajar juntos en ciberdefensa, una cuestión particularmente sensible para la región luego de que se conocieran los casos de espionaje realizados por el gobierno de Estados Unidos que enojaron mucho a la presidenta brasileña Dilma Rousseff, una de las más afectadas por las filtraciones. El ministro de Defensa, Agustín Rossi, y su par brasileño Celso Amorim suscribieron ayer una declaración de trabajo conjunto y acordaron que una misión argentina viajara a Brasilia antes de fin de año. Rousseff promete agitar la cuestión dentro de dos semanas, cuando le toque hablar en la apertura de la Asamblea General de las Naciones Unidas y busque apoyos para regular el espionaje a través de Internet, una medida que también viene alentando Cristina Kirchner.

Amorim fue canciller de Brasil durante muchos años y mantiene desde entonces una muy buena relación con Cristina Kirchner, con quien estuvo reunido en la Casa Rosada el jueves por la noche. Ayer, Amorim mantuvo un encuentro con Rossi en el Edificio Libertador y recibió la condecoración Mariano Moreno al mérito. Los ministros anunciaron la “complementación en ciberdefensa” entre ambos países como uno de los puntos principales de la agenda bilateral en materia de Defensa.

“Hemos establecido que antes de fin de año haremos una reunión en Brasilia para intensificar nuestra complementación en materia de ciberdefensa. Este sistema de espionaje que ha existido merece, además de los esfuerzos individuales que hace cada uno de nuestros países, una complementación que permita disminuir las situaciones de vulnerabilidad”, sostuvo Rossi. “Ahora hay una invitación para que una misión argentina vaya a Brasil y eso va a generar el desarrollo de proyectos conjuntos”, destacó por su parte Amorim, quien apuntó que ambos países tienen potencialmente “una gran capacidad de producción de software” para esa materia tan sensible.

Brasil –junto a México– estuvo entre los países latinoamericanos más afectados por los casos de espionaje que dio a conocer el ex topo de la Agencia Nacional de Seguridad (NSA) Edward Snowden. Se supo de mails y conversaciones interceptadas a Rousseff, pero en las últimas revelaciones periodísticas del caso se conoció que el espionaje abarcaba también a las autoridades de Petrobras, la petrolera brasileña, cosa que terminó de enfurecer a Dilma, porque dejó en claro que el interés norteamericano iba mucho más allá de la lucha contra el terrorismo, sino que se metía en cuestiones estrictamente económicas y estratégicas.

“Estas revelaciones son incompatibles con la convivencia democrática”, sostuvo la presidenta brasileña, quien le transmitió su malestar al propio Barack Obama en el encuentro que mantuvieron la semana pasada en San Petersburgo en el marco de la cumbre del G-20. El presidente norteamericano le aseguró que “no estaba al tanto” de las acciones de espionaje que llevaban adelante las agencias de su país, aunque luego se supo que la NSA enviaba un informe actualizado cada 72 horas sobre la información que recababa de Petrobras. Dilma puso en suspenso la visita oficial a la Casa Blanca pautada para el 23 de octubre.

Ayer, además, el nuevo canciller brasileño, Luiz Alberto Figueiredo, se reunió en Nueva York con el secretario general de la ONU, Ban Ki-moon, para transmitirle su preocupación sobre esta cuestión. En julio, cuando aún era embajador de Brasil ante la ONU, Figueiredo pronunció un discurso contra el espionaje cibernético norteamericano y sus consecuencias negativas para la privacidad de los internautas. Como es tradición, la presidenta del Brasil estará a cargo del discurso de apertura de la Asamblea General de la ONU, el martes 24 de septiembre, y se espera que plantee públicamente sus quejas por las filtraciones norteamericanas. Rousseff busca apoyos para llevar adelante un proyecto en las Naciones Unidas para la regulación internacional del espionaje en Internet.

Cristina Kirchner también hablará ese mismo día. La Presidenta argentina le llevó sus quejas al atribulado Ban Ki-moon el mes pasado, cuando viajó a las Naciones Unidas para participar de la sesión en la que Argentina asumió la presidencia del Consejo de Seguridad. Le recordó al secretario general de la ONU la película La mirada de los otros, que narraba la historia de un espía de la temible Stasi alemana. CFK se pronunció entonces por una regulación mundial en materia de espionaje por Internet, tal como ahora propone Rousseff. Hasta ayer no estaba confirmado que ambas mantuvieran un encuentro cuando coincidan en Nueva York para un planteo conjunto.

Página/12 :: El país :: Juntos contra el ciberespionaje

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