Ficha Corrida

07/04/2014

Colunista da Folha reduz Aécio ao pó

AETICO NEVERRICARDO MELO

Aécio e Campos: passa-se o ponto

A esta altura do campeonato, quem deve, ou deveria, estar em polvorosa é a oposição

Poucos governos foram tão alvejados quanto o de Dilma Rousseff nos últimos meses. Na grande mídia, tudo foi motivo de crítica pesada: Copa do Mundo, inflação, crescimento, Petrobras, relação com empresários, Mais Médicos etc, etc, etc. Subiu ao palco até aquela agência de risco famosa por dar nota azul a bancos que, semanas depois, lideraram a maior crise do capitalismo desde 1929. Chumbo grosso.

Eis que, diante de tudo isso, as pesquisas de opinião mostram, sim, um recuo da popularidade de Dilma. Era esperado, até previsível. Especulador ganhou muito dinheiro com isso. O inesperado, para quem se diz portador do novo, da juventude, da mudança, foi o que aconteceu com o tucano Aécio Neves e o filotucano Eduardo Campos: estacionaram como aquelas caçambas que ocupam vagas preciosas no meio-fio à espera do lixo de condôminos. Considerando a margem de erro do Datafolha, ficaram literalmente empacados.

Isso não quer dizer que o mundo esteja a mil maravilhas para o governo. Há um desejo de mudança, de melhora, de iniciativas corajosas. Mas aí vem o detalhe: entre os que querem novos ares, a maioria considera que o mais apto a fazer isto é Lula, seguido por Marina e, depois por… Dilma! É de provocar vergonha alheia.

A esta altura do campeonato, quem deve, ou deveria, estar em polvorosa é a oposição. Com toda a exposição dos últimos meses, seus candidatos não conseguiram convencer os eleitores de que são os arautos de um Brasil próspero. Não é por menos. Tucanos e filotucanos têm dificuldades conhecidas em lidar com o povo a céu aberto. Preferem a pouca luz de bastidores. Nos meios tradicionais e jantares selecionados, operam com saliência e desenvoltura: trocam favores relacionados a heliportos pela cabeça de jornalistas, intimidam oposicionistas em seus Estados, mas, quando se trata de Brasília, posam de Catão.

Com a cara mais lambida do mundo, Aécio e Campos pedem agora CPIs sobre a Petrobras; já em suas searas, vestem a roupa do coronelismo mais retrógrado. Nunca é demais recordar: governos tucanos, que há mais de uma década rapinam o Tesouro paulista em conluio com multinacionais, jamais aceitaram a criação de uma mísera CPI estadual para investigar as denúncias de roubalheiras no Metrô e na CPTM. Uma única!

Mas em Brasília o pessoal troca de uniforme, finge-se de vestal e quer (quer mesmo?) uma devassa na Petrobras. Parece não perceber que manobras mesquinhas não são suficientes para colocar água em torneiras à beira de racionamento, melhorar a segurança pública ou resolver a situação vexatória dos transportes públicos sob sua responsabilidade. E ainda nem começou o horário eleitoral, no qual os partidos governistas dispõem de uma larga vantagem sobre os adversários.

Nada disso sugere que o governo dirigido pelo PT ostente uma situação confortável e possa viver da indigência dos rivais. O Planalto tem contas a prestar sobre a série de denúncias indicando que a máquina pública serve de balcão de negócios para interesses privados e partidários. Tão hipócrita quanto dizer que a prática começou nos governos do PT é tentar esconder que certos hábitos infelizmente são multipartidários. O governo Dilma Rousseff tem nas mãos a chance de romper essa inércia.

ANISTIA

A pressão pela revisão da Lei da Anistia cresceu com as últimas revelações da Comissão da Verdade. Incapaz de contestar as barbaridades que vieram a público, a última trincheira dos obscurantistas é cobrar o julgamento de "todos os lados". Cinismo absoluto.

A oposição ao regime militar foi julgada, exilada, presa, torturada e condenada à morte (por fora da lei) durante o desgoverno dos generais. Quem se safou com a anistia foram os torturadores e seus mandantes. São estes que devem ir ao banco dos réus. Ou será que querem julgar Dilma de novo?

COLUNISTAS DA SEMANA segunda: Ricardo Melo, terça: Janio de Freitas, quarta: Elio Gaspari, quinta: Janio de Freitas, sexta: Reinaldo Azevedo, sábado: Demétrio Magnoli, domingo: Janio de Freitas e Elio Gaspari

14/03/2014

O PSDB é uma construção mafiomidiática finanCIAdo pelos EUA

Respeitado pela mídia

O tempo é implacável com a Veja. Demora, mas um a um os varões da ética da Veja vão caindo. Já tentou emplacar o Caçador de Marajás, caiu. Depois, o careca que valia  por dois, José Roberto Arruda, caiu na Rede. Partiu em parceria com Demóstenes Torres, fodeu! E agora Mário Covas. José Serra & Alstom/Siemens! De FHC basta lembrar que ele comprou a própria reeleição pagando duzentos mil a cada parlamentar.

De fato, resta provado que se o cara for capa da Veja, mesmo que seja um “rei do camarote”, é só esperar. Cedo, ou mais cedo ainda, os podres aparecerão embrulhados em papel Veja. A honestidade dessa gente patrocinada por grupos mafiomidiáticos, como queria Judith Brito, não resiste à um faixo de luz transparente.

Lembram dos mosqueteiros da ética. Demóstenes Torres já era a tempos, e Pedro Simon e sua dentadura de porcelana custeada pelo Senado, sem contar os demais que não valem um pinto de tinta digital. Tudo o que a Veja toca apodrece e cai!

Robson Marinho destruiu a imagem de Covas

Postado em 11 Mar 2014

por : Paulo Nogueira

A imagem de homem público exemplar de Mário Covas é abalada por sua ligação com Robson Marinho, personagem central das propinas.

Covas é sonsiderado um símbolo de ética na política

Covas é considerado um símbolo de ética na política

“Covas era detalhista. Uma vez eu estava com ele e, sobre a mesa, havia um monte de processos de concorrência, uma pilha enorme. A gente estava conversando e eu falei: ‘Mario, você está lendo processos de concorrência?’ Ele respondeu: ‘É, isso aqui é importante. São estradas vicinais’.

Eu falei: ‘Não acredito que você esteja lendo um por um’. E ele: ‘Eu vejo todos. Mesmo que tenha que ficar aqui a noite inteira, eu não deixo de ler’.

Ele tinha fixação em acompanhar tudo de perto.”

O depoimento acima é do jornalista Miguel Jorge, e se refere a Mário Covas, fundador e reserva moral do PSDB.

Morto em 2001, aos 71 anos, Covas ainda hoje é chorado. Muitos atribuem à sua ausência a guinada à direita vale tudo do PSDB sob Serra.

Mas agora seu legado está sendo forçado a uma penosa revisão, no rastro do escândalo das propinas pagas a autoridades tucanas por grandes empresas estrangeiras para a conquista de obras multimilionárias no metrô de São Paulo. Duas companhias se destacam no caso, a alemã Siemens e a francesa Alstom.

O problema póstumo de Covas aparece na forma de um nome ao mesmo tempo estreitamente vinculado às propinas e a ele próprio: Robson Marinho.

Marinho, hoje conselheiro do Tribunal de Contas do Estado, órgão incumbido de investigar as contas do governo de São Paulo, teve uma longa parceria com Covas.

Pertenceu ao grupo de Covas na Constituinte da segunda metade dos anos 1980. Coordenou, depois, a campanha que levaria Covas ao governo paulista. Foi indicado no novo governo para o cargo mais importante entre todos – o de chefe da Casa Civil.

Respeitado pela mídia

Respeitado pela mídia

Depois, Covas ainda o indicou para o TCE. Jornalistas ponderaram a inadequação de Marinho para a função. Como alguém tão ligado a Covas poderia examinar as contas de seu governo?

A esta pergunta, feita por um jornalista, Covas respondeu asperamente. “A ilação é que por ser um amigo meu ele vai me favorecer, é isso?”

Era isso, naturalmente. Mas Covas, talvez pela cultura época de então, não parecia ver conflito ético naquilo.

Considerada a probidade pessoal de Covas, Robson Marinho provavelmente não tenha tido necessidade de fechar os olhos às contas relativas a Covas.

Mas com ele no TCE a bandalheira no metrô de São Paulo acabaria legalmente chancelada. Era uma raposa no galinheiro, para usar uma expressão popular.

Tão logo Covas chegou ao Palácio dos Bandeirantes, a Alstom logo tratou de estabelecer boas relações com Marinho. Levou-o, tudo pago, para a Copa da França, em 1998.

O caráter da ligação entre a Alstom e Robson Marinho ficaria publicamente claro anos depois.

A justiça suíça, numa investigação sobre as propinas pagas pela empresa (até 1999 a legislação francesa permitia subornos em subsidiárias), descobriu uma conta que atribuiu a Robson Marinho.

A conta, num banco suíço, foi abastecida com subornos da Alstom. Ela acabaria bloqueada, depois que foram identificados movimentos para transferir dinheiro para os Estados Unidos.

Robson continua a ser conselheiro do TCE, a despeito de todas as evidências de corrupção

Robson continua a ser conselheiro do TCE, a despeito de todas as evidências de corrupção

Robson Marinho recebe cerca de 20 000 reais no TCE. Um secretário de governo em São Paulo ganha 15 000 reais.

Seu patrimônio declarado inclui uma ilha em Paraty, à qual chega em sua lancha, e um prédio comercial de oito andares em São José dos Campos, onde deslanchou para a carreira como prefeito.

Segundo uma imobiliária especializada em luxo, a Sotheby’s Realty, o preço médio de uma ilha no Brasil oscila entre 5 milhões de dólares e 20 milhões de dólares.

Mesmo depois das denúncias emanadas da justiça suíça, Marinho continua com seu cargo no TCE, incumbido de fiscalizar contas do governo de São Paulo.

Segundo o testemunho de Miguel Jorge, Mário Covas era obcecado com detalhes. Mesmo assim, os movimentos de seu amigo Robson Marinho lhe escaparam.

E isso hoje cobra um preço amargo em sua imagem póstuma de homem público exemplar.

Paulo Nogueira

Sobre o Autor

O jornalista Paulo Nogueira é fundador e diretor editorial do site de notícias e análises Diário do Centro do Mundo.

Diário do Centro do Mundo » Robson Marinho destruiu a imagem de Covas

12/03/2014

Entenda de onde vem o suce$$o do PSDB na mídia

E por aí explica o ódio Freudiano a Lula, ao Bolsa Família, aos pobres, pretos, putas e petistas!

cartel de trens

FHCCOR~1Lobista do caso Alstom atuou em Furnas

Papéis da Suíça indicam que suspeito de pagar propina a agentes públicos de SP também teria subornado funcionários da estatal federal

12 de março de 2014 | 2h 06

Fernando Gallo – O Estado de S.Paulo

Um lobista acusado de ser intermediário de propinas da Alstom a agentes públicos de estatais de energia de São Paulo é suspeito de ter repetido o mesmo esquema em Furnas, empresa do governo federal.

Veja também:
link Suíça rejeita recurso de Marinho e deve liberar mais papéis ao Brasil
link Ex-secretário de Covas recebeu propina, afirma executivo da Alstom

Reservatório do Lago de Furnas: estatal também teria sido objeto de contratações fictícias

Romeu Pinto Jr. é um dos 11 réus no processo criminal aberto pela Justiça Federal em São Paulo em janeiro. Ele é acusado de lavar dinheiro da Alstom que serviria para pagar ex-diretores de uma extinta estatal de energia paulista entre 1998 e 2002. Em troca da propina, segundo procuradores, a Alstom conseguiu obter um aditivo de contrato no valor atualizado de R$ 181,3 milhões com a Empresa Paulista de Transmissão de Energia (EPTE).

Documentos suíços enviados ao Brasil agora também mostram que a MCA Uruguay, offshore pertencente a Pinto Jr., assinou em 5 de maio de 1998 um contrato com a Cegelec, subsidiária da Alstom, para consultoria em um projeto que envolvia o fornecimento de um sistema de telecomunicações para Furnas. O contrato da Cegelec com Furnas era de cerca de US$ 13,4 milhões, em valores da época.

Durante o governo Fernando Henrique Cardoso (1995-2002), o setor elétrico foi controlado pelo PFL, hoje Democratas.

Na documentação enviada às autoridades brasileiras que investigam a Alstom, há recibos de Pinto Jr. à Cegelec em que o lobista solicita o depósito de valores em uma conta de Nova York. Ao todo, são cinco recibos emitidos num total de US$ 1,2 milhão.

Como os contratos da consultoria de Pinto Jr. com a subsidiária que prestava serviço em Furnas e com a multinacional que prestava serviço em São Paulo são da mesma época, não há como separar o dinheiro que circulou nas contas do lobista.

A tentativa de descobrir o caminho do dinheiro revelou, porém, que Pinto Jr. transferiu US$ 222 mil para uma outra conta, esta ligada a Sabino Indelicato, que também é réu no processo envolvendo a Alstom em São Paulo. Indelicato foi intermediário do dinheiro que chegou à conta na Suíça do ex-chefe da Casa Civil do governador Mário Covas (PSDB) e hoje conselheiro do Tribunal de Contas paulista, Robson Marinho.

Em depoimento de 2009 ao Ministério Público, Pinto Jr. admitiu que não prestou os serviços pelos quais emitiu recibos à Alstom no âmbito do contrato em São Paulo, e disse que repassou o dinheiro a motoboys indicados por doleiros. Pinto Jr. também afirmou que a offshore foi criada por um ex-diretor financeiro da Alstom na França que controlava contas da empresa no exterior.

O lobista prestou ainda um outro depoimento, a pedido das autoridades suíças, no qual negou ter tido envolvimento "em qualquer projeto de telecomunicações envolvendo a Cegelec/Alstom e a companhia Furnas".

O advogado de Pinto Jr., contudo, contradisse ontem seu cliente e afirmou que os serviços foram, sim, prestados à Cegelec.

A prática de contratação de consultorias fictícias para o pagamento de propina levou a Alstom a ser condenada judicialmente fora do Brasil. Em dezembro, a multinacional anunciou que decidiu abolir a contratação de consultorias para atividades comerciais.

Sem serviço. Em 2006, em depoimento na Polícia Federal, um ex-superintendente da Toshiba, José Antonio Talavera, afirmou que a Alstom integrava um "clube da propina" que subornava políticos e dirigentes de empresas estatais do setor elétrico para obter contratos, inclusive em Furnas.

Defesa. "Não sei sobre esse contrato, mas se ele existe certamente foi honrado", declarou o advogado Henrique Fagundes, que defende Romeu Pinto Jr.. "Todos os serviços de consultoria de Romeu foram efetivamente prestados, de forma correta." Fagundes disse que a defesa "vai comprovar que a MCA recebeu por serviços prestados não da Alstom, mas da Alcatel (empresa de telecomunicação)".

Furnas esclareceu que a atual gestão não tem conhecimento de nenhum dos fatos. A empresa afirmou que, como se trata de contrato antigo, hoje poderá providenciar informações. A Alstom disse que tem implementado "regras estritas de conformidade e ética que devem ser aderidas por todos os funcionários".

01/11/2013

Gurgel é álibi para De Grandis, são farinhas do mesmo saco

O Ministério Público tem partido, só não partem os seus aliados corruptos. Virou braço jurídico dos corruptos, de Carlinhos Cachoeira, Demóstenes Torres, José Serra, FHC, Alckmin. Já contra o PT viram promotores de polícia, seguindo linha de montagem orientada pelo Instituto Millenium. O que era para ser um Poder dos Cidadãos, de vigilantes da lei, virou um partido de acobertamento de parceiros ideológicos.

E não adianta querer agora descontar tudo em Rodrigo de Grandis o que até agora tem sido uma escola do MP, ditada por seus Procuradores Gerais. Não é mera coincidência que já tivemos um Engavetador Geral, e, mais recentemente, o casal Gurgel que, em parceria com Gilmar Mendes e Demóstenes Torres, fizeram da gaveta a maior aliada dos seus parceiros ideológicos. Por que ninguém cobra alguns segundos no JN a respeito do menino maluquinho do PSDB? Onde estão as manifestações contra a corrupção, as indignações seletivas da Veja?!

Procurador recebeu alerta sobre pedido de investigação suíço

Órgão do Ministério da Justiça cobrou resposta de Rodrigo de Grandis a suíços que apuravam subornos em São Paulo

Sem cooperação local, europeus arquivaram investigações sobre três suspeitos; procurador não comenta caso

FLÁVIO FERREIRAMARIO CESAR CARVALHOJOSÉ ERNESTO CREDENDIODE SÃO PAULO

O Ministério da Justiça cobrou pelo menos três vezes que o procurador da República Rodrigo de Grandis respondesse ao pedido de investigação feito pelo Ministério Público da Suíça em 2011 sobre os suspeitos de intermediar propinas pagas pela empresa Alstom a políticos e servidores de São Paulo.

A cobrança foi feita por meio de ofícios encaminhados pelo DRCI (Departamento de Recuperação de Ativos e Cooperação Jurídica Internacional). Grandis, que recebeu em 2011 o pedido de apuração das autoridades europeias, também foi alertado verbalmente e via e-mail por promotores estaduais.

O procurador, contudo, nada fez para ajudar os colegas suíços em dois anos e oito meses.

No dia 26, a Folha revelou que o Ministério Público do país europeu cansou de aguardar a colaboração do procurador brasileiro e arquivou as investigações em relação a três suspeitos do caso.

A explicação do gabinete de Grandis foi a de que o pedido de cooperação não foi atendido porque o documento havia sido colocado incorretamente em uma pasta de arquivo, onde ficou desde fevereiro de 2011.

Os investigadores suíços haviam requerido ao procurador os interrogatórios de quatro investigados bem como a realização de uma ação de busca e apreensão na casa de um de um ex-diretor CPTM suspeito de receber suborno da Alstom.

O DRCI monitora requerimentos estrangeiros endereçados a autoridades brasileiras. Estas são alertadas quando há demora excessiva na apresentação de respostas às solicitações de outros países.

Segundo a Folha apurou, esse trabalho foi realizado em pelo menos três ocasiões para cobrar oficialmente Grandis em relação ao pedido suíço de 2011.

Além das advertências oficiais, promotores de São Paulo ligados às investigações do caso Alstom afirmaram à Folha que questionaram Grandis em diversas ocasiões sobre a solicitação.

A justificativa do procurador de que o requerimento foi colocado em uma pasta errada foi a terceira versão apresentada por ele para explicar a falta de cooperação com a Suíça.

Quando o pedido foi divulgado pela imprensa, no início do mês, Grandis disse que adoção das medidas requeridas pelos suíços poderia alertar os suspeitos e assim prejudicar as investigações das autoridades brasileiras.

Depois, informou que todos os requerimentos suíços de cooperação endereçados a ele haviam sido atendidos.

No dia 25, porém, o gabinete de Grandis relatou que ocorreu a "falha administrativa" de colocar o pedido na pasta errada.

Ontem, a corregedoria do Ministério Público Federal anunciou a abertura de sindicância em relação a Grandis. A corregedoria do CNMP (Conselho Nacional do Ministério Público), órgão de controle externo do Ministério Público, também abriu investigação sobre ele anteontem.

Grandis disse à Folha que não responderia às questões da reportagem e sua manifestação seria enviada pela assessoria da Procuradoria.

O órgão informou que as perguntas não seriam respondidas em razão do sigilo do pedido suíço e que Grandis está "à disposição" das autoridades para prestar esclarecimentos.

    31/10/2013

    Após anos de diversionismo, Folha se entrega

    PSDB irmaos metralhasEDITORIAIS

    editoriais@uol.com.br

    O trem tucano

    Nas investigações sobre a CPTM, um escândalo engata-se a outro, e a omissão das autoridades paulistas tem garantido a impunidade geral

    Tornam-se cada vez mais comprometedoras as notícias em torno da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos) e seus contratos milionários. As suspeitas incidem sobre sucessivos governos tucanos no Estado.

    O caso já é antigo, mas foi reavivado recentemente pela empresa alemã Siemens, que, em troca de imunidade nas investigações, levou às autoridades brasileiras documentos que indicam a existência de um cartel no sistema metroferroviário paulista –com a partilha de encomendas e elevação de preço das concorrências.

    Ao menos seis licitações teriam sido fraudadas, segundo documentos internos da Siemens, que apontavam conluios durante as administrações de Mário Covas, Geraldo Alckmin e José Serra.

    Diante das denúncias, o governador Alckmin não apenas anunciou diligências –que se revelaram bem menos rápidas do que o prometido– mas também acentuou que, até aquele momento, não havia indicações de participação de autoridades públicas no esquema.

    Pois bem. Enquanto se bloqueavam as tentativas de realizar uma CPI sobre o escândalo, surgiram nomes de possíveis beneficiários de propina no governo.

    Outra empresa associada ao cartel, a francesa Alstom, vinha sendo acusada de corromper governos em diversos países. Documentos obtidos por autoridades suíças sugerem que João Roberto Zaniboni, ex-diretor da CPTM, teria recebido US$ 836 mil (cerca de R$ 1,8 milhão) da Alstom.

    Revela-se agora que, em 2011, as autoridades suíças pediam ao Ministério Público brasileiro investigações sobre quatro suspeitos, inclusive o próprio Zaniboni.

    Nenhuma investigação foi feita, entretanto. E o motivo alegado para a omissão é de molde a desafiar a credulidade até mesmo dos mais ingênuos. É que o pedido vindo da Suíça foi arquivado numa pasta errada. Assim declara o responsável pelas investigações no Brasil, o procurador Rodrigo de Grandis.

    Como esta Folha revelou no sábado, passados três anos, a Suíça desistiu de prosseguir no caso; as suspeitas foram arquivadas.

    Não bastassem as notórias dificuldades brasileiras para julgar, condenar e aplicar penas aos suspeitos de corrupção, vê-se, no caso Alstom, a intervenção de um fator acabrunhante: o engavetamento puro e simples.

    Desaparece o pedido, perde-se o prazo, enterra-se o assunto, reconhece-se a "falha administrativa". Que não fique por isso mesmo, para que o trem tucano não prossiga até a muito conhecida estação chamada Impunidade.

    17/10/2013

    O que impede a Folha de usar a sigla “PSDB”?

    Ah se isso acontecesse num governo do PT…

    Ex-diretor da CPTM será investigado pelo governo

    Empresa de Zaniboni prestou consultoria para o Metrô e para a estatal de trens de SP

    DE SÃO PAULO

    O governo de São Paulo determinou uma auditoria em contratos assinados pelo Metrô e pela CPTM com a empresa do ex-diretor da CPTM João Roberto Zaniboni, que é suspeito de receber propinas da empresa Alstom na Suíça.

    A Corregedoria Geral da Administração vai auditar pelo menos cinco contratos de consultoria e supervisão assinados com a empresa Focco, que teve Zaniboni como sócio de 2008 a agosto deste ano, quando foram divulgadas suspeitas de formação de cartéis em licitações de trens no Estado entre 1998 e 2008.

    Desde 2011, a Focco obteve, em consórcio com empresas de engenharia, contratos com a CPTM no valor de R$ 24 milhões –a varredura poderá anulá-los.

    A corregedoria já investigava quatro contratos com vários aditivos da CPTM, assinados por Zaniboni quando ele era diretor da estatal (1999-2003). e que podem ter sido fraudados pelos cartéis.

    O Ministério Público apurou que há proximidade entre datas de depósitos nas contas de Zaniboni na Suíça e de assinaturas dos aditivos contratuais da CPTM.

    Procurado pela Folha, o advogado de Zaniboni não retornou as ligações.

    26/08/2013

    Depois de 5 mil assinaturas da Folha, PSDB só aparece de raspão

    PF investiga conta atribuída a executivo demitido da Siemens

    Apuração ocorre em inquérito criminal que analisa suposto pagamento de propina a agentes públicos

    Múlti suspeita de desvio de? 6,5 milhões, mas Adilson Primo afirma que alemães movimentavam a conta

    FLÁVIO FERREIRAMARIO CESAR CARVALHODE SÃO PAULO

    A Polícia Federal está investigando uma conta bancária em Luxemburgo cujo controle é atribuído ao executivo Adilson Primo, ex-presidente da empresa alemã Siemens no Brasil.

    A apuração teve início no começo deste mês no inquérito criminal aberto pela PF sobre o suposto pagamento de propinas a agentes públicos e formação de cartel com a participação da Siemens.

    Para obter os detalhes dessa conta, no início de agosto a PF pediu à 89ª Vara da Justiça do Trabalho de São Paulo o compartilhamento dos dados do processo que Primo move contra a Siemens –ele foi despedido por justa causa no final de 2011.

    Nesta causa, um dos principais pontos da defesa da Siemens é o de que Primo movimentou uma conta no Biel (Banco Itaú Europa Luxemburgo) sob investigação por autoridades do Brasil e de Luxemburgo.

    A multinacional suspeita que Primo tenha desviado da Siemens 6,5 milhões de euros por meio dessa conta.

    Em entrevista publicada ontem pelo jornal "O Estado de S. Paulo", Primo apresentou outra versão para o caso.

    De acordo com ele, a conta foi aberta "por funcionários aqui no Brasil" sem o seu conhecimento. O executivo disse ainda que a conta em Luxemburgo era "operacionalizada pela Alemanha".

    OUTRA VERSÃO

    Em petição protocolada no processo pela Siemens em 5 de novembro de 2012, a empresa alega que "ele [Primo] tinha total conhecimento da existência daquela conta bancária desde 2007, participou do gerenciamento da conta e aprovou pagamentos para terceiros".

    De acordo com a manifestação da Siemens no processo, Primo "era beneficiário titular da empresa Singel Canal Services CV.", que controlava a conta em Luxemburgo.

    Segundo a petição, Primo argumentou no processo que "não sabia o que estava assinando e que assinou apenas após a assinatura de outros executivos da Siemens".

    Para rebater esse argumento, a multinacional afirma duvidar que o executivo movimentasse a conta "sem saber o que fazia".

    No processo trabalhista, Primo afirmou que a Siemens tinha conhecimento sobre as movimentações da conta em Luxemburgo.

    Porém, na causa, a Siemens sustentou que só teve conhecimento sobre a movimentação que Primo fazia "ao ser intimada para comparecer em 13 de novembro de 2011 à Police Judiciaire de Luxemborg [Polícia Judiciária de Luxemburgo]".

    Em relação à apuração da polícia de Luxemburgo, a empresa enfatizou que "as investigações que continuaram após a dispensa" do executivo "são aquelas conduzidas pelas autoridades de Luxemburgo, e não pela Siemens".

    CADE

    O inquérito da PF que agora tem como um de seus focos a conta em Luxemburgo teve início em 2008.

    A apuração foi turbinada nos últimos meses com informações surgidas após a Siemens ter feito uma delação ao Cade, na qual informou sobre a formação de cartel em licitações de trens no Estado de São Paulo, governado pelo PSDB, no Distrito Federal entre 1998 e 2008.

    A Folha procurou o advogado de Primo, mas o defensor não respondeu às ligações até a conclusão desta edição.

    08/08/2013

    E o MP, quem diria, é Gurgel de cima abaixo

    JANIO DE FREITAS prova que a união de Gurgel, procurador-geral, e Joaquim Barbosa, ex-procurador só serviu aos interesses dos grupos mafiomidiáticos para flertarem com o golpismo. Para esconderem todo o lodo de São Paulo, encontraram na dupla de Zé, José Dirceu e José Genuíno, os bodes expiatórios. A cada dia que passa fica mais claro os intere$$ses que formaram este consórcio jurídicos.

    Provas de faltas

    Explicação mais difundida para a corrupção graúda, impunidade também tem a ver com inquéritos

    Em uma de suas primeiras providências, a força-tarefa de promotores de São Paulo, criada para investigar ilegalidades em obras e compras do metrô paulistano, deixa à mostra uma das causas mais graves da corrupção nas concorrências e contratos públicos municipais, estaduais e federais.

    Os dez promotores da força-tarefa vão ocupar-se de 45 inquéritos, número por si mesmo indicativo de um estado pantanoso na área de licitações, preços, reajustes e compras. A gravidade é ainda maior, porém. Dos 45 inquéritos, 15, ou um terço, são inquéritos que se desarquivam para submetê-los a exame rigoroso –"uma devassa", foi dito.

    Se houve tais inquéritos, não se suporia, agora, que se instaurassem sem estar justificados por indícios, denúncias ou suspeitas, cada qual com o seu motivo. Mas só com a formação da força-tarefa se pensa em investigá-los a fundo. A "falta de provas" que, em geral, foi invocada para arquivá-los está sujeita, portanto, a dúvidas, ou descrenças mesmo, no próprio Ministério Público.

    Em lugar das conclusões, as interrogações ou as reticências. Esse é o final dado à grande maioria, pode-se dizer à quase totalidade dos inquéritos instaurados nos Ministérios Públicos sobre corrupção e ilegalidades várias nas obras públicas.

    Escandalosos ou poupados do escândalo por algum tipo de gentil complacência, podemos lembrar-nos de fatos escabrosos da corrupção ainda que distantes no tempo e no espaço. Mas será inutilmente exaustiva a tentativa de lembrar algum efeito negativo para os agentes de tal corrupção.

    A menos que sejam negócio e réu chinfrins, como a punida construtora Sidarta. Ainda há pouco, com a Delta e seus controladores, protagonistas no caso Carlinhos Cachoeira, mais uma vez ficou evidente que nem precisa ser grande coisa para atravessar incólume os escândalos.

    Há mais do que as conclusões que não concluem. Há também as inconclusões dos inquéritos. Se o Conselho Nacional do Ministério Público se interessasse por saber onde estão e quantos são os inquéritos paralisados ou arrastando-se, sobre casos de corrupção em obras públicas pelo país afora, poderia começar por São Paulo mesmo. Sem precisar sair do assunto de obras e compras do metrô e da CPTM que voltam a ser escândalo.

    A impunidade é a explicação mais difundida no Brasil para a corrupção graúda. Impunidade tem a ver com inquéritos, não só julgamentos.

    PS: Para confirmar a regra, a exceção: o ex-juiz Nicolau dos Santos Neto está preso e seu parceiro, o empresário Luiz Estevão, solto, briga com cobranças judiciais multimilionárias. Mas o superfaturamento e os desvios na obra do Tribunal de Justiça Trabalhista de São Paulo caíram, excepcionalmente, em mãos de três mosqueteiras da Procuradoria da República: Maria Luísa Carvalho, Isabel Groba e Janice Ascari.

    17/02/2011

    Silêncio ensurdecedor do PIG é revelador

    Filed under: Isto é PSDB!,PIG — Gilmar Crestani @ 10:00 am
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    Surge testemunha chave no caso do Metrô de SP

    publicada terça-feira, 15/02/2011 às 15:46 e atualizada quarta-feira, 16/02/2011 às 17:48

    Nesta semana, o portal de notícias R7 e o Jornal da Record mostraram o depoimento de uma testemunha que afirma possuir provas que podem ajudar a desvendar um esquema internacional de propina, que teria sido montado no Brasil pelas empresas Siemens e Alstom.  

    A denúncia atinge diretamente os governos São Paulo (PSDB) e do Distrito Federal (DEM), com os quais as empresas teriam negociado a compra e manutenção de trens.  

    O governo paulista até agora tem sido blindado, quase nada é investigado mas esse esquema parece estar ruindo…  

    O jornalista Gilberto Nascimento – que já passou pela Folha, Istoé e CartaCapital, e foi recém contratado pela Record – conversou com a testemunha e mostra as pistas do roteiro da propina.  

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    Testemunha desvenda esquema de propina do Metrô de SP e do DF

    Dinheiro de “caixinha” vinha por meio de duas offshores do Uruguai, segundo documentos

    por Gilberto Nascimento, do R7

    Documento mostra acordo entre a Siemens Ltda., com sede em São Paulo, e a Gantown Consulting S/A, com sede no Uruguai

    Documento mostra acordo entre a Siemens Ltda., com sede em São Paulo, e a Gantown Consulting S/A, com sede no Uruguai

    Uma figura que acompanhou de perto contratos firmados nos últimos anos pelas duas empresas com os governos do PSDB em São Paulo e do DEM no Distrito Federal para a compra de trens e manutenção de metrô passou a fazer novas revelações e a esmiuçar os caminhos do propinoduto europeu em direção ao Brasil.

    Supostos “acertos” e negociações atribuídos a representantes das duas companhias estão em um documento elaborado por essa fonte e encaminhado ao Ministério Público de São Paulo.

    Contatada pelo R7, a testemunha – que se identifica apenas como F. e teme ser fotografada por causa de represálias – dá detalhes de como a propina chegava ao Brasil por meio de duas offshores (paraísos fiscais), a  Leraway e a Gantown, sediadas no Uruguai, e de como a Alstom e a Siemens teriam se utilizado da contratação de outras empresas para encaminhar o dinheiro da “caixinha” a políticos, autoridades e diretores de empresas públicas de São Paulo e de Brasília.

    F. relata esquemas supostamente arquitetados para a obtenção de contratos da linha 5 do metrô no Capão Redondo, na zona sul de São Paulo; para a entrega e a manutenção dos trens série 3000 (também conhecidos como trem alemão) para o governo paulista, além da conservação do metrô do Distrito Federal.

    O deputado estadual Simão Pedro (PT) encaminhará ao Ministério Público de São Paulo nos próximos dias uma representação pedindo a investigação das denúncias feitas por F..

    Sob investigação na Europa
    A francesa Alstom e a alemã Siemens foram alvos de investigações na Suíça e na Alemanha por causa da acusação de pagamento de suborno a políticos e autoridades da Europa, África, Ásia e América do Sul. Somente a Siemens teria feito pagamentos suspeitos num total de US$ 2 bilhões.

    Um tribunal de Munique acusou a empresa alemã de ter pagado propina a autoridades da Nigéria, Líbia e Rússia. O ex-diretor Reinhard Siekaczek acrescentou que o esquema de corrupção atingiria ainda Brasil, Argentina, Camarões, Egito, Grécia, Polônia e Espanha.

    Já a propina paga pela Alstom em diversos países – incluindo o Brasil -, pode ter sido superior a US$ 430 milhões, de acordo com os cálculos da Justiça suíça. No Brasil, a empresa foi acusada, por exemplo, de pagar US$ 6,8 milhões em propina para receber um contrato de US$ 45 milhões no metrô de São Paulo.
    A francesa Alstom fabrica turbinas elétricas, trens de alta velocidade e vagões de metrô. Maior empresa de engenharia da Europa, a alemã Siemens faz desde lâmpadas até trens-bala. As duas companhias são concorrentes, mas em determinados momentos na disputa tornavam-se aliadas, conforme a testemunha.

    Para trazer o dinheiro ao Brasil

    O esquema para mandar dinheiro ao Brasil via offshore, revela F., conta com a participação das empresas Procint e Constech, sediadas na capital paulista e pertencentes aos lobistas Arthur Teixeira e Sergio Teixeira. As offshores Leraway e Gantown seriam sócias da Procint e da Constech. F. mostrou cópias de contratos firmados pela Siemens da Alemanha com as duas offshores. Segundo ele, esses contratos comprovam o envolvimento da empresa alemã no esquema.

    As offshores também teriam sido utilizadas, diz a testemunha, em outros contratos com empresas como a MGE Transportes, TTetrans Sistemas Metroferroviários, Bombardier (canadense), Mitsui (japonesa) e CAF (espanhola).

    Há dois anos, parte dos documentos em poder de F. foram enviados para o Ministério Público de São Paulo e para o Ministério Público Federal. Promotores confirmaram a veracidade de informações ali contidas. No entanto, ainda não conseguiram colher o depoimento da testemunha, localizada agora pelo R7.

    O promotor Valter Santin confirmou que o caso já vem sendo investigado, mas disse que não pode revelar detalhes “por ser sigiloso e envolver conexões internacionais”.

    Documentação

    Uma documentação bem mais ampla – só agora exibida ao R7 – foi eviada por F., em 2008, ao escritório de advocacia Nuremberg, Beckstein e Partners,  da Alemanha. Na época, o escritório atuava como uma espécie de ombusdman da Siemens.

    – Por que a Siemens não investigou as denúncias encaminhadas e por que a companhia no Brasil foi poupada nas investigações? Não foi por falta de informação, pois a carta mencionada revelava todos os nomes e detalhes e incluía provas dos esquemas de corrupção, avalia F.

    Por meio de uma nota, a Siemens diz conduzir seus negócios “dentro dos mais rígidos princípios, legais, éticos e responsáveis” e afirma não ter firmado contrato em parceria ou consórcio “com nenhum concorrente no que tange à manutenção de metrôs”.

    Na mesma linha, a Alstom afirmou em um comunicado que segue “um rígido código de ética, definido e implementado por meio de sérios procedimentos, de maneira a respeitar todas as leis e regulamentações mundialmente”.  A empresa disse que está colaborando com as investigações e “até o momento, as suspeitas de irregularidades em contratos não foram comprovadas e não estão embasadas em provas concretas”.

    O Metrô de São Paulo e a CPTM afirmaram, por meio de nota, que desconhecem os fatos mencionados e esclarecem que os seus contratos firmados com qualquer empresa “obedecem à legislação específica que norteia a lisura do processo licitatório, além de serem submetidos ao Tribunal de Contas do Estado de São Paulo (TCE)”.

    Já o Metrô do DF afirmou, em nota, que desconhece as irregularidades apontadas e que “a licitação foi acompanhada em todas as suas etapas pelos órgãos de controle externo, em especial o Tribunal de Contas do Distrito Federal”. Veja a íntegra da nota:

    “O Metrô-DF desconhece as supostas irregularidades apontadas anonimamente pela reportagem do Portal R7 e, ressalta que:

    – O processo de licitação para a manutenção do Metrô-DF (transcorrido em gestão anterior), seguiu a modalidade de licitação de concorrência pública tipo técnica e preço, sendo que no primeiro aspecto as duas empresas finalistas receberam a pontuação máxima;

    – No quesito preço, o consórcio Metroman apresentou a melhor proposta (menor preço), vencendo então a licitação;

    – A licitação foi acompanhada em todas as suas etapas pelos órgãos de controle externo, em especial o Tribunal de Contas do Distrito Federal;

    – O consórcio Metroman vem atendendo satisfatoriamente todas as demandas de manutenção apresentadas pelo Metrô-DF.

    Coordenação de Comunicação do Metrô-DF”

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    Nota do Escrevinhador: Alstom e Siemens negam a acusação

    Escrevinhador

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