Ficha Corrida

27/09/2014

Saiba por que Ana Amélia é um 7 no meio do 11!

Tenho 11 Motivos Para Não Votar em Ana Amélia. E explico. Se tens apenas um motivo para votar nela, te exponhas, tchê! Deixe que seus amigos saibam porquê.

1. CONEXÕES PERIGOSAS

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Não reconheço nos poucos eleitores dela com os quais já conversei, capacidade intelectual, visão de futuro muito menos discernimento político. São apenas pessoas que compraram a ideia da RBS de que o ódio ao PT é suficiente. Não agregam, desagregam. Não amam, odeiam. Se não são todos, alguns exemplares que fazem parte de seu manicômio ideológico, de comportamento nitidamente fascistas, são suficientes para me manterem ao largo dela e de pessoas como ela: Jair Bolsonaro, Luis Carlos Heinze. O comportamento deles em relação aos homossexuais, negros e índios sugere que devamos guardar deles a mesma distância regulamentar que se recomenda em relação ao esgoto.

Afinal, ninguém põe o banheiro dentro da cozinha!

 

2. ALIADA DA DITADURA

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Poucas pessoas sabem e seus eleitores muito menos, como alguém vira da noite para o dia, e nunca do dia para a noite, Senador Biônico. Como tudo o que sai da cabeça de ditadores, a truculência fala mais alto. No popular, Senador Biônico era um lambe-botas de gorila, como Octávio Cardoso. Um Senador Biônico e suas circunstâncias preenchiam o fetiche da ex-miss-Lagoa Vermelha. Para se ter uma idéia do nível da manada que seguiam os gorilas, se fosse hoje, Beto Albuquerque, por ser do PSB, seria preso, torturado, estuprado, morto, esquartejado e seus pedaços escondidos. Ou não foi exatamente isso que fizeram com o Deputado Rubens Paiva!!! Por ação ou omissão, o marido da Ana Amélia tinha as mãos machadas de sangue. Os que não conseguiram fugir do Brasil, foram presos sem ordem judicial, torturados para excitar os sádicos, estuprados por que a mente suja não tem limite, mortos para não denunciarem, esquartejados para não serem reconhecidos pelos familiares e seus pedaços ou jogados no mar ou espalhados em valas clandestinas como por exemplo o famoso Cemitério de Perus, em São Paulo.

É dessa gente que estamos falando!

 

3. FUNCIONÁRIA FANTASMA DO SENADO

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CC é a abreviação de Cargo em Confiança, que deveriam ser ocupados por pessoas COMPETENTES, e não pelas pessoas com as quais somos CASADOS!

Os candidatos ao Senado pouco ou nada são cobrados em relação ao seu cabedal de honestidade. Passam anos batidos, sem serem lembrados, como por exemplo Pedro Simon, cuja presença no Senado só foi notada quando apareceu de dentadura nova, paga com dinheiro público.

Ana Amélia é desta estirpe. Do moralista de cueca, popularmente também conhecido como Santo do Pau Oco. Vivem de dedo em riste para apontar a sujeira dos outros com o único intuito de esconder a própria. Daí seu programa de governo batizado de “fim dos CC”.

CC, no caso da Ana Amélia, é um forma apocopada de CCC. Uma espécie de abreviação derivada de sua fixação ideológica. A obsessão em acabar com os CC denota apenas um ato falho, que teria passado batido fosse ela apenas candidata ao nada, ao Senado. Ao enfiar esta ladainha na mala de garupa que trouxe de Brasília, a funcionária da RBS e dublê de CC fantasma no Senado, contava apenas com a memória curta de boa parcela dos gaúchos.

Há pelo mens um caso paradigmático deste modus operandi na política brasileira, que foi Collor de Mello. O tal de Caçador de Marajás também tinha esta sanha moral ditada apenas pelas pesquisas. Quando uma pesquisa qualitativa diz que falar mal de servidor dá IBOPE é o que gente do biotipo Ana Amélia fazem. Não medem a verdade nem a coerência, muito menos a ética.

Vejam a base moral da qual deriva todo o comportamento da Ana Amélia Lemos. Tendo casado com um Senador Biônico, este, que ascendeu pelo língua, como todo lambe-botas, este arruma um CC (Cargo de Casada) no Senado por R$ 9.000,000 (nove mil mensais). Um “salariozinho”, disse ela.

Só para lembrar, o teto para a aposentadoria no INSS é de R$ 4.390,00… Cinquenta por cento do salariozinho que ela recebia como funcionária fantasma.

Se esta prática nociva, mas muito comum na ditadura, já era suficientemente condenável, há outra ainda de maior monta: ganhar e não fazer nada!

Ana Amélia exercia o cargo de direção na RBS, como chefe da Sucursal de Brasília, onde permanece por 40 anos, só voltando agora, atendendo interesse da RBS em ter alguém de confiança com a chave do tesouro do RS (Banrisul e verbas de publicidade). Se tudo isso já é muito, pasme, não é tudo. A empresa que diz viver de informação jamais informou seu público a respeito da dupla vida de sua funcionária. Ah, pode ser pior? Pode. Em se tratando de RBS, claro. Ela não só exercia um CC fantasma como ocupava tv, jornal e rádio do Grupo RBS para dar show de moral, diretamente de Brasília, para cima de nós gaúchos. Todos estes anos a ladina passou por paladina da moral de dos bons costumes. É a tal de informação isenta da RBS (isenta de tributos, isso sim!)

 

4. FAZENDA FANTASMA

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Como uma desgraça nunca sem só, mas acompanhada de outras, o DNA da candidata vai se construindo a cada cromossoma revelado. No direito penal há dois tipos de crime, por omissão ou por “comissão”. Quando se omite de praticar ato que deveria, ou por cometer ato que não deveria. “Comissão” é uma palavra que faz parte da “cadeia” do seu DNA. Foi “comissão” no Senado”, “omissão” no papel jornalista. Por isso que a Rádio Gaúcha às vezes entra em … cadeia… Deve ser em ato falho em relação a este tipo de comportamento.

À “comi$$ão” no Senado se soma a “omi$$ão” de uma fazenda, avaliada em R$ 4 milhões, localizada em Goiás. Também teria “omitido”, ou “esquecido”, de informar um terreno em Brasília no valor de mais ou menos R$ 1,4 milhões. Não é proibido ter, mas a legislação pede que se informe. Deve ser por estas omissões que a RBS a contratou para informar… É desse tipo de profissional que se constrói empresas como a RBS. Ou será mero acaso que daquela casa saia gente como Antonio Britto, Yeda Crusius, Lasier Martins?!

Como se vê, na família do seu Octávio Cardoso, transparência é traz parente!

 

5. TENTATIVA DE CENSURA

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Em 2002 publiquei no Observatório da Imprensa o artigo “Mídia e o dicionário da intolerância”. Naquele dicionário Ana Amélia já era verbete:

(No sábado, 2/2/02, foi a vez da "porte-parole" do ministro Pratini de Moraes e da Fiergs, Ana Amélia Lemos, voltar à carga: "Intolerância e solidariedade". A articulista da RBS, que mora em Brasília, não tomou conhecimento da intolerância do governador do Distrito Federal, Joaquim Roriz (PMDB/DF), que, segundo os jornais, pediu uma "salva de vaias ao crioulo petista". Também lhe passou batido o incitamento do prefeito de Presidente Prudente em solidariedade ao pecuarista que atirou pelas costas em José Rainha e que, segundo a Folha de S.Paulo, declarou, a respeito do líder do MST: "Mato ele a tapas". A mesma intolerância que a RBS tentou usar contra os organizadores do Fórum Social Mundial no sentido de exigir condições especiais para a instalação de um canal televisivo, no centro de eventos da PUC-RS, pois a alternativa seria o boicote puro e simples de todo o conglomerado a respeito do Fórum.)

Trazia a baila uma reflexão de Paulo Leminski: quando usamos um termo de forma obcecada é porque seu sentido aponta para a direção contrária. Quando Ana Amélia levanta a bandeira da transparência é porque está com o mastro enfiado na traseira.

O vezo autoritário herdado, se não de outra forma, pelo menos por osmose, de seu marido, é parte de seu DNA. Quem tanto se dizia defensora da liberdade de expressão, que rechaçava qualquer crítica ao seu trabalho de jornalista, de repente viu-se no papel de quem ela tantas vezes enxovalhou. Imagine se cada um que teve de ouvir calado, porque não tinha jornal, tv, rádio nem internet ao seu lado para se defender, tivesse entrado na justiça da censurá-la. Teria gritado aos quatro ventos chamando de comunistas e o escambau. O seu comportamento autoritário não espanta, porque está no seu DNA. Ela está sendo o que sempre foi. Aliás, foi esta arrogância que a levou a ocupar tanto espaço na RBS. Veja bem, arrogância com alguns e lambe-botas com outros. Complacente com os grandes, autoritária com os pequenos.

Vários blogs postaram informações a respeito de sonegação da informação da Fazenda. Havia lido no Cloaca, depois no Sociedade Política. Depois saiu no Sul21 e na Folha. Por que Ana Amélia só quis calar os pequenos e não deu um pio em relação aos grandes? Simples, este é o comportamento típico de vira-lata. A covardia não tem limites!

Outra prova de sua faceta autoritária deu-se com a tentativa de censurar o página no Facebook da Associação Nacional dos Procuradores Municipais (ANPM). Por que será que todo funcionário da RBS, que passa tantos anos cobrando transparência dos outros, se lança na política com o mote da transparência mas na primeira informação que aparece querem ver tudo opaco?

Por que a defensora da liberdade de expressão virou Mãos de Tesoura? Seria porque tem medo que todos os seus podres venham à tona, então é melhor podar desde logo quem tenta trazer à luz suas incoerências?!

 

6. ENRIQUECIMENTO SUSPEITO

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Mesmo considerando apenas o patrimônio declarado pela senadora ao TSE, seus bens dobraram de valor entre 2010 e 2014, saltando de R$ 1,2 milhão para mais de R$ 2,5 milhões. O aumento em questão é incompatível com seu salário no Senado. De novo, vem a tona seu mote da transparência. Logo ela que sempre cobrou transparência deveria ser a primeira a ser transparente. Se ela dobrou seu patrimônio sendo apenas Senadora, imagine tendo as chaves do cofre do tesouro do RS…

 

7. CORTE DE PROGRAMAS SOCIAIS

Ana Amélia votou contra política de aumento do salário mínimo

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Em entrevista à Zero Hora, no dia 17 de Setembro, a candidata do PP anunciou sua disposição em cortar recursos das Secretarias responsáveis pela implementação do Programa RS Mais Renda. O programa, criado no Governo Tarso, beneficia mais de 80 mil famílias em situação de pobreza extrema com um complemento de renda ao Bolsa-Família. Desde 2011, mais de 500 mil gaúchos saíram da miséria. Ana Amélia quer acabar com isso.

Quando a candidata diz que vai cortar CC para investir no social, monta uma meia verdade que se revela mentira inteira. Chuta números da mesma forma de quando era jornalista, sem conferir, sem ter o menor apreço a verdade. Os números estão todos no portal da transparência, goste-se ou não deles, são os números. Ela diz que iria acabar com 5 mil CCs. Como política, 10, por achar todo mundo é ignorante. Como candidata a governadora, ela deveria se lembrar que hoje as pessoas não dependem mais da RBS para se informar. Basta ter internet. Existem 6444 vagas providas no quadro de funções do estado. O detalhe que ela omite é que dessas vagas, 3398 são de Funções Gratificadas, ou seja, 52,7% das vagas de funções são “FG” (os CCs, 2134, representam 33,12% do quadro de funções e somente 1,39% do total de servidores em exercício).

Que ela minta, como ex-funcionária da RBS e como candidata, vá lá. Que o eleitor entre nesta peta aí já são outros 500…

 

8. MENOS RECURSOS PARA A DEFESA CIVIL

Eis a equipe que não defende civis, só militares!

Entre os cortes de gastos anunciados por Ana Amélia, estão as diárias utilizadas por servidores que trabalham fora do seu município de residência. O maior volume de gastos com as diárias, hoje, sustenta a ação dos agentes da Defesa Civil e da Brigada Militar. A medida comprometeria o trabalho de socorro e assistência realizado pela Defesa Civil em enchentes e outras situações de calamidade. Não é novidade que durante a Copa milhares de soldados foram deslocados do interior para a capital. Isso custa dinheiro em forma de diárias. Negar isso seria pedir que o contingente fosse deslocado sem receber por isso.

Vindo de onde veio, até porque é o uso do cachimbo que entorta a boca, todo centavo economizado com o corte de salário dos servidores públicos, que já ganham pouco, é dinheiro que será drenado, de forma legal, como propaganda nos veículos da RBS. É a forma como muito governantes fazem um cala-boca, uma espécie de mensalão para elogios. Quando Olívio Dutra cortou as verbas publicitárias, investindo nos pequenos veículos do interior onde as obras estavam sendo realizadas, a RBS em parceria com Vieira da Cunha inventaram a CPI da Segurança. Nestas eleições refizeram a parceria da RBS colando Lasier Martins no Vierinha. Só não vê quem não quer.

9. CONTRA CONCURSOS PÚBLICOS

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A senadora propôs emenda à PEC 17, que trata da realização de concurso público para procurador municipal, sugerindo que concursos fossem realizados somente em cidades com mais de 100 mil habitantes, o que representa apenas 4% dos municípios brasileiros. A posição abre um precedente perigoso, que pode levar à extinção do concurso público para provimento em outras carreiras.

Não é só total incoerência com seu mote de transparência e corte de CC. É também uma total irracionalidade. Até porque, se não fizer concurso público, como as prefeituras vão preencher os cargos? Criando CCs… O concurso público pode ter lá seus defeitos, mas serve pelo menos para dar transparência de verdade e não só para propaganda. Quem quer o emprego, se candidata junto com os demais, e prove estar melhor preparado com os demais. O que Ana Amélia quer é a volta do patrimonialismo, aquele mesmo que a levou a ocupar um CC fantasma no Senado.

10. ANA AMÉLIA = YEDA CRUSIUS

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Os gaúchos merecem pelo menos serem governados por gaúchos. A RBS emplacou Antonio Britto que já não vivia no RS e hoje vive mais quieto que gato cagando na chuva. Ninguém sabe por onde anda. Depois enfiou goela abaixo dos gaúchos a paulista Yeda Crusius, talvez a pior governante deste Estado em toda sua história. Tudo isso contraria a gauchada que canta desassombradamente “sirvam nossas façanhas de modelo a toda terra”. Que façanhas são estas que esta terra que Sepé Tiarajú disse não ter dono hoje é comandada pela RBS, impondo caciques de fora da aldeia?

O PP, partido de Ana Amélia Lemos, fez parte do desgoverno de Yeda Crusius, que desmontou o Estado e passou quatro anos envolvido em escândalos como a fraude do Detran. Além disso, Ana Amélia defendia o déficit zero quando jornalista da RBS e já declarou, publicamente, que o governo Yeda foi bom para o Rio Grande.

Ana Amélia é parte importante do descalabro que foi sua colega de RBS, Yeda Crusius. Os filhos dos gaúchos não querem mais voltar a estudar em escolas de lata.

 

11. Ana Amélia é um 7 no  meio do 11

ANA RBS LEMOS

A melhor definição para o que significa a candidatura da Ana Amélia e sua plataforma de governo até aqui dada a conhecer é colocar  sua nota de ex-miss Lagoa Vermelha no meio da legenda de seu partido: 1(7)1! Querer tomar os cofres do Estado para, com isso, salvar a pele dos patrões é coisa de 171!

A RBS pode resolver sozinha sua decadência sem precisar de uma governadora que drene recursos para suprir a incompetência administrativa dos Sirotsky. É um absurdo que uma empresa do tamanho da RBS dependa de governante submissos que invistam mais em propaganda em seus veículos do que na educação e nos pequenos agricultores.

Até o Correio do Povo já denunciou a forma indisfarçável da RBS de se apropriar do RS. Já tivemos o cavalo do comissário, agora querem nos impingir uma segunda égua-madrinha!

Diferente do que diz a letra do hino rio-grandense, povo que não te virtude acaba sendo capacho amestrado da RBS!

24/05/2014

Operação Rodin: “sirvam nossas patranhas de modelo a toda terra”

Bis in idem: não deu certo com Antônio Britto, a RBS atacou com Yeda Crusius. Veio a Operação Rodin e os pensadores da RBS se esconderam na moita. E da moita lançaram a Operação Rodin 2, com Ana Amélia Lemos e, na suplência, Lasier Martins. Procure na empresa que domina 80% do mercado de informação do RS informações sobre a Operação Rodin e verás que um filho teu foge à luta, simplesmente porque é fdp!

Se não ganham a capa da Zero Hora como iriam sair na capa da Veja! Pela teoria do domínio do fato, a RBS estaria hoje acéfala…

Só para provar o slogan: a RB$ é ávida por todos os lados!

Operação Rodin: 3ª Vara Federal de Santa Maria (RS) condena 29 em ação criminal

23 de maio de 2014

(Atualizado às 17h14)

A 3ª Vara Federal de Santa Maria (RS) condenou ontem (22/5/14) 29 acusados de envolvimento no desvio de recursos públicos do Detran/RS. As irregularidades teriam ocorrido entre 2003 e 2007, em contratos firmados com a Fundação de Apoio à Tecnologia e à Ciência (Fatec) e a Fundação Educacional e Cultural para o Desenvolvimento e Aperfeiçoamento da Educação e da Cultura (FUNDAE), vinculadas à Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), para a realização dos exames teóricos e práticos de direção veicular para fins de expedição da Carteira Nacional de Habilitação.

A sentença, com 1.860 folhas, analisou 30 fatos atribuídos a 32 réus. Todos os
condenados foram responsabilizados, solidariamente, pela devolução ao Detran da
quantia de R$ 90.625.575,96, montante mínimo do dano causado ao erário público, devidamente atualizado. Cabe recurso ao Tribunal Regional Federal da 4ª Região, com sede em Porto Alegre. Todos poderão recorrer em liberdade.

O processo tem 63.627 folhas (249 volumes), 57 (cinqüenta e sete) mil folhas de apensos e documentos apreendidos. Foram inquiridas mais de 300 (trezentas) testemunhas, sendo mais de 200 (duzentas) por carta precatória. Há mais de 100 ações relacionadas, incluindo pedidos de habeas corpus e mandados de segurança impetrados ao longo do andamento. Pelo menos outras 12 ações vinculadas à Operação Rodin, em sua maioria criminais ou de improbidade administrativa, seguem tramitando em Santa Maria.

O juiz Loraci Flores de Lima determinou a intimação das partes em regime de urgência. A cópia integral da sentença em mídia digital (CD-ROM), arquivos assinados eletronicamente com certificado digital e com senhas de proteção e número de série individualizado por réu e defesa técnica já estão disponíveis aos procuradores na secretaria da vara.

Operação Rodin, mas pode chamar de 45, cano duplo (Yeda & Ana Amélia):

Cronograma do caso:

6 de novembro de 2007 – Polícia Federal (PF) deflagra a chamada Operação Rodin. Decretadas a prisão temporária de 13 pessoas, o bloqueio de bens e a busca e apreensão de documentos
3 de março de 2008 – PF entrega inquérito ao Ministério Público Federal (MPF)
15 de maio de 2008 – MPF entrega denúncia à 3ª Vara Federal e Juizado Especial Criminal da Subseção Judiciária de Santa Maria
27 de maio de 2008 – Juíza federal Simone Barbisan Forte recebe denúncia contra 40 pessoas
26 de janeiro de 2009 – iniciam as oitivas de testemunhas de acusação
12 de março de 2009 – iniciam oitivas de testemunhas de defesa
29 de abril de 2010 – continua a fase de produção de provas e oitiva de testemunhas de defesa
16 de novembro de 2011 – iniciam interrogatórios dos réus
24 de julho de 2013 – são entregues os últimos documentos solicitados durante a fase de diligências finais
7 de novembro de 2013 – inicia prazo para apresentação de memoriais
18 de dezembro de 2013 – autos com juiz para sentença
22 de maio de 2013 – proferida sentença

Resumo das absolvições e condenações:

– ABSOLVIÇÕES (TODAS AS ACUSAÇÕES):

FRANCISCO JOSÉ DE OLIVEIRA FRAGA
GILSON ARAÚJO DE ARAÚJO

LENIR BEATRIZ DA LUZ FERNANDES

– CONDENAÇÕES:

1) ALEXANDRE DORNELLES BARRIOS – Advogado do Detran na gestão de Carlos Ubiratan dos Santos
Condenação: 09 (nove) anos e 06 (seis) meses em regime inicial fechado, multa na totalidade de 270 dias-multa, calculada à razão de 4/10 (quatro décimos) do salário mínimo vigente à data do fato
Acusações:
Art. 288 do CP : Associação Criminosa
Art. 89, caput, da Lei nº 8.666/93 : Dispensar ou inexigir licitação fora das hipóteses previstas em lei, ou deixar de observar as formalidades pertinentes à dispensa ou à inexigibilidade:
Art. 299 do CP : Falsidade ideológica

2) ALFREDO PINTO TELLES – Sócio da Newmark, cunhado de Lair Ferst
Condenação: 17 (dezessete) anos e 05 (cinco) meses em regime inicial fechado, multa na totalidade de 500 dias-multa, calculada à razão de 4/10 (quatro décimos) do salário mínimo vigente à data do fato;
Acusações:
Art. 288 do CP : Associação Criminosa
Art. 89, parágrafo único, da Lei nº 8.666/93: tendo comprovadamente concorrido para a consumação da ilegalidade, beneficiou-se da dispensa ou inexigibilidade ilegal, para celebrar contrato com o Poder Público.
Art. 312 do CP : Peculato
Art. 299 do CP: Falsidade ideológica

3) CARLOS DAHLEM DA ROSA – dono da Carlos Rosa Advogados, que prestava consultoria ao projeto
Condenação: 36 (trinta e seis) anos e 11 (onze) meses em regime inicial fechado, multa na totalidade de 1012 dias-multa, calculada à razão de 1 (um) salário mínimo vigente à data do fato;
Acusações:
Art. 288 do CP Associação Criminosa
Art. 89, parágrafo único, da Lei nº 8.666/93: tendo comprovadamente concorrido para a consumação da ilegalidade, beneficiou-se da dispensa ou inexigibilidade ilegal, para celebrar contrato com o Poder Público.
Art. 312 do CP : Peculato
Art. 333 do CP: Corrupção ativa

4) CARLOS UBIRATAN DOS SANTOS – Diretor-presidente do Detran entre 2003 e 2006, quando foi firmado o convênio com a Fatec
Condenação: 32 (trinta e dois) anos e 10 (dez) meses em regime inicial fechado, multa na totalidade de 1426 dias-multa, calculada à razão de 8/10 (oito
décimos) do salário mínimo vigente à data do fato;
Acusações:
Art. 288 do CP : Associação Criminosa
Art. 89, caput, da Lei nº 8.666/93 : Dispensar ou inexigir licitação fora das hipóteses previstas em lei, ou deixar de observar as formalidades pertinentes à dispensa ou à inexigibilidade:
Art. 312 do CP : Peculato
Art. 317 do CP : Corrupção passiva
Art. 299 do CP: Falsidade ideológica

5) CENIRA MARIA FERST FERREIRA – Irmã de Lair, sócia da Rio Del Sur, uma das empresas terceirizadas
Condenação: 05 (cinco) anos em regime inicial semi-aberto, multa na totalidade de 272 dias-multa, calculada à razão de 2/10 (dois décimos) do salário mínimo vigente à data do fato;
Acusações: Art. 299 do CP: Falsidade ideológica

6) DARIO TREVISAN DE ALMEIDA – Professor da UFSM, presidiu
a Coperves de 1993 a 2007 e coordenava o Trabalhando pela Vida na Fatec
Condenação: 26 (vinte e seis) anos e 08 (oito) meses em regime inicial fechado, multa na totalidade de 760 dias-multa, calculada à razão de 6/10 (seis décimos) do salário mínimo vigente à data do fato, e perda de cargo público
Acusações:
Art. 288 do CP: Associação Criminosa
Art. 89, parágrafo único, da Lei nº8.666/93 : tendo comprovadamente concorrido para a consumação da ilegalidade, beneficiou-se da dispensa ou inexigibilidade ilegal, para celebrar contrato com o Poder Público.
Art. 312 do CP: Corrupção passiva
Art. 299 do CP: Falsidade ideológica

7) DENISE NACHTIGALL LUZ – Esposa de Ferdinando Fernandes e sócia do Nachtigall Advogados Associados, subcontratada pela Fatec
Condenação: 22 (vinte e dois) anos e 07 meses em regime inicial fechado, multa na totalidade de 606 dias-multa, calculada à razão de 4/10 (quatro décimos) do salário mínimo vigente à data do fato;
Acusações: Art. 288 do CP : Associação Criminosa
Art. 89, parágrafo único, da Lei nº 8.666/93 : tendo comprovadamente concorrido para a consumação da ilegalidade, beneficiou-se da dispensa ou inexigibilidade ilegal, para celebrar contrato com o Poder Público.
Art. 312 do CP : Peculato

8) EDUARDO REDLICH JOÃO – Identificado como intermediário de Lair Ferst
Condenação: 05 (cinco) anos e 05 (cinco) meses em regime inicial semi-aberto, multa na totalidade de 179 dias-multa, calculada à razão de 2/10 (dois décimos) do salário mínimo vigente à data do fato;
Acusações: Art. 312 do CP: Peculato
Art. 299 do CP: Falsidade ideológica

9) EDUARDO WEGNER VARGAS – Filho do presidente afastado do Tribunal de Contas do Estado, João Luiz Vargas, era sócio da IGPL
Condenação: 05 (cinco) anos e 01 (um) mês em regime inicial semi-aberto, multa na totalidade de 76 dias-multa, calculada à razão de 4/10 (quatro décimos) do salário mínimo vigente à data do fato;
Acusações:
Art. 288 do CP : Associação Criminosa
Art. 312 do CP: Peculato

10) ELCI TERESINHA FERST – Irmã de Lair Ferst e sócia da Newmark, uma das terceirizadas
Condenação: 05 (cinco) anos e 05 (cinco) meses em regime inicial semi-aberto, multa na totalidade de 233 dias multa, calculada à razão de 1/10 (um décimo) do salário mínimo vigente à data do fato;
Acusações: Art. 299 do CP: Falsidade ideológica

11) FERDINANDO FRANCISCO FERNANDES – Filho de José Fernandes e sócio da Pensant
Condenação: 38 (trinta e oito) anos e 07 (sete) meses em regime inicial fechado, multa na totalidade de 1054 dias-multa, calculada à razão de 1 (um) salário mínimo vigente à data do fato;
Acusações:
Art. 288 do CP : Associação Criminosa
Art. 89, parágrafo único, da Lei nº8.666/93: tendo comprovadamente concorrido para a consumação da ilegalidade, beneficiou-se da dispensa ou inexigibilidade ilegal, para celebrar contrato com o Poder Público.
Art. 312 do CP : Peculato
Art. 333 do CP : Corrupção ativa

12) FERNANDO FERNANDES – Filho de José Fernandes e sócio da Pensant
Condenação: 31 (trinta e um) anos e 03 (três) meses em regime inicial fechado, multa na totalidade de 664 dias-multa, calculada à razão de 8/10 (oito décimos) do
salário mínimo vigente à data do fato;
Acusações:
Art. 288 do CP : Associação Criminosa
Art. 89, parágrafo único, da Lei nº 8.666/93 : tendo comprovadamente concorrido para a consumação da ilegalidade, beneficiou-se da dispensa ou inexigibilidade ilegal, para celebrar contrato com o Poder Público.
Art. 312 do CP : Peculato
Art. 333 do CP: Corrupção ativa

13) FLÁVIO ROBERTO LUIZ VAZ NETTO – Diretor-presidente do Detran na
época em que foi deflagrada a Operação Rodin
Condenação: 20 (vinte) anos e 10 (dez) meses em regime inicial fechado, multa na totalidade de 696 dias-multa, calculada à razão de 1 (um) salário mínimo vigente à data do fato; e cassação da aposentadoria
Acusações:
Art. 288 do CP : Associação Criminosa
Art. 89, caput, da Lei nº 8.666/93 : Dispensar ou inexigir licitação fora das hipóteses previstas em lei, ou deixar de observar as formalidades pertinentes à dispensa ou à inexigibilidade:
Art. 312 do CP : Peculato
Art. 317 do CP: Corrupção passiva

14) HÉLVIO DEBUS OLIVEIRA SOUZA – Contador da Fundae e sócio da S3 Contabilidade Consultoria e Assessoria
Condenação: 07 (sete) anos e 07 (sete) meses em regime inicial semi-aberto, multa na totalidade de 148 dias-multa, calculada à razão de 6/10 (seis décimos) do salário mínimo vigente à data do fato;
Acusações:
Art. 288 do CP: Associação Criminosa
Art. 312 do CP: Peculato

15) HERMÍNIO GOMES JUNIOR – Ex-diretor técnico do Detran
Condenação: 32 (trinta e dois) anos e 02 (dois) meses em regime inicial fechado, além de multa na totalidade de 1370 dias-multa, calculada à razão de 8/10 (oito décimos) do salário mínimo vigente à data do fato;
Acusações:
Art. 288 do CP : Associação Criminosa
Art. 89, caput, da Lei nº 8.666/93 : Dispensar ou inexigir licitação fora das hipóteses previstas em lei, ou deixar de observar as formalidades pertinentes à dispensa ou à inexigibilidade:
Art. 312 do CP: Peculato
Art. 317 do CP : Corrupção passiva
Art. 299 do CP: Falsidade ideológica

16) JOSÉ ANTÔNIO FERNANDES – Sócio da Pensant
Condenação: 38 (trinta e oito) anos e 07 (sete) meses em regime inicial fechado, multa na totalidade de 1054 dias-multa, calculada à razão de 1 (um) salário mínimo
vigente à data do fato;
Acusações:
Art. 288 do CP: Associação Criminosa
Art. 89, parágrafo único, da Lei nº 8.666/93: tendo comprovadamente concorrido para a consumação da ilegalidade, beneficiou-se da dispensa ou inexigibilidade ilegal, para celebrar contrato com o Poder Público.
Art. 312 do CP: Peculato
Art. 333 do CP: Corrupção ativa

17) LAIR ANTÔNIO FERST – Empresário, ex-coordenador da bancada do PSDB na Assembleia
Condenação: 25 (vinte e cinco) anos e 02 (dois) meses em regime inicial fechado, multa na totalidade de 686 dias-multa, calculada à razão de 1 (um) salário mínimo vigente à data do fato;
Acusações:
Art. 288 do CP : Associação Criminosa
Art. 89, parágrafo único, da Lei nº 8.666/93: tendo comprovadamente concorrido para a consumação da ilegalidade, beneficiou-se da dispensa ou inexigibilidade ilegal, para celebrar contrato com o Poder Público.
Art. 312 do CP : Peculato
Art. 333 do CP : Corrupção ativa
Art. 299 do CP: Falsidade ideológica

18) LUCIANA BALCONI CARNEIRO – Ex-funcionária da Fatec, sócia da Pakt, secretária executiva do Trabalhando pela Vida
Condenação: 02 (dois) anos em regime inicial aberto, multa na totalidade de 94 dias-multa, calculada à razão de 2/10 (dois décimos) do salário mínimo vigente à data do fato;
Acusações: Art. 299 do CP : Falsidade ideológica

19) LUIZ CARLOS DE PELLEGRINI – Dirigiu a Fatec em 2006 e 2007
Condenação: 08 (oito) anos e 09 (nove) meses em regime inicial fechado, multa na
totalidade de 181 dias-multa, calculada à razão de 2/10 (dois décimos) do salário mínimo vigente à data do fato; e perda do cargo público
Acusações:
Art. 288 do CP : Associação Criminosa
Art. 312 do CP: Peculato

20) LUIS PAULO ROSEK GERMANO – Prestador de serviços da Carlos Rosa Advogados
Condenação: 08 (oito) anos e 09 (nove) meses em regime inicial fechado, multa na totalidade de 181 dias-multa, calculada à razão de 4/10 (quatro décimos) do salário mínimo vigente à data do fato;
Acusações:
Art. 288 do CP : Associação Criminosa
Art. 312 do CP: Peculato

21) MARCO AURÉLIO DA ROSA TREVIZANI – Contador de Lair Ferst
Condenação: 14 (quatorze) anos e 04 (quatro) meses em regime inicial fechado, multa na totalidade de 582 dias-multa, calculada à razão de 2/10 (dois décimos) do salário mínimo vigente à data do fato;
Acusações:
Art. 288 do CP: Associação Criminosa
Art. 312 do CP: Peculato
Art. 299 do CP: Falsidade ideológica

22) NILZA TEREZINHA PEREIRA – Dá nome à NT Pereira, uma das terceirizadas
Condenação: 10 (dez) anos e 07 (sete) meses em regime inicial fechado, multa na totalidade de 362 dias-multa, calculada à razão de 2/10 (dois décimos) do salário mínimo vigente à data do fato;
Acusações:
Art. 288 do CP : Associação Criminosa
Art. 312 do CP : Peculato
Art. 299 do CP: Falsidade ideológica

23) PATRÍCIA JONARA BADO DOS SANTOS – Advogada, esposa de Carlos Ubiratan dos Santos e administradora da NT Pereira
Condenação: 15 (quinze) anos e 02 (dois) meses em regime inicial fechado, multa na totalidade de 536 dias-multa, calculada à razão de 8/10 (oito décimos) do salário mínimo vigente à data do fato;
Acusações:
Art. 288 do CP : Associação Criminosa
Art. 312 do CP : Peculato
Art. 299 do CP: Falsidade ideológica

24) PAULO JORGE SARKIS – Reitor da UFSM quando do contrato entre o Detran e a Fatec
Condenação: 12 (doze) anos em regime inicial fechado, multa na totalidade de 298 dias-multa, calculada à razão de 1 (um) salário mínimo vigente à data do
fato; Cassação da aposentadoria
Acusações:
Art. 288 do CP : Associação Criminosa
Art. 312 do CP : Peculato

25) PEDRO LUIS SARAIVA AZEVEDO – Cunhado de Hermínio Gomes Júnior, dono da PLS Azevedo, prestava serviço a uma terceirizada
Condenação: 09 (nove) anos e 04 (quatro) meses em regime inicial fechado, multa na totalidade de 362 dias-multa, calculada à razão de 2/10 (dois décimos) do salário mínimo vigente à data do fato;
Acusações:
Art. 312 do CP : Peculato
Art. 299 do CP: Falsidade ideológica

26) ROSANA CRISTINA FERST – Irmã de Lair Ferst, era sócia da Rio Del Sur, subcontratada pela Fatec
Condenação: 16 (dezesseis) anos e 08 (oito) meses em regime inicial fechado, multa na totalidade de 586 dias-multa, calculada à razão de 4/10 (quatro décimos) do salário mínimo vigente à data do fato;
Acusações:
Art. 288 do CP : Associação Criminosa
Art. 89, parágrafo único, da Lei nº 8.666/93 : tendo comprovadamente concorrido para a consumação da ilegalidade, beneficiou-se da dispensa ou inexigibilidade ilegal, para celebrar contrato com o Poder Público.
Art. 312 do CP : Peculato
Art. 299 do CP: Falsidade ideológica

27) ROSMARI GREFF ÁVILA DA SILVEIRA – Secretária executiva da Coperves na gestão de Dario Trevisan
Condenação: 10 (dez) anos e 03 (três) meses em regime inicial fechado, multa na totalidade de 145 dias-multa, calculada à razão de 2/10 (dois décimos) do salário mínimo vigente à data do fato; e perda de cargo público
Acusações: Art. 312 do CP: Peculato

28) RUBEN HOHER – Contador da Fundae e coordenador do projeto do Detran quando a Fundae foi contratada. Sócio da Doctos, uma das terceirizadas
Condenação: 26 (vinte e seis) anos e 05 (cinco) meses em regime inicial fechado, multa na totalidade de 775 dias-multa, calculada à razão de 6/10 (seis décimos) do salário mínimo vigente à data do fato.
Acusações:
Art. 89, parágrafo único, da Lei nº 8.666/93 : tendo comprovadamente concorrido para a consumação da ilegalidade, beneficiou-se da dispensa ou inexigibilidade ilegal, para celebrar contrato com o Poder Público.
Art. 312 do CP : Peculato
Art. 317 do CP: Corrupção passiva
Reconhecida a extinção da punibilidade pela prescrição da pretensão punitiva, com base no arts. 107, IV (“Extingue-se a punibilidade pela prescrição, decadência ou perempção”), 109, IV (“A prescrição, antes de transitar em julgado a sentença final, salvo o disposto no § 1o do Art. 110 deste Código, regula-se pelo máximo da pena privativa de liberdade cominada ao crime, verificando-se em oito anos, se o máximo da pena é superior a dois anos e não excede a quatro”) e 115 do CP (“são reduzidos de metade os prazos de prescrição quando o criminoso era, ao tempo do crime, menor de 21 anos, ou, na data da sentença, maior de 70 anos”)

29) SILVESTRE SELHORST – Secretário executivo da Fatec
Condenação: 25 (vinte e cinco) anos e 02 (dois) meses em regime inicial fechado, multa na totalidade de 630 dias-multa, calculada à razão de 6/10 (seis décimos) do salário mínimo vigente à data do fato;
Acusações:
Art. 288 do CP : Associação Criminosa
Art. 312 do CP : Peculato
Art. 317 do CP: Corrupção passiva

Portal da Justiça Federal da 4ª Região

23/07/2011

O RS pelo El País, hoje

Filed under: El País — Gilmar Crestani @ 11:47 am
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Las aguas ponen de rodillas a Río Grande do Sul

Más de 76.000 personas afectadas, ocho muertos y 57 municipios en estado de calamidad

JUAN ARIAS | Río de Janeiro 23/07/2011

Las aguas torrenciales que provocan el desbordamiento de los ríos han vuelto a golpear a Brasil. Esta vez ha sido el rico y pujante Estado de Río Grande do Sul, cuyo gobernador, Tarso Genro, uno de los líderes políticos más destacados del país, se ha trasladado este viernes a los locales de la tragedia.

        Según Defensa Civil, 76.000 personas del Estado se han visto ya afectadas y en 57 municipios ha sido declarado el estado de calamidad. Se han quedado sin casa, destruidas por las aguas, 4.300 familias y 6.482 han tenido que ser desalojadas.

      La situación más grave se da en la región de Vale do Paranhana, formada por las ciudades próximas al rio Paranhana, afluente importante del río de los Sinos que abarca los municipios de Igrejinha, Parobé, Riozinho, Rolante, Taquara y Tres Coroas.

      La ciudad de São Lorenzo do Sul, en la que han perdido la vida por lo menos ocho personas y los bomberos siguen buscando desaparecidos, es la más golpeada. El 50% de la ciudad está literalmente bajo las aguas y los habitantes tienen que hacer uso de barcos para moverse. Se trata de la mayor catástrofe de la historia de la ciudad. Desde hace cerca de medio siglo no se registraba una cantidad semejante de agua caída en pocas horas.

      También las ciudades de Novo Tiradentes, Lajeado y Encantado están bajo alerta ya que el caudal del río Cai está creciendo 20 centímetros por hora. Las autoridades han alertado sobre la posibilidad de que se registren unas inundaciones récord en la ciudad si el río sigue creciendo a ese ritmo.

      Todos los que viven en las inmediaciones del curso de los ríos han sido alertados ante la posibilidad de tener que dejar sus casas de un momento a otro. Las autoridades civiles y los bomberos han pedido a la gente que colaboren dejando sus casas para no congestionar después el desalojo por parte de los servicios de emergencia y ayuda.

      En la zona varias autopistas han sido cortadas por las lluvias, según informa el Comando de la Brigada Militar de Carreteras.

      En muchas de las ciudades afectadas por las aguas falta luz y se está pidiendo -sobretodo los desabrigados- no sólo comida sino también colchones y ropa de abrigo dadas las bajas temperaturas registradas, que en algunos casos llegan a cinco grados bajo cero.

      Las aguas ponen de rodillas a Río Grande do Sul · ELPAÍS.com

      17/03/2010

      Coincidências

      Filed under: Cosa Nostra — Gilmar Crestani @ 2:32 am
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      RS? rsrsrsrsrsrsrgs!!

      RS? rsrsrsrsrsrsrgs!!

      1) O Rio Grande do Sul é controlado por um monopólio chamado Grupo RBS, que detém 80% do mercado de mídias;
      2) O Rio Grande do Sul, com exceção do Governo Olívio, foi sempre governado por pessoas muito próximas ao Grupo RBS. Isto é, fora da esquerda, que o Instituto Millenium quer extirpar do mundo, à foice, se for necessário;
      3) O Rio Grande do Sul é um Estado que fornece mais generais que intelectuais, o que pode explicar porque Pinochet é mais popular no RS, inclusive mais que Lula, que no Chile;
      4) O Rio Grande do Sul apoiou a Ditadura, desde Zero Hora até o bispo Dom Vicente Scherer;
      5) O Rio Grande do Sul é o Estado onde a mídia local, na cobertura da corrupção, foi sempre “furada” pela Folha de São Paulo;
      6) O Rio Grande do Sul é o Estado onde, para ser Secretário de Cultura, basta andar a cavalo, literalmente;
      7) O Rio Grande do Sul é o Estado menos lembrado nos discursos moralistas de Pedro Simon no Senado Federal;
      8) O Rio Grande do Sul é o Estado onde os professores em início de carreira tem o pior salário da categoria do país;
      9) O Rio Grande do Sul deve ser o único lugar do mundo onde “déficit zero” é oração, mesmo que para tanto tenha deixado milhares de alunos em contêiners;
      10) O Rio Grande do Sul é o Estado onde se sabe tudo e de tudo se quer saber a respeito de Hugo Chávez e nada se sabe sobre, e nem quer saber, a administração de sua Capital, Porto Alegre.

      O Rio Grande do Sul é um Estado, e isso me causa mal-estar, em mau estado.

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