Ficha Corrida

25/09/2014

É chocante o choque de gestão do PSDB

Filed under: Choque de Gestão,FHC,Geraldo Alckmin,Propinoduto Tucano,PSDB,Tremsalão — Gilmar Crestani @ 9:23 am
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PSDB camaroteRoubos crescem pelo 15º mês seguido no Estado de São Paulo

MARCELO GODOY – O ESTADO DE S. PAULO

25 Setembro 2014 | 02h 02

Governo suspeita que números sejam inflados por fraudes nos registros envolvendo celulares e documentos; homicídios caíram

SÃO PAULO – O roubo cresceu 11,7% no Estado de São Paulo no mês de agosto, em relação ao mesmo mês de 2013. É a 15.ª vez seguida que isso ocorre com esse tipo de crime em São Paulo. O Estado registrou ainda aumento de latrocínios e queda de roubos de veículos e homicídios, conforme os números que serão divulgados nesta quinta-feira, 25, pela Secretaria da Segurança Pública.

Para enfrentar a tendência de crescimento dos roubos que parece resistir a todas as ações policiais preventivas – nos outros meses, a secretaria já apostou em grandes operações contra o Primeiro Comando da Capital (PCC), mudança nos comandos da Polícia Militar e operações em bairros com altos índices de criminalidade -, o governo de São Paulo estuda agora duas medidas. A primeira é pedir que a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) determine o bloqueio dos aparelhos de telefonia celular com queixa de roubo. Dessa forma, não seria mais necessário a ação do dono, bastaria o registro na polícia. A segunda é deixar de cobrar a taxa pela segunda via da carteira de identidade, o RG.

Fraude. A lógica por trás dessas duas medidas é o combate à suposta fraude de registro. Os roubos de celulares respondem por 17% do total desse tipo de crime no Estado. Outro tanto são casos de roubos de documentos – em caso de perda, uma taxa é cobrada, mas isso não ocorre quando a pessoa é vítima de roubo.

Policiais ouvidos pelo Estado acreditam que o alto número de roubos desses dois objetos pode estar relacionado à fraude contra o seguro do celular e à necessidade de se tirar a segunda via do documento sem pagar taxa de R$ 29,06. Esses mesmo profissionais dizem que a obsolescência rápida dos celulares e seu alto valor podem ser incentivo à fraude. O dinheiro do seguro serviria para comprar novo aparelho. "Com a chegada do iPhone 6, esse tipo de crime vai disparar", disse um agente ouvido pelo Estado.

A lógica da Segurança Pública Paulista encontraria uma confirmação no comportamento do roubo de veículos no Estado. Considerando apenas esse tipo de roubo, os indicadores registram uma queda de 10,9% em agosto – é o terceiro mês seguido que esse delito diminui em São Paulo. Como se trata de um tipo de crime com baixa subnotificação, ou seja, dificilmente deixa de ser registrado pela vítima, em razão do valor do bem levado pelos criminosos, acredita-se que sua diminuição ou eventual crescimento representa melhor a tendência da criminalidade. Por esse raciocínio, estaríamos diante de uma redução nos índices – depois de o Estado ter registrado recordes históricos desse tipo de crime no primeiro semestre.

Os roubos fazem parte dos chamados crime violentos – estupros, sequestros, homicídios e latrocínios completam a lista. Esses dois últimos fazem parte da cesta de índices para o cálculo da gratificação paga pelo Estado aos policiais que conseguem atingir a meta de redução da criminalidade, ao lado do roubo de veículos. A Secretaria da Segurança Pública registrou queda de 12,9% nos homicídios em agosto. Mas houve aumento de 13% nos latrocínios, que passaram de 30 para 34 casos. Nesta quinta-feira, a SSP divulga os dados completos da criminalidade no Estado e nos municípios.

10/09/2014

Meritocracia é isso aí

Filed under: Choque de Gestão,Geraldo Alckmin,Meritocracia,PSDB — Gilmar Crestani @ 8:32 am
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AlstomPSDBAparece mais um exemplo do que seja o tal de choque de gestão à moda tucana, agora pelas mãos da meritocracia. Se as regras denunciam o sistema, eles mudam as regras depois do jogo.

Até parece que o PSDB contratou o advogado do Fluminense…

A meritocracia implantada pelo PSDB é mais ou menos como a filosofia de “investimento de risco” do Itaú: se dá lucro, é dele; se der prejuízo, é do governo (PROER). Os indicadores de roubo vem crescendo há 14 meses seguidos e isso, para o PSDB, vira mérito policial.

Agora o ladrão chega para o policial paulista e diz:

“- Só estou roubando. Me solta, eu poderia estar matando por aí…”

“- Podi crê, mano, circulando!”

O que choca não é a gestão do Geraldo Alckmin na Saúde (fechou a Santa Casa), na segurança (aumento seguido de roubo por 14 meses), no abastecimento (racionamento d’água ), transporte (trens da Alstom e Siemens), gestão (Robson Marinho no Tribunal de Contas), Educação (decadência da USP e UNESP).

O que choca não é nada disso.

Choca mesmo é, sendo tais obras do seu Geraldo e do PSDB, como ainda consegue tantos votos em São Paulo. Diria que a folclórica poluição contaminou o cérebro dos paulistas.

Estado pagará bônus a 18,8 mil policiais

Número representa 15,5% dos policiais civis e militares; na capital paulista, 16 das 93 delegacias bateram metas

Para secretário da Segurança, mudanças nas regras não afetam caráter meritocrático do programa estadual

REYNALDO TUROLLO JR.DE SÃO PAULO

As mudanças no programa de metas da segurança feitas pelo governo Geraldo Alckmin (PSDB) no sábado (6) permitirão o pagamento de bônus a 18,8 mil policiais civis e militares em todo o Estado –15,5% dos 121,2 mil agentes.

Sem as alterações, nenhum receberia o valor relativo ao primeiro trimestre, que será pago na sexta (12).

Os indicadores de roubos, que crescem em São Paulo há 14 meses seguidos, foram excluídos do cálculo dos bônus.

Ficaram somente os indicadores de mortes violentas (homicídios e latrocínios) e de roubos e furtos de veículos.

Outra mudança é que, agora, mesmo que as metas não sejam atingidas em nível regional e estadual –como era obrigatório antes–, os policiais de uma determinada delegacia ou companhia da PM poderão ter um "mini-bônus" de até R$ 500.

Já o pagamento máximo, de até R$ 2.000 por trimestre, continua só sendo efetuado se as metas forem atingidas em todos os níveis geográficos.

As metas variam conforme os locais: podem exigir redução ou apenas a estabilização dos crimes, por exemplo.

Entram também no cálculo do bônus alguns redutores: o aumento das mortes causadas por policiais e o aumento das vítimas de latrocínio (roubo que resulta em morte).

O CÁLCULO

Tantas variáveis tornam complexo o cálculo.

Por exemplo: em seu conjunto, o Decap, departamento responsável por todas as delegacias da capital, não atingiu a meta em nenhum dos dois indicadores (mortes e roubos e furtos de veículos).

Mesmo assim, os policiais civis do 27º DP (Campo Belo) receberão nesta sexta R$ 350 dos R$ 500 possíveis no "mini-bônus", porque bateram ambas as metas.

Nesse caso, os R$ 150 abatidos referem-se a um desconto de 30%, porque na área do 27º DP os policiais mataram mais e, no Estado, cresceu o número de latrocínios.

Na capital, 16 dos 93 DPs terão algum prêmio relativo ao primeiro trimestre. Os valores vão de R$ 350 a R$ 400.

O bônus faz diferença no salário. Soldados e cabos da PM, ganham, em média, cerca de R$ 4.000 mensais. Investigadores, em média R$ 5.700 (em valores brutos).

Os bônus do segundo trimestre serão maiores, informou nesta terça o secretário da Segurança, Fernando Grella –irão de R$ 250 a R$ 900.

Para ele, a exclusão dos índices de roubos do programa de metas não atinge seu caráter meritocrático.

"O policial sabe que o indicador de roubo vai ser observado oportunamente. Além disso, ele está recebendo bônus por força de dois outros indicadores também relevantes. Não é sem motivo."

Grella disse ainda que a mudança nas regras não representa uma admissão de que o governo não tem conseguido frear os roubos, pois foi feita por razões técnicas.

Segundo ele, o registro de roubos pela internet, permitido desde dezembro, aumentou as queixas e quebrou o padrão da série histórica.

"O problema foi de não parecer injusto, de dizer que o governo lançou a delegacia eletrônica tornando inatingível a meta", afirmou Grella.

08/07/2014

Para encerrar duas décadas de governo, PSDB distribui Samsungs

Filed under: PSDB,Samsung,Segurança Pública — Gilmar Crestani @ 8:06 am
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Bando invade Samsung, faz reféns e leva 7 caminhões de eletrônicos

Carga que inclui tablets e smartphones é avaliada em R$ 80 mi pela polícia e em R$ 14 mi pela empresa

Segundo a polícia, 200 pessoas foram rendidas em Campinas (SP); empresa diz que havia 50 funcionários na hora

JULIANA COISSIENVIADA ESPECIAL A CAMPINAS (SP)LUCAS SAMPAIODE CAMPINAS

Em uma ação criminosa considerada ousada pela polícia, uma quadrilha especializada em roubo de cargas levou um lote milionário de produtos eletrônicos da fábrica da Samsung em Campinas (a 93 km de São Paulo) na madrugada de segunda-feira (7).

Segundo a polícia, a carga roubada, que precisou de sete caminhões para ser transportada, está avaliada em R$ 80 milhões. A Samsung fala em R$ 14 milhões.

Os ladrões invadiram o local, fizeram os funcionários reféns durante cerca de três horas e roubaram cerca de 40 mil equipamentos eletrônicos –como smartphones e tablets. Ninguém ficou ferido.

Segundo a polícia, um grupo de assaltantes abordou uma van que levava funcionários para a fábrica, que fica às margens da rodovia D. Pedro 1º (SP-065), e utilizou o veículo para entrar no complexo, entre meia-noite e 1h.

Eles renderam os seguranças, confiscaram as armas e equipamentos de comunicação e ordenaram que fingissem que continuavam a trabalhar normalmente.

Em seguida, outro grupo entrou na fábrica com sete caminhões, que foram carregados com os produtos.

Segundo o delegado titular da DIG (Delegacia de Investigações Gerais) de Campinas, Carlos Henrique Fernandes, de oito a dez bandidos participaram da ação e 200 pessoas ficaram reféns. A Samsung, porém, disse que havia 50 funcionários na fábrica na hora do assalto.

O delegado disse investigar uma possível participação de funcionários no roubo.

"Dificilmente um crime dessa magnitude, com as informações que a quadrilha tinha, poderia ser praticado sem a colaboração de alguém internamente que sabe toda a rotina", afirmou.

O horário escolhido era próximo da troca de turnos.

TRANQUILIDADE

Os bandidos não fizeram ameaças nem apontaram armas para os funcionários.

Segundo o delegado, o clima era de tranquilidade, a ponto de alguns funcionários demorarem a notar o roubo.

Os caminhões deixaram o local por volta das 3h em sentidos distintos, pelas diversas rodovias da região. Alguns funcionários foram levados junto e depois liberados.

Em nota, a empresa disse que está "muito preocupada com este incidente" e que colabora com as investigações.

A polícia analisa imagens de câmeras de segurança da fábrica e pedirá imagens das rodovias às concessionárias que atuam na região.

Nesta segunda, foram ouvidos funcionários da Samsung e da empresa responsável pela segurança.

Até a conclusão desta reportagem, nenhum suspeito havia sido preso nem a carga recuperada pela polícia.

O coordenador do grupo de prevenção a roubos de carga da Abinee (associação da indústria eletrônica), Fábio Barbosa, afirmou que a invasão a empresas de alta tecnologia assusta o setor.

Ele disse que é preciso aprimorar o trabalho entre empresas e a polícia. "Os bandidos se atualizam", afirmou.

A região de Campinas vem sendo chamada de "triângulo das bermudas" de cargas milionárias devido ao crescimento no número de casos.

Além de muitas fábricas de eletrônicos e de alto valor agregado, a região tem o aeroporto de Viracopos e diversas rodovias, que facilitam a fuga após os crimes.

A Samsung tem, além da unidade de Campinas, outra fábrica no Brasil, em Manaus.

06/07/2014

Choque de gestão made in PSDB

Filed under: Choque de Gestão,PCC,PSDB,Segurança Pública — Gilmar Crestani @ 7:40 am
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PSDB farinha do mesmo sacoA população paulistana está se acostumando com o choque de gestão do PSDB. Afinal, já são mais de 20 anos levando choque do PSDB a ponto de já viver anestesiada. Desde que Mário Covas premiou Robson Marinho com um cargo vitalício no TCE/SP, o PSDB não parou mais. O assalto aos trens pagadores da Alstom, Siemens e CIA ilimitada, tem feito de São Paulo uma Sesmaria do PSDB.

Para ficarmos no âmbito da (in)Segurança Pública, não podemos nos esquecer do principal legado que as sucessivas administrações do PSDB têm deixado a São Paulo, o PCC. Nenhum outro estado conseguiu esta façanha e, olha lá, que Cássio Cunha Lima, na Paraíba, Teothônio Vilella Filho, em Alagoas, e Yeda Crusius, no RS (com seu famigerado Cel. Mendes) tentaram. Por falar em legado, depois da decisão da Justiça Federal de Santa Maria, na Operação Rodin, por onde andarás Yeda Crusius?

A constatação mais óbvia é que, por onde o PSDB passa, o povo passa a sofrer uma espécie de Síndrome de Estocolmo

Capital puxa ‘epidemia’ de roubos; Estado bate recorde

De janeiro a maio, alta dos crimes na cidade foi de 42% em relação a 2013

Casos em maio superam média dos outros meses desde 2001; governo diz que estuda problema e promoverá mudanças

ROGÉRIO PAGNANREYNALDO TUROLLO JR.ANDRÉ MONTEIRODE SÃO PAULO

A explosão de roubos na capital e região metropolitana levou o Estado de São Paulo a bater, em maio, o recorde desse tipo de crime.

Nunca se roubou tanto em um único mês desde 2001, ano em que o crime começou a ser contabilizado com a atual metodologia.

Foram mais de 28 mil assaltos registrados em maio no Estado, 9.000 a mais do que a média mensal de todos os anos anteriores –a estatística exclui roubos de veículos e a bancos, contabilizados à parte pelo governo. O número de casos por dia passou de 637, entre 2001 e 2013, para 914.

Especialistas dizem que o crescimento está ligado a falhas no policiamento.

O secretário da Segurança, Fernando Grella, afirma que o Estado está estudando o fenômeno e deve promover mudanças na polícia.

O número de roubos cresceu em 11 das 12 macrorregiões do Estado entre janeiro e maio em comparação com o mesmo período de 2013.

A alta na capital paulista foi a maior, de 42%. Dos 93 distritos policiais da cidade, 89 tiveram piora.

EPIDEMIA

A "epidemia" de roubos vivida por São Paulo vem se agravando desde o início do ano, quando o Estado passou a bater recordes seguidos.

Antes de 2014, o pico histórico do crime havia sido no mês de março de 2009, com 23.477 casos. Em nenhum mês de 2014 o número ficou abaixo dos 25 mil.

No início de 2009, o governo paulista explicou o crescimento dos crimes até então como resultado do aumento de armas em circulação e do desempenho fraco da economia no país, reflexo da crise internacional de 2008.

Atualmente, a Secretaria da Segurança Pública afirma que parte da explosão de roubos pode ser explicada pela implantação da delegacia eletrônica. Desde dezembro de 2013, é possível registrar roubos pela internet. Com isso, caiu o número de vítimas que desistem de prestar queixa.

A alta de roubos no Estado foi de 33% na comparação entre janeiro e maio de 2013 e de 2014. Segundo projeção do governo, sem a delegacia eletrônica, teria sido de 12%.

Mesmo assim, o número de casos ficaria em 23.717 e continuaria sendo um recorde.

Em maio deste ano, completaram-se 12 meses de altas consecutivas nos roubos. Não é a primeira vez que isso acontece no Estado. De outubro de 2008 a novembro de 2009, houve aumentos seguidos por 13 meses, mas os percentuais eram menos vultosos.

Choque de gestão made in PSDB

Filed under: Choque de Gestão,PCC,PSDB,Segurança Pública — Gilmar Crestani @ 7:27 am
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PSDB farinha do mesmo sacoA população paulistana está se acostumando com o choque de gestão do PSDB. Afinal, já são mais de 20 anos levando choque do PSDB a ponto de já viver anestesiada. Desde que Mário Covas premiou Robson Marinho com um cargo vitalício no TCE/SP, o PSDB não parou mais. O assalto aos trens pagadores da Alstom, Siemens e CIA ilimitada, tem feito de São Paulo uma Sesmaria do PSDB.

Para ficarmos no âmbito da (in)Segurança Pública, não podemos nos esquecer do principal legado que as sucessivas administrações do PSDB têm deixado a São Paulo, o PCC. Nenhum outro estado conseguiu esta façanha e, olha lá, que Cássio Cunha Lima, na Paraíba, Teothônio Vilella Filho, em Alagoas, e Yeda Crusius, no RS (com seu famigerado Cel. Mendes) tentaram. Por falar em legado, depois da decisão da Justiça Federal de Santa Maria, na Operação Rodin, por onde andarás Yeda Crusius?

A constatação mais óbvia é que, por onde o PSDB passa, o povo passa a sofrer uma espécie de Síndrome de Estocolmo

Capital puxa ‘epidemia’ de roubos; Estado bate recorde

De janeiro a maio, alta dos crimes na cidade foi de 42% em relação a 2013

Casos em maio superam média dos outros meses desde 2001; governo diz que estuda problema e promoverá mudanças

ROGÉRIO PAGNANREYNALDO TUROLLO JR.ANDRÉ MONTEIRODE SÃO PAULO

A explosão de roubos na capital e região metropolitana levou o Estado de São Paulo a bater, em maio, o recorde desse tipo de crime.

Nunca se roubou tanto em um único mês desde 2001, ano em que o crime começou a ser contabilizado com a atual metodologia.

Foram mais de 28 mil assaltos registrados em maio no Estado, 9.000 a mais do que a média mensal de todos os anos anteriores –a estatística exclui roubos de veículos e a bancos, contabilizados à parte pelo governo. O número de casos por dia passou de 637, entre 2001 e 2013, para 914.

Especialistas dizem que o crescimento está ligado a falhas no policiamento.

O secretário da Segurança, Fernando Grella, afirma que o Estado está estudando o fenômeno e deve promover mudanças na polícia.

O número de roubos cresceu em 11 das 12 macrorregiões do Estado entre janeiro e maio em comparação com o mesmo período de 2013.

A alta na capital paulista foi a maior, de 42%. Dos 93 distritos policiais da cidade, 89 tiveram piora.

EPIDEMIA

A "epidemia" de roubos vivida por São Paulo vem se agravando desde o início do ano, quando o Estado passou a bater recordes seguidos.

Antes de 2014, o pico histórico do crime havia sido no mês de março de 2009, com 23.477 casos. Em nenhum mês de 2014 o número ficou abaixo dos 25 mil.

No início de 2009, o governo paulista explicou o crescimento dos crimes até então como resultado do aumento de armas em circulação e do desempenho fraco da economia no país, reflexo da crise internacional de 2008.

Atualmente, a Secretaria da Segurança Pública afirma que parte da explosão de roubos pode ser explicada pela implantação da delegacia eletrônica. Desde dezembro de 2013, é possível registrar roubos pela internet. Com isso, caiu o número de vítimas que desistem de prestar queixa.

A alta de roubos no Estado foi de 33% na comparação entre janeiro e maio de 2013 e de 2014. Segundo projeção do governo, sem a delegacia eletrônica, teria sido de 12%.

Mesmo assim, o número de casos ficaria em 23.717 e continuaria sendo um recorde.

Em maio deste ano, completaram-se 12 meses de altas consecutivas nos roubos. Não é a primeira vez que isso acontece no Estado. De outubro de 2008 a novembro de 2009, houve aumentos seguidos por 13 meses, mas os percentuais eram menos vultosos.

14/06/2014

Saquearam nossas riquezas, agora levam nosso sangue

Filed under: Latino-Americano,Sanguessugas — Gilmar Crestani @ 11:52 am
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A importância de manterem os países latino-americanos como colônias. O ódio à esquerda que não se conforma em manter o povo escravizado do sistema financeiro mundial tem suas razões que a própria razão desconhece.

La sangre de los latinoamericanos salva millones de vidas

La región ha recolectado más de 9 millones de unidades de sangre, pero aún dista mucho de lograr que la mayoría de aportes sean voluntarios

María Victoria Ojea Buenos Aires 13 JUN 2014 – 21:26 CET

Técnico de un laboratorio enseña muestras de sangre. / C. BRUN (EFE)

Tres países de Latinoamérica tienen un récord que muchos consideran vital para la salud de sus ciudadanos: donar sangre voluntariamente.

Argentina, Brasil y Colombia encabezan la lista de la Organización Panamericana de la Salud (OPS) de unidades de sangre recolectada voluntariamente en la región —es decir, sin dinero de por medio—-, que, en Latinoamérica, suman 3,8 millones de unidades. Esta cantidad puede salvar casi 12 millones de vidas, tres por cada donación, según los expertos.

Pero aun así, Latinoamérica está lejos de la meta propuesta por las entidades rectoras de la salud mundial: que todos los países obtengan un 100% de sus insumos de sangre por medio de donaciones voluntarias para 2020.

La sangre donada por Argentina, Brasil y Colombia en un año puede salvar casi 12 millones de vidas

De acuerdo con los últimos datos de la Organización Mundial de la Salud (OMS), de 9,3 millones de unidades de sangre recolectadas en América Latina y el Caribe, sólo el 41% de los donantes son voluntarios.

En el mundo, 73 países reciben más del 90% de sus donaciones de forma altruista. Y España destaca entre todos: casi el 100% de su sangre es a través de donaciones voluntarias, sin mediar ninguna contraprestación. De esta manera, cada día 350 personas recuperan su salud y 75 se salvan de morir gracias a los donantes, según los datos de la Federación Española de Donantes de Sangre.

El caso de nuestra región, en parte, es producto de nuestra cultura. Si le preguntamos a un latinoamericano cuándo fue la última vez que donó sangre, probablemente nos respondería que cuando tuvo un familiar hospitalizado por una enfermedad grave o por una cirugía. Muy pocos responderían que esa última vez fue cuando acudieron voluntariamente a donar sangre.

Debido a la coexistencia de estas dos modalidades de donación -reposición de la sangre que se da a un paciente hospitalizado y donaciones voluntarias- las reservas no son tan abundantes en nuestra región y la situación es un tanto confusa.

“Hay que perder el concepto de que solamente se dona cuando un familiar está mal”, explica Mabel Maschio, coordinadora del Programa Nacional de Sangre en Argentina.

Cada año mueren en el planeta más de 500.000 mujeres durante el embarazo

Por las madres

El 14 de junio es el Día Mundial del Donante de Sangre que este año se celebra bajo el eslogan "Dona sangre para las que dan vida. Sangre segura para una maternidad segura" con la idea de hacer conciencia sobre el acceso oportuno a sangre y así prevenir la mortalidad materna.

Cada año mueren en el planeta más de 500.000 mujeres durante el embarazo, el parto o la lactancia y se estima el 15,3% de las muertes maternas de América Latina se deben a hemorragias.

La situación no es mucho mejor en el resto del mundo, donde, según cálculos de la Organización Mundial de la Salud (OMS), a pesar de que se colectan casi 107 millones de unidades de sangre, no todas las personas que pueden se animan a donar, por lo que no se cuenta con un suministro suficiente de sangre segura.

La falta de sangre se hace sentir aún más en los lugares donde más se necesita: mientras que en los países de renta alta, alrededor de 36 personas por cada 1.000 realizan donaciones voluntarias, en países de renta media y baja, este número desciende a 11 y casi 3, respectivamente.

Un cambio de paradigma

Uno de los países de la región que se está acercando más a ese modelo es Argentina, donde más de mil personas al día necesitan recibir una transfusión de sangre. Hoy los donantes voluntarios representan el 35% del total, un número que hasta hace algunos años, era extremadamente inusual: en el año 2006 solo un 6% de las donaciones de sangre eran voluntarias.

Era en esa época cuando la mayoría de los pacientes dependían de la gestión de sus familiares o de la urgencia de la situación para conseguir donantes. Y la fragmentación de los bancos de sangre impedía una red integrada de suministro, con estándares que diferían según cada hospital.

Con la idea de pasar a un modelo en el que la totalidad de los donantes lo hagan por su propia voluntad, el Plan Nacional de Sangre del Ministerio de Salud, apoyado por Banco Mundial, trabajó en incentivar a provincias y municipios para salir a recolectar donaciones y centralizar los bancos de sangre.

“Los bancos de sangre son una fábrica donde se debe cuidar la calidad del producto de una población solidaria”, agrega Maschio, quien reconoce que fue donante de sangre voluntaria durante muchos años. “El bienestar que da donar vida es inmenso”, afirma.

Aunque el número de donantes voluntarios viene en aumento, falta mucho por hacer: solamente el 1,5% de los más de 40 millones de argentinos dona sangre, mientras que la OMS considera que el porcentaje ideal de donantes en un país debería ser de entre el 3,5% y el 5% de la población.

María Victoria Ojea es productora online del Banco Mundial.

25/05/2013

Dinheiro desviado de obras de Maluf volta à prefeitura

Filed under: Maluf,Malufar,STF — Gilmar Crestani @ 8:36 am
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Quem solta ladrão e bandido é o STF. O STF só prende adversário político.

Matéria da Folha de São Paulo de 2005:

O Código de Processo Penal admite a prisão preventiva de quem tenta atrapalhar investigações por meio da coação de testemunhas. A maioria dos ministros aceitou o argumento da defesa de Flávio de que não houve tentativa de coação de testemunha porque Birigüi era na verdade co-réu. Votaram a favor da libertação Carlos Velloso, Nelson Jobim, Marco Aurélio de Mello, Sepúlveda Pertence e Ellen Gracie Northfleet.
Além das questões jurídicas, Carlos Velloso disse ter ficado sensibilizado com Maluf na condição de pai. "Nós, que somos pais, podemos imaginar o sofrimento do paciente", disse Velloso ao votar. Indagado depois sobre a afirmação, esclareceu: "Realmente imagino o sofrimento de um pai preso na mesma cela que o filho. Isso me sensibiliza".
Sobre a saúde de Maluf, disse: "Se ele estiver doente, o tratamento na prisão é deficiente. Se estivesse condenado, teria de se sujeitar. Se é prisão cautelar [provisória], isso deve ser considerado
."

Dinheiro desviado de obras de Maluf volta à prefeitura

Recursos são recuperados 15 anos depois de serem enviados ao exterior

Valor equivalente a R$ 3,3 milhões é parte do que foi movimentado pelas empresas da família do deputado

FLÁVIO FERREIRADE SÃO PAULO

A Justiça da Ilha de Jersey determinou nesta semana o repasse à Prefeitura de São Paulo de 1 milhão de libras esterlinas, equivalente a cerca de R$ 3,3 milhões, que estavam depositadas em contas movimentadas por familiares do ex-prefeito e deputado Paulo Maluf (PP-SP).

Os recursos são associados a desvios que teriam ocorrido durante a execução de obras na cidade na época em que Maluf era o prefeito e foram remetidos ao exterior há 15 anos, de acordo com a prefeitura, o Ministério Público Estadual e os juízes de Jersey.

O dinheiro foi repassado ao município em cumprimento à sentença da Corte de Jersey que condenou em novembro as empresas da família Maluf. É a primeira vez que dinheiro dos Maluf depositado no exterior volta ao Brasil em virtude de uma condenação judicial por corrupção.

Maluf sempre negou ter dinheiro no exterior, mas o processo de Jersey reuniu farta documentação mostrando que ele e seu filho Flávio controlam duas empresas sediadas em paraísos fiscais, a Durant e a Kildare, e movimentaram suas contas bancárias.

Segundo a Procuradoria-Geral do Município, os R$ 3,3 milhões recuperados agora entrarão no caixa da prefeitura e poderão ser usados em qualquer atividade pelo prefeito Fernando Haddad (PT-SP). Maluf apoiou Haddad na eleição do ano passado e seu partido controla a Secretaria Municipal da Habitação.

A Justiça da Ilha de Jersey, um paraíso fiscal britânico, condenou as duas empresas associadas à família Maluf a devolver o equivalente a R$ 57 milhões. De acordo com a sentença, os juízes concluíram que Maluf participou dos desvios apontados pelas investigações feitas no Brasil.

Os advogados ingleses da prefeitura continuam buscando outros bens da Kildare e da Durant que possam quitar o valor da condenação.

A investigação patrimonial envolve ações da Eucatex, empresa brasileira dos Maluf. Isso ocorre pois em 2000 a Corte de Jersey bloqueou bens da Durant e da Kildare estimados à época em US$ 200 milhões, e grande parte desse patrimônio era constituído por papéis da Eucatex.

As companhias condenadas em Jersey apresentaram recursos a um tribunal da Inglaterra que analisa causas dos territórios da comunidade britânica, mas essa medida não levou à suspensão da execução da sentença da ilha.

Para vencer na corte inglesa, as empresas terão que comprovar que a decisão configurou uma flagrante violação de interesse público.

    16/05/2013

    Maldição eterna ao Corinthians, eterno ladrão do Inter

    Filed under: Corinthians — Gilmar Crestani @ 9:06 am
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    A ESPN mostrou recentemente o documentário “Nada vai nos separar” feito por ocasião dos cem anos do Inter. E lá está registrada a declaração do Presidente do Corintians admitindo o garfo no título de 2005. Então, ladrão que rouba de ladrão tem cem anos de perdão. O meu, nunca! Só o Inter ganha da Boca, quem ri por último RIQUELME!

    Maldição eterna ao árbitro.

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    Não fosse o atraso monumental dos cartolas do futebol, três lances capitais teriam sido captados e corrigidos pela tecnologia no empate de 1 a 1 no Pacaembu com o Boca que eliminou o Corinthians na Libertadores.

    Comprove aqui, neste vídeo.

    Primeiro, como mostrou a tevê, foi um pênalti logo no começo do jogo quando um zagueiro argentino deu uma cortada com a mão direita numa bola conduzida por Emerson.

    Era não apenas penal como a expulsão do zagueiro, por ser o último homem. Foi chocante ver a expressão cínica do argentino ao aplaudir, com o rosto, o cartão amarelo que Emerson recebeu no lance por não ter se conformado com a cegueira do árbitro.

    Depois foram dois gols, um em cada tempo, em que foram acusados impedimentos que os tira-teimas provaram ter sido inexistentes.

    Nós, do Diário, desejamos maldição eterna ao juiz.

    Diário do Centro do Mundo – Vídeo: melhores momentos do jogo em que o Corinthians foi massacrado pela arbitragem

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