Ficha Corrida

30/05/2015

Em São Paulo todo Mistério é Púbico

FHC DepedenteNo Púbico só tem chato, piolho e medalhas escondidos. Assim fica fácil entender porque um larápio condenado na Suíça pode ser Presidente do Tribunal de Contas em São Paulo. Ou um ladrão de medalhas possa, impunemente, comandar a CBF. Com um Ministério Público que premia ladrão o PCC pode virar símbolo de política de segurança. Não é mero acaso que o piores bandidos sejam paulistas. Que os grupos mafiomidiáticos mais manipuladores (Veja, Folha Estadão) sejam paulistas.

O que estes paulistas tomam para brotar tantos Ademar de Barros, Paulo Salim Maluf, Orestes Quércia, FHC, José Serra, José Maria Marin, Robson Marinho, Marco Polo Del Nero?! Será desta convivência pacífica com o crime que faz brotar PCC por lá?! Por será que em São Paulo um assassino, como Pimenta Neves, pode ser Diretor de Redação?

Ou seria por que em SAMPA um bom magistrado, do tipo José Renato Nalini, precisa comprar ternos em Miami? Aliás, é de lá que nasceu aquela teoria defendida por Joaquim Barbosa segundo a qual “juiz deve ter remuneração muito elevada para não ter preocupações de ordem material. É fator primordial de sua independência”. Resumindo a tese de JB, rico é honesto; pobre, corrupto.

Se nas margem do Ipiranga D. Pedro pode gritar Independência ou Morte, os marginais do Tietê seguem o teórico da dependência, FHC: Dependência ao Norte! Em terra que manda Lalau, Nalini, Rodrigo de Grandis et caeterva não admira que prosperem Lalaus, Marins, Malufs, FHCs, Serras, Alckmins.

A escola Nicolau dos Santos Neto, o Lalau, cresceu e prosperou a ponto de grupelhos como MBL e Instituto Millenium pregarem aberta e escancaradamente, como durante as manifestações golpistas contra Dilma, a sonegação.

Com instituições públicas como o MP paulista o negócio é cantar com Chico Buarque: CHAME O LADRÃO!

MP de São Paulo vai tirar a medalha de Marin?

29 de maio de 2015 | 10:58 Autor: Fernando Brito

micomp

Parece que não é só da sede do prédio da CBF que o nome de José Maria Marin terá de ser apagado.

O Ministério Público de São Paulo também terá de passar um “photoshop” no Colar de Mérito que deu ao “boleiro” da CBF.

Concedida, aliás, por unanimidade  pelo  Órgão Especial do Colégio de Procuradores de Justiça.

A comenda o tornou “membro honorário do Ministério Público do Estado de São Paulo.”

Foi em 2008, não na pré-história de Marin.

Ou então fazer coo o próprio Marin fez com a medalha que embolsou dos jogadores do Corinthians, campeões da da Copa São Paulo de Futebol Júnior, em 2012.

Discretamente, sumir com a medalha.

Claro que não se acusa o MP de São Paulo de nada, a não ser de não desconfiar de quem todo mundo já tinha um hipopótamo atrás da orelha há muitos e muitos anos.

MP de São Paulo vai tirar a medalha de Marin? | TIJOLAÇO | “A política, sem polêmica, é a arma das elites.”

09/06/2014

Comoção na TV Globo, JB em festa

JB do PSDB_nPromotoria acusa mais quatro por cartel dos trens

Fausto Macedo

Executivos da CAF foram denunciados com base em documentos e e-mails entregues pelo Cade ao Ministério Público/SP

O Ministério Público Estadual denunciou à Justiça mais quatro acusados por suposta ligação com o cartel metroferroviário. São quatro executivos da espanhola CAF. A promotoria os acusa formalmente – em aditamento a uma denúncia já apresentada em março à Justiça –, por conluio e fraudes a licitação da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) para reforma de carros.

Agora são 34 os executivos de multinacionais acusados judicialmente por formação de cartel em contratos do Metrô e da CPTM, estatais do governo paulista, no período entre 1998 e 2008 – governos Geraldo Alckmin, José Serra e Mário Covas, todos do PSDB. E-mails capturados pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) – órgão antitruste do governo federal – foram encaminhados ao Ministério Público Estadual e dão suporte à acusação contra os quatro executivos da CAF.

“São mensagens comprometedoras, contundentes”, avalia o promotor de Justiça Marcelo Mendroni, do Grupo Especial de Delitos Econômicos (Gedec), braço da promotoria que combate cartéis. O contrato que coloca sob suspeita os quatro executivos da CAF é o da reforma de trens das séries 2000, 2100 e 3000 da CPTM.

A Promotoria já havia denunciado 10 executivos por cartel nesse projeto, sendo dois da Alstom, dois da Daimler Chrysler Rail Systems (Brasil) Ltda/Bombardier, 2 da Temoinsa, um da Mitsui, um da T’Trans, um da Tejofran, e um da própria CAF. Os novos personagens foram identificados a partir dos documentos recolhidos pelo Cade.

“Essas pessoas, segundo as provas fornecidas pelo Cade, participaram do cartel e das fraudes em licitações”, destaca Mendroni. Nos e-mails copiados dos computadores internos da CAF foram identificados organogramas e manuscritos. “Falavam das formas de praticar cartel e previsões sobre como ficaria o contrato, tudo antes da própria licitação”, assinala o promotor.

Esses documentos foram apreendidos em junho de 2013, durante buscas realizadas em 18 empresas citadas no acordo de leniência firmado pelo Conselho com a Siemens, multinacional alemã que revelou a ação do cartel no Distrito Federal e em São Paulo. Em março, o promotor Marcelo Mendroni levou à Justiça cinco denúncias criminais contra cinco cartéis. Uma delas foi distribuída para a 28.ª Vara Criminal da Capital. A essa denúncia agora foi incluído aditamento para acusação de mais quatro executivos, todos da CAF.

Mendroni revelou que a documentação enviada pelo Cade contém “novas evidências”, como troca de e-mails que envolvem os quatro executivos da CAF no conluio das multinacionais. Um deles é espanhol e não foi localizado pela Promotoria. Os outros três, intimados, compareceram à audiência, mas optaram pelo silêncio.

Não responderam a nenhuma indagação. O promotor sustenta que os novos denunciados, juntamente com os outros 10 acusados no âmbito do Projeto CPTM para reforma dos trens das séries 2000, 2100 e 3000, “realizaram acordos, convênios, ajustes e alianças, como ofertantes, mediante fixação artificial de preços para fornecimento e instalação de sistemas para transporte sobre trilhos”.

Os contratos tiveram período de vigência de 2001 a 2013 (Série 2000), de 2008 a 2013 (Série 2100) e de 2002 a 2012 (Série 3000). A manutenção de trens foi solicitada pela Diretoria de Operação da CPTM, por meio do relatório 0060/99, pelo valor orçado de R$ 89 milhões, base no mês de dezembro daquele ano. Pela CPTM assinou o contrato o engenheiro João Roberto Zaniboni, então diretor da estatal. Em outubro de 2013 a Polícia Federal o enquadrou criminalmente por corrupção passiva, evasão de divisas e lavagem de dinheiro. A PF suspeita que ele recebeu propinas do cartel.

O Ministério Público do Estado descobriu US$ 826 mil em uma conta de Zaniboni na Suíça. A CAF não retornou contatos da reportagem. O criminalista Luiz Fernando Pacheco, que defende Zaniboni, disse que o ex-diretor da CPTM não praticou atos ilícitos e não mantém mais recursos depositados na Suíça. A Siemens destaca que fechou acordo de leniência com o Cade e colabora com as investigações.

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