Ficha Corrida

04/01/2015

Que blz de macuca!!!

A retratação só existiu devido ao poder das redes sociais. Nos tempos em que não havia internet, a Globo deitava e rolava. Seus colonistas e celetistas batiam e escondiam a mão e ninguém podia revidar. Agora, pegos com a mão na botija se veem na contingência de virem a público pedirem desculpas. É muita cara de pau de gente sem caráter nem pudor, muito menos ética.

Só a máfia abriga gente assim, com a diferença que na máfia ainda há concorrência mas nos grupos mafiomidiáticos reina apenas a cartelização.

03/01/2015 – Acefalia generalizada! Com sarcasmo, Cora Ronai diz que errou com Dilma e chama Presidente de arrogante

Cora125

De Cora Ronai, no Facebook:

Ontem critiquei a presidente — estava assistindo à posse e fiquei impressionada com a sua falta de elegância geral, da roupa ao andar.

Errei.

Embora uma posse seja uma cerimônia pública, um espetáculo com vários níveis possíveis de leitura e de interpretação, o fato de ela estar ou não elegante não tem muita importância, nem é fator pelo qual se deva julgá-la.

Me arrependi de ter escrito o que escrevi. Sempre me manifestei contra as críticas e piadinhas que se fazem em relação à aparência da Graça Foster, e acabei caindo no mesmo erro.

A tragédia da sua reeleição não é um vestido cafona; é a arrogância, a incapacidade de montar um ministério minimamente aceitável, o fisiologismo que a tornou refém de um congresso bandido, a incompetência gerencial que já nos deu um dos piores crescimentos na história da República.

O resto é o resto.

Cora001

Acefalia generalizada! Com sarcasmo, Cora Ronai diz que errou com Dilma e chama Presidente de arrogante « Diário do Brasil / Poços10

28/07/2013

Ombudsman dos grupos mafiomidiáticos

A OMBUDSMAN da Folha, mais uma vez, faz silêncio sobre o silêncio que os a$$oCIAdos do Instituto Millenium, numa espécie de Omertà, fazem sobre os escândalos de sonegação da Rede Globo. O compadrio entre os membros do Instituto Millenium é a verdadeira medida de como agem estes grupos empresariais na hora em que um dos membros é pego com a mão leve no erário público. Criticar a água no feijão é fácil, botar a mão no fogo é algo que existe um pouco mais de honestidade.

SUZANA SINGER ombudsman@uol.com.br @folha_ombudsmanfacebook.com/folha.ombudsman

Papa, P2 e os ninjas

Folha não investe em denúncias surgidas na rede e fica para trás na cobertura da visita de Francisco

A melhor resposta aos que vaticinam a morte da grande imprensa, que estaria prestes a ser substituída pelas redes sociais e pela mídia alternativa, é o bom jornalismo.

Foi isso que a Globo fez nesta semana durante a cobertura da visita do papa Francisco ao Brasil. O clima de "Aleluia, o santo padre está entre nós" imperou, mas não impediu o "Jornal Nacional" de mostrar, com contundência, os problemas de organização que submeteram os peregrinos a um calvário no Rio.

Não faltou espaço também para desmontar a versão oficial sobre um dos presos no confronto entre manifestantes e policiais, que se travou na frente do Palácio Guanabara, na noite de segunda-feira.

Reportagem no "JN" mostrou que o manifestante que ficou mais tempo preso não tinha sido flagrado com coquetel-molotov, como alega a polícia. Bruno Ferreira Teles, o detido, pediu ao Mídia Ninja, grupo alternativo que transmite os protestos pela rede, que buscasse vídeos que provassem sua inocência.

Quem fez isso foi a Globo: conseguiu pegar o inquérito, no qual um PM diz que o rapaz não estava com explosivos quando foi preso, e editou imagens, feitas pela emissora e por amadores, que mostravam o momento da captura de Bruno.

Parecia um recado da TV, que vem sendo alvo dos protestos que tomaram as cidades brasileiras: "Não precisa de mídia alternativa para questionar as autoridades".

Na terça-feira, o "JN" já havia citado a acusação, que surgiu nas redes sociais, de que um policial infiltrado entre os manifestantes teria jogado o primeiro coquetel-molotov.

O assunto despertou a atenção também do "New York Times", que publicou, em seu site, uma grande reportagem em que comparava uma dúzia de vídeos, além de fotos, na tentativa de esclarecer a participação dos agentes infiltrados (http://migre.me/fBtD7).

Por causa da Globo, do "NYT" e das redes sociais, a polícia do Rio assumiu que usa "P2" (policiais sem farda dispersos na multidão), mas negou que esses homens tenham participado de atos de vandalismo.

Enquanto isso, a Folha comeu poeira. Fez uma boa apresentação da visita papal, com uma pesquisa que registrou a diminuição no número de católicos no país, publicada no domingo passado, mas foi lenta quando a festa de fato começou.

O jornal só foi dar o devido destaque aos problemas de infraestrutura no Rio na sexta-feira, quando o campo de Guaratiba, enlameado, foi descartado para os eventos da Jornada Mundial da Juventude.

Faltou também atenção à celeuma em torno da prisão dos manifestantes. O jornal parece não ter levado a sério as denúncias que surgiram na internet.

Não dá mais para cobrir os protestos à moda antiga, contando apenas com o que os seus repórteres viram, a versão da polícia e as imagens das grandes emissoras. Além do Ninja (sigla de Narrativas Independentes, Jornalismo e Ação), há centenas de filmagens feitas por manifestantes, que mostram a mesma cena em "n" versões.

É preciso levar em conta essas novas fontes de informação -sempre com um olhar crítico, já que a maior parte dessa produção é disponibilizada na internet para confirmar teses pró-ativistas (no caso do Rio, tentar provar que a violência parte da própria polícia).

No momento, blogs e redes sociais não têm capacidade nem qualidade para tomar o lugar da mídia convencional, mas servem de agente provocador. Desafiada, a imprensa convencional precisa repensar seu jeito de trabalhar e mostrar jornalismo de qualidade.

O Folhateen sumiu de vez

O jornal sumiu com o que havia sobrado do caderno "Folhateen". A página semanal, que saía às segundas-feiras na "Ilustrada", não foi publicada na semana passada e não voltará. Ronaldo Lemos, que escrevia a coluna "Internets", será alojado no "Tec". O destino dos quadrinhos que eram publicados na mesma página não foi decidido.

Eliminar seção não é bom, mas reza a etiqueta, deve-se ao menos avisar o leitor.

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