Ficha Corrida

15/03/2015

PSDB tripudia sob proteção da mídia

pedro simon e yedaAh! eu sou gaúcho! É o Rio Grande velho de guerra fazendo história. Como diz nosso hino, sirvam nossas “patranhas” de modelo a toda terra. Jorge Pozzobom teve um acesso de sinceridade e resolveu registrar no Facebook o que sempre dizemos porque sabemos. A RBS sempre deu proteção a corruptos. Quando não, lançou os próprios. Como na propaganda dos salgadinhos, só não sei se eles aprenderam corrupção na RBS e vieram praticar na política partidária, ou foi a política partidária deles, ainda funcionários, que os tornaram célebres e celebrados na RBS.

A ex-governadora e funcionária da RBS, Yeda Crusius, teve proteção mafiosa da RBS. Mesmo tendo feito o pior governo da história do RS, a RBS sempre a tratou com deferência. Escalou Antonio Britto e Pedro Simon para darem uma mão. Pedro Simon, o político mais inútil que este estado já teve, e olha que há tantos inúteis concorrendo, foi ao Piratini dar sua proteção mafiosa aos Operadores da Rodin. Lá estavam todos do PP que agora estão na Lava Jato. Só mal informados e mal intencionados ainda não entenderam que é a proteção midiática que forma a quadrilha.

OBScenas: Dona Yeda e seus dois “maridos”. É por isso que no RS, o PSDB tripudia para cima dos gaúchos que, como um manada, segue, bovinamente para o matadouro. A praga do PSDB viceja no RS graças ao compadrio da RBS e seus partidos de aluguel (vide PDB para Lasier Martins e PP, para Ana Amélia Lemos).

Yeda Sirtosky

Se é quatro é quadrilha. Vejo o orgulho de ser protegido dos Sirotsky:

pozzobom y Sirotsky

O caso do deputado do PSDB que disse publicamente que nunca será preso por não ser petista

Postado em 14 mar 2015 -por : Kiko Nogueira

Jorge Pozzobom, do PSDB-RS

Jorge Pozzobom, do PSDB-RS

Jorge Pozzobom é um deputado estadual do PSDB do Rio Grande do Sul. Foi o mais votado de Santa Maria nas últimas eleições. É advogado criminalista formado pela UFSM. Líder da bancada tucana na Assembleia Legislativa, ele tem batido duramente no governo Dilma.

“A cada dia fica mais claro aos brasileiros que a corrupção da Petrobras se institucionalizou no governo Lula e foi ampliada ao longo do primeiro mandato de Dilma, com o objetivo de financiar a manutenção de um projeto de poder hegemônico no país”, diz. Essa é a toada que faz sucesso entre sua turma.

Mas Jorge Pozzobom é também o símbolo escarrado de uma doença nacional: a sensação de que se pode falar qualquer coisa, desde que contra os alvos de sempre.

Em sua conta no Twitter, o doutor Pozzobom deixou escapar o que é comentado nos corredores de seu partido, mas nunca foi dito publicamente.

Durante um bate boca relativamente civilizado com militantes petistas, afirmou esperar que “alguém que não seja ameaçado de morte ou morto como o Celso Daniel possa trazer por delação a mega lista do PT”. Foi advertido de que calúnia ainda é crime no Brasil.

Sua resposta: “Me processa. Eu entro no Poder judiciário e por não ser petista não corro o risco de ser preso”.

Repetindo: “Eu entro no Poder judiciário e por não ser petista não corro o risco de ser preso”.

Não é que Pozzobom saiba de algo que você não sabe sobre a Justiça. Não é apenas pelo fato de ele ser advogado que ele diz esse tipo de barbaridade.

É que ele pode. É senso comum. Apenas não havia sido vocalizado dessa maneira.

Num país em que se toleram manifestações de ódio explícitas e acusações sem provas, em que um juiz sugere que a presidente iria sancionar a Lei do Feminicídio por que estava advogando em causa própria, em que se prega a volta da ditadura numa boa — o que isso tem de mais?

Pozzobom, um sujeito inteligente, tem ciência de que, sendo do PSDB, não corre risco algum. Essa é a contribuição de homens como ele para a democracia. Está longe de ser exceção num partido que adotou uma retórica golpista histérica. Apenas foi o primeiro a sair do armário.

Não há hipótese de que isso desemboque em algo de bom para a sociedade, mas a quem apelar?

jorge pozzobom

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Sobre o Autor

Diretor-adjunto do Diário do Centro do Mundo. Jornalista e músico. Foi fundador e diretor de redação da Revista Alfa; editor da Veja São Paulo; diretor de redação da Viagem e Turismo e do Guia Quatro Rodas.

02/12/2014

Barros Munhoz não é petista

PSDB e MidiaSe fosse petista, estaria na manchete. Como é do PSDB, o Estadão esconde um coluna do Fausto Macedo, e a Folha sequer menciona. Se fosse do PT, seria manchete nas cinco irmãs (Folha, Veja, Estadão, Globo & RBS). Como é do partido deles, vale a lei Rubens Ricúpero

Justiça condena deputado Barros Munhoz por improbidade

REDAÇÃO

02 Dezembro 2014 | 04:35

Tucano foi acusado de fechar contrato sem licitação quando era prefeito de Itapira (SP)

Por Julia Affonso

O deputado estadual José Antonio Barros Munhoz (PSDB-SP), reeleito para a Assembleia Legislativa do Estado neste ano,foi condenado por ato de improbidade administrativa pela Justiça de São Paulo. O ex-prefeito de Itapira, no interior paulista, foi acusado de firmar contrato de prestação de serviços de energia elétrica sem licitação. A decisão foi publicada nesta segunda-feira, 1, e contra ela cabe recurso.

A Justiça declarou ainda nulo o contrato firmado entre o município e um profissional do setor elétrico em junho de 2001, que foi condenado a restituir aos cofres de Itapira a quantia de R$ 8 mil, corrigidos a partir de 2001. O deputado, que foi ministro da Agricultura (governo Itamar Franco) e presidiu a Assembleia Legislativa do Estado, foi proibido de contratar com o poder público ou receber benefícios ou incentivos fiscais ou creditícios, direta ou indiretamente, ainda que por intermédio de pessoa jurídica da qual seja sócio majoritário, durante três anos. A mesma sanção, prevista na Lei de Improbidade Administrativa, foi aplicada ao fornecedor da administração.

Seis pessoas que haviam sido citadas na ação proposta do Ministério Público Estadual foram absolvidas. No processo, o juiz afirma que o serviço de consumo de energia foi prestado e o contrato não provocou enriquecimento ilícito e nem prejuízo ao erário. No entanto, um dos contratos foi feito sem licitação.

COM A PALAVRA, A DEFESA.

O deputado Barros Munhoz (PSDB) afirmou, por meio de sua assessoria de imprensa, que já recorreu da decisão. Ele ‘nega veementemente e acredita em sua absolvição’.

“Ressalta-se que grande parte dos pedidos formulados pelo Ministério Público foi julgada improcedente. No recurso apresentado pelo parlamentar estão expostas as razões da total improcedência da ação. Vale por fim destacar que o juiz de primeira instância reconheceu que as contratações tratadas no processo foram feitas a preços adequados e geraram economia aos cofres públicos, entre outras constatações.”

Barros Munhoz não é petista

PSDB e MidiaSe fosse petista, estaria na manchete. Como é do PSDB, o Estadão esconde um coluna do Fausto Macedo, e a Folha sequer menciona. Se fosse do PT, seria manchete nas cinco irmãs (Folha, Veja, Estadão, Globo & RBS). Como é do partido deles, vale a lei Rubens Ricúpero

Justiça condena deputado Barros Munhoz por improbidade

REDAÇÃO

02 Dezembro 2014 | 04:35

Tucano foi acusado de fechar contrato sem licitação quando era prefeito de Itapira (SP)

Por Julia Affonso

O deputado estadual José Antonio Barros Munhoz (PSDB-SP), reeleito para a Assembleia Legislativa do Estado neste ano,foi condenado por ato de improbidade administrativa pela Justiça de São Paulo. O ex-prefeito de Itapira, no interior paulista, foi acusado de firmar contrato de prestação de serviços de energia elétrica sem licitação. A decisão foi publicada nesta segunda-feira, 1, e contra ela cabe recurso.

A Justiça declarou ainda nulo o contrato firmado entre o município e um profissional do setor elétrico em junho de 2001, que foi condenado a restituir aos cofres de Itapira a quantia de R$ 8 mil, corrigidos a partir de 2001. O deputado, que foi ministro da Agricultura (governo Itamar Franco) e presidiu a Assembleia Legislativa do Estado, foi proibido de contratar com o poder público ou receber benefícios ou incentivos fiscais ou creditícios, direta ou indiretamente, ainda que por intermédio de pessoa jurídica da qual seja sócio majoritário, durante três anos. A mesma sanção, prevista na Lei de Improbidade Administrativa, foi aplicada ao fornecedor da administração.

Seis pessoas que haviam sido citadas na ação proposta do Ministério Público Estadual foram absolvidas. No processo, o juiz afirma que o serviço de consumo de energia foi prestado e o contrato não provocou enriquecimento ilícito e nem prejuízo ao erário. No entanto, um dos contratos foi feito sem licitação.

COM A PALAVRA, A DEFESA.

O deputado Barros Munhoz (PSDB) afirmou, por meio de sua assessoria de imprensa, que já recorreu da decisão. Ele ‘nega veementemente e acredita em sua absolvição’.

“Ressalta-se que grande parte dos pedidos formulados pelo Ministério Público foi julgada improcedente. No recurso apresentado pelo parlamentar estão expostas as razões da total improcedência da ação. Vale por fim destacar que o juiz de primeira instância reconheceu que as contratações tratadas no processo foram feitas a preços adequados e geraram economia aos cofres públicos, entre outras constatações.”

Barros Munhoz não é petista

PSDB e MidiaSe fosse petista, estaria na manchete. Como é do PSDB, o Estadão esconde um coluna do Fausto Macedo, e a Folha sequer menciona. Se fosse do PT, seria manchete nas cinco irmãs (Folha, Veja, Estadão, Globo & RBS). Como é do partido deles, vale a lei Rubens Ricúpero

Justiça condena deputado Barros Munhoz por improbidade

REDAÇÃO

02 Dezembro 2014 | 04:35

Tucano foi acusado de fechar contrato sem licitação quando era prefeito de Itapira (SP)

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O deputado estadual José Antonio Barros Munhoz (PSDB-SP), reeleito para a Assembleia Legislativa do Estado neste ano,foi condenado por ato de improbidade administrativa pela Justiça de São Paulo. O ex-prefeito de Itapira, no interior paulista, foi acusado de firmar contrato de prestação de serviços de energia elétrica sem licitação. A decisão foi publicada nesta segunda-feira, 1, e contra ela cabe recurso.

A Justiça declarou ainda nulo o contrato firmado entre o município e um profissional do setor elétrico em junho de 2001, que foi condenado a restituir aos cofres de Itapira a quantia de R$ 8 mil, corrigidos a partir de 2001. O deputado, que foi ministro da Agricultura (governo Itamar Franco) e presidiu a Assembleia Legislativa do Estado, foi proibido de contratar com o poder público ou receber benefícios ou incentivos fiscais ou creditícios, direta ou indiretamente, ainda que por intermédio de pessoa jurídica da qual seja sócio majoritário, durante três anos. A mesma sanção, prevista na Lei de Improbidade Administrativa, foi aplicada ao fornecedor da administração.

Seis pessoas que haviam sido citadas na ação proposta do Ministério Público Estadual foram absolvidas. No processo, o juiz afirma que o serviço de consumo de energia foi prestado e o contrato não provocou enriquecimento ilícito e nem prejuízo ao erário. No entanto, um dos contratos foi feito sem licitação.

COM A PALAVRA, A DEFESA.

O deputado Barros Munhoz (PSDB) afirmou, por meio de sua assessoria de imprensa, que já recorreu da decisão. Ele ‘nega veementemente e acredita em sua absolvição’.

“Ressalta-se que grande parte dos pedidos formulados pelo Ministério Público foi julgada improcedente. No recurso apresentado pelo parlamentar estão expostas as razões da total improcedência da ação. Vale por fim destacar que o juiz de primeira instância reconheceu que as contratações tratadas no processo foram feitas a preços adequados e geraram economia aos cofres públicos, entre outras constatações.”

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