Ficha Corrida

11/08/2015

A diferença entre um pústula e um estadista

Filed under: FHC,Geraldo Brindeiro,Impeachment,Lula Seja Louvado,Reeleição — Gilmar Crestani @ 11:33 pm
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Tanto mais se compara Lula com FHC, mais evidenciam as credenciais do primeiro. E não se trata apenas dos resultados obtidos mediante a condução do país. O principal superávit do Lula em relação a FHC é o caráter. É disso que decorre todo ódio, o rancor, o despeito, a inveja dos anencefálicos. Eles não suportam ter de seguir um sujeito foi traído até pela amante. Que para se reeleger teve de comprar uma reeleição.

Para os jovens que estão chegando agora na política, fiquem sabendo que houve um tempo em que fazer mutreta com a Constituição era um must, in, da hora… todo mundo curtia… Se no governo se agia no limite da responsabilidade, seus subordinados agiam muito além das irresponsabilidades.

Claro, com um Geraldo Brindeiro embaixo do braço e a Polícia Federal ocupada em arrancar maconha no polígono da seca. No tempo de FHC, como diria Hemingway, Brasília era uma Festa… O Ministério Público só fazia Operação de Fimose…

E isso que a Vale do Rio Doce foi entregue por uma bagatela inferior à concessão de três aeroportos pela Dilma. E os aeroportos voltam para a União depois de 20 anos, e a Vale, como as pombas do Raimundo Correa, não volta mais…

Lula foi contra novas eleições quando FHC amargava crise econômica

ter, 11/08/2015 – 19:46

Jornal GGN – Em janeiro de 1999, quando Fernando Henrique Cardoso (PSDB) enfrentava os ataques da oposição em função da crise econômica que assolava o País à época, Lula, então presidente de honra do PT, contrariou o próprio partido e pregou respeito ao resultado das urnas.

"Lula voltou a sugerir a realização de um grande debate nacional com o objetivo de discutir soluções para a crise. Mas disse que a oposição só aceita conversar com FHC se o governo admitir que pode mudar o rumo de sua política econômica", publicou a Folha de S. Paulo.

Segundo o jornal, o PT, na figura de Tarso Genro, cobrava a renúncia de FHC e a convocação de novas eleições como saída para a crise. Lula disse ao jornal que era contrário à medida, pois FHC tinha "20 e poucos dias de mandato" e não era correto achar que toda vez que um governante começa com o pé esquerdo ou tem graves dificuldades de gestão, a solução é a troca imediata. "Se eu achar que, porque as coisas vão ruins, o presidente tem de renunciar, daqui a pouco vai ter gente defendendo a renúncia dos governadores do PT", comentou.

Também atravessando crise econômica – e política – após a reeleição, a presidente Dilma tem sido alvo de ataques do PSDB de Aécio Neves, que tem ajudado a convocar protestos anti-PT, como o do próximo domingo (16), para pedir a renúncia da petista e a realização de um novo pleito. A iniciativa do grupo de Aécio não é unanimidade dentro do PSDB. A ala que apoia a candidatura de Geraldo Alckmin, por exemplo, prefere aguardar que a tempestade passe naturalmente e pavimentar uma candidatura pela via democrática até 2018.

O GGN reproduz a matéria sobre a postura de Lula em 1999 na íntegra, abaixo.

Antecipação de eleição não resolve, diz Lula

Da Folha

O presidente de honra do PT, Luiz Inácio Lula da Silva, classificou de "prematura" e "precipitada" a proposta do ex-prefeito de Porto Alegre Tarso Genro (PT) de convocar novas eleições presidenciais em outubro. Genro defendeu também a renúncia do presidente Fernando Henrique Cardoso.

"Eu não acho que o problema do Brasil será resolvido com a antecipação do processo eleitoral. O problema poderia ter sido resolvido em 4 de outubro. Não foi. A população fez uma opção, certa ou errada, foi uma opção da maioria do povo", declarou Lula.

"Fernando Henrique tem 20 e poucos dias de mandato. Ele tem tudo para fazer, mas até agora não fez nada. Se eu achar que, porque as coisas estão ruins, o presidente tem de renunciar, daqui a pouco vai ter gente defendendo a renúncia dos governadores do PT. Aí, vai virar moda no Brasil", arrematou.

Embora tenha criticado muito a postura de FHC diante da crise, o petista afirmou que agora o papel do PT é mobilizar a sociedade para tentar mudar a política econômica do governo.

Lula voltou a sugerir a realização de um grande debate nacional com o objetivo de discutir soluções para a crise. Mas disse que a oposição só aceita conversar com FHC se o governo admitir que pode mudar o rumo de sua política econômica.

O petista anunciou que o PT vai promover, independentemente do governo, reuniões entre líderes da oposição, empresários e sindicalistas. Ele próprio vai, nos próximos dias, agendar encontros com o empresariado.

"Não acredito nessa história de pacto nacional. Para conversar com a oposição, o presidente precisa abrir mão de algumas de suas certezas. Pacto em torno do que o governo defende não é pacto."

Lula defendeu, indiretamente, a saída do ministro da Fazenda, Pedro Malan. "Eu não escolhi o Malan, não posso tirá-lo. Mas até em jogo de futebol quando o jogador vai mal, o técnico faz a substituição", disse.

"Não é possível que FHC não perceba que economistas de outros matizes discordam da equipe econômica. Aliás, o próprio José Serra (ministro da Saúde) não concorda com grande parte dessa política. Será que essa equipe econômica está tão certa? Ou será que o governo deixou se envenenar pelo beijo do FMI (Fundo Monetário Internacional) e não consegue escapar de suas orientações?"

Para Lula, em pouco tempo, caso seja mantido o ritmo de saída de dólares do país, o Brasil vai estar em situação de "moratória técnica". Ele acha que uma inflação de 4% ao ano não faria tão mal ao país. "A gente não deve ficar assustado se o Brasil tiver uma inflação de 4% ao ano. Não é burrice ter 4% de inflação com o PIB crescendo 3%. É burrice ter inflação zero com o PIB decrescendo."

Lula foi contra novas eleições quando FHC amargava crise econômica | GGN

19/11/2014

Operação Lava Jato: nossos empresários copiam práticas “Ndrangheta”, menos a solução para “equívocos”

 

‘Ndrangheta ordena aos que se equivocam: “Cianureto ou uma bala”

A procuradoria de Milão prende 40 integrantes da máfia calabresa e grava seus rituais

Pablo Ordaz Roma 18 NOV 2014 – 18:29 BRST

Um chefe da ‘Ndrangheta preso em 2011. / ap

Um tiro ou uma cápsula de cianureto. Um verdadeiro membro da máfia ‘Ndrangheta deve ter em mente que, se cometer um equívoco, ele mesmo terá de se administrar um corretivo eficaz. E também deve levar em conta os perigos dos dispositivos eletrônicos. “Eu sempre digo que levar um telefone celular”, adverte um membro da máfia calabresa, “é como levar um carabiniere [policial italiano] no bolso”. Tanta razão tem o velho capo que a procuradoria de Milão, utilizando gravações telefônicas, microfones escondidos e microcâmeras, não apenas conseguiu prender 40 integrantes da ‘Ndrangheta em diversas cidades da Itália, mas também gravou em vídeo pela primeira vez alguns de seus rituais secretos.

Entre eles, o juramento de um novo integrante da organização mafiosa mais poderosa da Itália. As câmeras e os microfones colocados por agentes dos carabinieri registraram o momento em que um chefe de um clã do norte vindo da Calábria comanda a cerimônia de admissão dos novos mafiosos. E faz uma advertência: “Hoje, deste momento em diante, não serão julgados pelos homens, serão julgados por vocês mesmos. Há duas alternativas. Se na vida cometerem uma negligência grave, não devem ser seus irmãos que os julguem. Vocês devem admitir a negligência e escolher o caminho. Aqui tem uma cápsula de cianureto. Ou se envenenem ou peguem esta [pistola] que dispara. De todas as balas do carregador, devem reservar sempre uma. A última é para vocês”.

mais informações

E, é claro, nada de dedurar para a polícia. “Se perguntarem”, continua o chefe do juramento mafioso, “de quem você é filho? Quem é o seu pai…? Você tem que responder: ‘Meu pai é o Sol e minha mãe é a Lua”. Além da novidade de presenciar uma cerimônia da qual até agora só se tinha notícia pela confissão de algum mafioso, a operação comandada pela procuradora de Milão Ilda Boccassini – aquela que durante anos também foi o terror de Silvio Bersluconi – revela que este tipo de prática também é realizada fora da Calábria.

Os 40 mafiosos, detidos em sua maioria em localidades do norte (Como, Lecco, Monza-Brianza, Verona e Bérgamo), mas também na cidade siciliana de Caltanissetta, são acusados de crimes de associação mafiosa, extorsão e posse ilegal de armas. Alguns deles aparecem refletidos em vídeos que, além disso, confirmam que a ‘Ndrangheta – também denominada “A Santa” – invoca em seus juramentos figuras históricas da Reunificação italiana. Entre eles, Giuseppe Mazzini, conhecido como “a alma da Itália”, e Giuseppe Garibaldi.

‘Ndrangheta ordena aos que se equivocam: “Cianureto ou uma bala” | Internacional | EL PAÍS Brasil

Blitz anti-’ndrangheta in Lombardia: 38 arresti

Nel mirino le cosche del Comasco e del Lecchese: Documentati i rituali di affiliazione

18/11/2014
paolo colonnello

milano

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«Noi non possiamo cambiare…». Una mafia feroce, dedita al controllo del territorio con sconfinamenti in Svizzera, a un proselitismo preoccupante e all’inedita alleanza con insospettabili imprenditori e liberi professionisti per ricattare e mettere in atto estorsioni verso altri imprenditori. Una ’ndrangheta senza scrupoli pronta ad arruolare, come documentano le intercettazioni dei Ros, persino dei minorenni nel rispetto di una tradizione arcaica che vede, nell’eredità fra padre e figlio, la trasmissione di un potere criminale. 

È uno spaccato inedito e molto inquietante, quello che emerge dall’operazione “Insubria”, scattata questa mattina ad opera dei Ros di Milano nell’ambito di un’inchiesta coordinata dalla Distrettuale antimafia (pm: Ilda Boccassini, Paolo Storari , Francesca Celle). Ma soprattutto, grazie alle intercettazioni e alle riprese filmate, è un’indagine con un elevatissimo valore “storico”, perché documenta per la prima volta in assoluto e in maniera completa, le fasi di arruolamento e affiliazione degli ‘ndranghetisti finora raccontate solo dai pentiti e ora fissate in nitidi filmati dove si riconoscono nitidamente i personaggi e si ascoltano le formule complete dei rituali durante le “mangiate”. Non in qualche masseria sperduta dell’Aspromonte ma al “nord del nord”: tra il Lecchese e il Comasco, ai confini con la Svizzera, dove ormai la criminalità organizzata calabrese si sta espandendo importando un’arcaicità e una ferocia impressionanti che documentano l’esistenza di un “antistato” in Lombardia. 

Almeno 38 persone sono state arrestate nelle provincie di Milano, Como, Lecco, Monza-Brianza, Verona, Bergamo e Caltanissetta, con un’ordinanza di custodia in carcere firmata dal gip Simone Luerti e accuse che vanno dall’associazione di tipo mafioso, all’estorsione, detenzione e porto abusivo di armi. Al centro delle indagini dei Ros due famiglie di caratura storica nella mappa della malavita calabrese, collusi con Giuseppe soprannominato “melangiana” e il Bruzzese. Sodalizi della ‘ndrangheta radicati nel comasco e nel lecchese, con diffuse infiltrazioni nel tessuto locale e saldi collegamenti con le cosche calabresi di origine. Tra le “locali” colpite, ovvero le cosche di zona, quella di Calolziocorte, di Cermenate e di Fino Mornasdco: a riprova dell’infiltrazione sul territorio del cancro criminale calabrese e dell’esistenza di una sovrastruttura del nord in regione, chiamata appunto “La Lombardia”. 

03/11/2013

Quem diz que é seu um filho que é só da mãe, é isso mesmo…

 

"FHC privatizaria Caixa, BB e também a Petrobras"

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Autor do best-seller "O Príncipe da Privataria", jornalista Palmério Doria diz, em entrevista a Renato Dias, que plano de desestatização era bem mais ousado; "Imagino que,  com os tucanos no poder, não teríamos, hoje, nem a Petrobrax…Era apenas uma etapa para a venda até do mastro da bandeira nacional", afirma; responsável pela publicação de reportagens sobre um filho de FHC fora do casamento, ele também fala sobre o comportamento da imprensa; "para a mídia, esconder um caso extraconjugal era um detalhe"

3 de Novembro de 2013 às 11:52

Renato Dias, do Diário da Manhã (especial para o 247)

Aos 64 anos de idade, com passagens pelas redações de Ex, Coojornal, Estado de S. Paulo, Folha de S. Paulo, Jornal do Brasil, o jornalista e escritor Palmério Dória define o ex-presidente da República Fernando Henrique Cardoso (PSDB), não como sociólogo, mas como “príncipe da privataria”. Mais: acusa o tucanato de tentar vender, à época de sua hegemonia [1995-1998 e 1999-2002], Petrobras, Banco do Brasil (BB) e Caixa Econômica Federal (CEF). Ele afirma que as operações privatizantes eram blindadas pelos grandes conglomerados de comunicação no Brasil. “Esconder um caso extraconjugal ou um suposto filho fora do casamento com Ruth Cardoso [Com a jornalista Mírian Dutra] era apenas um detalhe”, diz.

Segundo ele, o ex-ministro da Justiça Iris Rezende Machado (PMDB-GO) teria enviado uma tropa de choque violenta à Brasília, capital da República, para desmontar a convenção nacional do PMDB que poderia homologar a candidatura de Itamar Franco, a quem classifica como o verdadeiro “Pai do Plano Real”. Itamar Franco poderia impedir que FHC fosse reeleito, acredita. O príncipe da privataria teria traído também, nas eleições de 1998, ao Governo do Estado de Goiás, o jovem tucano Marconi Perillo, que acabaria derrotando o golias evangélico do PMDB, queridinho então do Palácio do Planalto.  O autor observa que o Plano Real não garantiu a estabilidade econômica do Brasil. “Tanto é que o País quebrou três vezes com FHC”, dispara.

Era Sarney

Cáustico, ele, que é autor de Honoráveis Bandidos – Um retrato do Brasil na era Sarney, Geração Editorial, frisa que o atual senador José Sarney (PMDB) é uma “piada de mau gosto”.  “Um presidente acidental. Uma obra do Hospital de Base de Brasília…”, ironiza. Palmério Dória prepara, hoje, um livro sobre a ditadura civil e militar (1964-1985) e o seu impacto nas áreas de Educação & Cultura e o papel de personagens como Paulo Freire, Josué de Castro e Darcy Ribeiro. Para ele, o jornalista Raimundo Rodrigues Pereira, ex-Opinião e ex-Movimento, está correto. O ex-ministro-chefe da Casa Civil José Dirceu de Oliveira e Silva é inocente, fuzila. Ele se refere à Ação Penal 470 [Mensalão].  O show do Supremo Tribunal Federal está sendo desmontado, destaca. 

Leia a íntegra da entrevista

“Para a mídia, esconder um caso extraconjugal era um detalhe”

FHC & Marconi Perillo

Por Iris Rezende, em 1998, Fernando Henrique Cardoso traiu o jovem tucano Marconi Perillo.  Iris mandou uma tropa e choque para desmontar a convenção nacional do PMDB, que poderia homologar a candidatura do [ex-presidente da República e pai do Plano Real] Itamar Franco. Se ele,  Itamar Franco, fosse candidato FHC poderia não ser reeleito. Ele é o verdadeiro pai do Plano real e podia mudar o jogo. O que houve foi um atentado com a convenção, a democracia.

Brasil  pós-FHC

Hoje em dia temos a exata noção de que o Brasil saiu pior dos anos Fernando Henrique Cardoso [1995-1998 e 1999 -2002]. Se ainda vivêssemos sob a hegemonia tucana, por exemplo,  não existiriam os Brics. Existiriam apenas os Rics… De 2003 a 2013, o Brasil ganhou projeção mundial, subiu no ranking mundial das economias  e virou protagonista.

Pior das privatizações

O que poderia ter sido mais escandaloso e que não ocorreu, porque eles não conseguiram fazer, seriam as privatizações da Petrobras, Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal. Imagino que,  com os tucanos no poder, não teríamos, hoje, nem a Petrobrax…Era apenas uma etapa para a venda até do mastro da bandeira nacional (Risos).

Mírian Dutra

A mídia nacional, os grandes conglomerados de comunicação esconderam o caso extraconjugal de Fernando Henrique Cardoso  porque ela tinha a clara noção de que ele [FHC] era o Fernando II, a continuação do Fernando I, Fernando Collor, que havia renunciado após a aprovação do impeachment, em 1992. FHC conseguiu realizar  toda a agenda que Fernando I não havia conseguido fazer. Esconder  um caso extraconjugal, um suposto filho fora do casamento [Com a jornalista Mírian Dutra], que não era, na verdade, nem dele, assim como o Plano Real, cuja paternidade é de Itamar Franco, eram detalhes.

Plano Real

Não é verdade que o Plano Real garantiu a estabilidade econômica.  Com Fernando Henrique Cardoso, o Brasil quebrou três vezes, ficou nas mãos do Fundo Monetário Internacional (FMI) e do Tesouro Americano. O presidente do Brasil, de fato, era Robert Rubin, homem forte do Tesouro dos Estados Unidos.

Desestatizações

O estupro de Fernando II [FHC] ocorreu em seu primeiro mandato [1995-1998]. O segundo mandato ficou por conta e risco do Fundo Monetário Internacional. Hoje em dia, eles [FMI] tentam se meter mas soa como piada.

José Sarney

Fernando Henrique Cardoso é uma espécie de José Sarney barroco. Numa feliz definição de Millôr Fernandes. Sarney é apenas barroco. É uma piada de mau gosto. Um presidente acidental. Uma obra do Hospital de Base de Brasília…

Leilões e concessões

Leilões e concessões [adotados sob a era Dilma Rousseff] não podem ser comparados com a privataria tucana. Não. Não dá para confundir com a privataria [mistura de privatização com pirataria, termo criado pelo jornalista Elio Gaspari], que grassou no governo de Fernando Henrique Cardoso, o príncipe dos sociólogos. FHC “privatiou”  o céu, o subsolo e os seus piratas iriam, se estivessem no poder, deitar e rolar com o mar. [Referência ao Pré-Sal]. É diferente de partilha e concessão.

AP 470

Não há provas contra o ex-ministro José Dirceu. Ele é inocente. Concordo com o jornalista Raimundo Rodrigues Pereira, que deveria ganhar o Prêmio Esso por sua série de reportagens sobre o caso [Escândalo do suposto Mensalão].  A fantasia, o show do Supremo tribunal Federal (STF) está sendo desmontado. Mas, as comparações são inevitáveis… O jornalista Elio Gaspari diz que o mensalão do PT  perto do escândalo do ‘propinoduto’ tucano em São Paulo é bobagem…

Manifestações de rua

O que sobrou delas, hoje, é apenas os Black Blocks. À época [Maio, junho e julho], fiquei apavorado. Vi a glória do ‘Movimento  Cansei’. Ele conseguiu massa de manobra. Nunca tinha visto multidões à direita (Risos)

Projeto de novo livro

Escrevo, hoje, um livro sobre a ditadura civil e militar no Brasil [1964-1985]. O seu impacto nas áreas de Cultura e Educação e personagens como Paulo Freire, Josué de Castro  e Darcy Ribeiro.

O que anda lendo

Leio, hoje, Stanislaw Ponte Preta, as suas obras reunidas em um só volume. Uma maravilha.

Onde trabalhou

Ex,  Coojornal, Estado de S. Paulo, Folha de S. Paulo, Jornald o Brasil, Placar, Revista Sexy, Carlos Amigos…

Hoje

Faço carreira solo.

Idade

64 anos.

"FHC privatizaria Caixa, BB e também a Petrobras" | Brasil 24/7

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