Ficha Corrida

12/08/2014

Entrevistaram o Mercado?

Filed under: Folha de São Paulo,Grupos Mafiomidiáticos,Mercados — Gilmar Crestani @ 8:27 am
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O mercado, ah essa entidade bombril, de mil e uma utilidades. Parece mais torcida. Ou previsão com base no horóscopo do Goleiro Bruno…  As tais leis do mercado não funcionam porque não existem. São regras intangíveis ao dispor de quem pretende desculpas. Veja-se o caso do capital especulativo na Argentina, que eles chamam de Fundos Buitres (Urubus…). Querem o lucro de investimentos de risco, sem correr risco. Investiram na Argentina porque os juros eram escorchantes e, portanto, com lucro maior do que se fizessem investimentos produtivos. A Argentina quebrou, mas um juiz de Nova Iorque, sozinho, tem a capacidade de negar que investimento de risco deve correr risco.

O tal mercado é ditado por duas ou três famílias que detêm, sozinhas, 10% do PIB. São os mesmos que não previram a crise de 2008 e, quando ela aconteceu, não souberam sair dela sem a ajuda do Estado. Lula conseguiu transforma a onda quebradeira de 2008 (veja-se o caso dos EUA, Portugal, Espanha, França, Itália e Grécia após crise de 2008).

O tal de mercado, que vive de capital especulativo, não gosta de investimento social porque aí sobra menos dinheiro para o Estado pagar juros especulativos.

Todo dia a velha mídia sai com uma torcida para algo ruim. Quando não é a febre amarela, a gripe suína, dente, seca, apagão, caos aéreo, #naovaitercopa, futuro com juros altos, PIBinho…

cp12082014Próximo mandato deverá ter PIB fraco

Analistas preveem para os próximos 4 anos avanço inferior ao da última década e inflação acima da meta de 4,5%

Para economista, taxa de desemprego deve subir, resultado do baixo crescimento do PIB nos últimos anos

EDUARDO CUCOLODE BRASÍLIA

Durante os próximos quatro anos, o Brasil deve crescer abaixo da média da última década, com inflação superior à meta de 4,5% e juros acima de 10%. O próximo presidente terminará o período de governo, no entanto, com números melhores do que os verificados em 2014.

Essas previsões fazem parte da pesquisa semanal Focus, do Banco Central, que reúne as projeções para a economia de cerca de cem analistas de instituições do setor público e privado.

Essas previsões olham, desde 2001, para um cenário de até quatro anos. Em seu relatório mais conhecido, o BC só divulga estimativa para o ano atual e o seguinte, mas as projeções de longo prazo podem ser obtidas no site da instituição.

Nesta segunda-feira (11), as projeções de crescimento para 2014 e 2015 foram reduzidas novamente, para 0,81% e 1,2% –uma semana antes, elas eram de, respectivamente, 0,86% e 1,50%.

No cenário traçado pela pesquisa, o próximo governo começa com algumas medidas impopulares que não constam no discurso dos principais candidatos.

Haveria forte reajuste de tarifas e preços controlados, de 7% no ano, e pequeno aumento da taxa básica de juros, dos atuais 11% para 12%.

Esses ajustes, segundo as previsões, não representam um choque capaz de derrubar rapidamente a inflação, com efeito recessivo sobre a atividade econômica.

Pelo contrário. A previsão é que a inflação fique em 2015 praticamente no mesmo patamar de 2014, ou seja, próxima do limite de 6,5%. o IPCA encerraria 2018 no meio do caminho entre esse teto e a meta de 4,5%, com a taxa básica de juros em 10%.

Os resultados sobre o crescimento da economia só apareceriam a partir de 2016, com números próximos de 3% até 2018. Esse valor é superior à média do governo atual (cerca de 2%), mas abaixo do verificado nos governos Lula (aproximadamente 4%).

"O próximo presidente terá de trabalhar com esse equilíbrio. Não almejar crescimento imediato, o que não é viável. E equilibrar ajustes para melhorar as perspectivas, mas sem jogar o país na recessão", diz Luciano Rostagno, estrategista-chefe do Banco Mizuho do Brasil.

O economista, que está entre os que mais acertaram previsões no Focus em 2013, prevê aumento "moderado" de desemprego nos próximos anos, mas afirma que isso se deverá mais ao baixo crescimento dos últimos anos do que aos ajustes de 2015.

Walter Maciel, sócio-diretor da gestora de recursos Quest Investimentos, diz que as estimativas da empresa (similares à da média do Focus) consideram tanto uma política econômica que traga de volta a confiança e os investimentos como ações que continuem a levar o país para uma possível estagflação (inflação alta e PIB fraco).

Para ele, ajustes não tão grandes de juros e tarifas, como mostram as previsões, e a sinalização de uma política econômica de reformas para atrair investimentos são suficientes para acelerar o crescimento e reduzir a inflação.

30/05/2014

Estou envergonhado! Vou-me embora deste país…

Filed under: Complexo de Vira-Lata,Economia,EUA,Manada,Meu País! — Gilmar Crestani @ 8:18 am
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bandeira-manifestantePIB dos EUA tem primeira retração em três anos

Maior economia global decepciona e encolhe 1% no primeiro trimestre

Inverno mais forte que o habitual afetou resultado, e analistas não veem chance de uma nova recessão

ISABEL FLECKDE NOVA YORK

A economia americana, a maior do mundo, teve, no período de janeiro a março, a primeira retração em três anos, aumentando as desconfianças sobre a força da atual recuperação.

Após revisão, o PIB do primeiro trimestre encolheu 1% ante os últimos três meses do ano passado na taxa anualizada. A estimativa inicial apontava avanço de 0,1%.

Foi o pior desempenho desde o primeiro trimestre de 2011, quando a economia teve retração de 1,3%.

É comum que o governo revise seus dados iniciais, mas, desta vez, o recuo foi mais forte do que as expectativas de Wall Street. Economistas esperavam que a nova análise mostrasse uma contração de apenas 0,5%.

O resultado decepcionante foi resultado principalmente de um ritmo muito mais lento de acúmulo de estoques, como impacto do rigoroso inverno deste ano.

Apesar do resultado fraco, vários economistas não acreditam que os EUA estejam voltando para uma recessão, como a iniciada no fim de 2007 e que durou até meados de 2009, quando milhões de empregos foram perdidos.

No quarto trimestre do ano passado, a economia se expandiu a uma taxa de 2,6%. Em 2013, a economia dos EUA cresceu 1,9%, também uma desaceleração considerável comparada com a expansão de 2,8% no ano anterior.

"A revisão para baixo é quase inteiramente porque os estoques foram um obstáculo muito maior para o crescimento do que se pensou antes", disse Paul Ashworth, da Capital Economics em Toronto, ao "Financial Times".

As empresas acumularam US$ 49 bilhões em estoques, bem menos do que os US$ 87,4 bilhões estimados no mês passado. Foi o menor volume em um ano.

Os estoques subtraíram 1,62 ponto percentual do PIB do primeiro trimestre, mas devem ajudar o crescimento neste próximo período.

RECUPERAÇÃO

A expectativa, contudo, é que os mercados descartem os números divulgados agora, considerando os fatores climáticos que pesaram sobre o crescimento e os sinais de que a atividade econômica já está se recuperando.

Dados que vão desde o desemprego até a atividade manufatureira sugerem que o crescimento terá uma aceleração forte no segundo trimestre, podendo chegar a 3% no resto do ano.

No mês passado, o relatório sobre o fraco desempenho da economia americana não influenciou a decisão já esperada do Fed (banco central dos Estados Unidos) de cortar mais US$ 10 bilhões de seu pacote de estímulos.

O comitê de política monetária do Fed se mostrou convencido de que a estagnação da economia no início de 2014 foi circunstancial.

Outros números do trimestre foram revisados. Os gastos de consumidores americanos, que respondem por mais de dois terços da atividade econômica dos Estados Unidos, cresceu a uma taxa de 3,1%, e não de 3%, como divulgado antes.

16/05/2013

Na zona está e com o pibinho em baixa mas… Lula deve ser o culpado!

Filed under: Complexo de Vira-Lata,Crise Financeira Européia,Eurozona — Gilmar Crestani @ 7:36 am
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Houve um tempo em que um tropeço de um “tigre asiático” fazia os gatos do Brasil miarem. Eram os tempos do sociólogo, intelectual brilhante, da teoria da dependência. Ventava no oeste asiático, tremia o Brasil. Por qualquer dá cá uma palha, o pires corria pelos cofres do FMI. Convenientemente, PSDB, DEM e Grupos Mafiomidiáticos esquecem este passado recente. Hoje todo norte, dos EUA a Europa, padece com crise e desemprego, mas Lula blindou a economia alavancando e dinamizando a economia interna. Resultado, se o Brasil não cresce como seria bom, não padece de recessão como a Europa e não precisa, como os EUA, inventar uma guerra externa para dinamizar a indústria bélica. Mais do que nunca, a Europa virou uma zona, e o Brasil navega com mares mais calmos e poderia ser ainda melhor não fossem estes caranguejos que puxam para baixo os que tentam sair do cesto do complexo de vira-latas.

Zona do euro tem sua recessão mais longa

No conjunto, os 17 países que utilizam a moeda comum registraram queda do PIB pelo 6º trimestre consecutivo

Produção recuou 0,2%; Alemanha, maior economia do bloco, apresentou recuperação fraca

MICHAEL SHEENDO "FINANCIAL TIMES", EM FRANKFURT

As economias dos 17 países da zona do euro encolheram nos três primeiros meses do ano, mantendo o bloco comercial em recessão pelo mais longo período desde que a moeda única foi adotada.

Trata-se de um novo indicador profundamente desfavorável, depois de o desemprego da região ter atingido sua mais alta marca.

Em nível nacional, a França voltou à recessão, a produção italiana continua a se contrair e até mesmo a Alemanha, a mais forte e maior economia da zona do euro, só conseguiu um retorno medíocre ao crescimento, de acordo com dados oficiais divulgados ontem.

As tendências divergentes entre Alemanha e França, as duas maiores economias da zona do euro, destacam as diferenças fundamentais que continuam a existir no interior do bloco monetário, e também mostram que mesmo os países mais fortes enfrentam desafios.

O Produto Interno Bruto (PIB) agregado dos países da zona do euro caiu em 0,2% no primeiro trimestre, ante o último trimestre de 2012, informou a Eurostat, a agência estatística da União Europeia. A contração foi ligeiramente pior que a prevista.

O sexto trimestre consecutivo de declínio representa o mais longo período de queda já registrado na zona do euro, superando a recessão causada pela quebra do banco Lehman Brothers em 2008 e 2009, ainda que a queda acumulada no atual período seja inferior à registrada na recessão passada.

"Todas as esperanças continuam depositadas em uma recuperação da demanda externa", disse Peter Vanden Houte, economista do banco ING. "Mas com o aperto fiscal nos Estados Unidos e a recuperação na China ainda em dúvida, o estímulo que as exportações líquidas propiciarão não será grande."

O Banco Central Europeu (BCE) cortou as taxas de juros em sua mais recente reunião, este mês, e se declarou pronto a continuar agindo caso a situação assim exija.

Embora a recuperação anêmica da Alemanha se deva em parte ao clima extremamente desfavorável do período, o crescimento inferior ao esperado desafia as suposições de que a economia alemã já estivesse a caminho de uma melhora sustentada.

"A lista de pontos negativos para a zona do euro é longa", disse Nick Kounis, economista do banco ABN Amro. "Consolidação fiscal, desemprego em alta, condições severas para empréstimos bancários, a alta do euro diante do iene e a demanda mundial chocha pesam negativamente sobre a economia."

Tradução de PAULO MIGLIACCI

03/06/2011

Dilma mantém aceleração da economia e PIB cresce 1,3% no 1º trimestre

Filed under: Dilma,FSP — Gilmar Crestani @ 9:30 am
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A economia é um fato da natureza? Não sofre influência humana? Governante não interfere nos rumos econômicos?

03/06/2011-09h01

Economia mantém aceleração e PIB cresce 1,3% no 1º trimestre

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CIRILO JUNIOR
DO RIO

A economia brasileira teve o crescimento acelerado no primeiro trimestre deste ano e subiu 1,3% frente aos três meses imediatamente anteriores, informou nesta sexta-feira o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Em relação a igual período em 2010, o PIB (Produto Interno Bruto) avançou 4,2%.

No quarto trimestre de 2010, o PIB tinha crescido 0,8% sobre os três meses anteriores, segundo dado revisado pelo IBGE.

Entenda o que é PIB e como é feito seu cálculo

Ao todo, a economia movimentou R$ 939,6 bilhões de janeiro a março.

O PIB, que mostra o comportamento de uma economia, é a soma das riquezas produzidas por um país –é formado pela indústria, agropecuária e serviços. O PIB também pode ser analisado a partir do consumo, ou seja, pelo ponto de vista de quem se apropriou do que foi produzido. Neste caso, é dividido pelo consumo das famílias, pelo consumo do governo, pelos investimentos feitos pelo governo e empresas privadas e pelas exportações.

O investimento, medido pela chamada Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF), subiu 1,2% no primeiro trimestre, se comparado ao quarto trimestre de 2010. Em relação ao primeiro trimestre de 2010, houve avanço de 8,8%. No acumulado dos últimos 12 meses, a alta chega a 17,1%.

A taxa de investimento no primeiro trimestre representou 18,4% da formação do PIB.

O setor industrial teve alta de 2,2% no primeiro trimestre. Em relação a igual período no ano passado, a indústria subiu 3,5%. No acumulado em 12 meses, houve avanço de 7,4%.

Já o setor de serviços registrou incremento de 1,1% nos três primeiros meses de 2011. Em relação ao primeiro trimestre do ano passado, o PIB dos serviços cresceu 4%. Nos últimos 12 meses encerrados em março, verifica-se alta de 4,9%.

O setor agropecuário, por sua vez, subiu 3,3% na comparação com o período de outubro a dezembro de 2010. Em relação ao primeiro trimestre do ano passado, a agropecuária teve alta de 3,1%. Nos últimos 12 meses, foi constatado avanço de 5,8%.

O consumo das famílias teve aumento de 0,6% no primeiro trimestre. Quando confrontado com período correspondente em 2010, nota-se alta de 5,9%. No acumulado dos últimos 12 meses, houve incremento de 6,4%.

O consumo do governo no primeiro trimestre registrou alta de 0,8%. Sobre igual período em 2010, constatou-se crescimento de 2,1%. Nos últimos 12 meses, o avanço foi de 3,2%.

Folha.com – Poder – Economia mantém aceleração e PIB cresce 1,3% no 1º trimestre – 03/06/2011

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