Ficha Corrida

12/09/2016

Araponga se revela pantera cor-de-rosa

Filed under: Arapongas,Espionagem,Exército — Gilmar Crestani @ 7:44 am
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O impagável Inspetor Clouseau reencarnou no Brasil na pele de um Botelho. Numa rápida análise semiológica o nome e o codinome facilitam por demais as trapalhadas do agente de burrice. Botelho, como todo portuga, escolhe outro nome de Trás-os-Montes, Baltazar Nunes. Não, não é piada de português, é piada de uma instituição que protege os interesses externos contra o interesse dos brasileiros, nosso glorioso exército nacional. Como diria o anti-militar convicto, Barão de Itararé, de onde menos se espera de lá mesmo é que não sai nada.

O exército gasta nossa grana para mandar estas antas caçarem jovens que protestam contra os que praticam crimes de lesa-pátria? Claro, o glorioso exército nacional precisa mostrar que é capacitado. Só venceu a guerra contra o Paraguai porque contou com a colaboração da Argentina e da Inglaterra, a quem esteve a serviço. Como não vence guerra externas, cria inimigos internos para treinar tiro ao alvo. Foi assim na ditadura, está assim de novo. Esse sujeito aí encarna o que Dionísio da Silva romanceou no seu livro Avante, soldados; para trás

E não é que na República das Bananas tucano vira ave de rapina e araponga, toupeira?!

Exército promete apurar ação de agente secreto entre jovens

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Denúncias de que o capitão de inteligência do Exército Willian Pina Botelho tentava se aproximar de manifestantes e movimentos sociais com uma identidade falsa pelo aplicativo de paquera Tinder e pelas redes sociais serão investigadas pelo Exército; no domingo passado (4), quando ele foi preso com 21 jovens pela Polícia Militar em São Paulo antes de um ato contra Temer, sua identidade foi revelada na internet; no Tinder, o agente aparece com o nome Baltazar Nunes, o Balta; a controversa prisão do grupo de manifestantes, considerada ilegal pela Justiça 24 horas depois, foi motivada por uma denúncia anônima; “Com relação aos fatos questionados, as circunstâncias estão sendo apuradas”, informou o Exército

11 de Setembro de 2016 às 07:14 // Receba o 247 no Telegram

SP 247 – O Exército informou que irá apurar as circunstâncias da provável infiltração de um capitão da inteligência em movimentos sociais e grupos de manifestantes de esquerda, revelada nesta semana após a prisão controversa de um grupo de 21 jovens pela Polícia Militar em São Paulo antes de um ato contra Temer no domingo passado.

O site ‘Ponte Jornalismo’, especializado em direitos humanos, Justiça e segurança pública, divulgou inicialmente a suspeita em relação a um homem que se identificava no aplicativo de paquera Tinder e nas redes sociais como Baltazar Nunes, o Balta, de 37 anos. A identidade dele foi revelada após confirmação de pessoas diferentes: era o capitão de inteligência do Exército Willian Pina Botelho.

No último domingo 4, quando ele foi preso com os jovens manifestantes, em uma ação considerada ilegal pela Justiça de São Paulo 24 horas depois, quando o grupo foi solto, o agente levantou suspeitas dos manifestantes. Ao Jornal Nacional, um dos manifestantes, que não quis ser identificado, disse que os jovens foram encaminhados para uma delegacia, mas que Balta não foi levado como eles.

“A gente foi enviado direto para o Deic, e quando a gente entrou no camburão, o Balta não foi junto. E aí, no chat que a gente tinha ali no Whatsapp, ele falou que o estavam mandando para tal DP porque estava com documento falso, que não sei o quê… Meio que morreu o contato. Ele insistiu um pouco na ideia e a gente achou suspeito. Como assim só ele vai para outro DP porque estava com documento falso?”, contou.

O nome do capitão do Exército não está no Boletim de Ocorrência da prisão, que foi motivada por uma denúncia anônima, como consta no documento. À TV Globo, o Exército informou em nota: “(…) O Centro de Comunicação Social do Exército informa que o Cap William Pina Botelho é oficial do Exército Brasileiro, lotado no Comando Militar do Sudeste. Com relação aos fatos questionados, as circunstâncias estão sendo apuradas”.

A Secretaria de Segurança Pública de São Paulo diz que desconhece qualquer ação de inteligência que tenha sido realizada por qualquer outro órgão de segurança.

“O Comando da Polícia Militar de São Paulo nega a existência de uma operação conjunta na ocasião citada pela reportagem. A PM desconhece qualquer ação de inteligência que tenha sido realizada por outro órgão de segurança. A instituição também não conhece o homem apontado pela reportagem como um suposto oficial das Forças Armadas. O Deic desconhece a existência de um oficial infiltrado e garante que todos os detidos apresentados no departamento foram qualificados no boletim de ocorrência”, informou em nota.

Exército promete apurar ação de agente secreto entre jovens | Brasil 24/7

05/03/2015

Homenagem ao circo vicioso

Caceta e Planeta Urgente! Só com muito bom humor para encarar os fatos. Pelo andar da carruagem, os  Trapalhões Didi, Mussum e Zacarias fariam melhor papel no Ministério Público. Não se trata de trapalhada, mas de palhaçada. Com licença poética, roubar é meleca que não cola na cola do PSDB. Graças ao verniz que  velha mídia fornece e o MP passa.

A população, que de boba não tem nada, deve levar na esportiva. Sabe que não é com este tipo de político de instituição pública que pode contar. É por isso que traficante é mais bem quisto, nas altas e baixas rodas. SÓ RINDO!

Tem horas em que uma homenagem à carreira do Aécio vira “circo vicioso”. PALAHAÇADA!

Lista de Furnas conecta Aécio, Banestado, Youssef e…Sérgio Moro

4 de março de 2015 | 23:59 Autor: Fernando Brito

aeciofurnas

O Estadão diz que, afinal, Aécio foi citado como recebedor de dinheiro da “Lista de Furnas”, no que o jornal diz ser um depoimento sobre a propinagem para o PP, o PSDB e um empresário, morto em 2011, chamado Aírton Daré, dono de uma empresa chamada Bauruense Serviços Gerais.

Segundo a sentença, Giovani Gionédis, então presidente do Conselho de Administração do Banestado, o banco estatal do Paraná, hoje HSBC,  teria dado a Bauruense juros acima dos de mercado, compensando pela doação de verba à campanha de reeleição de Jaime Lerner, do DEM, coligado ao PSDB.

Daré, como mostram documentos do Ministério Público do Rio de Janeiro, estava afundado até a medula na operação do dinheiro da Lista de Furnas.

Quem operou estes recursos? Ele mesmo, Alberto Yousseff.

Gionédis tinha oito cheques administrativos da empresa Bauruense Serviços Gerais em nomes de ‘laranjas’ e ordenou o saque de R$ 1 milhão para a campanha de Lerner.

Gionédis foi condenado por gestão fraudulenta, mas absolvido por lavagem de dinheiro.

Por quem?

Ah, leitor; ah, leitora…

Pelo Dr. Sérgio Moro…O imã da honradez que atrai todos os casos de corrupção no Brasil.

E então, por conta disso, vamos arquivar tudo, porque o Dr. Moro falou, tá falado.

É por isso que Aécio diz que o pedido de arquivamento de inquérito contra ele é uma homenagem que se lhe presta.

Como se sabe, a hipocrisia, dizia François de La Rochefoucauld, é uma homenagem que o vício presta à virtude.

Lista de Furnas conecta Aécio, Banestado, Youssef e…Sérgio Moro | TIJOLAÇO | “A política, sem polêmica, é a arma das elites.”

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