Ficha Corrida

13/09/2014

Nem o conluio de Gilmar Mendes com FHC consegue salvar o careca da Veja

OS TRÊS PATETAS

Jose Roberto Arruda, Gilmar Mendes & FHCNão adiantou o magarefe do direito, Roberto Gurgel, protelar por três anos, a pedido de FHC, a denúncia. E aí chegamos no outro duto que mantinha Arruda por aparelhos, a Veja. Em julho de 2009, a Veja levou para as páginas cor de merda o açougueiro da moralidade alheia, com o título “Ele deu a volta por cima”. Por cima da ética, do decoro, da decência! Pior, como reincidente. José Roberto Arruda só foi escolhido como um dos três carecas de FHC por sua notória “honestidade”, revela na história da violação do painel do Senado em parceria com Luís Estêvão e ACM.

A mesma honestidade de FHC ao cobrar de Gilmar Mendes a defesa do seu pupilo no TSE. Gilmar Mendes perdeu e, como mau perdedor, achou por bem chamar o TSE de Tribunal Nazista. Nazismo, taí algo que, pelo seu mau comportamento, Gilmar Mendes paga tributo.

Arruda renuncia: "Não desisti, fui desistido"

Favorito na disputa pelo Governo do Distrito Federal, o ex-governador José Roberto Arruda, do PR, anunciou neste sábado, 13, em entrevista coletiva, a desistência de sua candidatura; com o registro barrado pela Justiça Eleitoral com base na Lei da Ficha Limpa, Arruda questionou a aplicação da lei; "A pergunta que se faz é se as leis são iguais para todos ou se mudam de acordo com a cara do freguês"; condenado por improbidade e conhecido por participar do chamado Mensalão do DEM, Arruda será substituído pelo vice na chapa, Jofran Frejat (PR); mulher do ex-governador, Flávia Peres (PR), foi escolhida a nova vice

13 de Setembro de 2014 às 13:48

Brasília 247 – Em entrevista coletiva neste sábado, 13, o ex-governador José Roberto Arruda (PR) oficializou a renúncia de sua candidatura a governador do Distrito Federal. Ele será substituído pelo vice na chapa, Jofran Frejat (PR). A mulher do ex-governador, Flávia Peres (PR), foi escolhida a nova vice.

Arruda teve o registro de candidatura barrado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com base na Lei da Ficha Limpa, por ter sido condenado por improbidade administrativa. O ex-candidato liderava com 37% das intenções de voto, segundo a última pesquisa Datafolha, da quarta-feira, 10.

José Roberto Arruda afirmou que a decisão renunciar foi debatida com a Coligação União e Força (PR-PTB- DEM-PMN-PRTB). "Eu não desisti, fui desistido. Discutimos e julgamos que tinha chegado o momento de fazer a substituição, de modo que as nossas propostas e o nosso plano de governo sejam mantidos", disse.

Sobre o substituto, o ex-governador frisou que Jofran Frejat é um nome de consenso. "Ele é um homem muito experiente, maduro, muito bem preparado e era a escolha natural." Arruda disse ainda que, em pesquisas feitas com o eleitorado, o nome da mulher dele, Flávia, se destacou. "Para a minha alegria, o nome da Flávia apareceu como o que mais tinha capacidade de me representar, mas, em uma decisão que eu considero de amadurecimento, ela achou que não era o momento", declarou.

O político do PR questionou a aplicação da Lei da Ficha Limpa. Para ele, no seu caso ela foi usada para "fins mesquinhos". "A pergunta que se faz é se as leis são iguais para todos ou se mudam de acordo com a cara do freguês", disse.

Decisões da Justiça

José Roberto Arruda foi condenado pelo Tribunal de Justiça do DF por improbidade administrativa no dia 9 de julho, em segunda instância, pelo suposto envolvimento no esquema de corrupção conhecido por mensalão do DEM.

Na quinta, o TSE rejeitou recursos protocolados pela defesa de Arruda e manteve a decisão de considerar o político do PR inelegível. Na sexta, a defesa protocolou petição em que pedia “urgência” ao Supremo Tribunal Federal (STF) para decidir se suspendia ou não decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que o considerou inelegível.

A Procuradoria-Geral Eleitoral enviou ao TSE pedido para que fossem suspensos todos os atos de campanha de Arruda. O partido tinha até este domingo (14) para decidir se substituía a candidatura dele, e o STF não havia se manifestado a respeito.

A defesa do ex-governador alega que o pedido de registro da candidatura foi feito antes da condenação, quando Arruda ainda era ficha limpa – e, por isso, o registro não pode ser indeferido.

Segundo o entendimento do TSE e do TRE, no entanto, a condenação posterior ao pedido de registro também pode ser vista como condição de inelegibilidade. A reclamação constitucional apresentada na quinta-feira afirma que estas decisões contrariam sentenças anteriores do próprio TSE. (Matéria atualizada às 17h12)

Arruda renuncia: "Não desisti, fui desistido" | Brasil 24/7

22/07/2011

Nelson Motta, onde estás que não respondes?

Filed under: A$$oCIAdos,Cosa Nostra,Instituto Millenium — Gilmar Crestani @ 9:32 am
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Assunto indigesto para os colonistas. A corrupção com a qual eles compactuam. A seletividade dos a$$oCIAdos do Instituto Millenium é de amargar ou de dar risadas.

TRF acolhe denúncia e torna réus promotores envolvidos no mensalão do DEM

Publicada em 21/07/2011 às 18h15m

Jailton de Carvalho (jailtonc@bsb.oglobo.com.br)

Deborah Guerner sai de cadeira de rodas do TRF-DF. Foto: Givaldo Barbosa

BRASÍLIA – A Corte Especial do Tribunal Regional Federal da 1ª Região acolheu nesta quinta-feira a denúncia do Ministério Público contra o ex-procurador-geral do Distrito Federal Leonardo Bandarra e a promotora Deborah Guerner, entre outros acusados de tentar extorquir R$ 2 milhões do ex-governador José Roberto Arruda. No total, 12 desembargadores votaram pelo acolhimento integral das acusações. Apenas o desembargador Jirair Meguerian pediu a exclusão de Bandarra e do empresário Marcelo Carvalho, principal executivo do grupo empresarial do ex-vice-governador Paulo Octavio até o início do escândalo do mensalão do DEM.

INFOGRÁFICO: Relembre o escândalo do mansalão do DEM

A desembargadora Mônica Sifuentes apresentou um longo relatório sobre a suposta tentativa de extorsão de Arruda. Segundo ela, Deborah Guerner, cobrou R$ 2 milhões do ex-governador para não divulgar um vídeo em que Arruda aparece recebendo dinheiro do ex-secretário Durval Barbosa, delator do mensalão. Deborah Guerner teria pedido dinheiro numa reunião com Arruda na residência oficial do governador em junho de 2009, mas Arruda teria rejeitado a oferta. A desembargadora sustenta que Guerner foi ao encontro de Arruda em companhia de Marcelo Carvalho. O vídeo da chantagem teria sido entregue à promotora pela jornalista Cláudia Marques, a pedido de Durval Barbosa.

Mônica Sifuentes afirmou ainda que Bandarra e o marido de Deborah, Jorge Guerner, planejaram a tentativa de extorsão. Uma das provas da participação de Bandarra seria um diálogo entre ele e Deborah no dia seguinte à tentativa de chantagem. No diálogo, os dois conversam em código sobre uma reunião e mencionam o nome Ricardo, que seria o codinome de Arruda.

A advogada Gabriela Benfica negou qualquer envolvimento de Bandarra no caso.

– Mais uma vez, a relatora fez apenas a transcrição da denúncia. Em nenhum momento ela fez referência à tese da defesa. O resultado do julgamento é um juízo superficial. Com relação ao doutor Leonardo Bandarra, os indícios são frágeis. Ele não participou, não planejou, não tem nenhum elemento que indique autoria dele – disse Gabriela.

O advogado Paulo Sérgio Leite Fernandes deverá insistir na tese de que a promotora Deborah Guerner tem problemas mentais e não pode ser responsabilizada criminalmente.

" Ela não bate o pino "


– Ela não bate o pino – disse Fernandes

Após ter causado confusão na abertura do julgamento, a promotora Deborah Guerner deixou a sessão, ao lado do marido, Jorge Guerner, dizendo que ele estava passando mal. Antes de chegar ao posto de atendimento, a promotora desmaiou e foi encaminhada ao posto médico do tribunal.

Segundo o site G1 , Guerner disse que o marido estaria tendo um Acidente Vascular Cerebral.

– Eu sei que ele vai morrer de tanta injustiça – gritou a promotora.

No final da primeira parte da sessão, Deborah Guerner deixou o plenário do tribunal às pressas. Do lado de fora do prédio, a promotora caiu no chão e foi levada por um brigadista para o serviço médico. O advogado Maurício Araújo disse que a promotora desmaiou. A informação foi rebatida pelo médico Vinícius Eduardo Silva Prado. Em nota, ele diz que a promotora chegou ao consultório agitada, tomou um rivotril de 2 mg e, em menos de suas horas, deixou a enfermaria. "Apesar de clinicamente bem, solicitou uma cadeira de rodas para chegar até o carro", informou o médico.

Para o Ministério Público, a promotora estaria encenando o "teatro da loucura" porque não tem como rebater as principais acusações que pesam contra ela.

Em 18 agosto, a Corte Especial deverá decidir se acolhe outra denúncia contra Bandarra e Deborah Guerner. Eles também são acusados de formação de quadrilha e vazamento de informações criminais sigilosas.

Antes, no início da sessão, os desembargadores decidiram abrir o julgamento à imprensa, ao contrário do julgamento anterior, em maio. Na ocasião, o TRF rejeitou recurso em que Deborah Guerner alegava insanidade mental. Segundo o Ministério Público, Deborah teria feito até aulas com um psiquiatra para forjar loucura.

Durante a discussão sobre a abertura da sessão de hoje, Deborah tentou interferir e gritou aos desembargadores:

– O Arruda (ex-governador do DF José Roberto Arruda) não foi denunciado, nem o Paulo Octávio (ex-vice-governador do DF) nem ninguém!

O presidente do tribunal, Olindo Menezes, a repreendeu:

– Se a senhora falar mais uma vez vou retirá-la daqui. A senhora não é obrigada a estar presente, mas, se tumultuar mais uma vez, vai ser retirada.

A partir daí, Deborah calou-se e sentou ao lado do espaço onde ficam os jornalistas.

TRF acolhe denúncia e torna réus promotores envolvidos no mensalão do DEM – O Globo

18/03/2011

Prá mim não é novidade.

Filed under: Cosa Nostra,FSP,Isto é PSDB! — Gilmar Crestani @ 10:59 pm
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Já tinha sacado mais esta safadeza do PIG. Já havia constatado uma diferença no tratamento entre Durval Barbosa x Roberto Jefferson. O PIG é foda!

A Folha e a proteção a Durval Barbosa

Enviado por luisnassif, sex, 18/03/2011 – 16:37

Por JB Costa

Tem jeito não. O PT continua a GENI da política. Olha esse manchetizinha enviesada da Folha de São Paulo:

Governo petista dá proteção a delator do mensalão do DEM

Aí quando se vai para a matéria:

http://www1.folha.uol.com.br/poder/890507-governo-petista-da-protecao-a-delator-do-mensalao-do-dem.shtml

A coisa é outra totalmente diferente.

Não adianta só bradar, se esgoelar, por liberdade de imprensa, de resto aquilo que todos nós queremos. Mas, pelo amor de Deus, não abusem da paciência e da boa vontade nostra.

Quer coisa!

Da Folha

Governo petista dá proteção a delator do mensalão do DEM

FERNANDA ODILLA
DE BRASÍLIA
LETÍCIA SANDER
DO PAINEL

O governador petista Agnelo Queiroz (DF) mantém sob proteção da Polícia Civil Durval Barbosa, que denunciou o mensalão do DEM.

Barbosa delatou o esquema de pagamento e cobrança de propinas, que foram registradas em vídeos. Uma das gravações mostrava o ex-governador José Roberto Arruda, um dos principais adversários políticos de Agnelo.

Filmado recebendo dinheiro, Arruda foi preso por suspeita de atrapalhar a investigação e acabou cassado. Ele era o favorito à reeleição, mas não pôde concorrer.

O próprio Agnelo, então pré-candidato a governador, teria sido filmado quando foi convidado por Barbosa para ver as cenas com os casos de corrupção, mas esse vídeo nunca foi tornado público.

Agnelo confirma seu encontro com Barbosa e diz que o objetivo era ver trechos dos vídeos. Ele diz nunca ter obtido cópias das gravações.

Quando revelou as gravações, no final de 2009, Barbosa havia feito um acordo de delação premiada com o Ministério Público e ficou sob proteção da Polícia Federal.

Em 24 de agosto de 2010, Barbosa deu depoimento à PF no qual disse que, apesar de "satisfeito com a segurança", não aceitava a recomendação de mudar de cidade, para não ficar longe dos filhos. Três dias depois, a PF pediu que ele assinasse compromisso para manter a proteção, pois Barbosa recusara a oferta de morar em casa alugada noutro Estado.

Barbosa não assinou, e a PF suspendeu a segurança em 31 de agosto de 2010.

No dia seguinte, o então governador Rogério Rosso (PMDB) recebeu e acatou pedido para que a Polícia Civil do DF fizesse o serviço.

Procurado ontem, o governo do DF informou que Agnelo só mantém a proteção concedida pelo governo anterior.

A Folha apurou que Agnelo nunca resistiu em manter a proteção. "Se acontecer alguma coisa contra a vida dele, aí sim o governo do Distrito Federal estaria mal. Alertei isso", diz o deputado distrital Chico Vigilante (PT): "Enquanto ele precisar, vai ter. É caro, não é barato não".

Vigilante diz que não há motivação política nem constrangimento em ceder os melhores agentes da polícia para proteger Barbosa.

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