Ficha Corrida

11/09/2014

Os anões morais do PSDB

Aécio Neves se decompõe a olhos vivos. E não é só por culpa de sua direção embriagada nem de sua amizade com Zezé Perrella. José Serra é o grande artífice da descontrução de Aécio Neves. Nada poderia ter sido mais demolidor para o futuro político do menino das alterosas do que o fabuloso artigo “Pó pará, governador”. Neste episódio ficou evidente que se Aécio tinha a velha mídia mineira nas mãos, José Serra tinha a velha mídia paulista sob seu taco. Se a decantação do futuro político do Aécio começou com José Serra, a pá de cal coube ao magarefe da ABL, também conhecido por Prof. Cardoso. Em pleno andamento da eleição FHC deu um pontabé com meias de pelica na glúteos do Menino Maluquinho ao apoiar abertamente, a pedido do Banco Itaú, Marina Silva. Para piorar as coisas para Aécio Neves, o maior legado de FHC foi deixar Gilmar Mendes no STF para fazer o serviço sujo travestido com embalagem legal. Nada poderia ser mais devastador para um discurso moralista do que um jagunço desembestado ladeira abaixo.

A parceria de Gilmar Mendes & seu mentor para aliviar a barra do sujeito mais corrupto de Brasília sujou de vez a barra eleitoral de Aécio Neves. Afinal, como pode condenar em outros partidos quando, ali ao lado, dois próceres de seu partido se aliam para jogar para debaixo do tapete toda sujeira filmada de José Roberto Arruda?! Não há notícia de outro ato de corrupção tão bem documentado do que aquele que envolve o pivô do Mensalão do DEMo. Nada disso interesse se há no meio do caminho um pedido do Padrinho, que lembra a Cosa Nostra, para livrar o neto candango da Ficha Suja. A chave de ouro perpetrada pelo bocó foi uma pérola jurídica jogada nas atas do TSE: Tribunal Nazista!

Gilmar Mendes: o uso da chicana para garantir a candidatura de Arruda

qui, 11/09/2014 – 10:45

Atualizado em 11/09/2014 – 12:19

Por Alan Souza

Depois de FHC ter confirmado publicamente o pedido a Gilmar Mendes pra votar a favor de Arruda no TSE (e Gilmar realmente votou a favor do ex-governador do DF!), o ministro do STF parece ter perdido totalmente a compostura e o pudor. Agindo sem qualquer preocupação de disfarçar suas ações parciais, Gilmar Mendes pediu vistas do processo de Arruda e impediu que sua campanha fosse suspensa desde já.

da Agência Brasil

Gilmar Mendes pede vista de recurso de Arruda no TSE

O ministro Gilmar Mendes, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), pediu vista do recurso no qual José Roberto Arruda, candidato ao governo do Distrito Federal, pede para ter a candidatura liberada. Arruda foi barrado pela Justiça Eleitoral com base na Lei da Ficha Limpa, que impede a candidatura de condenados pela segunda instância da Justiça.

Antes da interrupção do julgamento, os ministros Henrique Neves e Admar Gonzaga votaram pela rejeição do recurso por entenderem que não houve erros ou contradições na decisão do TSE. No dia 26 de agosto, a maioria dos ministros manteve decisão do Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal, que negou o registro do candidato.

Não há prazo para que o julgamento seja retomado. Até decisão final do TSE, mesmo sem ter registro de candidatura, Arruda pode continuar a campanha normalmente.

No dia 9 de julho, Arruda foi condenado por improbidade administrativa pelo Tribunal de Justiça do Distrito Federal. A condenação é referente à Operação Caixa de Pandora, que investigou o esquema de corrupção que ficou conhecido como mensalão do DEM.

Gilmar Mendes: o uso da chicana para garantir a candidatura de Arruda | GGN

27/04/2011

Jacob Kligman & Luis Altenfelder Silva Filho

Filed under: Direita,Isto é PSDB! — Gilmar Crestani @ 8:12 am
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Os médicos estão em alta no auxílio aos maus políticos. Primeiro foi aquela encenação da bolinha de papel que traumatizou José Serra. Um filiado ao PSDB, Jacob Kligman, se prestou e se apresentou no palco da cena. A montagem repercute até hoje. Agora surge um novo diretor de cena. Estou doidão para esta fusão do DEM & PSDB, assim haverá junta médica para diagnosticar o alcoolismo e farinhada de uns, e a obsessão por dossiês de outros. Dias loucos, muito loucos, virão. Eba!

Imagens e diálogos comprovam farsa de promotora com auxílio de médicos

Vídeos em poder do Ministério Público revelam como psiquiatra ajuda Deborah Guerner, presa desde a semana passada, a simular doença mental para atrapalhar as investigações que a envolvem no esquema de corrupção do Distrito Federal

27 de abril de 2011 | 0h 01

Leandro Colon e Felipe Recondo, de O Estado de S.Paulo

BRASÍLIA – Documentos e imagens obtidos pelo Estado revelam como a promotora de Justiça Deborah Guerner, presa desde a semana passada em Brasília, contou com a colaboração de médicos de São Paulo para simular doença mental e atrapalhar as investigações sobre seu envolvimento com o esquema de corrupção no Distrito Federal, conhecido como "mensalão do DEM".

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Investigação aponta ‘falso desmaio’ para escapar de intimação
linkPsiquiatra nega orientação para simular doença
linkLeia trechos dos diálogos do ‘teatro da loucura’

Gravações de encontros dela com o psiquiatra paulista Luis Altenfelder Silva Filho, captadas pelo circuito interno da casa da promotora e apreendidas com autorização da Justiça, mostram detalhes da armação para que ela fosse considerada doente por peritos judiciais. Deborah foi afastada em dezembro de suas funções no MP do DF. Além das ações na Justiça, ela responde a um processo disciplinar no Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP), que pode aprovar sua demissão do serviço público. Ela ainda recebe salário.

"Posso falar eufórica?", pergunta Deborah durante uma "aula" cujo objetivo era treiná-la para ser reprovada num teste de sanidade mental. "Pode. Muito excitada, eufórica e com o pavio muito curto", responde o médico. "Não tem erro, e qualquer residente de primeiro ano de psiquiatria, ouvindo você, vai falar assim: ‘essa menina é bipolar’", diz o psiquiatra. O marido dela, o empresário Jorge Guerner, que também está preso, acompanhava tudo. As "lições" foram dadas na sala da casa de Deborah em Brasília e ganharam o apelido de "teatro da loucura" nos bastidores da investigação.

Deborah, ao lado do marido, recebe ‘treinamento’ do psiquiatra Luis Altenfelder Silva Filho

Imagens e diálogos comprovam farsa de promotora com auxílio de médicos – politica – Estadao.com.br

17/03/2011

Durval Barbosa x Roberto Jefferson

Filed under: Estadão,Instituto Millenium — Gilmar Crestani @ 9:11 am
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Quanta diferença? Bob Jefferson virou pop star. A imprensa paparicava, transformava o ladrão em herói. Tudo porque atingia quem a imprensa queria atingir, o governo Lula. Eles sequer lembram que Roberto Jefferson ocupava diariamente as páginas dos jornais, rádios e tevês, sem necessidade de proteção policial. Agora, porque alguém quereria matar Durval Barbosa? Quem seriam essas criaturas interessadas no assassinato de alguém que entregou a roubalheira? Gente boa, essa, não?! Ah!, sim, foi no Lago Paranoá que apareceu boiando Marcelo Cavalcanti, o cônsul da Yeda Crusius em Brasília. Até hoje, por sinal, ainda não foi esclarecido. Como se vê, essa gente do PSDB e do DEM são mesmo de meter medo, não é mesmo?!

Jaqueline Roriz recebeu ‘dinheiro sujo’, afirma delator do ‘mensalão do DEM’

Em entrevista exclusiva ao ‘Estado’, Durval Barbosa, ex-auxiliar dos governadores José Roberto Arruda e Joaquim Roriz, revela que o dinheiro entregue à deputada veio de propinas em contratos de informática firmados com o governo do Distrito Federal

16 de março de 2011 | 23h 50

Leandro Colon, de O Estado de S. Paulo

BRASÍLIA – Delator do esquema de corrupção no Distrito Federal, conhecido como "mensalão do DEM", Durval Barbosa afirmou nessa quarta-feira, 16, em entrevista exclusiva ao Estado, que a origem do dinheiro entregue por ele à deputada Jaqueline Roriz (PMN-DF) é suja. "O dinheiro entregue a Jaqueline Roriz é oriundo das propinas dos contratos de informática do governo do Distrito Federal", disse. "O dinheiro é sujo, não tem outra denominação."

É a primeira declaração pública de Durval sobre o conteúdo da gravação, revelada pelo portal Estadão.com.br no dia 4 de março, em que ele repassa dinheiro vivo a Jaqueline Roriz e seu marido, Manoel Neto.

Por ser a principal fonte de informação da investigação do Ministério Público, Durval está sob proteção policial. A afirmação dele de que a origem dos recursos é o esquema corrupto no DF contradiz a defesa da deputada de que o dinheiro que surge nas imagens não passa de doação "não contabilizada" à sua campanha eleitoral em 2006, uma espécie de caixa dois.

Para o Ministério Público Federal, o importante é mostrar que o dinheiro recebido pela parlamentar é fruto de desvios dos cofres públicos. Em 2008, uma operação do Ministério Público com auxílio da Polícia Federal, chamada de "Megabyte", apontou fraudes envolvendo R$ 1,2 bilhão no setor de informática.

Jaqueline Roriz recebeu ‘dinheiro sujo’, afirma delator do ‘mensalão do DEM’ – politica – Estadao.com.br

12/03/2011

Mais do mesmo Estadão

Filed under: Estadão — Gilmar Crestani @ 9:54 am
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A arte de se inventar. O Estadão se supera. Leia este trecho do editorial: “Embora tenha ficado conhecido como "mensalão do DEM" porque estourou quando o governo de Brasília estava nas mãos desse partido, ao qual eram filiados tanto o governador Arruda quanto o vice Paulo Octávio, o escândalo envolveu representantes de praticamente todas as legendas e, segundo as evidências, a cobrança de propina de empresas prestadoras de serviços à administração distrital era prática corrente pelo menos já no governo imediatamente anterior ao de Arruda, chefiado pelo famigerado Joaquim Roriz.”  Observe duas questões singulares na forma como o Estadão trata ideologicamente a informação. O uso do termo “embora” para abrir o parágrafo já denota uma preocupação do caráter do editorialista.”Embora” o Estadão esteja preocupado em livrar a cara dos “seus” corruptos, jogando a culpa nos corruptos dos outros, a informação mais importante que o jornal traz é a tentativa de fazer da política terra arrasada: “representantes de praticamente todas as legendas”. “Praticamente”, o modus operandi do Estadão autoriza afirmar que sua atitude é “representante de praticamente todas os associados do Instituto Millenium”. Dias atrás, quando vazou o vídeo provando a maracutaia, este mesmo sócio do Instituto Millenium tentou jogar a julga no PT: Manobra do Conselho de Ética da época do mensalão do PT ajuda filha de Roriz . Veja que aparecia a sigla PT, mas não aparecia o nome nem o partido da meliante. O Estadão é assim, para proteger seus corruptos ou ataca outro ou generaliza.

O Estado de S.Paulo

Não chega a ser surpreendente o fato revelado pelo portal do Estado ao divulgar o vídeo que acrescenta a hoje deputada federal Jaqueline Roriz à lista de políticos brasilienses que se envolveram no escândalo que ficou conhecido como "mensalão do DEM". A comprovação dessas denúncias custou o mandato do governador José Roberto Arruda e marcou o início do fim do Democratas como partido político de expressão nacional. Mas, sobretudo, esses lamentáveis acontecimentos revelam o estado de putrefação a que chegou o corpo político do Distrito Federal (DF), contaminado por uma corrupção endêmica que se apresenta certamente como o maior desafio para o governador Agnelo Queiroz, eleito no ano passado e há menos de três meses no poder.

Embora tenha ficado conhecido como "mensalão do DEM" porque estourou quando o governo de Brasília estava nas mãos desse partido, ao qual eram filiados tanto o governador Arruda quanto o vice Paulo Octávio, o escândalo envolveu representantes de praticamente todas as legendas e, segundo as evidências, a cobrança de propina de empresas prestadoras de serviços à administração distrital era prática corrente pelo menos já no governo imediatamente anterior ao de Arruda, chefiado pelo famigerado Joaquim Roriz. De fato, os vídeos revelados pela operação sugestivamente batizada pela Polícia Federal como Caixa de Pandora, que mostram políticos, principalmente deputados distritais, recebendo dinheiro do então secretário de Relações Institucionais do DF, Durval Barbosa, foram gravados em 2006, durante o mandato de Roriz. E é também dessa época o vídeo, só agora liberado, em que a filha de Roriz, então candidata a deputada distrital, recebe – e acha pouco – dinheiro vivo destinado, segundo se alega na gravação, a cobrir seus gastos de campanha. São cenas, como as que já haviam sido mostradas ao público no ano passado, capazes de fazer corar um monge de pedra. Mas que na verdade não chegam a ser exatamente surpreendentes, como dissemos no início desta nota – e isso é muito perigoso para a consolidação das instituição democráticas -, porque os maus políticos se encarregaram de banalizar essas cenas, tornando-as corriqueiras e, por essa razão, cada vez menos capazes de provocar a indignação de cidadãos anestesiados pelo mau exemplo que tem vindo de cima, de completa leniência em relação à malversação da coisa pública. Essa atitude nefasta transformou crimes capitulados em lei em meros "desvios de conduta" e forjadores de documentos em "aloprados".

No caso específico, a deputada Jaqueline Roriz, tardiamente revelada como fiel seguidora das práticas políticas reprováveis que impediram seu pai, no ano passado, de se candidatar mais uma vez ao governo do Distrito Federal, foi constrangida a pedir desligamento da Comissão Especial de Reforma Política da Câmara dos Deputados e a tomar chá de sumiço. E constrangeu tanto o seu partido, o nanico PMN, quanto o presidente da Câmara dos Deputados, Marco Maia, a ponto de levá-los a fazer contorcionismo verbal para dar uma satisfação pública sobre o episódio.

Apesar de Marco Maia ter prometido a habitual "rigorosa investigação" do caso, com a ameaça de remetê-lo diretamente ao Conselho de Ética da Casa, a quem caberia propor, se assim entender, a cassação do mandato da deputada, a filha de Roriz tem muito pouco a temer. Primeiro, porque, também como de hábito, daqui a algumas semanas ninguém mais se lembrará de seu caso, que ficará na vala comum dos escândalos. Depois, porque os próprios deputados, para não se expor a riscos, já se encarregaram de criar uma eficiente blindagem para suas malfeitorias. Em 2007, o Conselho de Ética da Câmara decidiu que os nobres colegas só são passíveis de julgamento por falta de decoro parlamentar quando a lambança for praticada na legislatura em curso.

Ou seja: passa-se a borracha, jogam-se para debaixo do tapete todos os pecados pretéritos. Na época, a medida tinha o objetivo de poupar dissabores a parlamentares envolvidos no "mensalão do Lula". Mas serve também para aliviar os apertos de toda a alegre confraria.

Mais do mesmo – opiniao – Estadao.com.br

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