Ficha Corrida

08/06/2014

PSB, o nov(at)o na política

Filed under: PS(d)B,PSB,PSDB — Gilmar Crestani @ 8:36 am
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psb-do-bComo dizia meu avo, crescendo como rabo de burro, para baixo. O PSB é o boi de piranha da direita brasileira. Virou um PSdB

Marina diz que aliança com Alckmin é ‘equívoco’

Em nota, ela afirma que a Rede seguirá ‘caminho próprio’ no Estado

Companheira de chapa de Eduardo Campos, do PSB, ex-senadora diz buscar alternativa para a polarização PSDB-PT

RANIER BRAGONDE BRASÍLIA

Em nota divulgada neste sábado (7), Marina Silva, candidata à vice-presidência na chapa de Eduardo Campos, do PSB, criticou a decisão do partido de apoiar a reeleição do governador Geraldo Alckmin (PSDB) em São Paulo.

"Para nós, isso é um equívoco. Consideramos necessário manter independência e lançar uma candidatura própria, que dê suporte ao projeto de mudança para o Brasil liderado por Eduardo Campos, e que dê ao povo de São Paulo a chance de fazer essa mudança também no âmbito estadual", disse ela.

Marina, Campos e aliados discutiram a situação de São Paulo em encontro nesta sexta-feira (6).

Segundo relatos de pessoas que participaram da conversa, não há por ora chance de a divergência em São Paulo crescer e representar uma ameaça de implosão da aliança entre a ex-senadora e o ex-governador.

Na reunião, Campos reafirmou a Marina que tentou convencer o PSB de São Paulo a construir uma candidatura própria, mas que não foi apresentada uma solução viável pela Rede.

Com isso, argumentou, não teria condições de dar uma "canetada" e intervir no diretório de São Paulo pois, segundo suas palavras, isso destruiria o partido no Estado.

A única oferta de candidatura própria oferecida pelo PSB, a do presidente do diretório estadual, Márcio França, havia sido rejeitada pela Rede sob o argumento de que França é muito ligado a Alckmin, de quem foi secretário.

Já os nomes apresentados pela Rede, entre eles o do ex-deputado Walter Feldman, nunca chegaram a ser cogitados seriamente pelo PSB.

09/07/2011

Ela torce por Dilma como quem torce roupa

Filed under: Abobado — Gilmar Crestani @ 11:56 am
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Marina morena, você se pintou.. da corda da mosca azul… Abandou o partido para melhorar o passe. Não cobra luvas nem contrato de fidelidade. Basta

Sem partido, Marina diz que torce por Dilma

Depois de se desfiliar do PV, ex-senadora afirma que sociedade deve apoiar presidente se ela mostrar disposição de ir a fundo na luta contra corrupção

08 de julho de 2011 | 23h 53

Roldão Arruda, de O Estado de S.Paulo, e Daiene Cardoso, da Agência Estado

Marina Silva parecia tranquila e leve na sexta-feira, 8, pela manhã, no seu primeiro dia fora do PV – e ainda sem nenhuma inclinação por qualquer sigla partidária no atual cenário político. Em entrevista ao Estado, quando indagada sobre o que achava do fato de a presidente Dilma Rousseff ter convidado o senador Blairo Maggi (PR-MT)para o Ministério dos Transportes ela riu e disse: "Ainda bem que não foi para o Meio Ambiente."

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Na época em era ministra do Meio Ambiente, no governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, ela andava às turras com o então governador Maggi, que também é empresário na área do agronegócio e a acusava de exagerar nas informações sobre o desmatamento.

Apesar do riso, Marina disse que torce pelo governo de Dilma. Deixou claro que, embora afastada do guarda-chuva partidário, nem pensa em se distanciará da política. Ela já se prepara para as eleições de 2012, quando deve subir no palanque de candidatos a prefeito identificados com as propostas de sustentabilidade defendidas pelo movimento suprapartidário que irá organizar a partir de agora. Por outro lado, não nega totalmente, a possibilidade de voltar a concorrer à Presidência em 2014.

No momento vai se dedicar a conversar com políticos de diferentes partidos sobre o que ela chama de "uma nova forma de fazer política". Seu leque de interlocutores é amplo inclui deputados e senadores do PT, PDT e PSB. Também anda conversando com a ex-senadora Heloísa Helena (PSOL-AL), que concorreu à Presidência em 2006 e hoje é vereadora em Maceió.

A seguir, a íntegra da entrevista:

A senhora costuma dizer que é uma pessoa de processo, que leva tempo para se definir. Como foi o processo de saída do PV? Teve algum fato definidor, a chamada gota d’água?

Eu acho que teve uma pororoca, como disse o Ricardo Young (empresário que concorreu a uma cadeira no Senado e se desfiliou do PV com Marina). Foi essa mobilização que a sociedade fez nas eleições e continua fazendo. Tem algo mudando. As pessoas procuram uma forma de envolvimento que é diferente do engajamento da minha geração. Eu compreendo isso como um legado para a democracia brasileira, para o aperfeiçoamento das instituições. Toda essa mobilização, esses quase 20 milhões que votaram em nossas propostas em 2010, deveria ser recebida como um legado, para ser metabolizado pela sociedade, pelos partidos, organizações de governo. Ficou claro que a demanda da sustentabilidade é uma demanda da sociedade brasileira.

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