Ficha Corrida

19/04/2015

Beto Albuquerque, um convidado à procura de uma ideia

Beto Albu querque se enturmar. Foi convidado para dar volume à claque mas é um tipo esquisito como aquele que está na sua traseira, o Caiado. Para quem, como eu, conheceu Beto Albuquerque distribuindo “santinhos” nas escadarias do Instituto de IFCH da UFRGS, nos anos 80, fica difícil entender esta metamorfose ambulante. Quando se vê Beto rodeado por Roberto Freire e Agripino Maia, coadjuvados pelo Paulinho da Força Sindical, Aécio Neves, o playboy dos helipóptero, com um “guarda-costas à procura de um cérebro”, vê-se que pelo menos uma parte da humanidade anda em círculo e se perde pelas veredas. O que puserem no copo de Beto Albuquerque no Congresso para que se tornasse adorno no Tea Party tupiniquim?  Assim fica fácil entender porque o PSB, junto com PDT, tenha sido uma dura surpresa dentre os que votaram a favor da terceirização. Beto se decompõe em vida mais rapidamente que um cadáver. O cheiro é insuportável.

Do gênero terrir: depois da marcha dos zumbis, o encontro dos vampiros.

Demóstenes Torres escreveu que Ronaldo Caiado é um a voz à procura de um cérebro. O que diria de uma reunião de Caiado com Beto Albuquerque?!

Os impolutos políticos pró-impeachment

dom, 19/04/2015 – 05:09

Atualizado em 19/04/2015 – 12:51

Luis Nassif

O jogo político no Brasil funciona assim.

Pelo modelo de financiamento político, todos – repito: todos – os partidos e políticos que compartilham alguma forma de poder entram no jogo. Não há nenhuma diferença entre PT e PSDB. A única diferença está na forma como a imprensa atua. Os aliados, ela protege; os adversários, ela massacra.

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Na 4a feira passada foi tirada uma foto histórica do encontro de lideranças da oposição com alguns dos agitadores dos protestos do dia 12 de abril (http://migre.me/pw5tJ).

Aécio Neves (PSDB-MG) foi citado em delação do doleiro Alberto Yousseff, com riqueza de detalhes, como beneficiário de esquemas de caixa 2 de Furnas. Desde 2010 está na gaveta do Procurador Geral da República um inquérito em que ele é acusado de manter contas em Liechtenstein – paraíso fiscal.

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Agripino Maia  (DEM) tem em seu currículo a acusação de receber R$ 1 milhão em propinas de um esquema que envolvia a inspeção veicular no Rio Grande do Norte. O caso está sendo analisado no STF.

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Ronaldo Caiado (DEM) foi acusado pelo ex-senador Demóstenes Torres de ter trabalhado para o bicheiro Carlinhos Cachoeira em um caso envolvendo um delegado aposentado.

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O ex-deputado federal Roberto Freire (PPS) é suspeito de envolvimento com o chamado “mensalão do DEM”. A diretora comercial da empresa Uni Repro Serviços Tecnológicos, Nerci Soares Bussamra, relatou que o PPS praticava chantagem e pedia propina para manter um contrato de R$ 19 milhões com a Secretaria de Saúde do Distrito Federal. Freire teria sido beneficiado no esquema.

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O impoluto Paulinho da Força Sindical (SD) é acusado de ter participado de desvio de recursos do FAT (Fundo de Amparo ao Trabalhador). Foi indiciado também sob a acusação de comercializar cartas sindicais, a um preço de R$ 150 mil por carta.

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Mendonça Filho (DEM) aparece na Operação Castelo de Areia, suspeito de ter recebido R$ 100 mil de Camargo Correia. Ele admitiu ter recebido mais, R$ 300 mil, mas dentro da lei – o mesmo que alega o tesoureiro do PT.

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O deputado Carlos Sampaio (PSDB), mais votado na região de Campinas, recebeu R$ 250 mil de uma empreiteira envolvida no esquema de corrupção da Petrobras investigado na Operação Lava Jato. Sua última campanha arrecadou, oficialmente, R$ 3 milhões.

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Flexa Ribeiro (PSDB) já foi preso pela Polícia Federal em 2004, na Operação Pororoca, por fraude em licitações de grandes obras realizadas no Amapá.

Antônio Imbassahy (PSDB), quando prefeito em Salvador, em 1999, assinou contratos suspeitos com as empreiteiras Andrade Gutierrez, Camargo Corrêa e Siemens, que formavam o consórcio responsável pelo metrô da capital baiana. Estima-se um superfaturamento de R$ 166 milhões. Hoje, ele é o vice-presidente da CPI da Petrobras, que investiga desvios de verbas da estatal, onde diretores da Andrade Gutierrez e Camargo Corrêa também aparecem como réus.

Escaparam da foto outros políticos impolutos, como José Serra e Aloyzio Nunes.

São esses varões de Plutarco que, graças à parceria com o Ministério Público, assumem a vanguarda da cruzada moralista nacional.

Os impolutos políticos pró-impeachment | GGN

01/10/2014

Seu Túbal, aqui hicimos mierda con su diñero!

BANCO ITAU NA ARGENTINA

Hoje o jornal argentino, Página12, dá matéria de capa às declarações da Presidenta Cristina Kirchner. Em discurso aponta os principais responsável pela captura da encomia argentina deste os tempos de Carlos Menem.

Assim como a AMBEV, o Banco Itaú também entrou forte na Argentina. Assim como apoia Marina aqui, lá apoiou Menem e agora os golpistas.

Enquanto o Brasil reage com cautela às tentativas de ingerência do Banco Itaú na condução do Banco Central e na infiltração de ventríloquos para tomar o poder político, na Argentina a reação é direta, dando nome aos bois.

A famiglia Setúbal, que achava que poderia administrar a independência do Banco Central no Brasil e comprar a Argentina por trinta dinheiros pode sair perdendo nos dois lugares.

Nunca fui nem nunca serei cliente do Banco Itaú. Quem quer o melhor para o Brasil tem o dever de dar um basta à tentativa do Itaú de transformar cidadãos em clientes seus.

Cristina: Itaú pode ter problemas na Argentina

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Presidente argentina, Cristina Kirchner, fez um alerta a setores a quem responsabiliza pela “crise da dívida” em seu país; ela prometeu controle maior do Ministério da Economia sobre bancos e corretoras que operam com um tipo de dólar mais valorizado, incluindo o banco Itaú, de Roberto Setúbal

1 de Outubro de 2014 às 07:08

247 – A presidente argentina, Cristina Kirchner, fez um alerta a diversos setores em discurso na Casa Rosada, a quem responsabiliza pela “crise da dívida” em seu país.

Ela atacou, entre outros, os fundos "abutres", a Justiça norte-americana, o mercado de dólar paralelo os bancos, incluindo o banco Itaú, de Roberto Setúbal

Segundo ela, o Ministério da Economia irá se esforçar para ver por que operações com um tipo de dólar mais valorizado são concentradas em poucas corretoras e bancos.

Sistema permite comprar títulos em pesos, enviar o ativo para uma conta no estrangeiro, vendê-lo e receber na Argentina novamente, mas com um valor de dólar mais alto do que o oficial.

Leia aqui reportagem de Felipe Gutierrez sobre o assunto.

Cristina: Itaú pode ter problemas na Argentina | Brasil 24/7

Cristina cita Itaú e diz que vai verificar operação de bancos

Em discurso, presidente argentina faz críticas a diversos setores

FELIPE GUTIERREZ, DE BUENOS AIRES, para a FOLHA

Em um discurso na Casa Rosada, a presidente argentina, Cristina Kirchner, atacou os fundos "abutres", a Justiça dos EUA, o mercado de dólar paralelo, bancos, corretoras de valores mobiliários, produtores de soja e a mídia local. As críticas foram por dois principais motivos: a crise da dívida e o que ela considera especulação.

A presidente afirmou que os produtores de soja estão estocando a colheita porque acham que vai haver uma desvalorização da moeda.

Outros que foram criticados foram corretoras e bancos que fazem operações com um tipo de dólar mais valorizado, chamado "contabilizado em liquidação".

É um jeito de comprar títulos em pesos, enviar o ativo para uma conta no estrangeiro, vendê-lo e receber na Argentina novamente, mas com um valor de dólar mais alto do que o oficial.

Ela disse que o Ministério da Economia irá se esforçar para ver por que os volumes desse tipo de são concentrados em poucas corretoras e bancos –o Itaú foi citado.

ABUTRES

A presidente também falou do depósito que a Argentina fez nesta terça (30), de US$ 161 milhões, em Buenos Aires, para os credores da dívida que o país reconhece.

Esse depósito foi feito em Buenos Aires depois de uma lei que foi aprovada rapidamente para que isso fosse permitido. Os credores vão poder escolher se receberão esse dinheiro no país.

Por essa lei, o juiz Thomas Griesa, dos EUA, considerou que a Argentina desacatou a Justiça –ele havia determinado que o país só poderia seguir pagando aos credores caso acertasse conta de US$ 1,3 bilhão com os fundos que o governo chama de "abutres".

EL PAIS › LA PRESIDENTA VOLVIO A HABLARLES A LOS MILITANTES REUNIDOS EN LOS PATIOS DE LA CASA ROSADA

“Ahora usan los golpes de mercado”

Luego del acto en el Salón de las Mujeres, Cristina Kirchner salió para dirigirse a los militantes. Pidió que cuidaran al país y puso el acento en los ataques de los fondos buitre y los sectores que los apoyan.

Por Julián Bruschtein

“Cambien la canción: cuando dicen si la tocan a Cristina, digan la Argentina, porque yo soy sólo la última valla de contención. Vienen por la Argentina”, arengó ayer la presidenta Cristina Fernández de Kirchner a los militantes que se agolparon en los patios internos de la Casa Rosada para escucharla. Después del discurso oficial en el Salón de las Mujeres del Bicentenario (ver página 3), en el que advirtió sobre los ataques contra el Gobierno de parte de los fondos buitre y sectores internos, sostuvo que “ya no vienen como veían antes, que armaban a sus hermanos de uniforme contra el pueblo, acá no usan misiles, usan golpes de mercado, golpes financieros para que la gente crea que las cosas andan mal”.

“Las cosas que nos han tocado vivir son insólitas: pasamos por momentos difíciles en que el mundo se venía abajo, sin trabajo, industrias. Teníamos una deuda de una vez y media de lo que producíamos. Sin embargo, desde aquel 25 de mayo de 2003 hemos construido un país que hoy necesitamos cuidar entre todos”, destacó en su discurso la Presidenta en los intervalos en los que los militantes la dejaban, cuando paraban de cantar sus consignas. “Patria sí, colonia no”, entonaban en medio de los saltos, el fervor y las banderas y pecheras de la agrupación La Cámpora. “Hasta hace poco decía que era una consigna de otros tiempos, pero no saben cuán actual y vigente sigue esa consigna para todos los argentinos”, les devolvió Fernández de Kirchner y dio paso al canto generalizado y a todo volumen.

“No se es soberano solamente por tener una Constitución o por votar cada dos años. Se es soberano cuando se tiene la dignidad de sostener la bandera en alto y no dejar que se pisotee la dignidad nacional”, dijo haciendo foco en que se trataba de “un país que ha crecido sobre tragedias como el dolor, el exilio, las ausencias”, para defender los logros de la última década, y por ello llamó a “mantener la bandera en alto frente a estos ataques con los que buscan envenenarles la cabeza a los argentinos”. En los tres patios por los que pasó, los militantes del Movimiento Evita, Kolina, de la Tupac Amaru, del Partido Comunista Congreso Extraordinario, arengaron a la Presidenta cantando su apoyo incondicional al modelo iniciado en el 2003 por Néstor Kirchner y su liderazgo actual.

“Vamos transformando la Argentina, Unidos y Organizados junto a Néstor y Cristina. Los pibes siempre vamos al frente, pensamos diferente la patria no se vende. No pasa nada si todos los traidores se van con Massa, siempre te sigo, somos los soldados del pingüino”, se escuchaba a la multitud en la Casa de Gobierno, dedicando algunas estrofas al ex jefe de Gabinete Sergio Massa y su proyecto del Frente Renovador. “Esos que hablan tanto del futuro es porque no se quieren hacer cargo de lo que hicieron en el pasado. Yo no fui parte de ese pasado ni del endeudamiento, ni del neoliberalismo, ni de la dictadura, por el contrario. Me hago cargo de lo que pasa en la Argentina”, pareció contestar Fernández de Kirchner en un mensaje a la oposición que coquetea con la estrategia de los fondos buitre para intentar llegar a la presidencia en las elecciones del 2015, y que también fue denunciada en el discurso.

“Cuidado con los que prometen el oro y el moro por las elecciones. Hoy prometen de todo, y hay que estar atentos porque después ya sabemos lo que pasa”, destacó luego, dejando expuestos a los candidatos opositores que anuncian baja de impuestos si llegan a la presidencia, como Mauricio Macri y Massa. También se acordó de un sector del sindicalismo opositor que tomó la decisión de realizar medidas de fuerza en medio de la disputa con los holdouts cuando señaló que “es cierto que los sindicatos son de Perón, aunque algunos parece que son de los fondos buitre”.

“Los que no me quieren, los que no me votan y los que nunca me van a votar saben que yo no miento y que no voy a traicionar al país. Eso lo saben”, dijo para demostrar que “la razón está de nuestro lado”. “Somos un mal ejemplo porque somos los primeros en decir que no y nos quieren escarmentar. Por eso quieren voltear al Gobierno y desestabilizan todos los días un poco más”, denunció al finalizar el discurso.

30/05/2013

Pedigree de vira-lata

Filed under: Complexo de Vira-Lata,Vira-bosta,Vira-latas — Gilmar Crestani @ 10:40 pm
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Receita diária para nutrir vira-latas

Weden Alves
Compare a saúde pública do Brasil com a inglesa. Mas não compare com a dos EUA.
Compare o nosso ensino público com a França. Mas não compare com o do Chile
Compare o nosso PIB com o da China. Mas não compare com o da Grécia.
Compare nossa política com a da Dinamarca. Mas não compare com a da Itália
Compare nossos empregos com a Alemanha. Mas não compare com os da Espanha
Compare nossas casas e apartamentos cada vez menores e mais caros com os da Holanda. Mas não compare com os do Japão
Compare nossa democracia com a Suécia. Mas não a compare com o que existe na China
Compare o Brasil com países de alto padrão de vida (!), mas esqueça os outros 150 países do mundo…
Assim terá a certeza de que está num inferno.
Isso não é um surto nacionalista. Mas é preciso ser um pouco mais cauteloso nas comparações que, geralmente, são muito pouco eficazes. Pensar nossos problemas dentro de nossas realidades talvez fosse melhor. Que tal?

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