Ficha Corrida

19/07/2010

Se acreditar, relinche!

Filed under: PIG,RBS — Gilmar Crestani @ 1:14 am
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Recentemente o jornalista Leandro Fortes, no artigo Serra Precisa de Amigos,  descreveu o lacerdismo, ou udenismo, de José Serra. São velhas práticas sempre ressuscitadas por políticos velhacos.

Ao flertar com o moralismo, Serra junta-se  a Jânio Quadros e Fernando Collor. Com Jânio, Serra compartilha o moralismo de cuecas. Com Collor, a brutalidade. O uso de Itagiba para atacar adversários, como no caso Lunus, e a brutalidade sistemática contra quem ousa fazer-lhe perguntas que não tenham sido pré-combinadas, faz de Serra uma imitação barata de Fernando Collor. Ou alguém já esqueceu o baderna que o grupo de Collor aprontou em Caxias do Sul n o dia 30 de novembro de 1989 para jogar a culpa nos “radicais do pt”. Estava lá, de forma antecipada, o que a Globo se encarregaria de fazer no debate final , armação. O violência foi paga e patrocinada por quem dela se beneficiava. Cui prodest?

A velha mídia nunca precisou de fatos para atacar Lula e as esquerdas. E não foi só episódio de Caxias do Sul, mas a prisão dos sequestradores do empresário Abilio Diniz que foram vestidos com camisetas do PT? O que VEJA, Globo, Folha e RBS estão fazendo não é novo. É apenas a confirmação de uma prática já manjada do coronelismo eletrônico.

É famosa a frase do pai dos golpistas, modelo intelectual dos associados do Instituto Millenium, Carlos Lacenda, a respeito de Juscelino Kubitscheck: “esse homem não pode se candidatar; se se candidatar não poderá ser eleito; se for eleito não poderá tomar posse; se tomar posse não poderá governar“.

A mídia e seu público

O leitor e a mídia!

O leitor e a mídia!

Se é verdade que não há necessidade de leitor, apenas de patrocinador, para justificar a existência dos grupos midiáticos, também é verdade que não falta quem, sendo enrabado, aprecie.

A estes recomendo o filme “O Leitor“.

Para finalizar, um alerta, das famiglias Civita, Frias, Mesquita, Marinho & Sirotisky não compre; se comprar, não abra; se abrir, não leia; se ler não acredite, ou então, SE ACREDITAR, RELINCHE!

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