Ficha Corrida

05/07/2014

Cowan é xícara da política café-com-leite

Foi descoberto o elo perdido que ressuscitou a política café-com-leite do PSDB. Aécio e Aloysio tem em comum, além da Cowan, obras desabadas. Há um viaduto em BH, que matou dois, e um monotrilho em São Paulo, que matou 1, que são verdadeiras pontes unindo este incesto entre fraticidas.

As relações entre a Cowan, a Delta e a Prefeitura de BH

sex, 04/07/2014 – 12:52 – Atualizado em 04/07/2014 – 13:12

Jornal GGN – Reportagem do jornal O Tempo revela movimentos pouco explicados entre a Prefeitura de Belo Horizonte e a construtora Cowan – responsável pelo viaduto que desabou na Via dom Pedro I.

Em abril de 2012, “O Globo” informou que a Prefeitura assinou contrato para obra antes mesmo que o Consórcio Integração – formado pela Delta e pela Cowan – tivesse se formado.

O consórcio só foi incluído no Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica três meses após a assinatura do contrato.

Em função da denúncia, o Ministério Público de Minas Gerais instaurou inquérito e encaminhou ofício a todas as promotorias do Estado para levantar outros contratos entre prefeituras mineiras e a Delta – indiciada como integrante do esquema Carlinhos Cachoeira.

Quando explodiu o escândalo, a Prefeitura decidiu emitir nota de empenho separada, para impedir que a Cowan fosse prejudicada pelo bloqueio de contas da parceira.

O fundador da Cowan, Walduck Wanderley – morto em 2004 -, sempre foi visto como um empresário excêntrico. Na verdade, dos personagens mais ridículos do mundo empresarial brasileiro, perfil do empreiteiro típico dos anos 50.

Em 1997 orgulhava-se de ter gastos pessoais da ordem de 200 mil dólares por mês. Seu prazer maior era desfilar sua Mercedes S-200 a 20 km por hora pela avenida Afonso Pena (http://tinyurl.com/kbczsqv) a principal de Belo Horizonte. Justificativa: “Não basta ter dinheiro. É preciso ter e mostrar que se tem”.

Vangloriava-se de ter 25 veículos, dos quais 10 Mercedes. E ter mais de trinta namoradas. Não escondia seu estilo de financiar campanhas políticas e da importância de ter amigos em cargos relevantes.

Com sua morte o grupo foi assumido pelo irmão mais novo, Saulo Wanderley, que expandiu os trabalhos da Cowan para a área de saneamento e de petróleo.

Segundo informa O Tempo, com base em dados do Portal da Transparência do Paço de BH, o contrato da obra do viaduto que desabou na tarde da quinta-feira (3) é da ordem de R$ 159.214.292,89. O projeto, voltado para a Copa do Mundo, envolve recursos do governo federal.

Durante a investigação, o MPE descobriu documentos do Tribunal de Contas do Estado que sugerem que o projeto esteja superfaturado em até 350%.

No mesmo dia em que ocorreu a tragédia que vitimou duas pessoas na capital mineira, a Cowan foi anunciada, em São Paulo, como uma das empresas que integram o consórcio vencedor da licitação do monotrilho ABC (Linha 18-Bronze).

Após meses de imbróglio jurídico em torno do certame, o governo do Estado conseguiu concluir a disputa. A obra, que ligará a região do ABC Paulista à Capital, conta com recursos estaduais e da União, via PAC.

As relações entre a Cowan, a Delta e a Prefeitura de BH | GGN

24/05/2014

No cesto do Instituto Millenium, o incesto jornalístico entre Veja, Folha & PSDB

instituto-millenium-preliminarioEstão dando outro nome ao partido dos tucanos. Virou Partido da Suruba Das Boas… A orgia tem sido organizada pelos alcoviteiros do Instituto Millenium. Depois que as assinaturas de Veja e Folha foram distribuídas nas Escolas Públicas do Estado de São Paulo, por seu governantes, nunca foi tão fácil acusar adversários ao mesmo tempo que defendem com unhas e dentes os parceiros. D. Judith Brito vive!

Relações midiáticas incestuosas no ninho tucano

Postado por Juremir em 20 de maio de 2014

Que a grande mídia brasileira é tucana toda a fauna sabe.

Que Veja e Folha de S. Paulo são tucanas até as minhocas sabem.

Mas certas confirmações mostram as entranhas dessa intimidade.

O editor da Veja, Otávio Cabral, casado com a colunista da Folha Vera Magalhães, trabalhará na campanha de Aécio Neves.

Na última eleição, o marido (Gilnei Rampazzo) de Eliane Cantanhêde, colunista da Folha, foi marqueteiro de José Serra.

Certamente essas relações explicam o olhar enviesado de Veja e Folha de S. Paulo.

Eis o jornalismo completo: cama, mesa e banho.

Banho de objetividade, isenção, imparcialidade e jogo de cena.

O amor é lindo.

Instituto Milleniumj

23/03/2013

De vampiro a papa-figo

Filed under: Eduardo Campos,José Serra — Gilmar Crestani @ 9:53 am
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Leonardo Attuch

LEONARDO ATTUCH23 de Março de 2013 às 05:46

Serra usa seu encontro com Eduardo Campos para assustar Aécio e o PSDB

É dura a vida de José Serra. Depois de anos cultivando a imagem de vampiro brasileiro, com seus hábitos noturnos e seu gosto pelas tramoias da política, o tucano agora tem um novo apelido. Ao menos no Recife, capital pernambucana, ele é o papa-figo, figura da mitologia que aparecia à noite nos becos e ruas sombrias, assim como nos cemitérios, para assustar as criancinhas.

Serra, como se sabe, teve um encontro, em sua própria casa, com o governador pernambucano Eduardo Campos, presidente nacional do PSB. A reunião, também é sabido, deveria ter permanecido em segredo. Mas a relação Serra-Eduardo já nasceu mal, com uma quebra de confiança.

Dias depois, o encontro secreto estava estampado nos jornais. Quem vazou? Simples. A quem interessava tornar pública a informação? Ao pernambucano, provavelmente não, uma vez que a aproximação com Serra, mesmo que renda eventuais dividendos políticos, como um palanque forte em São Paulo, em 2014, é de altíssimo risco. Portanto…

Para Serra, o vazamento do encontro produziu benefícios imediatos. O “namoro” com Eduardo Campos aumenta sua pressão sobre o PSDB e sobre seu candidato natural em 2014, Aécio Neves. A mensagem do ex-governador paulista parece ser clara: ou me dão o comando nacional do partido, ou pulo fora.

A isso, pode-se dar o nome de negociação, barganha ou até mesmo chantagem. Mas Aécio parece disposto a resistir às movimentações do papa-figo. Sabe que, com Serra no comando tucano, terá bem mais chances de conseguir um conspirador do que um colaborador ao seu lado. Mesmo porque, em 2010, o empenho de Aécio em favor do rival interno não foi lá essas coisas. Além disso, as feridas do livro “Privataria Tucana” não cicatrizaram, muito embora Verônica Serra, filha do ex-governador paulista, esteja comprando por R$ 100 milhões uma participação de 20% numa sorveteria, associada ao bilionário Jorge Paulo Lemann, numa operação totalmente heterodoxa.

Serra conseguiu rachar o PSDB e há vozes internas, como a do próprio ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, que parecem sugerir ser melhor deixá-lo sair e buscar rapidamente outro rumo. No ninho tucano, a confiança dificilmente será restabelecida. Enquanto isso, Dilma sobrevoa o quadro, com aprovação recorde. Será que o papa-figo a derruba?

De vampiro a papa-figo | Brasil 24/7

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