Ficha Corrida

11/04/2015

Zumbi anencefálico

fhc miriam dutra e tomasO mau caratismo de FHC já virou folclore. Alimentado pelos grupos mafiomidiáticos, o anencefálico ex-presidente que transformou o Brasil num puteiro, diz hoje na Folha que, ao designar Temer como articulista do Governo, Dilma estaria vivendo um momento de crise de liderança. Escuta, mas este imbecil não lembra que ele mesmo nomeou Marco Maciel seu articular ainda em 1995. Contando com apoio de todos os assoCIAdos do Instituto Millenium, do Rubens Ricúpero, do Carlos Monforte, da Rede Globo, da RBS, do Gerdau, do Bill Clinton, ainda assim nomeou seu vice articulador político do seu governo. Ele estava em crise de liderança?!

O fato de ele não ter lembrança do que fez ou faz, ou fazer de conta de que não sabemos, revela duas facetas de uma mesma moeda. FHC desconhece o google e a facilidade de se desconstruir suas demências e de que não somos todos amestrados. Tem de não ter vergonha na cara o sujeito vir a público apontar o dedo para a Dilma de atos que ele também praticou. Mesmo que ele admitisse que a nomeação de Marco Macial seu articulador político tivesse decorrido de sua falta de liderança, de sua incapacidade, ainda assim não poderia julgar outros tomando a si por parâmetro. FHC não é parâmetro de outro coisa senão de mau caratismo.

Um sujeito que é traído até pela amante, funcionária da Rede Globo, Miriam Dutra, vai ser respeitado por quem? Tem de ser muito imbecil para acreditar neste sujeito.

FHC deveria se dar conta de seu triste e patético papel a partir do momento que os filhos de D. Ruth pediram exame de DNA para provar que o filho que ele dizia ser seu era só filho da mãe. FHC poderia começar explicando quem foi que sustentou Miriam Dutra na Espanha, os cofres públicos, ele ou a Rede Globo? Um capacho dos interesses da Rede Globo e dos EUA vive a dar palpite furado, atuando como verdadeiro ventríloquo de interesses escusos.

A pergunta que não quer calar é como alguém tão contrário ao interesses do Brasil pode vir a se tornar Presidente? Somente pela ausência total de informação de que somos vítimas. O compadrio de FHC com os assoCIAdos do Instituto Millenium, com quem ainda vive em conúbio carnal, postergou a morte deles. Bastou um sopro de democracia, de funcionamento das instituições, para que a Operação Zelotes mostrasse de onde provinha o adubo que fazia a RBS crescer. Ainda falta explicar como, no dia seguinte ao término da estadia no Planalto, Pedro Parente desembarcou na RBS. E Pérsio Arida? E Armínio Fraga? E tantos outros que viraram prestadores de serviço da RBS?

Então no PFL, hoje DEMo, quase em extinção, Marco Maciel era e é um legítimo filhote da ditadura. Representante vivo dos zumbis que hoje estão vagando pelas ruas mediante espaço conquistado nos decadentes grupos mafiomidiáticos.

FHC diz que novo papel de Temer aponta crise na liderança de Dilma

Para tucano, presidente cedeu o comando na economia e na política

GUSTAVO URIBEDE SÃO PAULO

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) avaliou nesta sexta-feira (10) que a decisão da presidente Dilma Rousseff (PT) de transferir a articulação politica do governo federal para o vice-presidente Michel Temer (PMDB) demonstra que a capacidade dela de liderança está "muito abalada".

Em palestra a empresários e estudantes da área de tecnologia, na capital paulista, o tucano ressaltou que o peemedebista pensa diferente da petista, assim como o ministro Joaquim Levy (Fazenda) que, disse ele, recebeu a "chave do cofre" para fechá-lo, numa referência ao ajuste fiscal.

"Nós estamos, por circunstâncias, em um momento em que a capacidade de liderança de quem está na Presidência da República está muito abalada. Tanto que entregou a chave do cofre para alguém que pensa o oposto. E entregou para ele fechar o cofre, mesmo que não possa mais mexer nele. E, agora, entregou o comando politico para outro que também pensa diferente, para outro partido. É uma situação delicada a que estamos vivendo", afirmou.

Para solucionar a crise, o tucano defendeu a continuidade dos protestos de rua e o funcionamento do Judiciário:

"Não fazer conchavos e não fazer conciliação. Mas, em algum momento, sempre tem que haver algum acordo. A sociedade não funciona em pé de guerra o tempo todo. Tem de fazer acordo, mas não pode ser embaixo do pano".

Ele disse que Dilma colocou "a Petrobras na posição que está. Segurando a inflação, arrebentou com o etanol, as usinas faliram. Na parte elétrica, deu nó nas finanças, que estão quebradas".

Mas, embora já tenha transferido a articulação política para Temer, o governo não pretende extinguir a Secretaria de Relações Institucionais por ora. Isso só poderia ser feito por meio de lei. Não há movimentação neste sentido.

Colaboraram MARIANA HAUBERT e VALDO CRUZ, de Brasília

08/01/2014

Colonista nervosinho

Filed under: Alexandre Schwartsman,Clóvis Rossi,Colonista,Janio de Freitas,Nervosinho — Gilmar Crestani @ 8:14 am
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O ex-estafeta de FHC vive de publicar o que seus senhores pede. Vassalo de interesses privados, Janio de Freitas, colega dele na Folha, fez, na “A campanha da moda”, seu retrato definitivo:

“A propósito: com as alterações do Bolsa Família pelo Brasil sem Miséria, retiraram-se 22 milhões de pessoas da faixa dita de pobreza extrema. Com o Minha Casa, Minha Vida, já passam de 1 milhão as moradias entregues, e mais umas 400 mil avançam para a conclusão neste ano. A cinco pessoas por família, são 7 milhões de beneficiados com um teto decente, água e saneamento.

Da mesma linhagem de economistas – a que domina nos meios de comunicação–, Alexandre Schwartsman dá à política que produziu aqueles resultados o qualificativo de “aposta fracassada”, porque só deu em “piora fiscal, descaso com a inflação e intervenção indiscriminada, predominando a ideologia onde deveria governar o pragmatismo”.

“Infelizmente” e “aposta fracassada” para quem? Para os 22 milhões que saíram da pobreza extrema, os 7 milhões que receberam ou receberão um teto em futuro próximo, os milhões que obtiveram emprego, os milhões ainda mais numerosos que tiveram melhoria salarial?”

lula fhc collorOutro colega de Schwartsman, Clóvis Rossi, também na Folha, sob o título “Quem deveria ficar "nervosinho", descreveu:

“Há algo de profundamente errado em um país, um certo Brasil, em que os ricos choram (e de barriga cheia), ao passo que os pobres parecem relativamente felizes.”

Pelo jeito, só anda nervosinho na Folha o vira-bostas de um governo que foi uma bosta, campeão apenas em rejeição. FHC conseguiu ser mais impopular que Collor… Claro, mas os beneficiários do PROER, os banqueiros, estavam e continuam com ele até hoje.

ALEXANDRE SCHWARTSMAN

O ministro nervosinho

A falta de compostura do ministro compromete mais sua já escassa capacidade de formulação de política

Muito embora o ministro da Fazenda tenha afirmado que sua decisão de antecipar o anúncio do resultado fiscal do ano passado (presumindo que não esteja errado, como esteve em outubro) fosse destinada a "acalmar os nervosinhos", não é preciso muito esforço para perceber que são seus próprios nervos que se encontram à flor da pele.

Caso não estivessem, talvez lhe fosse possível perceber a futilidade da sua iniciativa. A começar porque só alguém muito divorciado da realidade poderia acreditar que a divulgação de um número tão conspurcado quanto o dado oficial do superavit primário poderia moderar os receios do mercado.

Ainda que, segundo o ministro, este tenha atingido um valor em torno de R$ 75 bilhões, sabe-se que apenas em novembro o montante de receitas não recorrentes atingiu nada menos do que R$ 35 bilhões, quase metade do saldo do ano. Na verdade, até novembro do ano passado, as receitas de concessões, dividendos e o Refis (o refinanciamento de dívidas tributárias em condições favoráveis) chegaram a R$ 59 bilhões. Assim, enquanto o número oficial do governo registra um superavit federal equivalente a 1,9% do PIB nos 12 meses terminados em novembro, o número corrigido –reflexo mais fiel do esforço fiscal– mal alcança 0,3% do PIB.

Nesse sentido, como todos os analistas sérios são capazes de corrigir tais dados (com pequenas diferenças de abordagem), ninguém deve ter ficado particularmente impressionado com o anúncio autolaudatório. Se o ministro esperava fanfarras em resposta à sua entrevista, deve ter ficado muito decepcionado.

Mais decepcionado, porém, ficou o mercado. Ao antecipar um resultado que nada vale e se esquivar de qualquer comprometimento mais firme acerca do desempenho fiscal futuro, a mensagem passada ao setor privado não poderia ser mais clara: não há nenhum plano que contemple a possibilidade de um ajuste fiscal neste ano que se inicia, nem talvez sequer nos próximos, dadas as convicções do governo sobre o tema.

A reação negativa, expressa na desvalorização da moeda e na elevação das taxas de juros, não ocorreu, assim, nem por acaso nem por força de fatores internacionais, mas sim em razão da percepção cada vez mais disseminada de piora dos fundamentos do país. Mais um tiro, enfim, que saiu pela culatra, marca registrada hoje em dia da gestão de política econômica no país.

Isto dito, o nervosismo do ministro também se escancara em sua relação com o mercado. Ao contrário de seus antecessores imediatos, que reagiam de forma serena mesmo quando divergiam da análise do setor privado, o ministro quase sempre busca o enfrentamento, apenas para mais tarde reconhecer –forçado pelas circunstâncias– seus equívocos crescentes, como, mais recentemente, no que se refere às mudanças de regras para as concessões de infraestrutura.

É natural, em face do desempenho medíocre da economia, que o ministro da Fazenda esteja sujeito a toda sorte de pressões, inclusive do próprio governo, cujos objetivos políticos dependem, em certa medida, de crescimento mais vigoroso do que o ostentado pelo Brasil nos últimos anos.

O que se espera, contudo, é que o titular do cargo tenha as condições de suportar essas tensões e que seja capaz de formular respostas efetivas aos problemas enfrentados no front econômico. Em particular, que suas falas não contribuam para o aprofundamento da crise de confiança que hoje assola o país.

Nesse último aspecto, a falta de compostura do ministro da Fazenda, mesmo depois que quase oito anos no cargo, revela sua inabilidade para trabalhar sob pressão e compromete ainda mais sua já escassa capacidade de formulação de política.

Num mundo caracterizado por preços elevados de commodities e liquidez mundial abundante, é mais fácil controlar os nervos; quando essas condições, porém, alteram-se para pior, quem não tem preparo fica mesmo "nervosinho".

alexandre.schwartsman@hotmail.com

ALEXANDRE SCHWARTSMAN, 50, ex-diretor de Assuntos Internacionais do Banco Central do Brasil no governo FHC.

05/01/2014

Nervosismo ou estrabismo ideológico, d. Cantanhêde?

Filed under: Colonista,Eliane Cantanhêde,Vira-bosta,Vira-latas — Gilmar Crestani @ 10:40 am
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Vá entender a porta-voz do PSDB, ELIANE CANTANHÊDE. Num dia profetiza a “tentação hegemônica”, no outro, o caos. Por que ela não se ocupa um pouco de São Paulo, dos trens, da Alstom e da Siemens? Porque não escreveu uma linha para comentar o helipótero do pó? Este estrabismo ideológico não me cheira bem…

O caldeirão dos ‘nervosinhos’

BRASÍLIA – O ano começou fervendo, com sensação de 50 graus no Rio, previsões tórridas na economia e borbulhas na política. Caldeirão perfeito para Copa e eleições.

Mantega tratou de jogar água na fervura anunciando na primeira semana do ano que, ufa!, o governo deve fechar 2013 superando a meta do superavit fiscal em R$ 2 bilhões.

Segundo ele, o anúncio, que costuma ser no final de janeiro, foi antecipado para "acalmar os nervosinhos". Cá para nós, também foi para contrabalançar outros resultados: o Brasil teve o menor saldo comercial em 13 anos; o melhor investimento de 2013 foi o dólar, que entrou 2014 em forte alta; e, segundo manchete do UOL na sexta, o valor da Petrobras encolheu pela metade desde 2010.

E vem aí o anúncio do pibinho, com agentes do governo, e de fora do governo, tremendo diante da perspectiva de rebaixamento do Brasil nas agências de risco. Sem falar nas críticas sobre os jeitinhos e as plataformas de petróleo para reduzir o estrago (inclusive político) do resultado da balança comercial.

Na política, o PMDB ataca o parceiro PT, repetindo um script manjado em ano eleitoral. Os ministérios do PT seguram as emendas peemedebistas, os do PMDB ameaçam retaliar com a mesma moeda, todos se xingam em público. Tudo isso no calor das disputas estaduais. Aliados em Brasília, os partidos de Dilma e do seu vice Temer estão em guerra em Estados como Rio, Bahia, Rio Grande do Sul, Ceará, Maranhão e Amazonas.

E vem aí a reforma ministerial, ateando fogo à base aliada e com os palanques desmontando o tripé feminino do Palácio do Planalto: Gleisi Hoffmann concorre ao governo no Paraná, Ideli Salvatti vai para o Senado em Santa Catarina. Os substitutos deverão ser homens e do PT. Mas a guerra com o PMDB continua.

Dilma e Mantega vão precisar de bem mais que RS 2 bilhões a mais de superavit para acalmar tantos e tão esquentados "nervosinhos".

elianec@uol.com.br

10/12/2013

Vexame é o resultado do cruzamento da Veja com a Exame

Filed under: InVeja,Romeu Tuma Jr — Gilmar Crestani @ 9:25 am
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"Vazamento petista" que Tuma Júnior acusa já era informação pública em 2008

ter, 10/12/2013 – 07:12 – Atualizado em 10/12/2013 – 07:55

Por Michel Arbache, no Portal LN

"Vazamento petista" que Tuma Júnior acusa já era informação pública em 2008

No seu livro ‘Assassinato de Reputações’, o ex-secretário de Justiça Tuma Júnior traz, entre outras acusações, que o PT queria que ele vazasse, em 2008, que havia um cartel de trens em São Paulo. Isto para, segundo ele, atingir os tucanos nas eleições municipais daquele ano. Tuma Jr. disse que se negou em ceder ás pressões do PT porque "discordava desse modo de agir", pois acreditava que “nunca se chegaria ao final da investigação”. (clique AQUI para a matéria)

Acontece que em 2008 as denúncias relativas ao cartel de trens já eram informações públicas (confira os links abaixo disponíveis na Folha Online). Segundo uma das matérias (clique AQUI), o então governador José Serra descartou abrir qualquer investigação sobre as supostas irregularidades envolvendo contratos da multinacional francesa Alstom. Segue um trecho da matéria referente à fala do governador Serra:

"Não há o que investigar. O Ministério Público Estadual e o Ministério Público Federal já investigam o caso. Já há também uma apuração própria do Metrô", afirmou o tucano durante inauguração de uma estação de tratamento de esgoto em Mococa (SP).

Ao que parece, o título do livro, "Assassinato de Reputações", é referência ao próprio autor. Numa das passagens, Tuma Jr. disse que, na condição de "investigador subordinado", acompanhou o pai dele, Romeu Tuma (então chefe do Dops, órgão oficial de repressão) num interrogatório com o então sindicalista Lula. Foi assim, na condição de "investigador", que Tuma Jr alega ter testemunhado que Lula era informante. Mas, conforme denunciou o jornal Brasil 247 (clique AQUI), Tuma Júnior mentiu. Pois Lula foi levado para o Dops em 19 de abril de 1980, onde ficou por 31 dias. Nesta época, Tuma Jr tinha 17 anos incompletos. Logo, é tremendo nonsense imaginar um menor como "investigador subordinado" num órgão de repressão do regime militar, quando, para alçar qualquer cargo público, é obrigatória a maioridade.

PT pede criação de CPI para investigar contratos da Alstom com governo de São Paulo – Folha, 15 de maio de 2008

http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u402322.shtml

Metrô fechou R$ 556 milhões em contratos irregulares, diz TCE – Folha, 16 de maio de 2008

http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u402451.shtml

PT enfrenta dificuldades para conseguir assinaturas para CPI da Alstom – Folha, 19 de maio de 2008

http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u403448.shtml

Serra descarta investigação em caso Alstom; e Alckmin se cala – Folha, 31 de maio de 2013

http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u407372.shtml

"Vazamento petista" que Tuma Júnior acusa já era informação pública em 2008 | GGN

Vexame, cruzamento de Veja com Exame

Filed under: InVeja,Romeu Tuma Jr — Gilmar Crestani @ 9:24 am
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"Vazamento petista" que Tuma Júnior acusa já era informação pública em 2008

ter, 10/12/2013 – 07:12 – Atualizado em 10/12/2013 – 07:55

Por Michel Arbache, no Portal LN

"Vazamento petista" que Tuma Júnior acusa já era informação pública em 2008

No seu livro ‘Assassinato de Reputações’, o ex-secretário de Justiça Tuma Júnior traz, entre outras acusações, que o PT queria que ele vazasse, em 2008, que havia um cartel de trens em São Paulo. Isto para, segundo ele, atingir os tucanos nas eleições municipais daquele ano. Tuma Jr. disse que se negou em ceder ás pressões do PT porque "discordava desse modo de agir", pois acreditava que “nunca se chegaria ao final da investigação”. (clique AQUI para a matéria)

Acontece que em 2008 as denúncias relativas ao cartel de trens já eram informações públicas (confira os links abaixo disponíveis na Folha Online). Segundo uma das matérias (clique AQUI), o então governador José Serra descartou abrir qualquer investigação sobre as supostas irregularidades envolvendo contratos da multinacional francesa Alstom. Segue um trecho da matéria referente à fala do governador Serra:

"Não há o que investigar. O Ministério Público Estadual e o Ministério Público Federal já investigam o caso. Já há também uma apuração própria do Metrô", afirmou o tucano durante inauguração de uma estação de tratamento de esgoto em Mococa (SP).

Ao que parece, o título do livro, "Assassinato de Reputações", é referência ao próprio autor. Numa das passagens, Tuma Jr. disse que, na condição de "investigador subordinado", acompanhou o pai dele, Romeu Tuma (então chefe do Dops, órgão oficial de repressão) num interrogatório com o então sindicalista Lula. Foi assim, na condição de "investigador", que Tuma Jr alega ter testemunhado que Lula era informante. Mas, conforme denunciou o jornal Brasil 247 (clique AQUI), Tuma Júnior mentiu. Pois Lula foi levado para o Dops em 19 de abril de 1980, onde ficou por 31 dias. Nesta época, Tuma Jr tinha 17 anos incompletos. Logo, é tremendo nonsense imaginar um menor como "investigador subordinado" num órgão de repressão do regime militar, quando, para alçar qualquer cargo público, é obrigatória a maioridade.

PT pede criação de CPI para investigar contratos da Alstom com governo de São Paulo – Folha, 15 de maio de 2008

http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u402322.shtml

Metrô fechou R$ 556 milhões em contratos irregulares, diz TCE – Folha, 16 de maio de 2008

http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u402451.shtml

PT enfrenta dificuldades para conseguir assinaturas para CPI da Alstom – Folha, 19 de maio de 2008

http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u403448.shtml

Serra descarta investigação em caso Alstom; e Alckmin se cala – Folha, 31 de maio de 2013

http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u407372.shtml

"Vazamento petista" que Tuma Júnior acusa já era informação pública em 2008 | GGN

15/09/2013

DrogaDinho, da cocaína à tubaína

DINHO

Dinho Ouro Preto no Rock in Rio: a glória da rebeldia desinformada

Postado em 15 set 2013, por : Kiko Nogueira

Aos 49 anos, cabeleira negra como a asa da graúna, tatuagens, sarado, Dinho Ouro Preto, vocalista do Capital Inicial, vive um bom momento em sua carreira. Sua banda esteve no Rock In Rio e tocou para uma plateia entusiasmada no palco principal.

Dinho fez um discurso em que atacou os políticos. “Esse Natan Donadon, cara, esse primeiro presidiário congressista, cara, o próprio congresso, cara, por ter mantido o cargo desse sujeito, falou, cara…”. Emendou com uma “canção de protesto” chamada Saquear Brasília, que rima “hipocrisia” com “todo dia”.

O Capital é um caso curioso. Vindo da capital nos anos 80, surgiu dos escombros do Aborto Elétrico, que tinha Renato Russo e os irmãos Flávio e Fê Lemos. Terminado o Aborto, Flávio e Fê montaram o Capital com Dinho. Há 30 anos, era um grupo de segunda linha. Nunca teve a mesma importância de Paralamas do Sucesso, Ultraje a Rigor, Lobão, Titãs ou mesmo o Ira. Dinho era famoso por um tique: entoava “ououou” em todo mísero refrão, coisa que abandonou com o tempo.

Nos anos 2000, depois de se separar e voltar, o Capital gravou um CD acústico. “Meus Primeiros Erros”, de Kiko Zambianchi, estourou. Vieram outros hits e aconteceu o improvável: o Capital se consolidou como uma banda de rock bem sucedida — bem mais do que as outras de sua geração.

Dinho e seus amigos tiveram um certo talento em se manter atuais. Parte disso se deve a seu esforço enorme não apenas a ter um jeito de, vamos lá, “jovem”, mas em fazer questão de falar como “jovem”. Um jovem semiletrado, ok — mas, ei, isso é rock’n’roll e não engenharia. Desde as manifestações de junho, Dinho também vem dando vazão ao que imagina ser sua verve política.

Como era inevitável, compôs uma música em homenagem aos protestos. “Viva Revolução” garante que “tudo vai ser diferente, o estranho vai ser normal/Vai ser uma comoção internacional”. Escreveu uma espécie de manifesto, republicado, obviamente, na página dos Anonymous. Num show em Porto Alegre, declarou que o estádio Beira Rio estava sendo reformado com dinheiro público.

Não estava. Foi desmentido. Na verdade, as obras são tocadas em parceria entre o Inter e a Andrade Gutierrez. Pediu perdão. “É motivo de vergonha para mim por ter falado de um assunto sem estar totalmente informado. Peço desculpas”, escreveu na conta do Capital no Facebook. “Minha intenção, aliás, nunca foi macular o nome, ou a imagem do time. E sim o modo como a FIFA nos impõe gastos, com os quais não podemos arcar”. (Eu mantive as vírgulas do original).

Sim, ele fala de assuntos sem estar totalmente informado. Não lhe passa pela cabeça que isso talvez fosse um sinal para se educar minimamente antes de se manifestar. Se Lobão e Roger são assumidamente de direita, Dinho faz o despolitizado orgulhoso. “Todo governo é ruim. A gente descobriu que gostava de falar mal de qualquer governo. Fosse ele de direita ou de esquerda, todos são iguais. A regra básica é: nunca confie em político”, disse.

As besteiras, a discussão rasteira, a manipulação, a falsa rebeldia, a burrice… Ele não precisa crescer, não precisa ler nada, não precisa aprender a colocar as vírgulas no lugar, não precisa oferecer a seu público uma reflexão melhorzinha. Sobe ao palco de um festival que tem licenciamento de mais de 600 marcas, posa de punk, bate no Sarney ou em algum genérico e bola pra frente. Aos 17 anos, Dinho tem tudo para fazer sucesso por mais 50.

Sobre o Autor

Diretor-adjunto do Diário do Centro do Mundo. Jornalista e músico. Foi fundador e diretor de redação da Revista Alfa; editor da Veja São Paulo; diretor de redação da Viagem e Turismo e do Guia Quatro Rodas.

Dinho Ouro Preto no Rock in Rio: a glória da rebeldia desinformada | Diário do Centro do Mundo

31/03/2011

A direita tem cara, sim, senhor! E bundão, também!

Filed under: Ditadura,PIG,Rede Globo — Gilmar Crestani @ 9:56 am
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‘Estou me lixando para esse pessoal’, diz Bolsonaro sobre movimento gay

Ele afirmou ainda que Preta Gil não tem ‘credibilidade’ para falar em ética.
Deputado associou, em TV, namoro com negras a ‘promiscuidade’.

Nathalia Passarinho e Mariana Oliveira Do G1, em Brasília

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O deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ) no velório de José Alencar (Foto: Mariana Oliveira/G1)

O deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ) disse nesta quarta-feira (30), durante o velório do ex-vice-presidente José Alencar, que está se “lixando” para os movimentos homossexuais. Ele se envolveu nesta semana em uma polêmica após associar, em um programa de televisão, namoro com negras a “promiscuidade”. O deputado explicou que queria dizer que namoro entre gays é promiscuidade.

No programa "CQC", da TV Bandeirantes, exibido na noite de segunda (28), Bolsonaro afirmou que não discutiria "promiscuidade" ao ser questionado pela cantora Preta Gil, sobre como reagiria caso o filho namorasse uma mulher negra.

saiba mais

A pergunta, previamente gravada, foi apresentada no quadro do programa intitulado "O povo quer saber": "Se seu filho se apaixonasse por uma negra, o que você faria?" Bolsonaro respondeu: "Preta, não vou discutir promiscuidade com quer que seja. Eu não corro esse risco, e meus filhos foram muito bem educados e não viveram em um ambiente como, lamentavelmente, é o teu."

“O que eu entendi ali da Preta Gil, por Deus que está no céu, era como eu reagiria no caso do meu filho tivesse um relacionamento com um gay. Foi isso que eu entendi”, explicou o deputado, em entrevista no Palácio do Planalto.

Eu estou me lixando para esse pessoal. Criaram aí a frente parlamentar de combate à homofobia, frente gay aí. O que esse pessoal tem para oferecer para a sociedade? Casamento gay? Adoção de filhos? Dizer que se seus jovens, um dia, forem ter um filho que se for gay é legal?"

Jair Bolsonaro

Questionando sobre o que achava dos movimentos homossexuais, que o acusam de homofobia, ele afirmou:

“Eu estou me lixando para esse pessoal. Criaram aí a frente parlamentar de combate à homofobia, frente gay aí. O que esse pessoal tem para oferecer para a sociedade? Casamento gay? Adoção de filhos? Dizer que se seus jovens, um dia, forem ter um filho, que se for gay é legal? Esse pessoal não tem nada a oferecer.”

Apesar das críticas, Bolsonaro afirmou não ter nada contra o que os homossexuais fazem "entre quatro paredes". "Não tenho nada a ver. Cada um faz o que quer com seu corpinho cabeludo entre quatro paredes. O que eles têm para me oferecer não interessa. Agora, eu não quero que o público LGBT crie currículo para as escolas públicas de primeiro grau."

Cotas
O deputado também criticou projetos de lei que estabelecem cotas para gays no ensino público. "A Maria do Rosário, da Secretaria de Direitos Humanos, lançou aí o Programa Nacional de Direitos Humanos para o público LGBT, que cria cotas para professor homossexual de primeiro grau. Cria bolsa de estudos para jovem homossexual. Cria estágio remunerado para jovem homossexual. Agora, além das cotas mais variadas que temos hoje, vai ter cota para homossexual", disse.

O deputado também criticou a cantora Preta Gil dizendo que ela não tem “credibilidade” para falar em ética. Após a exibição do programa em que Bolsonaro responde a uma pergunta sobre namoro com negras, Preta Gil postou no Twitter que processaria Bolsonaro: "Advogado acionado, sou uma mulher Negra, forte e irei até o fim contra esse Deputado, Racista, Homofóbico, nojento".

“Todo mundo que quiser entrar com processo é justo. O caminho para resolver os problemas é na Justiça. Agora, que exemplo ela tem de vida para cobrar ética? Se você entrar no blog dela, está escrito lá que ela já participou de atos sexuais com outras mulheres, participa de suruba”, afirmou.

Bolsonaro disse não temer perder a cadeira na Comissão de Direitos Humanos da Câmara. "Quem manda na minha cadeira é o líder do meu partido", afirmou, dizendo ainda que não vai parar de defender suas ideias. "Soldado que vai à guerra e tem medo de morrer é covarde. Estou aqui para defender minhas ideias. (…) Não vou me acovardar por ação da Preta Gil."

Ao ser questionado sobre se é racista, ele disse: "Racista, eu? Só tem pobre nas Forças Armadas, como posso ser racista?"

29/03/2011

Bolsonaro diz não querer os votos que o elege

Filed under: Ditadura — Gilmar Crestani @ 9:22 pm
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Militar, Bolsonaro encara tudo de frente. Sem vaselina. Deve ter começado na infância, com algum cabo. O bonito é que ele se vê em cada eleitor o seu. Eles se merecem!

Bolsonaro diz que errou, mas que não quer ‘voto de ignorante’

por Lilian Venturini

29.março.2011 17:24:35

Eduardo Bresciani, do Estadão.com.br

O deputado federal Jair Bolsonaro (PP-RJ) afirmou nesta terça-feira, 29, que se equivocou ao responder a uma pergunta de Preta Gil no programa CQC sobre o que faria se seu filho de apaixonasse por uma mulher negra. No programa, Bolsonaro afirmou que não discutiria essa “promiscuidade”. Nesta tarde, o deputado disse que achou que a pergunta era se o seu filho namorasse uma pessoa do mesmo sexo. “Foi um mal entendido, eu errei. Como veio uma sucessão de perguntas eu não ouvi que era aquela pergunta, foi um equívoco. Eu entendi que a pergunta era se meu filho tivesse um relacionamento com gay, por isso respondi daquela forma. Na verdade, quando eu vi a cara da Preta Gil eu respondi sem prestar atenção”, disse ele.

Questionado sobre qual seria sua resposta sobre a pergunta feita pela cantora e apresentadora, o deputado não poupou Preta Gil de ataques: “Eu responderia que aceito meu filho ter relacionamento com qualquer mulher, menos com a Preta Gil”.

O deputado também reagiu quando foi perguntado se sua postura ofensiva contra os homossexuais não poderiam lhe tirar votos. “O dia que eu me preocupar com eleitor eu viro vaselina. Não quero me preocupar com um eleitor que quer que eu chame ele de bonitinho. Não quero voto de ignorante”.

Em meio a movimentação de alguns parlamentares para levá-lo ao Conselho de Ética, o próprio deputado decidiu protocolar um requerimento naquele colegiado pedindo para ser ouvido. “Não vou deixar ninguém aparecer em cima disso. Eu mesmo vou pedir pra me explicar lá”. O deputado afirmou que já foi processado no Conselho cerca de 20 vezes durante seus seis mandatos e que foi absolvido em todas as vezes.

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