Ficha Corrida

18/09/2016

Um powerpoint a cada ponto a menos no IBOPE do MiShell

ProvasnQuando o movimento multipartidário crescia com o Fora Temer, lá vem a turma do Memes do Powerpoint Folclórico – MPF. Para cada ponto a menos no IBOPE, novas investidas contra Lula. O diversionismo é uma operação fordiana.

A tv italina, RAI, reproduz todos os dias as 8:30 hs da manhã documentários com o título: “Un giorna nella storia”. Um dia destes passou o Risorgimento, focado no papel de Garibaldi. Dissecaram sua participação na unificação da Itália, com reportagens a respeito de sua passagem pela América Latina. Entrevistaram pessoas em Garibaldi e Rosário na Argentina.

Recentemente reproduziram um episódio sobre a ocupação alemã na Segunda Guerra. Na saída, depois que os aliados se uniram à Máfia e entraram pela Sicília, os alemães foram saindo e  detonando tudo o que podia. Com a chegada dos aliados, a “resistenza italiana” tomou corpo e começou a sabotar operações alemãs. Não lembro exatamente em que lugar, bastou o sequestro de um oficial alemão para que todos quanto possíveis italianos localizados naquela comunidade do sequestro foram presos e fuzilados. Era a retaliação como se vê agora utilizada por aqueles que, por vingança à derrota do primeiro a ser comido por um poste do Lula, o caçam obsessivamente.

Me lembrei deste modus operandi do exército alemão em retirada quando vi que há coincidência política toda vez que algum petardo atinge alguém do exército golpista. Se está para ser votado o golpe contra Dilma, lá vem powerpoint contra Lula. Se está para ser votado o afastamento do deus da plutocracia, Eduardo CUnha, sai mais um powerpoint contra Lula. Se Temer é vaiado onde quer que apareça, saem powerpoints aos borbotões.

Quando os movimentos sociais encontram uma pauta em comum, contra Temer e sua quadrilha, lá vem powerpoint. De onde vem este medo atávico que motiva essa caçada obsessiva ao grande molusco?! Do medo que José Serra perca os 23 milhões depositados pela Odebrecht em contas no exterior? Ou seria pela possibilidade de que sua eleição motivasse a continuidade do processo contra os donos dos 450 kg de argumentos que viraram pó?! Teria alguma relação com proteção aos que aparecem nas Lista de Furnas, Lista Odebrecht, Lista Falciani, Panama Papers, Operação Zelotes e CARF?

O último IBOPE que mostra Temer beijando o rodapé do gráfico do IBOPE coincide com a performance de guri do MPF nas telas da Rede Globo. E a coincidência envolve sempre os operários do MPF com as fontes de assassinato de reputação, Rede Globo & Veja.

A literatura jurídica me permite  confessar: “não tenho provas, mas tenho convicção”!!

Nos primórdios da civilização acreditou-se que a terra fosse plana. Não existiam provas, mas havia a convicção. Muitos foram jogados na fogueira e queimados vivos porque negavam a convicção.

mas a Ku Klux Kan tinha convicção. Ali Kamel, responsável pelas idiotices que a Rede Globo vende como informação, tem, apesar das provas que aparecem todos os dias, tem convicção de que “Não Somos Racistas”.

Um alemão, que os íntimos, como Eva Braum, chamavam de Adolf, afirmou que os judeus eram escória do mundo. Não havia prova, mas havia convicção. E aí veio a solução final. A solução final para a plutocracia que tomou o Planalto Central d assalto e manter a cleptocracia no poder é assassinar a reputação do Lula.

Desde criança aprendi que a palavra cão não morde. O massacre mafiomidiático só convence os convertidos. Quem usa o cérebro não compra pato por democracia.

Discretamente, no Ibope: apoio a Temer cai mais ainda nas capitais

Por Fernando Brito · 17/09/2016

popularidade

Menções ligeiras, mal publicadas na imprensa, à queda (ainda maior) de poularidade de Michel Temer foram recolhidas pelo diligente coleguinha Fernando Molica, em seu blog:

“A desaprovação ao governo Michel Temer aumentou entre os cariocas. Segundo pesquisa do Ibope, apenas 8% disseram que seu governo é ótimo (1%) ou bom (7%). No mês passado, o índice era de 12% (2% para ótimo e 10% para bom). (…)A reprovação a Temer saiu de 42% (13% ruim e 29% péssimo) no mês passado para 46% na nova pesquisa (14% ruim e 32% péssimo). O percentual dos que classificaram seu governo como regular caiu de 40% pra 32%. Dos entrevistados em setembro, 13% disseram não responderam ou afirmaram não ter como opinar, contra 6% em agosto”.

O Tijolaço foi buscar ,então, o de outras capitais:

São Paulo – Ótimo+ Bom= 11%/Ruim + Péssimo = 44%. Eram 13% e 41%, respectivamente.

Belo Horizonte – Ótimo+ Bom= 13%/Ruim + Péssimo = 43%. Eram 13% e 47%, respectivamente.

Fortaleza –  Ótimo+ Bom= 9%/Ruim + Péssimo = 53%. Eram 11% e 49%, respectivamente.

Salvador – Ótimo+ Bom= 6%/Ruim + Péssimo = 54%. Eram 8% e 53%, respectivamente.

Recife – Ótimo+ Bom= 8%/Ruim + Péssimo = 54%. Eram 12% e 48%, respectivamente.

Porto Alegre: Ótimo+ Bom= 13%/Ruim + Péssimo = 36%. Eram 10% e 42%, respectivamente.

Só na capital do Rio Grande do Sul, Temer  conseguiu uma pequena melhora.

No resto crescem, para usar o ditado gaúcho, como cola de cavalo: para baixo. E rápido, porque o intervalo entre as pesquisas é de menos de um mês e, afinal, ele se tornou “definitivo” com o afastamento final de Dilma Rousseff.

Temer está perto de cumprir o que prometeu: ser o homem capaz de unir o Brasil.

Contra ele.

Discretamente, no Ibope: apoio a Temer cai mais ainda nas capitais – TIJOLAÇO | “A política, sem polêmica, é a arma das elites.”

25/10/2013

Estimulante para a inVeja

Filed under: Dilma,Eduardo Campos,Eleições,Estadão,José Serra,Marina Silva — Gilmar Crestani @ 7:34 am
Tags:

Uma única observação. Com Serra no lugar de Aécio, a eleição iria para segundo turno. A pesquisa é patrocinada pelo Estadão, que, à serviço de Serra, perpetrou contra Aécio o artigo “Pó pará, governador!”

Dilma lidera com folga, diz pesquisa Ibope

Presidente venceria no 1º turno em 3 cenários considerados pelo instituto; só Serra e Marina forçariam segunda fase

Contra Aécio e Campos, petista chegaria a 41% ante 14% e 10% dos oponentes; ex-senadora é rival mais competitiva

DE SÃO PAULO

A presidente Dilma Rousseff seria reeleita no primeiro turno das eleições para o Palácio do Planalto em três dos quatro cenários avaliados por pesquisa do Instituto Ibope divulgada ontem.

No cenário que hoje é o mais provável para a disputa do ano que vem, em que os adversários da petista são o senador Aécio Neves (PSDB-MG) e o governador Eduardo Campos (PSB-PE), Dilma tem 41% dos votos contra 14% do tucano e 10% do socialista.

O levantamento, feito em parceria com o jornal "O Estado de S. Paulo", indica que a disputa iria para o segundo turno somente se os rivais de Dilma fossem José Serra (PSDB) e Marina Silva (PSB) –hoje o cenário menos provável para 2014. Nesse caso, a petista teria 39%, ante 21% de Marina e 16% de Serra.

Marina se filiou ao PSB depois de ter o registro de seu partido, a Rede Sustentabilidade, negado pela Justiça Eleitoral. Os socialistas, no entanto, já acenavam com a candidatura de Campos.

Já Serra enfrenta resistência dentro do PSDB, que tem Aécio como principal nome do para a sucessão de Dilma.

No segundo turno, Dilma venceria todos os adversários. Ela teria em Marina sua rival mais forte, mas ainda assim sairia vitoriosa, com 42% a 29%. O cenário mais favorável à petista é quando enfrenta Aécio: ela chega a 47% ante 19%. Contra Campos, o resultado seria 45% a 18%, e contra Serra, 44% a 23%.

A pesquisa ouviu 2.002 pessoas de 17 a 21 de outubro. A margem de erro máxima é de 2 pontos percentuais. Como não havia levantamentos com os mesmos nomes, não é possível fazer comparações.

DATAFOLHA

Pesquisa do Datafolha de 11 de outubro apontou vitória de Dilma no primeiro turno apenas no cenário mais provável: a petista alcançava 42%, Aécio tinha 21% e Campos, 15%.

Nos outros três cenários, com Serra e Marina, a presidente não venceria no primeiro turno, mas também saía vitoriosa em todas as simulações de segundo turno.

23/03/2013

Dilma é isto aí, o resto é inveja

Filed under: Dilma,Instituto Millenium,InVeja — Gilmar Crestani @ 8:27 pm
Tags: ,

 

Dilma, a imbatível

Postado por Juremir em 23 de março de 2013

Quem é mais sábio: o povo, que julga pelo real, ou a mídia, que julga pelo ideal? Quem é mais interesseiro: a massa, que avalia pelos benefícios que recebe, bolsa-família, ProUni, Minha Casa Minha Vida, cotas e outros do mesmo gênero, ou o empresariado e a turma dos camarotes, que só gostam de quem reduz impostos e empresta dinheiro barato? Essas questões aparecem com a divulgação da pesquisa sobre a popularidade da presidente Dilma.

O “poste” de Lula venceu o criador. Nem o ex-presidente petista nem FHC alcançaram 63% de bom e ótimo na avaliação das pessoas depois de dois anos  de governo.

Os críticos de Dilma comparam o Brasil com um ideal jamais atingido ou com um mundo desenvolvido perfeito que também não existe mais. A população, com os pés no chão, compara o Brasil com o Brasil de antes. As suas conclusões são irrefutáveis: apesar dos problemas e do atoleiro econômico, nunca teve tanto pobre na universidade, jamais se teve uma classe C tão encorpada e nunca a maioria teve comida na mesa como agora. Os críticos de Hugo Chávez comparavam o governo dele com uma democracia ideal que nunca existiu no país. A plebe que adorava o Comandante e elegerá Maduro compara a Venezuela de hoje com a Venezuela de antes de Chávez. Por exemplo, a Venezuela da época de Carlos Andrés Perez. Só isso.

– Somos pragmáticos – foi o que me disse um pedreiro.

Achei que ele poderia fazer parte do Instituto Millenium. Esperei que me dissesse também que as ideologias acabaram e que não há mais direita e esquerda.

– Para nós, o pobrerio, a esquerda é que tem feito o que interessa. A nossa vida mudou depois de Lula e Dilma.

A dificuldade de entender Chávez, Lula e Dilma, para quem julga pelo ideal, cresce com a questão das prioridades. Os antecessores de Chávez, diante da falta de recursos para cobrir todas as necessidades, optavam por favorecer os mais ricos. O dinheiro do petróleo deveria ir primeiro para o “andar de cima”. A massa que esperasse o bolo crescer. Chávez inverteu a receita. Lula e Dilma também. Sempre que essa inversão acontece, quem perde grossas fatias passa a valorizar o que antes era visto como acessório: o formalismo da “democracia”. Os adeptos da ditadura de Pinochet não se preocupavam com a democracia por considerarem o crescimento econômico, distribuído em primeiro lugar para a parte de cima da tabela, um valor maior. O mesmo, pelo lado inverso, acontece na Venezuela. A população que finalmente passou a comer considera isso determinante. Melhor é o ideal.

Na falta do ideal, joga-se com o real. Dilma Rousseff tem dado um baile de gestão dentro das condições possíveis e dos limites da economia nacional atrelada à conjuntura internacional e mais a massa miojo e o hino do Palmeiras no meio da redação. Se a eleição fosse hoje, ela ganharia, por mérito e astúcia do eleitor, já no primeiro turno. Bateria Aécio, Serra, Marina, Eduardo Campos e até o pai do Badanha, que não concorrerá por não ser bobo e preferir um cargo no segundo escalão. Aceitaria também, em nome da governabilidade e dos altos interesses da nação, ser ministro.

Dilma está imbatível.

A pedido de leitor: Dilma, a imbatível Juremir Machado da Silva – Correio do Povo | O portal de notícias dos gaúchos

20/03/2013

Dilma, de vento em popa

Filed under: Dilma — Gilmar Crestani @ 8:22 am
Tags: ,

Contra fatos não há argumentos, só golpes.

Dilma chega a 63% de aprovação, diz Ibope

Pesquisa encomendada pela CNI indica que aprovação do governo oscilou para cima apesar da turbulência econômica

Avaliação pessoal de Dilma cresce de 80% para 85% no Nordeste, principal base eleitoral de Eduardo Campos

DE BRASÍLIA

Mesmo em um cenário de turbulência econômica, o governo e a popularidade da presidente Dilma Rousseff seguem em alta, indica a mais recente pesquisa Ibope encomendada pela CNI (Confederação Nacional da Indústria).

Embora tenha apenas oscilado positivamente dentro da margem de erro, Dilma alcançou numericamente seus maiores índices desde a posse: 63% de aprovação ao seu governo e 79% de aprovação ao seu modo de governar.

A oscilação de um ponto percentual nos dois fatores em relação à última pesquisa, em dezembro, se deu num período marcado por pressões inflacionárias e confirmação de um crescimento econômico de apenas 0,9%.

A pesquisa captou os efeitos de duas medidas de apelo popular do governo: a redução nas contas de luz e a desoneração da cesta básica, que foram dois dos três assuntos mais lembrados pelos entrevistados. O aumento no preço da gasolina foi apenas o 10º tema mais lembrado.

Mas o assunto mais citado foi a tragédia da boate Kiss em Santa Maria e a ida de Dilma à cidade, em solidariedade aos parentes das vítimas.

A pesquisa revelou ainda o avanço de Dilma no Nordeste, onde a aprovação a seu estilo de governo chegou a 85%, contra 80% em dezembro.

O governador Eduardo Campos (PSB-PE) minimizou o resultado: "A pesquisa dá exatamente o resultado que vinha dando". Para ele, é bom "ninguém cantar vitória antes da hora nem chorar derrota antes da hora".

O provável candidato do PSDB ao Planalto, senador Aécio Neves, vê na pesquisa o impacto de "algumas medidas de grande alcance popular tomadas pela presidente" e do "vigor da propaganda do governo".

(BRENO COSTA, para a FOLHA)

Oposição descalibrada, mídia descarrilhada

Filed under: Dilma — Gilmar Crestani @ 8:16 am
Tags: ,

FERNANDO RODRIGUES

Oposição descalibrada

BRASÍLIA – No terceiro dia de Itália, Dilma Rousseff finalmente conseguiu 24 segundos cumprimentando o papa Francisco. Garantiu presença nos telejornais. Hoje, terá uma reunião mais longa com o pontífice. E tome mídia espontânea a favor.

Enquanto isso, no Brasil, saiu uma pesquisa Ibope sobre a popularidade da administração da presidente.

Em dezembro, 62% achavam o governo da petista "bom" ou "ótimo". Agora, a taxa é de 63%. No Nordeste, a avaliação deu um salto expressivo, acima da margem de erro: de 80% para 85% de aprovação.

Múltiplos fatores sustentam a alta popularidade de Dilma. Embora óbvio, não custa repetir um dos principais: o nível de desemprego continua em patamar histórico muito baixo.

Mas a pesquisa Ibope revela algumas curiosidades menos evidentes. Por exemplo, 20% dos brasileiros acham o governo Dilma melhor do que o de Lula.

Esse percentual nunca foi tão alto e, pela primeira vez, é superior aos 18% que acham a administração Dilma inferior à de Lula. É a criatura aos poucos superando o criador.

Outro dado chama a atenção: a percepção das pessoas sobre o noticiário a respeito do governo Dilma. Pela primeira vez desde o início do mandato da petista, há mais brasileiros achando que a abordagem é mais positiva (38%) do que neutra (34%) ou negativa (11%).

A oposição dirá que os entrevistados são influenciados pela recente avalanche de propaganda do governo. Brasil sem Miséria e remédios de graça são duas campanhas que martelam a cabeça dos brasileiros na TV no momento.

Pode ser. Mas os três pré-candidatos a presidente de oposição -Aécio Neves (PSDB), Eduardo Campos (PSB) e Marina Silva (Rede)- têm recebido espaço farto para atacar a gestão Dilma na mídia. Em vão. O discurso não sensibilizou os eleitores. A estratégia anti-Dilma parece ainda bem descalibrada.

fernando.rodrigues@grupofolha.com.br

13/08/2011

Ou de porque o PIG é o PIG

Filed under: A$$oCIAdos,Direita,Instituto Millenium,PIG — Gilmar Crestani @ 11:28 am
Tags: ,

 

Dilma dá uma surra no FHC.
Só Lula é páreo

    Publicado em 12/08/2011

Saiu no Blog do Fernando Rodrigues:

Compare os presidentes depois de 6 meses no cargo
Dilma Rousseff teve uma queda de popularidade no Ibope. E os outros presidentes civis pós-ditadura militar?
Tem sido uma regra uma desidratação na popularidade de sucessivos presidentes. Uns caem mais, outros menos. Alguns se mantêm muito bem depois de um semestre na cadeira. Essa é uma boa comparação a ser feita. Eis os dados do Datafolha e do Ibope, todos coletados aqui mesmo nesta página, na seção de pesquisas:


NavalhaO título do colonista (*) da Folha (**) esconde a essência.
A popularidade da Dilma só tem paralelo com a de Lula no segundo mandato.
Fernando Henrique apanha no primeiro mandato e apanha miseravelmente no segundo mandato.
Como se sabe, no segundo mandato, por imposição do FMI, acabou o “populismo cambial”, segundo a célebre frase de Padim Padi Cerra, quando pretendia tomar o ministério da Fazenda de Pedro Malan.
Findo o “populismo cambial”, o Farol de Alexandria deixou de herança uma economia amaldiçoada.
Não fosse o PiG (***), esses tucanos de São Paulo não passavam de Resende.

Dilma dá uma surra no FHC. Só Lula é páreo | Conversa Afiada

28/07/2011

Perdendo IBOPE

Filed under: Direita — Gilmar Crestani @ 9:29 am
Tags: ,

Não é aquele mesmo instituto que dizia que José Serra iria ganhar do poste de saia do Lula? Se quiser continuar lendo a lenga-lenga do conservadorismo, acesse os portais do PIG. Os a$$oCIAdos do Instituto Millenium estampam mais uma pesquisa fajuta como quem faz propaganda contra a união homossexual. Os héteros, convictos como eu, não temem a união dos homos.

Maioria dos brasileiros é contra união gay, diz Ibope

– JOSÉ ROBERTO DE TOLEDO, DE O ESTADO DE S. PAULO –

Homens, pessoas mais velhas, menos escolarizadas e evangélicos são os opositores

O Estado de S. Paulo

Blog no WordPress.com.

%d blogueiros gostam disto: