Ficha Corrida

12/08/2016

Ave, CUnha

Filed under: Ave, César,Cleptocracia,Eduardo Cunha,Golpe Paraguaio,Plutocracia,Rede Globo — Gilmar Crestani @ 9:49 am
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OBScena: “Non ducor duco” – JRM

TPv7D31.tmpPrimeiramente, sou contra a cassação de Eduardo CUnha. Ele deve permanecer entre seus iguais. Tirar CUnha, só agora, é como limpar o chão com merda. Lá, no Congresso, palco onde operou o que dele os golpistas exigiam, serve para manter viva a memória a verdadeira face dos golpistas. Solto é a exacerbação da hipocrisia.

Sua saída do teatro das operações serviria apenas para venderem a impressão de que o Congresso estaria limpo e as instituições preservadas. Como se no processo do golpe houvesse imparcialidade. Por isso mesmo, sua presença entre iguais é um tributo à lembrança da infâmia, que serve exatamente como referência moral deste momento. Eduardo CUnha é o retrato pronto e acabado que melhor define o caráter dos envolvidos no golpe.

Na guerra, faz-se homenagem ao soldado desconhecido. No golpe paraguaio, o soldado é conhecido e reconhecido, e homenageado em vida. Antes, os cartazes diziam “Somos todos CUnha”. Agora, as denúncias que pipocam todos os dias, converte o somos todos CUnha em somos todos quadrilha… Pairando, sobranceira na condução dos serviços, com il duce, a Rede Globo. Eduardo CUnha inverte a expressão latina “non ducor duco”, "não sou conduzido, conduzo". Eduardo CUnha foi conduzido, não conduziu. Apenas exerceu o papel de recruta. Não fosse ele, teria sido outro. O comportamento de seu substituto, Rodrigo Maia, prova que teria feito o mesmo. Por que não “duco, conduzem”, senão, “ducor, são conduzidos”.

A permanência incólume desta figura no Congresso é o cúmulo da desfaçatez, mas sua saída não limpa porque ele é o ator, não obra que executou. O roteiro não foi escrito por ele. É apenas um ventríloquo da plutocracia, cujo expoente máximo é a Rede Globo, como vendedora e recrutadora, mas da FIESP, arrecadadora e finanCIAdora dos esquadrões de SS. A entrega da Petrobrás à Chevron é só apenas mais um detalhe.

Eduardo CUnha é, para os democratas, mais útil solto que preso. Deve continuar aparecendo para não nos esquecermos de todos os que o protegeram, a começar pela Rede Globo. Seu ostracismo só serviria para limpar a tela da Rede Globo uma demão de demagogia simplista. Até porque, sua longa permanência no teatro das operações golpistas serve, não esquecermos do tamanho da envergadura moral de todos os envolvidos, mas como lição para que aprendamos com quem estamos lidando. A cereja no bolo desta desfaçatez é incolumidade de Cláudia Cruz. Ao seu lado, como exemplo da parcialidade mas, principalmente, dos reais objetivos da cleptocracia, está outro inimputável, Andrea Neves. Ao continuarem livres, sem qualquer isonomia com casos menos escandalosos, comprova que elas não se inscrevem dentre pretos, pobres ou petistas.

A presença contínua e atual de Aécio Neves e Eduardo CUnha no palco das encenações desnudam, não a hiPÓcrisia, mas a desfaçatez. Não a parcialidade, mas a concretude dos propósitos. A impunidade ao primeiro a ser comido, Aécio Neves, e ao mais famoso suíço, Eduardo CUnha é um recado: às favas com os escrúpulos.

Ave, CUnha, os que vão às prisões por serem pobres, pretos, petistas ou putas, te saúdam!

03/07/2016

Aécio vira pó para consumo próprio

AécioAécio Neves é mais blindado que carro de traficante. Tem mais proteção que presidente dos EUA. De repente, parece que Aécio colocou o Anel de Sauron, para que o deixa invisível aos olhos das autoridades, mas também nas múltiplas plataformas com que a plutocracia protege seus cleptocratas. Bem, se até Perrella chega a Ministro, é porque, para ladrões contumazes há sempre uma dificuldade de quem lucra com isso.

Tudo fica muito claro na comparação das acusações que pesam contra Dilma e contra Aécio. Aliás, nestas horas Aécio parece continuar em segundo, só atrás do seu parceiro de golpe, Michel Temer.

Digo mais, diante da velha mídia, a começar pela Rede Globo, gente como Aécio, Temer e CUnha são café pequeno. Estes o voto pode tirar, mas o golpismo incrustrado na velha mídia, não.

E se hoje somos governados por uma quadrilha com ramificações internacionais, o início se deu com a dificuldade do Napoleão das Alterosas em aceitar que o resultado do TSE. Instado pela plutocracia, Aécio partiu para acusações de todas ordem contra Dilma. E todas eram ecoadas pelos seus parceiros do Instituto Millenium. Ninguém cobrava prova do que Aécio Neves dizia. Hoje sabemos porquê. Só não sabemos porque, diante de tantas provas, Andrea Neves ainda não foi coercitada

Mágica da mídia faz Aécio desaparecer em meio à enxurrada de denúncias

02 de julho de 201602 de julho de 2016 Bajonas Teixeira

(Foto: Foto George Gianni)

Por Bajonas Teixeira de Brito Junior, colunista de política do Cafezinho.

Aécio Neves é o presidente do maior partido de oposição ao governo Dilma, o PSDB, foi o segundo candidato mais votado nas últimas eleições presidenciais e, além disso, esteve à frente das manifestações pelo impeachment e do processo que levou ao governo interino de Michel Temer. No entanto, como se fosse um cidadão comum, Aécio some da mídia, não se posiciona a respeito da política econômica e se cala sobre as questões decisivas num momento crítico da história do país.

Em outros lugares, a opinião pública não aceitaria esse desaparecimento porque um líder político não pode simplesmente abandonar suas responsabilidades e esconder-se. Ele seria acusado de deserção. Um batalhão de repórteres estaria no encalço de Aécio, dia e noite, como um pelotão de busca atrás de um general desertor. Sobretudo, ele não poderia se furtar de prestar contas à sociedade e aos seus eleitores sobre tantas denúncias, que se agravam por virem de denunciantes diferentes (Sérgio Machado, Pedro Corrêa, Léo Pinheiro, Delcídio do Amaral).

No Brasil, ao contrário, o chá de sumiço é a estratégia mais corriqueira e manjada dos políticos acusados de corrupção. Foi o que fez Sérgio Cabral Filho, governador do Rio, quando muitas nuvens negras se acumularem sobre a sua praia. No entanto, no caso do Sérgio Cabral, a Globo profanou o seu recolhimento, e uma indiscreta matéria da revista Época colou o dedo na sua ferida. O título da matéria já disse quase tudo: Cabral exigiu 5% de propina nas obras do Maracanã, dizem delatores. Irônico, o texto começou assim:

“Desde que deixou o cargo de governador do Rio, há pouco mais de dois anos, Sérgio Cabral tornou-se um político recluso.  Suas aparições públicas são raras e nada se sabe sobre como passa seus dias.”

A matéria passou o pente fino nas denúncias de transgressões associadas ao nome do ex-governador. Mas e Aécio? Aécio vai muito bem, obrigado, porque a mídia o deixa no conforto do limbo oculto num véu de invisibilidade. Tudo indica que dificilmente será desalojado daí.

Com as inúmeras denúncias dirigidas a Aécio desde 2014, a começar pelo aeroporto em terras do tio-avô, tudo se passou em brancas nuvens flutuando num céu de brigadeiro. Só recentemente, e muito aos poucos, as denuncias foram ganhando maior visibilidade, e isso mais por conta da PGR de Rodrigo Janot do que por força da responsabilidade da mídia de informar.  De todo modo, o acúmulo de denúncias nas últimas semanas obrigaram  Aécio Neves a mergulhar mais fundo no submundo da invisibilidade.

O mês de junho de 2016 mostrou-se excepcionalmente rico em denúncias de corrupção envolvendo Aécio Neves e de denuncias, o que é pior, sacralizadas pelo selo de “delações premiadas”. Assim, na delação premiada do ex-deputado condenado no mensalão e na Lava Jato, Pedro Corrêa (PP-PE), Aécio surge como indicando diretores da Petrobras, já Sérgio Machado apontou seu envolvimento em pagamentos, com recursos provenientes da corrupção naturalmente, para financiar deputados e eleger-se presidente na Câmara Federal em 2001. Por fim, o empreiteiro Léo Pinheiro, sócio e ex-presidente da OAS, afirma que pagou propina a auxiliares de Aécio.

Apesar dos pesares, embora a situação de Aécio tenha se complicado extraordinariamente, não se levantou na mídia um clima de caça às bruxas, de linchamento moral e político, semelhante ao que ocorreu com Lula, no momento da sua indicação para o ministério, quando a Globo mobilizou até o STF para vociferar raivosamente contra um ex-presidente da república.

O tratamento ameno e amigável, em que as manchetes aparecem para sumirem instantes depois dos portais, não deixa espaço para o teatro da indignação escandalizada.

Além disso, em diversos momentos, a mídia sai em defesa de Aécio, sempre de forma indireta, seja através da apresentação de sua figura como a de um líder prestigiado no meio político, seja dando ressonância a defesas, como a recente de FHC garantindo que Aécio nunca pediu a ele cargos de diretores na Petrobras.

O silêncio de alta densidade, sobretudo, que permite a Aécio sumir das manchetes por tempo indeterminado constitui a principal forma de proteção que a mídia tem concedido a ele. O presidente do PSDB pode estar afundando aos poucos num pântano de descrédito, mas não é vítima nem do ódio generalizado embora relativamente ameno, que o país devota hoje a Eduardo Cunha, nem do ódio virulento cristalizado em certos segmentos da classe média contra Lula. A mídia o tem resguardado contra isso.

Bajonas Teixeira de Brito Júnior – doutor em filosofia, UFRJ, autor dos livros Lógica do disparate, Método e delírio e Lógica dos fantasmas, e professor do departamento de comunicação social da UFES.

Mágica da mídia faz Aécio desaparecer em meio à enxurrada de denúncias – O Cafezinho

21/02/2016

O que têm em comum Brasif e Aécio Neves? MPF…

Filed under: Aécio Neves,Brasif,Impunidade,MPF — Gilmar Crestani @ 3:05 pm
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Já entendeu o precisa desenhar porque o helipóptero virou pó?!

O MPF se tornou um partido político?

O MPF se tornou um partido político?

sab, 20/02/2016 – 18:59 – Luis Nassif

Já são três citações sobre Aécio Neves na Lava Jato.

A primeira foi quando o doleiro Alberto Yousseff passou informações detalhadas sobre as propinas de Furnas para Aécio. O Procurador Geral da República Rodrigo Janot mandou arquivar.

Ontem, o Ministro Teori Zavascki, do STF (Supremo Tribunal Federal) acatou novo pedido de Janot e arquivou o inquérito aberto para apurar as menções do delator Ceará a Aécio alegando contradições nos depoimentos.

Para ser arquivado, é porque foi aberto um inquérito. Só se soube do inquérito quando do anúncio do arquivamento. Sigilo absoluto, enquanto vazavam informações sobre o senador Fernando Collor (até objetos íntimos foram alvo de vazamento) e sobre o deputado Eduardo Cunha.

Em casos similares, de contradições nos depoimentos, como em relação ao senador Lindberg Farias, ocorreu o oposto. Paulo Roberto Costa disse que o ajudou através de Yousseff. Em delação, Yousseff garantiu que nunca viu o senador. O caso tornou-se público e Janot ordenou que o inquérito prosseguisse. Dois pesos, duas medidas.

Ao mesmo tempo, Janot mantém na gaveta da PGR o inquérito aberto contra Aécio em 2010, por lavagem de dinheiro em uma conta em Liechtenstein em nome de uma offshore com sede em Bahamas. E empenhou-se pessoalmente em derrubar o inquérito aberto contra o senador Antonio Anastasia.

Enquanto isto, a Lava Jato trata como escândalo instalação de torres de telefonia em Atibaia e os procuradores do Distrito Federal vazam inquérito sobre os financiamentos do BNDES, sem ouvir o outro lado, escandalizando até informações banais – como o fato de uma cliente contumaz do BNDES, como a Odebrecht, liberar financiamentos em prazo inferior ao de um novo cliente.

Na primeira fase, a Lava Jato identificou brilhantemente todo o esquema de corrupção, inclusive prendendo os corruptos. Foi um período saudado pela recuperação de parte do dinheiro roubado.

Na segunda fase, perdoou um a um os delatores que aceitaram entrar no jogo político – que consistia em delatar os políticos do lado de lá e nada falarem sobre os do lado de cá.

A luta contra a corrupção foi um álibi para a luta política. Agora poderão voltar à sua vida normal, como Yousseff depois da delação premiada no caso Banestado.

Lição que fica: você pode praticar tranquilamente sua corrupção, desde que aceite fazer o jogo político dos seus inquisidores.

O caso Fifa

Sobre a cooperação internacional nas investigações do FBI sobre a FIFA.

1.         A Globo é peça central nos episódios, pois fechou os maiores contratos de transmissão com Ricardo Teixeira e João Havelange. Em todos os países, a emissora e a empresa de marketing formam um todo único. É o caso da empresa de J.Hawila com a Globo.

2.         Os Ministérios Públicos da Argentina, Uruguai, Chile, México há mais de um ano enviam  regularmente informações ao FBI para apuração dos crimes da FIFA, dentro do modelo da cooperação internacional,. O Brasil é o mais atrasado dos países da América Latina, o que tem provocado estranheza no próprio FBI.

3.         O MPF solicitou ao FBI as informações levantadas sobre a conexão brasileira do escândalo. No Rio de Janeiro, uma juíza de primeira instância barrou o envio e ordenou a devolução do material. Esse episódio ocorreu há um ano. Até hoje o MPF não logrou derrubar a determinação.

O que separa países civilizados de repubiquetas é o exercício da isonomia, a noção de que a aplicação da lei pressupõe o primado da isonomia.

Pergunto: por acaso o Brasil tornou-se uma republiqueta, para aceitar passivamente essa quebra total de isonomia?

Pode ser que sim. Pode ser que não.

Mas não dá mais para esconder-se das críticas sob o argumento de que há interesses ocultos da parte dos críticos. Pouco a pouco, a imagem do poder defensor da cidadania, dos direitos difusos, o avalista dos tratados internacionais, vai se diluindo e abrindo espaço para uma imagem pouco dignificante, dos que se deixam seduzir pelo excesso de poder.

O MPF se tornou um partido político? | GGN

21/01/2016

A política de cotas do PSDB também explica meritocracia e aparelhamento do Estado

Na imagem um provável ancestral de Ali Kamel, autor do tijolaço “Não Somos Racistas”…

cotasSou do tempo em que José Hildebrando Dacanal, mestre da velha guarda jornalística e emérito professor da UFRGS, era o ghost-writer de sua colega e correligionária Yeda Crusius. Em seu discurso ferino e demolidor, Dacanal condenava o que ele entendia por “nova classe”, à qual pertenciam os petistas. Para Dacanal, a emancipação, via políticas sociais/cotas raciais, criaria uma casta oposta ao que ele e o PSDB, que ele dizia possuir os “melhores quadros”, propunhar sem o oposto da meritocracia. A “nova classe” do professor eram os professores e sindicalistas que, com as sucessivas eleições do PT em Porto Alegre, no RS e depois do âmbito Federal, ascendiam a postos políticos e de comando em empresas, autarquias e fundações comandadas pelos executivos. Seu elitismo rastaquera, logo ele que carregava seus livros com uma bolsa do Mercado Público com os dizeres “Lembrança do RS”, era mais de despeito do que de fundamento. Via seus colegas à esquerda ocupar postos que ele, montado em sua imensa sabedoria, nunca fora capaz de ocupar.

Esse discurso caro às elites do lumpenjornalismo era diuturnamente comprovado como falacioso, mas a força da mídia, que sempre foi a força do PSDB, teimava em recrutar novos midiotas. A religião que combatia o “aparelhamento do stado” e a política de cotas com propostas de “choque de gestão” e “meritocracia” sempre foi um discurso hipócrita. Ninguém aparelhou mais as instituições, seja no RS seja em outros Estados da Federação ou mesmo em Brasília, do que o PSDB.  A quem FHC entregou a ANP? Dentro lógica meritocrática, ao seu genro, David Zylbersztejn. Em pouco tempo rei David quebrou dois monstros, seu vínculo com o sogro e o monopólio da exploração do petróleo. O choque de gestão se deu no momento em que se separou da filha de FHC: perdeu o emprego na ANP… O aparelhamento da Petrobrás estava, desde o artigo do tucano Ricardo Semler (Nunca se roubou tão pouco) comprovado. Mas há também a confissão de FHC em seu livro “Diários da Presidência – volume 1".

Outro exemplo edificante perpetrado pelo príncipe dos sociólogos foi dado pela sua filha Luciana Cardoso. Por anos adormecia em casa recebendo salários do Senado, sob os olhares concupiscentes do Varão da República, o Senador Heráclito Fortes

O PSDB tem outro predileção. Entregar postos chaves a outro tipo de familiares. Como sabemos, as máfias são famílias… que podem ser reconhecidas em figuras como Robson Marinho, Geraldo Brindeiro & Gilmar Mendes, produtos tipicamente tucanos.

Portanto, os constantes ataques às políticas sociais e às cotas raciais dão a exata dimensão do papel do PSDB, um partido a serviço de status quo via apropriação do Estado. Veja que há figuras no Judiciário, MPF e PF que se fizeram à custa do Estado e assim querem manter para que sua famiglia continue sendo beneficiárias exclusivas do Estado. É a tal de meritocracia. O combate ao ENEM e PROUNI, que democratizam o acesso ao ensino superior, é uma confissão de uma classe média rastaquera que se acha no direito divino em relação às políticas públicas.

Infelizmente a nova classe que tanto assustou o prof. Dacanal não sobe por cavalinho de pau. É um processo longo e demorado. Lula, um torneiro mecânico sem formação superior, fez mais pela ascensão social do que o príncipe dos sociólogos. Em termos de educação, por deve transitar a meritocracia, Lula criou mais Universidades que todos seus antecessores juntos. É disso que nasce o ódio dos hiPÓcritas a Lula e suas políticas de emancipação.

Portanto, a informação do Correio do Povo de hoje, abaixo, a respeito do nepotismo tucano só surpreende marcianos. Os gaúchos, quando souberem quantos aspones a primeira dama Sartori espalhou pelos órgãos do Estado também ficarão chocados. Mas este não é um assunto que a velha mídia costuma se ocupar quando um dos seus está à seu serviço…

Ministério Público pede a parlamentares que demitam parentes até quarto grau

Três senadores foram notificados diretamente nesta quarta-feira

Notificação foi enviada ao Senado e à Câmara dos Deputados nesta quarta-feira | Foto: Ana Vope / Senado Federal / CP

O Ministério Público Federal no Distrito Federal enviou nesta quarta-feira notificação ao Senado e à Câmara dos Deputados pedindo que sejam demitidas todas as pessoas contratadas em funções de confiança nos gabinetes das duas Casas e que tenham parentesco em até quarto grau com os parlamentares.
Na recomendação, o MPF também sugere que pessoas com essas características sejam destituídas de cargos em comissão e funções gratificadas, mesmo no caso de servidores concursados que estejam em posições de chefia, direção o assessoramento – caso tenham parentesco até quarto grau com deputados e senadores.
No Senado, foram notificados diretamente três senadores: Telmário Mota (PDT-RR), Cássio Cunha Lima (PSDB-PB) e Flexa Ribeiro (PSDB-PA). No gabinete dos três parlamentares, uma investigação prévia do Ministério Público identificou que há contratação de parentes. No entanto, o documento enviado deixa claro que não se trata de imposição, mas de recomendação, para evitar que uma ação direta de inconstitucionalidade seja movida contra eles. Na notificação, o prazo para que os funcionários nessas condições sejam exonerados é de 30 dias.
O senador Telmário Mota, no entanto, alega que o MPF está "extrapolando" suas competências e tentando se sobrepor a uma súmula vinculante do Supremo Tribunal Federal, que estabelece como nepotismo a contratação de parentes até terceiro grau. Telmário Mota tem contratado como motorista um parente em quarto grau, mas alega que, para isso, consultou previamente o Departamento Jurídico do Senado, que o autorizou a fazer a contratação por estar em acordo com a determinação do Supremo."Se dissesse que se trata de algo legal, mas imoral, tudo bem. Mas nem imoral é. Esse rapaz já trabalhou pra mim antes e atualmente exerce diversas atividades, honestamente, em meu gabinete. Agora eu vou demitir o rapaz porque a lei diz uma coisa, mas a Procuradoria quer outra?", questionou.
Mota informou que repassou a recomendação do Ministério Público para o Departamento Jurídico e que vai provocar o STF para se manifestar sobre o caso e esclarecer se a contratação de parentes mais distantes do que os de terceiro grau é nepotismo. "Se for este o caso, eu estou pedindo que o STF mude a súmula, porque ela está induzindo as pessoas a erro. Eu tomei o cuidado de questionar previamente se a contratação era legal e agora quero saber se estou ou não fazendo errado", afirmou.
O senador Cássio Cunha Lima informou que o primo que trabalha como seu chefe de gabinete é funcionário do Senado há 33 anos e abdicou da gratificação a que teria direito quando foi convidado para trabalhar com ele. Cunha Lima disse que acatará a recomendação do Ministério Público e fará a exoneração do funcionário, mas, segundo ele, isso acarretará em mais despesa para o erário.
"Eu o convidei para trabalhar comigo, primeiro, porque isso não geraria despesa, ao contrário, geraria economia, uma vez que ele já era funcionário do Senado e permaneceria com o mesmo salário. E, segundo, porque a súmula vinculante do Supremo Tribunal Federal estabelecia a proibição de contratação de parentes até terceiro grau, e não de quarto grau, como é o caso. Portanto, eu não estava fazendo nada ilegal. Mas vou acatar a recomendação, exonerar o meu chefe de gabinete – que voltará às suas funções normais no Senado – e contratar outra pessoa, gerando mais despesa", afirmou o parlamentar paraibano.
Em nota, a assessoria de Flexa Ribeiro disse que os consultores jurídicos do senador estão analisando o caso antes de decidir se será acatada a recomendação sobre a demissão da servidora que é parente em quarto grau do senador. "A Súmula Vinculante nº 13 define que é vedada a nomeação de cônjuge, companheiro ou parente em linha reta, colateral ou por afinidade, até o terceiro grau da autoridade nomeante para o exercício de cargo em comissão ou de confiança, não sendo este o caso da servidora supracitada, que tem vínculo colateral de quarto grau com o senador Flexa Ribeiro", diz a nota.
O MPF reconhece que a súmula do STF estabelece como nepotismo a contratação de parentes apenas até tereceiro grau. No entanto, a procuradora Marcia Brandao Zollinger, que assina o documento, afirma que a súmula pretende impedir de forma "absoluta" o nepotismo e que ela não estabelece "impedimentos à determinação do quarto grau de parentesco para se confirmar, objetivamente, a ocorrência" desse tipo de irregularidade.

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04/09/2015

Sartori é a CUnha da RBS no do gaúchos

sartoriA história se repete como farsa, mas só quando o inquilino do Piratini é um ventríloquo da RBS. A estratégia de achincalhar as partes mais frágeis não é novidade. Foi assim com Antonio Britto, com Rigotto e com Yeda Crusius. Em todos estes governos títeres da RBS a estratégia foi a mesma. Até na violência. Mas uma violência seletiva, somente contra os párias da sociedade. Não há violência, por exemplo, contra os que sonegam bilhões, como mostra a Operação Zelotes. Duvido que a Brigada Militar seria orientada para atirar pelas costas do que estão na Zelotes, no CARF, na Lista Falciani do HSBC.

Quando um deputado diz que os servidores públicos são vadios está legitimando a violência. Além de sofrerem com o corte dos salários também são violentados na sua dignidade. O RS está infestado de cafajestes como este porque contam com a complacência da RBS. Há exemplos saídos das fileiras da RBS como o Luis Carlos Prates, mas há outro, o Luis Carlos Heinze que nada deixa a desejar ao xará da RBS. O PP gaúcho está inteiro na Lava Jato, mas a RBS não cobra explicações de sua funcionária, Ana Amélia. O PMDB de Sartori é o mesmo do Eduardo CUnha, a RBS não faz esta relação. Isto é, não criminaliza nem o PP, nem o PMDB, mas criminaliza o PT. Mas eles conseguem atribuir ao Tarso Genro patifarias do Sartori…

Infelizmente, a RBS deita e rola pra cima de seus midiotas. Cabresteia e leva de roldão, a ponto de ter, sozinha, dois senadores: Ana Amélia Lemos e Lasier Martins. Ambos parceiros do Tiririca da Serra, mas também do Napoleão das Alterosas. Direito deles, o problema é a passividade bovina da manada gaúcha. A forma como a RBS se imiscui na Feira  Agropecuária de Esteio e no acampamento do Parque da Harmonia, endeusando o latifúndio e justificando que a peonada se contente com galpões é uma forma de livrar a casa-grande de culpa.

A estratégia da violência, violência em todos os sentidos, é a mesma. Até no assassinato. A RBS tem sido a grande incentivadora da criminalização dos movimentos sociais, exceto quando o movimento social veste camisa da CBF  e pede a volta da ditadura, a derrubada de um governo recém eleito.

O assassinato pelas costas do trabalhador sem terra, Eltom Brum da Silva, foi tratado pela RBS como “um mártir para o MST”. Novamente a estratégia da violência, seja contra os servidores públicos, seja contra jovens da periferia, é posta em prática. Como o colono Brum, agora o assassinato, também pelas costas, do jovem Ronaldo Lima evidencia uma ideologia da violência que toma proporções sempre que lumpenjornalismo movimenta seus ventríloquos. Para os desavisados e midiotas convém lembrar que as forças que estão no governo do Estado estiveram unidas entorno de Aécio Neves no RS. Inclusive a RBS. Agora imagine se a Dilma ou Pimentel em Minas ou Haddad em São Paulo adotasse a tática de criminalizar os pobres para resolver o problema dos ricos, o que aconteceria?!

A alegação de que o jovem assassinado teria envolvimento com tráfico não é só uma imbecilidade como uma tremenda hiPÓcrisia. Até porque já tivemos governador notório consumidor de cocaína. Outro, também eleito devido aos favores da RBS, também tinha irmão envolvido com coca. Vamos dar de boa que o jovem de fato tivesse algum envolvimento com drogas. É lá isso motivo para ser assassinado, desarmado, pelas costas? O que tem de ficar claro nem é a culpa do assassino, mas do mandante, a violência como método contra pobres. A hipocrisia fica evidente quando se vê o tratamento que é dado com os traficantes são aliados da mídia, como o caso do helipóptero com 450 kg de cocaína. Não houve assassinato, tiroteio, polêmica. A notícia virou pó. Ninguém quer mais saber quem estava por trás porque certamente não era um jovem de periferia. O assassinato é analisado na Zero Hora como “política linha dura”. Por que não há a dureza com os parceiros da RBS na sonegação?!

Não nos esqueçamos, a estratégia da violência no desgoverno Yeda Crusius guindou o Cel. Mendes ao posto de julgador no Tribunal Militar…

EXTRA.. EXTRA… EXTRA! CRISTALVOX DESCOBRIU O QUE ANA AMÉLIA FARIA SE FOSSE GOVERNADORA

By jloeffler – On 03/09/2015

Leudo Costa 3 de setembro de 2015 Uncategorized

Sessão solene conjunta do Congresso Nacional para celebrar o Dia Mundial do Meio Ambiente, comemorado no dia 5 de junho.
Em discurso na tribuna do plenário do Senado, senadora Ana Amélia (PP-RS).

Sessão solene conjunta do Congresso Nacional para celebrar o Dia Mundial do Meio Ambiente, comemorado no dia 5 de junho.

Em discurso na tribuna do plenário do Senado, senadora Ana Amélia (PP-RS). Sessão solene conjunta do Congresso Nacional para celebrar o Dia Mundial do Meio Ambiente, comemorado no dia 5 de junho. Em discurso na tribuna do plenário do Senado, senadora Ana Amélia (PP-RS).
O jeito de Governar de Tarso Genro, o Rio Grande conhece. Gerou o caos! Sartori que venceu a eleição não consegue sair do chão. A cada hora, a cada dia uma incerteza, um recuo e uma explicação repetida. Mas se, se, Ana Amélia fosse a governadora o que faria?

Cristalvox descobriu as ações imediatas de AA numa postagem nofacebook de seu chefe de gabinete, se porta-voz e seu melhor confidente…

Leia o que Marco Aurélio Ferreira postou..

Marco Aurelio Ferreira 9 h ·

O Governo do RS poderia ter deixado de nomear tantos CCs ou ter entrado com uma liminar para garantir os salários dos servidores, que têm preferência sobre a dívida; poderia ter usado maior parte dos depósitos judiciais ou apresentado um refinanciamento de dívidas de ICMS com financiamento bancário e garantias de quem deve; poderia propor a venda dos milhares de imóveis do estado obsoletos e abandonados ou destravar centenas de Projetos de investimentos parados na Fepam. Poderia entrar num embate contra a União e exigir créditos da Lei Kandir e o refinanciamento da dívida ,poderia ter proposto cortes e novos rumos, mas preferiu somente o atraso dos salários e o aumento de impostos… Conseguiu unir contra suas medidas a sociedade e os servidores, pois todos se sentem prejudicados.

Quer que o Cristalvox explique ou desenhe?

Copiado de: http://cristalvox.com.br/

Praia de Xangri-Lá | Saiba tudo o que REALMENTE acontece em Xangri-Lá

24/06/2015

Paneleira dos Jardins: “- doação da Odebrecht para iFHC é para eu comprar brioches”

Filed under: Brioches,FHC,Gerdau,iFHC,Marcelo Odebrecht,Paneleiro,Pilantropia — Gilmar Crestani @ 9:00 am
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OBScena: FHC, Gerdau e Marcelo Odebrecht, segundo a revista Istoé, ouvindo embevecidos a sabedoria enciclopédica do Aécio Neves

FHC Marcelo Odebrecht GerdauÉ o cúmulo da hiPÓcrisia. A doação para o iFHC não é ligada a política. FHC não é político, claro. É padeiro. Serve o sonho dos golpistas, amassa e entrega a pizza do Tremsalão aos que estão na Lista de Furnas e ainda serve brioches para as Maria Antonieta dos Jardins.

Não se trata de defender corruptos do PT, do PP gaúcho, ou os muitos parceiros do Eduardo CUnha. A questão é porque os assoCIAdos do Instituto Millenium só condenam a corrupção dos adversários. As cinco irmãs (Globo, Folha, Veja, Estadão & RBS) sempre dão um jeito de criminalizar o PT, e aliviam para os demais. Inclusive para eles, pegos na Operação Zelotes e na Lista Falciani do HSBC. O moralismo seletivo do coronelismo eletrônico é apenas forma de eliminar a concorrência. Afinal, eles não têm nenhum problema com a corrupção que os beneficia.

Faz parte deste jogo, como fez a Revista Época, criminalizar Lula pela Brahma, mas nunca criminalizar Aécio pela Coca. Por que a proteção a quem sempre se beneficiou, desde a tenra idade mamando nas tetas do Estado? Aí está FHC usando dos pesos e medidas da Lei Rubens Ricúpero. Quando envolve o PSDB, gaveta, quando puder jogar nas costas do PT, vazam para a Veja, Época, Globo, Folha, Estadão, Zero Hora.

Se isso não for comportamento de bandidos mafiosos então não sei o que seja banditismo. A promiscuidade das velhas mídias com a velha política chega ao cúmulo de condenar Lula por ajudar a internacionalizar as empresas nacionais, como a Odebrecht, e divinizar o papel de José Serra na entrega da Petrobrás à Chevron.  Tem de ser muito mau caráter para não perceber que agir no limite da irresponsabilidade na doação do patrimônio que outros construíram é muito mais nocivo aos interesses do povo brasileiro do que lutar para que nossas empresas cresçam e deem empregos aos brasileiros, no Brasil. E, se derem empregos no exterior, que a lucro venha ao Brasil para aqui ser investido. A Petrobrás é propulsora da economia e da cultura brasileira; a Chevron, dos EUA! SIMPRES ASSIM!

FHC diz que doação a instituto não é ligada a política

PATRÍCIA CAMPOS MELLODE SÃO PAULO

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) afirmou nesta terça (23) que os recursos recebidos por seu instituto, o iFHC, não têm "relação com política e partidos".

Ele admitiu que a entidade pode ter recebido dinheiro de empreiteiras investigadas na Operação Lava Jato, mas disse não ver problema nisso.

Indagado sobre a diferença entre ele receber dinheiro para fazer palestras e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva ganhar recursos destas empresas para fazer o mesmo, Fernando Henrique afirmou: "A minha palestra eu dou e vocês assistem".

A Polícia Federal informou que o Instituto Lula recebeu R$ 3 milhões da Camargo Corrêa, uma das empresas sob suspeita. O presidente do Instituto Lula, Paulo Okamotto, foi chamado a explicar as doações na CPI da Petrobras. A convocação irritou Lula.

Na segunda-feira (22), Okamotto afirmou que os recursos recebidos pela entidade são semelhantes às doações feitas a instituições de outros ex­-presidentes.

Segundo a revista "Época", tanto o Instituto Lula como o Instituto FHC receberam recursos da Odebrecht. A bancada do PT quer convocar Sérgio Fausto, superintendente do iFHC, para depor na CPI.

"Muita gente deu recurso [para o instituto], mas aqui é para fazer o que nós estamos fazendo, não tem nenhuma relação com política, partido", disse Fernando Henrique, após seminário no iFHC.

O instituto do ex-presidente nunca divulgou detalhes sobre seus doadores. Segundo Sérgio Fausto, o iFHC foi auditado pela PwC até 2014. Este ano, passa por auditoria da Grant Thornton.

‘ORGULHO’

Em entrevista ao site "Brasil 247" nesta terça, Lula defendeu as viagens que fez com empresários desde quando era presidente, argumentando que ajudaram a promover exportações brasileiras.

"Levei centenas de empresários comigo à China, à Índia, à África, aos quatro cantos do mundo", disse.

17/06/2015

Vetado na Venezuela, Aécio pode visitar presos do governo Richa

Deu no blog do ESMAEL MORAIS uma dica de viagem para o reis do aeroportos particulares, Aécio Neves. Diz-se que ele não vai lá para criticar Madura. Ele vai sugerir a construção de aecioportos… A dúvida é se ele estava querendo ir mesmo para a Venezuela ou seria para a Colômbia. Turismo às vezes tem disso. Depois de protestar contra Madura na Venezuela, Aécio deve peregrinar à Colômbia para rezar ao Padim Pablo Escobar!

Se preferir o Paraná, Aécio poderá visitar a cunhada do Vaccari. Ou atravessar a Ponte da Amizade cantando Língua de Trapo: Tudo para o Paraguai

16 jun 2015 – 22:30

maduro_aecio_richaOs senadores Aécio Neves (MG) e Aloísio Nunes (SP), ambos do PSDB, foram impedidos de pousar com jato da FAB (Força Aérea Brasileira) na Venezuela, onde visitariam presos oposicionistas ao governo de Nicolás Maduro.

Segundo o senador Roberto Requião (PMDB-PR), os tucanos só conseguirão autorização para aterrissar a aeronave militar se antes visitarem os presos do governo Beto Richa (PSDB).

“Venezuela só para licença de pouso para avião de Aécio se antes passar no Paraná para visitar os presos do governo do Beto Richa”, ironizou o peemedebista em uma tuitada ácida.

No Paraná, mais de uma centena de integrantes graduados do governo Beto Richa estão presos por cobrarem propina ou participar de esquema de corrupção contra o erário. Todos os chefes de fiscalização indicados pelo tucano estão na cadeia e, curiosamente, a arrecadação do estado cresceu nesse período.

Vetado na Venezuela, Aécio pode visitar presos do governo Richa | Esmael Morais

HiPÓcrisia!

Lembro do dia que encontrei no Vale dos Vinhedos, na Serra gaúcha, uma excursão de coxinhas paranaenses. Era numa dessas eleições em que Olívio Dutra era candidato e eu estava com um adesivo de apoio no para-brisa traseiro do meu Corolla. A malta curitibana achou por bem me molestar. Perguntaram porque, sendo comunista (o bico grande e cérebro pequeno dos tucanos cria estas confusões) não andava de Lada. Com um namorada bem mais jovem do eu e vendo que eram casais bem mais velhos, respondi: “De que serve seu capitalismo de mercado se, com tanta mulher bonita por aí, escolhem barangas”. Não fui linchado porque um Corolla anda mais rápido do que um Lada. Não é algo de que deva me orgulhar, mas é exatamente isso que penso desses que vivem achacando órgãos públicos. O Gerdau, por exemplo, pego na Operação Zelotes, não fabrica um parafuso sem algum tipo de isenção ou incentivo fiscal, do tipo FUNDOPEM.

Na época o Nivaldo T. Manzano havia publicado um artigo se perguntando porque o besouro, contra todas as leis da aerodinâmica, voa?! Ele falava da falência técnica da RBS, mas que sobrevivia sob ajuda de aparelhos, do Banco do Brasil. Eram os tempos de FHC. Depois, quando o amante da Miriam Dutra foi apeado do poder, Pedro Parente desembarcou na RBS. Outros menos notáveis, também aportaram por esta bandas. São os mesmos que fazem questão de apontar, quando há algum problema no serviço público, que, se fosse privado, seria melhor. Pois bem, o serviço privado é uma grande Operação Leite Compensado. E depois do Leite Compensado, há agora o Queijo Compensado… E por que não há campanha para recrudescimento nas penas para este tipo de criminoso. Por que os mesmos que pedem aumento das penas para jovens não pedem o mesmo para quem põe veneno em alimentos?!

Hoje, nos estados do sul, há mais empresários envolvidos em botar toda sorte de porcaria no leite que nossas crianças tomam, do que jovens de 16 a 18 anos envolvido em crimes de mesma natureza. Não é sem razão que são os mesmos empresários e mesmos grupos de comunicação que se perfilam com políticos toxicômanos para aprovarem a maioridade penal.

Infelizmente, nos governos Lula e Dilma nada foi feito para combater os bandidos a$$oCIAdos ao  Instituto Millenium.

Os 12% que os grupos mafiomidiáticos conquistaram com campanhas de ódio são os mesmos que adquirem casa própria com financiamento da CAIXA. Jamais o fazem com o Santander ou com o HSBC.

Nassif lembra o dia em que a Globo foi salva pelo BNDES

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No jornal GGN, Luis Nassif destaca o projeto de capitalização da Globocabo; ‘O BNDES detinha 4% do seu capital. A proposta era elevar a participação para poder salvar a empresa. A megacapitalização elevou para 22,1% a participação do banco. Tempos depois, ela foi vendida para o bilionário mexicano Carlos Slim, tirando a Globo do sufoco’

17 de Junho de 2015 às 07:14

247 – O colunista Luis Nassif lembra o episódio da capitalização da Globocabo, como o dia em que o BNDES salvou a Globo.

“O fato é que houve uma megacapitalização que elevou para 22,1% a participação do BNDES na Globocabo, salvando a empresa. Tempos depois, ela foi vendida para o bilionário mexicano Carlos Slim, tirando a Globo do sufoco”, destaca.

Leia abaixo o post de Nassif sobre o assunto:

Em 2002 fui procurado por Fernando Gentil, diretor do BNDES (Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social).

Gentil me tomou quase uma hora de conversa para expor o projeto de capitalização da Globocabo pelo BNDES. A empresa estava literalmente quebrada, sem conseguir honrar seus compromissos com financiamentos externos. A geração de caixa não cobria sequer o serviço da dívida. Sua dívida era de R$ 1,6 bilhão e precisaria rolar anualmente de R$ 400 milhões a R$ 500 milhões.

O BNDES detinha 4% do seu capital. A proposta era elevar a participação para poder salvar a empresa. A proposta parecia razoável. Sem a capitalização, a Globocabo fecharia e o banco perderia o dinheiro investido.

Na época, ainda havia relativa competição na mídia e alguns colunistas tinham independência inclusive para fiscalizar abusos de outros veículos de mídia. Por isso tinha sido procurado por ele para explicar antecipadamente a operação.

Sem condições de analisar mais profundamente, julguei razoável a ideia de capitalizar a empresa para posterior venda, para evitar a perda total dos ativos. Disse-lhe que, da minha parte, achava razoável a capitalização (http://migre.me/qjUqo)

Deve ter procurado outros colunistas independentes. O fato é que houve uma megacapitalização que elevou para 22,1% a participação do BNDES na empresa, salvando a empresa.

Tempos depois, ela foi vendida para o bilionário mexicano Carlos Slim, tirando a Globo do sufoco.

Não foi a primeira vez que a Globo se aventurou em outros territórios, valendo-se de sua influência política.

No governo Sarney, ganhou a NEC de graça, em uma barganha com Antônio Carlos Magalhães, Ministro das Comunicações, em troca de passar para ela a concessão da emissora na Bahia. E com o valioso auxílio da Veja, ajudando a crucificar Garnero.

No governo Collor, quando as teles caminhavam para a digitalização, foram tentadas duas jogadas para viabilizar a NEC.

No Rio, a Telerj, presidida por Eduardo Cunha, tentou impor os equipamentos da NEC na implantação do serviço celular. O inacreditável Ministro da Infraestrutura João Santana tentou fazer o mesmo junto à Telesp.

Colunista da Folha, Jânio de Freitas ajudou a bloquear a jogada da Telerj. Também colunista do jornal, tive papel no bloqueio da jogada da Telesp.

A jogada de ambos consistia em uma pré-seleção de cinco empresas que tivessem equipamentos compatíveis. Depois, caberia a eles selecionar a vencedora.

Jânio escreveu uma coluna pesada contra a manobra de Cunha, e eu outra coluna denunciando a jogada de João Santana.

Uma semana depois Santana me chamou a Brasília. Entrei na sua sala e ele pediu para o chefe de gabinete entrar e me estendeu uma nova minuta:

– Mudamos o edital. Veja o que acha deste novo.

Disse-lhe que não era consultor de governo. Ele que divulgasse a nova minuta, eu consultaria minhas fontes e apresentaria minha opinião através do jornal.

Essa capacidade de auto-regulação da imprensa acabou com a gradativa aproximação dos grupos de mídia, associando-se e, depois de 2005, montando o grande pacto.

A partir daí, houve ampla liberdade e quase nenhuma transparência para os negócios públicos e privados.

Nassif lembra o dia em que a Globo foi salva pelo BNDES | Brasil 24/7

20/05/2015

Para proteger PCC, PSDB persegue Lula

pozzobomA blindagem do PSDB na velha mídia vem de longe. Mas vamos começar pela Folha, que em editorial admitiu que há proteção ao partido do Frias. Lá longe, quando Eliane Cantanhêde fazia parte dos celetistas da Folha, justificou a proteção por considerar o PSDB, ao contrário do PT, uma massa cheirosa

Antes, Judith Brito e a ANJ admitiram que os grupos mafiomidiáticos estavam na oposição ao lado do DEM/PSDB.

No âmbito das proteções institucionais os exemplos são exuberantes. A começar pela proteção mafiosa do então Procurador Geral Geraldo Brindeiro, também conhecido por Engavetador Geral. O MP, na pessoa do procurador Rodrigo De Grandis é só mais um exemplo da parcialidade de um órgão totalmente viciado em tucanar as investigações tucanas. Nem vamos falar em Gilmar Mendes, um jagunço a serviço do PSDB no STF.

A admissão literal pelo deputado tucano gaúcho, Jorge Pozzobom, de que tucano, ao contrário de petista, nunca é punido pelo Poder Judiciário entrou para o folclore do cinismo mais hipócrita da política desta direita golpista. Pior, denuncia um compadrio vergonhoso para quem tem vergonha na cara.

Como pode ter vergonha se o presidente do partido, Aécio Neves, acha natural dirigir bêbado e sem carteira? Ocupar cargo público em Brasília quando ainda era estudante no Rio de Janeiro. Com apenas 21 anos já era designado pelo tio Tancredo presidente da Caixa Loterias? Com 25 anos, graças à relação do tio Tancredo com José Sarney, ganhou duas rádios em Minas Gerais. É o mesmo sujeito que, governador, botou a irmã, Andrea Neves, para distribuir as verbas publicitárias para as rádios e jornais da família. Ela também distribuía para O Estado de Minas, e por aí se justifica a resposta deste grupo ao artigo do Mauro Chaves no Estadão(Pó pará, governador!) com o também antológico “Minas a reboque, não”.

A saga do Diadorim roseano continua com a distribuição de aecioportos pelas terras da família em Cláudio e Montezuma. Tio Quedo agradece! Não bastasse isso, mesmo depois de ter saído do governo de Minas, continuou usufruindo do transporte do helipóptero do Estado (http://www1.folha.uol.com.br/poder/2015/05/1623938-aecio-usou-aeronaves-de-minas-apos-deixar-governo-do-estado.shtml).

Os ataques do PSDB são puro diversionismo. Contando com a parcialidade da mídia organizada entorno do Instituto Millenium, o PSDB busca jogar nas costas do PT tudo que fez durante os 8 anos de FHC, nos governos do Choque de Gestão do Aécio em Minas, do Cássio Cunha Lima na Paraíba, do Antônio Imbassahy, Geraldo Alckmin em São Paulo, Beto Richa no Paraná e Yeda Crusius no RS.

Para esconder a epidemia de dengue, a crise d’água e o PCC em São Paulo, o PSDB persegue Lula. É o fator  2018 assombrando e potencializando a síndrome de abstinência de um partido que sobrevive com ajuda de aparelhos, aparelhos mafiomidiáticos.

Nem vamos entrar no terreno da transformação de Minas Gerais em centro de distribuição de drogas para o Nordeste, como divulgou a ADPF. A síndrome de abstinência, basta olhar para cara, não é só do Poder no Planalto Central.

Também, o que se pode esperar de um partido que vive a reboque de uma múmia traída pela própria amante, esse mercenário do EUA conhecido por FHC?!

‘PSDB, seu passado te condena’ bomba nas redes

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Campanha, convocada pelo PT em protesto à propaganda do PSDB e mobilizou as redes sociais com a frase "PSDB, seu passado te condena"; a hashtag foi a mais citada no Twitter no Brasil e ficou em quinto lugar no ranking mundial da plataforma; internautas compartilharam publicações com notícias negativas sobre a gestão do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e de outras lideranças tucanas, como o senador Aécio Neves (MG)

20 de Maio de 2015 às 06:32

247 – O PT reagiu à propaganda do PSDB e mobilizou as redes sociais com a frase "PSDB, seu passado te condena". A hashtag foi a mais citada no Twitter no Brasil e ficou em quinto lugar no ranking mundial da plataforma.

A campanha começou pouco antes do programa do PSDB ir ao ar, com publicações com notícias negativas sobre a gestão do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e de outras lideranças tucanas, como o senador Aécio Neves (MG).

Na peça, Aécio decidiu radicalizar ainda mais o discurso contra o Partido dos Trabalhadores e o governo da presidente Dilma Rousseff: "O Brasil precisa saber definitivamente quem roubou, quem mandou roubar e quem, sabendo de tudo, se calou ou nada fez para impedir", dirá o tucano na TV.

FHC também critica a "roubalheira" na Petrobras e diz que a "raiz da crise" atual está na eleição do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

‘PSDB, seu passado te condena’ bomba nas redes | Brasil 24/7

12/01/2015

Je vous salue, Charlie!

Filed under: Charlie Hebdo,Direita Hidrófoba,Neofascismo,Neonazistas — Gilmar Crestani @ 7:44 am
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charilie identidadeLiberdade de expre$$ão ou discurso de ódio?!

Porto Alegre hospedou um certo Siegfried Ellwanger Castan e sua editora Revisão, que duvidava do Holocausto Judeu. Escreveu alguns livros e o STJ, mediante provocação, proibiu a venda e a prisão do ousado revisionista. Merecidamente foi proibido de escrever e publicar o seu revisionismo. Incrivelmente os mesmos que protestavam e se insurgiam contra Castan são hoje defensores ferozes da “liberdade de expressão” do pessoal do Chalie Hebdo(madário) francês. Não é inacreditável que os movimentos neonazistas da europa, como os neofascistas da Liga Norte (Polentoni) na Itália estejam todos contra os imigrantes, inclusive os do sul da Itália (Terroni).

Os mesmos que festejaram, merecidamente, a derrubada do Muro de Berlim, estão criando muros por todos lados. Ontem foi o dia de acertarem o segredo de mais cadeados para tornarem as portas migratórias mais herméticas. Vendo quem são os defensores dos bloqueios das ondas migratórias só posso chama-los de HIPÓCRITAS, posto que representam países colonialistas, que invadiram e impuseram leis, religiões e costumes aos agora migrantes.

Hoje os que vestem a máscara negra do Je suis Charlie também vestiram o manto da censura ao Je vous salue, Marie, do Jean-Luc Godard.

Parodiando a reza Ave Maria em francês: Je vous salue, Charlie, vide de grâce! Eu vos saúdo, Carlos, vazio de graça… Tudo o que se faz diminuindo o outro não pode ser considerado humor. Sem contar a obsessão.

A mídia internacional está faturando encima do ataque terrorista. Nada justifica a morte, muito menos aquelas decorrentes de atos terroristas por divergência de opinião. Deve-se repudiar qualquer ato terrorista. Então pergunto o que faria um pai, irmão, filho que veja os seus serem dizimados por estarem no teatro de guerra só pelo fato de pertenceram a determinada etnia ou religião? Qual a diferença entre um massacre provocado por um Drone ou um ataque perpetrado por duas pessoas?

O que é um ato terrorista? A cultura da eliminação de quem pensa diferente é uma cultura terrorista? Quantas vezes os países onde prepondera a religião muçulmana provocaram guerras contra outros países usando por álibi terem, os invadidos, religião não muçulmana?

A mídia brasileira faz questão de esquecer que o WikiLeaks vazou um documento que desnudava uma estratégia da CIA: Strategy for Engaging Brazil on Defamation of Religions”. O ódio religioso é uma indústria azeitada e ajeitada pela máquina de guerra norte-americana e seus ventríloquos pelo mundo.

Aliás, alguém ainda lembra da “cruzada” do Bush contra as armas de destruição em massa do Iraque?! Quem não sabe o que foram as Cruzadas?

O ataque não foi contra as charges, mas contra aquilo que as charges simbolizavam: o desprezo ocidental pela religião muçulmana. A desgraça da religião muçulmana foi ter nascido encima do petróleo. O ódio aos muçulmanos devido ao petróleo é compensado pelo amor ao Dalai Lama, por ser anti-china. Pelo que se saiba o Tibet não produz petróleo…

O que se verifica são os dois pesos e duas medidas, mas todas a favor da criminalização dos povos que professam a fé no profeta Maomé. Não é muita coincidência que os mesmos nazi-fascistas da Ucrânia estejam abraçados a favor da cruzada agora contra o terrorismo muçulmano?

Anders Behring Breivik , o norueguês que matou mais de 70 pessoas, era tratado pela imprensa como atirador. Já os indivíduos que participaram do massacre em Paris são tratados como "terroristas". Conseguem perceber a diferença de tratamento? Assim a imprensa vai modificando nossas cabeças… Professor de Relações Internacionais da PUC-SP Reginaldo Nasser coloca a diferença de tratamento entre o atentado à revista francesa Charlie Hebdo e o ataque realizado em 2011 na Noruega: “Quando se descobriu que o autor era de extrema-direita, a explicação foi de que era um louco. Quando se trata do islâmico, a tendência da grande mídia é associar um a todos”. Por que não houve repúdio internacional à chacina dos estudantes mexicanos incinerados pelo narcotráfico? Onde estavam os chefes de Estado que não cobraram providência dos traficantes mexicanos e dos consumidores norte-americanos. Aliás, em se falando do mercado consumidor, há uma boa entrevista do ator argentino Ricardo Darín.

Assim como o mercado consumidor de drogas são os EUA, também é verdade que o maior vendedor de armas (Irã-contras) são os EUA. São eles que faturam vendendo armas para aqueles que depois fazem “cruzadas” contra o obscurantismo. Quem está por traz da morte de Muamar Kadafi, da Líbia, Mubarah, do Egito, Saddam Hussein, do Iraque, Bin Laden, no Afeganistão?! São os mesmos que financiaram estes personagens enquanto lhes eram úteis. Aliás, são os mesmos que ajudaram a implantar ditaduras a partir do México para baixo.

Os EUA, como a Rede Globo, deve ser um balizador, um sinalizador do lado que deveremos estar. Na mesma direção mas em sentido oposto! SEMPRE!

21/12/2014

HiPÓcritas sem noção do ridículo

Filed under: Aécio Neves,Loucura,Síndrome de Abstinência — Gilmar Crestani @ 10:25 am
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aécio posseNão dá para entender a tresloucada cavalgada do PSDB rumo à piada pronta. São várias síndromes de abstinência.

A primeira, do poder, que Sérgio Motta sonhou ser de 20 anos, mas que serão pelo menos 16 fora, com possibilidade de Lula voltar em 2018…

De falta d’água, que desidrata o corpo e aniquila a massa encefálica, joga no lixo a fanfarronada do choque de gestão e reduz a meritocracia e frase de auto ajuda de quinta categoria.

A outra síndrome não permite às pessoas que votaram no PSDB questionarem o próprio partido a respeito desta descida desenfreada à ribanceira política. Como na análise clássica de Marshall Berman, “tudo que é(era) sólido desmancha no ar.

A última síndrome, verdadeira, de abstinência não pode ser mencionada sob risco de sofrer um processo da equipe de advogados de Aécio Neves. Todos os que não forem Mauro Chaves, José Serra ou Juca Kfouri estaremos sujeitos a termos de enfrentar processo judicial. Imagine se Lula e Dilma processasse todos os que lhes atribuem coisas muito piores do que a de consumidores de cocaína.

O articulista da Folha cataloga os destroços e com eles encontra as marcas digitais para um diagnóstico devastador do que virou o PSDB: PIADA!

BERNARDO MELLO FRANCO

Choro de perdedor

BRASÍLIA – O PSDB pediu à Justiça Eleitoral que anule os votos de Dilma Rousseff e entregue a faixa de presidente ao candidato derrotado Aécio Neves. A ação tem 54 páginas e um início espantoso. Afirma que a petista teve uma "pífia vitória nas urnas" e que sua legitimidade é "extremamente tênue", apesar da vantagem de 3,4 milhões de votos. Por dever de ofício, continuei a leitura.

O primeiro argumento tucano é que Dilma abusou do poder político ao convocar cadeias de rádio e TV para se promover. É verdade, mas ela já foi condenada e multada por isso.

Os exemplos citados são de março, no Dia da Mulher, e maio, no Dia do Trabalho. A campanha só começou em julho, e depois Marina Silva e o próprio Aécio chegaram a ultrapassar a petista nas pesquisas. Atribuir sua reeleição a dois pronunciamentos no primeiro semestre é uma ofensa ao eleitor, que já foi punido com a overdose de exposição dos três candidatos na propaganda obrigatória.

Algumas páginas adiante, o PSDB afirma que sindicatos apoiaram a candidata do PT. É uma acusação tão ociosa quanto dizer que bancos cerraram fileiras com o tucano.

Como provas, o texto enumera outdoors espalhados por professores mineiros em endereços como a rua 33, em Ituiutaba, e a avenida Pau Furado, em Uberlândia. Se Aécio pensa ter encontrado aí a razão do fracasso em seu próprio Estado, o PT já pode gelar o champanhe para 2018.

A ação ainda enfileira irrelevâncias como a publicação de notícias simpáticas à presidente em um site oficial e o transporte gratuito de eleitores para um comício em Petrolina.

Por fim, o PSDB cita Paulo Roberto Costa, o ex-diretor da Petrobras, para sustentar que Dilma foi bancada por empreiteiras corruptas. Muitas também financiaram Aécio, mas isso é o de menos. Se as denúncias forem confirmadas ao fim do processo, a oposição poderá até defender o impeachment da presidente. Tentar impedir sua posse agora, no tapetão, parece apenas choro de perdedor.

19/05/2014

Ração para vira-lata: 50% a mais de gasto com a Copa

Filed under: Complexo de Vira-Lata,Copa 2006,Copa 2014 — Gilmar Crestani @ 9:09 am
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copa da hipocrisia

O complexo de vira-lata se confunde com o torcidômetro do contra.  Quando o Brasil anunciou a vinda da Copa e das Olimpíadas, ninguém se mostrou contra. Pelo contrário, o que teve de político tentando tirar uma casquinha da conquista do Lula não está no gibi. De repente, os que não tem voto descobriram que torcer contra a Copa poderia ser a única arma para derrotarem Lula e Dilma. Até aí, nada demais, é direito dos políticos tiraram proveito de tudo o que lhes der retorno político. Algo bem diferente são os jornais, revistas, rádios e Tvs embarcarem na onda só para favorecerem seus parceiros. As disputas pela hegemonia ideológica conta com a ignorância das pessoas cuja inveja é o atributo que floresce sempre que alguém consegue fazer o que nem em sonho conseguiram. São alimentados pelas vozes do ódio contra quem faz. Torcem para quem só sabe desfazer, destruir,vender… Viva os vira-bostas da mídia e seus vira-latas que comem ração que lhes é fornecida gratuitamente.

02/06/2006 – 09h09

Alemanha gastou 50% a mais que o previsto com estádios

copa 2014 glçoboRodrigo Mattos
Da Folhapress
Em São Paulo

Na construção dos estádios da Copa do Mundo, os organizadores alemães ultrapassaram os gastos previstos e estouraram prazos de obras. É o que mostra comparação entre o documento de candidatura da Alemanha para o Mundial e os dados do site do Comitê Organizador, após as reformas.

ESTÁDIOS TERÃO NÚMERO MENOR DE ASSENTOS DO QUE PREVISTO

A maioria dos estádios alemães terá menos lugares para o público na Copa do que previa a candidatura. Boa parte deles ficou maior do que o plano, mas, para o Mundial, foram reduzidos os assentos disponíveis aos torcedores.
São dez os estádios que receberão menos gente do que estava planejado. As exceções são os campos de Kaiserslautern e de Dortmund, cuja capacidade inicial foi ampliada.
Sede da final, o estádio de Berlim foi um dos que mais encolheram para o Mundial. Para a decisão, terá 10 mil lugares a menos do que o prometido.
Na candidatura, a previsão era de um estádio de 77.190 pessoas, sendo 65.268 de torcedores.
O estádio construído comporta 74.220 pessoas. Por segurança, a capacidade caiu para 66.021 na Copa. Excluídos os VIPs e a imprensa, sobraram 55.562 lugares na final.
Todos os estádios sofreram restrições similares. Considerada a capacidade total, sete deles tiveram aumento em relação à proposta inicial. Mas, com as reduções impostas para a Copa, receberão menos gente que o previsto. Três deles ficaram, efetivamente, menores. E dois estão iguais ao planejado.

copa dos oportunistasEntregue em 2000 à Fifa, a proposta alemã previa gastos de 940,6 milhões de euros (R$ 2,8 bilhões) com os 12 estádios escolhidos para o Mundial. Mas as despesas da Alemanha com essas reformas totalizaram 1,410 bilhão de euros (R$ 4,2 bilhão).
Houve acréscimo de 471,1 milhões de euros (R$ 1,4 bilhão), ou seja, 50% mais do que o previsto.
A explosão de gastos ocorreu em 10 dos 12 estádios. A maior diferença foi em Munique.
A idéia inicial era reconstruir o Estádio Olímpico, com investimento de 84,6 milhões de euros (R$ 249,3 milhões). Mas os clubes Bayern de Munique e o TSV 1860 bancaram um novo estádio, a Alianza Arena, por 280 milhões de euros (R$ 825,4 milhões).
Em Nuremberg, porém, o custo foi multiplicado por quase 20 vezes e tudo foi pago pelo Estado e prefeitura locais.
As prefeituras, os Estados e o governo federal bancaram a maior parte dos gastos da Copa, empregando 620 milhões de euros (R$ 1,8 milhão). Clubes e empresas pagaram o restante.
"Há muito mais dinheiro privado neste Mundial do que no de 1974. Naquela época, era só dinheiro publico", explicou o vice do Comitê Organizador Wolfgang Nierbach à "Folha de S.Paulo".
Além dos gastos inflados, 7 dos 12 estádios foram completados depois do prazo prometido. Sttutgart protagonizou o maior atraso. Previsto para agosto de 2001, só foi inaugurado no final de 2005.
Três ficaram prontos nas datas previstas. Hannover e Colônia anteciparam as obras.
A Alianza Arena estourou o prazo por 35 meses. "Os clubes quiseram fazer um novo estádio por conta deles", explicou Stephan Eiermann, assessor do Comitê Organizador. Foi um dos cinco estádios novos.
Ainda há novas praças em Gesenkirchen, Hamburgo, Frankfurt e Leipzig. Em outras sete sedes, houve reformas.

23/04/2014

A Folha abre espaço à hipocrisia do Senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB/SP)

Aloyisio NunesNa Folha de hoje, 23/04/2014, Aloysio Nunes Ferreira (único sentado na imagem ao lado) tem espaço para falar da aprovação do Marco Civil da Internet. Consegue escrever: “Um dos três pilares do Marco Civil, a neutralidade da rede foi garantida na Câmara dos Deputados.” Quem bom que ele comemore, em artigo para a Folha, a aprovação de um projeto que garante a liberdade de expressão da internet. Mas nestes tempos de internet livre, a hipocrisia não dura uma manhã. Em oposição ao seu festejado artigo, imagem de sua participação e entusiasmo, assim como de seu parceiro de partido, Agripino Maia, é comovedora.

As imagens fornecidas por  Moreira Mariz/Agência Senado são, desculpe a redundância do mau trocadilho, reveladoras de como o PSDB e DEMo lutaram pela liberdade de expressão na internet.

Para quem não lembra, o Senador do PSDB de São Paulo foi um dos agraciados por Paulo Preto com R$ 300 mil…

ALOYSIO NUNES FERREIRA

Marco Civil é bom, mas poderia ficar melhor

Ao especificar de antemão o que deve ser colocado no lugar do conteúdo considerado ofensivo, o Marco Civil limita o poder decisório do juiz

Um dos três pilares do Marco Civil, a neutralidade da rede foi garantida na Câmara dos Deputados. Todo conteúdo será tratado da mesma maneira, e o provedor é proibido de diminuir a velocidade de um serviço em favor de outro.

Ao Senado, caberia ampliar o debate a respeito da guarda de dados dos usuários. Ficaria para a Casa a tarefa de amarrar as pontas que envolvem os outros dois pilares do projeto: privacidade e segurança. Essa discussão, porém, não aconteceu.

O PLC (projeto de lei da Câmara) nº 21/2014 foi aprovado ontem às pressas para atender ao cronograma da presidente Dilma Rousseff com pouquíssimas emendas acatadas: apenas aquelas que alteram a redação do texto e não obrigam sua devolução à Câmara. Defensor da internet livre e da neutralidade da rede, apresentei 16 emendas. Quase todas foram rejeitadas.

Concordo com o pai da web, Tim Berners-Lee, que alertou para questões que ainda precisam ser discutidas, embora o texto represente o que a internet deve ser –aberta, neutra e descentralizada. Havia, porém, artigos que precisavam ser modificados em nome dessa liberdade.

Um deles é eliminar o acesso a informações pessoais por autoridades administrativas porque dá margem à possibilidade de criação de um "big brother" oficial. Por isso, sugeri que a competência local para requisitá-las é do delegado de polícia e do Ministério Público.

Reforcei também a inviolabilidade: "O conteúdo das comunicações privadas será solicitado por ordem judicial e para fins de investigação criminal ou processual penal". O texto atual exige apenas ordem judicial, sem discriminar em quais situações é permitido obtê-las.

Um assunto que está na ordem do dia é a superexposição, e o Marco Civil traz exigência desnecessária: substituir conteúdo ofensivo por motivação judicial ou fundamentação da ordem de retirada. Não se pode limitar o poder decisório de um juiz, uma vez que a lei já permite ao ofendido incluir pedido de retratação ou resposta. Ao especificar de antemão o que deve ser colocado no lugar do conteúdo considerado ofensivo, o Marco Civil limita a aplicação da lei.

Outra questão delicada é a punição a provedores de aplicação caso não tomem providências, após ordem judicial específica, para "tornar indisponível" conteúdo apontado como infringente. O uso da expressão "tornar indisponível", aliado à ideia imprecisa do interesse da coletividade, pode ser instrumento de censura, contrariando o propósito da lei. E pode resultar em uma avalanche de ações em juizados especiais, porque o texto atrai para esse foro simplificado a competência para processar essas causas.

A não especificação de conteúdos sujeitos a indisponibilização pode abrir brecha contra a liberdade de imprensa sempre que uma notícia for reputada como desfavorável.

Uma resposta importante que o Marco Civil dá é exigir apenas uma notificação do usuário para retirada de conteúdo que viole a intimidade pela divulgação não autorizada de imagens ou vídeos com cenas de nudez ou ato sexual. Essa regra de exclusão, porém, não oferece tratamento igual a situações que violem a dignidade humana, como o caso da garota cuja tortura feita por uma colega motivada por ciúme foi filmada e postada nas redes sociais. Ou do jovem que compartilhou o vídeo do assassinato de sua ex-namorada.

Houve tentativa de assegurar a ampla defesa e o contraditório no caso de infrações cometidas por provedores de conexão e de aplicação, e a multa representará 10% do faturamento bruto do grupo, e não o faturamento sem tributos, como previsto. Da forma como está, a penalidade abrange impostos federais, estaduais ou municipais, além de contribuições sociais e taxas. Se implantada, a medida fere o princípio da isonomia.

A chamada Constituição da internet é boa, mas poderia ficar melhor. Votei a favor do Marco Civil, mas fui contra esse afogadilho. Ontem, o Senado não pôde exercer seu dever de aprimorá-lo. Parlamentares, temos a obrigação de revisar as leis originárias na Câmara para, posteriormente, aprimorá-las. É o que diz a Constituição brasileira.

ALOYSIO NUNES FERREIRA, 69, advogado, é líder do PSDB no Senado Federal

21/04/2014

Já teve #foca, #vaitercopa, mas #vaifaltaragua

Filed under: Copa 2014,Crise da Água,Manada,Racionamento de Água — Gilmar Crestani @ 11:49 pm
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Cadê o pessoal do “Padrão Foca”? A hipocrisia dos #nãovaitercopa nunca fez um #nãovaiterF1

21 de abril de 2014 | 14:32 Autor: Fernando Brito

boxesinterlagos

Não tenho nenhum fetiche com Copas do Mundo. Ou com Olimpíadas. Ou com Rock in Rio. Ou com festa de qualquer espécie.

Para não ser mentiroso, só algumas  me agradam e a elas tenho faltado nos últimos anos: os reencontros com meus amigos de faculdade, que conheci há quase 40 anos, um momento raro em que todos – ou eu, ao menos,  – podemos ao mesmo tempo conversar a sério e também agir feito uns bobalhões, sempre unidos por uma fraternidade e carinho que nos mantém jovens.

Inclusive a mim, que sempre fui um “velho”, como diz meu filho, mesmo quando era “novo”.

O que não me impede, ao contrário, de reconhecer a festa, a alegria, até uma certa insensatez (a gente enche o saco de ser sensato todo o tempo, né?) como algo próprio e indispensável para as coletividades humanas e de lembrar das palavras de Leonardo Boff de que “a festa é o tempo forte da vida, onde os homens dizem sim a todas as coisas”.

Mas vejo um imenso festival de hipocrisia neste “estamos gastando um dinheirão na Copa, que poderia estar sendo gasto em saúde, educação, etc…”

É claro que gastamos pouco – sobretudo porque temos pouco para gastar – em saúde, educação, etc…

Mas o que gastamos todo ano em saúde e educação é muitas vezes mais do que está sendo gasto na Copa.

É curioso que não se aplica o mesmo raciocínio, na mídia e no senso comum, que gastamos nos vários anos de preparação da Copa o equivalente a dez vezes menos tudo  o que consumiram os juros de nossa dívida por ano, por exemplo, que foram R$ 265 bilhões.

Ou se quiserem uma comparação mais efetiva: a Copa gastou muito menos que o que se economizou, em 2011, com a redução das taxas de juros durante o período em que Dilma cometeu a “heresia” de enfrentar o “mercado”, de agosto de 2011 e outubro de 2012.

Foram R$ 40 bilhões de economia em um só ano, em valores atualizados, quase o triplo do que está saindo em seis ou sete anos de gastos orçamentários da União e dos Estados com as obras de mobilidade urbana e outras que têm ligação com a Copa. Mesmo se considerados os gastos privados e os empréstimos feitos para a construção dos estádios, ainda assim a “caixinha” feita com a redução dos juros dá para cobrir e sobra muito dinheiro.

E você, prezado amigo e querida amiga, viu alguma grita contra a alta de juros?

Ou, ao contrário, viu protestos contra essa “heresia”, que ameaçou espantar os turistas do capital estrangeiro?

Alguém aí sabe apontar algum “legado” desta grana que se foi com os juros?

Ou viu algum cartaz pedindo escolas ou hospitais “padrão Selic”?

Isso é de um primarismo mental tão grande que se derruba com algumas perguntinhas básicas.

Alguém reclama de São Paulo gastar uma fortuna para promover a Fórmula 1? Ou não é consenso que o GP, que é infinitamente menor em termos de repercussão mundial do que uma Copa do Mundo é um bom investimento para a  Cidade?

Mas o que tem uma coisa a ver com a outra? Tudo.

Vejamos.

A última “facada” da Foca (a Fifa do automobilismo) em São Paulo foi de quase 200 milhões e não vi ninguém dar um pio. E basicamente para refazer os boxes do autódromo, que não têm nenhuma serventia senão abrigar os carros e os mecânicos!

Um espaço para abrigar 20 carros e 300 ou 400 mecânicos e trocadores de pneus custar quase 25% do preço de um estádio para 60 mil pessoas não deveria ser motivo para indignação? E o estádio é financiado e o empréstimo vai ser pago, enquanto o autódromo é a fundo perdido….

E o legado? A F-1 deixa alguma avenida, VLT, BRT, Metrô, aeroporto, parque, alguma coisinha para a cidade e a população, além do movimento turístico de três dias?

Nadica de nada!

Mas ai do seu Haddad se se recusa a gastar essa dinheirama no autódromo e perde o GP para outra cidade!

Ia ser de incompetente, populista, irresponsável para baixo!

Os mesmos comentaristas de rádio, jornal e televisão que desancam a Copa iriam desancá-lo.

Também não tem escola e hospital “padrão F-1″ nem “Padrão Foca”…

Ou será que é diferente quando é um negócio milionário para a Globo?

Cadê o pessoal do “Padrão Foca”? A hipocrisia dos #nãovaitercopa nunca fez um #nãovaiterF1 | TIJOLAÇO | “A política, sem polêmica, é a arma das elites.”

12/12/2013

Corrupção, qual é a sua?

Filed under: Corrupção,Corruptores — Gilmar Crestani @ 8:29 am
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Fui ao médico usando plano de saúde particular, com horário marcado. Fui atendido 50 minutos atrasados. Neste período, três representantes de laboratórios passaram na minha frente com as tradicionais malas pretas com produtos que o médico depois iria me receitar. Minha consulta terminou antes de cinco minutos, quando médico se levantou demonstrando impaciência com a demora. Isso não é corrupção, claro. É só um acerto de contas…

E vamos para os grandes processos envolvendo corrupção. Fica claro que o Poder Judiciário tem alguma facilidade para condenar um mendigo com garrafas com álcool e pinho sol, mas tem grandes dificuldades para prender grandes empresários.

KENNETH MAXWELL

O acerto de contas

A corrupção é um fato corrosivo da vida. Especialmente a corrupção ao velho estilo. Mas uma coisa que é muito clara a respeito do Brasil é que a corrupção é completamente multipartidária e se estende muito além da classe política. Os corruptos, afinal, precisam daqueles que desejam alguma coisa do governo e que estão dispostos a pagar por ela.

Aqueles que se beneficiam dessas redes clandestinas de comissões, acordos especiais e favores políticos não são a vasta maioria da população brasileira. Os brasileiros comuns sofrem as consequências desses desvios na forma de edifícios precariamente construídos, transporte excessivamente caro e serviços públicos deficientes. E muitos brasileiros, especialmente os mais jovens, estão completamente cheios desse processo todo.

O índice mundial de percepção de corrupção para 2013, publicado na semana passada pela Transparência Internacional, compara abusos de poder, acordos clandestinos e subornos nos setores públicos de 177 países; o índice 0 indica um país altamente corrupto, e o índice 100 revela um país completamente íntegro. Nessa escala, o Brasil ocupa o 72º lugar, junto com a África do Sul.

Os outros países que integram os Brics se saem bem pior do que o Brasil. A China está em 80º lugar, a Índia em 94º e a Rússia em 127º.

Os países menos corruptos são a Dinamarca e a Nova Zelândia. A última posição do ranking, o 175º lugar, é dividida por Afeganistão, Coreia do Norte e Somália. O Brasil conseguiu pelo menos subir um posto em relação ao ranking de 2012.

Joe Leahy, do "Financial Times", reportou de São Paulo, nesta semana, sobre o Platinum Partners, um fundo de hedge de Nova York que está investindo em tentativas de recuperar os bilhões de dólares roubados no Brasil como resultado de fraudes.

No ano passado, um tribunal de Nova Jersey ordenou a restituição de US$ 10,5 milhões de contas vinculadas a Paulo Maluf, no que pode ter sido o primeiro sucesso brasileiro na recuperação internacional de dinheiro desviado por fraudes.

Penetrar as complicadas estruturas de companhias de fachada usadas para as fraudes pode ter custos judiciais elevados. Mas o advogado canadense Martin Kenney disse a Leahy que seu escritório estava a ponto de recuperar R$ 900 milhões em um caso brasileiro.

Será irônico se a lei, com seu alcance internacional, vier, por fim, a ser o instrumento da queda dos corruptos, algo que os políticos brasileiros, de todos os partidos, singularmente fracassaram em realizar.

KENNETH MAXWELL escreve às quintas-feiras nesta coluna.

Tradução de PAULO MIGLIACCI

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