Ficha Corrida

15/03/2015

Abusado: Aécio sem aviãozinho é como guri sem bala

Ato falho de um Abusado. Freud explica. De que adianta construir tantos aeroportos nas terras dos titios se os heliPÓpteros não puderem decolar?!

Aécio não deve ter se dado conta da informação da ADPF, de que Minas Gerais virou centro de distribuição de drogas para o Nordeste. Ora, o PSDB se espalho para o Brasil inteiro. Jorge Pozzobom é um exemplo de sua contaminação no RS. Pozzobom sabe, por experiência própria e partidária, que o PSDB tem imunidade para roubar ou mesmo praticar qualquer tipo de tráfico. A mídia, que dá proteção a ele, Pozzobom, também faz sumir dos noticiários um helicópero com 450 kg de cocaína.

Não é piada! Aécio convoca manifestação falando em jatinho…

14 de março de 2015 | 14:25 Autor: Miguel do Rosário

aecio

Saiu no site do Globo (prefiro nem dar o link), com destaque: “Em vídeo, Aécio convoca manifestantes e diz que rua é do povo como o céu é do avião”.

No dia da poesia, Aécio detona o texto de Castro Alves (“a praça é do povo, como o céu é do condor”), e fala em avião?

Logo ele, que fez um aeroporto na fazenda do titio só para ele usar?

Bem, podia ser pior (e ainda mais engraçado).

Aécio podia falar em helicóptero…

Pausa para rir até segunda-feira.

Não é piada! Aécio convoca manifestação falando em jatinho… | TIJOLAÇO | “A política, sem polêmica, é a arma das elites.”

30/01/2015

Eis a explicação do porquê seus seguidores são tidos por manada

Filed under: Aécio Neves,Gagged in Brazil,Manipulação — Gilmar Crestani @ 9:48 am
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E pensar que o elemento teve quase 50 milhões de votos?! Como diria aquele vira-lata, só no Brasil! Além de ter abocanhado o troféu de pior senador da república no ranking da Veja, Aécio Neves notabilizou-se por colocar a irmã, Andrea Neves para distribuir as verbas de publicidade no Governo de Minas Gerais. A velha mídia, sempre pronta para denunciar o nepotismo em em seara alheia, não diz uma vírgula a respeito de Minas. Assim como Muito Além do Cidadão kane, documentário sobre as patifarias da Rede Globo, Aécio Neves ganha nova repercussão mundial. A primeira na carreira…… foi aquela da TMZ

Os critérios da manada para escolher um Presidente leva em conta os seguintes aspectos: ser corno da própria amante (FHC x Miriam Dutra, Exame de DNA); amizades com helipópteros de 450 kg de pó, gazeteiro e o pior senador da República, além de notório perseguidor da opinião desfavorável (Aécio Neves); ou picolé de xuxu, que privatiza para depois pedir água ou R$ 3,5 bilhões ao Governo Federal. A lista é tão grande quanto a manada, por isso vou parar por aí.

Gagged in Brazil: O documentário proibido sobre MG que Aécio não conseguiu censurar

27/01/2015 MÍDIA

GaggedinBrazil

A Current TV, difundida na Europa, Estados Unidos e outras partes do mundo, distribuiu um documentário sobre a censura à imprensa mineira durante o governo Aécio.

O vídeo se inicia com uma entrevista com o professor Fernando Massote, que analisa e denuncia os fatos envolvendo o governo Aécio Neves.

É assim que a imprensa internacional corre em ajuda aos mineiros, para compensar o silêncio da mídia local sobre tudo o que não interessa ao Palácio da “Liberdade”. Confira, abaixo, o documentário, distribuído em francês, inglês e português.

Gagged in Brazil: O documentário proibido sobre MG que Aécio não conseguiu censurar | BR29 notí­cias

06/07/2014

Exportações made in Gerais: helipópteros, viadutos, ET de Varginha…

helipopero

JANIO DE FREITAS

A obra maior das empreiteiras

A queda do viaduto de BH tem dois antecedentes que, se não determinaram, ao menos contribuíram para o desastre

O fato de ser obra prevista para a Copa interessou mais, na queda do viaduto em Belo Horizonte, do que o desastre e suas consequências. Assim ficou evidenciado nas manchetes das primeiras páginas mais importantes, todas referidas à "obra da Copa", ao "viaduto da Copa", à "obra do Mundial". Uma coisa não tem a ver com a outra. À parte o componente trágico, o que importa é isto: sempre as empreiteiras de obras públicas. Na sucessão interminável, ou a calamidade é moral, de corrupção e assalto aos cofres públicos com fraude, cartel, superpreço e reajustes; ou é física, com a péssima qualidade dos serviços prestados e os desastres também daí decorrentes. Até quando e até onde irá essa liberdade dos grandes empreiteiros, eis um dos grandes mistérios do Brasil.

A queda do viaduto de BH tem dois antecedentes que, se não determinaram, ao menos contribuíram muito para o desfecho tido pela obra. Há exatos cinco meses, foi constatado que a estrutura de um outro viaduto em construção deslocara-se imprevistamente. Obra a cargo da Cowan. Razão, portanto, para que a empreiteira e a prefeitura de Belo Horizonte redobrassem a fiscalização na obra, pela mesma Cowan, do viaduto que veio a ruir. O desastre comprova que não houve tal cuidado.

Para chegar à construção desastrada, a Cowan foi parte de uma operação bem ilustrativa das relações, e suas consequências, entre empreiteiras e poder público. O consórcio formado também pela empreiteira Delta tornou-se ganhador da obra sem que sequer estivesse constituído, figurando nos documentos contratuais, em lugar do seu, o número de cadastro da própria prefeitura de BH. Fraude que, por si só, atesta a união dos dois lados em tudo o que daí decorreu.

Com o escândalo que notabilizou o personagem goiano apelidado de Carlinhos Cachoeira, a Delta saiu do consórcio. Comprovada sua ligação com aquele personagem, o dono da Delta, Fernando Cavendish, fez uma transação mal explicada para afastar da empresa o seu nome e, como complemento, também o nome da empreiteira em certos contratos. Sem que essas retiradas devam ser entendidas, necessariamente, como saída dos negócios e acordos, todos muito lucrativos.

A Cowan é empresa mineira. A quantidade e a facilidade com que obtém contratos em Minas é admirável. Predomínio regional não é, porém, peculiaridade da Cowan. É regra em muitos Estados. Poderia ser por facilidade de custos, mas não. É, claro, por outras facilidades, as mesmas que não restringem as empreiteiras ao seu ambiente doméstico. Não importam as comprovações de fraudes, de superfaturamento e demais tramoias, os escândalos e os desastres, ainda que trágicos. Nada perturba esse domínio da imoralidade e de crimes vários.

Desde quando é assim? Não se sabe. Até quando será assim? Nem se prevê.

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