Ficha Corrida

28/05/2015

FHC e Aécio para Marin: “filiação ao PSDB funciona melhor que habeas corpus”

Quem é do MAR não enjoa: depois de Beira-MAR, MARin deve se filiar ao PSDB. A distribuição de medalhas pelo PSDB funciona como senha. E quando seus parceiros não ganham, roubam medalhas. É só procurar no google: todos os que foram homenageados ou estão presos, ou se filiaram ao PSDB.

As relações do PSDB com a máfia da CBF foi denuncia por um tucano de carteirinha, Juca Kfouri: Aécio ama a CBF.

A direita brasileira reunida no Instituto Millenium convive bem com roubadores de medalha, mas fazem questão de repudiarem quando um verdadeiro líder popular, como João Pedro Stédile, recebe a medalha da inconfidência. De norte a sul pipocaram, os vira-bostas da velha mídia, em contraste com o silêncio em relação ao mega ladrão, José Maria Marin,  se manifestaram de forma raivosa contra a concessão da medalha ao líder do MST.

De fato, no tempo de Aécio no Governo de Minas, tinha mais chance Fernandinho Beira-Mar ganhar medalha do que Stédile. O caso do helipóptero é suficientemente paradigmático da promiscuidade de um lado, e do compadrio do coronelismo eletrônico com seus “eleitos”.

O que os assoCIAdos do Millenium diriam se os 450 kg de cocaína pertencessem a alguém próximo ao Lula?! O que diriam se Lula amasse a CBF como o Aécio Neves ama o José Maria Marin?!

Não é sintomático que não perguntem quem são os parceiros da CBF no Brasil? Quem é que sempre consegue os direitos de transmissão? Qual é a empresa que foi pega sonegando R$ 650 milhões relativos aos direitos de transmissão da Copa 2002? Quem eram e são os amigos de João Havelange, Ricardo Teixeira, José Maria Marin e Marco Polo del Nero na mídia e na política brasileira? José Hawilla, dono da Traffic Group e da filial da Rede Globo, a TV TEM, tem ligações umbilicais com a Rede Globo.

Então ficamos assim, na rede da Globo estão peixinhos e bagres da RBS da famiglia Sirotsky, a TV TEM do J. Hawilla, a Rede Mirante do Sarney no Maranhão, a TV Bahia do ACM na Bahia, TV Gazeta do Collor em Alagoas.  Só gente boa. Nem Cosa Nostra conseguia na Sicília o a Globo consegue no Brasil.

Parodiando o livro do David Nasse r(Falta Alguém em Nuremberg), está faltando “alguém na prisão da Suíça”, os donos da Rede Globo!

Agora fica fácil entender o MBL, os reis dos camarotes vips do Itaquerão, e outros grupelhos da direita hidrófoba xingando Dilma no Itaquerão e pedido escolas padrão Fifa. Para os coxinhas, a educação padrão FIFA já tem seu patrono: José Maria Marin!

padrão-fifa

FOLHA DE SÃO PAULO

CORRUPÇÃO NO FUTEBOL

Maior escândalo da história do futebol leva oito cartolas à cadeia

EX-PRESIDENTE DA CBF JOSÉ MARIA MARIN É DETIDO NA SUÍÇA, A PEDIDO DE AUTORIDADES DOS EUA – CORRUPÇÃO MOVIMENTOU US$ 150 MILHÕES – FBI DIZ QUE INVESTIGAÇÃO ESTÁ APENAS NO COMEÇO

A pedido de autoridades dos Estados Unidos, a polícia suíça deflagrou na manhã desta quarta-feira (27), em Zurique, a maior operação contra a corrupção no futebol já vista, informa o enviado especial Leandro Colón. Sete cartolas da Fifa foram presos no luxuoso hotel cinco estrelas Baur au Lac, entre eles o ex-presidente CBF José Maria Marin, 83. O ex-vice da Fifa Jack Warner se entregou horas depois.

Marin comandou o Comitê Organizador da Copa do Mundo de 2014. Ele é acusado de ter recebido propina das empresas de marketing esportivo Traffic e Klefer em conluio com Ricardo Teixeira, ex-mandatário da CBF, e Marco Polo del Nero, que assumiu o comando da confederação neste ano.

Outros dois brasileiros estão envolvidos no caso: J. Hawilla, dono da Traffic e peça-chave no esquema, e José Lazaro Margulies, proprietário de empresa que negocia venda de direitos de transmissão.

De acordo com o Departamento de Justiça norte-americano, os outros cartolas detidos na operação foram Jeffrey Webb, Eduardo Li, Julio Rocha, Costas Takkas, Eugenio Figueredo e Rafael Esquivel.

À tarde, o comitê de ética da entidade anunciou que todos estão banidos temporariamente do esporte. Eles foram a Zurique para congresso anual que elegerá o novo presidente da federação na sexta (29).

As acusações, feitas em relatório do Departamento de Justiça dos EUA, estão relacionadas a vasto e milionário esquema de extorsão, fraude e lavagem de dinheiro que perdurou na Fifa nos últimos 20 anos, sempre ligado a acordos de marketing e transmissão. Segundo as autoridades norte-americanas, os valores giram em torno de US$ 150 milhões.

Marin e os detidos podem ser extraditados para os EUA para o processo. O FBI disse que a operação apenas começou e novos nomes serão implicados.

 

Recordar é viver: Marin e Aécio Neves, uma tabelinha impagável

27 de maio de 2015 | 11:56 Autor: Fernando Brito

4friends

Agora que está na moda o jornalismo que avalia o comportamento moral de políticos de esquerda na base do “esteve no escritório” ou “jantou no restaurante” com alguma figura qualquer acusada de irregularidade ou propinagem, é justo fazer um “recordar é viver” das ligações entre José Maria Marin, o ex-presidente da CBF preso por corrupção nos EUA com o ínclito Aécio Neves, o homem que não quer nem papo com gente “do mal”.

Por isso, é bom refrescar a memória das pessoas com fatos publicados na própria grande imprensa, não em “blogs sujos” feito este aqui, capazes de maledicências com homens veneráveis que encontraram em Aécio Neves o espelho onde projetam suas virtudes como dirigentes do futebol brasileiro.

Primeiro, a reprodução do Globo Esporte, vejam:

marinaecio1

Para não parecer intriga, vamos ao diário esportivo Lance:

marinaecio2

E para conhecer a história melhor, a coluna de Juca Kfouri:

Aécio ama a CBF

Aécio Neves é amigo de José Maria Marin e o homenageou, escondido, no Mineirão.

Deu-se mal porque o que escondeu em sua página na internet, Marin mandou publicar na da CBF.

Aécio também é velho amigo de baladas de Ricardo Teixeira e acaba de dizer que o país não precisa de uma “Futebras”, coisa que ninguém propôs e que passa ao largo, por exemplo, das propostas do Bom Senso FC.

Uma agência reguladora do Esporte seria bem-vinda e é uma das questões que devem surgir neste momento em que se impõe um amplo debate sobre o futuro de nosso humilhado, depauperado e corrompido futebol.

Mas Aécio é amigo de quem o mantém do jeito que está.

Não está nem aí para os que reduziram nosso futebol a pó.

Que maldade, Juca!

Tweet

22/05/2015

Assim como FHC, PSDB também é traído pelos próprios amantes

caros-amigos-filho-FHCEm italiano, o ramo de ficção é chamado de giallo, amarelo. No Brasil, devido aos personagens e ao tempero poderíamos dar um nome mais apropriado, tucano. É o romance do tipo 007, pois envolve política e mulheres bonitas, mas apimentado com uma 45 no rabo.

Um dos romances jamais escrito mas que cresce e ganha contornos a la Mario Puso, à medida que se vai conhecendo as relações do PSDB com os grupos mafiomidiáticos, é o envolvimento de FHC com a jornalista da Rede Globo, Miriam Dutra. A história completa desta captura de um Presidente por um grupo mafioso ainda está por merecer uma edição de luxo, e depois uma minissérie, num horário para maiores…

Pode-se começar analisando a forma como se deu, na Itália, a captura de Giulio Andreotti ou Silvio Berlusconi. A máfia sabe quem e como capturar. No Brasil, pode-se ficar com Collor ou FHC. O único ingrediente que não falta nestas horas são os mais variados tipos de orgias, com mulheres ou com estatais, tanto faz.

Uma mulher bonita tem a missão de se insinuar. Com FHC, coube à Miriam Dutra. Eleito presidente pelo métodos Rubens Ricúpero, FHC soube por Roberto Marinho que tinha um filho com a funcionária da Globo.

Fosse com Lula, Veja, Estadão, Folha, Istoé, Época, Globo & RBS fariam um consórcio para uma novela mais longa que a Comédia Humana do Balzac. Caros Amigos furou todo a máfia midiática. É a tal de liberdade de expre$$ão…

Como foi para capturar, o romance de FHC com Miriam Dutra não só foi sonegado aos leitores, telespectadores, como a heroína foi providencialmente escondida na Espanha. Mas, como toda farsa que envolve Globo e PSDB, uma dia na internet cai. E assim ficamos sabendo que, a pedido dos filhos, que sabem o pai que têm, foi feito um exame de DNA. Cientificamente, foi esclarecido que o filho de FHC era só filho da mãe. Falta agora esclarecer os contornos da captura de um presidente pelo maior grupo de comunicação do Brasil? Quem foi que sustentou a amante no exílio espanhol? Por que o público só teve conhecimento, não pelos assoCIAdos do Instituto Millenium, mas via Revista Caros Amigos? Por que nem revistas de fofocas, do tipo Caras, deu uma notinha sequer? Seria porque todas pertencem às cinco irmãs(Folha, Veja, Estadão, RBS & Globo)? Se eles esconderam esta história, que outras mais foram negoCIAdas? O Escândalo da Parabólica é um pequeno indício das relações promíscuas.

O exame de DNA pedido pelos filhos revelam a credibilidade do pai. Até porque, onde há uma Luciana Cardoso sabe-se o que como é se sair ao pai… Na hora de dividir a herança, do tipo um imóvel bilionário  em Paris, é melhor sempre ter certeza com quem se está dividindo. Afinal, pode-se ser traído pela própria amante, o que não se pode permitir é ter de dividir o patrimônio escondido com quem não tem o mesmo sangue.

O PSDB está fazendo com os movimentos desovados na cavalgada do golpe o mesmo que os filhos de D. Ruth fizeram com relação ao filho de Miriam Dutra, pedindo exame de DNA. Quando o navio afunda, os ratos são jogados ao mar. A traição de quem um dia jurou amor eterno está no DNA do PSDB. É por isso que as lições deixadas por Rubens Ricúpero e Carlos Monforte continuam sendo a senha para descobrir onde está alcovitado o perigo. O ovo da serpente quebrou, agora é juntar os cacos e levar o MBL para Butantã…

Após recuo, grupos acusam PSDB de traição

Parecer jurídico levou partido a desistir de bancar, neste momento, pedido de impeachment de Dilma Rousseff

Ativistas responsáveis pelos protestos pedindo saída da petista dizem que PT e PSDB viraram ‘farinha do mesmo saco’

DE SÃO PAULO DE BRASÍLIA

À frente das manifestações contrárias ao governo Dilma Rousseff (PT), movimentos de rua favoráveis ao impeachment da presidente reagiram ao recuo do PSDB em apresentar neste momento pedido de afastamento da petista.

Para o MBL (Movimento Brasil Livre) e o Revoltados Online, que organizaram protestos em março e abril pelo país, o PSDB e o presidente nacional da sigla, Aécio Neves, traem o Brasil ao desistir da defesa do impeachment.

Sem respaldo legal ou apoio político, os partidos de oposição seguiram os tucanos e anunciaram oficialmente nesta quinta (21) a decisão de pedir a abertura de uma ação penal contra a petista.

O PSDB deixou de bancar a hipótese de impeachment ao receber parecer sobre sua viabilidade jurídica feito pelo jurista Miguel Reale Júnior.

"O PSDB disse que não irá aderir à pauta do impeachment, traindo os mais de 50 milhões de votos na última eleição de brasileiros que apostaram nessa falsa oposição que continua nos decepcionando", criticou o MBL.

Para Marcello Reis, líder do Revoltados Online, PSDB e PT tornaram-se, assim, "farinha do mesmo saco". "Aécio está sendo um covarde, cúmplice desse governo corrupto, e [está] a mando do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso."

O porta-voz do Vem pra Rua, Rogério Chequer, disse que desejava que as siglas de oposição apresentassem pedido de impeachment, mas ressaltou que a abertura de uma investigação contra a presidente também é outra pauta defendida pelo grupo.

"Gostaríamos que fizessem também o pedido de impeachment, mas a atitude não invalida a iniciativa", afirmou.

Na defesa do PSDB, o tucano e assessor especial do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, Xico Graziano, avaliou que os ataques ao partido revelam um "pendor ditatorial." "Entendo a frustração de quem quer impeachment. Agora, atacar Aécio, FHC ou PSDB mostra ignorância política."

AÇÃO PENAL

As siglas de oposição decidiram ingressar na terça (26) com pedido de abertura de investigação na Procuradoria-Geral da República.

O argumento é que a presidente cometeu no seu primeiro mandato crime comum ao realizar manobras fiscais com o uso de bancos oficiais.

As siglas de oposição se valerão de relatório do TCU (Tribunal de Contas da União) para acusar a petista de crimes contra as finanças públicas e de falsidade ideológica.

Os oposicionistas, que não reconhecem o recuo em relação ao impeachment, argumentam que, se for aprovada, a investigação pode levar ao afastamento da petista. Eles admitem, contudo, que o processo é bem mais longo.

Segundo o artigo 86 da Constituição Federal, um presidente não pode ser investigado por um crime "estranho ao exercício de seu mandato". Por isso, o pedido tem de ser aceito pelo procurador-geral, Rodrigo Janot.

Depois, o STF (Supremo Tribunal Federal) analisará a procedência do pedido. Se ele passar, deve ainda ser submetido à Câmara dos Deputados, onde precisará de 342 do total de 513 votos.

Só assim a presidente da República seria afastada do cargo por até 180 dias, à espera do julgamento no STF.

(GUSTAVO URIBE E CATIA SEABRA)

19/05/2015

Irmão gêmeo da Rede Globo, o golpista Grupo Clarín também está na lona

clarinAs relações umibilicais entre o Grupo Clarín e a Rede Globo vem das origens, quando ambos promoveram uma simbiose benéfica para eles e para os ditadores de plantão. Entorno na SIP, avó do Instituto Millenium, ambos recebem de seus finanCIAdores ideológicos o combustível para continuarem atacando as respectivas democracias. Ambos estão se derretendo. Mas esperneando contra quem fechou as torneiras dos recursos públicos que os oxigenavam e enxiam as contas de dinheiro que faltava para os mais necessitados.

Lá como cá, o golpismo campeia desenfreado. Lá como cá as torcidas se levantam contra a bandidagem escondida atrás das câmeras, microfones e páginas de jornais. Contra os respectivos estados e a favor dos interesses de petroleiras e outras empresas dos EUA, não se furtam, que palavra…, de atacarem as empresas nacionais. Mas, em tempos de internet, a mentira tem perna curta. E, hoje, só acreditam neles os anencefálicos.

EL PAIS › HORACIO VERBITSKY RESPONDE A LAS ACUSACIONES DE CLARIN

Otra vez sopa, con bizcochos

Esta vez molestaron las notas sobre el estado psicofísico de Fayt, la rrrreeleección trucha del presidente de la Corte Suprema y el rol del Grupo Clarín. La respuesta, como de costumbre, un infundio sobre Verbitsky, de falsedad demostrable.

Por Horacio Verbitsky

Cada vez que mis notas molestan más de la cuenta a cualquier poderoso, de iure o de facto, la incapacidad de replicar con datos da lugar al intento de descalificarme por una presunta colaboración con la Fuerza Aérea durante los años de la dictadura militar. Esto comenzó cuando publiqué el libro Robo para la Corona y se ha reiterado periódicamente desde entonces.

El Grupo Clarín volvió a hacerlo ayer, en su radio Mitre y en su página on line, presumo que por haber desnudado su rol en la operación del presidente de la Corte Suprema de Justicia, Ricardo Lorenzetti, para ser rrrreelecto cuando le quedaba un tercio de mandato, con el voto del decano del tribunal Carlos Fayt, quien no participó del Acuerdo en el que la Corte dice que estuvo. Esta vez, remite a una nota de un portal de Internet dirigido por Gabriel Levinas, quien trabaja para la televisión, la radio y el diario del Grupo Clarín. Tuve una relación correcta con él hasta que me ofreció venderme una primicia sobre el piso que un ministro de Menem le habría puesto a una amante frente a la Plaza San Martín. Tardé en entenderle cuando me dijo: “Papá, yo necesito un bizcocho”. Entiendo que se sienta mejor en otras compañías. Nunca pagué por información ni me interesaron las inversiones inmobiliarias ni el sexo de los políticos.

Más allá de las motivaciones del infundio, voy a responderlo por respeto a las personas de buena fe que podrían tomar por buena la falsificación. Me atribuye supuestos manuscritos para un discurso del Comandante en Jefe de la Fuerza Aérea, cosa que ya habían insinuado en el mismo diario Susana Viau y Jorge Lanata, en aquel momento en respuesta a mis notas sobre el Papa Francisco. Su fuente es Pedro, uno de los hijos de Güiraldes, quien no ha ocultado que su motivación es mi rol en el impulso a los juicios por crímenes de lesa humanidad. Hasta uno de sus hermanos, Juan, lo ha refutado. Me imagino que debe ser doloroso para la familia que Pedro presente a su padre como un cuadro de la dictadura, cosa que nunca fue, y que incluso impute a esa relación la visita de los reyes de España a la estancia la Santa María, en San Antonio de Areco, pasando por alto que Güiraldes era el presidente de la Confederación Gaucha, que organizaba esos homenajes a personalidades extranjeras. Que la dictadura se sirviera de esas actividades para su propaganda y que financiara esas fiestas es otra cosa. Sólo estuve allí una vez, durante las pocas horas que duró una exposición, y no escondido. Hace poco el platero Juan Carlos Pallarols me recordó que Güiraldes nos presentó en esa ocasión.

En esta página se reproduce una de las fojas que me atribuyen y un escrito que sí me pertenece. Proviene de uno de los cuadernos con anotaciones tomadas durante las audiencias del juicio a los ex Comandantes de 1985. A simple vista se advierte que no son de la misma mano, por más que el falsario diga que realizó peritajes caligráficos, cosa imposible sin disponer de escritos míos reales.

También afirma que escribí otro libro titulado “La Aeronáutica Argentina, ayer, hoy y mañana”, pero no lo puede presentar, porque no existe. Es notable que esto aparezca ahora como una novedad. Hace casi un año, Hernán López Echagüe ya había encontrado esa falsedad en una página de Internet, y le respondí lo mismo que ahora.

Mi amistad con el comodoro Juan José Güiraldes (retirado en 1951, un cuarto de siglo antes del golpe del 24 de marzo de 1976) no guardó relación alguna con la Fuerza Aérea. Era un viejo amigo de mi padre, quien había publicado un ensayo sobre su tío, el autor de Don Segundo Sombra, Ricardo Güiraldes. Su libro El poder aéreo de los argentinos, para el que le ayudé a reordenar publicaciones anteriores de su época como presidente de Aerolíneas Argentinas, en las que defiende a la línea de bandera contra sus competidores privados, sólo versa sobre transporte aerocomercial, rutas aéreas, tipos de aviones, asociaciones empresariales, y carece de cualquier contenido político. El mismo lo explica en varias cartas en las que refutó a los primeros reproductores del invento, quienes no las publicaron. En una de ellas me agradece haberle aconsejado “no incluir en esas páginas ninguna referencia política y limitarme al tema de mi especialidad, que son los aviones y el transporte aéreo”. Ya publiqué esa carta. Agrego ahora un par de gráficos del libro, que no dejan dudas sobre su contenido. Que lo haya editado el Círculo de la Fuerza Aérea no me involucra. Era Güiraldes, no yo, quien mantenía contacto con ese club social de retirados. Una vez concluido su libro, Güiraldes me propuso escribir una biografía de Jorge Newbery, pero el plan de trabajo que le propuse no le interesó y allí terminó todo. La publicación de Clarín alude a un contrato, pero no lo muestra.

Ninguno de mis colegas de Clarín, incluyendo a quienes militaron conmigo en las organizaciones revolucionarias de los ’70, cumplió con la deontología profesional y requirió mi respuesta antes de hacerse eco de la difamación. Hasta ahora no se han retractado del festival de potenciales con el que acusaron de poseer una cuenta millonaria a Nilda Garré y Máximo Kirchner, desmentida por el banco y por el país donde ni siquiera existe la empresa mencionada por Clarín. Por lo visto, esos periodistas tienen menos aprecio por su buen nombre que yo.

El manuscrito que Clarín atribuye a Verbitsky y su verdadera caligrafía.

Rutas y aviones: una obra técnica sobre transporte aerocomercial.

Página/12 :: El país :: Otra vez sopa, con bizcochos

13/05/2015

Domínio do Fato made in Assas JB Corp

Joaquim Barbosa devolverá os R$ 60 mil?

Por Altamiro Borges
Uma notinha no site da revista “Época” agitou as redes sociais nestes dias. Segundo relato do jornalista Murilo Ramos, “o ex-presidente do Supremo Tribunal Federal Joaquim Barbosa recebeu R$ 60 mil por uma palestra de uma hora que proferiu em 13 de abril na cidade de Itajaí, Santa Catarina, cujo tema foi Ética e a administração. Quem arcou com as despesas – incluindo passagens, segurança e hospedagem – foi a Câmara de Vereadores do município, que delegou a contratação de Barbosa a terceiros. Para aceitar o convite, Barbosa impôs condições em contrato. Entre elas sigilo do valor cobrado pela palestra e a liberdade de deixar de responder a perguntas consideradas ‘inadequadas’. ‘O patrimonialismo faz parte do nosso DNA’, discursou Barbosa”.
De imediato, os internautas questionaram o valor da palestra e os gastos excessivos da Câmara dos Vereadores. O jornalista Paulo Nogueira, do imperdível blog “Diário do Centro do Mundo”, ironizou: “Que pecado o cidadão de Itajaí cometeu para ter que pagar 60 mil reais por uma hora de Joaquim Barbosa?”. O seu texto rapidamente bombou nas redes sociais. Vale conferir:
*****
E então temos o seguinte: o cidadão de Itajaí foi obrigado a pagar 60 mil reais por uma palestra de uma hora de Joaquim Barbosa.
Este é o Batman, o campeão da ética, “o garoto pobre que mudou o Brasil”, segundo a Veja, naquela que foi uma das mais idiotas chamadas de capa já produzidas por uma revista em toda a história em qualquer lugar do mundo.
Mil reais por minuto. Este, ficamos sabendo, é o preço de Barbosa. Vazou de alguma forma, porque segundo o contrato o valor era sigiloso.
Seria um assalto ao contribuinte de Itajaí de qualquer forma. Mesmo que a palestra fosse em praça pública, aberta a todos os interessados, há outras maneiras mais inteligentes de gastar 60 mil reais em 60 minutos, você há de convir.
Mas este é Joaquim Barbosa, o paladino que não hesitou em queimar 90 mil reais de dinheiro público numa reforma dos banheiros do apartamento funcional que utilizou por tão pouco tempo.
Repito: mas este é Joaquim Barbosa, o incorruptível que inventou uma empresa para sonegar impostos na compra de um apartamento em Miami.
Quando você prega moralidade e na sombra faz coisas impublicáveis, isso quer dizer que você é um demagogo.
Pois é exatamente este o título que deveria estar hoje no cartão de visitas de JB, ou nas propagandas de suas palestras: demagogo.
No STF, ele foi um péssimo exemplo para a sociedade. Deslumbrado com as lantejoulas cínicas da mídia, ele presidiu o julgamento mais iníquo do Brasil.
Joaquim Barbosa levou às culminâncias o conceito de justiça partidária, em que você julga alguém não pelo que fez ou deixou de fazer, mas pelo partido a que pertence.
Enquanto teve poder, foi mesquinho, intolerante – repulsivo. Não surpreende que seja admirado exatamente por pessoas com aquelas características, e abominado por progressistas de toda ordem.
Saiu do STF porque, com a chegada de novos ministros, ficou em minoria. Não teve sequer a coragem de defender suas ideias conservadoras e pró-1% em ambiente não controlado.
Estava na cara que ia fazer palestras.
A direita se defende e se protege: arruma palestras milionárias para aqueles que vão fazer pregações contra qualquer coisa parecida com a esquerda, e sobretudo contra Lula e o PT.
Mau exemplo no STF, Joaquim Barbosa continua a ser mau exemplo fora dele.
Entre palestras, arrumou tempo para fazer uma bajulação abjeta à Globo por seus 50 anos.
A emissora que foi a voz da ditadura se converteu, nas palavras de JB, na empresa generosa à qual os brasileiros devemos, pausa para gargalhada, a integração.
A emissora que é um símbolo da hegemonia branca, e que advoga ferozmente contra políticas de afirmação, foi colocada num patamar de referência em seu universo na inclusão de negros.
Joaquim Barbosa foi uma calamidade para o Brasil no STF, e longe dele, arrecadando moedas em palestras, continua a projetar sombras nada inspiradoras.
É, como Moro hoje, o falso herói, condição fatal de todos aqueles que a plutocracia, para perpetuar sua predação, tenta transformar em ídolo popular.

*****
Diante da repercussão negativa na internet, o próprio site da revista Época – que pertence à famiglia Marinho, dona da citada Rede Globo – apressou-se em tentar limpar a barra do midiático ex-presidente do STF. Numa nota intitulada “Barbosa diz que não sabia que o dinheiro era da Câmara”, Murilo Ramos registrou sem maiores questionamentos: “Barbosa disse que a sua empresa foi contratada por uma agência que organiza palestras e desconhecia sua relação com apoiadores privados e particulares. Para a imagem da Câmara de Vereadores, a contratação de Barbosa foi um ótimo negócio”. Para quem afirmou – em tom demagógico – que “o patrimonialismo faz parte do nosso DNA”, Joaquim Barbosa devia era devolver a grana dos munícipes de Itajaí. Será que ele topa?

14/04/2015

#AceitaDilmaVez

FHC armado pra derrubar um cacto na Avenida Paulista

plants e zombiesO golpismo parece ter se instalado e tomado conta do corpo peessedebista, é o que mostra a Folha de hoje na Coluna Painel.

O jus sperneandis é um recurso que direito proporciona ao inconformados. Mas, no caso, nem parece comportamento de pessoas com algum nível de instrução. Estão mais para um videogame que meu filho de 5 anos adora: Plants x Zombies. Tanto mais zumbis ele mata, mais aparecem.

Se há algo de bom no comportamento dos zumbis é esta capacidade de renascer nas cinzas e perambular pelos cemitérios dos tribunais em busca do golpe amigo nas horas difíceis. Pertos da extinção, vão buscar, ad nauseam, fazer valer a lei Jorge Pozzobom, segundo a qual o Poder Judiciário é a tábua de salvação do PSDB. Felizmente, nem todo mundo no Poder Judiciário é Gilmar Mendes. Rodrigo Janot não é Rodrigo de Grandis nem Geraldo Brindeiro, mas há no STJ, mesmo ministros com perfil de direita, como Marco Aurélio Mello, que já rechaçaram o golpe paraguaio ensaiado pelo amante de Miriam Dutra.

Se o STF falhar, o PSDB ainda poderá contar com o MBL, a CIA e alguns milicos de pijama. O golpismo parece ter se instalado e tomado conta do corpo peessedebista.

É não ter vergonha na cara continuar com cutucando com golpes baixos. Pior, é não ter senso do ridículo. Se em plena luz das liberdades institucionais, quando a menor mentira cai em questão de segundos, os estertores desta imundície parecem não ter fim. FHC tem o dom de manter o hashtag #AceitaDilmaVez à tona dos trend topics, para que não nos esqueçamos de onde vem o golpismo paraguaio dos que não tem votos.

Ou será que o PSDB pegou dengue na marcha dos zumbis, na avenida paulista, neste 12/04/2015?!

 

PSDB encomenda ação contra petista motivado por apoio a impeachment

O PSDB pediu a Miguel Reale Jr., ministro da Justiça no governo FHC, que elabore ação penal contra Dilma pela "pedalada fiscal" do governo em 2014

VERA MAGALHÃES folha.com/painel

Pé no acelerador

O PSDB pediu que Miguel Reale Júnior, ministro da Justiça no governo FHC, elabore uma ação penal contra Dilma Rousseff pela "pedalada fiscal" que o governo realizou em 2014. Se for julgada pelo Senado por crime de responsabilidade, a presidente poderia sofrer impeachment. Os tucanos resolveram agir embalados pela pesquisa Datafolha que mostrou que 63% apoiam a abertura de processo contra Dilma. Reale ainda analisa o caso para ver se há viabilidade jurídica.

No papel O partido quer embasar a ação em pareceres de auditores e do Ministério Público junto ao TCU que apontam que o governo descumpriu a Lei de Responsabilidade Fiscal ao adiar repasses a bancos públicos para melhorar as contas em 2014.

Agora ou nunca Depois da queda significativa de público nos atos do domingo, parte do tucanato avaliou que, se o partido não for ao ataque, perderá o timing, repetindo a trégua que deu a Lula após o mensalão, em 2005.

Melhor não Diante da nova diretriz do PSDB, o encontro de Michel Temer e Fernando Henrique Cardoso, previsto para estar terça-feira, foi adiado "sine die".

Sinais Aécio Neves convenceu FHC de que uma coisa seria conversar com o presidente do PMDB sobre reforma política. Outra, bem diferente, seria se encontrar com o articulador político de Dilma e passar a ideia de um "pacto" de governabilidade.

13/04/2015

Obama: “The Woman”

Filed under: Barack Obama,Dilma,The Woman — Gilmar Crestani @ 10:07 am
Tags:

O presidente do EUA, sem poder contar com péssima direita brasileira, ve-se na contingência de elogiar Dilma. Já havia feito isso com Lula, mas ainda assim mandou seus xeretas espionarem a Petrobrás e Dilma. No tempo de FHC não havia necessidade disso, o próprio contava tudo. Bill Clinton ficou até com nojo de tanto sabujismo e, para testar até onde ia o limite da falta de hombridade, exigiu que os diplomatas brasileiros teriam de tirar os sapatos para entrarem nos EUA. Conseguiu. O capaxismo de FHC, seu histórico servilismo não tem limites de subserviência. Como convicto ventríloquo, abaixou as calças e ficou de quatro. No seu governo, a Raitheon, com o SIVAM,  deitou e rolou.

Agora esta pedrada no estômago do vira-latas. Ao invés de elogiar o amante de Miriam Dutra, reconhece o papel de Dilma. É, não há mais Geraldo Brindeiro, não há mais engavetador geral. Tudo vem à tona, inclusive aquela corrupção que atolou o PP gaúcho, a RBS e o Gerdau. Viva Dilma, viva a Operação Zelotes. Eles não sobrevivem a uma boa dose de democracia…

Obama: “foi preciso que uma mulher chegasse ao poder, para se começar a limpar a corrupção no Brasil”

12 de abril de 2015 | 12:23 Autor: Miguel do Rosário

11139351_811933225562704_7014198253973102977_n

Essa é para matar coxinha.

O principal elogio de Barack Obama à presidenta Dilma, e foram muitos elogios, foi a sua firmeza no combate à corrupção.

Obama disse, literalmente: “Foi preciso que uma mulher chegasse ao poder para se começar a limpar a corrupção no Brasil”.

De fato, os zumbis que saem às ruas pedindo intervenção militar, em inglês, por causa da corrupção, são pobres coitados lobotomizados pela mídia.

Não fosse a autonomia que Dilma deu à Polícia Federal, e o respeito com que tratou o Ministério Público, mesmo os seus setores mais radicalizados contra o governo, não haveria o combate à corrupção que vemos hoje.

Acho que os coxinhas vão precisar falar outra língua. O inglês não está dando certo.

***

No Portal Metrópole.

Na Cúpula das Américas, Obama elogia Dilma e diz que Brasil é exemplo de combate a corrupção

Depois de um ano, a presidente Dilma Rousseff ouviu finalmente um pedido de desculpas do presidente dos EUA pela espionagem da agência americana no Brasil. Em discurso, o presidente Barack Obama soltou série de elogios sobre a presidente e disse que o Brasil é um exemplo de combate a corrupção

Por Redação – com informações do Estadão

A presidente Dilma Rousseff ouviu finalmente do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, um tipo de pedido de desculpas, ainda que não tradicional, pela espionagem levada a cabo pela National Security Agency sobre o governo e empresas brasileiras. Ao responder se a crise estabelecida em 2013 pela descoberta da espionagem estava superada pela marcação da visita aos EUA para junho deste ano, Dilma revelou o que o presidente americano lhe falou durante a reunião bilateral de hoje: ele lhe ligará quando quiser saber algo do Brasil.

“O governo americano não disse só para o Brasil, mas disse para todos os países do mundo que os países amigos, os países irmãos não seriam espionados. E também tem uma declaração do presidente Obama: ele falou pra mim que quando ele quiser saber qualquer coisa, ele liga pra mim. (Eu) não só atendo, como fico muito feliz”, contou.

O encontro dos dois presidentes durou cerca de meia hora. De acordo com a presidente, os dois trataram dos temas de cooperação que o Brasil quer ver avançar na visita, entre eles cooperação na área de energias alternativas, educação, defesa e o programa Open Skies para a aviação civil.

Em discurso na Cúpula das Américas, a presidente ouviu elogios do presidente Barack Obama: “Vejam só o exemplo do Brasil, em combate a corrupção… Precisou-se que uma mulher chegasse ao poder para se começar a limpar a corrupção”, disse ele.

Descontraída, a presidente agradeceu quando foi elogiada pela elegância. E, ao ser perguntada se o presidente americano havia comentado sua nova silhueta – Dilma perdeu 16 quilos -, respondeu: “Olha, ele não elogiou. Mas eu gostaria que tivesse elogiado.”

Confira o artigo original no Portal Metrópole: http://www.portalmetropole.com/2015/04/no-brasil-precisou-que-uma-mulher.html#ixzz3X6mw7qU2

Obama: “foi preciso que uma mulher chegasse ao poder, para se começar a limpar a corrupção no Brasil” | TIJOLAÇO | “A política, sem polêmica, é a arma das elites.”

A CIA finanCIA

Pre-sal (2)O voto de cabresto do tempo dos coronéis importava em deixar marcas na cédula para que o coronel pudesse identificar e, assim, pagar o eleitor.

Na marcha dos zumbis, a CIA vai pagar somente a quem escreveu manifestações em inglês.

O golpe militar de 1º de abril de 1964, era tão mentiroso, que caiu num primeiro de abril, mas, como nada era verdadeiro, mudaram a data. Não adiantou, mentira tem perna curta. Tão curta que agora os EUA admitem que finanCIAram o golpe.

Nem precisaria admitirem. É mais do que sabido que as maletas de dólares correu solta pelos quartéis. Geisel que o diga.

Agora, de olho no Pré-Sal, conforme revelou Edward Snowden, os EUA finanCIAm o MBL, e tantas outras manadas ao redor do mundo, mas só em países que detém enormes quantidades de petróleo: Líbia, Egito, Síria, Iraque, Ucrânia, Venezuela & Brasil.

Como profeticamente desenhou o Santiago, o Pré-Sal aumenta a pressão!

Azenha: #globogolpista esconde cartazes pedindo intervenção militar

12 de abril de 2015 | 21:24 Autor: Miguel do Rosário

Captura-de-Tela-2015-04-12-às-14.01.03-e1428858316456

Azenha, do Viomundo, comenta o fato da Globo mostrar as manifestações escondendo as faixas e cartazes pedindo intervenção militar.

Alguma surpresa nisso?

A Globo, simplesmente, age como ela sempre foi.

Golpista.

Azenha só cometeu um pequeno engano. A faixa sobre a qual ele comenta não defende a Globo. A inscrição no canto inferior diz “Família sob ataque” e não “Mídia sob ataque”.

Provavelmente é uma crítica ao fato da Globo pôr homossexuais em suas novelas.

O coxinhato, como se sabe, também não gosta da Globo, porque eles não tem a sutileza da Vênus. A Vênus sabe que precisa disfarçar o seu golpismo com o verniz de defensora de valores democráticos.

O coxinhato é tosco. Não entende a estratégia…

***

Globonews lê cartazes contra Dilma e pelo impeachment, mas não a faixa que defende ao mesmo tempo a Globo e o golpe militar

publicado em 12 de abril de 2015 às 14:25

por Luiz Carlos Azenha, no Viomundo.

Do ponto-de-vista numérico, as manifestações do 12 de abril foram um tremendo fracasso.

Segundo o UOL, do diário conservador Folha de S. Paulo, eram 52 mil pessoas em todo o Brasil às 14 horas.

No entanto, na Globonews, das Organizações Globo, os protestos foram um tremendo sucesso.

“Tranquilidade”, “família”, “verde-amarelo” e outras descrições anódinas marcaram a descrição feitas pelos repórteres da emissora, que se misturaram aos manifestantes.

Nunca antes na História deste País a Globo tinha feito o que vem fazendo: ir a uma manifestação, ler de forma seletiva os cartazes e permitir que o som natural vaze na transmissão, com gente gritando “Fora Dilma”, “Fora PT” e outras palavras de ordem.

Vocês já viram a Globo fazer isso num protesto do MST ou contra o tucano Geraldo Alckmin? Jamais.

É óbvio que a notícia do dia, de que as manifestações fracassaram do ponto-de-vista numérico, não dominou a cobertura. Por que fracassaram? Cansaço? Indiferença? Dissensão interna? A Globonews simplesmente se esqueceu da verdadeira tarefa do jornalismo, que é esclarecer.

A certa altura, uma repórter em São Paulo fez referência ao fato de que os diferentes carros de som na Paulista utilizavam diferentes palavras de ordem. Mas, ficou nisso. Não entrou em detalhes. Por motivos óbvios: alguns destes carros de som pedem intervenção militar, o que não se enquadra no que a Globo acha aceitável mostrar aos que estão em casa.

A Globo não leu, por exemplo, a faixa que aparece acima, fotografada pelo Leandro Prazeres, do UOL, em Brasília.

Notem o detalhe: além de pregar o golpe, a faixa assume a defesa da Globo (no canto inferior direito) com a frase “a mídia sob ataque”.

Globo e golpe militar, tudo a ver!

Ainda que involuntariamente, no entanto, a Globonews acabou mostrando a intolerância que foi a marca do 15 de março e esteve de volta hoje, nas ruas: em Copacabana, um homem de camisa vermelha foi perseguido por manifestantes e teve de sair escoltado pela Polícia Militar.

É isso mesmo: um homem de camisa vermelha, aparentemente com uma grife no peito, sem qualquer relação com o PT ou com algum partido comunista.

Um simples homem de camisa vermelha, cujo cerco resume o que a Globonews não mostrou: “intolerância” e “golpismo” andaram juntos com “tranquilidade” e “família”.

PS do Viomundo: A Globonews faz mais que cobrir o evento, faz a convocação de quem está em casa ao enfatizar a todo o momento que “tem mais gente chegando”, “famílias inteiras”, etc.

Azenha: #globogolpista esconde cartazes pedindo intervenção militar | TIJOLAÇO | “A política, sem polêmica, é a arma das elites.”

10/04/2015

Entenda porque paulistas, em pleno 2015, pedem a volta da ditadura

sabesp agua5diasDuas notícias de hoje na Folha de São Paulo, abaixo, ajudam, para quem quiser, entender os reclamos pela volta da ditadura. O declínio das instituições públicas paulistas não é obra do acaso, mas decorre de um choque de gestão igual ao implantado em Minas Gerais pelo mesmo PSDB. A definição de meritocracia made in PSDB está no demérito de quem tem para que os já tenham possam continuar tendo mais. Por aí também se explica porque a direita fica ouriçada com a política de cotas. Isto porque as pessoas de Benz têm de dividir espaço com pessoas sem bens! Pior, para evitar a sinergia de cores, o principal responsável pelo jornalismo da Globo, Ali Kamel, ousou por em livro porque “Não Somos Racistas”. A Globo não é racista, é muito pior. Além de sonegadora bilionária, apoia golpes, manipula, e incita ao ódio. A confissão de Rubens Ricúpero ao funcionário da Globo, Carlos Monforte, no famoso Escândalo da Parabólica deveria ser suficiente para entender. Mas como entender se a educação em São Paulo, onde a direita ousa pedir golpe militar em pelo século XXI, é feita mediante a distribuição de milhares de assinaturas da Veja, Folha e Estadão?!

A classe média é média na inteligência, mas elite no conservadorismo. Isto porque recebeu e tomou como verdade a lição de que para que uns, ela, tenham faz-se necessário que outros não tenham. Por isso o direito ainda também trabalha com uma máxima do tempo do império romano: “dar a cada um o que é seu; aos ricos, a riqueza, aos pobres, a pobreza”. A recente decisão do Congresso de precarização das relações do trabalho, a tal de terceirização, é também uma espécie de revogação da Lei Áurea. Não é mera coincidência que os mesmos que são contra as denúncias das forças tarefas que vasculham em busca de trabalho escravo também tenham votado a favor da terceirização.

As duas pontas que amarram a precarização das relações do trabalho que retiram do trabalhador cada vez mais direitos e as marchas dos zumbis pela retorno da ditadura estão ligadas à educação. É uma deficiência do nosso ensino não ter conseguido ensinar aos alunos o que foi e o que significa uma ditadura. Não se pode esperar que o esclarecimento do que seja viver numa ditadura venha exatamente de quem ajudou a implantar, ajudou a defende-la e sustenta-la. A Folha, por exemplo, emprestou peruas para transportar os presos clandestinos, após serem torturados, estuprados e esquartejados, para a vala comum do Cemitério de Perus. É por isso que a Folha ainda hoje trata a ditadura como se tivesse sido uma ditabranda. De fato, para quem dela participou e com ela se locupletou, a ditadura foi branda. Os que foram estuprados nos porões do DOI-CODI, ou presos e torturados na Operação OBAN, não foi nada branda.

Como se vê pelas duas matérias da Folha, não é mero acaso que os sinais mais evidentes de retrocesso político venha exatamente de São Paulo. É um programa muito bem conduzido e financiado por empresas do tipo Boilesen, Multilaser, Banco Itaú, AMBEV, Instituto Millenium. São tantas empresas lutando pelo retrocesso que não admira que até água tenha faltado em São Paulo. USP, UNESP e tantas outras que já foram as melhores do país, depois da longa destruição perpetrada pelo PSDB, pedem, triste ironia, água.

Não é mera coincidência que as principais ONGs e Institutos finanCIAdos pelos EUA ficam em São Paulo. É a má educação que lota a Av. Paulista na Marcha do Zumbis!

Crise financeira faz universidades públicas paulistas cortarem gastos

Unesp suspendeu aumento salarial via progressão na carreira; Unicamp barrou contratações

Medidas são similares às recentes tomadas pela USP; reitores temem maior queda no repasse das verbas

FÁBIO TAKAHASHIREYNALDO TUROLLO JR.DE SÃO PAULO

Em meio a cenário de crise orçamentária, Unicamp e Unesp decidiram suspender contratações ou aumentos salariais via progressão na carreira. As medidas são semelhantes às tomadas pela USP no ano passado –e que estão mantidas para 2015.

Há o temor entre os reitores de que ocorra queda neste ano nos repasses do governo estadual, principal fonte de renda dessas universidades públicas. Nos últimos meses, já cresceram menos do que a inflação, devido ao desaquecimento econômico.

As três instituições concentram cerca de 50% da produção científica do país. Os sindicatos dizem que as medidas de contenção podem causar a saída de servidores.

Na Unesp, portarias publicadas pela reitoria no fim de março suspenderam a progressão na carreira de professores e técnicos. A ascensão proporciona aumento de até 10% ao docente, mediante comprovação de produção.

No ano passado, 578 professores conseguiram o benefício. Neste ano, antes da suspensão, foram 83. A escola possui 3.700 ativos. A reitoria diz que a escola vive "momento orçamentário difícil".

Para o presidente do sindicato dos docentes, João Chaves Junior, há risco de "sangria" de servidores. "É confisco de direitos. Essas carreiras foram conquistadas com muita luta na instituição."

Já a Unicamp decidiu congelar contratações. Não pode haver acréscimo de pessoal na administração. Para as faculdades, foram bloqueados (contingenciados) 25% dos recursos para contratações.

Também estão suspensas designações de técnicos para cargos gerenciais.

MAIS VERBAS

A reitoria da USP diz que manteve medidas de contenção adotadas no ano passado, como redução no custeio. Contratações também estão bloqueadas, e programa de demissão voluntária, que abrangeu 8% dos técnicos, está em fase final de aplicação.

"O Orçamento de 2015 continuará a ser monitorado continuamente, e revisões estão previstas ao longo do ano", afirmou a reitoria, em nota.

Presidente do sindicato dos docentes da USP, Francisco Miraglia diz que os reitores deveriam pedir mais verbas. "A USP abarcou campus da zona leste e Lorena [escola de engenharia], sem acréscimo na cota. Agora, querem que paguemos pela falta de planejamento e de coragem de peitar o governo Alckmin."

A USP afirma que os reitores mandaram ofício com essa solicitação ao governo.

As universidades recebem 9,57% da cota do Estado no ICMS (principal imposto estadual). Com desaquecimento da economia, desde agosto de 2014 essa arrecadação cresce menos que a inflação.

O fenômeno se agravou em 2015. Segundo relatório da USP, em valores corrigidos, a variação do ICMS está em -2,7%; em dezembro, foi -1,2%.

 

Professores estaduais fecham rodovias de SP em protestos

Categoria fará novo ato em frente à sede do governo nesta sexta (10)

DE SÃO PAULO

Professores da rede estadual fizeram, na tarde desta quinta (9), protestos em ao menos cinco rodovias paulistas. Houve bloqueios na Anchieta, na Régis, Ayrton Senna, na Raposo Tavares e no trecho leste do Rodoanel. Todas as estradas, porém, foram liberadas no início da noite.

Os docentes, que decretaram a greve no último dia 13, decidiram na última assembleia da categoria, na semana passada, fazer atos em rodovias de São Paulo.

O maior dos bloqueios aconteceu na Ayrton Senna. A rodovia foi completamente fechada no km 34, na região de Itaquaquecetuba (Grande SP), sentido interior. Cerca de 250 professores participaram do ato no local, que durou quase duas horas.

Além das rodovias, a Polícia Militar registrou protestos de professores também em São Paulo. Eles aconteceram na avenida Padre José Maria, na zona sul, e na avenida Jacu-Pêssego, na zona leste.

Nesta sexta-feira (10), os professores deverão fazer um novo protesto na frente do Palácio dos Bandeirantes, na região do Morumbi, onde decidirão qual será o andamento da paralisação.

A categoria reivindica reajuste salarial de 75,33%, para equiparação salarial com as demais categorias com formação de nível superior –o piso dos professores estaduais é de R$ 2.415,89.

A categoria diz que a greve tem a adesão de 60% dos professores, enquanto a Secretaria de Educação afirma que 92% dos docentes continuam comparecendo normalmente às aulas. O Estado possui cerca de 230 mil professores

A secretaria afirmou em nota que "não pode pactuar com o movimento que tem incitado os pais a não levarem seus filhos às unidades escolares para inflar a paralisação".

A pasta disse ainda que, ao longo de quatro anos, a categoria teve aumento de 45% em seus salários.

06/04/2015

Saiba quem é o “o maior assaltante de bancos do Brasil”

Não há um bom escândalo, daqueles sujos, com anões besuntados, que não tenha a mão da Globo na cumbuca. Não é mero coincidência que o documentário Muito Além do Cidadão Kane tenha sido proibido no Brasil por tantos e longos anos. O Escândalo da Proconsult também pertence ao anais da Globo. Bastariam dois editorias, (um 1964 e outro de1984), para provarem onde mora o apreço da Rede Globo pela democracia. Não bastasse isso, há também o Escândalo da Parabólica, estrelada por Carlos Monforte e Rubens Ricúpero. Nem vamos adentrar ao escândalo sexual envolvendo ninguém mais que FHC e Miriam Dutra.

Novamente a Globo está na rua com seu exército de CANSEI para insuflar a marcha dos zumbis. Infelizmente Brizola se foi. Felizmente, a internet chegou em seu lugar.

Um macaco teria erguido um império nas condições dadas a Roberto Marinho pela ditadura em troca de apoio político

Postado em 02 abr 2015 – por : Paulo Nogueira

O Brasil era um oásis no JN na era dos militares

O Brasil era um oásis no JN na era dos militares

De tanto tratar os brasileiros como idiotas, a Globo parece que passou realmente a acreditar que somos todos imbecis.

É o que sugere um editorial a propósito da liberdade de expressão.

Nele, os Marinhos atacam, furiosamente, a regulação da mídia. E se colocam na posição de campeões do “jornalismo independente, que não vive de verbas oficiais”.

Pausa para gargalhar, e um segundo a mais para lembrar Wellington: quem acredita naquilo acredita em tudo.

Cada tijolo da Globo é, de alguma forma, produto de verbas oficiais – e mais incontáveis mamatas e privilégios que a empresa ganhou na ditadura militar e preservou intactos, numa aberração, nestes anos todos de democracia restabelecida.

Um macaco teria erguido um império nas condições dadas a Roberto Marinho pela ditadura em troca de apoio político.

Financiamentos diversos, publicidade copiosa dia após dia, complacência na cobrança de impostos – em suma, foi um empreendimento que é o oposto do que prega o capitalismo real. Não havia risco. Estava tudo garantido.

Roberto Marinho recebeu muito da ditadura e deu muito a ela. É expressivo o depoimento do general presidente Médici, em 1972: “Sinto-me feliz todas as noites quando assisto TV porque no noticiário da Globo o mundo está um caos, mas o Brasil está em paz… É como tomar um calmante após um dia de trabalho …” (Este Brasil paradisíaco subitamente renasceria, agora, caso Aécio tivesse vencido.)

As facilidades acabariam vindo de todos os lados.

No Conversa Afiada, Paulo Henrique Amorim lembra, hoje, como foi construído o Projac, o monumental estúdio da Globo.

Como em tudo, dinheiro público – e não as reservas formidáveis da família Marinho.

Num perfil sobre Roberto Marinho, o acadêmico Gabriel Collares Barbosa, da UFRJ, fala com minúcias do Projac.

“Outro fato que merece registro se refere a construção do Projac. Com 1.300.00 m², o Projac, em Jacarepaguá, no Rio de Janeiro, é o maior centro de produção da América Latina e foi projetado para abrigar superestúdios, módulos de produção e galpões de acervo.

Ao todo são quatro estúdios, de 1000m² cada, fábrica de cenários, figurinos, cidades cenográficas, centro de pós-produção e administração.

O que não é dito à população é que o Projac foi construído em uma área reservada pelo governo do Rio de Janeiro para a construção de casas populares.

Roberto Marinho humildemente solicitou à prefeitura uma autorização para construir sua “casinha” popular. Com a autorização em mãos, Roberto Marinho indevidamente começou a construção do Projac utilizando recursos levantados em empréstimos com a Caixa Econômica Federal para pagamento em dez anos.

Podemos especular que a quitação do débito foi pago com propaganda da CEF na Rede Globo.”

Uma ação popular exigindo a devolução desse dinheiro foi impetrada na justiça pois a Caixa Econômica é acusada de ter feito uma operação fora da rotina, com juros abaixo do mercado. O valor desse empréstimo atualizado com juros e correção monetária chega hoje a 37 milhões de dólares.”

A maneira como a Globo se serviu de bancos públicos foi imortalizada, em 1983, pelo Pasquim.

O Pasquim noticiou dois empréstimos a juros maternos que a Globo conseguiu com o Banerj, o Banco do Estado do Rio.

O Pasquim mostrou que a Globo ganharia um dinheiro considerável caso simplesmente pegasse o dinheiro dos empréstimos e o aplicasse no próprio Banerj.

Roberto Marinho foi chamado, pelo Pasquim, de “o maior assaltante de bancos do Brasil”.

“Nenhuma outra quadrilha, inclusive movimentos terroristas, lucrou tanto no negócio de assaltos a bancos como a quadrilha da Rede Globo”, escreveu o Pasquim.

O diretor superintendente do Banerj, Miguel Pires Gonçalves, acabaria depois virando superintendente da Globo. (Filho de um general da ditadura, Gonçalves acabaria por ser peça chave na manipulação do debate entre Collor e Lula na Globo, em 1989.)

Pois é esta Globo que, num editorial, desce à infâmia e se proclama símbolo do “jornalismo sem verbas oficiais”.

Talvez a Globo considere que os 500 milhões de reais anuais que vem recebendo há tempos das estatais federais – mesmo com uma brutal queda da audiência — sejam pouca coisa.

Ou, então, o que é mais provável, ache que somos todos estúpidos para cair na lorota cínica de que é uma empresa que ficaria de pé sem as mil-e-uma incursões ao dinheiro público.

(Acompanhe as publicações do DCM no Facebook. Curta aqui).

Paulo Nogueira

Sobre o Autor

O jornalista Paulo Nogueira é fundador e diretor editorial do site de notícias e análises Diário do Centro do Mundo.

Diário do Centro do Mundo » Um macaco teria erguido um império nas condições dadas a Roberto Marinho pela ditadura em troca de apoio político

05/04/2015

O staff de FHC também rima com HSBC

Esse pessoal pego nas Operações Lava Jato, Zelotes, CARF da Receita Federal e HSBC lembra aquela turma do CANSEI. Gente que tem nojo do Brasil. Onde vive esta gentalha que elege para Presidente quem não tem culhão para impedir que gente de BENZ seja molestada pelos crimes que comete. Bons tempos aqueles da ditadura, quando quem denunciava aparecia morto. Quando aparecia, já que a Folha de São Paulo sempre tinha suas peruas à disposição para desovar os presuntos em valas clandestinas. Hoje, não. Tudo aparece no jornal, e o que os jornais escondem, a internet mostra. Tempos difíceis estes, não?! Até para dar golpe hoje em dia está mais difícil. Afinal, apesar de todo patrocínio dos ao Instituto Millenium, a Marcha dos Zumbis foi um fracasso de público. Só teve derrotados nas eleições.

O teria acontecido se ao invés de pegar todo este pessoal ligado a FHC, seus genros e que tais, tivesse sido familiares do Lula ou da Dilma?! As constantes acusações ao Lulinha, filho do Lula, agora não precisamos mais do Freud para explicar. Eles acusavam exatamente do que estavam fazendo. A raiz do ódio é que eles pensavam que o Lula e sua família era igual a de FHC.

Por aí se explica também a razão de tanto ódio à Dilma. Afinal, como que ela não pôs na PGR um Geraldo Brindeiro, não há como trancar processos. Restou Gilmar Mendes e sua PEC da Bengala. Mas até quando? Bons tempos aqueles do Engavetador Geral quando as operações vitimavam apenas pés de maconha. O resto tinha o mesmo destino do helipóptero: virava pó. Agora, não. Nada de botar a sujeira para debaixo do tapete.

Assim se descobre porque a AMBEV, a Multilaser e o Banco Itaú patrocinaram os reis dos camarotes vips do Itaquerão para ofenderem a Dilma na abertura da Copa do Mundo.

O Instituto Millenium viu seu Mecenas, Gerdau, aparecer na Operação Zelotes. Uns no HSBC, outros na Zelotes. Sem contar a fina flor das empreiteiras se lambuzando na Petrobrás. Estes são os tais que querem nos ensinar ética nas relações de trabalho.

Quando algum funcionário da RBS, Rede Globo ou Gerdau vier com o dedo em riste nos dar lição de moral já sei onde vou manda-lo enfiar o dedo.

Coincidência mesmo é que todos os amigos botaram a mão na cumbuca. A começar por Demóstenes Torres. Não se ouve mais falar no Álvaro Dias, no Fernando Francischini, no Aécio Neves. Tomaram chá de sumiço. Até o Antônio Imbassahy apareceu com o TCU sujo.

Steinbruch, Esteves e Faria estão na mira da Receita

:

Levantamento de planilhas vazadas no Swissleaks identificou barões do mercado financeiro brasileiro e nomes importantes do empresariado nacional, como Benjamin Steinbruch e família, da Companhia Siderúrgica Nacional, cujas contas tinham saldo de US$ 543,8 milhões; André Esteves e outros ex-gestores do banco BTG Pactual aparecem nas planilhas com US$ 140 milhões em contas; na mesma situação está o banqueiro Aloysio de Andrade Faria, do Grupo Alfa, e membros do Grupo Edson Queiroz, da TV Verdes Mares; juntos, eles chegaram a um saldo de US$ 2 bilhões e serão os alvos prioritários da Receita Federal; característica comum a todas as contas com depósitos superiores a US$ 50 milhões era o uso de offshores para movimentar o dinheiro; não é crime ter conta no exterior, desde que seja declarada à Receita Federal; até agora, entre os cerca de 200 nomes já analisados e divulgados, só sete mostraram documentos comprovando a legalidade das contas

5 de Abril de 2015 às 12:03

247 – A lista de brasileiros com contas numeradas no HSBC, que ficou conhecido como Swissleaks, identificou barões do mercado financeiro brasileiro e nomes importantes do empresariado nacional. Entre os clientes divulgados pelo ex-funcionário do HSBC Hervé Falciani estão integrantes da família de Benjamin Steinbruch, da Companhia Siderúrgica Nacional, do bilionário André Esteves, do banco BTG Pacutal, e Aloysio de Andrade Faria, do Grupo Alfa.

A característica comum dos que operavam contas no HSBC é o uso de empresas offshore. Essas companhias ficam em paraísos fiscais, como Panamá e Ilhas Virgens Britânicas, no Caribe. São usadas principalmente por quem quer pagar menos impostos, e, desde que o envio e retorno dos valores ao país de origem seja declarado, não caracterizam ilegalidade. As offshores, porém, podem servir a propósitos ilícitos, como ajudar a camuflar dinheiro sem origem comprovada.

Não é crime ter conta no exterior, desde que seja declarada à Receita Federal. Até agora, entre os cerca de 200 nomes já analisados e divulgados, só sete mostraram documentos comprovando a legalidade de suas contas. O grupo de correntistas com maiores saldos será um dos principais alvos da investigação da Receita, cujo objetivo prioritário é descobrir se houve sonegação de impostos e, em caso positivo, recuperar esses valores.

Levantamento feito pelo Globo, em parceria com o UOL, revela que havia 14 depósitos acima dos US$ 50 milhões nas planilhas vazadas. Juntos, eles chegaram a um saldo de US$ 2 bilhões, mais de um quarto dos US$ 7 bilhões que brasileiros possuíam na filial suíça do banco. Para movimentar esses recursos — que devem ser um dos principais alvos de investigação da Receita Federal —, foram usadas 68 offshores.

No topo do ranking dos milionários, aparecem integrantes da família Steinbruch. Sete deles(Eliezer, Dorothea, Mendel, Clarice, Ricardo, Benjamim e Elizabeth) chegaram a ter, ao todo, um saldo de US$ 543,8 milhões ao longo de 2006/2007, a maior parte em contas compartilhadas. Do empresário Jacks Rabinovitch, que foi sócio dos Steinbruch no Grupo Vicunha e na CSN, apurou-se um saldo de US$ 228 milhões em contas conjuntas com a família.

Ao todo, os Steinbruch tinham 15 empresas relacionadas às suas contas nas planilhas. Das dez que possuíam alguma referência de localização, cinco tinham o endereço principal em Tortola, nas Ilhas Virgens Britânicas.

Entre os que tinham saldo de mais de US$ 50 milhões no banco suíço, ainda aparece a família Waiswol, de indústria têxtil paranaense, e Habib Esses, da Adar Tecidos. O empresário e delegado aposentado de São Paulo Miguel Gonçalves Pacheco e Oliveira aparece com US$ 194 milhões.

Ainda há nessa lista do HSBC nomes do mercado financeiro, como Gilberto da Silva Sayão, André Santos Esteves e Eduardo Plass, ex-gestores do Banco Pactual, que dividiram contas. Renato Frischmann Bromfman, também ex-diretor do Pactual, aparece nas planilhas com US$ 140 milhões. André Roberto Jakurski, da gestora de recursos JGP, também aparece na lista das maiores fortunas.

Neste grupo de correntistas, também estavam o médico Antônio Rahme Amaro e o advogado Roberto Saul Michaan. Ainda havia os empresários de mídia Aloysio de Andrade Faria, do Grupo Alfa, e quatro membros do Grupo Edson Queiroz, da TV Verdes Mares.

Leia aqui reportagem do Globo sobre o assunto.

Steinbruch, Esteves e Faria estão na mira da Receita | Brasil 24/7

Suiçalão: comprador da Vale tinha quase R$ 2 bilhões em conta secreta

5 de abril de 2015 | 15:27 Autor: Miguel do Rosário

vale_lagrimas

Em 2012, a ong Tax Justice Network divulgou estudo em que estimava a fortuna de brasileiros no exterior em mais de R$ 1 trilhão.

Parte desse dinheiro deve estar nas contas secretas no HSBC suíço.

A lista ficou presa por vários meses com o jornalista Fernando Rodrigues, da UOL, que a vendeu para a Globo, que está fazendo um trabalho cuidadoso para divulgar os números, sem melindrar os paneleiros milionários que tem conta por lá.

Hoje o Globo divulgou mais 38 nomes.

Somente a família Steinbruch tinha meio bilhão de dólares. Isso corresponde, no dolar de hoje, a R$ 1,7 bilhão.

Benjamin Steinbruch foi um dos que mais lucrou com as privatizações desvairadas do governo Fernando Henrique Cardoso. Primeiro comprou a CSN, nossa principal siderúrgica, feita no tempo de Getúlo. Depois comprou a Vale, usando títulos podres e pagando um preço 30 vezes menor ao que a empresa valeria alguns anos depois.

*

A lista dos 38 brasileiros com mais de 50 milhões de dólares no HSBC

Do Uol:

Milionários brasileiros utilizaram 97 contas no banco HSBC da Suíça, segundo registros de 2006 e 2007, e fizeram uso de 68 empresas conhecidas como “offshores” para movimentar os seus recursos.

Essas companhias ficam em paraísos fiscais, como Panamá e Ilhas Virgens Britânicas, no Caribe. São usadas principalmente por quem quer pagar menos impostos. Se o envio e depósito dos valores em offshores e a volta dos recursos ao país de origem forem declarados, não há ilegalidade. Essas empresas, porém, podem servir a propósitos ilícitos, como ajudar a camuflar dinheiro sem origem comprovada.

Levantamento feito pelo UOL e pelo jornal o “Globo” entre os brasileiros ligados a contas no HSBC da Suíça encontrou 38 pessoas divididas em 14 grupos (de integrantes da mesma família ou sócios), que compartilhavam as mesmas operações financeiras, vinculados a contas com saldo acima de US$ 50 milhões.

Somadas, essas contas registravam um depósito máximo de cerca de US$ 2 bilhões em 2006 e 2007, período ao qual os dados se referem. Esse valor representa mais de um quarto dos US$ 7 bilhões vinculados a pessoas relacionadas ao Brasil na filial do HSBC em Genebra. Foram usadas 68 offshores para movimentar esses recursos.

A discrição é uma das principais características desse tipo de empresa. É praticamente impossível localizar qualquer rastro consistente de informação. Nas planilhas do HSBC, as offshores se caracterizam por nomes curiosos como Spring Moonlight, Blue Green Pine, Demopolis e Coast to Coast. Como os arquivos completos do banco vazaram, é possível saber, de maneira inédita na história financeira mundial, quem exatamente era dono de qual empresa.

As offshores servem para que empresários protejam seu patrimônio pessoal de turbulências financeiras em seus países e dão aos investidores o benefício de pagar impostos mais baixos quando obtêm lucros. Essa vantagem se dilui quando os recursos são devidamente declarados ao Fisco do país de origem, que cobra sobre os ganhos, não importando onde foram obtidos.

Os brasileiros que apareciam com saldos acima de US$ 50 milhões em contas ligadas a offshores localizados pelo UOL e o “Globo” não quiseram comentar a relação com essas empresas, nem dar detalhes sobre sua utilidade.

Eis a lista dos 14 grupos de pessoas vinculados a contas com saldo acima de US$ 50 milhões nos arquivos do SwissLeaks:

image35

Suiçalão: comprador da Vale tinha quase R$ 2 bilhões em conta secreta | TIJOLAÇO | “A política, sem polêmica, é a arma das elites.”

 

HSBC e Zelotes atingem coração da direita no País

:

Juntos, os escândalos das contas secretas no HSBC (o chamado Swissleaks) e das propinas pagas para aliviar multas tributárias (a Operação Zelotes) fazem um strike em personalidades que alimentam o pensamento conservador no Brasil; na Zelotes, o grupo Gerdau, do empresário Jorge Gerdau, mantenedor do Instituto Millenium, aparece como pagante da maior propina (R$ 50 milhões); na mesma operação, está também a RBS, de Eduardo Sirotsky e Armínio Fraga (R$ 15 milhões), que é afiliada da Globo; no Swissleaks, um dos nomes é o de José Roberto Guzzo, diretor da Abril, que é também mantenedora do Millenium; a direita, no Brasil, não gosta de pagar impostos?

3 de Abril de 2015 às 18:22

247 – Dois escândalos recentes, batizados como Swissleaks e Zelotes, evidenciam uma realidade brasileira: ricos não gostam de pagar impostos, nem de declarar todo seu patrimônio.

O caso Swissleaks, alvo de uma CPI no Senado, envolve 8.667 brasileiros que mantêm ou mantiveram contas secretas na Suíça, no HSBC de Genebra.

A Operação Zelotes fisgou uma quadrilha especializada em vender facilidades no Conselho Administrativo de Recursos Fiscais, o Carf, causando um prejuízo estimado em R$ 19 bilhões.

Os dois casos tratam de um mesmo fenômeno: sonegação fiscal. O que une as duas pontas é a presença de nomes ilustres da direita brasileira, que tentam impor uma agenda conservadora à toda sociedade.

Nesta sexta-feira, uma reportagem do jornal Estado de S. Paulo revelou que o grupo Gerdau, do empresário Jorge Gerdau, é suspeito de pagar a maior propina da Operação Zelotes: R$ 50 milhões para cancelar uma dívida tributária de R$ 4 bilhões. Um "bom negócio", com o pagamento de um real para cada 80 devidos (saiba mais aqui).

Gerdau é o principal mantenedor do Instituto Millenium, um instituto criado por empresários brasileiros para consolidar um pensamento único no País, alinhado à direita e ao neoconservadorismo.

Na página do Millenium, aparece como "grupo líder" (confira aqui), ao lado da Editora Abril, que publica Veja e cujo conselheiro editorial José Roberto Guzzo, um de seus principais articulistas, publicou artigo sobre como é insuportável viver no Brasil de hoje (leia aqui) – Guzzo, para quem não se lembra, foi um dos jornalistas citados no Swissleaks.

Voltando ao Millenium, abaixo do "grupo líder" aparece o "grupo apoio", onde desponta a RBS, afiliada da Globo na Região Sul, comandada por Eduardo Sirotsky. O envolmento da RBS, assim como o de Gerdau, é com a Operação Zelotes, onde a empresa teria pago uma propina de R$ 15 milhões para abater uma dívida de R$ 150 milhões. Um negócio bom para quem gosta de levar vantagem, mas não tão bom quanto o de Gerdau. No caso da RBS, a relação seria de um real pago para cada dez devidos.

Nesta sexta-feira, como lembrou Fernando Brito, editor do Tijolaço, a RBS é sócia de ninguém menos que o economista Armínio Fraga, ex-presidente do Banco Central no governo Fernando Henrique Cardoso e ex-futuro ministro da Fazenda de Aécio Neves (leia mais aqui).

Em sua página, o Instituto Millenium informa trabalhar pela promoção da democracia, da liberdade, do Estado de Direito e da economia de mercado. Mas, e os impostos?

HSBC e Zelotes atingem coração da direita no País | Brasil 24/7

 

Maior fortuna do HSBC tem elo com privatização de FH

:

Família Steinbruch, capitaneada pelo empresário Benjamin, aparece com a maior fortuna brasileira no HSBC e, provavelmente, uma das maiores do mundo: nada menos que US$ 543 milhões; dono do grupo Vicunha, que enfrentava dificuldades no setor têxtil, Benjamin deslanchou depois de contratar como assessor, ainda em 1995, o filho do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, Paulo Henrique, como assessor especial; na era das privatizações, Benjamin comprou a Companhia Siderúrgica Nacional, a Light e até a Vale, sempre com apoio do BNDES ou dos fundos de pensão estatais; em nota, a família Steinbruch afirmou que não irá comentar "vazamentos ilegais"

5 de Abril de 2015 às 20:01

247 – De todos os sobrenomes de brasileiros envolvidos no chamado ‘Swissleaks’, nenhum chama tanta atenção quanto Steinbruch.

Ao todo, a chamada ‘Família Steinbruch’ possuía nada menos que US$ 543 milhões depositados na filial de Genebra, na Suíça, do HSBC.

Capitaneada por Benjamin, o mais notório integrante do clã, a família prosperou como um foguete na era das privatizações, durante os oito anos do governo FHC.

Antes dos anos 90, os Steinbruch possuíam apenas um grupo têxtil, o Vicunha, que enfrentava as dificuldades decorrentes do processo de abertura econômica.

Com a chegada de FHC ao poder, no entanto, Benjamin enxergou a grande oportunidade para uma guinada completa nos negócios da família. Com as privatizações, o grupo Vicunha conseguiu arrematar três ícones da era estatal: a Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), a Light e até a Vale.

Coincidência ou não, Benjamin contratou em 1995, primeiro ano do governo FHC, ninguém menos do que Paulo Henrique Cardoso, filho do ex-presidente, como assessor especial.

Em 11 de maio de 1997, Steinbruch já era retratado pela Folha de S. Paulo, em reportagem de Igor Gielow, como o primeiro "megaempresário" gerado na era tucana.

"A identificação com o poder tucano não é apenas retórica. Steinbruch é amigo há vários anos de Paulo Henrique Cardoso, o filho mais velho do presidente da República. Até fevereiro, empregava o "primeiro-filho" na Diretoria de Comunicação e Marketing da CSN. Agora, Paulo Henrique está na Light", escreveu Gielow.

Em sua reportagem, Gielow também escreveu que Benjamin cultivava outros dois nomes fortes do tucanato. "Avesso a badalações, frequenta estréias de teatro e leilões chiques de cavalos acompanhado de expoentes do tucanato paulista. Entre eles, David Zylberstajn (secretário estadual de Energia e "primeiro-genro", casado com Beatriz Cardoso). E Andrea Matarazzo (presidente da Cesp), amigo há mais de 20 anos e frequente conselheiro." (leia aqui).

Em 2000, uma reportagem de Veja, assinada por Policarpo Júnior e Consuelo Dieguez, apontou que o aconselhamento de Paulo Henrique Cardoso foi crucial para que o BNDES se associasse a Steinbruch na compra da Light. "Foi forte também a ligação entre Paulo Henrique e Benjamin Steinbruch, há alguns anos. O filho de FHC estava ao lado do empresário na época da privatização da Light, leiloada em maio de 1996. Steinbruch, um dos controladores da CSN, queria que o BNDES participasse do consórcio formado pela Electricité de France e dois grupos americanos, além da própria CSN. Pessoas que então conviviam com o empresário dizem que o filho do presidente contribuiu para que o banco realmente entrasse no grupo. Como se sabe, esse foi o consórcio vencedor. Nessa tempo, Paulo Henrique trabalhava na CSN como coordenador de comunicação. Com a Light privatizada, foi convidado a ir para lá", dizia o texto (leia aqui).

Outro escândalo conectando Steinbruch às privatizações diz respeito à privatização da Vale. O empresário foi apoiado pelos fundos de pensão estatais, mas em contrapartida teria recebido um pedido de propina do ex-tesoureiro do PSDB, Ricardo Sérgio de Oliveira. Em 2002, o instituto Datafolha realizou uma pesquisa que apontou que, para 49% dos brasileiros, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso tinha conhecimento do pedido de propina (leia mais aqui).

Com um vínculo tão forte com as privatizações, e uma conta tão parruda no HSBC de Genebra, Steinbruch será um dos principais alvos não apenas da Receita Federal, como também da CPI instalada no Senado para investigar o Swissleaks.

Em nota, a família Steinbruch afirmou que não comentaria "vazamentos ilícitos".

Maior fortuna do HSBC tem elo com privatização de FH | Brasil 24/7

04/04/2015

RBS

RBS nua e crua: de paladina da moralidade à peladinha da imoralidade

rbs (2)Bastou um pouco de democracia para arruinar impérios construídos à sobra da ditadura. Todos os assoCIAdos do Instituto Millenium, sustentado pela grana farta e agora com origem conhecida, estão caindo como castelos de areia na primeira marola. Um sopro de liberdade para que os agentes pudessem desempenhar seus papéis e os podres que os adubavam começam a a parecer como varejeiras em corpo putrefato.

Não há mais Geraldo Brindeiro para Engavetador Geral. Nem mesmo Gilmar Mendes, o cavalo de Tróia de FHC no STF, poderá sozinho, mesmo estando sentado há um ano no processo de financiamento das campanhas, segurar a onda. Seus parceiros na Parlamento ou estão velhos, como Pedro Simon, apesar da dentadura nova. Ou presos, como Demóstenes Torres, que neste momento está envolvido numa guerra de bugios com Ronaldo Caiado.

Durante o governo FHC a RBS conseguiu empréstimos subsidiados do Banco do Brasil. Em troca, quando FHC foi apeado por Lula, recebeu um Pedro Parente de presente. Também Pérsio Arida, em determinado momento, deu seu ar da graça na RBS. Agora também vem à tona o desembarque de outro entulho da era FHC, Armínio Fraga, que seria Ministro de Aécio Neves caso tivesse votos suficientes de uma manada que não se importaria em colocar no Planalto quem faria pó do Brasil.

De nada tem adiantado a RBS espalha seus ovos de serpente pelos mais variados partidos. Só para refrescar a memória da manada gaúcha que a segue bovinamente, já tivemos Sérgio Zambiasi no PTB; Antonio Britto, no PMDB; Yeda Crusius no PSDB; Ana Amélia Lemos no PP gaúcho e, o mais recente, Lasier Martins, no PDT. Para quem acompanha  RBS sabe de seus procedimentos heterodoxos em relação à política.

Os ataques sistemáticos ao Olívio Dutra, que ousou distribuir as verbas publicitários também pelos veículos do interior, agora ficam ainda mais claros. Assim como a parceria com Gerdau de tantas e inúmeras medalhas distribuídas. E como tem gente que se vende por uma simples medalha!

Para quem ainda não havia entendido o ódio da RBS ao PT, Lula e Dilma, agora parece não haver mais dúvida. Não há mais a menor possibilidade de que a sonegação seja varrida para debaixo do tapete de um acordo. Fica fácil de entender porque a parceria com a Rede Globo, outra famosa sonegadora, no incentivo à marcha dos zumbis. Como na fábula da rã e do escorpião, é da natureza delas apoiar movimentos golpistas. Seus muitos funcionários babavam de ódio apontando o dedo da corrupção para outros. Era tudo diversionismo, para esconderem o modus operandi do patrão.

Quando alguém da RBS usar do múltiplos veículos para nos ensinar ética, interesse público e comprometimento com as instituições

 

RBS, pega na Operação Zelotes, tem Gávea, de Armínio Fraga, como sócia

2 de abril de 2015 | 19:12 Autor: Fernando Brito

rbsgavea

O grupo RBS, que começou a admitir indiretamente a falcatrua contra a Receita Federal, numa “autuaçãozinha” de R$ 672 milhões (leia no Diário do Centro do Mundo o presidente do grupo Duda Sirotsky dizendo que fez a mutreta foram seus advogados, não ele), tem mais um ingrediente explosivo em sua participação na Operação Zelotes, além da sua condição de associada da Globo em Santa Catarina e no Rio Grande do Sul.

É que a RBS tem um sócio, especializado, justamente, em operações financeiras: a Gávea Investimentos, de Armínio Fraga, ex-quase-futuro Ministro da Fazenda de Aécio Neves.

Em 2008, Fraga comprou 12,6% do capital do grupo gaúcho, por valor não revelado.

Passou a ser, portanto, beneficiário direto de anulação de débitos fiscais que, no ano em que comprou parte de RBS.

E não são “debitinhos”, não.

R$ 672 milhões é mais que todo o ativo da holding RBS Participações apurado em suas demonstrações contábeis de 2013.

E se o débito refere-se a autuação desta época, ou anterior, certamente não escaparia da due diligence normal neste tipo de compra de capital, porque não se paga por um ativo que tenha passivo fiscal desta ordem.

RBS, pega na Operação Zelotes, tem Gávea, de Armínio Fraga, como sócia | TIJOLAÇO | “A política, sem polêmica, é a arma das elites.”

RBS não sabia de nada, culpa da sonegação é dos advogados

sab, 04/04/2015 – 11:20

Jornal GGN – A Globo continua a sacrificar os mais fracos da cadeia para proteger os patrões. Na Operação Zelote, que pegou a afiliada RBS em sonegação fiscal de R$ 150 milhões, a culpa está caindo nos advogados.

“A RBS desconhece a investigação e nega qualquer irregularidade em suas relações com a Receita Federal”, dizia a emissora quando estourou a operação.

Agora que não dá mais pra negar, se apressam em encontrar outros culpados. “Nós apenas contratamos, inadvertidamente, um dos escritórios de advocacia hoje identificado como sendo de lobistas que subornavam conselheiros do CARF”.

Enviado por Oráculo

RBS, afiliada da Globo, joga culpa nos advogados por sonegação na Zelote

Dos Amigos do Presidente Lula

A RBS, afiliada gaúcha e catarinense da Rede Globo, foi pega na Operação Zelote da Polícia Federal, como beneficiária da suposta sonegação de R$ 150 milhões em impostos mediante pagamento de propinas a auditores da Receita Federal.  

Quando estourou a operação Zelote a RBS publicou em seu site: “A RBS desconhece a investigação e nega qualquer irregularidade em suas relações com a Receita Federal”.

Segundo o jornalista Renan Antunes de Oliveira, de Santa Catarina, quatro dias depois, na noite de 1º de abril, Duda Sirotsky, neto do fundador e presidente do grupo, deu um upgrade na versão: já não nega que houve suborno e sonegação, mas joga a responsabilidade para terceiros.

Para conter os danos à imagem do grupo, Duda iniciou um giro de emergência entre as filiais da empresa nos dois estados, apresentando a nova posição oficial aos empregados. Em Florianópolis, Duda disse: “Nós apenas contratamos, inadvertidamente, um dos escritórios de advocacia hoje identificado como sendo de lobistas que subornavam conselheiros do CARF”.

Diante do silêncio dos empregados, uniu as duas mãos e implorou: “Por favor, acreditem: eu não sabia de nada”.

RBS não sabia de nada, culpa da sonegação é dos advogados | GGN

Grupo RBS terceiriza culpa por fraude fiscal

:

Afiliada da Globo no RS e em SC é a primeira das 12 grandes empresas na mira da Operação Zelotes, acusadas de subornar conselheiros da Receita para que mudem o discurso sobre o envolvimento da empresa na mega fraude fiscal descoberta esta semana; neto do fundador e presidente do grupo, Duda Sirotsky disse, na primeira versão, que não sabia de nada; agora terceirizou a responsabilidade

2 de Abril de 2015 às 17:36

Rio Grande do Sul 247 – O grupo RBS, afiliada da Globo nos estados do Rio Grande do Sul e Santa Catarina, é a primeira das 12 grandes empresas que estão na mira da Operação Zelotes acusadas de subornar conselheiros da Receita Federal para que mudem o discurso sobre seu envolvimento da empresa na mega fraude fiscal descoberta esta semana. A RBS devia R$ 672 milhões.

Quando a Operação Zelotes foi deflagrada, a empresa publicou em seu site, no dia 28 de março: "A RBS desconhece a investigação e nega qualquer irregularidade em suas relações com a Receita Federal". Agora o grupo muda a versão e adota uma nova posição oficial perante as fraudes que somam R$ 19 bilhões, de acordo com as investigações da PF.

Segundo texto publicado no Diário do Centro do Mundo pelo jornalista Renan Antunes de Oliveira, de Santa Catarina, o neto do fundador e presidente do grupo, Duda Sirotsky, afirmou para seus colegas de profissão em Florianópolis que "a Receita Federal deve estar falando de uma operação que fizemos com a Telefonica", supostamente em 2011 – a RBS e a empresa de telefonia espanhola foram associadas.

Duda deu a seguinte explicação aos seus subordinados: "Nós apenas contratamos, inadvertidamente, um dos escritórios de advocacia hoje identificado como sendo de lobistas que subornavam conselheiros do CARF". A contratação teria dado margem às acusações contra a RBS.

31/03/2015

Omertà

A máfia tem uma palavra para cada situação. Para as situações que envolve a proteção pelo silêncio, é omertà!

Ao contrário da Lava Jato, Zelotes corre sob sigilo

:

"Qual é a diferença entre ações de propinas na Petrobras e a corrupção de funcionários da Receita Federal para burlar o fisco?", questiona a colunista Tereza Cruvinel, em postagem desta segunda (30) para o seu blog no 247; "O crime é o mesmo, com o objetivo comum de sangrar os cofres públicos. Mas, ao contrário das empreiteiras investigadas no chamado "petrolão", que foram desde o início reveladas e tiveram seus dirigentes presos, as empresas que subornaram conselheiros do Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (CARF) para ter seus impostos reduzidos continuam protegidas pelo manto do sigilo", responde ela; na avaliação da jornalista, a Polícia Federal e os procuradores vêm tendo, na Operação Zelotes, cuidados que não tiveram na Operação Lava Jato

30 de Março de 2015 às 21:39

Tereza Cruvinel

Qual é a diferença entre ações de propinas na Petrobrás e a corrupção de funcionários da Receita Federal para burlar o fisco? O crime é o mesmo, com o objetivo comum de sangrar os cofres públicos. Mas, ao contrário das empreiteiras investigadas no chamado “petróleo”, que foram desde o início reveladas e tiveram seus dirigentes presos, as empresas que subornaram conselheiros do CARF (Conselho Administrativo de Recursos Fiscais) para ter seus impostos reduzidos continuam protegidas pelo manto do sigilo. Elas podem ser quase 50 e incluem grandes bancos e empresas de outros setores, que recorreram contra o pagamento de dívidas tributárias de até três bilhões de reais em cada processo.

A Polícia Federal e os procuradores vêm tendo, na Operação Zelotes, cuidados que não tiveram na Operação Lava Jato. O pouco que se sabe é que o rombo pode ter sido de seis a dez bilhões de reais e que as irregularidades envolvem mais de 70 processos, em que as empresas recorreram ao CARF para reduzir ou não pagar impostos devidos. O nome de nenhum dos supostos “corruptores” foi revelado. Sabemos que o Banco Safra está entre eles porque a PF fez uma ação de busca e apreensão em sua sede em São Paulo. Já entre os supostos corruptores, foram citados Francisco Maurício Rebelo de Albuquerque, pai do deputado Eduardo da Fonte, líder do PP, e Leonardo Manzan, em cuja casa a PF teria encontrado R$ 800 mil em dinheiro. Embora em toda a operação tenham sido apreendidos, em espécie, mais de $ 1,3 milhão, e existam indícios de remessas ilegais de recursos ao exterior, ninguém foi preso. As propinas chegariam a casos de R$ 300 milhões, valor que mataria de inveja o corrupto Pedro Barusco, delator da Lava Jato, cujo comandante, o juiz Sergio Moro, agora quer até privar seus prisioneiros das empreiteiras do direito ao recurso depois de condenados em primeira instância, para escândalo geral dos juristas e defensores das garantias constitucionais.

Tal como na Operação Lava Jato, os suspeitos podem ser enquadrados nos crimes de corrupção passiva e ativa, evasão de divisas, tráfico de influência e formação de quadrilha, além do de advocacia administrativa. Qual é a diferença que justifica a diferença de tratamento e a proteção dos corruptos com o sigilo? Podem alegar o direito ao sigilo fiscal mas este deixa de valer quando o contribuinte torna-se um suspeito de sonegação e, no caso, de crimes mais graves. Onde está a diferença que justifica o tratamento distinto? Bancos são melhores que empreiteiras? Ou estariam entre as empresas grupos econômicos com maior poder de fogo?  Ou estaria a diferença no fato de, no caso dos Zelotes, não existirem políticos envolvidos, sejam do PT ou de outros partidos.

A Receita informa que está reformulando o CARF para fechar as portas da corrupção. Ótimo. Mas a sociedade deve querer saber também quem são estes grandes contribuintes que burlaram o fisco com ações de corrupção. A PF e o Ministério Público devem explicações sobre isso.

Ao contrário da Lava Jato, Zelotes corre sob sigilo | Brasil 24/7

Não somos racistas, somos mafiosos

Não somos racistas, somos mafiosos, sonegadores, manipuladores, mas temos do nosso lado a fina flor do Poder Judiciário…

Fernanda Montenegro envia um beijinho no ombro a Ali Kamel

:

Numa das cenas mais inesperadas da teledramaturgia da Globo, a emissora dos Marinho fez um elogio rasgado à política de cotas raciais, no episódio de ontem da novela Babilônia; ao conceder um bônus a sua melhor advogada, a jovem negra Paula (Sheron Menezzes), Teresa (Fernanda Montenegro) ouviu: "Sabe o que eu queria fazer com esse cheque? Esfregar na cara de todas as pessoas que riram de mim por eu ter entrado na faculdade pelo sistema de cotas". Em seguida, respondeu: "beijinho no ombro pras invejosas"; alguns anos atrás, o superpoderoso Ali Kamel, diretor da Globo, publicou o livro "Não somos racistas", um libelo contra a política de cotas; a Globo agora é progressista ou aí tem coisa?

31 de Março de 2015 às 07:31

247 – Deu a louca na Rede Globo. Ou há algo que ainda não se poder enxergar com clareza. Em 2006, um dos mais próximos executivos da família Marinho, o jornalista Ali Kamel, publicou o livro "Não somos racistas", um libelo contra a política de cotas raciais – desde então, esta foi a posição editorial de todos os veículos de comunicação da Globo.

Ontem, no entanto, na novela Babilônia, o grupo dos Marinho deu um giro de 180 graus na novela Babilônia, que vem sofrendo críticas de setores conservadores desde o primeiro capítulo, quando a novela estreou com o beijo gay de Fernanda Montenegro e Natália Thimberg.

Desta vez, a polêmica envolveu a política de cotas raciais, numa cena exibida no capítulo desta segunda-feira. Ao conceder um bônus polpudo à sua melhor advogada, a jovem negra Paula (Sheron Menezzes), Teresa (Fernanda Montenegro) ouviu: "Sabe o que eu queria fazer com esse cheque? Esfregar na cara de todas as pessoas que riram de mim por eu ter entrado na faculdade pelo sistema de cotas".

Em seguida, respondeu: "beijinho no ombro pras invejosas".

Evidentemente, uma cena com esse teor político, no momento em que o Brasil é sacudido por uma onda neoconservadora, não entraria numa novela da Globo sem que tivesse sido discutida internamente. Mais do que simplesmente criar polêmica, ao discutir o tema das cotas raciais, a Globo parece disposta a assumir pautas mais progressistas.

Será que os Marinho decidiram mandar um "beijinho no ombro" para Ali Kamel? Confira, abaixo, a sinopse do livro "Não somos racistas", que fala do medo do autor em relação à política de cotas:

SINOPSE:

‘Não somos racistas’ é um livro nascido do espanto. Movido pelo instinto de repórter, Ali Kamel, diretor de jornalismo da Rede Globo, começou a perceber que a política de cotas proposta pelo Governo Lula – e que pode ser aprovada em breve pelo Senado – divide o Brasil em duas cores, eliminando todas as nuances características da nossa miscigenação. Ali constata, estarrecido, que, nesta divisão entre brancos e não-brancos, os ‘não-brancos’ são considerados todos negros. O primeiro capítulo de ‘Não somos racistas’ mostra como a política de cotas começou a ser construída no governo Fernando Henrique Cardoso. Mostra, ainda, como o jovem sociólogo Fernando Henrique foi uma das cabeças de um movimento que dominou parte da intelectualidade nacional nos anos 1950. Um movimento que se afastava do conceito de multiplicidade e democracia racial proposto por Gilberto Freyre em obras como ‘Casa grande e senzala’ e dividia o Brasil entre duas cores; negros e brancos. O livro de Ali Kamel começou a se desenhar em 2003, quando ele passou a publicar, quinzenalmente, uma série de artigos sobre as cotas no jornal ‘O Globo’. Neles, constatava o sumiço dos pardos e dos miscigenados nas estatísticas raciais brasileiras. Apontava, também, para o fato de que o branco pobre tem a mesma dificuldade de acesso à educação que um negro pobre, levantando a hipótese de que o maior problema do país talvez não seja a segregação pela cor da pele – e sim pela quantidade de dinheiro que se carrega no bolso. ‘Não somos racistas’ aprofunda e sistematiza as idéias apresentadas pelo jornalista naqueles artigos; a negação da miscigenação; o ‘olho torto’ das estatísticas, que escamoteiam problemas sociais na divisão da população por cores; a situação de negros e brancos no mercado de trabalho; o medo de que uma política de cotas, posta em prática, construa uma separação entre cores que nunca existiu, de fato, no Brasil, promovendo o ódio racial; os estudos científicos que provam que raças não existem e, portanto, não pode haver tratamento desigual para seres humanos iguais.

Fernanda Montenegro envia um beijinho no ombro a Ali Kamel | Brasil 24/7

Menos corrupção, mais educação

rbs rapinaE se de repente, a Multilaser, o Banco Itaú, o Instituto Millenium, a AMBEV resolvessem, ao invés de financiar grupos para ofender a Presidente Dilma na abertura da Copa do Mundo, no Itaquerão, (reis dos camarotes vips) tivessem usado o dinheiro para melhorar a educação de suas socialites de aluguel?!

E se a RBS investisse no nível de educacional dos seus funcionários de rádio, tv e jornal os R$ 150 milhões de que é acusada no Operação Zelotes?!

E se Luciano Huck, para vender mais camisas, ao invés de incentivar a pedofilia, o racismo e toda sorte de preconceitos começasse a investir o dinheiro gasto neste tipo de publicidade em mais em educação?!

E se Ronaldo Nazário, ao invés de maltratar travestis, de fazer festas como aquelas denunciadas pela TMZ, começasse a investir o dinheiro gasto com eles, em orgias, em mais educação de seus correligionários políticos?!

E se o Aécio Neves, ao invés de mandar construir aeroportos em terras do Tio Quedo tivesse usado o dinheiro para pagar melhorar os salários dos professores de Minas Gerais?!

E se a Rede Globo, ao invés de sonegar 650 milhões relativos às transmissões da Copa de 2002, destinasse estes recursos para promover a educação? E se ao invés de desviar os recursos do Criança Esperança, como revelou o WikiLeaks, destinasse, de verdade todos os recursos na educação das crianças?!

E se as empreiteiras que formaram o Cartel revelado na Operação Lava Jato tivessem investido em educação aqueles milhões usados para corromper?!

E se os corruptores tivessem usados em educação os bilhões usados para corromperem servidores públicos?!

E se o MBL, ao invés de tentar derrubar um governo eleito democraticamente, fizesse um rolézinho e usasse o dinheiro da CIA para incentivar a educação na periferia?!

E se, ao invés de esconderem do noticiário o helipóptero com 450 kg  de cocaína, a Globo não só mostrasse quem está por trás, e incentivasse para que o dinheiro fosse usado para dar uma bolsa família sob condição de que os jovens deixassem de entregar papelotes aos seus artistas?!

E se aqueles que esconderam o dinheiro na Suíça destinassem a parte referente só aos impostos para dar mais educação ao Luis Carlos Prates e ao Luis Carlos Heinze?!

E se o PP gaúcho destinasse o dinheiro desviado da Petrobrás para as prefeituras do interior do RS porem as peruas que transportam os alunos para às escolas?!

E se o dinheiro que o tesoureiro do  PSDB, Márcio Fortes, escondeu no HSBC da Suíça tivesse sido investido em educação?!

22/03/2015

Aécio anda meio inFURNAdo

Vai se Youssef, Aécio!

Inacreditável, Alberto Youssef é a prova mais robusta que o MP, este Mistério Público, conseguiu para atacar Lula. Youssef, desde os tempos do Banestado, atuando em parceria com o Poder Judiciário. Pode isso, Arnaldo?

A barba do Aécio pode ser um bom sinal. Faz me lembrar de quando Antônio Britto voltou da Espanha. O ex-porta-voz da ditadura, cavalo do comissário montado pela RBS, quando foi defenestrado do Piratini tirou um ano “sabático” na Espanha da Telefônica, a mesma que em parceria com a RBS havia sido presenteada pelo dito cujo com a CRT. Dizem que lá foi se desintoxicar. E quando voltou, barbudo igual ao Aécio, ainda permaneceu algum tempo numa clínica de Campos do Jordão. Se for isso mesmo, não haverá “Pó pará, governador II”. A notícia ruim ficaria por conta do risco d’ele substituir o Casagrande como comentarista da Globo…

Youssef e o escândalo seletivo

22 de março de 2015 | 10:11 Autor: Miguel do Rosário

YOUSSEFF

Precisa desenhar mais que isso?

Youssef e o escândalo seletivo | TIJOLAÇO | “A política, sem polêmica, é a arma das elites.”

Próxima Página »

Crie um website ou blog gratuito no WordPress.com.

%d blogueiros gostam disto: