Ficha Corrida

01/07/2014

Coisa de brasileiro. SQN!

Filed under: Complexo de Vira-Lata,Corrupção,Sarkozy — Gilmar Crestani @ 8:39 am
Tags:

Sarkozy é preso para depor sobre denúncias de corrupção na França

ANDREI NETTO – CORRESPONDENTE

01 Julho 2014 | 07h 35

Ex-presidente compareceu com seu advogado a tribunal; é a primeira vez que um ex-chefe de Estado francês é detido

PARIS – O ex-presidente da França Nicolas Sarkozy, que comandou o Palácio do Eliseu entre 2007 e 2012, foi preso pela polícia na manhã desta terça-feira, 01, em Nanterre, região metropolitana de Paris, com o objetivo de prestar esclarecimentos sobre crimes de tráfico de influência e violação do segredo de Justiça. A "garde à vue", espécie de detenção preventiva prevista pelo Direito francês, é a primeira na história envolvendo um chefe de Estado e evidencia o aperto do cerco judicial contra o ex-mandatário, suspeito em cinco outros processos.

A prisão foi anunciada no início da manhã, horas depois do início de seu depoimento ao Escritório Central de Luta contra a Corrupção e Crimes Financeiros e Fiscais da polícia. O pedido foi feito pelos juízes de instrução Patricia Simon e Claire Thépaut, responsáveis pelo Polo Financeiro do Tribunal de Grande Instância de Paris. O ex-presidente chegou acompanhado de seu advogado, Thierry Herzog, e seguido de dois outros suspeitos de praticar os mesmos crimes: Gilbert Azibert primeiro advogado-geral do Tribunal de Cassações, e Patrick Sassoust, advogado da mesma instituição, que teriam colaborado nos crimes e hoje também estão em prisão preventiva no mesmo local.

O caso pelo qual Sarkozy responde é uma espécie de cruzamento de outros processos judiciais nos quais seu nome vem sendo envolvido desde que deixou a presidência, em maio de 2012, derrotado para o atual presidente, François Hollande. Segundo as suspeitas da polícia e da Justiça, o ex-presidente teria organizado uma rede de informantes, que envolveria advogados e juízes, sobre os procedimentos judiciais que lhe dizem respeito. Em troca, Sarkozy prometia obter nomeações privilegiadas para seus colaboradores. Azibert, por exemplo, reivindicava um cargo no judiciário no Principado de Mônaco, que se situa dentro do território da França.

A descoberta do caso foi feita durante as investigações da suposta rede de financiamento clandestino de campanhas eleitorais pela ditadura de Muamar Kadafi, da Líbia – antes que Sarkozy se voltasse contra o autocrata, em 2011. Ao realizar escutas telefônicas entre janeiro e fevereiro deste ano, a polícia esbarrou em diálogos nos quais o ex-presidente buscaria informações sigilosas de outro processo, o caso Bettencourt, envolvendo a bilionária Liliane Bettencourt – proprietária da gigante de cosméticos L’Oréal. Na tentativa de não ser identificado, Sarkozy usava uma linha de telefone celular secreta comprada em nome de um laranja, Paul Bismuth, ex-colega de escola de Herzog, advogado do ex-presidente, que hoje vive em Tel Aviv, em Israel.

Pelo Código Penal francês, o crime de "tráfico de influência" prevê pena de até cinco anos de prisão e de € 500 mil de multa. Para correr esse risco, porém, Sarkozy precisa primeiro ser acusado formalmente – "mise en examen", pelo Direito local –, o que pode acontecer ou não nas próximas horas.

A prisão preventiva de Sarkozy é a mesma à qual qualquer cidadão francês ou estrangeiro pode ser submetido no País. Isso porque o ex-presidente não se vale mais de nenhum tipo de imunidade, nem tem fórum privilegiado. A situação, porém, é inédita na história da 5ª República da França, inaugurada em 1958, já que nenhum outro chefe de Estado foi colocado nessa situação pela polícia.

Por outro lado, em 2011 seu predecessor no cargo, o também conservador Jacques Chirac, foi condenado a dois anos de prisão pela Justiça após deixar o poder por crimes de corrupção, via criação de empregos fictícios na prefeitura de Paris para financiar atividades de seu partido – o mesmo de Sarkozy.

13/04/2013

Sou a favor

Filed under: Sexualidade — Gilmar Crestani @ 11:55 am
Tags: ,

Woman throws bras on March 25, 2013 at the esplanade des droits de l'homme, in front of the Eiffel tower in Paris, during a happening called by "Pink Bra Bazzar, a French organization fighting against and sensitizing on breast cancer. Como  já profetizavam os criadores da bandeira de Minas Gerais, LIBERTAS QUÆ SERA TAMEN ("Liberdade ainda que tardia"). Agora só falta obrigar o uso de camisa de seda, leve e solta… molhada….

Les seins se porteraient mieux sans soutien-gorge

D’après une étude menée sur 130 paires de poitrines à Besançon, l’absence de soutien-gorge permet de redresser les seins. Résultat : les participantes à l’expérience affirment avoir beaucoup moins mal au dos.

Ne pas porter de soutien-gorge aurait des effets positifs sur le maintien de la poitine © Maxppp

Les seins ne tombent pas plus quand les femmes ne portent pas de soutien-gorge… bien au contraire. C’est l’un des résultats préliminaires d’une expérience menée pendant une quinzaine d’années au CHU de Besançon par le professeur Jean-Denis Rouillon.

"Nos premiers résultats valident l’hypothèse que le soutien-gorge est un faux besoin. Médicalement, physiologiquement, anatomiquement, le sein ne tire pas bénéfice d’être privé de la pesanteur. Au contraire, il s’étiole avec le soutien-gorge".

Pour parvenir à ce résultat, Jean-Denis Rouillon a mesuré au pied à coulisse et à la réglette les poitrines de quelque 130 femmes. Parmi elles, Capucine, une jeune femme de 28 ans. Elle ne porte plus de soutien-gorge depuis deux ans. "L’intérêt est multiple : on respire mieux, on se tient plus droite, on a moins de douleurs au niveau du dos." A l’âge de 25 ans, les seins d’une femme sur deux présente des signes de relâchement.

Les seins se porteraient mieux sans soutien-gorge – France Info

20/03/2011

Por que a França foi a ponta de lança?

Filed under: Revolução Jasmim,Tio Sam — Gilmar Crestani @ 10:11 am
Tags: , , , ,

"Para contentar Sarkozy daqui a poucas horas iniciará a Guerra do Mediterrâneo, assim a França poderá substituir a Total pela ENI. A Europa está dividida, o eixo franco-alemão está em crise, Obama sumiu, a ONU, como de costume, é incapaz de responder". E por aí vai…

Libia: una guerra per accontentare Sarkozy

Libia: una guerra per accontentare Sarkozy

Per accontentare Sarkozy tra poche ore inizierà la Guerra del Mediterraneo, così la Francia potrà sostituire la Total all’ENI. L’Europa è lacerata, l’asse franco-tedesco è in crisi, Obama è sparito, l’ONU è stata come al solito incapace di rispondere. Per il pressappochismo di uno pagheremo tutti. Con la speranza che Gheddafi non scateni l’inferno. Al limite ci salverà Bersani.


sarko gheddafi

E così, per accontentare Sarkozy e la sua voglia di mettere le mani sulle importanti concessioni energetiche libiche, tra poche ore assisteremo con ogni probabilità ad una bella guerra nel Mediterraneo. Un “capolavoro” diplomatico che ha lacerato l’Europa (asse franco-tedesco in crisi profonda), che ha irrigidito Russia e Cina, che ha bloccato ogni possibile mediazione americana (ma Obama, dov’è?), e che porterà ad una reazione di Gheddafi. Già, che farà ora il Colonnello? Beh, negli anni Ottanta, quando si arrabbiava, era solito sparare missili su Lampedusa o tirare giù qualche aereo occidentale. Ora che è molto arrabbiato, probabilmente reagirà con le dovute proporzioni.

Battute a parte, quello che è accaduto ieri sera al Consiglio di Sicurezza dell’Onu è tutto tranne che una risposta del Mondo libero alle suppliche di un popolo schiacciato dal despota. La risoluzione passata con ben 5 astensioni (tra cui Russia, Germania e Cina…) certifica molto più pragmaticamente che la Francia è stata assecondata nelle sue ambizioni di rinnovata grandeur, nella sua voglia di esportare il suo modello ovunque nelle regioni che hanno qualcosa da offrirle.

Siamo di colpo tornati indietro nel tempo; siamo tornati alla spartizione dell’Africa tra le grandi potenze. Non è un caso, infatti, che i più accaniti sostenitori della no fly zone fossero Parigi e Londra, ossia i due giganti che fino a qualche decennio fa si sono spartiti il cosiddetto Terzo Mondo.

sarko gheddafi 2

Già c’è chi dice (non a torto) che Sarkozy non vede l’ora di piantare i paletti della Total al posto di quelli dell’Eni, che di fatto la Libia post-gheddafiana altro non sarà che la replica di quanto fu l’Algeria fino agli anni Sessanta del secolo scorso: un bel territorio metropolitano a disposizione della madrepatria transalpina. E’ questo quello che l’Occidente voleva? E’ questa la risposta democratica alle rivolte che si ripropongono di abbattere i regimi?Una guerra nel Mediterraneo, come non accadeva da tempo?

Se è così, bene ha fatto l’Italia a mostrarsi cauta e realista. Una posizione, la nostra, su cui pian piano si sono accodate anche altre potenze che in un primo momento facevano la voce grossa. Un esempio? L’astensione di Berlino in Consiglio di Sicurezza e la dichiarazione del Ministro degli Esteri Westerwelle che “nessun soldato tedesco metterà piede in Libia”.

Forse, una volta tanto, noi abbiamo visto più lontano di tanti altri. Forse, abbiamo dimostrato più saggezza di chi si crede padrone del Mondo (o quantomeno d’Europa). Il problema è che per il pressapochismo di uno pagheremo tutti.

Libia: una guerra per accontentare Sarkozy – AgoraVox Italia

05/02/2011

Os franceses estão louquinhos por uma Guantánamo

Filed under: Cosa Nostra — Gilmar Crestani @ 11:50 pm
Tags: ,

Quem nasce para Sarkozy jamais chega a Mitterrand!

 

Bientôt un « Guantanamo à la française » ?

Par Marie Barbier le jeudi 3 février 2011, 17:44 – Loi BessonLien permanent

Un amendement gouvernemental adopté par la commission des lois du Sénat à la loi sur l’immigration propose de détenir des étrangers plus de dix-huit mois en centre de rétention administrative. Ce dispositif s’applique aux étrangers « condamné à une peine d’interdiction du territoire pour des actes de terrorisme » ou « si une mesure d’expulsion a été prononcée à son encontre pour un comportement lié à des activités à caractère terroriste ». La Cimade, le Gisti, la Ligue des Droits de l’Homme et le Syndicat des Avocats de France dénoncent une réforme qui crérait un « guantanmo à la française ». Cette disposition « opère une confusion dangereuse entre rétention administrative et mode de surveillance des personnes » expliquent-elles encore en appelant les sénateurs de ne pas voter cet amendement.

Crie um website ou blog gratuito no WordPress.com.

%d blogueiros gostam disto: