Ficha Corrida

16/10/2016

Descoberto o único pastor que faz bom uso do dízimo

Filed under: Dízimo,Isenção Fiscal,Pastor,Templo é Dinheiro — Gilmar Crestani @ 11:08 am
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exploradores da féAí os policiais chegaram pro pastor vestido de policial e perguntaram: – o que está TRAMANDAÍ?

Se estiver pensando no Edir Macedo, podes tirar o cavalinho do templo. É claro que o Eduardo CUnha, o Silas Malafaia e o Marco Feliciano também fazem bom uso do dízimo. Enquanto aquele se fantasiava de polícia, estes se fantasiam de pastores para que a polícia os protejam. Convenhamos, festejar numa boate com dinheiro do dízimo é infinitamente menos ofensivo do que usar o dízimo para se eleger e, uma vez eleito, tornar-se acusado de estupro e, por isso, receber proteção institucional.

Aos religiosos de plantão lembro que Jesus também passeava com Maria Madalena pelos jardins de Bethânia. E, aos que buscavam jogar pedras, confessou: quem nunca pecou que jogue a primeira pedra. Se foi condescendente com Maria Madalena, foi inclemente com os vendilhões do templo. Não tenho dúvida que hoje chicotearia os malafaias, cunhas, felicianos mas não jogaria pedra no pastor que se diverte em puteiro.

Eis aqui um motivo para botar fé na isenção fiscal do dízimo.  É mais bíblico gastar com putas, veja que Jesus perdoou Maria Madalena, do que com dePUTAdos golpistas…

Pastor vestido de policial é detido em prostíbulo de Tramandaí

Religioso dançava com mulheres e o dinheiro do dízimo Sílvio Milani

14/10/2016 21:19 15/10/2016 13:09
Delegado considerou situação de pastor como um ”absurdo” Um pastor de 40 anos, vestido de policial civil, dançava animadamente em um prostíbulo e gastava o dinheiro do dízimo com bebidas para as mulheres. Ele ainda portava uma faca na cintura, porque os seguranças acreditaram se tratar de um investigador e sequer o revistaram. A combinação surreal de situações foi flagrada na madrugada desta sexta-feira em um bordel na entrada de Tramandaí. “Um absurdo”, definiu o delegado Antonio Ractz. O religioso, que prega no bairro São Francisco II, é chefe de uma igreja pentecostal sediada em Cachoeirinha.

O delegado Ractz e dois agentes, de plantão no litoral norte, foram avisados que havia um policial civil agitando em um bordel, por volta das 3h30. “Fomos averiguar e logo avistamos o indivíduo com camiseta da instituição dançando na pista.” Ao ser abordado, o homem tentou enganar também os policiais. “Sou colega”, afirmou, em tom convincente. “Pedi a identificação e vi que, na verdade, ele tinha carteira de pastor.”

Livro-caixa da igreja e sirene de viatura

A revista no carro, um Onix, complicou ainda mais a situação do religioso. “Tinha uma sirene de viatura no banco, que foi apreendida junto com a faca e a camiseta. No veículo ainda havia o livro-caixa da igreja e várias gravatas. Andava bem vestido.” O dinheiro que gastava no prostíbulo, conforme o delegado, era do dízimo dos fieis.

Pregador alegou que roupa era para teatro

A alegação do pastor não convenceu o delegado. “Ele disse que estava usando camiseta da Polícia porque tinha participado de uma peça de teatro.” Para Ractz, o religioso queria é tirar vantagem com o uniforme, a começar pelo fato de não ter sido submetido à revista. Depois do depoimento, ele foi liberado. O delegado enquadrou o pastor no artigo 46 das contravenções penais, que trata do uso indevido de uniforme ou distintivo de função pública que não exerce. A pena deve ser doação de cestas básicas.

Pastor vestido de policial é detido em prostíbulo de Tramandaí – Região – Jornal NH

26/04/2015

Folha ajudou ditadores a prender, torturar, estuprar, matar e esconder os corpos. E chamou isso de ditabranda!

OBScena: perua da Folha usada para desovar cadáveres vilipendiados pelos torturadores 

folha1A Rede Globo já admitiu que errou ao apoiar os ditadores. A Folha, pelo contrário, que prisão ilegal, tortura, estupro, esquartejamento não é só uma ditabranda. Deve ser por isso a Folha emprestava suas peruas para transportar os presuntos para as valas clandestinas do Cemitério de Perus.

Já que a Folha exige que Lula e Dilma devem pedir desculpas pelo roubo praticado na Petrobrás durante os seus governos, por que a Folha não exige que FHC peça desculpas pela compra da sua reeleição? Por que a Folha não cobra do grupo Estado que nada fizeram para impedir que o Diretor de Redação do Estadão, Pimenta Neves, assediasse moral e sexualmente a colega Sandra Gomide, a ponto de vir a assassina-la pelas costas. Nenhum Mesquita, apesar de ser um funcionário mais próximo da hierarquia, saiu a público para pedir desculpas pelo bárbaro crime praticado por pessoa de extrema confiança, a ponto de ser guindado ao posto de Diretor de Redação?

Por que a Folha não cobra da Rede Globo que peça desculpas pela sonegação biolionária que retira da mesa das crianças e dos postos de saúdes condições essenciais para suas vidas? Por que a Folha não cobra da Rede Globo explicações  a respeito do desvio de recursos do Criança Esperança?

Por que a Folha não cobra de seus colegas do Instituto Millenium que aparecem na Operação Zelotes como tendo perpetrado um assalto muitas vezes maior que o da Petrobrás? Seria por que a RBS é colega da ANJ e faz às vezes, como admitiu Judith Brito, oposição ao Governo Federal?

Por que a Folha não cobra do multimilionário Gerdau para que explique como ele conseguiu sonegar, sozinho, R$ 150 milhões de reais?

Por que a Folha não vai atrás do tesoureiro de seu partido, Márcio Fortes, para que explique a fortuna lavada no HSBC? O tesoureiro do PSDB precisa não só pedir desculpas, mas devolver os recursos e pagar os impostos devidos?

Por que cobra do Rodrigo de Grandis a respeito da mão amiga na hora difícil na vida de Robson Marinho, já condenado na Suíça pela corrupção em parceria com a Alstom e Siemens mas continua no TCE/SP?

Por que a Folha não cobra explicações do Geraldo Alckmin pelo racionamento d’água que “corre” um ano em São Paulo ao mesmo tempo em que se desenvolve a maior epidemia de dengue jamais vista na terra dos bandeirantes?

Por que a Folha não cobra das sucessivas administrações do PSDB que só legou o PCC em termos de segurança pública para os paulistas? Com o PCC os bandidos e as reeleições tucanas em São Paulo estão seguros!

A Folha deveria se lembrar que em editorial admitiu que o Poder Judiciário é complacente com seu partido, como já o fizera antes seu correligionário Jorge Pozzobom, e pedir para que explique porque só o PT?

EDITORIAIS

editoriais@uol.com.br

Falta pedir desculpas

Balanço da Petrobras registra prejuízo bilionário provocado por anos de inépcia e corrupção; Lula e Dilma ainda devem explicações

A publicação do balanço de 2014 da Petrobras é apenas o primeiro passo da longa caminhada de reconstrução da empresa depois do ciclo de desgraça a que foi submetida de 2004 a 2012: imprudência inaceitável, incompetência descomunal e corrupção voraz.

O prejuízo do período monta a R$ 50,8 bilhões, dos quais R$ 6,2 bilhões ligam-se diretamente aos desvios sistemáticos praticados nas principais diretorias da estatal –o cálculo baseou-se em depoimentos da Operação Lava Jato que apontaram propina de 3% nos contratos.

Os R$ 44,6 bilhões restantes decorrem de erros grosseiros no planejamento e na execução de projetos e, em menor medida, de pioras nas condições de mercado –a queda do preço do petróleo, por exemplo, reduz o valor de investimentos realizados em exploração.

O estouro nos custos não se relaciona apenas com a má gestão da última década, porém. Por certo o clima de euforia irresponsável e o uso político da estatal nos mandatos petistas contaminaram o corpo dirigente. Perdeu-se a noção de diligência no trato do dinheiro alheio.

Também é óbvio que as propinas incentivaram tal conduta. Projetos faraônicos e custos fora de controle, que resultam do ambiente delituoso que vigorou na empresa, agora se disfarçam nas ineficiências.

Vencida a etapa do balanço, a empresa precisa reformular seu plano de negócios a fim de preservar caixa e reduzir o endividamento, que chega a quase cinco vezes a geração de lucro operacional –o ideal é menos de três vezes.

O presidente da Petrobras, Aldemir Bendine, indica que será firme na reestruturação. Cogitam-se cortes expressivos nos investimentos, gestão mais inteligente de ativos (inclusive com vendas e parcerias com o setor privado) e política financeira mais conservadora.

Também são desejáveis mudanças nas regras de exploração do pré-sal e na política de conteúdo nacional, que sobrecarregam a empresa sem que ofereçam em troca benefícios tangíveis para acelerar a exploração dos campos de petróleo.

Não fosse por um aspecto dos mais relevantes, seria possível afirmar que a longa crise começa a ser superada. Bendine, que chegou ao comando da Petrobras somente neste ano, agiu bem ao pedir desculpas e declarar-se envergonhado. Falta, agora, que os responsáveis políticos pelo maior escândalo de corrupção e má gestão da história nacional tenham a decência de fazer o mesmo.

Nada aconteceu por acaso. O ex-presidente Lula e a presidente Dilma Rousseff –que dirigiu o Conselho de Administração da Petrobras de 2003 a 2010– têm o dever de explicar ao país como se consumou tamanho desastre em suas gestões.

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