Ficha Corrida

21/08/2014

Ué, mas a Friboi não era do filho do Lula…

Filed under: ANJ,FRIBOI,Grupos Mafiomidiáticos,Manipulação,Ricardo Setti,Veja — Gilmar Crestani @ 11:04 pm
Tags: ,

Montagens a respeito da fortuna do filho do Lula nasceram das mãos sujas do PSDB, ganharam espaço e parceria na Veja mas se proliferam como gafanhoto pelas mãos da manada anencefálica. É só pesquisar no Google. Alguns já apagaram as imagens, mas o cache as guarda. Estão todas lá hospedadas pelos descebrados, que, por não terem cérebro, entopem com lixo mesmo.

A justiça já descobriu caluniadores e propagadores das mentiras. E agora, a empresa que seria do Lulinha, é a maior patrocinadora para tentar fazer de Marina Silva a (ji)bóia da direita.

A ANJ saiu para apoiar Marina mas não saiu em defesa de Sandra Gomide, e assim Pimenta Neves, o ex-diretor de Redação do Estadão, pode fazer com ela, pelas costas, o que fazia com os leitores pelas páginas do Estadão.

Portanto, vamos boicotar os produtos da FRIBOI. Lulinha agradece!


veja lulinha
Ricardo Setti, da Veja, é um dos propagadores de imagens falsas. Já pediu desculpas, mas o criminoso sempre volta ao local do crime.  
   

Associação dos Jornais e Friboi entram na campanha de Marina com anúncio em O Globo

21 de agosto de 2014 | 12:01 Autor: Fernando Brito

anj

Os assinantes de O Globo no Rio de Janeiro receberam hoje, em casa, a mais descarada propaganda de Marina Silva, “paga” pela Associação Nacional de Jornais.

A mesma ANJ que na eleição de 2010 disse que era “a verdadeira oposição” a Lula.

Que assina a peça em conjunto com a Friboi, aquela que diziam que era do “filho do Lula”, lembram-se?

O anúncio é um imenso farisaísmo e foi visto por um leitor do blog, o Nikola, que me alertou. Miguel do Rosário recebeu um exemplar assim e escaneou para que todos vejam.

Usando um perfil do Facebook – não o encontrei pelo nome alegado, apenas homônimos – simula um espanto com a confirmação da candidatura Marina Silva.

E exibe a candidata numa foto triunfal, com o braço erguido junto com seu vice.

É claro que o jornal tem o direito de publicar as fotos de Marina ou de qualquer outro candidato.

Mas é um anúncio, pago, e a escolha do tema tem todo o sentido de propaganda.

Será isso a tal “liberdade de expressão”?

Nas barbas do TSE, o poder econômico e de mídia se unem para promover uma candidata.

Ou, talvez, tenham razão.

A imprensa brasileira tem lá algo de açougue.

Associação dos Jornais e Friboi entram na campanha de Marina com anúncio em O Globo | TIJOLAÇO | “A política, sem polêmica, é a arma das elites.”

04/01/2014

Não importa o que faz com seu dinheiro, mas com o público

Filed under: Financiadores Ideológicos,Nova Iorque — Gilmar Crestani @ 8:46 pm
Tags:

O bilionário ex-prefeito de Nova York foi tomado de modelo pelos amestrados da velha mídia porque usou recursos do próprio bolso, enquanto era prefeito, para se promover. Se eu fosse guindado a governador do RS, não teria recursos do próprio bolso para levar um vida, em viagens ou em Porto Alegre, para regar um vida do bom e do melhor. Teria de me acomodar e me contentar com aquilo que representação pública permitiria. Diferentemente do Gerdau, por exemplo. A questão relevante do representante público não é essa, mas como se exerce o poder público. Tanto é verdade que o povo de Nova York resolveu escolher um prefeito ideologicamente oposto ao extravagante e exibicionista Bloomberg. Como por estas bandas a mídia deu espaço ao estilo luxuoso com dinheiro do próprio bolso, alguns resolveram exaltar isso como se fosse mais importante que administrar o bem comum para o bem comum. Realmente, vivemos numa sociedade em que a ostentação, desde que apupada pela velha mídia, vale mais que bem administrar.

O novo prefeito de Nova York e sua opção pelos pobres

por : Paulo Nogueira

Uma família diferente

Uma família diferente

Diz o NY Times: “Ele deu voz aos nova-iorquinos esquecidos – os 46% que vivem na pobreza ou perto dela, os 50 000 sem teto, os milhões que estão fora das áreas de segurança econômica e afluência aristocrática.”

O Times estava se referindo a Bill de Blasio, 52 anos, democrata que se elegeu espetacularmente prefeito de Nova York. Surgido do nada dentro do mundo político americano, Blasio venceu as eleições com 40 pontos de diferença sobre o candidato republicano. Não foi uma vitória, foi um esmagamento.

Blasio se elegeu com a seguinte plataforma: combater a desigualdade social, combater a desigualdade social e ainda combater a desigualdade social.

Para isso, em sua plataforma estavam coisas como o aumento dos impostos para os ricos.

Pausa para uma reflexão: você vê algum candidato à presidência no Brasil falando em aumentar imposto dos ricos?

Bem, Blasio foi duramente atacado pela plutocracia novaiorquina. Vasculharam seu passado e brandiram contra ele um passado ativista no qual ele se colocou a favor dos sandinistas na Nicarágua. Até sua lua de mel em Cuba foi usada contra Blasio.

Mas os novaiorquinos não ouviram a elite financeira. E abarrotaram Blasio de votos numa vitória que, para muitos, simboliza o retorno aos Estados Unidos de uma coisa chamada ‘esquerda’. Blasio se declara um “socialista democrático”.

Blasio é uma figuraça. Ele é casado com uma mulher negra que, antes do casamento, só tivera relacionamentos lésbicos. Os dois têm dois filhos adolescentes, um menino e uma menina.

O garoto tem um cabelo afro que acabou virando destaque na mídia americana. Um vídeo em que o menino fala do pai viralizou nos Estados Unidos.

Blasio, de origem italiana, teve uma infância conturbada. O pai perdeu uma perna numa guerra e mesmo assim, ao voltar, foi perseguido pelo Estado, sob a acusação de ser comunista.

O homem se perdeu: passou a beber, se divorciou e se afastou da família. Acabou por se matar com um tiro de rifle no peito. “Com ele aprendi o que não fazer”, diz Blasio. Ele tirou o sobrenome paterno em sua vida profissional e ficou com o da mãe.

Blasio conta que teve conversas interessantes com empresários que o viam com desconfiança. A um deles, cujo avô era um homem sem nada, ele lembrou que em outros tempos gente pobre tinha oportunidade de ascender. “O empresário, ao lembrar do avô, entendeu o meu ponto”, diz Blasio.

Obama, que apoiou Blasio, foi uma enorme decepção para os pobres americanos.

Blasio parece ser diferente. Tem mais conteúdo e foi eleito para mitigar a desigualdade social. Ele falou muito na parábola de Dickens de “duas cidades” dentro de uma só, uma riquíssima e outra miserável. (É uma imagem absolutamente adequada ao Brasil.)

Num gesto notável, estendeu a mão para a comunidade islâmica de Nova York, alvo de espionagem constante depois do Onze de Setembro. Disse que a perseguição e o preconceito vão acabar em sua gestão.

Os novaiorquinos deram uma chance à sorte ao escolhê-lo maciçamente e preterir o candidato republicano sob o qual as “duas cidades” permaneceriam e, com elas, a pobreza abandonada de milhões de pessoas.

Parabéns, mais que a Blasio, aos novaiorquinos.

O texto acima foi publicado em novembro, quando Blasio venceu a eleição. É publicado de novo hoje, quando ele toma posse.

Paulo Nogueira

Sobre o Autor

O jornalista Paulo Nogueira é fundador e diretor editorial do site de notícias e análises Diário do Centro do Mundo.

Diário do Centro do Mundo » O novo prefeito de Nova York e sua opção pelos pobres

01/10/2013

REDE vira pó pro Aécio cheirar Marina

Filed under: Aécio Neves,Marina Silva,Rede Globo de Manipulação — Gilmar Crestani @ 7:40 am
Tags:

Pó pará, governador!

Globo dá tiro fatal na Rede: partido fora da lei

Ao cravar, na manchete de sua edição de hoje, que a Rede Sustentabilidade, de Marina Silva, "busca uma brecha", estando, assim, fora dos parâmetros legais, o jornal carioca sepulta de vez as chances de criação do partido da ex-senadora; reportagem informa ainda que ela não tem as assinaturas necessárias para formar a Rede; dias atrás, colunistas do Globo haviam assumido um lobby aberto pela criação do partido, mas agora devem permitir que a Rede morra na praia; Marina será convidada para vice na chapa de Aécio

Brasil 24/7

REDE vira pó pro Aécio cheirar Marina

Filed under: Aécio Neves,Marina Silva,Rede Globo de Manipulação — Gilmar Crestani @ 7:28 am
Tags:

Pó pará, governador!

Globo dá tiro fatal na Rede: partido fora da lei

Ao cravar, na manchete de sua edição de hoje, que a Rede Sustentabilidade, de Marina Silva, "busca uma brecha", estando, assim, fora dos parâmetros legais, o jornal carioca sepulta de vez as chances de criação do partido da ex-senadora; reportagem informa ainda que ela não tem as assinaturas necessárias para formar a Rede; dias atrás, colunistas do Globo haviam assumido um lobby aberto pela criação do partido, mas agora devem permitir que a Rede morra na praia; Marina será convidada para vice na chapa de Aécio

Brasil 24/7

29/09/2013

E aí, Aécio Neves, vamos conversar?

Filed under: Aécio Neves,Isto é PSDB! — Gilmar Crestani @ 10:32 am
Tags: ,

28/09/2013 | Publicado por Renato Rovai em Política

Caro senador Aécio Neves, imagino que o senhor não conheça este escriba e talvez nem a Revista Fórum, apesar de a revista já circular há 12 anos e de eu ter lhe encontrado recentemente no Aeroporto de Congonhas. Sentamos frente a frente no saguão e vossa excelência me olhou umas quatro ou cinco vezes de soslaio. Eu fiz de conta que não percebia e me mantive concentrado no tablet. Depois pegamos o mesmo ônibus que nos levou ao avião. Íamos para o Rio de Janeiro. Aliás, parece que vossa excelência gosta muito da capital carioca. Eu também sou fã. E se tivesse as mesmas condições econômicas que o senhor não resistiria a viver boa parte do meu tempo por lá. Mas o que me motiva a escrever este post não é o Rio. E outra coisa.

Assisti a uma recente inserção de TV do seu partido e vi que vossa excelência está aberta ao diálogo. Diz algo assim: “Sou Aécio Neves, vamos conversar”. Achei ótima a iniciativa. E por este simples blogue, lhe digo: “Sou o Renato Rovai e aceito o convite”. Quero conversar com vossa excelência.

E aproveito para lhe dizer que irei lhe enviar oficialmente essa solicitação de conversa. Acho que vou falar em entrevista, porque talvez a sua assessoria não entenda o espírito da coisa. Mas que fique claro, será um bate-papo. Aliás, um papo reto (o senhor tem usado este termo) transmitido pela web. No qual farei algumas perguntas sobre temas que me parecem muito importantes. Na sequência, seguem alguns temas das perguntas. Ah, claro, vou abrir para os internautas poderem falar com o senhor. É assim que funciona na lógica do papo reto. As pessoas não ficam com esse lenga-lenga do script televisivo, onde tudo é meio que combinado antes. Por isso não posso lhe garantir que tratarei apenas dos temas abaixo. Mas, confio no seu espírito democrático. E na sua boa intenção e sinceridade ao nos convidar para conversar. E fazer um papo reto.

Pautas para a conversa.

– As privatizações no governo Fernando Henrique e o custo delas para o Brasil

– O mensalão mineiro

– Supostos desvios de recursos da saúde no governo de Minas Gerais

– A investigação do cartel do metrô no governo de SP

– Os motivos que levaram o PSDB a ser contra o Bolsa Família no início do governo Lula

– Por que o PSDB é contra o Mais Médicos

– O silêncio da mídia mineira em relação ao governo de Minas, denunciado como censura econômica por vários jornalistas e movimentos sociais.

– Os motivos que lhe levaram a rejeitar a usar o bafômetro numa blitz no Rio de Janeiro.

– O que o senhor achou daquele texto em espaço editorial, assinado por Mauro Chaves, no jornal O Estado de S. Paulo, cujo título era “Pó parar, governador”.

– Qual a sua real opinião sobre o ex-governador José Serra. É verdade que o senhor e ele têm dossiês impressionantes um contra o outro?

Listei apenas 10 pontos iniciais. Mas como na internet não há limite de tempo, podemos ficar horas conversando. Papo reto, senador. Sem papas na língua. Que tal?

Então, só pra finalizar, vou imitá-lo.

E aí, senador Aécio Neves, vamos conversar?

E aí, Aécio Neves, vamos conversar? – Blog do Rovai | Blog do Rovai

Caiu na Rede: o novo presente da Marina Silva

Filed under: Marina Silva,Natura,PEN — Gilmar Crestani @ 7:32 am
Tags:

A eterna candidata, que não tem opinião sobre nenhum dos fatos reais, mas tem coluna na Folha para falar sobre generalidades, está por ganhar mais alguns mimos. Desta vez Marina só precisa botar o pingo nos “is”, que o Pen ela vai levar de graça. Sortuda, essa Marina, vai ganhar uma religião nova, o Penismo da Natura!

Legenda ‘familiar’ quer atrair Marina

Executiva do PEN é composta por mulher, dois irmãos e um filho do fundador; ex-senadora rechaça a filiação

Ex-deputado cogita ‘demitir’ companheira para abrir espaço a grupo de marineiros, que tenta criar a Rede

PAULO GAMADE SÃO PAULO

Quando o presidente do PEN, Adilson Barroso, diz que está disposto a "tudo" para fazer com que Marina Silva dispute o Planalto pela sigla, talvez não esteja brincando.

Seu arranjo para atrair a ex-senadora prevê tirar a própria mulher de um cargo-chave na Executiva Nacional para acomodar o grupo de marineiros.

Ele diz, porém, que a "demissão" de Rute não deve provocar brigas: ela foi colocada no posto de secretária-geral para que o ex-deputado estadual pudesse negociar espaço na sigla "sem resistências".

Rute não é a única parente de Barroso na Executiva do PEN, o nanico Partido Ecológico Nacional, formado em 2012. O grupo tem ainda dois irmãos e um filho do ex-parlamentar –"Deste eu não abro mão, é meu herdeiro político". Os cargos vão da tesouraria à vice-presidência.

Para Barroso, a diretoria familiar não é problema. "Hoje são só esses, mas fundei o partido com [parentes em] mais da metade da Executiva." Uma irmã já foi substituída.

Desde a criação, o PEN recebeu R$ 814 mil do fundo partidário. O partido fechou 2012 com R$ 292 mil de saldo positivo em suas contas.

Com o risco de que a Rede Sustentabilidade, partido gestado por Marina, não seja criada até sábado, prazo limite para que ela possa disputar a Presidência em 2014 pela nova legenda, Barroso ofereceu-lhe o PEN, hipótese refutada pela ex-senadora. O ex-deputado diz ter marcado conversa com marineiros na quarta-feira, véspera da última sessão do Tribunal Superior Eleitoral antes do prazo final.

O PEN demorou seis anos para reunir as 492 mil assinaturas necessárias para a formalização. Começou a ser criado em 2006, quando Barroso perdeu a reeleição para a Assembleia Legislativa de São Paulo e foi alijado do PSC.

"Para conseguir as assinaturas, eu chegava nas lideranças locais e dizia: Se você cumprir as metas de abaixo-assinado, você será o presidente. Se não cumprir, mas se empenhar, será grande, mas não o presidente. Foi com esse discurso, sem nenhum centavo no bolso, que eu formei o PEN", relata.

A tática de trocar a presidência de diretórios por lotes de assinaturas contraria o que defende a Rede. "É por isso que estão montando 90 partidos no país e [ela] não consegue." Ainda assim, ele diz que "o PEN é a cara da Marina".

O enxuto programa da sigla registrado na Justiça Eleitoral é econômico nas menções ao ambiente –são três em um texto de uma página.

No site do partido, o programa é substituído pelos "Dez mandamentos para um crescimento sustentável", com mensagens como "seja amigo da natureza", e o marketing ecológico se une a mensagens cristãs. Apesar disso, Barroso –que, como Marina, é evangélico da Assembleia de Deus– diz que o partido não tem caráter religioso.

15/04/2013

E os EUA perderam novamente para um poste de Chávez

Filed under: Nicolás Maduro,Venezuela — Gilmar Crestani @ 7:27 am
Tags:

Decididamente, a CIA já não encontra vira-latas suficientes na Venezuela e os que recruta no Brasil, Argentina, Colômbia, El Salvador e Guatemala ou são mulas ou são malas. Assim, antes de 2019 só no golpe, mas que o vira-bostas vão tentar ah disso não tenham dúvidas. E, pelas páginas do El País, já começou com esta abertura de página: “Capriles no reconoce la victoria mínima de Maduro” Mas confessa mais uma tentativa da CIA: Venezuela corta Internet por un ataque ‘hacker’ contra Maduro . Já o Página12 argentino fez o contraponto: “VENEZUELA SIGUE MADURA”. A margem foi pequena, mas alguém ainda lembra como foi a vitória de George W. Bush nas eleições de 2000, na Flórida?

Maduro tem vitória apertada na Venezuela

Com 99% das apuradas, chavista tinha 50,66% dos votos contra 49,07% de Capriles; diferença de menos de 300 mil votos

Sucessor de Chávez pede que oposição aceite os resultados sem arrogância, mas admite recontagem

FLÁVIA MARREIROENVIADA ESPECIAL A CARACAS

Na primeira vitória do chavismo sem Hugo Chávez, a Venezuela elegeu ontem o ex-sindicalista Nicolás Maduro, 50, para governar o país até 2019 com menos de 1,6 pontos percentuais de diferença do segundo colocado, Henrique Capriles, -resultado que tinha a possibilidade de ser duramente questionado pela oposição.

Esta foi a primeira vez desde 2005 que os opositores questionavam os números dos CNE (Conselho Nacional Eleitoral), a quem acusam de favorecer o governo, antes dos resultados, num desdobramento que pode mergulhar o país numa grave crise política pouco mais de um mês após a morte de Chávez, vítima de um câncer em março.

Segundo o CNE, com 99,1% das urnas apuradas, Maduro, indicado por Chávez como sucessor, obteve 50,66% dos votos (7.505.338 votos) contra 49,07% (7.270.403 votos).

O reitor Vicente Diaz, o único do CNE próximo da oposição, pediu a auditoria de 100% dos votos -em geral acontece com apenas metade.

Em discurso feito logo depois do anúncio do resultado, em frente ao Palácio Miraflores, Maduro disse que confia no sistema eleitoral da Venezuela e que o resultado deve ser respeitado.

Ele pediu que a oposição aceite os resultados sem arrogância. Diante de um possível pedido de auditoria, ele pediu que o procedimento seja feito, "para que não fique dúvida dos resultados".

"Vamos construir um governo poderoso, do povo e vamos construir uma nova, ampla e poderosa maioria da revolução bolivariana."

A jornada eleitoral, que foi tranquila, encerrou com alta tensão política devido às declarações de vitória antecipadas tanto pela campanha de Maduro, como pelos aliados de Capriles.

Mais cedo, Capriles, em sua conta de Twitter, fez sua mais grave acusação contra o CNE (Conselho Nacional Eleitoral) ao afirmar que estariam permitindo votos após o encerramento de mesas.

"Alertamos ao país e ao mundo a intenção de querer mudar a vontade expressada pelo povo", escreveu Capriles no Twitter, pedindo a reprodução da mensagem.

"Sigo recebendo resultados de todo país! Como mudaram as coisas desde 7 de outubro", chegou a comemorar o opositor em referência a disputa contra o então presidente Hugo Chávez, quando perdeu por 44% contra 55% dos votos.

Com um cenário de vitória apertada, a Venezuela pode mergulhar numa crise política pouco mais de um mês após a morte de Chávez, vítima de câncer.

Foi uma reviravolta em relação ao cenário previsto pelas pesquisas de opinião, que davam margem de ao menos oito pontos a favor de Maduro, apesar de advertir que Capriles vinha diminuindo a vantagem na última semana.

O ex-chanceler Maduro começou a corrida eleitoral no mês passado como franco favorito, embalado pelo ambiente de comoção no país pela morte de Chávez.

Nem o governo nem o próprio candidato hesitaram em transformar os atos em odes político-religiosas ao esquerdista, chamado de "Cristo Redentor dos pobres". Já Capriles, mais experiente em sua segunda disputa nacional, arriscou ao mesclar duros ataques ao governo com promessa de reconciliação do país.

POR CHÁVEZ

Maduro seguiu sua estratégia de apresentar o voto em sua candidatura como cumprimento do "último desejo" de Chávez, algo repetido pela maioria de seus eleitores ontem em Caracas.

O ex-chanceler foi votar acompanhado da mulher, a também dirigente chavista Cília Flores, e da família do mandatário morto.

Num discurso inusual para um chavista, o mandatário interino prometeu fortalecer a economia atraindo investimentos, incluindo os externos, "para desenvolver a indústria mista, pública e privada, pequena, média e grande".

Capriles, 40, que se reelegeu governador de Miranda em dezembro, votou em Las Mercedes, região abastada de Caracas.

14/04/2013

Brasil también vota en Venezuela

Filed under: Brasil,Henrique Capriles,Nicolás Maduro,Venezuela — Gilmar Crestani @ 10:05 am
Tags:

Dos gigantes del petróleo llamados no sólo a entenderse sino a trabajar juntos por el futuro del continente

Juan Arias Río de Janeiro 13 ABR 2013 – 15:40 CET9

Henrique Capriles y Nicolás Maduro, en campaña. / AFP

Aunque pueda parecer una paradoja, tanto el candidato venezolano del gobierno, Nicolás Maduro, como el de la oposición, Henrique Capriles, han hecho público que se inspiran en el “modelo Brasil”, que ha sabido conjugar desarrollo económico y fuertes políticas sociales para acabar con la miseria. De ahí que los analistas políticos hayan afirmado que Brasil “también vota en Venezuela”.

Mientras el modelo político de Maduro es el expresidente Lula da Silva, el de Capriles es la mezcla de la política de Fernando Henrique Cardoso, al que define como “socialdemócrata”, y de Lula, sobretodo en el modelo que acuñó en su primer gobierno.

Lula ha grabado un vídeo para apoyar a Maduro en el que afirma que él es “la Venezuela que Chávez soñó”. En una entrevista al diario O Globo, Capriles asegura que no le ha molestado ese vídeo pues reconoce que entre Lula y Chávez existió una gran amistad personal, y además porque, dice “no soy seguidor de personas sino de modelos”. Y su modelo es el de Brasil, gobierne quien gobierne.

La diplomacia norteamericana y Obama en concreto, vieron siempre a Lula como un “moderador” de los arrobos místico socialistas de Chávez, una función que consideraban muy importante y que Lula supo desarrollar magistralmente.

A pesar de la cercanía con el chavismo de la izquierda del Partido de los Trabajadores (PT), que es el partido de Lula y de la presidenta Dilma Rousseff, ninguno de los dos se dejó influenciar por el chavismo puro. Lula mantuvo firme la economía neoliberal de Cardoso y la autonomía de los tres poderes. Y él y Dilma nunca se dejaron, por ejemplo, arrastrar por la parte más de izquierdas del partido que en estos años pedía un “control social” de los medios de comunicación. Dilma llegó a acuñar la célebre frase: “Prefiero el ruido de los periódicos al silencio de tumba de las dictaduras”.

Brasil sabe que sus relaciones con Venezuela son fundamentales tanto económica como políticamente. Con Maduro, dicen los expertos, Brasil continuará haciendo de moderador del chavismo más duro y podría ser un elemento importante para que Venezuela no se enzarce en guerras intenstinas, ahora, sin la fuerza del carisma de Chávez. Con Capriles, Brasil no tiene dudas de que Venezuela abrirría nuevos caminos de cooperación y que se reforzaría el Mercosur.

De ahí que si es cierto, simbólicamente, que también Brasil vota en Venezuela, igualmente lo es que Venezuela está votando quizás la apertura de una nueva era de colaboración más estrecha con Brasil, dos gigantes del petróleo llamados no sólo a entenderse sino a trabajar juntos por el futuro del continente. De ello podrá depender además una relación más estrecha de ambos países con la administración de la Casa Blanca.

Brasil también vota en Venezuela | Internacional | EL PAÍS

Capriles para Papa

Filed under: Henrique Capriles,Nicolás Maduro,Venezuela — Gilmar Crestani @ 9:06 am
Tags: ,

A julgar pelos grupos mafiomidiáticos subsidiados pela CIA, Nicolás Maduros tem defeitos suficientes para ser deportado para Guantánamo e lá ficar perpetuamente. Em compensação, Henrique Capriles é um ser humano mais perfeito que o Papa Francisco. Os cavaleiros do apocalipse preeveem chuvas e trovoadas para Maduro, e céu de brigadeiros se for Capriles. Quem é o candidato dos EUA? Façam suas apostas!

EDITORIAIS EDITORIAIS@UOL.COM.BR

Decisão na Venezuela

Eleição presidencial no país vizinho deve manter o chavismo vivo, com Nicolás Maduro, sem afastar o risco de turbulências futuras

Ainda sob a comoção nacional pela morte de Hugo Chávez, a Venezuela faz hoje a sua segunda eleição presidencial em seis meses. O grande favorito é o chavista Nicolás Maduro, que terá de lidar, no curto prazo, com graves problemas econômicos.

O processo eleitoral foi um dos mais bizarros da história latino-americana. Vítima de um câncer revelado em 2011, Chávez ocultou detalhes de sua saúde e, gravemente enfermo, reelegeu-se em outubro para novo mandato de seis anos.

Dois meses depois, Chávez anunciou a retomada do tratamento em Cuba por tempo indeterminado e indicou seu sucessor político, o vice-presidente Maduro. Em meio a grave crise de desabastecimento de gêneros alimentícios, a Venezuela se viu paralisada pela incerteza sobre a saúde do caudilho.

Sua morte, no mês passado, deu início a uma campanha desequilibrada. O maior cabo eleitoral do governismo é o corpo insepulto de Chávez. Em tom mistificador, o que incluiu comparar o caudilho com Cristo, e com toda a máquina estatal trabalhando a seu favor, Maduro conseguiu deixar em segundo plano os sérios problemas do país –da violência urbana fora de controle às recorrentes falhas no fornecimento de energia.

Hesitante no autoproclamado papel de apóstolo, Maduro protagonizou momentos constrangedores: recuou do anúncio de embalsamar o corpo de Chávez por falta de planejamento e acusou os Estados Unidos de causar o câncer no comandante venezuelano.

A pantomina de nada servirá para resolver a inflação oficial, acumulada em 25,2% nos últimos 12 meses, a crônica e crescente falta de alimentos nos supermercados e a forte pressão para desvalorizar a taxa de câmbio irrealista.

Na raiz de tudo está a falta de dinheiro no Tesouro, resultado do gasto com nacionalizações sem critérios, dos programas sociais mal administrados e da corrupção enraizada. Nos últimos quatro anos, o desequilíbrio vinha sendo financiado por vultosos empréstimos chineses, que chegam a pelo menos US$ 36 bilhões.

Pequim, no entanto, está reticente em seguir emprestando dinheiro. E o mercado internacional não dá sinais de que possa vir um aumento vertiginoso no preço do petróleo (na prática o único produto da economia venezuelana) para sustentar a ciranda populista.

Mesmo acuado pela campanha agressiva, o oposicionista Henrique Capriles tem conseguido tirar algo da vantagem de Maduro nos últimos dias. Tudo indica que não será suficiente para uma virada, mas pode cacifá-lo como alternativa para o país no futuro –que será certamente turbulento.

23/03/2013

Dilma é isto aí, o resto é inveja

Filed under: Dilma,Instituto Millenium,InVeja — Gilmar Crestani @ 8:27 pm
Tags: ,

 

Dilma, a imbatível

Postado por Juremir em 23 de março de 2013

Quem é mais sábio: o povo, que julga pelo real, ou a mídia, que julga pelo ideal? Quem é mais interesseiro: a massa, que avalia pelos benefícios que recebe, bolsa-família, ProUni, Minha Casa Minha Vida, cotas e outros do mesmo gênero, ou o empresariado e a turma dos camarotes, que só gostam de quem reduz impostos e empresta dinheiro barato? Essas questões aparecem com a divulgação da pesquisa sobre a popularidade da presidente Dilma.

O “poste” de Lula venceu o criador. Nem o ex-presidente petista nem FHC alcançaram 63% de bom e ótimo na avaliação das pessoas depois de dois anos  de governo.

Os críticos de Dilma comparam o Brasil com um ideal jamais atingido ou com um mundo desenvolvido perfeito que também não existe mais. A população, com os pés no chão, compara o Brasil com o Brasil de antes. As suas conclusões são irrefutáveis: apesar dos problemas e do atoleiro econômico, nunca teve tanto pobre na universidade, jamais se teve uma classe C tão encorpada e nunca a maioria teve comida na mesa como agora. Os críticos de Hugo Chávez comparavam o governo dele com uma democracia ideal que nunca existiu no país. A plebe que adorava o Comandante e elegerá Maduro compara a Venezuela de hoje com a Venezuela de antes de Chávez. Por exemplo, a Venezuela da época de Carlos Andrés Perez. Só isso.

– Somos pragmáticos – foi o que me disse um pedreiro.

Achei que ele poderia fazer parte do Instituto Millenium. Esperei que me dissesse também que as ideologias acabaram e que não há mais direita e esquerda.

– Para nós, o pobrerio, a esquerda é que tem feito o que interessa. A nossa vida mudou depois de Lula e Dilma.

A dificuldade de entender Chávez, Lula e Dilma, para quem julga pelo ideal, cresce com a questão das prioridades. Os antecessores de Chávez, diante da falta de recursos para cobrir todas as necessidades, optavam por favorecer os mais ricos. O dinheiro do petróleo deveria ir primeiro para o “andar de cima”. A massa que esperasse o bolo crescer. Chávez inverteu a receita. Lula e Dilma também. Sempre que essa inversão acontece, quem perde grossas fatias passa a valorizar o que antes era visto como acessório: o formalismo da “democracia”. Os adeptos da ditadura de Pinochet não se preocupavam com a democracia por considerarem o crescimento econômico, distribuído em primeiro lugar para a parte de cima da tabela, um valor maior. O mesmo, pelo lado inverso, acontece na Venezuela. A população que finalmente passou a comer considera isso determinante. Melhor é o ideal.

Na falta do ideal, joga-se com o real. Dilma Rousseff tem dado um baile de gestão dentro das condições possíveis e dos limites da economia nacional atrelada à conjuntura internacional e mais a massa miojo e o hino do Palmeiras no meio da redação. Se a eleição fosse hoje, ela ganharia, por mérito e astúcia do eleitor, já no primeiro turno. Bateria Aécio, Serra, Marina, Eduardo Campos e até o pai do Badanha, que não concorrerá por não ser bobo e preferir um cargo no segundo escalão. Aceitaria também, em nome da governabilidade e dos altos interesses da nação, ser ministro.

Dilma está imbatível.

A pedido de leitor: Dilma, a imbatível Juremir Machado da Silva – Correio do Povo | O portal de notícias dos gaúchos

Blog no WordPress.com.

%d blogueiros gostam disto: