Ficha Corrida

15/09/2015

Quando envolve a Rede Baita Sonegadora, ninguém Motta…

Cadê o Vieirinha, moleque de recados da RBS. Que vergonha para o PDT, uma sigla que já foi grande e hoje vive de aluguel na RBS. A parceria do Vierinha com a RBS na CPI da Segurança Pública, vejam só, para atingir Olívio Dutra, um dos homens públicos mais probos deste Estado, granjeou-lhe simpatia a ponto de alugar a sigla para o funcionário Lasier Martins, numa preparação para a candidatura ao senado, levar a Agenda 2020 da RBS pelos quatro cantos.

Um Estado onde a RBS detém 80% do mercado de mídia só poderia resultar numa manada de midiotas. Cabresteados pela RBS, elegeram o PP gaúcho, todinho na Lava Jato, Afonso Motta, prestes a botar a tornozeleira, Lasier Martins e Ana Amélia Lemos, o que dá a RBS dois Senadores. E, hors concours, o Tiririca da Serra, SARTORI…  Todos eles aliados de Aécio Neves. Essa é a gente que vive de disseminar ódio a Lula, Dilma e ao PT. O que o pitt bull Lasier Martins tem a dizer a respeito de seu colega de RBS, em breve de tornozeleira eletrônica, e de partido?!

Na véspera do 20 de setembro, quando a gauchada comemora uma revolução da casa-grande perdida para o Império, cantemos o Hino Rio-Grandense: “sirvam nossas patranhas de modelo a toda terra”.

PF cita deputado Afonso Motta na operação Zelotes

Inquérito apura suspeitas sobre participação do Grupo RBS em suposta fraude no Carf

Inquérito apura suspeitas sobre participação do Grupo RBS em suposta fraude no Carf | Foto: Gustavo Lima/Agência Câmara/CP

Inquérito apura suspeitas sobre participação do Grupo RBS em suposta fraude no Carf | Foto: Gustavo Lima/Agência Câmara/CP

O deputado federal Afonso Motta (PDT-RS) foi citado nas investigações da Polícia Federal sobre o esquema de corrupção no Carf (Conselho Administrativo de Recursos Fiscais), órgão vinculado ao Ministério da Fazenda, de acordo com o Jornal Folha de São Paulo. O nome do parlamentar surgiu no inquérito aberto para apurar as suspeitas de participação do Grupo RBS. Motta foi vice-presidente jurídico e institucional da empresa até 2009, antes de se eleger à cadeira na Câmara.
Nesta terça-feira, Motta confirmou ter atuado em defesa da RBS ao longo de oito dos 11 anos em que as ações são investigadas. “Após minha saída, houve decisão desfavorável à empresa. A reversão da sentença ocorreu depois. Vejo a citação do meu nome como algo natural, pois trabalhei no período que corresponde a etapa da investigação. Porém, não posso comentar sobre a investigação, porque não fui notificado de nada”, afirmou. Como é deputado federal, ele tem foro privilegiado e só pode ser investigado com autorização do Supremo Tribunal Federal (STF). A Procuradoria-Geral da República (PGR) vai analisar o material coletado pela PF e decidirá se pedirá ou não abertura de inquérito ao STF.
As fraudes investigadas no Carf foram descobertas a partir da Operação Zelotes, deflagrada pela PF em abril. O Carf funciona como tribunal administrativo, responsável por julgar recursos de empresas autuadas pela Receita Federal por deverem impostos. Segundo investigações, conselheiros recebiam propina para votar em favor de redução e até do perdão das dívidas. O contato era feito por intermediários. Lobistas, escritórios de contabilidade ou de advocacia eram responsáveis por cooptar empresas dispostas a pagar propina a conselheiros do esquema, em troca de influência nos resultados dos processos.
Em nota, o Grupo RBS informa que Motta deixou a empresa em 2009 para exercer carreira política. O grupo não comentou a investigação da Polícia Federal sobre a atuação da RBS junto ao Carf.

Correio do Povo | Notícias | PF cita deputado Afonso Motta na operação Zelotes

24/11/2014

Melhor agora do que nunca

Aos poucos, pelas vias não convencionais, por fora das vias orientadas pelo Instituto Millenium, vai sendo reconstituída uma história do silêncio a respeito das falcatruas na Petrobrás. A própria história que agora vem revelada a respeito das denúncias de Paulo Francis, porque seus patrões, a famiglia Marinho, não abraçou a causa e foi fundo nas investigações. A Globo, parceira da famiglia Sarney, como revela o filme Muito Além do Cidadão Kane, poderia muito bem ter avocado a denúncia e cobrado de seu parceiro midiático, então Presidente, para esclarecer a denúncia.

Mas todos sabemos como se resolvia este tipo de informação. Uma mão lavava a outra, e as duas os cofres públicos.  Ou seria por outro motivo que a Globo escondeu na Espanha a funcionária Miriam Dutra? O que será que a Globo obteve com a captura de FHC via Miriam Dutra e filho se dizia dele, mas que um exame de DNA, recentemente, provou que não era. Todos sabemos como eram as operações da Polícia Federal, comandada pelo NSA, cuja operações não iam além de arrancar maconha pelo interior do nordeste. E quando escapava alguma coisa, sempre tinha o Engavetador Geral para disparar o tiro silenciador.

Se o roubo era grande no tempo de Sarney, imagina com o genro de FHC, David Zylbersztajn, no  comandando a Petrobrás?!

Suíça connection

Sérgio Augusto – O Estado de S. Paulo

22 Novembro 2014 | 16h 00

Operação Paulo Francis levou 17 anos para se concretizar. Lava Jato é só seu nome fantasia

REPRODUÇÃOPetroataque. Processo contra Francis era de US$ 100 mi

No dia 14 dei uma de Stanislaw Ponte Preta e gozei, no Twitter, o nome dado à Operação Lava Jato, que alguns ainda grafam com hífen. Se não havia na história um avião a jato, nem sequer um prosaico ultraleve a ser lavado, a expressão era descabida. Dada sua clara intenção de conotar uma faxina em regra, como a executada nos carros em postos de gasolina, o nome correto seria “lava a jato”.

Minha picuinha onomástica, de imediato turbinada pelo Facebook, cumpriu apenas uma parte do seu objetivo: divertir os internautas com mais essa prova de que o Febeapá (Festival de Besteiras que Assola o País), inventado há cinco décadas por Stanislaw, ainda não encerrou suas atividades.

Indiferente ao flagra vernacular e às gozações nas mídias sociais, a Polícia Federal manteve o nome (e até o hífen) de sua operação, concentrando-se nos afazeres que lhe competem, a fim de evitar bobeadas mais sérias, como os erros processuais que inviabilizaram as operações Castelo de Areia e Satiagraha, e a indevida inclusão de José Carlos Cosenza na petrorroubalheira, que por um triz não comprometeu a limpeza em andamento, àquela altura já com uma extensão: Juízo Final, nome mais que apropriado se as investigações estiverem de fato em seus versículos derradeiros e os condenados, prestes a serem punidos.

Agindo com impressionante competência e rapidez na perseguição aos saqueadores da maior empresa pública do País, a PF tem saldo credor para cometer impunemente mais umas duas ou três mancadas ortográficas.

Aliás, não me lembro de outra nas mais de 2 mil operações por ela executadas neste século, ora batizadas com nomes de bichos, ora com títulos de filmes, na maioria das vezes com personagens e episódios históricos e mitológicos. Por mais que tentem esconder quem os sugere (o segredo também é a alma do marketing), sabe-se que até 2007 quem com mais frequência o fazia era o delegado Zulmar Pimentel, diretor executivo da PF, afastado do cargo e desterrado para Manaus com a fama de boquirroto.

Ignora-se quem associou a caça aos envolvidos no escândalo da Petrobrás à lavagem de carros. Seja lá quem for, seu maior erro não foi omitir uma preposição e acrescentar um hífen, mas desperdiçar a oportunidade de homenagear quem pela primeira vez alertou publicamente para a rapinagem na Petrobrás.

Há quase 20 anos, o jornalista Paulo Francis denunciou, no programa Manhattan Connection, que “todos os diretores da Petrobrás” punham dinheiro na Suíça. Apesar do alerta em off de Lucas Mendes (“olha, que dá processo”), Francis não tirou o dedo do gatilho. Referiu-se a um amigo, advogado, que num almoço com um banqueiro suíço ouvira deste o seguinte comentário: “Bom mesmo é brasileiro, porque esses bilionários árabes depositam US$ 1 milhão, US$ 2 milhões, mas uma semana depois tiram. Os brasileiros põem US$ 50 milhões, 60 milhões e deixam”. Segundo Francis, toda aquela grana era fruto de roubalheira, de superfaturamento.

Novo alerta de Lucas, dessa vez gestual (um discreto tapinha no braço direito), novamente ignorado por Francis, que reiterou sua certeza de que a Petrobrás fora dominada “pela maior quadrilha” em atividade numa empresa pública brasileira.

Lucas suspeitou certo: deu galho. Não contra a quadrilha vagamente apontada por Francis (o que só poderia ocorrer se o então presidente da Petrobrás, Joel Rennó, tivesse mandado investigar a procedência das acusações e as tivesse comprovado), mas contra o próprio acusador.

Sem provas concretas para substanciar sua denúncia, Francis acabou processado por Rennó, no foro de Nova York. Um processo impagável de US$ 100 milhões, ao qual o jornalista ainda se referiria em outra edição do Manhattan Connection, quando citou nominalmente o presidente da Petrobrás e acusou os diretores da estatal de tentarem intimidá-lo e silenciá-lo.

Nesse programa, houve um diálogo quase cômico entre Lucas e Francis. Ao ouvir o colega afirmar que, dos “três porquinhos” que dirigiam a Petrobrás, conhecia apenas o presidente, “um rapaz gordinho” que comia “nos melhores restaurantes de Nova York”, Lucas quis saber se já haviam comido juntos alguma vez. “Infelizmente, já”, respondeu Francis, simulando um engulho.

Se Francis errou ao dizer o que disse sem provas materiais, o presidente da Petrobrás não podia tê-lo processado nos Estados Unidos por coisas ditas numa televisão brasileira e jamais transmitidas fora do Brasil, embora gravadas num estúdio nova-iorquino. Muito menos envolvendo uma indenização que, hoje sabemos, só os petrogatunos teriam condições de pagar com seu butim, guardado aqui e lá fora.

Mesmo ciente de que perderia o caso, o presidente da Petrobrás esticou o litígio até onde pôde. Queria infernizar o jornalista, e como dispunha de recursos ilimitados para cozinhar o processo, manteve-o em banho-maria, para discreto constrangimento do presidente Fernando Henrique Cardoso, que tampouco se empenhou em esclarecer se as imputações de Francis tinham ou não fundamento.

Rennó afinal venceu a parada. Mas não nos tribunais.

Estressado e deprimido pela milonga judicial, Francis morreu de um ataque cardíaco, em 4 de fevereiro de 1997. Na Folha de S. Paulo do dia seguinte, Elio Gaspari encerrou seu comentário com esta observação: “Dizer que o processo do doutor Rennó o matou seria uma injustiça piegas, verdadeira estupidez. O que aconteceu foi outra coisa. O doutor Rennó conseguiu tomar uma carona no último capítulo da biografia de Paulo Francis. E, se algum dia Rennó tiver biografia, terá Paulo Francis nela. É difícil que consiga fazer coisa melhor, sobretudo à custa do dinheiro da viúva”.

A Operação Paulo Francis demorou 17 anos para se concretizar. “Lava-Jato” é apenas seu nome fantasia.

Suíça connection – Aliás – Estadão

26/07/2014

Fábrica e aeroPÓrtos Gremlins

Filed under: Aécio Neves,AeroPÓ,Aeroportos,Corrupção,Gremlins,PSDB — Gilmar Crestani @ 12:14 pm
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Aecioporto 3 é fantasma de 5 milhões em Itabira

26 de julho de 2014 | 03:48 Autor: Miguel do Rosário

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Em setembro de 2010, o jornal O Mosaico, editado pelo jornalista Luis Mosaico, de Belo Horizonte, e dedicado a notícias de Minas Gerais, publicou uma notinha de denúncia eleitoral.

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Em meio às confusões aeroportuárias de Aécio Neves, Luis Mosaico, hoje pilotando um blog, resgatou a denúncia.

Pesquisando nas redes, confirmei a denúncia em outro jornal eletrônico.

O interessante desses debates sobre aeroportos mineiros é que eles estão nos fazendo conhecer vários jornalistas mineiros que tentam, há anos, furar o bloqueio midiático imposto no estado pela família Neves.

Há jornalistas presos, jornais e sites censurados. A democracia não tem sido fácil nas montanhas de Minas.

A foto do panfleto segue abaixo.

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GOVERNO AÉCIO GASTOU R$ 5 MILHÕES EM REFORMA DE AEROPORTO INEXISTENTE, INDICA PANFLETO ELEITORAL

Trecho de artigo publicado no blog de Luis Mosaico.

Nem só do aeroporto de R$ 14 milhões da cidade de Cláudio pode se alimentar a mídia, mas também do inexistente aeroporto da terra de Drummond. Panfleto eleitoral de 2010, distribuído pela campanha de Aécio ao Senado e de Anastasia ao governo mineiro, informou sobre R$ 5 milhões liberados pelo governo Aécio para melhorias nas operações do aeroporto de Itabira. Só que, acredite ou não o leitor, no município não existe aeroporto, nem mesmo um simples ‘campo de aviação’, como se dizia noutras eras.  (…)

Aecioporto 3 é fantasma de 5 milhões em Itabira | TIJOLAÇO | “A política, sem polêmica, é a arma das elites.”

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