Ficha Corrida

15/09/2015

Conheça a corrupção que, para os golpistas, é uma bênção

psdb tremsalãoComo diriam Alvarenga e Ranchinho:

Êh, êh, êh São Paulo
Êh São Paulo
São Paulo da garoa
São Paulo da corrupção boa

Trensalão: MP pede devolução de R$ 918 milhões e dissolução de nove empresas

Postado em 11 de setembro de 2015 às 6:45 pm

Do G1:

O Ministério Público do Estado de São Paulo propôs nesta sexta-feira (11) a terceira ação civil pública relacionada à suspeita de cartel em licitações do Metrô e da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM). Desta vez, a ação é contra a CPTM e nove empresas e está ligada a uma licitação de manutenção de trens firmada em 2007.

Os promotores pedem a devolução de R$ 918 milhões aos cofres públicos e a dissolução das nove empresas, que não poderiam mais atuar no Brasil.

As outras duas ações propostas estão em andamento na Justiça. Uma delas é referente às linhas 1 e 3 do Metrô, e a outra também está relacionada à manutenção de trens da CPTM. Algumas empresas são citadas nas três ações. A suspeita é que elas combinavam as propostas que apresentariam em concorrências públicas e direcionavam os vencedores de cada licitação.

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Danos morais
O valor de R$ 918 milhões que os promotores querem de volta é referente aos contratos e à multa de danos morais “suportados por toda a sociedade”, como diz o texto da ação. Os contratos foram firmados em 2007, quando o governador do estado era José Serra (PSDB).

O MP também pede que haja a dissolução das empresas, o que é um pedido para que elas não atuem mais no Brasil.

São elas: Siemens, Alstom, CAF Brasil Indústria e Comércio, Trans Sistemas de Transportes, Bombardier Transportation, MGE, Temoinsa do Brasil, Empresa Tejofran de Saneamento e Serviços e MPE.

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14/09/2015

Entenda porque João Dória Jr está sempre sorrindo

 

Alckmin paga com dinheiro público R$ 1,5 mi para João Doria Jr. pedir impeachment de Dilma

Os tucanos fazem a festa no cofre público. Quem paga é o povo

O governador Geraldo Alckmin (PSDB) usou dinheiro em 2014 e 2015 para fazer anúncios em revistas do pré-candidato tucano à Prefeitura de SP. João Doria, como pagamento, organizou uma festa para os tucanos em Nova York, ode falou sobre  impeachment de Dilma. João Doria recentemente  também  convidou o juiz Moro, com todas as despesas pagas,  para dar uma palestra no Lide

Nas propagandas, valor pago por página é maior que em revistas de grande circulação, como ‘Exame’ e ‘Época’

O governo do Estado de São Paulo, comandado pelo tucano Geraldo Alckmin, pagou R$ 1,5 milhão ao empresário João Doria Jr., um dos pré-candidatos do PSDB à prefeitura paulistana, por anúncios veiculados em sete revistas da Doria Editora, entre 2014 e abril deste ano.

Os pagamentos foram intermediados por duas agências publicitárias contratadas pelo governo, a Mood e a Propeg, escolhidas por licitação, e seguiram os trâmites que regulam a publicidade estatal.

Doria é presidente do Lide (Grupo de Líderes Empresariais), que organiza eventos para empresários de diversas áreas, como o Fórum de Comandatuba, na Bahia. Sua editora possui 19 títulos, que em boa parte são atrelados aos encontros que promove.

Em um dos casos, o governo pagou R$ 501 mil por um publieditorial –formato em que o anúncio é semelhante a uma reportagem– de nove páginas na revista "Caviar Lifestyle", que declara circulação de 40 mil exemplares.

Há casos em que os valores pagos pelo governo foram proporcionalmente maiores em anúncios da editora do que em revistas consolidadas, que passam por verificação independente de circulação.

Alckmin paga mais de 500 mil para a revista "Caviar estilo de vida"

No dia 5 de dezembro, o governo pagou R$ 259 mil por um anúncio de oito páginas na revista "Meeting & Negócios". Em 15 de janeiro, repassou R$ 202 mil por um anúncio de quatro páginas na revista "Líderes do Brasil".

Uma propaganda com o dobro do tamanho na "Exame", da Editora Abril, custou R$ 292 mil. Também em janeiro, por um anúncio de duas páginas na "Época", da Editora Globo, o governo pagou R$ 71 mil. Já a Editora Três cobrou R$ 479 mil do governo por 18 páginas na "IstoÉ".

Nenhuma das revistas da Doria Editora é certificado pelo IVC (Instituto Verificador de Comunicação), que audita a distribuição das principais publicações –como as outras revistas citadas.

PROXIMIDADE

Doria é filiado ao PSDB desde 2001, segundo o TSE (Tribunal Superior Eleitoral). Ele foi secretário de Turismo na prefeitura de Mário Covas (1983-86), mas nunca disputou eleições. O empresário mantém relação próxima com Alckmin, a quem apoiou na campanha à reeleição no ano passado.

Durante a disputa, o grupo organizou encontros entre empresários e os três principais candidatos. Além de Alckmin, foram convidados Paulo Skaf (PMDB), presidente da Fiesp

Mesmo nos encontros organizados para os adversários falarem a empresários, Doria ressaltava ao microfone que apoiava a candidatura de Alckmin.

Três semanas antes do primeiro turno, Doria organizou um jantar em homenagem ao governador em sua casa. Além dos principais expoentes do PSDB, como o senador Aécio Neves (MG) e o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, empresários foram ao evento demonstrar apoio a Alckmin.

Neste ano, em maio, Doria homenageou Alckmin em Nova York, durante encontro organizado pelo Lide em parceria com a Câmara de Comércio Brasil-Estados Unidos. Na semana passada, o governador compareceu a dois encontros do grupo de empresários, na capital paulista.

A mesma pratica desde 2006

Em 2006,o governador de São Paulo era também  o mesmo de hoje, Geraldo Alckmin do PSDB. Na época,  Alckmin prometeu dar um "banho de ética" no país. O banho de ética anunciado pelo candidato tucano à Presidência da República tornou-se uma ducha de água fria com o resultado de uma auditoria na área de publicidade da Nossa Caixa, que revelou que,  o tucano usou o banco oficial para patrocinar eventos da Rede Vida e da Rede Aleluia de Rádio. Autorizou a veiculação de anúncios mensais na revista Primeira Leitura, publicação criada por Luiz Carlos Mendonça de Barros, ministro das Comunicações no governo Fernando Henrique Cardoso. Todos sabem que a Nossa Caixa quebrou e o tucano vendeu para  o governo Lula.

Tal como agora, em que a Folha de São Paulo publica notinha: “Gestão Alckmin paga R$ 1,5 mi a Doria Jr.”:  ~mas só hoje ~ e em letras miúdas, a  Nossa Caixa beneficiou aliados de Alckmin.Emissoras de rádio, TV e revistas de São Paulo foram beneficiadas por contratos de publicidade do banco oficial Nossa Caixa com a influência de deputados estaduais da base do governo de Geraldo Alckmin (PSDB), de acordo com a matéria de  jornais

"O governo Geraldo Alckmin (PSDB) direcionou recursos da Nossa Caixa para favorecer jornais, revistas e programas de rádio e televisão mantidos ou indicados por deputados da base aliada na Assembléia Legislativa"

Ao analisar 278 pagamentos da Nossa Caixa a duas agências responsáveis pela publicidade do banco, uma auditoria apontou irregularidades em 255. O valor total dos contratos giraram em torno de R$ 25 milhões.
E tem mais : Blogueiro antipetista recebe pagamentos do governo Alckmin

Fernando Gouveia se apresenta com o pseudônimo Gravataí Merengue e como "CEO", ou executivo principal, do site Implicante, que publica e ajuda a difundir notícias, artigos, vídeos e memes contra o PT e a presidente Dilma Rousseff.
O blogueiro que distribui propaganda antipetista a milhares de seguidores na internet recebe há dois anos pagamentos mensais por serviços de comunicação prestados ao governo Geraldo Alckmin (PSDB) em São Paulo.
De acordo com documentos oficiais, a empresa do blogueiro recebeu R$ 70 mil por mês de outubro de 2014 a março deste ano.

  Aos poucos vai se revelando quem paga os anti petista para usar os desavisados a saírem às ruas gritando por  impeachment. E vocês achando que tudo era de graça!. Vale lembrar que o tucano Dória também era o dono do Cansei, que queria derrubar Lula

Os Amigos do Presidente Lula

José Serra detona Alckmin

Há, na denúncia que a Folha publicou ontem, as digitais do José Serra. É o mesmo tipo de denúncia que fez o Mauro Chaves no Estadão: “Pó pará, governador”, para detonar o então concorrente do Serra dentro do PSDB.  Se isso tudo já é muito, não é tudo. Não foi muito diferente do Caso Lunus, não é? Este é o método José Serra de detonar potenciais concorrentes.

Consegues imaginar o que faria José Serra com o poder de Presidente?!

E então Alckmin pôs meio milhão na “Caviar Lifestyle” de João Doria. Por Kiko Nogueira

Postado em 13 set 2015 – por : Kiko Nogueira

Eles

Eles

Caviar Lifestyle.

Conhece?

Oficialmente, é uma revista lançada em agosto. Fala de “gastronomia e luxo elevados à máxima potência”. Nada?

Pois deveria. O governo paulista colocou mais de 500 mil reais em anúncios na Caviar Lifestyle, da editora de João Doria Jr. A publicação, como todas as do grupo de Doria, não é auditada. A circulação alegada, nesse caso, é de 40 mil exemplares.

Não que signifique alguma coisa, mas é mais do que a Playboy vende em banca.

A Caviar é distribuída nos eventos do grupo Lide, de Doria. O número é inflado, como é inflado o ego do dono. O PSDB tem dois nomes fortes para disputar a prefeitura paulistana em 2016: Andrea Matarazzo, da turma de Serra, e João Doria, homem de Alckmin.

A relação de ambos é um poço de conflito de interesses e o dinheiro que circula é apenas o sintoma mais evidente. No primeiro trimestre, JD organizou dois eventos em Nova York: um jantar em torno de Fernando Henrique Cardoso (ele ganhou o prêmio “Person of the Year”) e um café da manhã para Geraldo.

Na ocasião, Alckmin teve a oportunidade de “vender” o estado. Por que nos EUA?, você há de perguntar. Jamais saberemos a resposta. Em tese, deveria haver empresários americanos.

O Harvard Club, porém, só tinha brasileiros, com exceção de um ou outro diplomata. De acordo com uma matéria lambe botas do site Glamurama, “as mesas eram batizadas com nomes dos patrocinadores do evento, superconcorrido. Pequenos discursos de dois minutos foram feitos por Rubens Ometto, da Cosan, João Carlos Brega, presidente da Whirlpool, Carlos Terepins, da Even, Zeco Auriemo, da JHSF, Fabricio Bloisi, da Movile, José Luís Cutrale, da fábrica que leva seu sobrenome, Sylvia Coutinho, da UBS, e Luiz Furlan, da BRF, entre outros.”

O governo Alckmin não acha necessário prestar contas à sociedade. (Eu espero há mais de uma semana uma resposta da secretaria de saúde sobre a censura ao DCM num dos maiores hospitais da rede estadual, o Pérola Byington. A ordem “partiu de cima”, contou uma diretora. A alegação oficial do assessor Gabriel Costa é que eles estão “apurando o caso”.)

O único interesse público atendido nos convescotes armados por João Doria Jr em torno de Geraldo Alckmin é o dos dois senhores.

Doria já tem, ao menos, um novo trunfo para sua campanha: é o sujeito que conseguiu meio milhão para uma piada denominada “Caviar Lifestyle”. Imagine o que eles não farão juntos em SP.

O lançamento da Caviar Lifestyle foi um sucesso

O lançamento da Caviar Lifestyle foi um sucesso

(Acompanhe as publicações do DCM no Facebook. Curta aqui).

Sobre o Autor

Diretor-adjunto do Diário do Centro do Mundo. Jornalista e músico. Foi fundador e diretor de redação da Revista Alfa; editor da Veja São Paulo; diretor de redação da Viagem e Turismo e do Guia Quatro Rodas.

Diário do Centro do Mundo » E então Alckmin pôs meio milhão na “Caviar Lifestyle” de João Doria. Por Kiko Nogueira

10/07/2015

Apertem os cintos e saibam porque o heliPÓptero sumiu

Filed under: hiPÓcrita,Inimputável,PSDB,Zezé Perrela — Gilmar Crestani @ 9:49 am
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Como os atos atribuídos ao hoje senador do PDT teriam sido praticados quando ainda era filiado ao PSDB, da base de apoio de outro inimputável, Aécio Neves, fica explicado, como bem revelou um certo deputado gaúcho, também do PSDB, porque continua livre, leve e solto, quiçá pedindo o impeachment da Dilma…

Perrella é acusado de ‘desviar’ R$ 1,3 mi da Assembleia de MG

Moreira Mariz: <p>Plenário do Senado durante sessão deliberativa ordinária. Em pronunciamento, senador Zeze Perrella (PDT-MG). Foto: Moreira Mariz/Agência Senado</p>

Segundo a investigação do Ministério Público de Minas Gerais, senador Zezé Perrella (PDT) recebeu reembolsos por despesas pessoais com verba indenizatória no valor de quase R$ 1,3 milhão; Na época, ele era deputado estadual, filiado ao PSDB, e parte da base de apoio ao então governador de Minas Gerais Aécio Neves (PSDB)

10 de Julho de 2015 às 06:39

247 – O Ministério Público de Minas Gerais entrou com ação por improbidade administrativa contra o senador Zezé Perrella (PDT) por enriquecimento ilícito e lesão ao erário entre os anos de 2007 e 2010.

Segundo a investigação, ele recebeu reembolsos por despesas pessoais com verba indenizatória no valor de quase R$ 1,3 milhão.

Na época, ele era deputado estadual, filiado ao PSDB, e parte da base de apoio ao então governador de Minas Gerais Aécio Neves (PSDB).

Entre os gastos declarados, ele foi ressarcido em R$ 187,8 mil por despesas com gráficas, que não confirmaram os serviços. Ele também pediu o reembolso de R$ 175,8 mil referentes a combustível para abastecimento de um avião particular.

Questionado, ele afirma que a ação “não passa de perseguição do promotor Eduardo Nepomuceno (um dos autores da ação)”.

Leia aqui reportagem de Fausto Macedo sobre o assunto.

Perrella é acusado de ‘desviar’ R$ 1,3 mi da Assembleia de MG | Brasil 24/7

 

Perrella é acusado de receber R$ 1,3 milhão da Assembleia de Minas para reembolso de gastos pessoais

Redação – 10 julho 2015 | 04:30

Ação do Ministério Público do Estado diz que o atual senador obteve enriquecimento ilícito e lesou o erário ao utilizar verbas indenizatórias quando foi deputado estadual, entre 2007 e 2010

Por Eduardo Kattah e Mateus Coutinho

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O senador Zezé Perrella (PDT-MG). Foto: Waldemir Barreto/Ag. Senado

O Ministério Público de Minas Gerais entrou com ação por improbidade administrativa contra o senador Zezé Perrella (PDT) por enriquecimento ilícito e lesão ao erário entre os anos de 2007 e 2010, quando ele exercia o mandato de deputado estadual. A investigação a Promotoria do Patrimônio Público afirma que Perrella recebeu reembolsos por despesas com verba indenizatória no valor de quase R$ 1,3 milhão, mas os gastos ressarcidos não tiveram relação com a atividade parlamentar. O parlamentar alega que os gastos foram legais e acusa o Ministério Público de perseguição.

Segundo os promotores que assinam a ação, o parlamentar recebeu reembolso por atividades de cunho privado ou por serviços que não foram comprovados. No período, Perrella era filiado ao PSDB, partido pelo qual atuou de 2005 a 2009 antes de ir para o PDT, sendo da base de apoio ao então governador de Minas Gerais Aécio Neves (PSDB).

Como deputado estadual ele tinha direito a verba indenizatória – destinada ao custeio de despesas como aluguel de imóvel ou veículos para a atividade parlamentar – de, no máximo, R$ 20 mil por mês.

Somente com gastos de “assessoria contábil e tributária”, Perrella gastou R$ 198,3 mil. Segundo a ação, os serviços não tinham “qualquer caráter público”. O então deputado estadual foi ressarcido em R$ 187,8 mil por despesas com divulgação de atividade parlamentar por meio de serviços gráficos. Contudo, proprietários de algumas empresas ouvidos durante o inquérito não confirmaram os serviços para o então deputado ou não conseguiram comprovar os trabalhos prestados. O representante de uma gráfica, inclusive, disse aos investigadores que a empresa estava desativada na época dos fatos.

+ Quadrilha internacional trouxe cocaína das Farc ao Brasil e  mirava África

Avião. Perrella também pediu o ressarcimento de R$ 175,8 mil referentes a combustível para abastecimento de um avião particular. O caso chamou a atenção da Promotoria de Defesa do Patrimônio Público de Belo Horizonte, pois a maioria dos voos ocorreu em vésperas de fins de semana ou feriados e, inclusive destinos fora do Estado – para cidades como Rio de Janeiro, São Paulo, São José dos Pinhais (PR) e Salvador.

Os promotores ressaltam ainda que durante o período para o qual Perrella pediu o reembolso, o então deputado faltou 89 das 101 sessões na Assembleia de Minas, o que reforça as suspeitas dos promotores de que ele utilizou a verba de gabinete para fins pessoais.

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Assembleia de Minas Gerais. Foto: Divulgação

Perrella também foi ressarcido em R$ 116 mil referentes a gastos com combustível de automóveis. O proprietário de um dos postos onde foram feitos os abastecimentos revelou aos promotores que um empresário ligado ao então deputado abastecia no nome de Perrella. Também foram pagos, com dinheiro público, R$ 84,6 mil em aluguel de carros da empresa de Alvimar de Oliveira Costa Júnior, sobrinho do parlamentar.

A Promotoria do Patrimônio Público de Belo Horizonte alega na ação que houve “manifesto desvio de finalidade na conduta do deputado estadual, importando enriquecimento ilícito, com a direta violação do interesse público”. A ação foi ajuizada no início de maio na Vara da Fazenda Pública Estadual

COM A PALAVRA, A DEFESA DE ZEZÉ PERRELLA

Em resposta ao Estado, o senador afirmou que a ação movida contra ele “não passa de perseguição do promotor Eduardo Nepomuceno (um dos autores da ação)”. Perrella disse que já denunciou o promotor no Conselho Nacional do Ministério Público e afirma que “Todos os gastos realizados no período como deputado foram legais, previstos no regimento da Assembleia Legislativa de Minas Gerais”.

Helicóptero. Não é a primeira vez que um representante da família Perrella aparece em um questionamento envolvendo aeronaves. O ex-deputado estadual Gustavo Perrella (SDD), filho do senador, usou, segundo o Ministério Público, verbas oficiais da Assembleia de Minas para abastecer um helicóptero da empresa da família que foi apreendido pela Polícia Federal com 445 quilos de cocaína pela Polícia Federal em 2013.

Na ocasião, a aeronave em nome da Limeira Agropecuária, da família de Perrella, era pilotada por um funcionário da empresa que tinha um cargo na Assembleia mineira por indicação de Gustavo Perrella. O filho do senador não foi investigado pela PF e nem denunciado pelo Ministério Público Federal no processo por tráfico internacional de drogas que tramita na Justiça Federal no Espírito Santo.

09/07/2015

Choque de gestão à moda tucana

Filed under: Choque de Gestão,Meritocracia,PSDB — Gilmar Crestani @ 10:00 am
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OBScena: InaDivertidaMente, mentes sombrias em carecas brilhantes

Alcmin e SerraHá mais de 20 anos no comando de São Paulo, o PSDB acaba vazando um modus operandi que é o verdadeiro choque de gestão tucano. O mesmo esquema havia sido encontrado no Governo Yeda Crusius. Fernando Pimentel também encontrou em Minas. Aliás, Fernando Haddad foi pioneiro no desbaratamento desta meritocracia made in PSDB. Beto Richa deu ares sistêmicos e agora brotam como moscas em carniça em São Paulo. Mas fiquemos tranquilos, não faltarão Rodrigo de Grandis para sentarem encima das investigações. Se chegar ao TCE/SP, lá estará a mão amiga do Robson Marinho… O amorcegamento terá, como sói acontecer, o compadrio dos Grupos mafiomidiáticos.

Alckmin troca cúpula da Receita em meio a investigação de máfia do ICMS

ALEXANDRE HISAYASU E FABIO LEITE – O ESTADO DE S. PAULO

09 Julho 2015 | 03h 00

Suposto esquema apurado pelo MPE seria responsável por desvios bilionários de recursos de impostos estaduais; desde o fim de junho, dez servidores foram exonerados de seus cargos, incluindo os chefes de Arrecadação e de Fiscalização Tributária

Em meio a investigações sobre um suposto esquema de desvios bilionários de Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) por fiscais do Estado, o governo Geraldo Alckmin (PSDB) trocou toda a cúpula da Receita estadual. Desde o fim de junho, ao menos dez servidores foram exonerados de seus cargos, incluindo os chefes de Arrecadação e de Fiscalização Tributária.

Ao menos 15 pessoas, entre fiscais e parentes, são investigadas pelo Grupo Especial de Repressão a Delitos Econômicos (Gedec), do Ministério Público Estadual (MPE), e pela Polícia Civil por enriquecimento ilícito, lavagem de dinheiro e formação de quadrilha. O grupo é suspeito de cobrar propina de empresários em troca da redução do ICMS ou das multas pelo tributo devido, prática semelhante à da Máfia do Imposto sobre Serviços (ISS), na qual fiscais municipais são acusados de desviar mais de R$ 500 milhões.

Em nota, a Secretaria Estadual da Fazenda afirmou apenas que “a recomposição de cargos e funções decorre de ajustes implementados pela nova gestão da pasta”. Em janeiro, Alckmin nomeou o economista Renato Vilela para o comando da pasta no lugar de Andrea Calabi. Em setembro de 2014, três delegados tributários da Fazenda já haviam sido afastados por suspeita de participação no esquema de corrupção. Eles também são alvo de investigação da Corregedoria-Geral da Administração (CGA) do Estado.

Prédio da Secretaria de Estado da Fazenda de São Paulo

Prédio da Secretaria de Estado da Fazenda de São Paulo

Naquele mês, uma operação conjunta apreendeu nas delegacias tributárias da capital R$ 450 mil e US$ 20 mil em espécie. O cerco aos fiscais é um desdobramento da Operação Yellow, deflagrada em maio de 2013 pela Polícia Federal para combater desvios no recolhimento do ICMS que incide sobre a soja, na região de Bauru. As fraudes teriam causado prejuízo de R$ 2,7 bilhões ao Estado.

Youssef. Nas duas últimas semanas, além de José Clóvis Cabrera, ex-chefe da Coordenadoria da Administração Tributária (CAT), e de João Marcos Winand, ex-titular da Diretoria Executiva da Administração Tributária (Deat), outros dois coordenadores adjuntos de Arrecadação, um diretor fiscal e 7 dos 18 delegados tributários do Estado foram substituídos. Todos são funcionários de carreira e permanecem na Fazenda.

As exonerações começaram a ser publicadas no Diário Oficial um dia após promotores e representantes da Corregedoria ouvirem, na carceragem da Polícia Federal, em Curitiba, o doleiro Alberto Youssef, sobre diversos pagamentos de propina a fiscais do ICMS em São Paulo.

Em outubro de 2014, um dos principais delatores da Operação Lava Jato contou em depoimento à Justiça Federal do Paraná ter pago R$ 5 milhões a servidores paulistas para quitar pendências da Pirelli Cabos Elétricos com a Receita estadual.

Segundo Youssef, o pagamento foi feito a pedido do executivo Julio Camargo – outro delator na Lava Jato -, que havia sido contratado pela empresa para solucionar o problema, segundo o depoimento. A fabricante de pneus Pirelli informou que a empresa citada se refere à Pirelli Cabos Elétricos, que foi sucedida por outra empresa à época dos fatos investigados.

No mês passado, o doleiro deu mais informações sobre como o dinheiro foi obtido. Ele revelou que Camargo representava a fabricante de cabos elétricos em 2010 e que foi procurado porque a empresa precisava pagar propina a fiscais do ICMS, pois teria dívidas muito altas com o Fisco paulista.

Por meio de contas do executivo no Uruguai, Youssef conseguiu R$ 2 milhões. O dinheiro foi transferido para o Brasil para uma conta indicada pelo doleiro e pago em espécie a um fiscal do ICMS, em um imóvel na Avenida Nova Independência, na zona sul de São Paulo.

Youssef também revelou nomes de outros agentes públicos que participaram do esquema que teria durado pelo menos quatro anos. Nesse período, os investigadores estimam que foram pagos mais de R$ 15 milhões em propina a fiscais paulistas. As investigações apuram agora se o dinheiro sujo foi dividido somente entre os fiscais. A suspeita é de que outros funcionários estaduais e políticos participaram do esquema, mas atuaram com mais discrição.

06/12/2014

Serra é atraso

Filed under: InVeja,José Serra,Juvenal Juvêncio,PSDB,Trem-bala — Gilmar Crestani @ 9:05 am
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Serra_EUAHá uma entrevista com o ex-presidente do São Paulo, Juvenal Juvênio, no programa “A Bola da Vez”, da ESPN, reveladora do caráter do mais midiáticos dos peessedebistas, José Serra. O são paulino identificou no palmeirense da Mooca o maior entreve para a realização da Copa em São Paulo. Como todo mundo sabe, a conquista da Sede da Copa do Mundo de 2014 no Brasil deve-se ao Lula. Os locais-sede da Copa ficou ao encargo dos governos locais, prefeitos e governadores. Portanto, a decisão por sediar em São Paulo, na capital, passou por José Serra. Como o Palmeiras não tinha sede condizente, Serra fez de tudo para melar o negócio.

O São Paulo preenchia as melhores condições, seja em termos de estrutura de estádio, o Morumbi, como a localização do estádio, no bairro homônimo. Tudo preenchia as melhores condições. Acontece que no meio do caminho tinha um palmeirense invejoso, inescrupuloso e cheio de ódio. Acenou pela construção da Arena Itaquera, do Corinthians, mas antes combinou com seus velhos parceiros da Folha, Veja e Estadão, todos de São Paulo, que tratariam a Arena Corinthians como Itaquerão ou, se desse errado, de Lulão. Deve-se a ele todos os atrasos ocorridos na construção da Arena Corinthians, bem como o atraso nas obras de mobilidade urbana. Pior, nas manifestações de junho de 2013, o PSDB incentivou seus sicários a destruírem a ARENA CORINTHIANS. Com o mote “#naovaitercopa” o PSDB de Serra, Aécio, et caeterva, tentaram destruir a imagem do Brasil com único intuito de prejudicar a reeleição da Dilma.

O castigo veio multiplicado: o Brasil sediou a Copa das Copas, Dilma venceu o PSDB, o Palmeiras está prestes a ser rebaixado, e todas as falcatruas perpetradas pelo PSDB para prejudicar o Brasil estão vindo à tona, como esta de que José Serra foi o responsável por atrasar o trem-bala. José Serra conseguiu seu epíteto definitivo: ATRASO!

Em SP, Serra diz que atuou para atrasar trem-bala

DE SÃO PAULO

Eleito senador por São Paulo, o ex-governador José Serra (PSDB) disse nesta quinta-feira (4), em ato para simpatizantes do PSDB, que atuou para atrasar o projeto do trem-bala por considerá-lo "falido", segundo informou nesta sexta (5) o portal do jornal "O Estado de S. Paulo".

Aos ouvintes, Serra disse ter incluído Campinas no traçado do trem apenas para dificultar a execução do projeto. Ele disse ainda ter proposto um estudo sobre a obra ao presidente do BNDES, Luciano Coutinho, e, informalmente, ter pedido para que o banco estatal demorasse para fechar a pesquisa.

"E ele fez mesmo, demorou para burro, sabe?", declarou Serra aos simpatizantes do partido.

Procurado pela Folha, o ex-governador não comentou o teor das declarações, mas disse que se tratava de uma apresentação em um ambiente informal e que já expressou publicamente sua contrariedade com o projeto do trem-bala inúmeras vezes.

Durante o evento, Serra também fez diversas críticas ao PT, a quem atribuiu uma postura "bolchevique" e "totalitária". Para ele, a sigla transformou a corrupção em um "método de governo".

03/06/2014

E depois o Genoíno é que é corrupto…

Filed under: ALSTOM,Isto é PSDB!,Robson Marinho,Siemens — Gilmar Crestani @ 8:54 am
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AlstomPSDBBrasil depois de vazamentos do caso Alstom

JAMIL CHADE E CORRESPONDENTE – O ESTADO DE S.PAULO

03 Junho 2014 | 02h 03

A Suíça suspendeu "toda a cooperação judicial com o Brasil" por vazamento de dados sigilosos da apuração que envolve o conselheiro Robson Marinho, do Tribunal de Contas do Estado (TCE), e outros alvos do caso Alstom. Marinho é investigado sob suspeita de receber propina da multinacional francesa para beneficiá-la em um contrato do setor de energia fechado em 1998, durante o governo tucano de Mário Covas.

O congelamento da cooperação alcança pelo menos outros dez casos investigados de forma conjunta ou nos quais o Brasil havia pedido informações. Esses procedimentos foram, por enquanto, arquivados.

O rompimento não é definitivo, mas Berna avisou que "está suspensa a troca de informações entre autoridades da Suíça e do Brasil" até que a Justiça suíça receba justificativa válida sobre divulgação de relatório de investigação financeira.

O mal-estar, segundo autoridades suíças, foi gerado por causa da publicação dos nomes dos suspeitos no caso Alstom e de informações e documentos que os comprometem, inclusive o cartão de abertura de uma conta em nome da offshore Higgings Finance Ltd. no Credit Lyonnais de Genebra.

Constituída nas Ilhas Virgens Britânicas, a Higgings é controlada por Marinho. Ele detém os direitos econômicos da offshore. A Suíça bloqueou US$ 3,059 milhões do conselheiro, que foi chefe da Casa Civil do governo Mário Covas (PSDB).

O Ministério Público sustenta que a Alstom pagou US$ 2,7 milhões em propinas para Marinho ajudá-la a ganhar contrato de aditamento do projeto Gisel – empreendimento da Eletropaulo, antiga estatal paulista.

A Suíça enviou ao Brasil toda a documentação sobre Marinho. Em março, o Tribunal Penal de Bellinzona rechaçou pedido dos advogados de defesa, que pretendiam evitar a remessa dos extratos bancários.

Em seguida, o Supremo Tribunal da Confederação Suíça (Bundesgericht), em Lausanne, não garantiu a revisão em recurso apresentado pelo conselheiro e liberou definitivamente os documentos que o Ministério Público paulista usará para processar Marinho em ação civil por improbidade.

O conselheiro é suspeito de ter favorecido a multinacional ao relatar no TCE julgamento sobre extensão da garantia de equipamentos no projeto Gisel.

Os suíços estavam satisfeitos com o anúncio de que a cooperação estava funcionando. Mas foram surpreendidos ao ver, na mídia brasileira, os nomes dos envolvidos, suas contas bancárias e dados considerados privados.

Segundo os suíços, o Brasil teria violado dois dos principais pontos do acordo de cooperação. Um deles se refere à proteção à privacidade dos suspeitos. Na Suíça, até que alguém seja condenado, seu nome é mantido em sigilo.

Outra violação foi do princípio de "boa-fé". Ao enviar os documentos, os suíços presumiam que seus colegas brasileiros respeitassem critérios e regras observadas no país europeu.

Maluf. Não é a primeira vez que o acordo de cooperação entre o Brasil e a Suíça, assinado em 2005, foi congelado. Antes de entrar em vigor, o tratado foi engavetado em Berna depois que o Brasil usou dados passados pelos suíços para abrir investigações e denunciar criminalmente o deputado Paulo Maluf (PP-SP) por evasão fiscal.

O acordo prevê que detalhes de contas podem ser compartilhados, mas apenas para processos que se referem à lavagem de dinheiro e corrupção. O Brasil havia indicado aos suíços que atuaria nesse sentido. Mas, quando as informações foram transmitidas, um caso de evasão fiscal foi aberto. Irritados, os suíços levaram mais dois anos para ratificar o acordo, que agora volta a ser barrado.

No dia 14 de maio, durante sessão plenária do TCE, Marinho afirmou a seus pares que "jamais recebeu um único tostão, um único dólar da Alstom".

O criminalista Celso Vilardi, que defende Marinho, disse que não é dele a iniciativa de protestar à Suíça contra vazamento no Brasil. "Não foi pedido meu, mas dado o espetáculo midiático que aconteceu em torno desse caso, eu não me surpreendo com a decisão suíça."

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