Ficha Corrida

05/11/2016

Onde há Globo, há golpe. E onde há golpe, há roubo!

OBScena: diga-me com quem andas e direi quem és!

joo-roberto-marinho-e-eduardo-cunhaMarinho %26 FHC

Gilmar Mendes e Roberto_Irineu_MarinhoMarinho-Barbosa

roberto-marinho-e-figueiredoGerdau x Marinho

Quem foi que alterou uma rodada do Brasileirão para, em parceria com Eduardo CUnha, perpetrar o golpe televisivo? Não foi a CBF, foi a Rede Globo!

Por que a Rede Globo sempre esteve e está à frente de todos os golpes no Brasil? Tentou em 1954, e conseguiu em 1964. Depois admitiu que foi um erro ter participado do golpe e apoiado os ditadores. Mas não pediu perdão, não devolveu o dinheiro nem se comprometeu a em não mais participar de golpes porque, afinal, dar golpes, como na fábula da rã e do escorpião, é da sua natureza.

Há um documentário (Muito Além do Cidadão Kane) que a Rede Globo fez das tripas coração para não deixar que passasse no Brasil. Com a internet, não consegue caçar a licença nem do Dr. Cuca Beludo. Todo mundo sabe das relações da Rede Globo com João Havelange, Ricardo Teixeira, José Maria Marin e Marco Polo del Nero. Uma das filiais da Rede Globo pertence a J. Hawilla, que dispensa apresentação. Como todos os grandes sonegadores, a Rede Globo também está no Panama Papers da Mossack & Fonseca.

Depois do que a Rede Globo fez para reeleger o amante de sua funcionária Miriam Dutra, FHC, ninguém mais tem direito de se surpreender com mais uma patifaria. Quem não sabe do Escândalo da Parabólica, onde vazou um diálogo elucidativo do método Globo de manipulação entre Rubens Ricúpero e Carlos Monforte?

Se isso já é muito, não tudo. Basta pensar quem são os principais parceiros da Globo em sua Rede de Filiais: Sarney, no Maranhão; Jeressati, no Ceará; ACM, na Bahia; J. Hawilla, oeste paulista; Collor de Mello, em Alagoas; Sirotsky, no Sul. A reunião destes próceres renderia um bom filme de Coppola

Globo anuncia resultado de “sorteio” da CBF horas antes de ele acontecer

Postado em 5 de novembro de 2016 às 7:30 am

Do iG:

A CBF (Confederação Brasileira de Futebol) definiu os mandos da campo da final da Copa do Brasil nesta sexta-feira, em sorteio realizado às 9h da manhã – o primeiro jogo será em Belo Horizonte, casa do Atlético-MG, e a volta acontece em Porto Alegre, no estádio do Grêmio.

Porém, horas antes do sorteio, a TV Globo já havia adiantado a ordem dos jogos. No programa “Hora 1”, que começa diariamente às 5h da manhã, a apresentadora Monalisa Perrone revela que o jogo de ida da decisão seria mesmo em Minas Gerais, com o segundo marcado para o Rio Grande do Sul.

Repare no vídeo abaixo que o relógio da emissora marca 5h55 da manhã, pouco mais de três horas antes do evento oficial da CBF.

O jornalista Chico Pinheiro, torcedor do Atlético-MG e que também trabalha na TV Globo, explicou o que teria suportamente acontecido. “Foi uma falha nossa. Ela (Monalisa) deu a notícia na madrugada de ontem, 6 horas depois de Galo e Inter. Tinha 50 % de chance de acertar”, comentou.

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Diário do Centro do Mundo Globo anuncia resultado de "sorteio" da CBF horas antes de ele acontecer

30/05/2015

Ódio a José Dirceu é o véu de proteção à Marin

São antípodas. Um, tem a bênção da fina flor do fascio paulista, o outro, o ódio. Por coincidências do destino, para tirar a Copa da Rússia, a mesma polícia política dos EUA que perseguia Dirceu e apoiava Marin na ditadura, faz agora justiça por linhas tortas. E, como disse o melhor amigo do Eurico Miranda, Romário, pena que não tenha sido preso pela nossa polícia, mas pela polícia Suíça.

No Brasil todo corrupto igual à Marin tem mais chances de ser presidente do Tribunal de Contas de São Paulo, mesmo que condenado na Suíça, a exemplo de Robson Marinho, do que ser preso. Isto porque nosso Ministério Público é um Mistério Púbico, de modo que há mais chance de os corruptos receberem medalhas do que serem investigados. Quando José Maria Marin recebe medalha do Ministério Público ou Joaquim Barbosa recebe medalha do Aécio Neves entendemos porque nossos procuradores se  chamam Rodrigo de Grandis, ministro se chama Joaquim Barbosa mas nunca  Loretta Lynch.

Quando um assassino se torna inatacável é natural que grupos de mídia tratem ditadura de ditabranda, emprestem peruas aos ditadores e inventem fichas falsas. Os nossos bandidos são cultivadas nas altas rodas da fina flor do fascio. Só no Brasil os grupos mafiomidiáticos criam um Instituto para estimular a sonegação e a Receita vira mera espectadora.

Marin: aqui se faz, aqui se paga

Por Eduardo Guimarães, no Blog da Cidadania:
José Maria Marin (83) nasceu e cresceu no bairro paulistano de Santo Amaro, na zona sul de São Paulo. Na juventude, foi jogador profissional de futebol e chegou a jogar no São Paulo Futebol Clube, como ponta-direita. Porém, foi um jogador medíocre.
Marin atuou em pequenos clubes paulistas como o São Bento de Marília e o Jabaquara. No São Paulo, sua carreira foi curta; disputou apenas dois jogos oficiais e marcou um gol. Vendo que não tinha futuro no esporte, estudou direito e, em 1963, entrou na política.
Naquele ano, elegeu-se vereador por um partido de extrema direita, fundado pelo integralista Plínio Salgado, político, escritor, jornalista e teólogo que fundou e liderou a Ação Integralista Brasileira (AIB), partido de extrema-direita inspirado nos princípios do movimento fascista italiano.
Quando se instalou a ditadura, tratou de se filiar ao partido oficial, a Arena. Seu ódio à esquerda o tornou um dos mais virulentos políticos do período autoritário. A ele é atribuída a execução do então diretor de telejornalismo da TV Cultura, Wladimir Herzog, nas masmorras do DOI-CODI, em São Paulo – Marin acusava a emissora de ser reduto de comunistas.
Em 1978, tornou-se vice-governador biônico de São Paulo na chapa de Paulo Maluf – à época, a ditadura podia indicar presidentes, governadores e prefeitos de capitais em “colégios eleitorais” instalados no Legislativo, onde a ditadura sempre tinha maioria porque podia indicar parlamentares sem precisar de voto popular.
Entre 1982 e 1983, estava terminando o “mandato” de Maluf como governador e ele se afastou do cargo para disputar mandato de deputado federal. Marin, seu vice, governou São Paulo no lugar dele durante dez meses.
À época, o breve governo de Marin chegou a ser acusado de ser ainda mais truculento do que o de Maluf – a Polícia Militar, então, agia com uma violência que faz a de hoje parecer um grupo de balé.
Terminada a ditadura, Marin mostrar-se-ia tão medíocre como político quanto fora como jogador de futebol. Pelo voto direto, não conseguiu nada. Tentou ser senador por São Paulo e prefeito da capital paulista, mas sempre teve votações pífias.
Marin foi se estabilizar como “cartola” do futebol, onde os conchavos sempre dispensaram competência e apoio popular. Começou presidindo a Federação Paulista de Futebol e após a queda de Ricardo Teixeira acabou comandando a CBF.
Um dos episódios mais escandalosos envolvendo o ex-governador paulista, porém, aconteceu não faz tanto tempo. Em 2012, durante a premiação após o jogo final da Copa São Paulo de Futebol Junior, Marin roubou medalha que caberia ao jogador corintiano Mateus.
Após a trajetória de vida que acabamos de ver, Marin foi preso por agentes da Kantonspolizei (a polícia suíça) em Zurique, junto com outros dirigentes da FIFA suspeitos de corrupção. Agora será extraditado para os EUA, onde responderá por seus crimes no futebol.
Ver alguém como ele sendo preso, após uma história tão pouco edificante, chega a parecer a realização de um sonho. No fim da ditadura militar, Marin, Maluf e Reynaldo de Barros foram a face desfigurada do regime agonizante.
Porém, a felicidade de ver um corrupto e fascista como esse ir parar atrás das grades só não é uma felicidade completa por uma razão que quem bem explicou foi o ex-jogador e senador pelo Rio de Janeiro, Romário de Souza Faria.
Confira, abaixo, a manifestação do ex-craque sobre a prisão de Marin, no Facebook.

Apesar de estar começando a pagar por uma vida tão questionável, Marin tratou de fazer mal de novo ao Brasil – espera-se que pela última vez. Como diz Romário, é uma vergonha para este país que alguém como Marin nunca tenha sido punido por aqui, apesar de tantas denúncias que pesam contra si.
Mas há lugar para esperança de que esse tenha sido o último dano que José Maria Marin causou ao Brasil.

Altamiro Borges: Marin: aqui se faz, aqui se paga

22/12/2013

Sem querer, Fernanda Lima entrega: GLOBO+CBF=FIFA

Quer saber quem são os membros da máfia: “Quanto à polêmica sobre racismo desencadeada pela informação de que a Fifa teria trocado Camila Pitanga e Lázaro Ramos por ela e Hilbert como apresentadores, Fernanda diz: "Eu tinha sido chamada há seis meses. O que sei é que a Globo apresentou um casting para a Fifa, que nos escolheu. Já havíamos feito a escolha do emblema do Brasil na África do Sul, em 2010".

Quando se indignar contra a CBF e/ou FIFA, lembre-se, são parceiras da Rede Globo. Assim, com o silêncio acobertador da Globo, as falcatruas viram denúncias de rodapé…

MÔNICA BERGAMO

monica.bergamo@grupofolha.com.br

ELA BATE UM BOLÃO

A apresentadora Fernanda Lima diz que já sofreu preconceito "por ser loira" e que a sexualidade do brasileiro, na prática, é mixa

Eram 11h30 da manhã da última terça-feira. No apartamento de Fernanda Lima, 36, e Rodrigo Hilbert, 33, no Rio de Janeiro, predominava o cheiro do almoço dos gêmeos João e Francisco, 5.

É que a cozinha é integrada à sala. São 110 m², sem suíte. A grande vantagem é a localização: avenida Delfim Moreira, de frente para o mar, no Leblon, bairro com fama de ter o metro quadrado mais caro do Brasil (R$ 21.900).

Com uma camiseta em que se lia a inscrição "animais são amigos", Hilbert, que apresenta um programa gastronômico no GNT, preparava a "boia". Por opção, o casal decidiu não contar com os serviços de babá. Há uma diarista "faz-tudo", e só.

O espírito da decoração da sala, onde recebem amigos como Gloria Maria e Leo Jaime, segue a linha do luxo despojado. Há um jogo das célebres poltronas moles do designer brasileiro Sergio Rodrigues. Um quadro de Dudi Maia Rosa, outro de Felipe Cama. Não há tapetes. Na bancada abaixo do janelão, um órgão, um skate e meia dúzia de esteiras de ioga. Na mesa ao lado do sofá, estatuetas de Buda e de Ganesha (divindade hindu) e vela aromática.

Então a porta da rua se abre e entra Fernanda Lima com os dois meninos. Veste tênis, jeans justo e camisa. Já havia ido ao supermercado. Depois das compras, levou as crianças para cortar cabelo –os três na mesma bicicleta.

Ela sorri e pede ao repórter Morris Kachani um tempo para se maquiar. E avisa: "Não suporto ser fofinha. Tenho um humor superácido". Será? Minutos depois, é chegada a hora de comer. "Me-ri-to-cra-cia", diz ela a João e Francisco, enquanto os acomoda na bancada da cozinha. "Meritocracia", repetem. "Para comer chiclete…", pergunta a mãe. "Vai ter que almoçar!", completam os filhos.

É o último dia de aula dos meninos. Na quarta-feira, partiriam todos para uma temporada de férias no Havaí. Tempo para meditar sobre as grandes transformações ocorridas em 2013, ano em que Fernanda "bombou" como nunca. Mas que também registrou a morte de Gisela Matta, 36, que coproduzia "Amor & Sexo", apresentado por Fernanda, e foi atropelada por um ônibus quando saía de bicicleta do apartamento do casal, depois do almoço de Páscoa.

A atração está em sua sétima temporada na Globo. Registrou média de audiência de 16 pontos neste ano, com 46% de participação nos domicílios. Há duas semanas, contudo, a ex-modelo se projetou internacionalmente. Foi chamada de "deusa", "musa" e "anjo" por conta da apresentação no sorteio das chaves da Copa, na Costa do Sauipe, na Bahia. Usava sapatos Louboutin e tubinho Hervé Leger com decote generoso. Brilhava ao lado do marido.

Fernanda se diz surpresa com a repercussão. "O Rodrigo foi tão bem quanto eu, não entendo", afirma, referindo-se ao fato de só ela ter recebido elogios. "Um dia depois do sorteio, passei três horas chorando na cama. Uma tristeza por estar longe dos meninos. Enquanto o mundo me exaltava, eu tinha que estar bem para gravar o programa [Amor & Sexo’] na TV."

Quanto à polêmica sobre racismo desencadeada pela informação de que a Fifa teria trocado Camila Pitanga e Lázaro Ramos por ela e Hilbert como apresentadores, Fernanda diz: "Eu tinha sido chamada há seis meses. O que sei é que a Globo apresentou um casting para a Fifa, que nos escolheu. Já havíamos feito a escolha do emblema do Brasil na África do Sul, em 2010".

"Quem me conhece sabe como sou. Prefiro deixar passar, o tempo fala por si. Tenho um monte de amigos e afilhados negros", afirma.

"Mas é óbvio que há preconceito de cor no Brasil", segue. "Aliás, eu também já fui vítima de preconceito. Por ser modelo, por ser loira." Segundo ela, o teste do sofá (em que diretores poderosos seduzem meninas jovens que aspiram a um trabalho) não é mito –acontece mesmo. "Sempre vi tudo isso. E sempre preferi o caminho mais longo."

A conversa se move para "Amor & Sexo", que fala sobre os dois temas em horário nobre na TV. "É difícil escrever esse programa, porque nele as pessoas não podem se ofender, é uma atração para a família."

Para ela, a sexualidade do brasileiro, na prática, é "mixa". "A liberdade do corpo, a dança, o funk, afloram nossa sensualidade. Mas isso é aparência. Na cama, em si, é diferente. O sentir profundo está muito precário."

"A descoberta do prazer da mulher é muito recente. Ela está à vontade e até avaliando os homens, mas pode descobrir muito mais coisas." Quanto ao homem, "ele diz que pega, que puxa o cabelo, que come todas –tudo no blá-blá-blá, a gente sabe da performance do vizinho".

E como seria o amor e o sexo na vida de Fernanda? "Graças a Deus consegui conciliar as duas coisas", ela diz. "Mas claro que já fiz muitas loucuras." De que tipo? "Dentro de um parâmetro normal. Vamos dizer, mais quantitativo e menos qualitativo. Do tipo experimentar sexo na primeira noite", responde. "Não sou tão moderna quanto pareço. Sou bastante conservadora em alguns sentidos." Diz que jamais assistiu a filmes pornográficos. "Nunca me serviram de combustível."

Na adolescência, ela se achava feia. Hoje se considera bonita "pelo conjunto da obra". Paqueras acontecem "com certa frequência". "Mais do convencional, aquela cantada de obra’. Quando é com educação e inteligência, a gente fica envaidecida."

Ela afirma que nunca usou drogas e não bebe. "Não gosto de sair do controle."

Com idas e vindas, Fernanda e Rodrigo começaram a namorar em 2002. "Temos uma história bonita." Em um período de crise, ela se envolveu com Ricardo Waddington, que hoje dirige seu programa. "Transformamos esse amor em uma relação de amizade e parceria", diz. Waddington se derrete: "Ela será certamente uma das principais comunicadoras da Globo nos próximos anos".

Profissionalmente, o ano de 2014 começa para Fernanda no dia 13 de janeiro, quando apresentará o Bola de Ouro da Fifa, evento que elegerá o melhor jogador de 2013, na Suíça. Planeja também abrir uma filial, no shopping Iguatemi, do restaurante Maní, do qual é sócia em SP.

Os planos da Globo ainda são incertos. Uma nova temporada de "Amor & Sexo", um outro programa vespertino e a participação na programação da Copa estão no horizonte. Nada mal para a ex-modelo gaúcha que, há sete anos, foi achincalhada como protagonista de "Bang Bang", novela das sete que patinou na emissora carioca, também dirigida por Waddington.

"[O homem] Diz que pega, que puxa o cabelo, que come todas –tudo no blá-blá-blá"

"Claro que já fiz muitas loucuras. Do tipo experimentar sexo na primeira noite"

"[Filmes pornô] Nunca me serviram de combustível"

05/06/2013

FHC, Aécio Neves & José Maria Marin

Filed under: Aécio Neves,FHC,José Maria Marin — Gilmar Crestani @ 9:21 am
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Eis porque ainda continuamos flertando com o atraso. FHC, Aécio Neves e José Maria Marin, presidente da CBF e ladrão de medalhas, é o passado que teima se fazer presente.

FHC e Aécio prestigiam presidente da CBF em jogo da seleção

eriCom pouco trânsito entre nomes de peso do governo federal, José Maria Marin aproveitou o amistoso do Brasil no Maracanã para tirar e divulgar fotos em que aparece sorridente ao lado de Aécio Neves e Fernando Henrique Cardoso.

Com isso, ganhou críticas de aliados do Planalto. Para Edinho Silva, presidente do PT paulista, é uma atitude “pouco inteligente” do presidente da CBF aliar-se aos tucanos às vésperas da corrida eleitoral da entidade.

As fotos foram tiradas na Tribuna de Honra do Maracanã, onde todos assistiram ao empate por 2 a 2 entre Brasil e Inglaterra, na abertura oficial do estádio.

No site da entidade, as fotos escolhidas para retratar o momento ignoraram figuras como, por exemplo, Luis Fernandes, secretário-executivo do Ministério do Esporte, principal interlocutor de Marin no âmbito federal.

Marin não é candidato à eleição da CBF, que acontecerá no primeiro semestre de 2014, mas é o principal cabo eleitoral de Marco Polo del Nero, vice da CBF e presidente da Federação Paulista de Futebol.

Seu opositor deve ser Andrés Sanchez, ex-presidente do Corinthians, filiado ao PT e amigo de Lula. Ambos não confirmaram suas candidaturas publicamente, mas já trabalham de forma intensa nos bastidores.

O ESSENCIAL | Diário do Centro do Mundo

16/03/2013

Romário quer investigar ações de Marín na ditadura

Filed under: Ditadura,Futebol,José Maria Marin — Gilmar Crestani @ 12:18 pm
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Vejam só, a Globo, RBS, Veja, Estadão, Folha são parceiros e defendem Marin. Alguma novidade na casa do Instituto Millenium?

Romário quer investigar ações de Marín na ditadura

publicada sexta-feira, 15/03/2013 às 09:22 e atualizada sexta-feira, 15/03/2013 às 09:27

Em discurso na Câmara dos Deputados, o ex-jogador Romário (PSB/RJ) anunciou que pretende investigar o papel e as ações de José Maria Marín, presidente da CBF, durante ditadura brasileira. O deputado anunciou que entrará em contato com a Comissão da Verdade para a realização de uma audiência sobre o assunto.

Durante o pronunciamento, Romário ainda questionou a permanência de Marín à frente da CBF: “Que imagem o Brasil passa para o mundo e para a história do futebol, tendo à frente da CBF e do COL um personagem com este perfil?”. (JS)

“Eu faço parte de um partido de muitas lutas, muitas batalhas.

Batalhas que nem sempre foram vencidas, mas que sempre valeram a pena, porque expressam nosso anseio por justiça e liberdade.

Refundado, em 1985, por homens e mulheres que resistiram à ditadura militar, sofrendo perseguições e mandatos cassados, o PSB denunciou a tortura num dos seus primeiros programas de televisão, e defendeu a punição rigorosa para esse tipo de crime.

Entre meus colegas de bancada está uma mulher de luta, a deputada Luiza Erundina, defensora histórica dos direitos humanos.

Ela coordena, hoje, nesta Casa, a Comissão Parlamentar Memória, Verdade e Justiça, que tem o objetivo de acompanhar e apoiar os trabalhos da Comissão Nacional da Verdade, na revelação de fatos, ainda obscuros, que ocorreram durante a ditadura civil-militar, no período de 1964 a 1985.

A criação da Comissão Nacional da Verdade é uma obrigação moral e política que decorre do reconhecimento, pelo Estado brasileiro, de que ele teve, sim, responsabilidade por crimes cometidos durante a última ditadura, e, por isso, deve esclarecimentos e reparação às famílias das vítimas – isto é, das pessoas que foram torturadas e assassinadas por agentes do Estado naquele período.

Esse reconhecimento aconteceu lá atrás, em 95, com a edição da Lei nº 9.140, no governo FHC.
Minha amiga Erundina deu uma contribuição importante nessa busca da verdade, quando ocupou a Prefeitura de São Paulo e determinou a abertura de uma vala clandestina localizada em um cemitério municipal, que levou à descoberta, entre as 1.049 ossadas, de corpos de OITO desaparecidos políticos. Este episódio resultou, também, na criação de uma CPI na Câmara de Vereadores da capital.

Este foi o início da abertura dos arquivos sobre aquele período.

Esta Casa, que teve suas portas fechadas durante o regime de exceção, cumpriu parte do seu dever ao atender o pleito da Deputada Erundina, e restituir simbolicamente os mandatos dos 173 deputados federais cassados pela ditadura.

Muita gente não sabe, mas o Sr. Marín, antes de entrar para o milionário negócio do futebol, chegou a ter algum destaque como político.

Ele presidiu a Câmara de Vereadores de São Paulo e, antes de se tornar governador do Estado, foi deputado estadual pela ARENA, o partido da ditadura.

Foi nessa ocasião, em 9 de outubro de 1975, que ele fez um duro pronunciamento, contra a TV Cultura, ao apartear no plenário o deputado Wadih Helu.

No seu aparte, o Deputado Marín exigia que fossem tomadas providências, segundo ele, em nome da “tranquilidade dos lares paulistanos”, como está registrado no Diário Oficial do Estado de São Paulo, do dia 09 de outubro de 1975, página 62, que solicito conste nos anais desta Casa.

Não sei que providências ele tinha em mente.

O que sei, e que todos nós sabemos, é que no dia 24 de outubro daquele mês, o Diretor de Jornalismo da TV Cultura, Vladimir HERZOG, foi convocado para depor no DOI-CODI, e apareceu morto em sua cela, no dia seguinte.

A farsa da simulação de suicídio e o culto ecumênico realizado na Catedral da Sé para protestar contra a tortura, após a divulgação da morte de Herzog, já fazem parte da nossa História.

Mesmo com medo da repressão, pois havia câmeras estrategicamente posicionadas nas saídas da igreja, filmando cada um dos participantes, 8 mil pessoas saíram às ruas e transformaram o culto ecumênico na maior manifestação do povo brasileiro contra a ditadura.

Com certeza, Senhor Presidente, muita coisa ainda falta ser esclarecida, e a sociedade brasileira tem o direito de conhecer toda a verdade.
Muitos de nós parlamentares, bem como a Presidente Dilma e o conjunto da sociedade brasileira, têm interesse em saber se o Sr. José Maria Marín, hoje presidente da Confederação Brasileira de Futebol, manteve, naquele período, alguma relação com os órgãos da repressão, como, por exemplo, o DOI-CODI.

E também se ele contribuiu com crimes de violação dos direitos humanos no país.

Perguntaram ao senhor Nilmário Miranda, Presidente da Comissão da Anistia, se a Comissão da Verdade vai revelar o que os atletas sofreram durante a ditadura. A resposta dele foi a seguinte: ‘o Estado tem obrigação de revelar a verdade, reparar moralmente e até financeiramente as vítimas da tirania. O país está descobrindo que o direito à verdade é um direito irrenunciável’.
Neste contexto, podemos citar craques e ídolos do nosso futebol, como Afonsinho, Nando, Reinaldo, Sócrates e Vladimir, que sofreram com a repressão.

Por isso, senhor Presidente, vou propor a realização de uma audiência pública conjunta entre a Comissão de Turismo e Desporto, que, hoje, presido, e a Comissão Memória, Verdade e Justiça, para debater o tema “o futebol e a ditadura”, e gostaria de contar com a participação da Comissão Nacional da Verdade para que compartilhe e traga tudo o que já tiver sido levantado sobre este assunto.

Quero também contar com a colaboração de todos que tenham informações sobre episódios da época, para nos ajudar a revelar a verdade que buscamos.

As suspeitas sobre o Presidente da CBF são graves e constrangedoras. Nós, atletas e ex-atletas, ficamos muito desconfortáveis com esse tipo de situação, principalmente num momento em que o Brasil se expõe ao mundo, ao se preparar para receber megaeventos esportivos.

Será que merecemos ter à frente do nosso esporte mais querido, mais popular, um esporte que orgulha o nosso povo, uma pessoa suspeita de envolvimento, ainda que indireto, com tortura, assassinato e a supressão da democracia?

Será que a CBF, que comanda um esporte intimamente vinculado à cultura nacional, pode ser dirigida por alguém que pedia a repressão a uma emissora estatal de televisão, a TV Cultura, à qual estava vinculado Vladimir Herzog?

Não podemos esquecer que a nossa seleção gera expressivos recursos financeiros à CBF, que explora nossos símbolos: o nome do país, o hino, a bandeira e suas cores. Eles geram dividendos que ultrapassam os 100 milhões por ano, só de patrocínio, sem que tenhamos a transparência devida sobre a destinação desse dinheiro.

Será que dentre 200 milhões de brasileiros, é justamente ele quem melhor preenche os requisitos?

Que imagem o Brasil passa para o mundo e para a história do futebol, tendo à frente da CBF e do COL um personagem com este perfil?

Tenho observado que a Presidente Dilma tem dificuldade de engolir o presidente da CBF. Assim como o ministro Aldo Rebelo também tem, principalmente agora, depois da divulgação da gravação em que Marín diz as bobagens que pensa sobre o Ministro de Esportes.

Quero dizer que discordo de tudo o que disse sobre o ministro, viu, senhor Marín?

Então, será que, como presidente do COL e da CBF, Marín terá tranquilidade para figurar ao lado da Presidente Dilma e do Ministro Aldo Rebelo na recepção às autoridades estrangeiras?

Acho que o Sr. Marín não tem o direito de chamar de ‘delinquentes’, como pode ser conferido no site da CBF, aqueles que simplesmente buscam a transparência e a verdade.

O que a sociedade brasileira reivindica é o acesso à informação, aos fatos, o que é um direito de todos, e que o Estado tem o dever de propiciar.

Os tempos de intimidação e silêncio, graças ao Papai do Céu e à sociedade brasileira, são página virada na nossa História.

E só por isso estamos aqui, podendo dizer o que pensamos.

Era o que tinha a dizer, Senhor Presidente.

Muito obrigado”.

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Romário quer investigar ações de Marín na ditadura – Escrevinhador

02/06/2011

PSDB disputa Caixa 2 até na CBF

Filed under: A$$oCIAdos,Cosa Nostra,Direita,Instituto Millenium,Isto é PSDB!,PIG — Gilmar Crestani @ 8:34 am
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Palocci nunca deveria participar de qualquer governo de esquerda. Faria um “rico” papel em Higienópolis, na República do prof. Cardoso. Então, se for, já vai tarde. Ponto. Agora, a verdade do que está por trás da sanha moralista do PSDB & DEM (que não nasceu com Serra bolinha de papel e Mônica aborteira!), sob patrocínio dos a$$oCIAdos do Instituto Millenium, é a disputa pelo Caixa 2. Sem Caixa 2 não há eleição. Aí também reside a resistência ao financiamento público das campanhas. E agora tem mais esta. O PSDB briga até com a CBF, faz retaliação, business is business diria a o Capo dei Capi da famiglia Gambino, pelo Caixa 2. São Paulo, com o PSDB, virou a Chicago brasileira. Juca Kfouri sabe disso. Até parece que Caixa 2 é direito hereditário, como se fosse uma Sesmaria, uma Capitania da Loja PSDB. Já deu para notar que o PSDB não briga por melhorias no salário mínimo, aposentadoria, posto de saúde ou segurança no campo. O PSDB só se envolve se há dinheiro grosso rolando, desde os tempos da Operação Bandeirantes – OBAN. E o PIG também está ne$$a pelos mesmos fundamentos.

CBF quer SP fora, revelam cartolas

Dirigentes da Fifa dizem que entidade não tem interesse na exclusão da maior cidade do país do evento e creditam pressão contra paulistas à confederação

02 de junho de 2011 | 0h 00

JAMIL CHADE – Enviado especial – O Estado de S.Paulo

ZURIQUE – A CBF está por trás da pressão sobre São Paulo e das ameaças de deixar a cidade de fora da Copa de 2014, e não a Fifa. A revelação foi feita por dirigentes da entidade que conversaram com o Estado sob a condição de que seus nomes não fossem divulgados.

Alessandro Della Bella/EFE

Alessandro Della Bella/EFE

Pano de fundo. Ricardo Teixeira (à dir.) aparece atrás de Blatter, reeleito para outro mandato

Eles garantem que a pressão vem diretamente do presidente da CBF, Ricardo Teixeira, e asseguram que a Fifa não tem interesse em ver a cidade excluída.

"A ideia deles (CBF) é mesmo concentrar as atividades no Rio de Janeiro. Isso vem de Ricardo (Teixeira)", assegurou Geoff Thompson, ex-vice-presidente da Fifa – ele deixou o cargo nesta quarta-feira e, exatamente por isso, se sentiu à vontade para falar.

A relação de Teixeira com o PSDB, partido que governa São Paulo há 16 anos, é conflituosa desde a gestão de Fernando Henrique Cardoso (1995-2002).

Foi na administração do ex-presidente que duas CPIs investigaram os negócios do cartola, no cargo desde 1989. E quando iniciou-se a guerra aberta do dirigente contra expoentes do tucanato paulistano, como Silvio Torres (ex-deputado que relatou a CPI dedicada a investigar o contrato entre CBF e a Nike).

Teixeira, que nunca teve interlocução com o atual governador do Estado, Geraldo Alckmin, também é amigo pessoal do senador Aécio Neves (PSDB-MG), neste momento envolvido numa disputa interna na sigla com correligionários de São Paulo.

A cidade se transformou na maior polêmica da Copa porque demorou a equacionar problemas políticos e financeiros para a construção do estádio do Corinthians, em Itaquera.

Por causa disso, foi excluída da Copa das Confederações e está sob a ameaça de perder a cerimônia de abertura do Mundial.

Para Thompson, não há como pensar a Copa sem a maior cidade brasileira. "São Paulo precisa entrar e vai ser mantida. É muito importante", afirmou.

Nesta quarta, a Fifa disse que está "tudo sob controle" com relação à preparação do Brasil. "Temos apoio da nova presidente do Brasil (Dilma Rousseff), que nos deu garantias de que problemas serão superados nas áreas de aeroportos, transporte e acomodação", disse o secretário-geral da entidade, Jérôme Valcke.

CBF quer SP fora, revelam cartolas – esportes – Estadao.com.br

20/03/2011

Senadora quer convocar CBF, TVs e C13 para explicações – Terra – Futebol

Filed under: Rede Globo — Gilmar Crestani @ 6:38 pm
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Senadora quer convocar CBF, TVs e C13 para explicações

Eliano Jorge

Na véspera da próxima licitação dos direitos de exibição dos Campeonatos Brasileiros de 2012 a 2014, a Comissão de Educação, Cultura e Esporte do Senado vota, terça-feira (22), o requerimento da senadora Lídice da Mata, do PSB baiano, para que os envolvidos na polêmica concorrência participem de uma audiência pública sobre o assunto.

Ela quer convocar o presidente da CBF, Ricardo Teixeira, o líder do Clube dos 13, Fábio Koff, e representantes das emissoras de TVs. "A intenção é discutir sobre a disputa dos direitos de transmissão dos jogos", disse a Terra Magazine.

A parlamentar quer explicações sobre as negociações, que avançam nos bastidores e carecem de transparência. "É a tentativa de entender e ajudar a esclarecer, para a opinião pública e a população, o que está acontecendo; de que maneira o Congresso, como Parlamento, pode contribuir para que essas coisas se resolvam", afirma, com a experiência de ter presidido a Comissão de Turismo e Desporto da Câmara, com amplos debates sobre esportes.

– A ideia não é nem tumultuar, porque eu sei que tem aí uma CPI de (Anthony) Garotinho (deputado do PR-RJ) sobre Ricardo Teixeira, não é isso, não vai nessa direção – avisou Lídice.

Ela justificou que, embora se trate de uma disputa comercial entre empresas, "tem interesse público, sim, da sociedade em acompanhar". E completou: "O governo, por exemplo, fez leis para estimular a reorganização dos clubes brasileiros, num momento em que o financiamento dos clubes vira debate no Congresso Nacional".

Uma das referências para a definição das cotas de cada time é a audiência gerada por eles, o que corresponde diretamente às massas de torcedores.
– É o povão inclusive. É a paixão de um povo por um esporte, que se transforma em milhões de reais – observou a senadora. – É o esporte nacional, a preferência nacional, a paixão nacional. O Campeonato Nacional mobiliza milhões de pessoas e milhões de reais. Tem clubes saindo do Clube dos 13, o Flamengo e o Corinthians estão reivindicando que ganhem mais. O público merece uma explicação deste episódio, que envolve o principal campeonato do País.

Mundial

A batalha pelo Brasileirão desemboca na Copa do Mundo de 2014. "Por exemplo, a respeito da discussão da retransmissão daqueles 3 minutos a que as outras emissoras têm direito e que a Globo não concorda, a própria Fifa acha que não deve ter", conta Lídice da Mata.

Ela defende que esse assunto não se distancie da sociedade, que está vinculada a ele. "Essa discussão da transmissão exclusiva, claro que, com o passar do tempo e na medida em que se profissionalizam cada vez mais o futebol e os grandes eventos futebolísticos internnacionais, isso passa a ser uma coisa cada vez mais de interesse público", avaliou.

A consolidação dos formatos do Brasileirão e sua melhora em termos de organização são apontados pela senadora como avanços ameaçados pelo impasse da negociação televisiva.
– Depois de tantos anos, agora que se conseguiu ter uma tabela permanente, um campeonato mais ou menos estabilizado, acontecem mecanismos de desestabilização. É a preparação dos clubes, é a preparação dos atletas, quem sabe de alguém que vai estar na Copa do Mundo amanhã.

Senadora quer convocar CBF, TVs e C13 para explicações – Terra – Futebol

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