Ficha Corrida

12/10/2015

Ficha corrida bonsai de um “limpa chão com merda”

E mais não se diz porque qualquer acréscimo é como cuspir na enchente. É por isso que nós, gaúchos, conhecendo a história do bravo PP gaúcho abrimos os pulmões e cantamos: “sirvam nossas patranhas de modelo a toda terra”.

Não se precisa de outro exemplo para comprovar a afirmação do Gregório Duvivier de que estão querendo limpar o chão com merda.

Quem recomendou rejeitar as contas da presidente Dilma?

dom, 11/10/2015 – 18:09 – Patricia Faermann

Jornal GGN – Está nas mãos do Ministério Público Federal do Distrito Federal o relatório produzido por investigadores da Operação Zelotes que apontam indícios de que Augusto Nardes, o ministro do Tribunal de Contas da União, recebeu R$ 1,6 milhão de vantagem no escândalo do Carf. O conselho vinculado ao Ministério da Fazenda é encarregado de julgar recursos contra multas aplicadas pela Receita Federal, e a Operação investiga possíveis fraudes para comprar decisões do Carf.

Nardes teria recebido a quantia da firma de consultoria SGR, uma das principais implicadas no esquema de corrupção. Ele é suspeito porque foi sócio, até 2005, da Planalto Soluções e Negócios, registrada em nome de seu sobrinho, Carlos Juliano. Por meio dessa empresa, receberam pagamentos da SGR, que teria corrompido conselheiros do Carf para favorecer empresas que discutiam multas no órgão.

Os pagamentos, no valor total de R$ 2,6 milhões, teriam ocorrido entre dezembro de 2011 e janeiro de 2012, quando Nardes já era ministro do TCU. Atualmente, a investigação que tramitava na 10ª Vara Federal de Brasília foi remetida ao MPF/DF para possível encaminhamento ao Supremo Tribunal Federal (STF), corte responsável pelo julgamento de quem tem foro privilegiado, como é o caso do ministro.

Não é a primeira passagem de Nardes pela Suprema Corte. Tampouco a primeira vez que é investigado.

Histórico

João Augusto Ribeiro Nardes, gaúcho e produtor rural de Santo Ângelo, iniciou sua carreira política aos 21 anos, quando se tornou vereador pelo partido do governo militar, a partir do golpe de 64, o ARENA. Desde então, passou a deputado estadual pelo PDS, sigla sucessora do ARENA, em 1986, e já em democracia vigente no Brasil, 1990, foi reeleito pelo PPR, um dos braços do ARENA que tinha como liderança Paulo Maluf.

O partido se tornou PPB e, depois, o que até hoje é denominado como PP (Partido Progressista). Por essas siglas, Nardes foi deputado federal de 1994 a 2005, quando renunciou para assumir a cadeira no Tribunal de Contas da União (TCU).

Em sua primeira passagem como réu no Supremo Tribunal Federal (STF), Nardes foi processado em agosto de 2004 por crime eleitoral, peculato e concussão, por omissão de declaração em prestação de contas, quando concorreu à deputado federal, na Ação Penal 363 (http://bit.ly/1PjRYfA). Na época, o ministro relator Marco Aurélio acatou a sugestão do então procurador-geral da República, Claudio Fonteles, propondo um acordo com Augusto Nardes, por não possuir antecedentes criminais (http://bit.ly/1PjRS7M).

No acordo, o STF propôs a visita trimestral, durante dois anos, em escolas da rede pública de ensino do Distrito Federal, proferindo palestras sobre o sistema democrático e o processo eleitoral, e a doação para o programa do governo federal Fome Zero, no valor de R$ 1.000,00. (http://bit.ly/1OnM2TG) Nardes aceitou, sem, contudo, cumprir o acerto. Tentou fazer manobra, dizendo que concedeu as oito palestras em dois dias. O procurador denunciou ao STF a tentativa, exigindo que a pena fosse cumprida ao longo de dois anos, e não de dois dias. (http://bit.ly/1MhdDUW)

O envolvimento do ministro do TCU com o Dnit (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes), mais especificamente com o esquema de controle e direcionamento de dinheiro público para as obras do Ministério dos Transportes, tem base no posto assumido por seu irmão, Cajar Nardes, em 2008, na gerência de projetos do Dnit.

O ex-diretor-geral afastado do órgão, Luiz Antônio Pagot, foi quem convidou Cajar para o cargo. Eles trabalharam juntos, quando o irmão de Augusto Nardes foi secretário de Estado no Mato Grosso, até 2005, no mandato do então governador Blairo Maggi, que depois migrou para o Senado pelo PR.

Ainda que revelada a intênção de tráfico de influência dos processos do Dnit no TCU, a chegada de Cajar ao órgão obrigou o TCU a repassar os processos de seu irmão para outro ministro, Raimundo Carreiro. Á época, em resposta, Cajar negou o tráfico de influência. Já Augusto Nardes, que era presidente do TCU, disse que a nomeação do irmão não lhe trouxe constrangimento ou dano à sua imagem. (http://bit.ly/1jetcl7)

Quatro anos depois, a relação de Nardes com o DNIT é revelada nas suspeitas de que o ministro do TCU seria alvo de investigação específica da Operação Castelo de Areia, sobretudo por sua relação com o ex-diretor do órgão Luiz Antonio Pagot.

Uma ampla documentação de executivos da Camargo Correia foi apreendida pela Polícia Federal, levantando o nome de Augusto Nardes relacionado a propinas em obras públicas. No relatório final da operação, o delegado Otavio Margonari Russo anexou pelo menos dois documentos incidindo sobre Nardes, além de uma reportagem relatando negociatas com Pagot. (http://bit.ly/1L2vKfM)

O delegado anexou nos autos um dos casos relatando que as empresas envolvidas nas obras da Eclusa do Tucuruí teriam fechado um "compromisso" de R$ 500 mil com Pagot e com o PP, partido à época de Nardes, e acrescentou uma reportagem da Folha de S. Paulo de 2009. Nela, Nardes votava pela liberação de um aditivo de R$ 155 milhões para a Camargo Corrêa nessa construção. Nardes, entretanto, não poderia analisar e votar o aditivo do Dnit, por estar impedido. (http://bit.ly/1FZI1BY)

"Não é só à Obra da Eclusa de Tucuruí que o nome de Nardes aparece atrelado. Nardes é também o relator do acórdão n. 2185/2007, do Plenário do TCU, em que decide que o repasse da verba federal destinada ao Rodoanel deveria ser liberada para o Dnit e a Dersa e, consequentemente, à Camargo Corrêa, apesar das irregularidades apontadas pela equipe técnica do TCU", apontou, ainda, o relatório da PF.

No período, Nardes também negou as irregularidades e a anulação da Operação Castelo de Areia enterrou o episódio.

Quem recomendou rejeitar as contas da presidente Dilma? | GGN

22/08/2015

Zelotes: um dos pilares dos corruptos está ruindo

Como na propaganda, é meu amigo, não tá fácil pra ninguém. A semana desmente a teoria de que o raio não cai duas vezes no mesmo lugar. Foram três e todos acertaram a RBS.

1) O primeiro e mortal foi a denúncia ao aríete dos golpistas. A RBS, em consonância com a matriz, desfraldou bandeiras e se perfilou ao lado dos golpistas. Os golpistas tinham em Eduardo CUnha o instrumento para concretizar o golpe paraguaio. A RBS chamou e participou da marcha das senhoras do Parcão. Não deu nenhuma notinha a respeito das manifestações na praça da Restinga. Recrutou e atiçou seus celetistas de todos os matizes para, juntos, entoarem a marcha dos zumbis: “CUnha é meu amigo, mexe com ele mexeu comigo”.

2) O títere da RBS no Palácio Piratini propiciou as melhores piadas. Sartori, o Tiririca da Serra, deu mais voltas que cusco para deitar. A RBS fez das tripas coração para eliminar a coloração partidária que une Sartori & CUnha, o PMDB de tanta serventia para a casa, como o presentinho da CRT. Aliás, aqui no RS, na campanha do Napoleão das Alterosas, PMDB, PSDB & PP foram amadrinhados pela funcionária da RBS. Na mesma linha mas com outros personagens, a RBS também entrou muda e saiu calada em relação a outros fatos envolvendo o PP gaúcho. O partido da Ana Amélia Lemos, que chamava Lula de cachaceiro, praticava propina engarrafada.

3) Por fim, a Operação Zelotes, em passo de tartaruga, está se movendo. E de saída convoca dois atores na peça montada pela RBS no CARF: Edson Pereira Rodrigues e  José Ricardo da Silva. Apesar de toda blindagem dos parceiros do Instituto Millenium, a RBS recebeu um cruzado na cara. Coube ao jornal El País furar a blindagem dos parceiros da RBS na Operação Zelotes e publicar que o Ministério Público pediu afastamento do  juiz Ricardo Augusto Soares Leite da 10ª Vara Federal de Brasília. Vara, neste caso, é coletivo de porcos, porque por lá é mais fácil a sujeira voar do que os processos andarem. Basta para isso verificar a diferença de enfrentamento dado aos suspeitos na Lava Jato.

Ao que parece, mesmo comandando, via Sartori, o Piratini, e tendo na mão dois senadores de suas fileiras, Ana Amélia Lemos e Lasier Martins, está preteando os olhos da filial da vênus platinada. Mesmo que a famiglia Sirotsky esteja sendo tratada pela Justiça da mesma forma que o partido do Jorge Pozzobom, eles já não possuem a menor credibilidade. Em todos os sentidos. Só a manada de midiotas e anencefálicos continuam acreditando na RBS.

Zelotes: Suspeitos de favorecer RBS irão depor na CPI do CARF

Pichação ao lado do prédio da empresa de comunicação / Foto Matheus ChapariniPichação ao lado do prédio da empresa de comunicação / Foto Matheus Chaparini

Felipe Uhr

A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI), no Senado Federal, que apura irregularidades no Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (CARF) irá ouvir na próxima semana mais quatro envolvidos no esquema de favorecimento a grandes empresas.

Entre eles, estão o ex-presidente do CARF, Edson Pereira Rodrigues, e o ex- conselheiro, José Ricardo da Silva, que conforme processo do Ministério Público Federal seriam os principais intermediários para favorecer o Grupo Rede Brasil Sul de Comunicações (RBS). Os outros dois são Jorge Vitor Rodrigues, ex-conselheiro do CARF, e Alexandre Paes dos Santos, sócio da empresa Davos.

A Operação Zelotes aponta que o ex-presidente Edson Rodrigues era um dos consultores nos processos e nos esquemas de facilitações da empresas. Zé Ricardo é advogado, sócio da SGR Consultoria Empresarial e do escritório de advocacia JR Advogados, e teria sido contratado da própria RBS.

A ação de Zé Ricardo como consultor /advogado era essencial para livrar empresas de autuações multimilionárias, segundo a Operação Zelotes. O Ministério Público Federal e a Polícia Federal investigam a filial da Rede Globo em um esquema que envolveria mais de R$ 600 milhões.

A convocação do presidente da empresa, Eduardo Sirotsky Melzer, já foi apreciada no dia 23 de julho pelos membros da comissão, mas ainda não está definido quando ele será chamado a depor.

Zelotes: Suspeitos de favorecer RBS irão depor na CPI do CARF – Jornal Já | Porto Alegre

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