Ficha Corrida

29/12/2013

"É a mídia sectária que elege o PT"

Filed under: Carlos Araújo,Dilma,Grupos Mafiomidiáticos — Gilmar Crestani @ 12:12 pm
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ELEITORES DE DILMA É a mídia sectária e seus sub-produtos que tornam Lula e Dilma populares. Fiz um print-screen de um diálogo edificante que tive no Facebook. Pior é que teríamos tanto para criticar em Dilma e Lula, mas a repetição das piores boçalidades, sem qualquer lastro com a realidade, acaba por dizer mais sobre quem diz do que sobre quem pretendem dizer.

Quase tive um acesso de riso com a argumentação tosca, mas sedenta de ódio, de quem enlouquece com o próprio discurso vazio, colhido nas baixezas de quem só tem raiva e nenhuma alternativa concreta.

São xingamentos, jamais argumentos.

Poderiam arguir a respeito dos tributos que incidem sobre salários mas isentam fortunas. Nos países escandinavos, tomados sempre de exemplo, as heranças são pesadamente tributadas. Até porque, o mérito não está em herdar, mas em construir. Imagine os Sirotisky, Marinho, Mesquita, Frias & Civita pagando sobre o espólio… Será que os herdeiros, na democracia, conseguiriam manter um império construído na ditadura? Será que sobraria dinheiro para criarem o Instituto Millenium?

A mídia está do lado em que sempre esteve. Já os anencefálicos, estão do lado daqueles que pensam por eles. Papagueiam sem entender pontos, vírgulas e entre-linhas…

Para felicidade de Lula e Dilma, a oposição, sem suas armas tradicionais, golpes, não ganha eleição!

  

Ex de Dilma: "é a mídia sectária que elege o PT"

Ex-marido da presidente Dilma, o advogado Carlos Araújo, de quem ela é muito próxima, afirma que o PT soube assimilar todas as crises e por isso é um partido que sempre cresce politicamente, "porque corresponde às aspirações dos mais pobres e agrega setores de todas as demais classes sociais"; ele vê no radicalismo e sectarismo da imprensa uma das forças que impulsiona o PT; "A mídia fala durante seis meses que o Brasil irá à falência. Não foi. Depois o Brasil não exporta mais nada e tal. Ou então esgotou o mercado interno. Não acontece nada. Agora é inflação. De novo não acontece nada. A mídia esgota todos os temas e não acontece nada. O povo brasileiro tem sabedoria e esperteza, e não dá bola", diz

29 de Dezembro de 2013 às 08:22

247 – O ex-marido da presidente Dilma Rousseff (PT), o advogado Carlos Franklin Paixão Araújo, de 76 anos, ex-preso político e pessoa muito próxima dela, afirma que o PT soube assimilar "perfeitamente" todas as "tormentas" que ocorreram envolvendo o partido, principalmente as crises e os desgastes causados pelo "mensalão". E, segundo ele, o grande aliado do PT nisso foi a mídia.

"As tormentas que ocorreram, o PT soube assimilá-las perfeitamente. Veio a tormenta do mensalão, e o Lula foi reeleito. Veio a outra onda do mensalão agora, com as prisões, e a Dilma está crescendo. Como explicar isso? A mídia colabora muito com o PT", diz, em entrevista ao jornalista Flávio Ilha, de "O Globo".

Para Carlos Araújo, "é a mídia que elege o PT, ao ser tão radical e sectária como tem sido". "A mídia fala durante seis meses que o Brasil irá à falência. Não foi. Depois o Brasil não exporta mais nada e tal. Ou então esgotou o mercado interno. Não acontece nada. Agora é inflação. De novo não acontece nada. A mídia esgota todos os temas e não acontece nada. O povo brasileiro, com sua sabedoria e sua esperteza, aproveita o futebol e as novelas que passam de graça na TV, mas para o resto não dá bola", avalia.

Embora afirme que o PT "perdeu seu conteúdo ideológico", o ex-marido da presidente diz que o partido "sempre cresce politicamente, porque, de uma forma ou de outra, corresponde às aspirações das camadas brasileiras mais necessitadas e também tem uma política que consegue agregar setores de várias classes sociais, desde a classe média até as elites".

Para ele, Dilma deve ser reeleita no próximo ano. Ele vê na oposição ausência de adversários. "O Eduardo Campos, a meu ver, cometeu um erro tremendo, se antecipou ao debate. O Lula tem essa visão de que o PT precisará passar o poder para alguém, desde que seja do mesmo viés ideológico. Deveria ser o Campos, naturalmente, mas ele precipitou as coisas. Não tem como se recuperar. O Aécio Neves simplesmente não existe", ressalta.

Entrevista completa aqui:

‘A crítica de que o PT perdeu conteúdo ideológico é correta’

  • Carlos Franklin Paixão Araújo, ex-marido da presidente Dilma, mantém a paixão pela política, e diz que o governo hoje não tem adversários

FLÁVIO ILHA (EMAIL)

Publicado:28/12/13 – 19h44

Atualizado:28/12/13 – 20h06


Araújo diz que parte das elites apoia o PT. Ele ataca a imprensa, ao dizer que suas críticas não afetam a popularidade do governo
Foto: Nabor Goulart

Araújo diz que parte das elites apoia o PT. Ele ataca a imprensa, ao dizer que suas críticas não afetam a popularidade do governo Nabor Goulart

Ex-preso político, o advogado Carlos Franklin Paixão Araújo, de 76 anos, foi casado por mais de 20 com a presidente Dilma, de quem ainda é próximo. De saúde frágil e com um enfisema pulmonar inoperável, mantém a paixão pela política. E, apesar da visão crítica sobre o PT, ele diz que o governo hoje não tem adversários.

O senhor acredita que mensalão pode atrapalhar a reeleição da presidente?

Acho que não. A crítica que se faz ao PT, de que o partido perdeu seu conteúdo ideológico, é absolutamente correta. Mas, mesmo que o tenha perdido, é um partido que sempre cresce politicamente. Essa é uma contradição interessante da política brasileira: a cada eleição, apesar de tudo, o PT faz mais e mais votos.

Por quê?

Porque o PT, de uma forma ou de outra, corresponde às aspirações das camadas brasileiras mais necessitadas. É simples assim. E também tem uma política que consegue agregar setores de várias classes sociais, desde a classe média até as elites. Parte das elites apoia o PT, compreende a sua política.

Isso é mérito de quem?

Da intuição e, principalmente, do aprendizado do Lula. Quando ele fez a “Carta aos Brasileiros”, em 2002, precisou ver como é que faria tudo aquilo que estava escrito e prometido. Então eu acho que, nesse sentido, o PT fez as alianças corretas. É impossível desenvolver o capitalismo brasileiro sem alianças com setores capitalistas, como temos. As tormentas que ocorreram, o PT soube assimilá-las perfeitamente. Veio a tormenta do mensalão, e o Lula foi reeleito. Veio a outra onda do mensalão agora, com as prisões, e a Dilma está crescendo. Como explicar isso? A mídia colabora muito com o PT.

O PT discorda.

Mas está sendo infantil ao dizer isso. Porque é a mídia que elege o PT, ao ser tão radical e sectária como tem sido. A mídia fala durante seis meses que o Brasil irá à falência. Não foi. Depois o Brasil não exporta mais nada e tal. Ou então esgotou o mercado interno. Não acontece nada. Agora é inflação. De novo não acontece nada. A mídia esgota todos os temas e não acontece nada. O povo brasileiro, com sua sabedoria e sua esperteza, aproveita o futebol e as novelas que passam de graça na TV, mas para o resto não dá bola.

O senhor acredita que a presidente Dilma tem adversário?

Por enquanto, não. Claro, daqui a pouco acontece um acidente de percurso e tudo muda. Mas dadas as condições atuais, não tem adversário. O Eduardo Campos, a meu ver, cometeu um erro tremendo, se antecipou ao debate. O Lula tem essa visão de que o PT precisará passar o poder para alguém, desde que seja do mesmo viés ideológico. Deveria ser o Campos, naturalmente, mas ele precipitou as coisas. Não tem como se recuperar. O Aécio Neves simplesmente não existe.

E Marina Silva?

Ao não ter validado seu partido para concorrer, é natural que ela tenha que apoiar alguém. Mas trata-se de uma contradição ambulante: ela tem um partido do qual é presidente, enquanto a secretária-geral é a dona do Itaú (Neca Setúbal) e o vice-presidente é dono da Natura (Guilherme Leal). Mas que partido é esse? E assim mesmo ela é anticapitalista e evangélica, uma coisa gozadíssima.

A oposição não tem propostas?

O problema da oposição é que eles brigam demais entre si, nunca criam uma aliança sólida. Se houvesse essa aliança, poderia ser uma força expressiva. Mas eles não conseguem porque, na minha opinião, o PT teve a sabedoria de pegar parte das elites para ficar com ele. Vários partidos, mesmo pequenos, representam essa parcela que apoia o PT. São frações das elites? São. São frações do capital? São. Mas são frações significativas.

O senhor conversa sobre essas questões com a presidente?

Não, não interfiro em nada. Tento só não atrapalhar.

Mas nem como conversa descompromissada?

Minha relação com a Dilma é estritamente pessoal e familiar. Não falamos de política porque, quando ela vem aqui (para Porto Alegre), vem ficar com a família em um ambiente mais descontraído. E nem poderia ser diferente porque, quando vem, é para descansar. Não é nada fácil ser presidente, em qualquer país do mundo. É um rolo em cima do outro. Uma confusão em cima de outra. A pessoa fica exaurida. Pega a cara do Lula quando entrou no poder e quando saiu. Pega uma foto do Obama cinco anos atrás e você vai dizer “mas o que é isso, o homem tá com a cabeça branca!”. É porque é assim. Presidente é presidente 24 horas por dia, não tem sossego.

Ela então não lhe consulta sobre determinadas questões?

Não vamos falar disso. Sou um torcedor do governo Dilma e do governo Lula, nada além disso.

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/pais/a-critica-de-que-pt-perdeu-conteudo-ideologico-correta-11173147#ixzz2os7Lnjx8
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Ex de Dilma: "é a mídia sectária que elege o PT" | Brasil 24/7

10/12/2013

Vexame é o resultado do cruzamento da Veja com a Exame

Filed under: InVeja,Romeu Tuma Jr — Gilmar Crestani @ 9:25 am
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"Vazamento petista" que Tuma Júnior acusa já era informação pública em 2008

ter, 10/12/2013 – 07:12 – Atualizado em 10/12/2013 – 07:55

Por Michel Arbache, no Portal LN

"Vazamento petista" que Tuma Júnior acusa já era informação pública em 2008

No seu livro ‘Assassinato de Reputações’, o ex-secretário de Justiça Tuma Júnior traz, entre outras acusações, que o PT queria que ele vazasse, em 2008, que havia um cartel de trens em São Paulo. Isto para, segundo ele, atingir os tucanos nas eleições municipais daquele ano. Tuma Jr. disse que se negou em ceder ás pressões do PT porque "discordava desse modo de agir", pois acreditava que “nunca se chegaria ao final da investigação”. (clique AQUI para a matéria)

Acontece que em 2008 as denúncias relativas ao cartel de trens já eram informações públicas (confira os links abaixo disponíveis na Folha Online). Segundo uma das matérias (clique AQUI), o então governador José Serra descartou abrir qualquer investigação sobre as supostas irregularidades envolvendo contratos da multinacional francesa Alstom. Segue um trecho da matéria referente à fala do governador Serra:

"Não há o que investigar. O Ministério Público Estadual e o Ministério Público Federal já investigam o caso. Já há também uma apuração própria do Metrô", afirmou o tucano durante inauguração de uma estação de tratamento de esgoto em Mococa (SP).

Ao que parece, o título do livro, "Assassinato de Reputações", é referência ao próprio autor. Numa das passagens, Tuma Jr. disse que, na condição de "investigador subordinado", acompanhou o pai dele, Romeu Tuma (então chefe do Dops, órgão oficial de repressão) num interrogatório com o então sindicalista Lula. Foi assim, na condição de "investigador", que Tuma Jr alega ter testemunhado que Lula era informante. Mas, conforme denunciou o jornal Brasil 247 (clique AQUI), Tuma Júnior mentiu. Pois Lula foi levado para o Dops em 19 de abril de 1980, onde ficou por 31 dias. Nesta época, Tuma Jr tinha 17 anos incompletos. Logo, é tremendo nonsense imaginar um menor como "investigador subordinado" num órgão de repressão do regime militar, quando, para alçar qualquer cargo público, é obrigatória a maioridade.

PT pede criação de CPI para investigar contratos da Alstom com governo de São Paulo – Folha, 15 de maio de 2008

http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u402322.shtml

Metrô fechou R$ 556 milhões em contratos irregulares, diz TCE – Folha, 16 de maio de 2008

http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u402451.shtml

PT enfrenta dificuldades para conseguir assinaturas para CPI da Alstom – Folha, 19 de maio de 2008

http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u403448.shtml

Serra descarta investigação em caso Alstom; e Alckmin se cala – Folha, 31 de maio de 2013

http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u407372.shtml

"Vazamento petista" que Tuma Júnior acusa já era informação pública em 2008 | GGN

Vexame, cruzamento de Veja com Exame

Filed under: InVeja,Romeu Tuma Jr — Gilmar Crestani @ 9:24 am
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"Vazamento petista" que Tuma Júnior acusa já era informação pública em 2008

ter, 10/12/2013 – 07:12 – Atualizado em 10/12/2013 – 07:55

Por Michel Arbache, no Portal LN

"Vazamento petista" que Tuma Júnior acusa já era informação pública em 2008

No seu livro ‘Assassinato de Reputações’, o ex-secretário de Justiça Tuma Júnior traz, entre outras acusações, que o PT queria que ele vazasse, em 2008, que havia um cartel de trens em São Paulo. Isto para, segundo ele, atingir os tucanos nas eleições municipais daquele ano. Tuma Jr. disse que se negou em ceder ás pressões do PT porque "discordava desse modo de agir", pois acreditava que “nunca se chegaria ao final da investigação”. (clique AQUI para a matéria)

Acontece que em 2008 as denúncias relativas ao cartel de trens já eram informações públicas (confira os links abaixo disponíveis na Folha Online). Segundo uma das matérias (clique AQUI), o então governador José Serra descartou abrir qualquer investigação sobre as supostas irregularidades envolvendo contratos da multinacional francesa Alstom. Segue um trecho da matéria referente à fala do governador Serra:

"Não há o que investigar. O Ministério Público Estadual e o Ministério Público Federal já investigam o caso. Já há também uma apuração própria do Metrô", afirmou o tucano durante inauguração de uma estação de tratamento de esgoto em Mococa (SP).

Ao que parece, o título do livro, "Assassinato de Reputações", é referência ao próprio autor. Numa das passagens, Tuma Jr. disse que, na condição de "investigador subordinado", acompanhou o pai dele, Romeu Tuma (então chefe do Dops, órgão oficial de repressão) num interrogatório com o então sindicalista Lula. Foi assim, na condição de "investigador", que Tuma Jr alega ter testemunhado que Lula era informante. Mas, conforme denunciou o jornal Brasil 247 (clique AQUI), Tuma Júnior mentiu. Pois Lula foi levado para o Dops em 19 de abril de 1980, onde ficou por 31 dias. Nesta época, Tuma Jr tinha 17 anos incompletos. Logo, é tremendo nonsense imaginar um menor como "investigador subordinado" num órgão de repressão do regime militar, quando, para alçar qualquer cargo público, é obrigatória a maioridade.

PT pede criação de CPI para investigar contratos da Alstom com governo de São Paulo – Folha, 15 de maio de 2008

http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u402322.shtml

Metrô fechou R$ 556 milhões em contratos irregulares, diz TCE – Folha, 16 de maio de 2008

http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u402451.shtml

PT enfrenta dificuldades para conseguir assinaturas para CPI da Alstom – Folha, 19 de maio de 2008

http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u403448.shtml

Serra descarta investigação em caso Alstom; e Alckmin se cala – Folha, 31 de maio de 2013

http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u407372.shtml

"Vazamento petista" que Tuma Júnior acusa já era informação pública em 2008 | GGN

29/03/2011

Bolsonaro diz não querer os votos que o elege

Filed under: Ditadura — Gilmar Crestani @ 9:22 pm
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Militar, Bolsonaro encara tudo de frente. Sem vaselina. Deve ter começado na infância, com algum cabo. O bonito é que ele se vê em cada eleitor o seu. Eles se merecem!

Bolsonaro diz que errou, mas que não quer ‘voto de ignorante’

por Lilian Venturini

29.março.2011 17:24:35

Eduardo Bresciani, do Estadão.com.br

O deputado federal Jair Bolsonaro (PP-RJ) afirmou nesta terça-feira, 29, que se equivocou ao responder a uma pergunta de Preta Gil no programa CQC sobre o que faria se seu filho de apaixonasse por uma mulher negra. No programa, Bolsonaro afirmou que não discutiria essa “promiscuidade”. Nesta tarde, o deputado disse que achou que a pergunta era se o seu filho namorasse uma pessoa do mesmo sexo. “Foi um mal entendido, eu errei. Como veio uma sucessão de perguntas eu não ouvi que era aquela pergunta, foi um equívoco. Eu entendi que a pergunta era se meu filho tivesse um relacionamento com gay, por isso respondi daquela forma. Na verdade, quando eu vi a cara da Preta Gil eu respondi sem prestar atenção”, disse ele.

Questionado sobre qual seria sua resposta sobre a pergunta feita pela cantora e apresentadora, o deputado não poupou Preta Gil de ataques: “Eu responderia que aceito meu filho ter relacionamento com qualquer mulher, menos com a Preta Gil”.

O deputado também reagiu quando foi perguntado se sua postura ofensiva contra os homossexuais não poderiam lhe tirar votos. “O dia que eu me preocupar com eleitor eu viro vaselina. Não quero me preocupar com um eleitor que quer que eu chame ele de bonitinho. Não quero voto de ignorante”.

Em meio a movimentação de alguns parlamentares para levá-lo ao Conselho de Ética, o próprio deputado decidiu protocolar um requerimento naquele colegiado pedindo para ser ouvido. “Não vou deixar ninguém aparecer em cima disso. Eu mesmo vou pedir pra me explicar lá”. O deputado afirmou que já foi processado no Conselho cerca de 20 vezes durante seus seis mandatos e que foi absolvido em todas as vezes.

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