Ficha Corrida

03/05/2015

O Exército Islâmico, versão do PSDB

Manipulação midiaticaOs profissionais da imprensa foram e são o triunfo do PSDB. Vamos começar pela origem. A Rede Globo plantou em FHC sua funcionária Miriam Dutra. Convenceu o amante da funcionária de que ela estava grávida dele. Disso resultou duas providências: a) degredaram a moça para a Espanha; b) FHC foi assim capturado e ficou à mercê dos desígnios da Rede Globo. O silêncio sobre esta operação poderia ter sido quebrado, não houvesse um Engavetador Geral no MP chamado Geraldo Brindeiro. De outro lado, a Globo não fez nada diferente do que mandava a Lei Rubens Ricúpero, revelada no Escândalo da Parabólica, quando Carlos Monforte mostrou a mão leve do jornalismo.

Se é folclórica as sucessivas ligações de José Serra pedindo a cabeça de jornalistas, também não é menos verdade que ele sempre teve à mão sujeitos como Mauro Chaves. Sem um ventríloquo à mão Serra não teria detonado correligionário e concorrente à candidato pelo PSDB, Aécio Neves, com o antológico artigo: “Pó pará, governador!” O jornal Estado de Minas, que comia e come pelas mãos de Andrea Neves, vestiu a carapuça e respondeu: “Minas a reboque, não”. Seja brigando entre si, seja como bucha de canhão contra seus adversário, o PSDB sempre pode contar com uma Judith Brito, um Sirotsky, um Frias, um Mesquita, um Civita, um Marinho. A ANJ está aí para isso mesmo.

A distribuição de milhares de assinaturas de impressos dos assoCIAdos do Instituto Millenium é como alfafa para burros. Vira esterco e sobe à cabeça da manada da marcha dos zumbis.

Fala-se nas execuções de jornalistas pelo EI, mas quando o PSDB faz o mesmo, os comparsas silenciam! É tal de Omertà à moda mafiomidiática!

Jornalistas do Paraná protestam contra violência de máfia tucana

2 de maio de 2015 | 16:33 Autor: Miguel do Rosário

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Quem censura a imprensa no Brasil?

Quais os governos estaduais ameaçam o trabalho da imprensa?

Segundo jornalistas do Paraná, o perigo vem de bandidos ligados a esquemas inscrustados no governo do estado, presidido pelo tucano Beto Richa.

Não há denúncia na grande imprensa, apesar de profissionais da própria imprensa local, em subsidiárias de grandes grupos, estarem à frente de protestos.

No máximo, os protestos chegam ao site da CBN Paraná, mas não à CBN São Paulo ou do Rio de Janeiro.

A denúncia de que membros do governo Beto Richa, assim como fazia o governo de Minas, tem relação autoritária e truculenta com a imprensa, agredindo a parte mais fraca, o profissional de jornalismo, não sai na mídia corporativa.

Os políticos, quando não gostam de uma reportagem, não descontam nos barões de mídia. Eles atacam o trabalhador da imprensa, que a própria empresa de mídia sacrifica facilmente, se for necessário.

Destaco um trecho da notícia publicada há pouco na CBN/PR: “Depois da veiculação de reportagens sobre a rede de corrupção e pedofilia dentro da Receita Estadual do Paraná, um dos jornalistas da RPC TV foi ameaçado de morte, e precisou ser retirado do estado. O produtor James Alberti foi ameaçado por meio de um telefonema no dia 09 de abril. Ele estava em Londrina e recebeu a ligação em que se revelava um esquema para matá-lo por meio de um suposto assalto a uma churrascaria na cidade. Diante da ameaça, a empresa providenciou a retirada do jornalista da cidade onde realizava a investigação que envolve pessoas muito próximas ao governador Beto Richa, como seu parente, Luiz Abi Antoun, e o ex-inspetor geral de fiscalização da Receita Estadual, Marcio de Albuquerque Lima.”

*

Na CBN Paraná.

Jornalistas fazem protesto pela liberdade de imprensa no Paraná

Jornalistas do Paraná fazem neste domingo (03) um protesto contra os casos de intimidação e ameaça a profissionais do estado. A data foi escolhida porque marca a comemoração da Liberdade de Imprensa.

A manifestação foi convocada pelo Sindijor, o Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Paraná. Uma campanha, com o tema “Basta de perseguição a jornalistas” vai ser lançada no ato, com o apoio do Sindicado dos Jornalistas do Norte do Paraná, Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), Federación de Periodistas de América Latina y el Caribe (FEPALC) e a Federação Internacional dos Jornalistas (FIJ).

Depois da veiculação de reportagens sobre a rede de corrupção e pedofilia dentro da Receita Estadual do Paraná, um dos jornalistas da RPC TV foi ameaçado de morte, e precisou ser retirado do estado. O produtor James Alberti foi ameaçado por meio de um telefonema no dia 09 de abril. Ele estava em Londrina e recebeu a ligação em que se revelava um esquema para matá-lo por meio de um suposto assalto a uma churrascaria na cidade. Diante da ameaça, a empresa providenciou a retirada do jornalista da cidade onde realizava a investigação que envolve pessoas muito próximas ao governador Beto Richa, como seu parente, Luiz Abi Antoun, e o ex-inspetor geral de fiscalização da Receita Estadual, Marcio de Albuquerque Lima.

Outro caso de intimidação de jornalistas do Paraná pela Polícia Civil também ganhou repercussão. Profissionais do jornal Gazeta do Povo e do Metro foram pressionados a revelar as fontes de uma reportagem que investigou irregularidades de policiais civis e militares.

O protesto acontece neste domingo (03), na Feira do Largo da Ordem. A concentração foi marcada para 10h, atrás das ruínas.

Jornalistas do Paraná protestam contra violência de máfia tucana | TIJOLAÇO | “A política, sem polêmica, é a arma das elites.”

06/03/2013

“Esse cara sou eu”

Filed under: ANJ,Grupos Mafiomidiáticos,Joaquim Barbosa — Gilmar Crestani @ 12:13 pm
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Caso Barbosa: ANJ faz silêncio vergonhoso

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Experimente-se, por hipótese, trocar os personagens; em lugar do presidente do STF, Joaquim Barbosa, quem teria chamado de "palhaço" e mandado um jornalista "chafurdar no lixo" fora o ex-presidente Lula; como reagiria, então, a Associação Nacional dos Jornais, presidida por Carlos Lindenberg (à dir.)?; adotaria, como faz agora, a tática do avestruz?; o Estadão, veículo atingido, teria publicado o assunto apenas ‘no pé’ da sua primeira página?; e a turma da avenida Marginal, à sombra da Editora Abril?; dragões da ideologia dominante estariam relax em seus blogs?

6 de Março de 2013 às 11:51

247 – Parem as rotativas! O ex-presidente Lula, num acesso de fúria contra a mídia da qual ele não aceita críticas, acaba de interromper um jornalista do Estadão, que apenas iniciava para ele uma pergunta. "Vá chafurdar no lixo como você sempre fez", ofendeu ele ao profissional, sem meias palavras, para ao final disparar ainda um "palhaço". Com sua típica falta de ombridade, Lula, mais tarde, ciente do verdadeiro atentado cometido às relações mais civilizadas e, na medida que atingiu a instituição imprensa, também à democracia, manda um assessor escrever uma nota na qual, sem nem mesmo citar o nome do profissional ofendido, alega que estava "cansado" e, pelo gesto, pede desculpa. Ponto final.

Qual teria sido a reação da Associação Nacional dos Jornais, que representa o patronato da mídia tradicional, caso tivesse sido Lula, verdadeiramente, e não na hipótese formulada aqui, o personagem dominante do episódio?

Certamente bem diferente do silêncio observado diante do escândalo patrocinado pelo verdadeiro protagoniza do caso real, o presidente do Supremo Tribunal Federal, Joaquim Barbosa. Com medo dele, ou por afinidade ideológica, possivelmente, a ANJ se calou diante da ofensa cometida contra um de seus filiados.

O próprio veículo atingido, o centenário jornal O Estado de S. Paulo que se orgulha de sua história de combate contra a ditadura militar brasileira – a mesma que, quando chegou ao poder, em 1º de abril de 1964, contou com todo o apoio das opiniões e do noticiário da mesma publicação –, praticamente escondeu a notícia. E nem teve brios de escrever um editorial a respeito do ataque contra o livre exercício da sua atividade fim. O caso foi parar no chamado "pé" da primeira página, com texto com título interno de cinco colunas que não mereceu nem uma retranca – que é como os jornalistas chamam os textos com títulos independentes – auxiliar.

Fora do eixo mais diretamente envolvido pela baixaria de Barbosa, ainda não se conhecem as reações da turma de plantão na escolta dos interesses mais gerais da classe dominante, os dragões da Editora Abril. Ex-diretor do Estadão, o jornalista Augusto Nunes não parece ter-se interessado em teclar uma única linha sobre o caso. Com uma trajetória na imprensa infinitamente mais modesta, o centurião civista Reinaldo Azevedo vai lançando mão da tática do avestruz – cabeça enfiada num buraco para nada enxergar – e segue em frente. Os demais colunistas da mídia tradicional estão como ele. Sobre um episódio lamentável, uma postura na mesma medida. Não por outro motivo os jornais e revistas amargam queda em circulação e credibilidade.

Caso Barbosa: ANJ faz silêncio vergonhoso | Brasil 24/7

02/03/2013

Uma mão lavra a outras; as duas, a bunda

Filed under: ANJ,Ayres Britto,Grupos Mafiomidiáticos — Gilmar Crestani @ 11:52 am
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Pela teoria do domínio do fato, fica comprovado que Ayres Britto fez troca-troca com os grupos mafiomidiáticos. Fazendo o que pediam que fizesse, garantiu para si uma boquinha dos que se beneficiaram com sua subserviênCIA. Os grupos mafiomidiáticos mantém um comportamento regular. Quando esfumaçou-se o governo de FHC, serviçais seus, como Pedro Parente e Pérsio Arida, que haviam sido úteis à RBS, foram imediatamente incorporados ao painel de cartão ponto da famiglia Sirotsky. Nem a máfia, nos gloriosos anos 30 em Chicago, jogaram de forma tão escancarada.

Ayres Britto toma posse no Instituto Palavra Aberta

O ministro aposentado do STF Carlos Ayres Britto e o jornalista e empresário Roberto Muylaert foram empossados membros do Conselho Consultivo do Instituto Palavra Aberta, entidade criada em 2010 pela Abert (Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e TV), Aner (Associação Nacional de Editores de Revistas), ANJ (Associação Nacional de Jornais) e Abap (Associação Brasileira de Agências de Publicidade). O objetivo do conselho é promover e defender a liberdade de imprensa e de expressão.

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