Ficha Corrida

01/08/2011

Aos poucos, a descoberta da Colômbia

Filed under: Direita,Ditadura — Gilmar Crestani @ 9:30 am
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28/07/2011 – 15:38 | João Paulo Charleaux | Santiago

Colômbia reescreve a história para apagar um crime de guerra

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Uma parte importante da sociedade colombiana celebrou no dia 2 de julho o aniversário de uma das mais engenhosas, corajosas, espetaculares e ilegais operações militares dos últimos tempos.
A Operação Xeque-Mate (‘Operación Jaque’, em espanhol) passou para a história como um êxito incontestável e imaculado. Por meio dela, um grupo de militares enganou um comando guerrilheiro das FARC (Forcas Armadas Revolucionárias da Colômbia) em plena selva de Guaviare, salvando um grupo de valiosos reféns.
Na ação, gigantescos helicópteros Mil Mi-17 pintados de branco – disfarçados de helicópteros de resgate da Cruz Vermelha – aterrissaram num ponto da selva para uma suposta operação humanitária. Os guerrilheiros acreditaram na história e, não apenas entregaram os 15 sequestrados para a equipe, como dois deles acabaram capturados depois de também subir nas aeronaves.
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Entre os reféns libertados estava a senadora colombiana Ingrid Beatencourt e três cidadãos americanos.
Em termos estritamente militares, foi admirável. Mas tal façanha só foi possível porque a força de resgate violou uma das normas mais elementares do Direito Internacional Humanitário, ou Direito da Guerra. Em outras palavras, a Colômbia pode ter cometido um crime de guerra conhecido como “perfídia”, sem pagar por isso.
Pouco se fala sobre esse crime. Na verdade, a Wikipedia, por exemplo, nem o menciona. Para as gerações futuras, a Operación Jaque será, portanto, um êxito. Ponto.
Um exemplo de como a história foi reescrita, está na entrevista dada em julho à rede britânica BBC pelo general da reserva do Exército colombiano Mario Montoya. (A entrevista foi reproduzida em todo o mundo. Aqui, por exemplo, há a publicação do jornal chileno La Tercera).
Na entrevista, Montoya – que era comandante do Exército Nacional da Colômbia no momento do resgate e hoje é embaixador na República Dominicana – referiu-se à Operação Xeque como “a mais importante operação militar e de inteligência realizada na história recente dos Exércitos modernos do mundo. Uma obra-prima”.
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Pôr em evidência o crime cometido pelo Exército não depõe contra o valor humano de ter retirado 15 pessoas do que era um verdadeiro inferno na selva. Mas é chocante constatar como a punição às violações internacionais são sempre mais brandas quando mais perto dos EUA está um determinado país. Neste caso, os americanos forneceram informações produzidas por satélites que possibilitaram o sucesso da operação.
O crime de perfídia – reconhecido publicamente pelo então presidente colombiano Álvaro Uribe – é grave. Fazer com que militares se disfarcem de grupos humanitários traz graves problemas, especialmente para as vítimas dos conflitos, porque:
1. Mina a confiança dos beligerantes nos atores neutros, alimenta um clima permanente de paranóia e desconfiança que trava qualquer operação humanitária que pretenda ser segura
2. Põe em risco centenas, às vezes, milhares de trabalhadores humanitários, que podem ser confundidos em futuras operações com militares novamente disfarçados
3. Impede que milhares de civis recebam assistência humanitária, já que grupos guerrilheiros, desconfiados pela experiência negativa, podem passar a impedir o trânsito de equipes de resgate, sob a suspeita de que estas são, na verdade, equipes militares disfarçadas
Não faltará quem diga que a Operação Xeque não foi tão ruim assim, já que, como Montoya mesmo diz, terminou sem nenhum disparo e nenhum morto ou ferido.
Esta não é, entretanto, uma verdade completa. Como os três pontos anteriores mostraram, os riscos à vida dos trabalhadores humanitários aumentam indefinidamente depois de golpes à credibilidade como este.
Ao assinar as Convenções de Genebra, os países signatários assumem uma dupla responsabilidade: a de respeitar as regras da guerra e a de fazer respeitar. Isso significa que não basta zelar pela aplicação das normas dentro de suas Forças Armadas, mas também pressionar outros atores estatais – principalmente, embora não exclusivamente – para que também o façam.
No caso da Operação Xeque, não há notícia de que muitos países tenham levantado a voz para criticar o crime de “perfídia” cometido pela Colômbia. Não é de surpreender. As normas da guerra sempre recaem com maior peso sobre os Estados menos expressivos politicamente. Esta é uma distorção recorrente que o Direito não conseguiu corrigir.

http://operamundi.uol.com.br/conteudo/opiniao/COLOMBIA+REESCREVE+A+HISTORIA+PARA+APAGAR+UM+CRIME+DE+GUERRA_1574.shtml

O amiguinho dos EUA

Filed under: Direita — Gilmar Crestani @ 8:05 am
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Todos os homens do Presidente… eram corruptos. Só ele que não… Enquanto os a$$oCIAdos do Instituto Millenium eram pagos para se ocuparem com Chávez, Álvaro Uribe e os seus tinham liberdade de exercitarem livremente o exercício do crime.

Uribe y leales en aprietos

En la última semana, dos hombres de confianza del ex mandatario colombiano fueron enviados a la cárcel. Supuesta compra de votos para la reelección y escuchas ilegales a políticos y jueces forman parte de las causas contra el uribismo.

Por Katalina Vásquez Guzmán

Desde Medellín

En la última semana, dos hombres de confianza de Alvaro Uribe, ex presidente colombiano, fueron enviados a la cárcel. Ambos, así como el mandatario mismo, están siendo investigados por su supuesta responsabilidad en grosos actos de corrupción. Se trata de su secretario presidencial, el abogado Bernardo Moreno; y de quien fuera su candidato para reemplazarlo en la presidencia, Andrés Felipe Arias, también conocido como Uribito. Los últimos días, a punto de encarar los procesos judiciales en su contra, éstos la pasaron entre clubes, tribunales, cárceles y pasillos, intentando convencer de su inocencia. “Obstruyendo la Justicia”, concluyeron un par de jueces que decidieron detener a los dos altos ejecutivos incluso antes de que se los juzgue, lo que ha sido motivo de controversia nacional los últimos días.

Se aclaró pues, según acusó la fiscalía y aceptaron los jueces, que, en libertad, los dos uribitos estarían acomodando, quizá comprando y manipulando testimonios que los desfavorecen, como el de Jorge Lagos –ex director del DAS (servicio secreto) e importante testigo en el caso de escuchas ilegales–, quien denunció que Moreno le pidió a su abogado considerar versiones que lo salpican. Quizás hoy, si otro juez está de buen humor y autoriza su traslado, Bernardo y Andrés compartan cuarto en la guarnición militar donde ya está el segundo, que se negó a ser huésped de La Picota. Sus abogados alegan que allí, como preso, no estaría seguro. Sin embargo, en los últimos dos meses, Arias visitó el penal en diez ocasiones, incluso días no autorizados, por lo que pudo “influir para inducir a los otros coimputados” a que se oculte la verdad, según argumentó el magistrado Orlando Fierro Perdomo. “Clientelismo judicial”, dicen cerca de Uribe para esquivar ese halo criminal que los envuelve ahora que la Fiscalía comenzó a acusar por cuanto escándalo se descubrió durante los ocho años de gobierno de Uribe: corrupción para conseguir la reelección, para entregar subsidios a campesinos, para perseguir a la oposición, la prensa y la Justicia misma.

Ahora, “una injusticia”, dice el mismo ex mandatario cuya popularidad, aunque sigue siendo alta (60 por ciento), va en picada desde que llegó al cargo de fiscal general de la nación la abogada liberal y protestante Viviane Morales Hoyos. Desde hace unas semanas, cuando la experimentada ex congresista comenzó a acusar a los muchachos de Uribe y a pedir su detención, el país está que arde. No, por favor no; se niega a aceptarlo el ex mandatario, acusando a Colombia de tierra desagradecida y lanzando otro quejido molestón. “Profundamente adolorido por la medida de aseguramiento contra Bernardo Moreno, expreso que es inaceptable que se prive de la libertad a un ciudadano al acusarlo de obstruir la Justicia por el hecho de defender su honra”, explicó en un comunicado Alvaro Uribe Vélez la tarde de este 30 de julio, cuando el encarcelamiento de su mano derecha le partió el corazón, ya herido desde el martes 27, al ser también apresado su ex ministro Andrés Felipe. “Algunos aplauden la cárcel de Arias y tapan, tapan y tapan el clientelismo judicial que politiza la Justicia”, afirmó en su cuenta de Twitter. Arias está acusado de celebración de contratos sin el lleno de requisitos legales y peculado por apropiación a favor de terceros por haber entregado subsidios del programa Agro Ingreso Seguro –creado para que campesinos pobres reactivaran la agricultura– a grandes terratenientes, políticos, modelos y empresarios que financiaron la campaña presidencial de Uribe.

Moreno está siendo judicializado por las escuchas ilegales a magistrados, opositores, periodistas, jueces y otros que andaban revelando o investigando los nexos de parlamentarios, también uribistas, con paras y mafiosos. A Moreno se lo acusa de concierto para delinquir, interceptación ilícita de comunicaciones, abuso de autoridad y falsedad en documento privado. Sabas Pretel, también ministro de Uribe y actual embajador en Italia, también es investigado por supuesta compra de votos de congresistas a favor de la reelección presidencial. “Frutos prodridos o huevitos podridos de ocho años de uribismo”, diría el columnista Antonio Caballero, quien asegura que la huella de Uribe en Colombia es la admiración y el orgullo por la inmoralidad.

Página/12 :: El mundo :: Uribe y leales en aprietos

30/07/2011

Os corruptos que a mídia protege

Filed under: A$$oCIAdos,Direita — Gilmar Crestani @ 10:42 pm
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Todo o tempo

Juiz pede prisão do ex-secretário-geral da Presidência da Colômbia

Atualizado em  30 de julho, 2011 – 19:52 (Brasília) 22:52 GMT

Um juiz da Colômbia determinou a prisão do ex-secretário-geral da Presidência Bernardo Moreno, que ocupou o cargo no governo do ex-presidente Álvaro Uribe.

A Justiça determinou a prisão de Moreno devido ao seu suposto envolvimento com grampos para espionar juízes, jornalistas e políticos do país.

Moreno é o segundo importante membro do antigo governo colombiano a enfrentar acusações criminais.

Um ex-ministro da Agricultura, Andres Felipe Arias, também foi acusado de corrupção.

E ex-secretário-geral da Presidência nega as acusações. Mas, se for condenado pela Suprema Corte da Colômbia, poderá ser sentenciado a três anos de prisão.

BBC Brasil – Radar de Notícias – Juiz pede prisão do ex-secretário-geral da Presidência da Colômbia

15/07/2011

Fosse na Venezuela…

Filed under: A$$oCIAdos,Direita,Ditadura,Instituto Millenium,PIG — Gilmar Crestani @ 8:50 am
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Militar da Colômbia confessa ter ordenado assassinato de 57 civis para identificá-los como guerrilheiros

Publicada em 14/07/2011 às 17h26m

O Globo

RIO – Um coronel do Exército colombiano confessou que sua unidade matou, premeditadamente, 57 civis para identificá-los falsamente como guerrilheiros mortos em combate, diz reportagem do site do jornal espanhol "El País". Luis Fernando Borja Giraldo, ex-comandante da Força Tarefa Conjunta de Sucre, admitiu que o objetivo da falsa baixa era obter benefícios e permissões especiais relacionados ao combate a rebeldes. A confissão valeu ao militar uma redução da pena pelos crimes de 42 para 21 anos.

Um dos casos aconteceu em novembro de 2007, quando tropas do destacamento ao qual Giraldo pertencia deram parte da morte de dois supostos rebeldes durante um confronto na pequena localidade de El Pantano. Durante a investigação judicial, as famílias dos jovens informaram que eles tinham sido procurados para trabalhar na lavoura. O coronel admitiu, porém, que eles caíram numa emboscada e foram mortos.

Segundo o relato de Giraldo, depois de matar os civis, os militares vestiam os corpos com uniformes de guerrilheiros. O coronel forneceu ainda as identidades de cerca de 50 oficiais, suboficiais e soldados que participaram de ações parecidas.

Desde 2008, cerca de duas mil denúncias de desaparecidos, ou de falsas baixas em combate foram feitas na Colômbia. Estima-se que 1.487 militares se envolveram nas mortes, dos quais cem já foram julgados e presos.

Militar da Colômbia confessa ter ordenado assassinato de 57 civis para identificá-los como guerrilheiros – O Globo

22/02/2011

Álvaro Uribe, o queridinho do PIG

Filed under: PIG,RBS,WikiLeaks — Gilmar Crestani @ 8:15 pm
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 Dia sim, outro também, o PIG tupiniquim se ocupa do pum de Hugo Chávez. A RBS faz enquente, matéria especial, entrevista especialistas no açoite, faz debates a respeito de Hugo Chávez. De Álvaro Uribe, necas pitiriba. E na internet sempre bombando a questão dos paramilitares colombianos. Todo mundo sabia, inclusive a RBS, mas é da natureza dela esconder seus malfeitores nas costas dos que não se lhe ajoelham. Agora tá lá o corpo estendido no chão, e nem assim Zero Hora compõe as exéquias.

Estados Unidos presionó a Uribe para hacer una limpia en sus servicios de espionaje

El Gobierno de Colombia se comprometió a desmantelar su principal organismo de inteligencia

FRANCISCO PEREGIL – Madrid – 22/02/2011

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Estados Unidos presionó en 2009 al entonces presidente de Colombia, Álvaro Uribe, para que hiciera una limpieza a fondo en el Departamento Administrativo de Seguridad (DAS), la agencia de espionaje que depende directamente del presidente del país. Los cables del departamento de Estado filtrados por Wikileaks revelan cómo el embajador de Estados Unidos en Bogotá, William R. Brownfield, amenazó al entonces vicepresidente Francisco Santos con endurecer las relaciones de su país con los servicios secretos colombianos. Santos reconoció que Uribe no comprendía a fondo la gravedad de la crisis y pidió al embajador que hablara directamente con Uribe para convencerle de la necesidad de tomar medidas efectivas respecto al DAS.

    Álvaro Uribe Vélez

    Álvaro Uribe Vélez
    A FONDO
    Nacimiento:
    04-07-1952
    Lugar:
    Medellín

    Colombia

    Colombia
    A FONDO
    Capital:
    Santa Fe de Bogotá.
    Gobierno:
    República.
    Población:
    45,013,672 (est. 2008)
    La noticia en otros webs

    Tras el escándalo de las escuchas se encontraba otro de igual o mayor gravedad, como era el de la parapolítica: los supuestos vínculos entre el dinero de los paramilitares y los políticos en el poder. Los magistrados de la Corte Suprema de Justicia en Colombia que investigaban la relación entre los paramilitares y el Gobierno habían sido objeto en 2008 y 2009 de escuchas ilegales (chuzadas en el argot colombiano) por parte del DAS. El escándalo saltó en febrero de 2009 cuando el contenido de algunos de esos pinchazos de teléfono fueron filtrados a un semanario. Álvaro Uribe, negó en un comunicado cualquier vínculo con el caso: "Jamás he dado ni una sola orden para que se vigile la vida privada de las personas. Soy un hombre leal, que juega limpio con sus opositores y no les hace trampa".

    Una de las víctimas más evidentes de aquellas maniobras del DAS fue el magistrado de la Corte Suprema Iván Velázquez. Aquel mismo febrero, El PAÍS publicó una entrevista donde Velázquez confesaba que temía por su vida. Había unas 2000 horas grabadas con sus conversaciones telefónicas, se habían registrado todos sus movimientos, desde las visitas que efectuó a jefes paramilitares internados en cárceles hasta sus propios almuerzos familiares. Los diplomáticos estadounidenses enviaron a Washington un cable en el que mencionaban la entrevista de El PAÍS y recordaban que Velázquez había sido criticado de forma frecuente por Uribe.

    La actitud de la embajada estadounidense, en principio, parecía limitarse a observar, anotar y comunicar a Washington el devenir de los hechos. Pero después se supo que entre las grabaciones ilegales se encontraba la de un funcionario de la embajada de Estados Unidos que conversó por teléfono con uno de los jueces. Y el 15 de septiembre de 2009 el embajador estadounidense William R. Brownfield optó por reunirse con el entonces vicepresidente colombiano, Francisco Santos, y tomar cartas en el asunto. Le advirtió que Estados Unidos estaba a punto de endurecer sus relaciones con el servicio secreto colombiano y le conminó a emprender una investigación "exhaustiva, transparente y pública". Santos le dijo que estaba completamente de acuerdo y que incluso contemplaba la opción de disolver la agencia de espionaje, según un cable despachado desde Bogotá al día siguiente del encuentro.

    "El embajador dijo que más le valía al Gobierno de Colombia tener un plan B en caso de que surgiera otro escándalo del servicio de espionaje", indicaba el despacho. Y si no, se aplicaría el plan B de Estados Unidos: "terminar nuestra asociación con el DAS. Inmediatamente".

    Respecto a la escucha ilegal sobre el funcionario de la embajada, Santos informó de que esa llamada probablemente no había sido efectuada por el DAS. El embajador indicó que las investigaciones hechas por su propia embajada también llegaban a esa conclusión. Pero eso no le restaba gravedad al asunto. Estados Unidos quería un interlocutor fiable con el que intercambiar información. Y el DAS no parecía el socio idóneo.

    Santos se mostró plenamente de acuerdo con el embajador, pero hizo notar que su presidente, Álvaro Uribe, "no comprendía de lleno la profundidad de la crisis". Y recomendó al embajador que hablase directamente con Uribe. Seis días después, Uribe se reunió con el embajador, le dijo que había empezado a desmantelar el DAS y a reasignar sus funciones a otros organismos. Durante el encuentro, "un extraordinariamente animado y agitado Uribe telefoneó al fiscal general Guillermo Mendoza" para preguntarle cómo iba la investigación del escándalo de las escuchas y activó el manos libres en el teléfono para que el embajador escuchase la conversación.

    Uribe le confesó después al embajador que los últimos seis meses habían sido un suplicio para él, con tanta gente cuestionando su honestidad. Hasta el presidente de Estados Unidos, Barak Obama, le había expresado su preocupación por los servicios secretos colombianos. Uribe dijo que había decidido desmantelar el DAS. Tres días antes de su reunión con el embajador Uribe había ordenado al director del organismo, Felipe Muñoz, que informara de todos los detalles del desmantelamiento a Brownfield. Y este le informó de que de sus 6.500 empleados, 2.000 serían retirados y 4.500 enviados a otras agencias. Pero "la mayoría de los empleados de la nueva agencia de espionaje serían nuevos profesionales sin conexión con el DAS", dijo Muñoz. El embajador le hizo ver a Muñoz, que además de todo eso, había que efectuar una investigación completa sobre lo que había pasado y castigar a los responsables.

    En su telegrama del 16 de septiembre de 2009 el embajador terminaba diciendo que para restaurar la credibilidad pública de los servicios secretos el Gobierno colombiano tendría que afrontar "un precio más alto del que tal vez esté preparado para pagar". Un año y medio después, Felipe Muñoz continúa como director del DAS, el organismo no ha sido desmantelado y la fiscalía continúa investigando el caso de las escuchas ilegales.

    Estados Unidos presionó a Uribe para hacer una limpia en sus servicios de espionaje · ELPAÍS.com

    18/02/2010

    Cortina de Fumaça

    Filed under: Cosa Nostra,Cultura — Gilmar Crestani @ 8:18 pm
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    O ódio destilado a Hugo Chávez pelo PIG constitui-se numa cortina de fumaça para esconder o regime do terror instalado na Colômbia. Não é mera coincidência que sabemos no mesmo instante quando Chávez dá um pum, mas não somos informados quando Alvaro Uribe abre mais uma vala comum.

    Na Colômbia, a descoberta de uma vala comum com centenas ou milhares de mortos acontece simultaneamente com a abertura de nova vala para enterrar novas vítimas dos paramilitares treinados pela CIA. O silêncio do PIG  (Folha, Estadão, Globo & RBS) apenas confirma o viés ideológico. São grupos que financiaram e sustentaram a ditadura brasileira, através da qual fizeram crescer o patrimônio. São os mesmos coronéis eletrônicos  que cobram democracia da Venezuela mas esquecem da vizinha Colômbia. Este estrabismo ideológico é um verdadeiro crime contra a humanidade. Mas como falar de humanidade quando se trata das famiglias Frias, Mesquita, Marinho & Sirotiski realmente é um contra-senso?

    Métodos Nazistas na Colômbia conta com a cumplicidade dos nazistas brasileiros

    Métodos nazistas na Colômbia conta com a cumplicidade dos neonazistas brasileiros

    A

    A seguir  informações divulgadas pelo site Vermelho.Org, com as agências internacionais.

    Paramilitares admitem 30 mil assassinatos na Colômbia

    A Promotoria colombiana divulgou nesta terça (16) dados impressionantes sobre a atividade de paramilitares no país. De acordo com relatório publicado pela Unidade de Justiça e Paz da Promotoria, 4.112 ex-combatentes do grupo paramilitar Autodefesas Unidas da Colômbia (AUC) confessaram ter cometido 30.470 assassinatos em um período de 20 anos – entre meados dos anos 80 até 2003, quando teria se iniciado seu processo de desmobilização.
    O número de mortes coloca os grupos paramilitares da Colômbia – um país cuja democracia é uma das mais antigas da América Latina – no mesmo nível de ditaduras da região, como a da Argentina (1976-1983), que deixou cerca de 30 mil mortos e desaparecidos.

    Entre os dados obtidos pela Promotoria estão os registros de 1.085 massacres; 1.437 menores de idade recrutados; 2.520 desaparecimentos forçados; 2.326 deslocamentos forçados; 1.642 extorsões; e 1.033 sequestros. As autoridades colombianas estão verificando as informações, que foram obtidas por meio de confissões previstas em um plano que dá aos ex-combatentes benefícios judiciais.

    A Lei de Justiça de Paz, promovida pelo governo do presidente Álvaro Uribe, fixa uma pena máxima de 8 anos para os paramilitares que se submeterem à Justiça confessando seus crimes. Pelo menos 32 mil paramilitares teriam deixado as armas neste processo.

    “O país deve ficar horrorizado com a revelação de um número tão alto de assassinatos sistemáticos”, afirmou o analista Álvaro Villarraga, ex-membro da guerrilha Exército Popular de Libertação (EPL) e hoje diretor da Fundação Cultura Democrática. “Mas o triste é que esta estimativa pode estar bem abaixo da realidade.” Segundo Villarraga, os números são um exemplo da crise humanitária “generalizada” pela qual a Colômbia ainda passa.

    Violações

    30.470 assassinatos foram cometidos por membros da Autodefesas Unidas da Colômbia em um período de 20 anos – entre meados dos anos 80 até 2003

    1.085 massacres foram cometidos por integrantes do grupo paramilitar

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