Ficha Corrida

19/01/2015

Mídia brasileira trabalha como narcotraficante: hiPÓcrita!

TraficonTodo mundo sabe que os maiores consumidores de cocaína trabalham nos grupos mafiomidiáticos. E também sabemos o tipo de tratamento que os a$$oCIAdos do Instituto Millenium dá aos pequenos traficantes (aviões) em comparação com os grandes trafiantes (helicóptero com 450 kg de cocaína).

Por que não ganha repercussão o fato de Aécio Neves processar twitteiros que o criticaram? Por que Ali Kamel pode processar todo mundo que publicou fatos com os quais ele não concorda?

Por que o fumador de maconha é vilipendiado e o cocainômano pode atuar em novelas? Ou ser comentarista de futebol?

Com a palavra d. Judith Brito e a ANJ.

A mídia brasileira não defende a liberdade de expressão!

18 de janeiro de 2015 | 10:12 Autor: Miguel do Rosário

É preciso enterrar esta mentira.

A mídia brasileira não defende a liberdade de expressão.

Nem absoluta, nem parcial, nem nenhum tipo de liberdade de expressão.

A única liberdade que a mídia conhece é aquela que lhe interessa comercialmente.

A mídia brasileira não deu quase nada sobre a sonegação da Rede Globo.

Houve um sinistro pacto de silêncio em torno do assunto, apesar de envolver 1 bilhão de reais, roubo de processo e lavagem de dinheiro em diversas off shore no exterior.

A mídia brasileira apoiou o golpe, sustentou a ditadura e se enriqueceu à margem de um regime totalitário que censurava, matava e prendia quem tinha coragem de se expressar livremente.

Além disso, a liberdade de expressão não existe num regime de monopólio.

O sistema de comunicação brasileiro não é democrático e, portanto, não é livre.

E se não é livre, não existe liberdade de expressão.

O poder de poucas famílias sobre tvs, rádios e jornais, não encontra paralelo no mundo democrático.

O arcabouço legal, após o fim da lei de imprensa, também não colabora para a liberdade de expressão.

Ricos e poderosos podem processar judicialmente qualquer um que lhes incomode. Como não há lei, depende-se da opinião de juízes, que infelizmente ainda formam, no Brasil, um estamento patrimonialista a serviço da classe dominante

É o caso, por exemplo, de Ali Kamel, que processa vários blogueiros, por conta de ninharias. Ninguém lhe chamou de ladrão. Ninguém ofendeu sua família. Ninguém o desrespeitou como pessoa.

Houve apenas humor, chiste e, no meu caso, uma crítica política ao chefe do jornalismo do maior monopólio da América Latina.

Não existe liberdade de expressão nem na própria mídia.

Se alguém elogiar um político do qual a mídia não gosta, é demitido.

Se alguém fizer uma charge crítica ao político que a mídia gosta, é demitido.

O jornalismo brasileiro encontra-se cada vez mais oprimido por um patronato sectário.

Não há liberdade nenhuma!

Enquanto todas as profissões liberais se expandem no Brasil (médicos, advogados, arquitetos, etc), o jornalismo declina.

Os salários são cada vez menores, há cada vez menos empregos. Os jornalistas se sentem cada vez mais oprimidos nas redações.

Não podem pensar, não podem falar, não podem desenhar, não podem sequer desabafar nas redes sociais.

Quer dizer, podem desabafar sim, desde que o desabafo seja agradável aos patrões!

Podem falar o que quiser, desde que toquem conforme a música dos barões da mídia!

E agora a mídia brasileira, uma mídia monopolista, conservadora, golpista, astutamente, toma para si a bandeira de Charlie, um jornalzinho nascido na luta contra os monopólios, contra os conservadores, e que sempre defendeu, de verdade, a democracia.

No enterro de Charb, seus amigos cantaram a Internacional, a famosa canção revolucionária, com os punhos erguidos, e Jean-Luc Melechon, uma das principais lideranças da esquerda francesa, fez o discurso principal.

Melechon foi o candidato a presidente da Frente de Esquerda, nas eleições de 2012. É um homem público extremamente sério e respeitado pela esquerda européia.

A esquerda francesa defende a Palestina, defende os imigrantes, defende todas as minorias, lança candidatos muçulmanos, contra uma direita cada vez mais racista, cada vez mais reacionária quando o tema é imigração.

A nossa mídia nunca fez um “Globo Repórter” em detalhes sobre o socialismo francês, que inclui um sistema tributário progressivo, leis sobre a herança e sobre as grandes fortunas, educação e saúde públicas para todos.

O socialismo francês hoje está em crise inclusive por seus excessos, e pelos vícios do próprio homem. Por exemplo, há 25 anos, o Estado francês, a partir de conselhos de psicanalistas, começou uma nova política em relação aos órfãos. Ao invés de orfanatos, as crianças eram alocadas em famílias que receberiam auxílio do Estado para criá-las. Resultado: uma quantidade crescente de famílias que rejeitavam os filhos quando este completavam 18 anos, e o Estado parava de pagar o auxílio.

Os terroristas do atentado são um exemplo. Eles foram criados por famílias que recebiam auxílio do Estado, e foram rejeitados em seguida, ingressando no mundo do crime e, depois, aderindo ao terrorismo.

A mídia brasileira é uma talentosa alquimista. Ela consegue inverter tudo. No primeiro dia da ditadura, os jornais diziam que a democracia tinha voltado.

Transformaram a democracia de Jango em ditadura, e a ditadura em democracia.

E agora transformam um jornalzinho comunista-libertário de Paris em ícone da sua visão distorcida, monopolista, hipócrita de liberdade de expressão!

Os chargistas do Globo apenas podem fazer charges que corroborem a linha reacionária do jornal.

Nenhum chargista do Globo tem ou terá liberdade de expressão para praticar uma arte livre e irreverente!

Sobretudo se a crítica deriva de uma ideologia socialista, anarquista ou libertária, como era a dos chargistas do Charlie.

Ao contrário, a mídia demite imediatamente qualquer empregado que tenha manifestação de livre pensamento, sobretudo se esta liberdade se volta em defesa da classe trabalhadora.

O controle da narrativa permite à mídia criar um universo paralelo, para dentro do qual até mesmo a esquerda se vê abduzida.

No afã de ser contra a mídia, muitas vezes fazemos exatamente o jogo dela.

A mídia, malandramente, pegou o discurso de liberdade de expressão, que é um discurso vencedor, e passou a defender um Charlie e uma França que sempre representaram tudo que a nossa mídia não é: socialista e libertária.

No grande jogo da geopolítica mundial, um jogo hoje profundamente midiatizado, a mídia brasileira quer posar ao lado dos vencedores, mesmo que estejamos falando de um jornaliznho comunista e libertário de Paris.

No fundo, ela age certo.

A esquerda, neste caso, é que pode ter cometido um erro, ao se deixar levar por um pensamento binário (a mídia é favor, então sou contra), permitindo que a mídia brasileira se finja de paladina de valores que ela, a mídia, historicamente, nunca defendeu: a democracia e a liberdade de expressão.

A mídia brasileira, tal como ela é hoje, se consolidou na ditadura.

Jornalzinhos como Charlie Hebdo, havia de montão no Brasil na década de 60, atendendo a atmosfera da época, profundamente libertária. Todos foram censurados. Os jornalistas e chargistas só encontraram emprego em dois ou três jornais do eixo Rio e São Paulo.

Sem concorrentes, sem outros jornais, empresas como Globo e Folha passaram a dar as cartas na opinião pública brasileira, durante décadas, e sua influência cresce vertiginosamente após a redemocratização.

Os poucos artistas do texto e da charge que sobreviveram à hecatombe da ditadura e às terríveis crises econômicas das décadas de 80 e 90, tiveram que se tornar submissos intérpretes do pensamento patronal.

Em suma, temos que deixar isso bem claro: a mídia brasileira é exatamente o contrário de tudo que se pode chamar de liberdade de expressão.

A mídia brasileira não defende a liberdade de expressão! | TIJOLAÇO | “A política, sem polêmica, é a arma das elites.”

29/08/2014

Qual é o papel da Rede Globo no racismo?

ali kamelSe o maior grupo de comunicação do Brasil tem como responsável pelo jornalismo uma pessoa que faz o possível e o impossível, a ponto de escrever um livro, para esconder o racismo, esperar o que da manada que segue bovinamente tudo o que a Globo diz. Aqui no RS, a RBS reproduz, acriticamente, qualquer bobagem que a Rede Globo faz.

São estas pessoas que ocupam postos de visibilidade na velha mídia, do tipo Luis Carlos Prates, Arnaldo Jabor, Lasier Martins, Ana Amélia Lemos, Yeda Crusius que depois os anencefálicos votam. Se Ali Kamel escreve um livro para tentar provar que não há racismo no Brasil, e aí merece ser guindado ao maior posto do Grupo Globo, então está na hora de botar o racismo na conta da família Marinho e das suas repetidoras estaduais. Não por acaso, são parceiros regionais da família Marinho os coronéis do tipo Sarney, no Maranhão, Jereissati, no Ceará, Alves, no RN, Collor, em Alagoas, e Sirotsky no RS e SC. São eles que dizem o que existe não existe no Brasil.

Aranha é alvo de ofensas racistas no Sul

COPA DO BRASIL
Goleiro do Santos sofre xingamentos e ouve sons de macaco em vitória de 2 a 0 sobre o Grêmio

DE SÃO PAULO

O goleiro Aranha, 33, do Santos, foi chamado de "macaco" e ouviu gritos racistas vindos de torcedores do Grêmio durante a vitória por 2 a 0 do time paulista, nesta quinta (28), em Porto Alegre, no jogo de ida das oitavas de final da Copa do Brasil.

Os incidentes aconteceram nos minutos finais, quando o placar já estava definido.

Gritando, o goleiro se virou para torcedores que estavam atrás do gol que defendia, começou a bater no braço e chamou a atenção do árbitro.

"A torcida pegar no pé é normal, mas aí começaram com palavras racistas, como preto fedido’ e cambada de preto’. Aguentei até que começaram com o barulho de macaco. Fico nervoso. Desculpe pela palavra, fico puto com essas coisas", disse o goleiro, bastante emocionado, em entrevista à ESPN Brasil.

"Quando me chamaram de preto’, eu disse: sou preto, sim; sou negão, sim.’ Sempre tem alguns racistas no futebol. Está dado o recado para ficar esperto para a próxima partida", completou.

As imagens da ESPN Brasil comprovam as denúncias feitas por Aranha. Há pelo menos duas cenas nítidas de ofensas raciais no estádio.

Em uma delas, uma mulher grita a palavra "macaco". Em outra, um grupo de torcedores, alguns com as bocas tampadas para tornar difícil a leitura labial, fazem o barulho de "uh, uh, uh", como imitação de um macaco.

Aranha decidiu não ir à delegaria prestar queixa pelo ocorrido na Arena do Grêmio. O goleiro deixou o estádio mais tarde porque passou pelo exame antidoping.

O caso de racismo uniu jogadores dos dois clubes.

O zagueiro Edu Dracena, do Santos, chamou os agressores de "imbecis" e pediu que eles sejam banidos dos estádios de futebol.

Já o lateral Zé Roberto, do Grêmio, também pediu punição aos torcedores, mas disse entender que "não vai adiantar muita coisa porque está enraizado na sociedade. O racismo existe de maneira muito forte no Brasil."

IDENTIFICAÇÃO

O assessor de futebol do Grêmio, Marcos Chitolina, afirmou que o clube irá usar vídeos para identificar agressores do goleiro Aranha.

O dirigente ressaltou que o caso foi "isolado" e disse que o clube não deve ser punido, já que colaborará na identificação dos torcedores.

No primeiro semestre, o Esportivo foi punido com a perda de pontos no Gaúcho por racismo contra o árbitro Márcio Chagas da Silva.

Em 2013, a Fifa aprovou uma série de medidas para endurecer o combate à discriminação nos estádios, como perda de pontos, desclassificação e até rebaixamento de clubes cujos torcedores ou jogadores cometerem ofensas.

Apesar disso, a avaliação do presidente Joseph Blatter é que o combate à discriminação na Copa do Mundo foi mais brando do que deveria. Cartazes com mensagens neonazistas e cantos homofóbicos não foram punidos.

26/02/2014

É que no Brasil, segundo a Globo, não há racismo…

racismo do ali kamelSe um ator da Globo fica duas semanas preso injustamente, imagine um pedreiro da Rocinha. E se tivesse sido linchado, como querem os “homens de bens” toda vez que um pobre é preso? O diretor de jornalismo da Rede Globo, Ali Kamel, escreveu um livro para provar que no Brasil não existe racismo. Tanto não tem que a Globo não moveu uma palha para defender seu funcionário. E se tivesse sido um ator branco?

Ator fica duas semanas preso no Rio após ser acusado por engano

Segundo polícia, vítima de roubo recuou na identificação de jovem após ‘meditar’ sobre assunto

Copeira teve bolsa roubada e disse que não retirou queixa antes por falta de dinheiro para ir à delegacia

DIANA BRITOBRUNO CALIXTODO RIO

O ator Vinícius Romão de Souza, 27, permaneceu preso por mais de duas semanas sob a acusação de roubo após ter sido identificado por engano pela vítima do crime, segundo a Polícia Civil do Rio.

Formado em psicologia, Souza fez parte do elenco da novela "Lado a Lado", da TV Globo, e trabalhava como vendedor em um shopping da zona norte da cidade.

O reconhecimento do erro pela polícia ocorreu após pressão de amigos do ator contra a prisão, já que nenhum objeto da vítima foi encontrado com ele –que é negro e usa cabelo black power.

Ontem, a copeira Dalva da Costa, vítima do crime e que havia identificado Souza, voltou atrás em novo depoimento. No roubo, foram levados a bolsa dela, com celular, documentos, cartões de banco, R$ 10 e um bilhete único.

Ela declarou que cogitou recuar da identificação já no dia seguinte ao crime, mas que não tinha dinheiro da passagem para ir à delegacia.

O delegado Niandro Lima disse que a prisão por roubo foi um "equívoco", mas que não houve "má fé" da vítima.

Ele afirma que a ação foi rápida, violenta e à noite, levando a copeira a se confundir na identificação do rapaz.

Preso no dia 10 deste mês, na Casa de Detenção Patrícia Acioli, em São Gonçalo (região metropolitana do Rio), Souza, que não tem antecedentes criminais, ainda aguardava para ser solto até a conclusão desta edição.

O Tribunal de Justiça concedeu a liberdade provisória após a polícia reconhecer a falha –e em resposta a um pedido protocolado pelo advogado três dias após a prisão.

O procedimento policial contra Souza foi encerrado, mas ele ainda terá que responder à Justiça. Pela decisão do TJ, deverá se apresentar para informar e justificar suas atividades, não podendo se ausentar do Rio sem aviso.

O assaltante, segundo as testemunhas, atacou a vítima num ponto de ônibus no Engenho de Dentro, zona norte.

O policial civil Waldemiro Junior correu para ajudar a copeira e também fez a identificação do ator. Foi aberta sindicância na Corregedoria da Polícia Civil para apurar a ação. Ele percorreu ruas do bairro com a copeira até ela reconhecer Souza.

A vítima afirmou que a área do assalto era escura e viu rapidamente o rosto do homem. Após identificá-lo, disse que passou a ter dúvidas e a "meditar" sobre o assunto –depois de lembrar da negativa do ator ao ser preso sob a acusação de roubo.

BERMUDA

Segundo Rubens Nogueira de Abreu, advogado do ator, vídeos gravados por câmeras no trecho do assalto mostram que o ladrão vestia só uma bermuda, enquanto o ator usava calça e camisa pretas.

O delegado diz que não usou as imagens porque nelas não havia registro da ação.

Jair Romão, pai do ator, afirmou ao UOL não sentir mágoa da vítima. "Qualquer um pode se confundir, ela foi assaltada, estava sob forte estresse emocional", disse.

É que no Brasil, segundo a Globo, não há racismo…

racismo do ali kamelSe um ator da Globo fica duas semanas preso injustamente, imagine um pedreiro da Rocinha. E se tivesse sido linchado, como querem os “homens de bens” toda vez que um pobre é preso? O diretor de jornalismo da Rede Globo, Ali Kamel, escreveu um livro para provar que no Brasil não existe racismo. Tanto não tem que a Globo não moveu uma palha para defender seu funcionário. E se tivesse sido um ator branco?

Ator fica duas semanas preso no Rio após ser acusado por engano

Segundo polícia, vítima de roubo recuou na identificação de jovem após ‘meditar’ sobre assunto

Copeira teve bolsa roubada e disse que não retirou queixa antes por falta de dinheiro para ir à delegacia

DIANA BRITOBRUNO CALIXTODO RIO

O ator Vinícius Romão de Souza, 27, permaneceu preso por mais de duas semanas sob a acusação de roubo após ter sido identificado por engano pela vítima do crime, segundo a Polícia Civil do Rio.

Formado em psicologia, Souza fez parte do elenco da novela "Lado a Lado", da TV Globo, e trabalhava como vendedor em um shopping da zona norte da cidade.

O reconhecimento do erro pela polícia ocorreu após pressão de amigos do ator contra a prisão, já que nenhum objeto da vítima foi encontrado com ele –que é negro e usa cabelo black power.

Ontem, a copeira Dalva da Costa, vítima do crime e que havia identificado Souza, voltou atrás em novo depoimento. No roubo, foram levados a bolsa dela, com celular, documentos, cartões de banco, R$ 10 e um bilhete único.

Ela declarou que cogitou recuar da identificação já no dia seguinte ao crime, mas que não tinha dinheiro da passagem para ir à delegacia.

O delegado Niandro Lima disse que a prisão por roubo foi um "equívoco", mas que não houve "má fé" da vítima.

Ele afirma que a ação foi rápida, violenta e à noite, levando a copeira a se confundir na identificação do rapaz.

Preso no dia 10 deste mês, na Casa de Detenção Patrícia Acioli, em São Gonçalo (região metropolitana do Rio), Souza, que não tem antecedentes criminais, ainda aguardava para ser solto até a conclusão desta edição.

O Tribunal de Justiça concedeu a liberdade provisória após a polícia reconhecer a falha –e em resposta a um pedido protocolado pelo advogado três dias após a prisão.

O procedimento policial contra Souza foi encerrado, mas ele ainda terá que responder à Justiça. Pela decisão do TJ, deverá se apresentar para informar e justificar suas atividades, não podendo se ausentar do Rio sem aviso.

O assaltante, segundo as testemunhas, atacou a vítima num ponto de ônibus no Engenho de Dentro, zona norte.

O policial civil Waldemiro Junior correu para ajudar a copeira e também fez a identificação do ator. Foi aberta sindicância na Corregedoria da Polícia Civil para apurar a ação. Ele percorreu ruas do bairro com a copeira até ela reconhecer Souza.

A vítima afirmou que a área do assalto era escura e viu rapidamente o rosto do homem. Após identificá-lo, disse que passou a ter dúvidas e a "meditar" sobre o assunto –depois de lembrar da negativa do ator ao ser preso sob a acusação de roubo.

BERMUDA

Segundo Rubens Nogueira de Abreu, advogado do ator, vídeos gravados por câmeras no trecho do assalto mostram que o ladrão vestia só uma bermuda, enquanto o ator usava calça e camisa pretas.

O delegado diz que não usou as imagens porque nelas não havia registro da ação.

Jair Romão, pai do ator, afirmou ao UOL não sentir mágoa da vítima. "Qualquer um pode se confundir, ela foi assaltada, estava sob forte estresse emocional", disse.

19/07/2011

iLegacy

Filed under: Colonista — Gilmar Crestani @ 8:27 am
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MPF quer pena maior para
“santinhos” do Legacy

    Publicado em 18/07/2011

O General e o Marechal do "caosaéreo"

Saiu no G1:

MPF pede pena maior para pilotos dos EUA por acidente do voo 1907
MPF pede que pena dos pilotos aumente para 5 anos e 5 meses de prisão. Recurso deve ser analisado pelo Tribunal Regional Federal da 1ª Região.
Do G1 MT
O Ministério Público Federal (MPF) recorreu nesta segunda-feira (18) da sentença que condenou os pilotos Jan Paul Paladino e Joseph Lepore a quatro anos e quatro meses de prisão pelo acidente entre o jato Legacy e o Boeing da Gol no voo 1907.
A procuradora da República Analícia Orteza Hartz pede o aumento da pena dos pilotos e que a Justiça determine um valor para a reparação de danos causados pelo acidente, tanto às famílias quanto às companhias aéreas e ao estado.
Paladino e Lepore pilotavam o Legacy no dia do acidente, ocorrido em setembro de 2006 no norte de Mato Grosso, que matou 154 pessoas. A condenação dos dois, no entanto, permite que a pena seja revertida à prestação de serviços à comunidade nos Estados Unidos. Os advogados dos pilotos não foram notificados da recurso e não quiseram se pronunciar sobre o assunto até o início da tarde desta segunda-feira.
A procuradora entrou com o recurso junto ao Tribunal Regional Federal da 1ª Região, em Brasília. Ela argumenta que a Justiça não aplicou o aumento da pena aos pilotos em razão do número de mortos, 154, e devido ao acidente ter ocorrido durante o exercício da profissão dos pilotos.
(…)

NavalhaComo se sabe, a tragédia da Gol, que matou 154 brasileiros, só ocorreu porque os pilotos americanos do Legacy não ligaram o transponder.
Transponder é o aparelho que desvia um avião da rota de outro.
Todas as outras irregularidades cometidas não teriam sido suficientes para matar os 154 brasileiros, se o transponder do Legacy estivesse ligado.
Porém, o PiG (*) iniciou com esse desastre o Golpe conhecido como “caosaéreo”.
Destacaram-se nesta tentativa de Golpe Militar o General Catanhêde e o Marechal Leitão.
Pouco depois, intensificou-se a tentativa de Golpe com a tragédia da TAM.
Como se sabe, a Justiça aceitou a denúncia em que não aparece o presidente Lula como responsável pelo fato de não puxar o freio do Airbus.
O jornal nacional revelou toda a inclinação Golpista na jestão Ali Kamel.
Ali Kamel omitiu o desastre da Gol para não desmontar a paginação do jornal nacional e levar a eleição de 2006 para o segundo turno – clique aqui para ler: “O primeiro Golpe já foi. Falta o segundo.”
Depois, Ali Kamel foi o responsável pela exibição no jornal nacional da prova irrefutável da incompetência do presidente Lula: bastava uma poça de chuva da altura de uma moeda de um real para provocar aquela tragédia.
A Justiça brasileira bem que tentou proteger os “santinhos” do Legacy, que foram tratados com a tradicional subserviência colonial.
Espera-se que a Justiça, agora, acionada pelo Ministério Público Federal, reestabeleça a Lei.
Em tempo: em parte, o Golpe do “caosaéreo” foi bem sucedido: Cerra e o PiG (*) destituíram o grande brasileiro Valdir Pires e ajudaram a colocar Nelson Johnbim no Ministério da Defesa (defesa de quem ?).
Paulo Henrique Amorim

MPF quer pena maior para “santinhos” do Legacy | Conversa Afiada

22/05/2011

Brasileiro valente? Só em Londres!

A pergunta que não quer calar não diz respeito às peculiaridades éticas do Palocci, que não as tem, mas aos que pagaram milhões para dele palavras tão $edutora$… Quem tem milhões para distribuir para um Ministro e o que o Ministro teria a dizer que valesse tanto? Quem são as empresas que corromperam o suspeito de Palocci? Aliás, quanto o Instituto Millenium pagou para receber os oráculos de Palocci.

Palocci entregou
Francenildo aos Marinho

    Publicado em 22/05/2011

Nogueira: Palocci tratou direto com os Marinho

Leonardo Attuch – leia o “Em tempo” – liga em “missão de paz”, diz ele.
É para chamar a atenção da entrevista que fez para o seu site com o diretor da revista ÉPOCA, na época em que a ÉPOCA detonou o Francenildo:

Exclusivo: ex-diretor da Globo diz ao 247 que Palocci levou o dossiê Francenildo aos Marinho
Leonardo Attuch_247 – De Londres, o jornalista Paulo Nogueira, ex-diretor das Organizações Globo, que foi responsável por todas as revistas do grupo, acaba de conceder uma entrevista telefônica ao Brasil 247. Ele conta como foi a operação, pilotada pelo ex-ministro Antonio Palocci, para desqualificar o caseiro Francenildo Costa em 2006. Leia:
Brasil 247 – Como chegou à redação da Época o dossiê Francenildo?
PAULO NOGUEIRA – O assunto foi levado diretamente pelo ministro Palocci à cúpula das Organizações Globo.
247 – Quando você diz cúpula, a quem se refere? Ao Ali Kamel, o diretor de jornalismo?
NOGUEIRA – Não, o Ali Kamel respondia pela televisão. Eu me refiro aos acionistas.
247 – À família Marinho, portanto.
NOGUEIRA – Isso.
247 – E qual foi a motivação?
NOGUEIRA – Estávamos todos naquela briga das semanais, competindo pelo furo da semana. Só depois ficou claro que a revista Época foi usada como instrumento do ministro Palocci.
247 – Mas, quando surgiu também um crime, uma quebra de sigilo bancário de um indivíduo pelo Estado, você não pensou em abrir uma discussão sobre quebrar o sigilo da fonte e revelar que o ministro Palocci estava por trás de tudo?
NOGUEIRA – Aquilo seria um constrangimento para todos nós, e para a própria revista. E em qualquer empresa existem limitações. Além do mais, tem a vida que segue, a semana seguinte, o projeto de uma nova revista…
247 – Mas por que só agora você decidiu trazer este caso a público?
NOGUEIRA – Uma indignação, o desejo de que meus filhos vivam num país melhor. Tem um conceito do George Orwell que eu admiro muito: decência básica. Só isso. E agora, aqui em Londres, num período sabático, tenho mais liberdade. A história brasileira precisa ser escrita com correção. E fato é: o dossiê Francenildo foi levado à cúpula da Globo pelo ministro Palocci.
247 – O ministro Palocci foi inocentado no caso e a maior parte da culpa recaiu sobre os ombros do seu assessor Marcelo Netto.
NOGUEIRA – O Marcelo Netto tratou do assunto com a sucursal Brasília da Época. Todos sabiam que ele agia a mando do Palocci.
247 – Mas o fato é que ele foi inocentado no Supremo e voltou à vida pública. Se esse processo fosse reaberto, a pedido, por exemplo, do caseiro, você diria as mesmas coisas em juízo?
NOGUEIRA – Evidentemente, eu respondo pelo que eu escrevo. Estou em Londres e no próximo ano estarei de volta ao Brasil

Palocci entregou Francenildo aos Marinho | Conversa Afiada

24/10/2010

Roseana, Paulo Renato, Aécio & Dilma!

Filed under: Isto é PSDB!,PIG — Gilmar Crestani @ 5:16 am
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Serrá preciso, ou impreciso, destruir o inimigo?

Do Blog do Mello

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