Ficha Corrida

16/12/2014

Quem finanCIA?

Filed under: CIA,Grupos Mafiomidiáticos,Instituto Millenium — Gilmar Crestani @ 9:26 am
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É por demais conhecida a parceria da CIA com o Google e com o Facebook. Não é por acaso que seja o maior orçamento dos EUA, e o maior orçamento secreto do mundo. É assim que funciona a riqueza dos EUA. A infiltração e a compra de pessoas com poder nos mais diversos países tem sido um dos principais objetivos da CIA. No Brasil, nem precisa comprar. Há fila na porta de gente e empresas se fazendo de tapete para os agentes da CIA andarem. William Waack que o diga… Se formos ver o rol de membros do Instituto Millenium talvez menos de 1% ainda não tenha sido informante da CIA.

O controle da CIA sobre a mídia

jornalista midia denuncia cia

Udo Ulfkotte, jornalista alemão fala sobre a imprensa ocidental

Viomundo

Tradução parcial da entrevista reproduzida em vídeo abaixo

Sou jornalista há 25 anos, e fui criado para mentir, trair, e não dizer a verdade ao público. Mas vendo agora, e nos últimos meses, o quanto … como alemão a mídia dos EUA tentar trazer a guerra para os europeus, para trazer a guerra à Rússia. Este é um ponto de não retorno, e eu vou me levantar e dizer … que o que eu fiz no passado, não é correto, manipular as pessoas, para fazer propaganda contra a Rússia e o que os meus colegas fizeram no passado, porque eles são subornados para trair o povo, não só na Alemanha, mas de toda a Europa.

A razão para este livro é que estou muito preocupado com uma nova guerra na Europa, e eu não quero de novo a situação, porque a guerra nunca vem de si mesmo, há sempre pessoas atrás que levam à guerra, e não é só políticos, jornalistas também.

Eu só escrevi no livro sobre como traimos no passado nossos leitores apenas para empurrar para a guerra, e porque eu não quero isso, eu estou cansado dessa propaganda. Nós vivemos em uma república de bananas, não é um país democrático, onde teríamos a liberdade de imprensa, direitos humanos.

Se você olhar para a mídia alemã, especialmente os meus colegas que, dia após dia, escrevem contra os russos, que estão em organizações transatlânticas, que são apoiados pelos Estados Unidos para fazer isso, pessoas como eu. Eu me tornei um cidadão honorário do Estado de Oklahoma. Por que exatamente? Só porque eu escrevia pró-Estados Unidos. Eu escrevia pro-Estados Unidos e fui apoiado pela Agência Central de Inteligência, a CIA. Por quê? Porque eu tinha que ser pró-americano.

Estou cansado disso. Eu não quero! E assim que eu acabei de escrever o livro — não para ganhar dinheiro, não, ele vai me custar um monte de problemas — só para dar às pessoas, neste país, a Alemanha, na Europa e em todo o mundo, apenas para dar-lhes um vislumbre do que se passa por trás das portas fechadas.

Sim, existem muitos exemplos disso: se você voltar na história, em 1988, se você for ao seu arquivo, você encontrará em março de 1988 que os curdos do Iraque foram atacados com gás tóxico, o que se tornou conhecido em todo o mundo. Mas em julho de 1988, eles [o jornal alemão] me mandaram para uma cidade chamada Zubadat, que fica na fronteira entre Iraque e Irã.

Foi na guerra entre iranianos e iraquianos, e eu fui enviado para lá para fotografar como os iranianos tinham sido atacados com gases venenosos, gás venenoso alemão. Sarin, gás mostarda, fabricado pela Alemanha. Eles foram mortos e eu estava lá para tirar fotos de como essas pessoas foram atacadas com gás venenoso da Alemanha. Quando voltei para a Alemanha, só saiu uma pequena foto no jornal, o Frankfurter Allgemeine, e saiu apenas uma pequena seção sem descrever como era impressionante, brutal, desumano e terrível, matar … matar, décadas após a Segunda Guerra Mundial, o povo com gás venenoso alemão.

Foi uma situação em que eu me senti abusado por estar lá apenas para fazer um documentário sobre o que tinha acontecido, mas não estar autorizado a revelar ao mundo o que tínhamos feito atrás das portas fechadas. Até hoje, não é bem conhecido do público alemão que havia gás alemão, houve centenas de milhares de pessoas atingidas nesta cidade de Zubadat.

Agora, você me perguntou o que eu fiz para as agências de inteligência. Então, por favor, entenda que a maioria dos jornalistas que você vê em outros países afirmam ser jornalistas, e eles poderiam ser jornalistas, jornalistas europeus ou americanos … mas muitos deles, como eu no passado, são supostamente chamado de “informantes não-oficiais”.

É assim que os americanos chamam. Eu era um “informante não-oficial”. A cobertura extra-oficial, o que isso significa?

Isso significa que você trabalha para uma agência de inteligência, você os ajuda se eles querem que você para ajude, mas nunca, nunca […] quando você for pego, se descobrem que você não é só um jornalista, mas também um espião, eles nunca dirão “era um dos nossos.”

Isso é o que significa uma cobertura extra-oficial. Então, eu ajudei-os várias vezes, e agora eu me sinto envergonhado por isso também. Da mesma forma que eu sinto vergonha de ter trabalhado para jornais como o Frankfurter Allgemeine, porque eu fui subornado por bilionários, subornado pelos norte-americanos para não refletir com precisão a verdade .

Eu só imaginava, quando eu estava no meu carro para vir a esta entrevista, tentei perguntar o que teria acontecido se eu tivesse escrito um artigo pró-russo no Frankfurter Allgemeine. Bem, eu não sei o que teria acontecido. Mas todos nós fomos ensinados a escrever artigos pró-europeus, pró-americanos, mas por favor não pró-russos. Portanto, estou muito triste por isso …. Mas não é assim que eu entendo a democracia, a liberdade de imprensa, e eu realmente sinto muito por isso.

Sim, eu entendi a pergunta. A Alemanha ainda é uma espécie de colônia dos EUA, você verá em muitos aspectos; como [o fato de que] a maioria dos alemães não querem ter armas nucleares em nosso país, mas ainda temos armas nucleares americanas.

Então, sim, nós ainda somos uma espécie de colônia americana e, por ser uma colônia, é muito fácil de se aproximar de jovens jornalistas através de (e isso é muito importante) organizações transatlânticas.

Todos os jornalistas de jornais alemães altamente respeitados e recomendados, revistas, estações de rádio, canais de TV, são todos membros ou convidados destas grandes organizações transatlânticas. E nestas organizações transatlânticas, você é abordado por ser pró-americano. Não há ninguém que vem a você e diz: “Nós somos a CIA. Gostaria de trabalhar para nós?”. Não! Esta não é a maneira que acontece.

O que essas organizações transatlânticas fazem é convidá-lo para ver os Estados Unidos, pagam por isso, pagam todas as suas despesas, tudo. Assim, você é subornado, você se torna mais e mais corrupto, porque eles fazem de você um bom contato. Então, você não vai saber que esses bons contatos, digamos, não-oficiais, são de pessoas que trabalham para a CIA ou outras agências dos EUA.

Então, você faz amigos, você acha que você é amigo e você vai cooperar com eles. E se perguntam: “Você poderia me fazer um favor?”. Em seguida, seu cérebro passa por uma lavagem cerebral. A pergunta: é apenas o caso com jornalistas alemães? Não! Eu acho que este é particularmente o caso com jornalistas britânicos, porque eles têm uma relação muito mais próxima. Também é particularmente o caso com jornalistas israelenses. É claro que com jornalistas franceses, mas não tanto como com os jornalistas alemães ou britânicos.

Este é o caso para os australianos, os jornalistas da Nova Zelândia, de Taiwan e de muitos países. Os países do mundo árabe, como a Jordânia, por exemplo, como Omã. Há muitos países onde você encontra pessoas que se dizem jornalistas respeitáveis, mas se você olhar para trás, você vai descobrir que eles são fantoches manipulados pela CIA.

Desculpe-me por interrompê-lo, dou-lhe um exemplo. Às vezes, as agências de inteligência vêm para o seu escritório e sugerem que você escreva um artigo. Dou-lhe um exemplo, não de um jornalista estranho, mas de mim mesmo. Eu só esqueci o ano. Só me lembro que o serviço de inteligência alemão no exterior, o Serviço Federal de Inteligência da Alemanha (isto é apenas uma organização irmã da Agência Central de Inteligência) veio ao meu escritório Frankfurter Allgemeine em Frankfurt. Eles queriam que eu escrevesse um artigo sobre a Líbia e o coronel Kadafi. Eu não tinha absolutamente nenhuma informação secreta sobre Kadafi e Líbia. Mas eles me deram toda a informação em segredo, só queriam que eu assinasse o meu nome.

Eu fiz isso. Mas foi um artigo que foi publicado no Frankfurter Allgemeine, que originalmente veio do Serviço Federal de Inteligência da Alemanha, a agência de inteligência no exterior.

Então, você realmente acha que isso é jornalismo? As agências de inteligência escreverem artigos?

Oh sim. Este artigo é parcialmente reproduzida no meu livro, este artigo foi “Como a Líbia e o coronel Kadafi secretamente tentam construir uma usina de gás tóxico em Rabta”. Acho que foi Rabta, sim. E eu tenho toda essa informação… foi uma história que foi impressa em todo o mundo, alguns dias depois. Mas eu não tinha nenhuma informação sobre o assunto e foi a agência de inteligência que me sugeriu escrever o artigo. Então isso não é como o jornalismo deve funcionar, as agências de inteligência decidirem o que é publicado ou não.

Eu tive uma, duas, três … seis vezes a minha casa foi revistada, porque eu tenho sido acusado pelo procurador-geral alemão pela divulgação de segredos de Estado. Seis vezes invadiram a minha casa! Bem, eles esperavam que eu nunca iria me recuperar. Mas eu acho que é pior, porque a verdade virá à tona um dia. A verdade não vai morrer. E eu não me importo com o que acontecer. Eu tive três ataques cardíacos, não tenho filhos. Então, se eles querem me processar ou me jogar na cadeia… é pior para a verdade.

O controle da CIA sobre a mídia

24/11/2014

Chico Buarque

Filed under: Chico Buarque,Cultura — Gilmar Crestani @ 12:29 am
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Chico Buarque, o maior artista brasileiro, é autor e personagem da Vida Cultural Brasileira. Seu mais recente livro trata de algo que parece ficção. A história de um seu meio-irmão que não chegou a conhecer. Quem com tanta maestria escreveu teatro e música popular Brasileira, além de tantos outros livros de ficção, agora fala daquela parte de sua biografia que nem mesmo ele bem conhecia.

Se Midas convertia em outro tudo o que tocava, Chico converte tudo, lixo, luxo e ouro, em cultura.

Irmão alemão de Chico Buarque também cantava, diz historiador

Postado em 22 nov 2014 – por : Diario do Centro do Mundo 

Publicado no site DW.

Voz mesmo tinha teu irmão, disse Klug a Chico

Voz mesmo tinha teu irmão, disse Klug a Chico

O compositor, poeta e romancista brasileiro Chico Buarque acaba de lançar seu novo livro, O irmão alemão. Ele se inspira no meio-irmão, fruto do relacionamento de seu pai, Sérgio Buarque de Holanda, com uma alemã, durante sua passagem pelo país entre 1929 e 1930, como correspondente de O Jornal.

O irmão alemão nasceu em 1930. Seis anos depois, o também historiador Sérgio Buarque se casou no Brasil e teve outros filhos. A existência do meio-irmão era conhecida pela família brasileira. No entanto a última notícia que havia dele datava da Segunda Guerra Mundial, gerando a suposição que pudesse ter morrido nesse período.

A história mudou em maio de 2013, quando, a pedido da editora Companhia das Letras e do próprio Chico Buarque, o historiador brasileiro João Klug e o museólogo alemão Dieter Lange identificaram o irmão desconhecido. E ele se revelou uma celebridade da comunista República Democrática Alemã (RDA), com a mesma profissão do pai e o talento do meio-irmão brasileiro.

“Há quem diga que o talento artístico estava no DNA, pois coincidentemente esse irmão do Chico foi alguém que se destacou no meio artístico na RDA e, de fato, ele era um ótimo cantor”, conta Klug em entrevista exclusiva à DW Brasil.

DW Brasil: Você já estava em Berlim desde outubro de 2012, onde ia morar por um ano, fazendo sua pesquisa de pós-doutorado, quando a Companhia das Letras o contatou, em maio de 2013. Como a editora chegou até você?

João Klug: Foi através do historiador Sidney Chalhoub, da Unicamp, que também estava em Berlim para uma pesquisa. Ele me chamou para conversar, mas eu não tinha a mínima noção do que se tratava. Como ele publica seus livros pela Companhia das Letras, o Luiz Schwarcz, que é editor da empresa, pediu um auxílio para o livro que o Chico Buarque estava começando a escrever, relacionado à trajetória do pai dele em Berlim e à questão do irmão. O Sidney disse que não sabia por onde começar, e também não sabia alemão, e me pediu um auxílio.

Como vocês descobriram a identidade do irmão do Chico Buarque?

Tínhamos, no início, duas ou três cartas do Sérgio Buarque de Holanda trocadas com o Ministério alemão das Relações Exteriores, falando dessa criança e do interesse do Sérgio Buarque de repatriar esse menino. Deu para ver um empenho muito grande na tentativa de trazer a criança para o Brasil. Mas já era 1934, em uma correspondência era exigido do Sérgio Buarque um atestado de arianismo e claro que ele não tinha. Em 1935 cessava tudo, e não havia mais nada sobre esse filho.

Fiz uma cópia dos documentos e conversei com meu amigo Dieter Lange que conhece muito bem esses caminhos da arquivologia. Assim, resolvemos pesquisar em alguns arquivos.

Na pesquisa, vocês descobriram que essa criança havia sido adotada. Vocês tinham outras informações sobre ela, inclusive o nome. Como chegaram à família do irmão alemão?

Descobrimos que ele havia entrado para o coral do Exército na Alemanha Oriental aos 16 anos e que se projetou em função da sua voz, além de ter sido apresentador. Eu e o Dieter frequentávamos um bar, uma lojinha de vinhos, de um espanhol no bairro de Prenzlauer Berg, onde se reuniam algumas pessoas da velha guarda da RDA, entre elas, dois jornalistas, o Werner Reinhardt e o Manfred.

Numa tarde, lançamos ao acaso a pergunta: alguém de vocês conhece um tal de Sergio Günther? No ato, o Werner afirmou que sim, “ele foi muito meu amigo”. Então a coisa se abriu no momento dessa descoberta quase que por acaso. O Werner tinha trabalhado junto com o Sergio Günther, e nos forneceu muitas informações.

O que aconteceu depois?

Escrevi para o Luiz Schwarcz, informando os detalhes sobre o irmão, e ele imediatamente comunicou ao Chico, que ficou em êxtase. O Chico veio para Berlim e nós fizemos uma espécie de trilha, seguindo os rastros do seu pai – onde ele provavelmente morou, que cafés frequentava – e também do irmão.

Quais são os motivos que levaram à adoção dessa criança?

Essa é a grande interrogação, por que a mãe entregou a criança para a adoção. Isso não está claro, ainda estamos tentando investigar nos arquivos de Berlim, mas não conseguimos nada concreto até agora.

O irmão de Chico Buarque foi um jornalista e cantor famoso na Alemanha Oriental e faleceu em 1981. Na procura, você encontrou a família dele e intermediou um encontro com o irmão brasileiro. Como foi esse encontro?

Nós localizamos a viúva do Sergio Günther, a filha e a neta. Elas concordaram em conhecer a família brasileira, mas eu não revelei quem era o Chico Buarque no Brasil, e elas também não tinham a mínima noção. O primeiro encontro foi de operação de reconhecimento, a sobrinha do Chico trouxe documentos e fotos.

O encontro foi de tarde no Hotel Adlon. Na semana seguinte, foi marcado outro encontro, dessa vez veio a viúva de Sergio e foi muito agradável. Eu fiquei meio de “papagaio de pirata” no meio disso tudo, tentando traduzir e ajudando.

Como esse encontro marcou o Chico? Qual a importância dele para o livro?

Eu percebi que para o Chico o fato, como ele mesmo falou, de conhecer o lado alemão da família, foi altamente inspirador. E eu acho que inspirou o título do livro. Eu ainda não li o romance e também desconheço o conteúdo, mas à medida que o Chico ia escrevendo, ele me telefonava para perguntar detalhes.

A preocupação dele era com eventuais informações históricas, para não cometer nenhum deslize, com alguma frequência a gente estava em contato para tratar dessa questão.

Quem foi Sergio Günther?

Pelas informações que a gente teve, ele era o homem da TV. Ele apresentava, por exemplo, um programa intitulado Berlin bleibt Berlin[Berlim permanece Berlim], no qual saía pelos bairros fazendo entrevistas, com o objetivo de mostrar como tudo funcionava bem e harmônico na RDA.

Há quem diz que o talento artístico estava no DNA pois, coincidentemente, esse irmão do Chico foi alguém que se destacou no meio artístico na RDA e, de fato, ele era um ótimo cantor. Quando eu enviei a primeira música que achei do irmão para o Chico, eu ainda brinquei com ele e disse: “Isso aí que é voz, não a tua.” O Chico me respondeu dizendo: “É, o alemão tem lá o seu suingue.”

E como foi seu primeiro encontro com o Chico Buarque?

No primeiro momento, devo confessar, que a adrenalina aumentou um pouquinho, porque, afinal de contas, era o Chico, aquele indivíduo que a gente admirava de ver televisão e ouvir as músicas. Mas, logo no primeiro encontro, foi algo muito agradável, talvez o termo melhor é “muito natural”, como se fosse uma outra pessoa qualquer, com que a gente tivesse lidando.

O Chico é uma pessoa extremamente humilde e de fácil trato. Essa relação se tornou uma amizade.

Diário do Centro do Mundo » Irmão alemão de Chico Buarque também cantava, diz historiador

18/10/2013

O Nazismo caiu, mas os nazistas, não!

Filed under: Mercedes Benz,Nazismo — Gilmar Crestani @ 9:12 am
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Suprema Corte dos EUA analisa papel da Mercedes-Benz na ditadura argentina

Enviado por João Paulo Caldeira, sex, 18/10/2013 – 07:47

Sugerido por Marcel Santo

Da AFP

Suprema Corte dos EUA examina o papel da Mercedes na ditadura argentina

Washington — A Suprema Corte americana começará a examinar na terça-feira o caso envolvendo a Daimler AG para determinar se a montadora alemã deverá responder nos Estados Unidos a processos contra sua filial Mercedes, acusada de cumplicidade na violação dos direitos humanos durante a ditadura argentina.

Neste caso, 22 autores da ação – 21 argentinos e um chileno -, ex-funcionários ou familiares de empregados falecidos que trabalhavam na fábrica da Mercedes Benz na Argentina, acusam a direção da empresa alemã de ter colaborado com a ditadura argentina durante a chamada Guerra Suja, entre 1976 e 1983.

Os demandantes afirmam que os diretores da Mercedes-Argentina teriam identificado empregados opositores e os denunciado ao regime, permitindo assim violentas revistas policiais, prisões domiciliares, prisões arbitrárias, torturas e desaparecimento de funcionários provavelmente executados de forma sumária.

Os chefes de polícia responsáveis por estas ações eram então empregados pela Mercedes como chefes de segurança para encobrir seus atos, segundo o processo.

Os autores da ação invocam as leis americanas para obter indenizações por danos e prejuízos da casa da Mercedes: a lei de proteção de vítimas de torturas (TVPA) e um antigo texto de há mais de dois séculos conhecido como "Estatuto de Agravos" (Alien Tort Statue, ATS), que autoriza aos estrangeiros processar nos tribunais americanos questões relacionadas com a violação dos direitos humanos.

Conhecida por sua benevolência com o mundo empresarial, a Suprema Corte, de maioria conservadora, examina pela segunda vez em um ano a responsabidade em solo americano de companhias estrangeiras suspeitas de infrações do direito internacional cometidas fora de suas fronteiras.

Os nove juízes que formam a Suprema Corte decidiram a favor da gigante petrolífera Shell, acusada de cumplicidade nsa infrações aos direitos humanos na Nigéria, e não deu atendeu ao pedido dos litigantes que exigiam que o grupo holandês-britânico respondesse por seus atos nos Estados Unidos.

A Corte esperou para tomar esta decisão, em 17 de abril, antes de examinar o recurso da Daimler AG, que obteve êxito ante um tribunal de primeira instância, mas que foi rejeitado por um tribunal de apelações da Califórnia, onde o grupo tem uma filial.

Apoiada por organizações e grandes empresas, bancos e corporações na Alemanha e na Europa, mas também pelo governo de Barack Obama, a Daimler alega que "não tem qualquer conexão com os Estados Unidos".

Os litigantes, por sua parte, alegam que a Daimler possui a totalidade da Mercedes Benz-EUA, com sede na Califórnia, onde a Mercedes comercializa os carros da matriz no oeste americano.

"A questão colocada aos juízes é até que ponto este vínculo é significativo para permitir um processo judicial nos Estados Unidos", explica Lyle Denniston, do site especializado ScotusBlog.

Segundo especialistas, as ONGs de defesa dos direitos humanos se preocupam com o fato de que a Suprema Corte americana geralmente é favorável às grandes empresas.

Já o governo americano acredita que, permitir que as empresas estrangeiras sejam processadas penalmente, possa afetar as relações diplomáticas dos Estados Unidos e seus interesses comerciais e financeiros.

Suprema Corte dos EUA analisa papel da Mercedes-Benz na ditadura argentina | GGN

02/04/2013

Quando as mulheres ficavam “nuas e em pelo”

Filed under: Angela Merkel — Gilmar Crestani @ 9:30 am
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Hoje está fora de moda a expressão “nuas em pelo”… Fosse uma foto à moda contemporânea, como distinguir uma da outra. Seria como procurar pelo em ovo…

A primeira ministra alemã, Angela Merkel.

http://diariodocentrodomundo.com.br/wp-content/uploads/2013/03/Dava-um-caldo….jpg

25/06/2011

Operação barbas de molho

Filed under: Cultura — Gilmar Crestani @ 8:32 am
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El dolor que no se olvida

Por Osvaldo Bayer

Desde Bonn, Alemania

El jueves pasado se cumplieron setenta años de la invasión de Hitler a la Unión Soviética. Hecho que se recordó con suma tristeza aquí, en Alemania. Se calcula que en la última guerra mundial murieron millones de seres humanos. Millones, no miles. Unos historiadores hablan de veinte millones de soviéticos muertos y, últimamente, el historiador Viktor Koslov, de la Academia de Ciencias de Moscú, señala que hay que calcular aproximadamente en 40 millones los soldados y civiles de esa nacionalidad que perdieron la vida. Los alemanes, por su parte, han calculado en dos millones el número de sus soldados caídos.

Todavía ni los historiadores ni los sociólogos ni los psicólogos ni los ensayistas han podido encontrar una explicación de por qué Alemania, después de haber perdido la Primera Guerra Mundial de 1914-1918, un cuarto de siglo después, en 1939, inició la Segunda Guerra Mundial. Después de esa guerra de trincheras –donde los jóvenes de ambos lados se abrían el vientre con las bayonetas en los asaltos entre esos mutuos fosos enfrentados– se llegó al extremo de las matanzas crueles con el bombardeo de ciudades abiertas y se terminó, por parte desde Estados Unidos, arrojando bombas atómicas a ciudades de miles de habitantes.

¿Qué pasó con el ser humano? Es lo que se pregunta la nueva generación de alemanes. En un país con universidades plenas de sabiduría, con una tradición filosófica de búsquedas interminables, con movimientos pacifistas históricos. Sí, con aquel libro de Erich María Remarque –la mejor obra antibélica– llamado Sin novedad en el frente, que obtuvo el Premio Nobel en 1928. El dolor, la estupidez de las armas de fuego, la vaciedad de las órdenes militares, la vocación de asesinos que de pronto adquieren todos los jóvenes que son enviados al frente.

Justamente sobre eso, un libro ha conmocionado a esta sociedad últimamente. Soldados es su título y es un compendio de protocolos sobre tres palabras: “luchar, matar y morir”.

Son declaraciones de soldados que intervinieron en guerras. Queda claro allí cómo los jóvenes al vestir uniforme y llevar armas comienzan a sentirse todopoderosos. En su análisis del libro, Felix Ehring señala que la guerra “convierte al soldado en asesino porque el matar es la fácil meta de su acción.” El libro es un compendio de declaraciones de veteranos de guerra. Allí se muestra cómo se transforma el ser humano cuando se le da la orden de matar y el soldado lo toma como un privilegio. Es que para él es normal ya verse rodeado de cadáveres en su vida diaria. La misma sensación siente el soldado cuando entra en ciudades enemigas y ve a las mujeres de sus enemigos. Se cree con derecho a tomarlas y violarlas. Lo mismo sienten los pilotos de los bombarderos. Uno de los pilotos entrevistados dice, con orgullo: “Para nosotros, los pilotos de caza, era una especie de prólogo del placer cuando desde lo alto perseguíamos con fuego de ametralladoras a soldados enemigos a través de los campos”. Lo mismo los pilotos de bombarderos cuando comienzan a arrojar bombas sobre las poblaciones civiles. Sentirse dioses con la consigna de que eso es positivo porque así se “aprende a defender a la Patria”. Dice Ehring sobre las declaraciones de las experiencias como soldados: “No se encuentran contradicciones, todos conocen el matar y el morir”, por supuesto el morir de los “otros”, los seres humanos llamados “enemigos”, y esos ex soldados toman como “innecesario” el lamentarse por haber hecho eso. A los ex soldados no les gustaba hablar sobre sus propios sentimientos, al contrario, les gustaba relatar cómo le daban al contrario. Matar seres humanos en la guerra se convierte en una especie de deporte y el ganador es quien mata más gente “enemiga”.

Los autores del libro Soldados, Sönke Neitzel y Harald Welzer, tuvieron la suerte de dar con archivos de la guerra donde figuran esas declaraciones de soldados, suboficiales y oficiales sobre su misión. Y llegan a estas conclusiones: “Los uniformados creían con absoluta fe en los valores militares como dureza, rigor y cumplimiento del deber, que es la obediencia ciega ante la orden de mando. También el fusilamiento de civiles indefensos pertenece a ese deber. Lo hicieron pues, primero por la obediencia debida y más tarde por propia iniciativa. En la guerra, la persona civil es siempre una meta potencial. Y los autores del libro, luego de un estudio profundo, sostienen que soldados, policías y miembros de servicios de informaciones piensan todavía así, que ése es su “oficio”.

Qué bien que vendría un estudio similar en la Argentina, investigar el porqué del comportamiento de jefes, oficiales y subalternos de las Fuerzas Armadas, policías y empleados de los servicios de informaciones durante la aplicación del método de la desaparición de personas. Por ejemplo, estudiar si los pilotos de aviones que arrojaron prisioneros vivos al mar sentían el mismo poder que aquellos pilotos que bombardearon y bombardean desde la altura ciudades indefensas. Algo que tienen que estudiar profundamente los nuevos profesores de las instituciones militares para que no se repita nunca más la atmósfera que se vivió entre los miembros de las Fuerzas Armadas durante la dictadura.

Y aquí nace la pregunta: ¿por qué esos miembros de las Fuerzas Armadas, de la policía y de los servicios se sintieron de pronto omnipotentes y creyeron ser dueños de la vida y la muerte de todos? Con el derecho a matar, torturar, hacer desaparecer, regalar los niños de las prisioneras. Es decir, ¿se sintieron con los mismos atributos que soldados en un país enemigo? ¿Como pilotos de bombardeos de ciudades civiles? ¿Es el poder que da el uniforme? ¿Es el poder que les dan las instituciones políticas (o económicas) a los uniformados en los momentos de peligro? ¿No es hora de comenzar el debate en Naciones Unidas y en los organismos internacionales para cambiar el sistema de autocustodia llevado a cabo por la humanidad desde que existe la historia, con su repetición de crímenes oficiales cada vez más asesinos y de la violencia al servicio del poder y no de la paz interior y exterior de los pueblos?

¿Por qué no intentar de una vez por todas el diálogo frente a la violencia de la represión? ¿Es tan difícil? La represión no es otra cosa que la omnipotencia del poder. En vez de ideas nuevas y conciliación, el palo. El gas lacrimógeno. El bañar en agua helada al enemigo en pleno invierno. Y si no, la bala. Cuando el enemigo no aprende bastan tres o cuatro muertos para que arruguen todos. Esa es la consigna del poder. El buen gobernante nunca tiene que perder la paciencia.

Debe creer en el diálogo. En la participación de la sociedad para buscar soluciones a los problemas.

A Europa ha llegado la noticia de la represión de los maestros santacruceños en Buenos Aires. La sociedad debe decirse como primer paso al diálogo: “Con los maestros nunca la violencia”. Porque es como si aplicáramos la violencia contra nuestros hijos y nuestros nietos, que son sus alumnos. Todos los problemas tienen solución mediante el diálogo. Y el político, el gobernante deben proponerse el diálogo como única arma de poder. Porque si no caeríamos en reconocer a la guerra como única solución para los problemas entre los pueblos. Y eso finalmente significa la muerte.

Página/12 :: Contratapa :: El dolor que no se olvida

24/03/2011

Por que, por esta bandas, quando se fala de Líbia, se esconde Alemanha?

Filed under: PIG — Gilmar Crestani @ 9:18 am
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Tormenta política en Alemania por el desaire de Merkel a los aliados

La retirada de los buques aportados a la OTAN divide a los partidos

JUAN GÓMEZ | Berlín 24/03/2011 – EL PAÍS

Angela Merkel ha puesto en juego todo su crédito político con la retirada de cuatro buques de guerra y de unos 620 soldados que habían estado bajo mando de la OTAN en el Mediterráneo. A su Gobierno de centro-derecha le llueven las críticas nacionales e internacionales desde que, la madrugada del viernes, el ministro de Exteriores, el liberal Guido Westerwelle, se abstuvo de apoyar las acciones militares contra Libia en el Consejo de Seguridad de Naciones Unidas, del que Alemania es miembro no permanente hasta 2012. Merkel aprobó ayer el envío de 300 soldados a Afganistán para compensar su negativa a participar en las operaciones militares contra el régimen de Gadafi. El ministro de Defensa, Thomas de Maizière, democristiano como Merkel, aseguró que el aumento del contingente militar en Asia servirá para "aliviar la carga militar" de la OTAN. Con ello, Alemania intenta "dar una señal política de solidaridad con los aliados" que decidieron combatir en Libia.

La canciller es acusada de apoyar la no beligerancia por cálculos electorales

La no beligerancia de Merkel y Westerwelle ha puesto a Alemania en una situación comprometida ante sus principales aliados, en particular con los vecinos franceses. Merkel dice que no se trata de "neutralidad". Los críticos les acusan de sacrificar el papel internacional de Alemania por un mero cálculo electoralista. Defensa justifica la retirada de sus barcos por la posibilidad de que se vean obligados a entrar en combate en cumplimiento del embargo de armas ordenado por la ONU.

De acérrima defensora del eje atlántico a cuasi insumisa en la OTAN, la flamante conversión de Merkel no ha sido su única transformación reciente. La canciller también ha pasado, con el desastre de Fukushima, de defender el uso de energía nuclear a ordenar el cierre "temporal" de las siete centrales más viejas del país. El compromiso militar con los aliados en misiones en el extranjero y el uso de la energía atómica son sus dos frentes políticos más impopulares.

Sorprende a propios y a extraños que Alemania se abstenga de atacar a un dictador como Gadafi y lo compense enviando más soldados a la impopular guerra afgana. Otra sorpresa la daba ayer el diario conservador Frankfurter Allgemeine Zeitung, que aseguraba que Westerwelle planeó incluso votar en contra de la resolución de Naciones Unidas que el pasado jueves abrió la puerta a los ataques a Libia. Merkel, que con sus malabarismos de Afganistán intenta recuperar las simpatías perdidas fuera de casa, impuso la abstención, según el citado diario. Un portavoz de Exteriores aseguraba ayer que se trata de una "información falsa". Pero entre los democristianos se daba la noticia por auténtica. Los liberales insisten en que había consenso gubernamental antes de la votación.

En la dirección democristiana, hay voces conservadoras que se han pronunciado en contra del Gobierno. El diputado Armin Laschet destaca la "inesperada situación de que Alemania se desmarque de casi toda la Unión Europea y de Estados Unidos". No es el único crítico a la derecha.

Tanto Westerwelle como Merkel se están jugando mucho con sus sorprendentes decisiones de las últimas semanas. El domingo se celebran elecciones regionales en el estratégico land de Baden- Württemberg, donde la Unión Demócrata Cristiana (CDU) de Angela Merkel gobierna ininterrumpidamente desde 1953.

Además de un bastión democristiano, Baden-Württemberg es uno de los principales viveros de votos de los liberales, que gobiernan el land junto a la CDU en una coalición análoga a la dirigida en Berlín por Merkel y Westerwelle. Una derrota ante socialdemócratas y verdes, que ya tienen ventaja en algunas encuestas, podría resultar determinante para el futuro político de ambos.

El Partido Socialdemócrata (SPD) tampoco ha presentado sobre Libia un frente mucho más firme que el Gobierno. El diputado Thomas Oppermann tilda la decisión de "comprensible", pero la considera una "catástrofe diplomática". Al principio, el SPD apoyó mayoritariamente la política libia de Merkel, pero el lunes llegó el cambio de tercio. La secretaria general, Andrea Nahles, acusó al Gobierno de "dividir a Europa".

En el SPD se tachaba ayer de "fraude" el envío de más soldados a Afganistán, "una decisión envuelta en papel de regalo" que se habría tomado "de todas maneras" en abril. Los Verdes, muy críticos con la abstención del jueves en la ONU y con la retirada de los barcos de guerra del Mediterráneo, hablan de "cambalache". El parlamentario Omid Nouripour pidió que Alemania "sea digna de su papel en la OTAN" y participe en el embargo de armas

23/03/2011

Alemanha, enfim pacifista

Filed under: Tio Sam — Gilmar Crestani @ 8:29 am
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Oxalá outros países se livrem do jugo americano e passem a exercer a autodeterminação que todos os povos deveriam ter. Esta história de ir a cabresto do Tio Sam é coisa de sobrinho órfão de honra e cérebro.

Alemanha retira seus navios das operações da Otan no Mediterrâneo

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DA EFE, EM BERLIM
DAS AGÊNCIAS DE NOTÍCIAS

A Alemanha ordenou a retirada de todos os seus navios das operações da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) no mar Mediterrâneo após a decisão da Aliança de participar do bloqueio naval à Líbia para garantir o embargo de armas ditado pela ONU.

Um porta-voz do Ministério de Defesa alemão anunciou na madrugada desta quarta-feira que as duas fragatas e os dois navios menores da Marinha alemã que se encontram no Mediterrâneo com um total de 550 homens voltaram a ser postos sob o comando alemão.

Também foi ordenada a retirada de até 70 militares alemães que participavam até agora como técnicos especialistas a bordo de aviões de reconhecimento Awac, da Otan, para controlar o espaço aéreo no Mediterrâneo.

A Alemanha decidiu "não participar deste tipo de ações" para evitar o uso da força, assinalou o porta-voz ministerial.

O país participava até o momento de operações da Otan no Mediterrâneo como a missão antiterrorista "Ative Endeavoir", com tripulações de técnicos militares para os Awac de reconhecimento.

Encontram-se ainda em águas do Mediterrâneo as fragatas "Hamburgo" e "Lübeck", o navio de abastecimento e apoio "Oker" e o navio antiminas "Datteln".

A Alemanha se absteve na votação do Conselho de Segurança das Nações Unidas que decidiu dar sinal verde às operações militares contra o atual regime líbio e anunciou que não forneceria militar algum para essa missão.

OTAN

Os países ocidentais que apoiam uma zona de exclusão aérea na Líbia para proteger civis concordaram na terça-feira em usar a Otan para conduzir o esforço militar, mas autoridades afirmaram que a aliança estava dividida e longe de concordar sobre detalhes da missão.

A secretária de Estado norte-americana, Hillary Clinton, disse que detalhes sobre qual será o país a assumir a liderança da coalizão ainda estão sendo ajustados. Ela afirmou não estar preocupada com a transição.

A reunião dos países-membros da Otan, contudo, não definiu se a aliança vai assumir a liderança da operação, que atualmente é comandada pelos Estados Unidos.

A participação da Otan tem dividido seus países-membros. A Itália e o Reino Unido defendem que a aliança tem melhor capacidade de coordenar os esforços. Já França teme que a liderança da aliança atlântica pode afastar os países árabes. Há ainda os países-membros como Turquia e Alemanha, que têm objeções quanto aos ataques internacionais e se negam a participar.

"A Otan completou seus planos para ajudar a aplicar a zona de exclusão, para dar nossa contribuição, se for necessário, de forma claramente definida, ao amplo esforço internacional para proteger o povo da Líbia da violência do regime de [Muammar] Gaddafi", disse o secretário-geral Anders Fogh Rasmussen, em comunicado, sem mais detalhes.

A Otan encerra assim a fase de planejamento, que tinha sido adiada no fim de semana passado diante do racha interno. Uma fonte da aliança, citada pela agência Efe, diz que haverá uma nova fase das discussões internas, para definir qual será o papel na aplicação da zona de exclusão –o que pode se prolongar por dias.

Os embaixadores dos países-membros voltam a se reunir nesta quarta-feira, em Bruxelas, para abordar o assunto.

Folha.com – Mundo – Alemanha retira seus navios das operações da Otan no Mediterrâneo – 23/03/2011

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