Ficha Corrida

03/05/2011

A Cereja do Bolo

Filed under: Direita,Isto é PSDB! — Gilmar Crestani @ 8:48 am
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PT e aliados que se cuidem. A direita não só não está morta como sabe se aglutinar. E tem dinheiro. Muito dinheiro. De todas as origens. E nada melhor que o lodo. E ninguém melhor que o DEM para rolar na lama. Os ovos foram postos, no primeiro calor da campanha, as víboras saem da casca. PSD tem genes que remontam à “S”acanagem tucana e ao “D”emo do PFL.

Aécio se aproxima do novo PSD para consolidar candidatura à Presidência

Hoje principal nome do PSDB para 2014, senador mineiro conta com auxílio do ex-presidente do DEM Jorge Bornhausen para se aproximar de Kassab; movimento visa neutralizar José Serra, que é o padrinho político do prefeito de São Paulo

02 de maio de 2011 | 23h 00

Christiane Samarco, de O Estado de São Paulo

BRASÍLIA – Até agora mero espectador do inchaço do PSD e do definhamento do DEM, o senador tucano Aécio Neves (MG), aspirante a candidato do PSDB à Presidência em 2014, colocou o partido criado pelo prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, no centro de seu radar de alianças. Com isso, o mineiro, que já tem o "espólio" do DEM, busca alargar sua rede de segurança política.

Nesta segunda-feira, 2, um dia depois de criticar os ataques de tucanos ao PSD e de defender a tese de que é preciso "conversar e manter vínculos" com os líderes do novo partido, o senador e deu um passo concreto para se aproximar da cúpula da legenda. Ele jantaria em Uberaba com o ex-presidente do DEM Jorge Bornhausen, linha de frente do prefeito de Kassab nas articulações para criar o PSD.

"Todos os que têm pretensão política devem manter as portas abertas. Acho inteligente a posição de Aécio de evitar críticas ao PSD", disse o ex-senador Bornhausen ao Estado no final da tarde de ontem, quando se preparava para o jantar na casa do deputado Marcos Montes (DEM-MG), parlamentar aecista. "A gente pode amanhã estar junto. Então, por que fazer crítica mais ácida?", emendou o ex-senador.

Com o incentivo de Bornhausen, Aécio se movimenta para fincar um pé na nova legenda, evitando que seu concorrente no PSDB – o ex-governador José Serra, que também tem um pretensões presidenciais em 2014 – tenha um canal exclusivo de diálogo com os dissidentes do DEM que estão migrando para o PSD, já que Kassab é afilhado político do ex-governador paulista.

Aécio se aproxima do novo PSD para consolidar candidatura à Presidência – politica – Estadao.com.br

24/04/2011

O cara é as caras (da mídia)

Filed under: Instituto Millenium,Isto é PSDB!,PIG — Gilmar Crestani @ 10:04 am
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A cara da mídia nativa
Sem dúvida o aspecto mais chocante no episódio da blitz da Lei Seca, no Rio, que flagrou Aécio Neves dirigindo com habilitação vencida e metabolicamente impossibilitado de soprar o bafômetro, não foi o fato em si , mas o comportamento da mídia demotucana. Os blindados da ‘isenção’ entraram em cena para filtrar o simbolismo do incidente,  ‘um episódio menor’, na genuflexão de um desses  animadores da Pág 2 da Folha. Menor?  Não, nos próprios termos dele e de outros comentaristas do diário em questão. Recordemos. Em 24 de novembro de 2004, Lula participou da cerimônia de inauguração de turbinas da Usina de Tucuruí, no Pará. No palanque, sentado, espremido entre convidados, o presidente comeu um bombom de cupuaçu, jogou o papel no chão. Fotos da cena captada por Luiz Carlos Murauskas, da Folha, saturaram o jornalismo isento ao longo de dias e dias. Ou melhor, anos e anos. Sim, em 2007, por exemplo, dois  colunistas do jornal  recorreriam às fotos de Tucuruí para refrescar o anti-petismo flácido do eleitor que acabara de dar um novo mandato a Lula. O papel do bombom foi arrolado por um deles como evidencia de que o país caminhava a passos resolutos para a barbárie: "Só falta o osso no nariz’,  arrematava Fernando Canzian (23-07-2007) do alto de sofisticada antropologia social. Sem deixar por menos, Fernando Rodrigues pontificaria em 09-04-2007: "…Respira-se em Brasília o ar da impunidade. Valores republicanos estão em falta. Há exemplos em profusão (…)  em 2004, Lula recebeu um bombom. … O doce foi desembrulhado e saboreado. O papel, amassado. Da mão do petista, caiu ao chão. Lula seguramente não viu nada de muito errado nesse ato. Deve considerá-lo assunto quase irrelevante. …Não é. No Brasil é rara a punição -se é que existe- para pequenas infrações como jogar papel no chão. Delitos milionários também ficam nos escaninhos do Judiciário anos a fio (…) Aí está parte da gênese do inconformismo de alguns, até ingênuos, defensores de uma solução extrema como a pena de morte. Gente que talvez também jogue na calçada a embalagem do bombom de maneira irrefletida. São "milhões de Lulas", martelava o jingle do petista. São todos a cara do Brasil…"

(Carta Maior; Domingo, 24/04/2011)

Carta Maior – O portal da esquerda

SE SÓLIDO FOSSE, ASPIRÁ-LO-IA…

Filed under: Isto é PSDB! — Gilmar Crestani @ 9:56 am
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Ou filo porque Kilo!!!

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Cloaca News

21/04/2011

Um Larry Rother para Aécio Neves

Filed under: Estadão,FSP,Instituto Millenium,PIG — Gilmar Crestani @ 10:24 am
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publicada quarta-feira, 20/04/2011 às 09:02 e atualizada quarta-feira, 20/04/2011 às 09:09

Um Larry Rother para Aécio Neves
por Eduardo Guimarães, no Blog da Cidadania

lei-seca-no-transitoUm dos fatores que furtaram da grande mídia o poder de influir na decisão de voto dos brasileiros fica evidente no recente caso envolvendo o ex-governador de Minas Gerais e atual senador tucano por esse Estado, Aécio Neves, flagrado dirigindo bêbado pelas ruas do Rio de Janeiro.

O mais interessante é que essa grande mídia, infestada por colunistas que cheiram mais do que bebem e que transformou em “fato”  invenções jamais comprovadas de que o ex-presidente Lula seria alcoólatra, por Aécio ser tucano não diz um A sobre suas bebedeiras públicas, sem falar nos boatos sobre uso de cocaína.

Em maio de 2004, o então correspondente do jornal The New York Times no Brasil, Larry Rother, publicou extenso artigo acusando o Lula de ser alcoólatra e dizendo que a “sociedade” estaria “preocupada” com seu “alcoolismo” em meio aos seguidos “fracassos” de seu governo – vejam só.

Aproveitando o embalo, poucos dias depois, em 16 de maio de 2004, a Folha de São Paulo chegou a publicar matéria com chamada na primeira página sob o seguinte título: “Alcoolismo marca três gerações dos Silva”. Acredite quem quiser, o jornal disse que o alcoolismo de Lula seria genético…

O artigo de Larry Rother foi uma armação entre o correspondente e o colunista da Veja Diogo Mainardi e serviria tanto para a oposição quanto para a imprensa, nos anos que se seguiriam, tentarem desmoralizar Lula para impedir que se reelegesse em 2006.

Ontem (segunda-feira), discuti longamente o assunto pelo Twitter com um dos maiores detratores de Lula que conheço, o ex-diretor de Redação do jornal O Estado de São Paulo Sandro Vaia, que, se não me engano, foi sucessor direto, naquele jornal, de um homem que se tornou o símbolo da grande imprensa brasileira, o editor-assassino Pimenta Neves, que jamais foi preso por ter assassinado uma namorada com um tiro nas costas. Vaia nega que a mídia tenha acusado Lula de alcoolismo (!).

A diferença de tratamento que a mídia dá a tucanos e petistas, no caso das drogas lícitas e ilícitas (como álcool, cocaína ou maconha) ganha uma roupagem toda especial. Parece haver uma obsessão midiática em acusar petistas de usarem ou estimularem o uso dessas drogas.

Vejam só os casos de Paulo Teixeira, deputado federal petista por São Paulo, e Fernando Henrique Cardoso. Ambos têm praticamente a mesma opinião sobre as drogas, sendo favoráveis à descriminalização da maconha. Apesar disso, a opinião de FHC é tratada com respeito e discrição pela mesma Folha de São Paulo que acaba de publicar manchete de primeira página acusando Teixeira de estimular uso da maconha.

A estratégia bolsonarista de negar os excessos que se diz publicamente vai se tornando uma característica da direita. O ex-editor do Estadão, supracitado, teimou comigo pelo Twitter que a mídia jamais acusou Lula de ser alcoólatra. Contudo, o próprio Larry Rother, naquele seu artigo, diz claramente que a mídia é que vivia espalhando acusações de alcoolismo do petista.

Eis o que disse Rother em seu já “histórico” artigo acusando Lula:

Sempre que possível, a imprensa brasileira publica fotos do presidente com os olhos avermelhados e as bochechas coradas e constantemente fazem referências tanto aos churrascos de fim de semana na residência presidencial, onde a bebida corre solta, como aos eventos oficiais onde Da Silva parece nunca estar sem um copo de bebida nas mãos.

‘Eu tenho um conselho para o Lula’, escreveu em março [de 2004] o crítico mordaz Diogo Mainardi, colunista da ‘Veja’, a revista mais importante do país, enumerando uma lista de reportagens contendo referências ao hábito do presidente. ‘Pare de beber em público’, ele aconselhou, acrescentando que o presidente tornou-se ‘o maior garoto-propaganda para a indústria da bebida’ com seu notório consumo de álcool.

Uma semana depois, a mesma revista publicou uma carta de um leitor preocupado com o ‘alcoolismo de Lula’ e seu efeito na habilidade do presidente de governar. (…)

Quem será o Larry Rother ou Diogo Mainardi de Aécio Neves? Sim, porque se existiram para Lula, contra quem não havia provas de alcoolismo, teriam que existir para Aécio, que acaba de ser flagrado dirigindo bêbado no Rio. Além de haver provas contra o tucano, a prova ainda inclui um crime relacionado à bebida.

Bem, podem esperar sentados. Nunca mais a mídia tocará no assunto do alcoolismo comprovado de Aécio Neves, à diferença do que fez com o suposto alcoolismo de Lula.

Só que a sociedade percebe isso. É tão escancarado que, na hora de votar, a maioria absoluta dos brasileiros, que tantas vezes votara como queriam Folhas, Estadões e Vejas, agora lhes dá uma banana.

Esse caso do alcoolismo comprovado de Aécio e a diferença de tratamento para o alcoolismo não-comprovado de Lula só ajuda as pessoas a entenderem como a mídia é desonesta e como não deve ser levada a sério quando trata de política. Por isso, quando tem acusação verdadeira a fazer, o povo ignora.

Abaixo, na íntegra, o artigo de Larry Rother publicado em maio de 2004 no jornal americano The New York Times.

—–

Hábito de bebericar do presidente vira preocupação nacional

LARRY ROTHER

DO “NEW YORK TIMES”, EM BRASÍLIA

16/05/2004

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva nunca escondeu sua inclinação por um copo de cerveja, uma dose de uísque ou, melhor ainda, um copinho de cachaça, o potente destilado brasileiro feito de cana-de-açúcar. Mas alguns de seus conterrâneos começam a se perguntar se sua preferência por bebidas fortes não está afetando suu performance no cargo.

Nos últimos meses, o governo esquerdista de Da Silva tem sido assaltado por uma crise depois da outra, de escândalos de corrupção ao fracasso de programas sociais cruciais.

O presidente tem ficado longe do alcance público nesses casos e tem deixado seus assessores encarregarem-se da maior parte do levantamento de peso.

Essa atitude tem levantado especulação sobre se o seu aparente desengajamento e passividade podem de alguma forma estar relacionados a seu apetite por álcool. Seus apoiadores, entretanto, negam as acusações de excesso de bebida.

Apesar de líderes políticos e jornalistas falarem cada vez mais entre si sobre o consumo de bebidas de Da Silva, poucos estão dispostos a expressarem suas suspeitas em público ou oficialmente. Uma exceção é Leonel Brizola, líder do esquerdista PDT, que foi companheiro de Lula na eleição de 1998, mas agora está preocupado que o presidente esteja “destruindo os neurônios de seu cérebro”.

“Quando eu fui candidato a vice-presidente de Lula, ele bebia muito”, disse Brizola, agora um crítico do governo, em um discurso recente. “Eu o avisei que bebidas destiladas são perigosas. Mas ele não me escutou e, de acordo com que estão dizendo, continua a beber.”

Durante uma entrevista no Rio de Janeiro em meados de abril, Brizola argumentou sobre a preocupação que ele havia expressado a Da Silva e que o que ele dissera ter sido desconsiderado. “Eu disse a ele: “Lula, eu sou seu amigo e camarada, e você precisa controlar isso’”, ele lembra.

“Não, não há perigo, eu tenho isso sob controle”, Brizola lembra da resposta de Da Silva, imitando sua voz rouca. “Ele resistiu, ele é um resistente”, Brizola continuou. “Mas ele tinha aquele problema. Se eu bebesse como ele, estaria frito.”

Os porta-vozes de Da Silva recusaram-se a discutir oficialmente os hábitos de beber do presidente, afirmando que não iriam dar crédito a acusações infundadas com uma resposta oficial. Em uma breve mensagem por e-mail que respondia a um pedido de comentário, afirmaram que a especulação que Da Silva bebe em excesso como “uma mistura de preconceito, desinformação e má-fé”.

Da Silva, um metalúrgico de 58 anos, mostrou ser um homem de apetites e impulsos fortes, o que contribui para seu apelo popular. Com um misto de compaixão e simpatia, os brasileiros têm assistido a seus esforços para não fumar em público, a seus flertes com atrizes em eventos públicos e à sua batalha contínua para evitar comidas gordurosas -que fizeram seu peso aumentar muito em pouco tempo desde que assumiu o cargo em janeiro de 2003.

Além de Brizola, líderes políticos e a mídia parecem preferir lidar com isso de forma mais sutil e indireta, mas com com um certo apetite. Sempre que possível, a imprensa brasileira publica fotos do presidente com os olhos avermelhados e as bochechas coradas e constantemente fazem referências tanto aos churrascos de fim de semana na residência presidencial, onde a bebida corre solta, como aos eventos oficiais onde Da Silva parece nunca estar sem um copo de bebida nas mãos.

“Eu tenho um conselho para o Lula”, escreveu em março o crítico mordaz Diogo Mainardi, colunista da “Veja”, a revista mais importante do país, enumerando uma lista de reportagens contendo referências ao hábito do presidente. “Pare de beber em público”, ele aconselhou, acrescentando que o presidente tornou-se “o maior garoto-propaganda para a indústria da bebida” com seu notório consumo de álcool.

Uma semana depois, a mesma revista publicou uma carta de um leitor preocupado com o “alcoolismo de Lula” e seu efeito na habilidade do presidente de governar.

Apesar de alguns sites estarem reclamando de “nosso presidente alcoólico”, foi a primeira vez que a grande imprensa nacional referiu-se a da Silva desta maneira.

Historicamente, os brasileiros têm razão para estarem preocupados com sinais de hábitos de abuso do álcool de seus presidentes. Jânio Quadros, eleito em 1960, foi um bebedor manifesto que um dia declarou: “Bebo porque é líquido”.Sua inesperada renúncia, menos de um mês após ter assumido -período considerado uma maratona de excessos- iniciou um período de instabilidade política que levou a um golpe de Estado, em 1964, e a 20 anos de uma rígida ditadura militar.

Independentemente se Da Silva tem um problema com bebida ou não, o tema tem se infiltrado na consciência pública e se tornado alvo de piadas.

Quando o governo gastou US$ 56 milhões no início do ano para comprar um novo avião presidencial, por exemplo, o colunista Claudio Humberto, uma espécie de Matt Drudge da política brasileira, fez um concurso para dar um apelido à aeronave. Uma das escolhas vencedoras, em alusão de que o avião presidencial americano é chamado de Força Aérea Um, sugeriu que o nome do jato de Da Silva deveria ser “”Pirassununga 51″ -nome de uma marca popular de cachaça no Brasil.

Outra sugestão foi “Movido a Álcool”, um trocadilho com o plano governamental de incentivar o uso de etanol em carros.

Especulação sobre os hábitos de bebida do presidente tem sido alimentada por várias gafes e passos em falso que ele tem feito em público. Como candidato, ele uma vez se referiu aos moradores de uma cidade considerada uma abrigo para os gays chamando-a de “pólo exportador de veados”. Como presidente, suas escorregadas em público continuaram e se tornaram parte do folclore político brasileiros.

Numa cerimônia aqui em fevereiro para anunciar um grande investimento, por exemplo, Da Silva duas vezes se referiu ao presidente da General Motors, Richard Wagoner, como presidente da Mercedes-Benz. Em outubro, num dia em homenagem aos idosos do país, Da Silva disse a eles: “Quando vocês se aposentarem, não fiquem em caso aborrecendo sua família. Encontrem alguma coisa para fazer”.

No exterior, Da Silva também tropeçou ou foi mal aconselhado. Em visita ao Oriente Médio no ano passado, ele imitou um sotaque árabe falando em português, inclusive com pronúncias erradas. Em Windhoek, na Namíbia, o presidente disse que a cidade parecia tão limpa que “não parece que está num país africano.”

A equipe de Da Silva e seus simpatizantes respondem que esses escorregões são apenas ocasionais e previsíveis para alguém que gosta de falar de improviso e não tem nada a ver com seu consumo de álcool, que eles descrevem como sempre moderado. Para eles, Da Silva é visto de um padrão diferente -e injusto- com relação a seus antecessores porque ele é o primeiro presidente brasileiro vindo da classe trabalhadora e estudou apenas até a quinta série.

“Qualquer um que já tenha estado em recepções formais ou informais em Brasília testemunhou presidentes bebericando uma dose de uísque”, escreveu recentemente o colunista Ali Kamel, no diário carioca “O Globo”. “”Mas sobre o fato nada se leu a respeito dos outros presidentes, somente de Lula. Isso cheira a preconceito.”

Da Silva nasceu em uma família pobre, num dos Estados mais pobres do país e passou anos liderando sindicatos de trabalhadores, um ambiente famoso pelo alto consumo de álcool. Relatos da imprensa brasileira têm repetidamente descrito o pai do presidente, Aristides -o qual ele pouco conheceu e morreu em 1978- como um alcólatra que maltratava suas crianças.

Histórias sobre episódios de beber envolvendo Da Silva são abundantes. Depois de uma noite na cidade onde ele fora membro do Congresso, no final dos anos 1980, Da Silva saiu do elevador no andar errado do prédio onde morava na época e tentou arrombar a porta de um apartamento que ele imaginava ser o seu, de acordo com políticos e jornalistas aqui, incluindo alguns que moravam no mesmo edifício.

“Sob Lula, a caipirinha virou “bebida nacional” por decreto presidencial”, escreveu o diário Folha de S. Paulo no mês passado, em artigo sobre a associação de Da Silva com álcool e em alusão a um coquetel feito com cachaça.

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Escrevinhador

Eis aí o motivo da perseguição à Aécio Neves

Filed under: Isto é PSDB! — Gilmar Crestani @ 8:40 am
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Com esta dupla não se brinca. O jogo é sujo. O caso Lunus não foi  primeiro nem o de maior impacto. Com o ex-araponga Marcelo Itagiba, o PSDB sabe armar situações para encurralar adversários. Alguns caem, ou dão a volta por cima. Com  o golpe contra Roseana, o PSDB ganhou a oposição eterna de José Sarney, o real motivo que leva a imprensa em atacar Sarney. O famoso caso dos aloprados do PT, que comprariam um dossiê montado pelo PSDB. O PT caiu no conto dos arapongas do PSDB. No início da campanha de 2010, o PSDB infiltrou arapongas na campanha de Dilma. Escaldados, o PT desovou-os. Insistiram na história do sigilo, que agora se sabe foi novamente construída pelos arapongas do PSDB. Qualquer ameba já sabe o que resulta da a$$oCIAção do PSDB com o Instituto Millenium. O PIG trabalha como relações públicas do PSDB, e transforma bolinha de papel em torpedo exocet. A perseguição à Aécia, embora verdadeira, é um pequeno tira-gosto do que o PSDB paulista é capaz. Uma hora este vulcão explode e a lama vai revelar qual está sendo papel da velha mídia neste jogo. Afinal, se fazem isso entre eles, o que não fazem com os opositores?

A disputa no comando do PSDB conta com um jogo sujo que faz Kadafi parecer frade franciscano.

FHC é opção de Serra para dirigir tucanos

Ex-presidente da República conta com o apoio do grupo do ex-governador, mas resiste à ideia

21 de abril de 2011 | 0h 00

Julia Duailibi – O Estado de S.Paulo

A cerca de um mês da eleição para a escolha do presidente nacional do PSDB, aliados do ex-governador José Serra começaram a se movimentar para convencer o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso a ocupar o cargo.

Evelson de Freitas/AE-7/5/2010

Evelson de Freitas/AE-7/5/2010

Contramão.’Não sei nada a respeito’, diz FHC sobre indicação

A movimentação vai na contramão do que o senador mineiro Aécio Neves tem articulado: a recondução do atual presidente, o deputado Sérgio Guerra (PE). O nome do novo presidente tucano será referendado durante a convenção do partido, que será no fim do mês que vem.

Nos últimos dias, parlamentares ligados a Serra levaram a sugestão a FHC, que resiste à ideia. A ponderação do ex-presidente tem sido basicamente a mesma: com quase 80 anos, não quer mais se envolver nos impasses da política interna partidária.

Nesta semana, FHC deu indícios de que não pretende abraçar a causa. Após reunião no seu instituto, o iFHC, foi questionado sobre o racha no PSDB municipal. Expôs o que tem dito reservadamente: "Não sei nada a respeito. Olha, vou fazer 80 anos, já não acompanho, há tempos, o dia a dia da vida partidária".

A ideia de lançar FHC é uma tentativa do grupo de Serra de aumentar a influência na cúpula do partido – os serristas veem o projeto de recondução de Guerra como, praticamente, a confirmação de que o senador será o candidato a presidente em 2014.

O projeto também ganhou força após naufragar a proposta de formar um conselho político, do qual Serra participaria. Mas a ideia minguou depois que os governadores reivindicaram espaço no conselho. Inicialmente, o órgão seria composto por cinco tucanos: FHC, Serra, Aécio, Guerra e o ex-senador Tasso Jereissati. Para os serristas, com mais de cinco integrantes, o órgão se torna muito grande e, portanto, pouco eficiente.

Apesar das negativas de FHC, serristas avaliam que o embate verbal recente com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva é indício de que haveria disposição para o enfrentamento político e também para as causas partidárias.

Aliados do ex-governador passaram a resistir ao nome de Guerra depois que um abaixo-assinado a favor de sua reeleição, articulado com o apoio de Aécio, foi proposto para os deputados tucanos em janeiro. O episódio, visto como traição por serristas, levou ao rompimento entre Guerra e Serra. Apenas recentemente os dois voltaram a conversar.

Depois do racha no PSDB paulistano nesta semana, quando seis vereadores anunciaram a saída do partido, a cúpula tucana também começou a costurar a eleição do diretório estadual paulista.

O governador Geraldo Alckmin quer o deputado estadual Pedro Tobias na presidência. Mas não há consenso em torno do nome para a secretaria-geral do partido. / COLABOROU GABRIEL MANZANO

FHC é opção de Serra para dirigir tucanos – brasil – Estadao.com.br

20/04/2011

Antalogia do bafômetro

Filed under: Instituto Millenium,PIG — Gilmar Crestani @ 8:39 pm
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O bêbado da mídia pode tudo. Ah, como nossa mídia é demo crática.

Bomba ! Embriagado ao volante,
Lula não faz o teste do bafômetro

    Publicado em 20/04/2011

    O Conversa Afiada reproduz o excelente trabalho de jornalismo investigativo do Fernando Andrade, que apurou como o PiG (*) cobriu a travessura do Nunca Dantes.
    Um absurdo !
    Onde já se viu isso, um ex-Presidente da República ?
    Onde vamos parar ?
    http://quantotempodura.wordpress.com/


    O meme do memento: O Tucano do Otimismo




    O Porre do Aécio: Só pra confirmar, essa foi a capa REAL do Estado de Minas de hoje.

    Conforme previsto, o “grande jornal dos mineiros” dedicou um total de ZERO LINHAS para falar sobre a parada de Aécio Neves em uma blitz da Lei Seca  próxima de sua residência no Rio de Janeiro.
    A retenção da CNH, a recusa em soprar o bafômetro, o fato de que dirigir bêbado é CRIME e é perigoso, o fato de que o ex-governador e atual senador de MINAS mora no Rio de Janeiro há muitos e muitos anos… NADA disso aparece no “grande jornal dos mineiros”
    Minas Gerais é o buraco negro da informação.
    O objetivo da elite local é que você saiba cada vez menos.

    O Porre do Aécio – TEM MUITA COISA ERRADA POR AÍ!


    O porre do Aécio – Peraí, onde o Aécio mora mesmo???


    O porre do Aécio – Capa do Estado de Minas desta segunda!
    Em primeira mão no Quanto Tempo Dura

    (*) Em nenhuma democracia séria do mundo, jornais conservadores, de baixa qualidade técnica e até sensacionalistas, e uma única rede de televisão têm a importância que têm no Brasil. Eles se transformaram num partido político – o PiG, Partido da Imprensa Golpista.

Bomba ! Embriagado ao volante, Lula não faz o teste do bafômetro | Conversa Afiada

Tem muita coisa errada por aí!!

Filed under: Isto é PSDB! — Gilmar Crestani @ 5:42 pm
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A Opus Dei & Instituto Millenium a$$oCIAdos estão pegando pesado com os concorrentes de José Serra. Logo, logo aparecerá um Bispo “confessando” que Aécio não comunga. Itagiba no Rio, e colonistas em São Paulo desencadeiam “delenda Aécio”. Por muito menos já saiu um Pó pará, governador??! São os melhores quadros em ação…

Os verdadeiros motivos a respeito do foco da velha mídia em Aécio Neves se deve ao fato de que a Convenção Nacional do PSDB deve ocorrer a menos de 30 dias: PSDB ruma dividido à convenção nacional

Os

17/04/2011

Mais um quadro enquadrado

Filed under: Isto é PSDB! — Gilmar Crestani @ 8:15 pm
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O PSDB pode se vangloriar de seus quadros. O PIG não cansa de publicar: o PSDB possui os melhores quadros… Yeda, era um quadrão. José Serra, um quadrado. Da Opus Dei. E daí?

Aécio Neves é parado na Lei Seca com carteira de motorista vencida

O senador Aécio Neves (PSDB) foi parado numa bliz da Lei Seca na esquina das ruas Bartolomeu Mitre e General San Martin, no Leblon(onde tem boates, restaurantes e bares famosos da cidade), por volta das 3h deste domingo. Segundo o major Marco Andrade, coordenador da Lei Seca, Aécio estava com a carteira nacional de habilitação (CNH) vencida e teve que chamar um amigo para dirigir sua Land Rover. O senador teve o documento apreendido e foi multado em R$ 957,70.

– Essa situação serve como alerta para muitos motoristas que não prestam atenção para a data de vencimento da CNH e acabam sendo surpreendidos ao parar numa blitz – disse o major.Notinha no jornal Extra

Ele quer presidir o país assim?Bebado? Em baladas?.O senador tucano não quis fazer o teste do bafômetro. Ele voltava c para sua residência no Jardim de Alah (zona sul) do Rio) O interessante é que ele é senador de Minas Gerais e estava indo para sua RESINDÊNCIA no Leblon….

Por se recusar a fazer o teste do bafômetro, o Detran do Rio de Janeiro abrirá um processo administrativo contra Aécio, que poderá acarretar na suspensão do direito de dirigir por 12 meses.

Os Amigos do Presidente Lula

17/03/2011

Agora vai!

Filed under: Isto é PSDB!,PIG — Gilmar Crestani @ 9:20 am
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Esta é a principal notícia do porta R7 na internet neste 17/03/2011.

Ex-governador Aécio Neves visita TV Record no DF

Aécio esteve com a cúpula da Record e comemorou o crescimento do PIB de MG

Do R7, em Brasília

DivulgaçãoQuem dos três o pastor?

Alexandre Raposo (direita) e Marcos Pereira (esquerda) recebem o senador Aécio Neves (centro) na Record do DF

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O senador e ex-governador de Minas Gerais, Aécio Neves, visitou, nesta quarta-feira (16) , as instalações da TV Record do Distrito Federal, em Brasília.

O presidente da Rede Record, Alexandre Raposo, e o presidente de Relações Corporativas do Grupo Record, Marcos Pereira, receberam o senador para um almoço.

Durante o encontro, Raposo aproveitou para parabenizar o senador e o povo mineiro pelo crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) do Estado de Minas Gerais em 2010, divulgado hoje.
Aécio detalhou o crescimento de 10,9%, superior em 3,4 pontos percentuais em relação ao resultado nacional, de 7,5%. O senador atribuiu o “crescimento chinês” aos incentivos fiscais concedidos pelo governo e pela política de geração de empregos que criou condições para o salto econômico.

Ex-governador Aécio Neves visita TV Record no DF

19/02/2011

Pó pará, governador!

Filed under: Isto é PSDB!,PIG — Gilmar Crestani @ 12:29 pm
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Aécio, como a Veja, é amarelo por fora mas podre por dentro!“— Esta é a primeira relação da presidente eleita com o Congresso Nacional. Acho que o governo tem todo direito de defender sua proposta para salário mínimo, mas tem que fazer isso como prevê a Constituição: anualmente e por lei. É uma violência enorme esta tentativa de subjugar o Congresso Nacional, buscando aprovar a partir de agora a majoração do salário mínimo via decreto — disse.”

O que o mineirinho quis dizer é que é um abuso ter uma política de salário mínimo de longo prazo. Seria melhor, na visão do chefão das alterosas, que anualmente houvesse esse balcão de negócios no Congresso. O que  a nova musa da velha mídia não quis dizer, porque não lhe interessa e até prefere esconder, é que o Decreto será mero instrumento de divulgação, já o que valor independeria da vontade do governo, pois estaria atrelado a variáveis econômicas que fogem à vontade do governo ou das centrais sindicais. Aécio não gosta de planejamento, nem de valores que se realizam ao longo do tempo, o seu tempo é o agora. E virá com tudo.

No afã de criar fato político e ir ocupando espaço na mídia para escantear seu correligionário, concorrente e desafeto José Serra, Aécio Neves começa usando de factoides. Não por acaso, escolheu faze-lo no Rio de Janeiro, terra do rei dos factoides, Cesar Maia, e da rainha do PIG, a Globo. Sobre seu caráter, basta ver a fritura mineira que fez de José Serra na eleição passada. Se ele faz assim com o candidato de seu partido, o que não fará com adversários?

Aécio Neves, César Maia & Rede Globo, ninguém merece!

Pó pará, governador?

22/12/2010

Serra, por seus amigos

Filed under: Isto é PSDB! — Gilmar Crestani @ 10:10 am
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Do Panorama Político, de O Globo, 21/12/2010

o_todo_poderoso

Este era o presidente dos sonhos da facção Instituto Millenium. Uma pessoa que se preparou a vida toda para ser presidente. Um ser cordato, religioso. Respaldado pela Opus Dei, TFP e Instituto Millenium, José Serra desencadeou a campanha presidencialista mais abjeta de que se tem notícia. Toda hora surge um fato novo que endossa as afirmações mais lúcidas e que confirmam tudo o que se dizia (de mal) a respeito dele.

A cena da bolinha de papel talvez tenha sido a cena mais bombástica jamais produzida por um candidato a presidente em qualquer repúbliqueta de bananas. E tudo endossado pelas famiglias da velha mídia, sempre pronta a dar o golpe, sujando as próprias mãos ou a dos outros.

Independentemente do venha a ser o governo de Dilma Rousseff, sempre será um mal  menor diante do que poderia ter sida uma vitória do Serra. E não é nenhum jornal lulista ou “blog sujo” quem afirma, mas O Globo. Senão o mais, com certeza entre os principais apoiadores de José Serra. Afinal, foi a Globo que deu vazão à encenação da “bolinha de papel”, a novela de maior Ibope das organizações tabajara…

Só dois tipos de gente continua acreditando em José Serra: os mal informados e os mal intencionados. Deus nos livre de ambos!

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