Ficha Corrida

06/04/2014

25 jogos que sedimentaram o Gigante para Sempre

Filed under: Futebol,Inter — Gilmar Crestani @ 7:16 am
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Nos 45 anos de Beira-Rio, o Inter entrou em campo 1434 vezes. Não faltaram bolas na trave, defesas milagrosas e gols históricos. Gols, por sinal, foram 2736, conforme dados do jornalista e pesquisador Laert Lopes, 97 de Valdomiro, o maior artilheiro do estádio. Enfim, muito drama, emoção e alegria para quem frequentou a casa colorada.

ZH escolheu 25 jogos inesquecíveis do Beira-Rio, começando pela partida inaugural, em 1969, e o Gre-Nal com 20 expulsos, no mesmo ano. A gloriosa década de 70 está registrada em oito partidas, mas poderiam ser 15 ou até 30. Porém, faltaria espaço nas páginas do jornal.

Seguem os jogos inesquecíveis com o Gre-Nal do Século, o título da Copa do Brasil e a vitória sobre o Palmeiras, que evitou o rebaixamento em 1999. Os anos 2000 completam a lista de partidas que ficaram marcadas na memória dos colorados, como o bicampeonato da América. Nas páginas a seguir leia mais e relembre.

6/4/1969
Inter 2×1 Benfica – Amistoso
O primeiro jogo inesquecível do Beira-Rio foi justamente a inauguração do estádio, em 6 de abril de 1969. Numa partida contra o Benfica, o centroavante Claudiomiro marcou o primeiro gol da nova casa colorada. O craque português Eusébio empatou, mas Gilson Porto _ que morreu vítima de câncer em 2003 _ garantiu a primeira das muitas vitórias que o Inter conquistaria em seu estádio.

20/4/1969
Inter 0x0 Grêmio – Amistoso
No clássico 189, que fez parte dos festejos de inauguração do Estádio Beira-Rio, ocorreu a maior pancadaria já registrada em um Gre-Nal. Após uma semana de discussões entre dirigentes, o clássico quase foi cancelado. A confusão teve início aos 37 minutos do segundo tempo, depois de uma disputa entre o gremista Espinosa e o colorado Urruzmendi. Ao final do "combate", o árbitro Orion Satter de Mello expulsou 20 jogadores. Não levaram vermelho apenas o goleiro Alberto (Grêmio) e o meio-campo Dorinho (Inter).

17/12/1969
Inter 0x0 Grêmio – Gauchão
O empate em 0 a 0 com o Grêmio, no dia 17 de dezembro de 1969, tem bons motivos para ser um dos jogos inesquecíveis dos 45 anos de história do Beira-Rio. A partida valia o título do Gauchão. Se o Grêmio vencesse, seria octa. Ao Inter, bastava um empate para, pela primeira vez, conquistar o Estadual em um duelo contra o maior rival. Além disso, seria o primeiro título da Era Beira-Rio. No segundo tempo, o ponteiro Valdomiro fez um gol, para alegria dos colorados, mas o árbitro Zeno Escobar Barbosa anulou o lance. Ibsen Pinheiro invadiu o campo e ameaçou abrir os portões da coreia (antigo setor em que os ingressos eram mais baratos, pois os torcedores assistiam ao jogo em pé). O clássico foi reiniciado, a partida seguiu 0 a 0, e o Inter conquistou o primeiro dos seis oito títulos seguidos do Gauchão.

14/12/1972
Inter 3×2 Cruzeiro – Brasileirão
Considerado um dos jogos mais emocionantes do Beira-Rio. O Inter de Figueroa, Carpegiani e Claudiomiro perdia por 2 a 1 para o Cruzeiro de Piazza e Dirceu Lopes até os 39 minutos do segundo tempo, quando Escurinho empatou. O gol deixou em êxtase o Beira-Rio e dois torcedores infartaram. Eles foram socorridos e morreram a caminho do hospital. Nem conseguiram testemunhar a virada, consumada com gol de Valdomiro aos 44 da etapa final.

10/8/1975
Inter 1×0 Grêmio – Gauchão
A conquista do hepta está entre os jogos eletrizantes do Beira-Rio. O centroavante Flávio Minuano, também chamado de Flávio Bicudo, foi o personagem do clássico Gre-Nal disputado no dia 10 de agosto de 1975. Depois de três temporadas no Porto, o jogador foi contratado para fazer sombra a Claudiomiro e acabou se consagrando _ foi artilheiro do Brasileirão daquele ano. No jogo que valia o título, marcou o gol da vitória aos 14 minutos da prorrogação. O duelo também foi marcado por uma cotovelada desferida por Figueroa que quebrou o nariz do gremista Tarciso.

14/12/1975
Inter 1×0 Cruzeiro – Brasileirão

Manga; Valdir, Figueroa, Hermínio e Chico Fraga; Caçapava, Falcão e Carpegiani ; Valdomiro (Jair), Flávio e Lula. Esse foi o time do Inter que entrou em campo na tarde de 14 de dezembro de 1975 e venceu o Cruzeiro por 1 a 0. O resultado deu o primeiro título de Brasileirão a um clube gaúcho.

Com o Beira-Rio lotado, aos 11 minutos do segundo tempo, Piazza fez falta em Valdomiro ao lado da área. O próprio Valdomiro ajeitou a bola para a cobrança. Após levantamento para a área, Figueroa subiu mais alto que a defesa mineira e desviou de cabeça. No momento da conclusão, um facho de luz, oriundo do pôr-do-sol no Guaíba, iluminou o zagueiro. Delírio no Beira-Rio. O Gol Iluminado entrou para a história.

23/5/1976
Inter 14×0 Ferro Carril – Gauchão

O Ferro Carril, de Uruguaiana, foi a vítima do maior massacre nos 45 anos de história do Beira-Rio. Pelo Gauchão de 1976, ano em que o Inter buscava o octacampeonato, o time treinado por Rubens Minelli aplicou incríveis 14 a 0 na equipe visitante. Valdomiro e Ramón marcaram três vezes cada um. Caçapava fez dois. Completaram a supergoleada: Genau, Paulo César, Flávio, Cláudio, Figueroa e Escurinho.

22/8/1976
Inter 2×0 Grêmio – Gauchão
A histórica conquista do octacampeonato gaúcho, em 22 de agosto de 1976, ocorreu em um Gre-Nal. O clássico de número 227 foi um dos jogos inesquecíveis do Beira-Rio. O Inter de Manga; Cláudio Duarte, Figueroa, Marinho e Vacaria; Caçapava (Escurinho), Batista e Falcão; Valdomiro (Jair), Dario e Lula, bateu o maior rival por 2 a 0. Os gols do título foram marcados por Lula e Dario. Mais de 70 mil pessoas compareceram ao estádio.

5/12/1976
Inter 2×1 Atlético-MG – Brasileirão
Outra partida inesquecível. No dia 5 de dezembro de 1976, em duelo pela semifinal do Brasileirão, o Inter saiu perdendo para o Atlético-MG de Toninho Cerezo, Paulo Isidoro e Cafuringa. Aos 28 minutos do segundo tempo, Batista empatou. E, no último minuto, um gol antológico garantiu a vitória colorada. Após uma tabelinha de cabeça entre Falcão e Escurinho, Falcão mandou para as redes. Dias depois, a equipe gaúcha sagrava-se bicampeã brasileira.

12/12/1976
Inter 2×0 Corinthians – Brasileirão
Com a base do time campeão em 1975, o Inter fez outra grande campanha em 1976 e conquistou o bicampeonato brasileiro. No dia 12 de dezembro, milhares de corintianos invadiram o Beira-Rio para apoiar o clube paulista, mas o Colorado foi soberano e venceu por 2 a 0. Aos 29 minutos do primeiro tempo, Dadá saltou alto para cabecear e abrir o placar. Na etapa final, aos 12 minutos, Valdomiro cobrou uma falta, a bola bateu no travessão e cruzou a linha. O árbitro José Roberto Wright validou o gol, para a explosão vermelha no estádio, que recebeu um público pagante de 84 mil pessoas. O Inter, do técnico Rubens Minelli, jogou com Manga; Cláudio, Figueroa, Marinho Peres e Vacaria; Caçapava, Falcão e Batista; Valdomiro, Dario e Lula.

23/12/1979
Inter 2×1 Vasco – Brasileirão

A terceira estrela na camiseta colorada foi conquistada de forma invicta. Em 23 jogos, 16 vitórias e sete empates. O último capítulo foi inscrito em 23 de dezembro de 1979. Sob o comando de Ênio Andrade, Benítez; João Carlos, Mauro Pastor, Mauro Galvão e Cláudio Mineiro; Batista, Falcão e Jair; Valdomiro (Chico Spina), Bira e Mário Sérgio levaram o Inter a vitória por 2 a 1 sobre o Vasco. Jair e Falcão marcaram os gols do tricampeonato brasileiro.

7/11/1982
Inter 3×1 Grêmio – Gauchão
O Gre-Nal em que brilhou o centroavante Geraldão. Num clássico pela fase final do Gauchão, ele marcou os três gols na vitória por 3 a 1. Os colorados ainda festejaram um pênalti cobrado por Bonamigo e defendido por Benitez. No mesmo mês, o Inter conquistou o bicampeonato estadual com uma vitória por 2 a 0 no Olímpico, dois gols de Geraldão.

12/2/1989
Inter 2×1 Grêmio – Brasileirão

Não há dúvidas de que o clássico de 12 de fevereiro de 1989 é um dos principais jogos da história do Beira-Rio. Naquele que foi batizado como o Gre-Nal do Século, o Inter foi para o intervalo com um jogador a menos (Casemiro recebeu o vermelho) e perdendo por 1 a 0. Mas em uma tarde fantástica da dupla Mauricio e Nilson, o Colorado virou para 2 a 1 e deixou a torcida em êxtase _ Nilson fez os dois gols. Com o resultado, o Inter se classificou para a final do Brasileirão _ acabou perdendo o título para o Bahia _ e para a Libertadores do mesmo ano. Abel Braga escalou Taffarel; Luis Carlos Winck, Aguirregaray, Nenê e Casemiro; Norberto, Leomir (Diego Aguirre), Luis Carlos Martins e Mauricio (Norton); Nilson e Edu Lima.

5/4/1989
Inter 6×2 Peñarol – Libertadores
Na campanha da Libertadores de 1989, o Inter aplicou uma impiedosa goleada no Peñarol. Um dia após completar 80 anos, o Colorado venceu o tradicional time uruguaio por 6 a 2, em jogo pelas oitavas de final. Nilson, Norton e Heider marcaram duas vezes cada um.

17/11/1992
Inter (3) 1×1 (0) Grêmio – Copa do Brasil
Três anos depois do Gre-Nal do Século, Inter e Grêmio voltaram a se enfrentar em um mata-mata por competições nacionais. E, outra vez, o Colorado levou a melhor. No jogo de ida, no Olímpico, 1 a 1. Na volta, mais de 75 mil torcedores lotaram o Beira-Rio. O centroavante Gérson fez 1 a 0 para os donos da casa, mas Carlinhos empatou. Como o placar se repetiu, a disputa foi para pênaltis, onde brilhou o goleiro paraguaio Gato Fernández. Ele defendeu os chutes de Vilson e Jandir, e o Inter venceu por 3 a 0.

13/12/1992
Inter 1×0 Fluminense – Copa do Brasil

Depois de 13 anos sem um título nacional, o Inter voltou a festejar em 13 de dezembro de 1992. Após perder para o Fluminense por 2 a 1, no Rio, era necessário vencer por pelo menos 1 a 0 em Porto Alegre. O jogo se encaminhava para o empate quando o árbitro paulista José Aparecido de Oliveira marcou pênalti no zagueiro Pinga. A responsabilidade da cobrança ficou a cargo de outro defensor, o capitão Célio Silva. Ele chutou forte, no meio do gol, garantindo a vitória e o título da Copa do Brasil. Explosão de alegria dos mais de 50 mil colorados presentes no Beira-Rio. Treinada por Antônio Lopes, a equipe que jogou a final teve: Fernández, Célio Lino, Célio Silva, Pinga e Daniel Franco; Ricardo, Élson (Luciano) e Marquinhos; Maurício, Gérson (Nando) e Caíco.

2/7/1997
Inter 1×0 Grêmio – Gauchão
Contra um Grêmio que vinha dos títulos do Brasileirão de 1996 e da Copa do Brasil de 1997, o Inter era azarão. Mas o bem organizado time de Celso Roth surpreendeu. Com Gamarra na zaga, e a dupla Fabiano e Christian no ataque, o Inter ganhou por 1 a 0, gol de Fabiano. A equipe campeã jogou com: André; Enciso, Márcio, Gamarra e Régis; Ânderson, Fernando, Sandoval (Celso Vieira) e Arílson; Fabiano (Luiz Gustavo) e Christian (Paulo Diniz).

10/12/1999
Inter 1×0 Palmeiras – Brasileirão

Um dos jogos mais tensos dos 45 anos de história do Beira-Rio. O Inter precisava vencer o Palmeiras, treinado por Felipão e campeão da Libertadores, para se livrar do rebaixamento. A angustia colorada perdurou até os 35 minutos do segundo tempo, quando o centroavante Celso foi derrubado em frente à área. O próprio Celso levantou para a área, Dunga mergulhou e, com um desvio de cabeça, marcou o gol do alívio e da explosão vermelha em todo o Rio Grande do Sul.

10/7/2004
Inter 2×0 Grêmio – Brasileirão
Marcado como o Gre-Nal do Gol 1000, o clássico apresentou ao torcedor colorado aquele que seria um de seus maiores ídolos. Vindo do futebol francês, Fernandão teve sua situação regularizada dias antes da partida. O técnico do Inter, Joel Santana, deixou o novo reforço no banco. Ele entrou, sofreu a falta que resultou no gol 999, de Vinicius, e fez o gol 1000. A vitória por 2 a 0 rendeu placa no vestiário e uma edição limitada de camisas alusivas ao feito.

16/8/2006
Inter 2×2 São Paulo – Libertadores

A noite de 16 de agosto de 2006, possivelmente, tenha sido a de maior alegria da história do Beira-Rio. Após décadas perseguindo a conquista da América, o Inter alcançou o objetivo, e o torcedor pôde soltar o grito de campeão da Libertadores. A antológica partida contra o São Paulo terminou empatada em 2 a 2. Os gols colorados foram marcados por Fernandão e Tinga. Fabão e Lenílson fizeram para os paulistas. A decisão ficou ainda mais dramática porque o Inter jogou os últimos 27 minutos com um jogador a menos devido à expulsão de Tinga. O apito final deu início a uma festa inesquecível. O time da decisão: Clemer; Índio, Bolívar e Fabiano Eller; Ceará, Edinho, Tinga, Alex (Michel) e Jorge Wagner; Sobis (Ediglê) e Fernandão.

7/6/2007
Inter 4×0 Pachuca – Recopa Sul-Americana
Vencedor da Libertadores de 2006, o Inter teve a oportunidade de disputar a Recopa Sul-Americana em 2007. Na decisão contra o Pachuca-MEX, o Colorado patrolou. Ganhou por 4 a 0, conquistou a Tríplice Coroa (tinha vencido também o Mundial) e passou a adotar a alcunha de Campeão de Tudo. Alex, de pênalti, Pinga, Alexandre Pato e Mosquera (contra) marcaram os gols da partida, prestigiada por mais de 50 mil torcedores. Alexandre Gallo mandou a campo: Clemer; Ceará, Índio, Sidnei (Mineiro) e Rubens Cardoso (Maycon); Edinho, Wellington Monteiro, Alex e Pinga (Perdigão); Iarley e Alexandre Pato.

4/5/2008
Inter 8×1 Juventude – Gauchão
O jogo da desforra no Beira-Rio. Depois de alguns anos amargando resultados ruins contra o Juventude, o Inter enfrentava o time de Caxias em jogo que valia o título do Campeonato Gaúcho. Após perder o jogo de ida por 1 a 0, o time de Abel Braga precisava vencer para ficar com a taça. E o que se viu foi um massacre colorado. Danny Morais, Fernandão (2) e Alex abriram 4 a 0 já no primeiro tempo. Na etapa final, Fernandão, mais uma vez, Nilmar e Índio ampliaram. O requinte de "crueldade" foi último gol. Andrezinho sofreu pênalti, e a torcida gritou o nome de Clemer. Escalado para a cobrança, o goleiro marcou com estilo e fechou o placar, para delírio dos mais de 40 mil colorados presentes no estádio.

O Inter jogou a decisão com Clemer; Índio, Orozco e Marcão; Bustos (Jonas), Danny Morais, Magrão, Alex (Andrezinho) e Guiñazu; Fernandão (Iarley) e Nilmar.

28/9/2008
Inter 4×1 Grêmio – Brasileirão
Apesar de já ter goleado o maior rival no Olímpico, o Inter nunca havia goleado o Grêmio no Beira-Rio. Isso até 28 de setembro de 2008, quando o Colorado venceu por 4 a 1, em jogo pelo Brasileirão.

O clássico inesquecível no Beira-Rio teve como grande destaque o argentino D’Alessandro. Ele fez o primeiro gol e participou dos outros três, marcados por Alex, Índio e Nilmar _ Tcheco descontou. Além de patrolar o rival, o Inter ainda tirou o Tricolor da liderança da competição. O técnico Tite escalou o Colorado com: Clemer; Ângelo (Danny Morais), Índio, Bolívar e Gustavo Nery; Edinho, Magrão, Guiñazu e D’Alessandro (Taison); Alex e Nilmar (Adriano).

3/12/2008
Inter 1×1 Estudiantes – Sul-Americana

Mais uma data de dezembro histórica para o Beira-Rio. Em 3 de dezembro de 2008, o Inter empatou com o Estudiantes em 1 a 1 e tornou-se o primeiro clube brasileiro a conquistar a Copa Sul-Americana. Em uma final eletrizante, o time argentino fez 1 a 0 no tempo normal. Como o Inter havia vencido o jogo de ida pelo mesmo placar, o duelo foi para a prorrogação. Daí, brilhou a estrela de Nilmar, que aproveitou uma sobra na área e marcou o gol do título. Festa para os mais de 50 mil torcedores presentes no Beira-Rio. O técnico Tite escalou o time campeão com Lauro; Bolívar, Danny Morais, Álvaro e Marcão; Edinho, Magrão (Sandro), Andrezinho (Gustavo Nery) e D’Alessandro; Alex (Taison) e Nilmar.

18/8/2010
Inter 3×2 Chivas – Libertadores
O Beira-Rio foi determinante para a conquista do bicampeonato da América. Desde o primeiro jogo, a torcida empurrou o time para as vitórias. Foi assim também no mata-mata, contra Banfield, Estudiantes e São Paulo. Na decisão, uma vitória de virada por 3 a 2 sobre o Chivas Guadalajara. Rafael Sobis, herói no título de 2006, fez o gol de empate em 1 a 1. O então garoto Leandro Damião saiu do banco para fazer o 2 a 1. O terceiro foi de Giuliano, autor do gol mais importante da campanha do bi, contra o Estudiantes, nos instantes finais em La Plata. A equipe mexicana ainda descontou, mas nada que prejudicasse a festa da massa vermelha. Celso Roth escalou o Inter com Renan; Nei, Bolívar, Índio e Kleber; Sandro, Guiñazu, Tinga (Wilson Matias), D’Alessandro e Taison (Giuliano); Rafael Sobis (Leandro Damião).

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