Ficha Corrida

03/09/2016

A violência é o único argumento dos fascistas

A democracia brasileira foi estuprada à luz do dia mediante mentiras abjetas propagadas por todas as empresas jornalísticas.” – DCM

OBScena: violência fascista arranca olho de jovem manifestante para legitimar o golpe paraguaio pela força

ViolênciaSabemos como começa, mas não como termina. Começa com os editoriais dos seus apoiadores. A violência começa pelas redações dos jornais. E lá na cozinha dos grupos mafiomidiáticos que se constrói a narrativa dos bons contra os maus. É lá que a violência é justificada sempre para permitir que seus parceiros ideológicos saqueiem o erário. Instalada a Cleptocracia, a violência é sua primeira obra.

Uma das formas mais fáceis e, por isso, utilizadas para drenar dinheiro dos cofres públicos é encher os veículos que os apoiam com publicidade. Basta a ver que a primeira medida de um golpista, de um parceiro da velha mídia é jogar a comunicação pública na privada.

Olívio e Tarso reforçaram a comunicação pública, que não é movida por publicidade nem por interesses imobiliários como a RBS. O que fizeram seus sucessores bancados pela RBS? Sucatearam a TV Piratini e FM Cultura para que a RBS nadasse de braçada. A Brigada Militar faz dobradinha com a RBS. Homenageia com medalhas os funcionários da RBS, e a RBS vira biombo para a violência da brigada. As condecorações da Brigada tem o mesmo papel das estatuetas distribuídas pela Rede Globo, um símbolo igual ao beijo entre mafiosos.

Não por acaso, a mesma cleptocracia que deu o golpe na democracia, se ancorou nas cinco irmãs (Folha, Estadão, Veja, Globo & RBS) e a primeira medida foi atacar a EBC. O segundo passo, porque não tem legitimidade, é a violência para atacar porque aplicam uma velha máxima latina “civis pacem para bellum”, se queres a paz prepare-se para a guerra. Foi assim na ditadura de 1964, está sendo assim no golpe de 2016. Pensam que para se legitimarem precisam impedir as pessoas de se manifestarem, seja tirando-lhes veículos públicos, seja tirando-lhes, literalmente, a visão.

Michel Temer, beneficiado com o cargo de presidente devido ao golpe dado por Eduardo CUnha a pedido da Rede Globo e suas filiais, declarou que as manifestações eram de “40, 50 pessoas”. Ora, ora, ora. Se eram apenas 40, 50, porque tanta violência? Ora, como na fábula da rã e do escorpião, porque a violência é da natureza do poder ilegítimo.

A violência do Estado é uma exigência de seus patrocinadores e de seus principais beneficiários a mídia privada. Foi assim na ditadura é assim agora. Para a RBS e seus ventríloquos, a violência e o assassinato pelas costas de seus inimigos é vista apenas como “um mártir”, uma oportunidade de defesa aos defensores das vítimas e não como um assassinato. Como já escrevi em outra oportunidade, “Os bandidos das ruas são filhos das redações” e das suas relações promíscuas. Basta pensar o que teria publicado a RBS se o estuprador de Florianópolis fosse filho do Olívio ou do Tarso, como é filho deles, a morte foi do Mosquito!

Para os bandidos encastelados sob o nome de imprensa, a morte de um jovem de periferias, de preferência de cor preta, é festejada. Já um senhor branco, que usa um heliPÓptero pilotado por servidor público seu subalterno, abastecido com gasolina paga pelo erário, que pousa em suas fazendas, mesmo que seja apreendido com 450 kg de cocaína, sua punição será virar ministro de seus golpistas.

Ninguém que saiba o que foram as SS nazistas e os camicia nera fascistas pode ignorar que a violência é o único argumento dos fascistas. E os fascistas hoje foram e são incubados pelos a$$oCIAdos do Instituto Millenium.

No RS, advogado é agredido por PM e seu filho chuta soldado na cabeça

Por jloeffler – No dia 02/09/2016

Enquanto filho teria eu tido a mesma atitude em defesa do meu pai e meu filho estou certo teria feito o mesmo. Esse é o arremedo de Governo Sartori. Não posso esquecer que Sartori traz em seu DNA esse espírito debochado e bandido do PMDBosta. Para nos prestar o policiamento de quarteirão alega ele que não dispõe de guardas em número suficiente, mas para bater nos que não aceitam terem seus votos ROUBADOS pelo partido dele, partido de bandidos usurpadores aí não mais existe a CARÊNCIA DE EFETIVO. Como ele é essencialmente debochado penso que mentiroso também.
O Editor
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02 Setembro 2016

Em Caxias do Sul, na serra gaúcha, o protesto contra o impeachment de Dilma Rousseff (PT) na noite da última quarta-feira (31) acabou em agressão. Um vídeo mostra um homem apanhando de policiais militares. Na sequência, um rapaz, filho do agredido, chuta a cabeça de um dos policiais, que desmaiou e chegou a ter convulsões.
A reportagem é de Paula Sperb, publicada por portal Uol, 01-09-2016.
O vídeo foi divulgado pela Mídia Ninja, grupo de jornalistas independentes, mas é de autoria desconhecida. Ao menos três policiais aparecem na cena. As imagens mostram o advogado Mauro Rogério Silva dos Santos, 51, sendo atingido com cassetete na cabeça, barriga e pernas por um policial, enquanto outro PM o segura.
Em outro momento, Santos está no chão e dois policiais o agridem. O registro mostra na sequência um rapaz correndo e chutando a cabeça de um dos policiais, que estava abaixado.

O jovem foi identificado como Vinicius Zabot dos Santos, 21, filho do advogado. “Quem não faria aquilo [ao ver o pai no chão]?”, disse o advogado à Folha.
O advogado contou que costuma buscar o filho na saída da faculdade, por volta das 22h, mas por causa do protesto encontrou o filho um pouco mais tarde.
O protesto já havia acabado quando Santos chegou ao centro da cidade a pedido do filho, que junto com um grupo de jovens, assistia a abordagem policial a uma mulher e a um adolescente, apontados como autores de pichações contra o atual presidente, Michel Temer (PMDB). As pichações chamavam Temer de “golpista”.
“Peguei minha carteira da OAB e me dirigi aos policias com cautela. ‘Sou advogado’, eu disse. ‘O senhor se retire’, um deles falou, já muito perto de mim. Logo um deles me empurrou e não consegui nem falar mais, me deram voz de prisão”, disse o advogado.
Depois de agredir o PM, Vinícius levou dois tiros da polícia de arma não-letal, na perna e nas costas –as marcas se assemelham a tiros de sal, segundo o advogado.
Motivação
O filho de Santos, estudante universitário e ex-atleta de canoagem, agora é investigado pela Polícia Civil por tentativa de homicídio. Ele passou a noite na Penitenciária Industrial de Caxias do Sul e obteve liberdade provisória na manhã desta quinta (1º).
O policial atingido com o chute na cabeça foi o soldado Cristian Luiz Preto, 32, que desmaiou e chegou a ter convulsões, segundo a Brigada Militar (a PM gaúcha). Preto ficou internado no Hospital Pompéia e recebeu alta no final da manhã. Segundo a corporação, ele sofreu uma concussão.
O motivo que provocou a cena filmada tem versões diferentes. Pela justificativa da polícia, Santos teria interferido na abordagem dos supostos pichadores e atrapalhou o trabalho da polícia.
Segundo o delegado Duarte, os policias teriam reagido depois que o advogado deu uma cabeçada em um dos soldados, quebrando seus dentes. De acordo com o delegado, o vídeo divulgado nas redes sociais não mostra a agressão feita pelo advogado.
“Se eles acham que eu sou culpado, que divulguem as imagens das câmeras de segurança, então”, disse o advogado.
Para Santos, os policiais não entenderam que ele era advogado. “Ou é preto ou é advogado, as duas coisas não”.
Na opinião do advogado, houve abuso policial. “Na rua falavam baixinho que iam fazer um ‘pacotinho’, mas não entendi e disseram que tinha muita gente ali. Na delegacia, os policiais militares fizeram o tal ‘pacotinho’: algemaram com força meus braços nas costas, dobraram minhas pernas para trás por dentro das algemas e um policial sentou em cima”.
O advogado conta ainda que os policiais usaram técnicas de sufocamento. “É quase inimaginável que o ser humano faça isso com outro. Na delegacia me diziam: ‘Doutor, o senhor vai ter que escrever com os dentes amanhã’ por causa da minha mão machucada’”, disse.
Segundo o delegado Rodrigo Duarte, o inquérito deve levar até 30 dias para ser concluído. Pai e filho foram autuados em flagrante, o rapaz por tentativa e homicídio e o pai, por lesão corporal grave e desacato. Os policiais envolvidos na cena não receberam punição — a Brigada Militar abriu inquérito policial militar para apurar a conduta dos policiais.
O comandante responsável pelo policiamento em Caxias, coronel Antônio Osmar da Silva, não atendeu a reportagem. Segundo sua assessoria, o assunto é de responsabilidade do 12º Batalhão da cidade, onde trabalham os policiais.
Os servidores do 12º Batalhão informaram à Folha que o responsável da unidade, o tenente-coronel Ronaldo Buss, não comentaria o caso. Procurado, no 12º Batalhão, o capitão Amilton Turra, que comandou a operação de quarta-feira, não atendeu as ligações.
Em Porto Alegre
Em Porto Alegre, uma manifestação contra Michel Temer percorreu diversas ruas da cidade a partir da Esquina Democrática, ponto tradicional de protestos dos movimentos sociais desde a ditadura militar. Um pequeno grupo atacou a sede do partido de Temer, o PMDB, quebrando janelas e a fachada do prédio, na Avenida João Pessoa. A tropa de choque da Brigada Militar usou bombas de gás lacrimogêneo.
Outro protesto, no Parque Moinhos de Vento, conhecido como Parcão, celebrou o impeachment de Dilma vendendo chope “sem inflação”. “Dois copos por apenas cinco Temers”, dizia o cartaz de divulgação da festa.

Fonte: http://ihu.unisinos.br/559660-no-rs-advogado-e-agredido-por-pm-e-seu-filho-chuta-soldado-na-cabeca

Praia de Xangri-Lá

24/08/2015

Zelotes, o patinho feio das operações

zelotes rbs zhEstá aí a diferença. Quando uma operação atinge os bastões usados para vergastar a esquerda o eufemismo campeia solto. Evita-se inclusive nominar quais são as empresas envolvidas, mas sempre sobra espaço para mencionar JD Consultoria e André Vargas…  O engraçado é que nos outros países em que se investigou a lavagem de dinheiro no HSBC houve agilidade e enfoque nos corruptores.

De certa forma, o discurso do coordenador-geral de investigação se coaduna com os cartazes da marcha dos zumbis de que se trata do crime sonegação, mas corrupção dos agentes públicos. Não é por acaso que impostores do impostômetro estejam todos no sonegômetro.

E assim, volta-se ao passado para continuar jogando a culpa no corrompido para aliviar a culpa do corruptor. Aliás, esta é a grande diferença da Operação Lava Jato.

Na Lava Jato estão sendo incriminados as duas pontas, o cartel dos corruptores e os corrompidos. Ou pelo menos os corrompidos que se quer condenar. Parece claro, na Lava Jato, que há uma seletividade nos vazamentos. E os vazamentos só fazem sentido na medida que forma uma parceria da mídia com o que se busca na Lava Jato.

Mas como construir uma parceria entre investigadores, mediante o uso de vazamento seletivo, se as empresas de comunicação estão entre os principais investigados?! Este é o ponto que difere as duas operações. É por isso também que não se vê manchetes escandalosas a respeito dos envolvidos e do volume de dinheiro movimentado.

Tanto a Operação Zelotes como a Lista Falciani do HSBC não envolvem políticos de esquerda, mas pegam por cheiro seus algozes. Eis aí a razão que sugere a grande diferença entre Lava Jato e Zelotes. Pode-se brigar com os fatos, pois se eles não estão de acordo com as versões, pior para eles.

Entrevista. Gerson Schaan

Investigação se refere a processos de dívidas tributárias, e não se pode esperar que dinheiro será recuperado rapidamente

‘Operação Zelotes não vai ajudar no ajuste fiscal

Andreza Matais

24 Agosto 2015 | 05h 00

O coordenador-geral de investigação da Receita Federal, o auditor fiscal Gerson Schaan, afirmou ao Estado que a Operação Zelotes conseguiu confirmar ilegalidades envolvendo 20 grandes empresas que questionaram dívidas tributárias no Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf), mas alertou que o governo não deve contar com o resultado da investigação para fazer caixa e aliviar as contas públicas. “Trata-se de um caso de corrupção, e não de sonegação fiscal”, explicou.

Schaan quebrou o silêncio que envolve seu cargo e criticou a Polícia Federal, que chegou a comparar a Zelotes à Lava Jato, criando uma expectativa de que R$ 19 bilhões poderiam retornar ao cofres públicos em decorrência das investigações. “São casos completamente diferentes.”

Na Receita, o coordenador geral de investigação montou e comanda três equipes de auditores fiscais que se dedicam exclusivamente às investigações sobre a Zelotes, a Lava Jato e o HSBC. “A Lava Jato é sem dúvida a maior investigação que já fizemos.” O caso HSBC não fica muito atrás. No ano passado, a equipe de Schaan produziu cem investigações. Apenas os relatórios referentes ao HSBC envolvem 8 mil contas.

Leia os principais trechos da conversa de Schaan com o Estado:

A Zelotes será maior do que a Lava Jato?

A comparação com a Lava Jato nunca foi oportuna por conta do tipo de esquema. Não posso comparar milhões que foram superfaturados numa obra com autos de infração que estão sendo julgados no Carf. Existem casos em que o julgamento em si não teve problema, mas a tramitação do processo. Temos julgamentos que foram manipulados de forma a cair numa turma que tenha o voto que a quadrilha quer, a favor do contribuinte. Se fosse em outra turma, o voto seria a favor da Fazenda. A questão não envolve sonegação, mas corrupção.

Mas não se pagou para anular multas que chegavam a R$ 19 bilhões?

Deu-se uma falsa impressão de que é uma fraude, de que se poderia buscar aí o ajuste fiscal, não é isso. Tem alguns “bi” desse montante que, se fosse de novo a julgamento, a Fazenda iria perder outra vez porque a fraude não está no voto, mas na tramitação. Não é porque eu estou julgando auto de infração que há crime de sonegação. Se eu manipulo o processo de forma a só julgar quando for bom para mim, eu estou fraudando o sistema. Por isso, achar que esses valores que vão ser arrecadados irão ajudar o ajuste fiscal, não dá.

Pode dar um exemplo?

Nos casos analisados na investigação que envolvem ágio interno, por exemplo, os contribuintes têm uma interpretação a respeito e a usam para diminuir o valor do imposto a pagar. A Receita entende de outra forma e multa. No Carf tinha decisões dos dois lados. O que a quadrilha fazia era direcionar o julgamento para uma turma que já tinha esse entendimento a favor do contribuinte. Isso não é sonegação, você está interpretando a lei de outra forma. É diferente de usar nota fria, conta de laranja. Isso é caso de sonegação. O cara sabe que tem de pagar aquele imposto, mas ele usa artifícios para não pagar e o conselheiro vota a favor dele. E aí na Zelotes tem de tudo.

Em que fase está a investigação agora?

No momento, o Ministério Público trabalha algumas denuncias e nós estamos trabalhando para dar seguimento a outros processos que ensejam novas quebras de sigilo bancário, fiscal. Não vejo horizonte para terminar. Neste momento são 20 empresas que já têm substância mais forte. Não posso citar, mas são 20 e poucas empresas diferentes. Os conselheiros se repetem.

Há queixas relativas ao primeiro juiz do caso, que não autorizou a continuidade das escutas. Isso prejudicou as investigações?

Isso de fato atrasou algumas decisões, inviabilizou determinada linha de investigação.

A Receita já havia iniciado a investigação quando a PF entrou no caso. Como foi o trabalho?

Já participei de investigações mais harmônicas. Causa prejuízo porque algumas coisas poderiam ter produzido resultados mais cedo e eventualmente mais robustos.

Existe um limite para as investigações?

A investigação é pautada por onde as provas nos levam.

Quando as investigações do caso HSBC serão concluídas?

É um trabalho de longo prazo. No ano passado fizemos cem investigações e, neste caso, são 8 mil. Já identificamos quem tem irregularidade tributária e agora analisamos os casos mais relevantes. Encontramos procuradores e advogados que controlam várias contas bancárias.

Quantas pessoas da sua equipe trabalham só na Lava Jato?

É o maior trabalho que já fizemos sem dúvida alguma. Temos 242 procedimentos de fiscalização abertos e uma equipe de 55 auditores fiscais, mais 15 alocados no apoio a investigação criminal.

O que sua equipe identificou?

Quando o Paulo Roberto Costa foi solto pelo STF, nós demonstramos que ele tinha dinheiro não declarado na Suíça (o ex-diretor da Petrobrás voltou a ser preso por causa dessa informação). O esquema de lavagem de dinheiro do André Vargas fomos nós que identificamos. Também fomos nós que identificamos pagamentos das empreiteiras para a JD Consultoria (empresa de José Dirceu). Na fase Radioatividade, identificamos o caminho do dinheiro até chegar à empresa do real beneficiário, o diretor preso.

17/08/2015

Coxinhaço

O que a geografia da cidade de Porto Alegre ensina. Como diria o poeta Mário Quintana, “olho mapa da cidade com que examinasse a anatomia de um corpo”. Em Porto Alegre o movimento golpista está concentrado nos bairros das classes mais privilegiadas: Bela Vista e Moinhos de Vento. E isso explica porque a concentração dos golpistas acontece no Parcão e no Parque Moinhos de Vento. E, vejam só, a Marcha dos Zumbis II fez transparecer outro aspecto bem gaúcho. Saiu do Parcão e visitou a sede do jornal Zero Hora/RBS, na Av. Ipiranga. É aquele momento em que o peregrino visita seu local sagrado.

Momento vergonha alheia: E como se tudo isso, que é muito mas não é tudo, bastasse, os zumbis portavam cartazes buscando legitimar o crime de sonegação. Claro, eles se referiam à Operação Zelotes, na qual seus patrocinadores, RBS & Gerdau, estão envolvidos. Uma parte do movimento se desgarrou e foi lamber botas no Comando Militar do Sul.

Toxicômanos. Dizem que é na Cidade Baixa que há mais maconheiros. Então seria interessante que a UFRGS fizesse uma análise química nos esgotos da Restinga, Cidade Baixa e Moinhos, como fizeram em Nova Iorque e em Brasília. Vai-se ver onde está concentrados os consumidores de cocaína. Tenho certeza que haverá maior concentração nos bairros que querem entronizar o Napoleão das Alterosas.

É por isso que nos estádios os gaúchos cantam: “sirvam nossas patranhas de modelo em toda terra”. 

Coxinhaço volta a ironizar ato Fora Dilma

Coxinhaço reuniu manifestantes contrários ao ato Fora Dilma | Foto: Guilherme Santos/Sul21

Coxinhaço reuniu manifestantes contrários ao ato Fora Dilma | Foto: Guilherme Santos/Sul21

Luís Eduardo Gomes

Como já virou tradição em Porto Alegre, em um novo dia em que manifestantes pediram pela saída da presidente Dilma Rousseff da presidência,  também é realizado o chamado “Coxinhaço” para marcar a posição contrária.

Leia mais:
Em Porto Alegre, caminhada de 3h pede a saída de Dilma

“Parece que se tornou uma cultura. Quando tem o ato dos coxinhas, nós fazemos o Coxinhaço”,  disse Matheus Castro, que fez parte da organização do ato. Segundo ele, o evento, convocado pelo Facebook, contou com o apoio do Bloco da Diversidade, SindBancários, Federação dos Metalúrgicos e outros movimentos de esquerda.

Marcado para às 16h, o ato reuniu dezenas de pessoas na esquina da Rua da República com a Rua Gen. Lima e Silva, no bairro Cidade Baixa. Foram vendidas coxinhas de galinha ao preço de R$ 2 – quem não tinha poderia levar de graça, assim como doações a mais também eram bem-vindas – para ironizar o ato realizado no Parcão, considerado como uma manifestação da “elite coxinha” brasileira”.  Além disso, também ocorreu uma exposição de exposição de trabalhos de cartunistas contra a redução da maioridade penal.

Ato também contou com manifestações contra a redução da maioridade penal | Foto: Guilherme Santos/Sul21

Ato também contou com manifestações contra a redução da maioridade penal | Foto: Guilherme Santos/Sul21

Inicialmente, a presença de público era tímida, com poucos manifestantes aguardando as coxinhas ficarem prontas e curtindo o som de uma banda que improvisava instrumentalmente – sem palavras de ordem como no ato do Parcão – clássicos da cultura popular brasileira.

Um dos primeiros a chegar foi Vicente Schneider, militante da União da Juventude Socialista, que disse salientou que a importância do “Coxinhaço” era a defesa do resultado das urnas.   “É importante estar aqui em defesa da democracia, contra essa onda de golpe e contra as forças conservadores que tentam colocar uma agenda de recesso no País. É importante demonstrar não apoio ao governo, mas ao resultado das urnas”, afirmou.

Aos poucos, porém, o público foi aumentando e a expectativa da organização é que o evento reunisse, assim como nas outras vezes, cerca de 300 pessoas.

Presente pela terceira vez em um “Coxinhaço”, o professor César Weinmann, do Colégio Estadual Inácio Montanha, salienta que, diferentemente do ato contra o governo, o evento é marcado pela diversidade.

“Pode parecer parcial, mas basta olhar a reprodução das imagens. Se tu olhar aqui, vai ver um pessoal em clima de confraternização, diversidade e inclusão. E, se tu for lá, vai ver uma coisa extremamente de ódio, excludente e sectária. Eu prefiro estar do lado das manifestações populares e includentes”, disse.

Jornal-Sul21-GS-560-11

Ato reuniu defensores do governo Dilma | Foto: Guilherme Santos/Sul21

Jornal-Sul21-GS-530-08

| Foto: Guilherme Santos/Sul21

Foto: Guilherme Santos/Sul21

Foto: Guilherme Santos/Sul21

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Foto: Guilherme Santos/Sul21

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Foto: Guilherme Santos/Sul21

Foto: Guilherme Santos/Sul21

Foto: Guilherme Santos/Sul21

Coxinhaço volta a ironizar ato Fora Dilma (veja fotos) – Sul 21

20/03/2015

Saiba como o coronelismo eletrônico gaúcho conduz sua manada

A RBS apostou no cavalo do comissário, mas o candidato da casa caiu do cavalo

zhNa RBS, nunca há problemas nas gestões do PSDB. No Correio do Povo, independentemente de ser do Bispo ou do Papa, nunca há problemas envolvendo o PP. A RBS já foi aliada do PMDB, o Correio do Povo sempre esteve no PP. Há um ponto que põem Correio e RBS do mesmo lado: o inimigo morta PT. Até hoje só houve uma discórdia: a CRT. A proximidade da RBS com Antonio Britto levou a melhor. RBS  e Correio do Povo flutuam conforme a situação, ficam com quem pode bater o PT. Para ambos há três tipos de petistas bons: morto, fora do poder (vide as homenagens recentes ao Olívio Dutra), ou que sai do PT e começa a bater no ex-partido.

Há uma lógica que perpassa os dois grupos hegemônicos: tratar dos problemas locais, quando aliados ocupam o poder, como se fossem eventos da natureza, sem responsabilidade dos agentes. Hoje tem notícia a respeito do binário Borges de Medeiros x Praia de Belas. Há problemas, apontam, mas não cobram da administração municipal. Pegam um terceiro, professor da Unisinos, para analisar. Uma aluna da UFRGS foi abusada sexualmente no Parque da Redenção e, vejam só, maltratada na Delegacia da Mulher. Não, não é culpa do Governador, nem da Secretaria de Segurança. É culpa de quem decide política de segurança, do Governo do Estado. É fruto da mesma política que terminou mais cedo a operação golfinho e  com isso conseguiram alguns afogamentos em áreas que comumente, nos anos anteriores, havia salva-vidas.

Ninguém, nas duas empresas, ousa dizer algo porque concordam exatamente com a diminuição dos serviços públicos. É a tal de contenção de gastos que resulta no mau atendimento. Menos diárias para efetivos de segurança, menos segurança. Menos investimento no DMA, mais gente reclamando do mau atendimento e da péssima qualidade da água. Tudo isso não importa se forem governos que investem pesado em publicidade nestes grupos mafiomidiáticos.

Os funcionários das duas empresas são amestrados para criminalizarem os movimentos sociais e as vítimas. Salva-se aquele que aumenta o próprio salário e põe a esposa no cargo de Secretária. Quando decide parcelar o salário dos outros, o problema fica com a justiça. Não cobra de quem fez com que o problema chegasse à justiça.

Quando havia denuncias, e mesmo quando não havia, criminaliza-se a instituição PT. Por qualquer dá cá uma palha, fomentam ódio contra o PT. Veja-se o tratamento que agora dão ao envolvimento do PP gaúcho, todinho, no escândalo da Operação Lava Jato. E todos na RBS sabem que Ana Amélia Lemos foi candidata ao Governo do Estado pelo… PP. E que já era do PP de Pratini de Moraes quando este era Ministro da Agricultura no episódio das Saudações Aftosas… Aliás, Ana Amélia Lemos, enquanto funcionária da RBS e chefe da Sucursal de Brasília, detinha cargo no Senado onde seu falecido marido era senador biônico, vejam só, dos avôs do PP, a ARENA. É. A RBS não sabia de nada. Por isso pode até falar do fulano ou sicrano, mas jamais criminaliza o partido, como faz com o PT.

Agora confirma-se a cassação do Gilmar Sossella e a mesma forma de tratamento quando se trata de partido subalterno. A presença de Lasier Martins no PDT explica o tratamento brando. As relações com Vieira da Cunha dão força para que a notícia seja só uma nota de pé de página. Não criminalizam o PDT. Ninguém vai pedir fora PDT. Até porque a Prefeitura Municipal, com José Fortunati, se tornou um dos mais fortes aliados da RBS na especulação imobiliária de Porto Alegre.

O coronelismo eletrônico gaúcho tem no DNA cromossomas que o liga intimamente à criminalização dos movimentos sociais e ao favorecimento dos grupos que neles investem publicidade. Esse Macarthismo Gaudério tornou Pinochet mais popular no RS que no Chile. A RBS, com seu jornal Zero Hora, conseguiu uma façanha que mereceria o Guinness Book. Nunca sofreu censura durante a ditadura, mas foi apreendida pela Justiça, na Democracia. Caráter é tudo!

14/03/2015

PP leva o Rio Grande a jato pelo mundo

Na imagem, os avôs do PP da Ana Amélia Lemos e do Germano (um deles), sem com suas caras de bunda na RBS

zhnQuando menos se espera, lá estão os gaúchos fazendo história. É uma celebração.

Veja o que é a ironia da história.  A RBS, sempre que acontece um desastre, procura por  algum gaúcho. A obsessão por colocar um gaúcho no meio de qualquer coisa, mesmo que seja um tsunami, é tanta, que foi criado um site só para registrar esta doença: http://gauchonazh.tumblr.com/. Pois não é que, de repente, a RBS ganha concorrente de peso! O jornal El País da Espanha acaba de colocar o RS, pelas mãos do PP, no mapa mundi.

É o Rio Grande, cujo hino garante que nossas façanhas são modelo a toda terra. Isso mesmo, não ao Rio Grande, ao Brasil ou à América, mas “a toda terra”… É o mesmo hino que diz que povo que não tem virtude acaba por ser escravo, como quem diz que a escravatura era uma decorrência da falta de virtude dos… escravos. Fora do contexto da escravidão, vê-se que o povo gaúcho continua sem virtude, porque continua escravo da RBS. Ela diz, o povo, bovinamente, como manada, segue a égua madrinha. Todo ano a serpente desova um de seus funcionários para servir de égua madrinha deste povo que se orgulha de ser mais politizado do Brasil. Aqui tudo é superlativo, inclusive e principalmente, a ignorância.

Diante do que se tem visto, das duas, uma: ou é um povo mal informado ou é um povo mal intencionado! Nenhuma das duas o salva como povo homogêneo que a RBS quer fazer crer que somos.

É isso que dá o Governo Federal em confiar em quem não merece confiança.

Partido Progressista, o ‘filho’ da ditadura que coleciona escândalos

Com 31 dos 49 políticos investigados, legenda é umas das principais aliadas do Governo

A. Benites São Paulo 7 MAR 2015 – 20:26 BRT

De filho da ditadura militar (1964-1985) a para-raios de escândalos, esse é o Partido Progressista, a sigla que teve mais políticos citados na Operação Lava Jato até o momento, 31 dos 49. Oriundo da Arena, a agremiação de direita que deu suporte ao regime militar brasileiro, o PP sempre apoiou os governos, independentemente de quem fosse. Sua principal diferença do PMDB, que também costuma ser um fiel aliado do Palácio do Planalto desde a redemocratização, é o tamanho: os progressistas são menores.

A relação dos membros do PP investigados por desvios de recursos da Petrobras é eclética. Vai de um padre baiano, o ex-deputado José Linhares da Ponte (Padre Zé), a um evangélico paulista que está na cúpula da Igreja Mundial, o missionário José Olímpio. Há ainda mensaleiros, como Pedro Henry e Pedro Corrêa, um ruralista gaúcho anti-índios, Luiz Carlos Heinze, e o vice-governador baiano que diz estar “cagando e andando” para a investigação, João Leão.

Ter a maioria dos políticos implicados no escândalo não significa que o PP foi o principal articulador do esquema

Ter a maioria dos políticos implicados no escândalo da Petrobras até agora não significa necessariamente que o PP foi o principal articulador do esquema. Conforme o Ministério Público Federal, os nomes dos progressistas apareceram mais porque os dois delatores-chave das fraudes, o doleiro Alberto Youssef e o ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa, eram vinculados a esse partido por indicação do então deputado federal José Janene (morto em 2010). As figuras ligadas ao PT, o ex-diretor da petroleira Renato Duque e o tesoureiro do partido, João Vaccari Neto, assim como os relacionados ao PMDB, o ex-diretor Nestor Cerveró e o lobista Fernando Soares, não assinaram termos de colaboração com a Justiça. Ou seja, não entregaram quem eram os petistas e peemedebistas envolvidos nos desvios de até 20 bilhões de reais da maior empresa estatal do país.

“Evidentemente que essa lista tende a aumentar assim que as investigações se aprofundarem”, avalia o cientista político Paulo César Nascimento, professor da Universidade de Brasília.

Raio-X

Com 1,4 milhão de filiados o PP é o quarto maior partido brasileiro, está atrás de PMDB, PT e PSDB. Nos Governos de Dilma Rousseff e de Luiz Inácio Lula da Silva ganhou relevância ao comandar ministérios importantes, como o das Cidades (que agora é do PSD), entre 2005 e 2014, e desde janeiro passado o da Integração Nacional. Duas pastas com orçamentos gigantescos e programas considerados chaves para o Planalto, como o Minha Casa, Minha Vida e a obra de transposição do rio São Francisco. Atualmente, além de cargos na gestão Rousseff, os progressistas contam com a governadora de Roraima, Suely Campos, e seis vice-governadores, entre eles o do Rio de Janeiro, Francisco Dornelles, e o da Bahia, João Leão.

Com 40 deputados federais e cinco senadores, o PP tem uma bancada de baixo clero que já foi pega em vários escândalos. No mensalão petista, em 2006, lá estavam os deputados José Janene, Pedro Henry e Pedro Corrêa. No superfaturamento de obras em São Paulo, em 2004, aparecia o deputado federal Paulo Maluf e o filho dele, o empresário Flávio – ambos estão na lista de procurados pela Interpol e não podem deixar o país. Na máfia dos Fiscais paulistanos, em 1998, surgiu um afilhado de Maluf, o prefeito Celso Pitta (já morto).

Mais recentemente, o PP viu seus quadros envolvidos em um escândalo nacional e dois regionais. O primeiro foi em 2011, quando o então ministro das Cidades, Mario Negromonte, do PP da Bahia, foi acusado de oferecer uma mesada de 30.000 reais a seus correligionários para apoiar sua permanência no cargo. A propina não foi comprovada, mas o ministro caiu. O segundo caso foi em Campo Grande (MS), no ano passado, quando o prefeito Alcides Bernal foi cassado acusado de nove crimes, inclusive lavagem de dinheiro. O mais atual é no Governo de Roraima, comandado por Suely Campos. Eleita após a Justiça impedir a candidatura de seu marido, Neudo Campos, Suely terá de suspender a nomeação de 19 funcionários do primeiro e segundo escalão por causa de nepotismo. Eram todos seus familiares.

O PP tem uma bancada de baixo clero que já foi pega em vários escândalos

Na avaliação do cientista político Nascimento, os membros do PP costumam aparecer em escândalos porque geralmente são políticos com a velha prática clientelista, que foi mesclada com técnicas de corrupção do PT. “Há no PP políticos corruptos contumazes e isso se espalha pelo próprio partido. Mas essa prática não é exclusiva dele. O PMDB também vai no mesmo sentido. Só não surgiram tantos nomes ainda”, diz o estudioso da política brasileira.

"Cagando e andando"

Ao contrário de outras legendas que viram seus quadros citados no escândalo da Petrobras, o PP ainda não se manifestou oficialmente. Alguns de seus membros citados fizeram declarações de defesas isoladas, sempre negando qualquer irregularidade em suas prestações de contas eleitorais ou em relação à atividade parlamentar. Um deles foi o senador Ciro Nogueira, o presidente nacional da legenda. Em sua conta do Twitter, Nogueira diz que as acusações contra ele são “absurdas e sem fundamento” e criticou a imprensa brasileira.

Outro que falou sobre o assunto foi o vice-governador baiano, João Leão. Em entrevista ao jornal Folha de S.Paulo por telefone, ele disse que não estava nada preocupado com as acusações. “Estou cagando e andando, no bom português, na cabeça desses cornos todos. Sou um cara sério, bato no meu peito e não tenho culpa”, afirmou.

EL PAÍS Brasil

09/11/2014

RBS: Rede Bem Suja!

Filed under: Engage Eventos,Grupo RBS,Jornal Já,RBS,Zero Hora — Gilmar Crestani @ 12:20 am
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Houve um tempo em que eu recebia Zero Hora, de graça. Reclamava, xingava mas continuavam mandado. Fiz “carta registrada com aviso de recebimento”, notificando para que a continuidade da remessa do dito curo me era indesejada e resultaria em medida judicial. Afina, minha caixa de correios, dizia, não era lixeira. Pararam. Mas continuaram por outras vias. Por telefone e também por e-mail.

A RBS nasceu com a ditadura, cresceu com a ditadura e está morrendo na democracia. Nada mais sugestivo…

Este e-mail da imagem ao lado é só o mais recente. Recebi dia 07/11/2014. Deve ter sido fácil para descobrirem que sou colorado. E, se descobriram isso, também deveria ter sabido que nada da RBS me interessa. Aliás, todo colorado deveria saber o quanto a RBS batalhou para melar o contrato do Inter com a Andrade Gutierrez. Portanto, chega a ser ofensivo que a RBS venha a me oferecer algo sabendo que lutou com unhas e dentes contra meu clube. Giovani Luigi, Presidente do Inter, só conseguiu amainar os ânimos da RBS em relação ao Inter quando contratou a Engage Eventos, também da RBS, para a festa de reinauguração. A pressão da RBS para cima do Inter só não redundou em repercussão maior porque a mídia atua em compadrio, um acobertando outro. Juremir Machado da Silva, sempre ele, furou o bloqueio. E mais não houve…

A RBS só não acabou ainda porque é mantida por seus finanCIAdores ideológicos. Não tem nada a ver com jornalismo ou algo parecido com isso. Fizeram bem em criarem a empresa de venda de vinho Wine. Mas, pra mim, seus vinhos são vinagre!

Por que a RBS está encolhendo

O jornalista Claiton Selistre acaba de se aposentar, depois de 25 anos na RBS, boa parte deles em cargos de direção.

Neste artigo publicado originamente no portal Making Off, ele analisa as causas do encolhimento que o maior grupo de comunicações do Sul do Brasil está submetido:

“A internet provocou uma revolução na vida das pessoas, com forte impacto no meios de Comunicação donos de veículos impressos.

Os usuários, até então, exerciam o ato unilateral de ir às bancas ou ligar um aparelho, passaram a ser acesso à geração de conteúdo – postando fotos e textos, opinando sobre tudo e todos.

Foi um salto extraordinária para a formação espontânea da maior rede de informação do mundo, sem custo, muito rápido e mais impactante do que os saltos no tempo ocorridos entre a chegada do rádio, na era dos impressos, e da TV, no auge do rádio. A RBS, cujos negócios se dividem, principalmente, em televisão, com 18 canais; 24 rádios e 8 jornais, foi atingida fortemente pela nova onda – como grupos no mundo inteiro.

O meio jornal caiu vertiginosamente em circulação e em receitas, provocando a aplicação de um remédio amargo para todos – o corte de estruturas, gente e produto, como uma bola de neve: menos recurso, menos gente, menos qualidade, menos comercialização, menos receita, menos recurso para investimento.

Sabendo que deveria crescer além das fronteiras de SC e RS, a RBS fez muitas tentativas para isso: em certa oportunidade, quis entrar no Paraná; em outra, criou o Canal Rural – voltado para o agronegócio e parabólicas em todos o Brasil.

Chegou a comprar uma FM e iniciar negociações para um jornal, em São Paulo.Tudo isso preocupava a Globo, conforme era manifestado em conversas desgastantes na sede da rede no Jardim Botânico, no Rio. A programação nacional líder de audiência, exclusiva para os dois Estados, estava garantida desde que o grupo gaúcho não ultrapassasse fronteiras, e não concorresse no plano nacional.

Quando Eduardo Melzer, neto do fundador, assumiu a presidência da RBS, em julho de 2012, teve que administrar outro possível atrito, provocado por um modelo de comercialização que considerava as receitas sob a mesma direção geral, como se fosse um bolo só – rádio, TV e jornal.

A dona da programação nacional de maior audiência ficou desconfortável com esses vasos comunicantes comerciais, entendendo que dinheiro da TV deveria ser administrado somente por ela.

Isso acabou levando, mais tarde, à primeira alteração na equipe gestora de Melzer: Eduardo Smith, vice-presidente da RBS em SC, deixou a TV, passando a administrar Rádio, TV e Oline para o Grupo todo.

Em 2013, com os resultados abaixo do esperado, vários alterações foram feitas na equipe. Seguindo o padrão sugerido em consultoria, executivos com diploma de pós graduação nos Estados Unidos, focados em numerologia, mas sem conhecimento de conteúdo.

O descuido com o produto ocorria enquanto a Internet surrupiava leitores.

A RBS, inovadora ao ser proprietária do ZAZ, que depois vendeu e se transformou no Terra; em ter a NelSul que repassou a Globo e outras iniciativas pioneiras, não encontrava as soluções para o futuro. Tentava, com novos negócios na capital paulista e procurava diversificar, com investimentos em outras áreas, mas sem grande impacto nos resultados econômicos.

Os investimentos maiores, até então, havia sido a inauguração de um moderno parque gráfico, em Porto Alegre, ao custo de 70 milhões de reais e em Santa Catarina, a mudança da sede da empresa para a SC 401 (hoje quase um terço vazio).

Na metade deste ano, os acionistas realizaram uma reunião fechada em Miami para estudar uma saída para o momento. Entraria em cena a consultoria da empresa paulista Galeazzi e Associações, que neste momento supervisiona produção de um orçamento extremamente rígido.

Cortes de pessoal são feitos sistematicamente e ,em agosto, com anúncio prévio, 130 funcionários foram demitidos. Outras decisões de enxugamento foram tomadas: em Santa Catarina, o fim do patrocínio das transmissões de carnaval e, a mais impactante delas, a não realização do Planeta Atlântida depois de 17 anos, vitimado pela equação: orçamento menor, menos atrações, menor público, menos receita. A expectativa é que o novo orçamento gere uma nova redução das estruturas até o final deste ano, para o atingimento da meta em 2015.

Quanto ao produto, a RBS já informou a proposta. Na semana passada foi anunciada a saída de Smith, com o tradicional “final de ciclo”.

Para essa tarefa de dirigir os destinos de Jornais e Online, Melzer chamou a executiva Andiara Petterle, de 35 anos, que possui formação em jornalismo na base, e está na empresa desde 2011, tocando mídias digitais em São Paulo. É uma sinalização de foco, pois a gestão não inclui mais a área de Rádio.

Ela chega com dois grandes desafios: conciliar o lado de mãe, pois está com oito meses de gravidez, e implantar produtos que compensem a falta de receita dos jornais.

A posse vai ser em quatro meses. Até lá vai, Andiara vai cuidar do bebê e dar a luz um projeto rápido e eficiente, que estanque o encolhimento da RBS.

Claiton Selistre, jornalista

Leia também:

Por que a RBS está encolhendo | Jornal Já | Porto Alegre | Rio Grande do Sul

29/09/2014

Por que este tipo de informação que não sai na RBS?

ANA RBS LEMOSMERCADO ABERTO

MARIA CRISTINA FRIAS cristina.frias@uol.com.br

Cooperativas de energia investem em duas hidrelétricas no interior do RS

A Coogerva, que reúne quatro cooperativas de energia do interior do Rio Grande do Sul, vai construir duas novas PCHs (pequenas centrais hidrelétricas) no Estado.

O investimento será de R$ 236 milhões. Os projetos fazem parte de um leilão de energia vencido pelo grupo para comercialização de eletricidade a partir de 2018.

As PCHs serão construídas em dois pontos do rio da Várzea, entre os municípios de Liberato Salzano, Rodeio Bonito e Nova Tiradentes, no noroeste do Rio Grande do Sul.

A energia será vendida ao mercado regulado. "As usinas terão capacidade para abastecer cerca de 150 mil famílias", diz Elemar Battisti, presidente da Coogerva.

Hoje, apenas parte da eletricidade distribuída pelas cooperativas vêm de geração própria –o restante precisa ser comprado de terceiros.

A Creluz, por exemplo, uma das quatro que compõem o consórcio e que também é presidida por Battisti, produz em seis PCHs próprias 36% do total que distribui.

"O despacho que será gerado pelas novas hidrelétricas dará mais equilíbrio a esse cenário atual", afirma ele.

Do valor necessário para a construção das usinas, 75% deverão sair de financiamentos bancários, ainda de acordo com o executivo.

"Esse é o maior projeto que já desenvolvemos. As duas PCHs serão as mais potentes entre as que pertencem a cooperativas no Estado", diz.

Criadas no passado para suprir o fornecimento de energia em áreas rurais que não eram atendidas pelas concessionárias, as quatro cooperativas atuam hoje em cerca de 150 municípios.

Juntas, Creluz, Coprel, Certel e Cooperluz tem um faturamento anual de aproximadamente R$ 400 milhões.

OUTRA DIMENSÃO

Há seis meses como CEO do Bank of America Merrill Lynch (BofA) no Brasil, Rodrigo Xavier afirma ter se surpreendido com a instituição que passou a comandar.

"Encontrei o banco maior do que eu imaginava", diz.

O Brasil é o quarto mercado para o BofA no mundo.

O executivo conta que, desde o início de sua carreira, deu preferência à área comercial e que esse será o foco de sua gestão.

"Acredito que o que o banco mais precisa agora é de habilidade comercial",afirma. "Minha história foi sempre dedicada a vendas. Sempre agi assim e não é agora que mudarei, pois o meu principal ativo é estar voltado para o cliente", acrescenta.

Xavier foi presidente do banco suíço UBS, ao substituir André Esteves, do início de 2008 a 2009.

Antes de assumir o comando do BofA no Brasil, Xavier foi sócio da Vinci Partners, gestora de recursos que ajudou a fundar.

US$ 2,3 bilhões
foi a receita líquida global no segundo trimestre deste ano, o que equivale a R$ 5,5 bilhões

US$ 11,4 bilhões
foi a receita líquida global em 2013 cerca de R$ 27,5 bilhões

209.500
é o número de funcionários em todo o mundo

530
são os profissionais contratados no Brasil

NO CAMINHO DA INDUSTRIA

O Brasil deverá sediar neste ano 2.222 feiras de negócios, de acordo com levantamento que a Ubrafe (União Brasileira de Promotores de Feiras) divulga hoje.

A região Sudeste concentrará 48% desses eventos, seguida pelo Sul, com 30,6%.

"Quem define o local de realização das feiras é o mercado. Elas seguem o caminho da indústria", afirma o presidente-executivo da entidade, Armando Campos Mello.

"Recife, por exemplo, tem hoje um bom calendário, porque a região se desenvolveu."

Apenas 11 Estados do país possuem boa estrutura para receber feiras –São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Espírito Santo, Paraná, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Pernambuco, Ceará, Bahia e Pará.

A cidade de São Paulo tem hoje 270 mil metros quadrados em pavilhões. Dentro de 20 meses, deverão ser entregues obras que ampliarão esse número para 370 mil.

Catavento… A Queiroz Galvão Energia recebeu autorização da Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) para operar comercialmente um complexo eólico no Ceará.

…ativado Esse é o terceiro complexo da empresa a entrar em operação nos últimos dois anos. Com ele, a companhia passa a ter 200 MW de capacidade instalada em eólica.

No mouse A Basf lançará uma plataforma on-line para estimular a inovação. Ela permitirá a interação entre cientistas, especialistas, clientes e público em geral.

MERCADO PRESSIONADO

O Brasil ficou em 14º lugar em um estudo global envolvendo 31 grandes economias sobre a pressão exercida no mercado de trabalho, segundo pesquisa da Hays (de recrutamento) feita em parceria com a Oxford Economics.

O Brasil atingiu 5,4 pontos em uma escala de zero a dez –índices mais altos representam maior dificuldade dos empregadores para encontrar profissionais qualificados.

Entre os fatores que pressionaram o mercado brasileiro, estão a burocracia e o aumento do salário na indústria de alto nível. Há ainda o descompasso entre as competências demandadas e as possuídas pela força de trabalho.

"Existe dificuldade em encontrar profissionais para áreas como engenharias e biotecnologia, por exemplo", diz Carla Rebelo, diretora-geral da Hays no Brasil.

WI-FI NO AVIÃO

A região das Américas é a a menos satisfeita com o transporte aéreo, segundo estudo global da Sita, empresa de comunicação e soluções de tecnologia da informação para o meio aéreo.

Nos países americanos, 28% dos passageiros entrevistados para a pesquisa gostariam de ter melhorias na experiência de viagem.

Na Ásia, são 23%, na Europa, 18% e na África e no Oriente Médio, 16%.

"O Brasil somente agora começou a ter mais contato com tecnologias em aeroportos, por conta das privatizações", afirma Rubens Caldeira, diretor da Sita no Brasil.

Ferramentas móveis auxiliam a reduzir a frustração, segundo o estudo.

Pouco mais da metade dos 6.277 viajantes ouvidos no mundo afirmaram que gostariam de ver investimentos para ter informações sobre o voo em tempo real e serviços de wi-fi dentro do avião.

"Em outros países já é uma realidade receber no smartphone uma notificação da companhia aérea e de autoridades portuárias sobre o traslado ou mesmo com ofertas em lojas do aeroporto."

com LUCIANA DYNIEWICZ, LEANDRO MARTINS e ISADORA SPADONI

27/09/2014

Saiba por que Ana Amélia é um 7 no meio do 11!

Tenho 11 Motivos Para Não Votar em Ana Amélia. E explico. Se tens apenas um motivo para votar nela, te exponhas, tchê! Deixe que seus amigos saibam porquê.

1. CONEXÕES PERIGOSAS

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Não reconheço nos poucos eleitores dela com os quais já conversei, capacidade intelectual, visão de futuro muito menos discernimento político. São apenas pessoas que compraram a ideia da RBS de que o ódio ao PT é suficiente. Não agregam, desagregam. Não amam, odeiam. Se não são todos, alguns exemplares que fazem parte de seu manicômio ideológico, de comportamento nitidamente fascistas, são suficientes para me manterem ao largo dela e de pessoas como ela: Jair Bolsonaro, Luis Carlos Heinze. O comportamento deles em relação aos homossexuais, negros e índios sugere que devamos guardar deles a mesma distância regulamentar que se recomenda em relação ao esgoto.

Afinal, ninguém põe o banheiro dentro da cozinha!

 

2. ALIADA DA DITADURA

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Poucas pessoas sabem e seus eleitores muito menos, como alguém vira da noite para o dia, e nunca do dia para a noite, Senador Biônico. Como tudo o que sai da cabeça de ditadores, a truculência fala mais alto. No popular, Senador Biônico era um lambe-botas de gorila, como Octávio Cardoso. Um Senador Biônico e suas circunstâncias preenchiam o fetiche da ex-miss-Lagoa Vermelha. Para se ter uma idéia do nível da manada que seguiam os gorilas, se fosse hoje, Beto Albuquerque, por ser do PSB, seria preso, torturado, estuprado, morto, esquartejado e seus pedaços escondidos. Ou não foi exatamente isso que fizeram com o Deputado Rubens Paiva!!! Por ação ou omissão, o marido da Ana Amélia tinha as mãos machadas de sangue. Os que não conseguiram fugir do Brasil, foram presos sem ordem judicial, torturados para excitar os sádicos, estuprados por que a mente suja não tem limite, mortos para não denunciarem, esquartejados para não serem reconhecidos pelos familiares e seus pedaços ou jogados no mar ou espalhados em valas clandestinas como por exemplo o famoso Cemitério de Perus, em São Paulo.

É dessa gente que estamos falando!

 

3. FUNCIONÁRIA FANTASMA DO SENADO

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CC é a abreviação de Cargo em Confiança, que deveriam ser ocupados por pessoas COMPETENTES, e não pelas pessoas com as quais somos CASADOS!

Os candidatos ao Senado pouco ou nada são cobrados em relação ao seu cabedal de honestidade. Passam anos batidos, sem serem lembrados, como por exemplo Pedro Simon, cuja presença no Senado só foi notada quando apareceu de dentadura nova, paga com dinheiro público.

Ana Amélia é desta estirpe. Do moralista de cueca, popularmente também conhecido como Santo do Pau Oco. Vivem de dedo em riste para apontar a sujeira dos outros com o único intuito de esconder a própria. Daí seu programa de governo batizado de “fim dos CC”.

CC, no caso da Ana Amélia, é um forma apocopada de CCC. Uma espécie de abreviação derivada de sua fixação ideológica. A obsessão em acabar com os CC denota apenas um ato falho, que teria passado batido fosse ela apenas candidata ao nada, ao Senado. Ao enfiar esta ladainha na mala de garupa que trouxe de Brasília, a funcionária da RBS e dublê de CC fantasma no Senado, contava apenas com a memória curta de boa parcela dos gaúchos.

Há pelo mens um caso paradigmático deste modus operandi na política brasileira, que foi Collor de Mello. O tal de Caçador de Marajás também tinha esta sanha moral ditada apenas pelas pesquisas. Quando uma pesquisa qualitativa diz que falar mal de servidor dá IBOPE é o que gente do biotipo Ana Amélia fazem. Não medem a verdade nem a coerência, muito menos a ética.

Vejam a base moral da qual deriva todo o comportamento da Ana Amélia Lemos. Tendo casado com um Senador Biônico, este, que ascendeu pelo língua, como todo lambe-botas, este arruma um CC (Cargo de Casada) no Senado por R$ 9.000,000 (nove mil mensais). Um “salariozinho”, disse ela.

Só para lembrar, o teto para a aposentadoria no INSS é de R$ 4.390,00… Cinquenta por cento do salariozinho que ela recebia como funcionária fantasma.

Se esta prática nociva, mas muito comum na ditadura, já era suficientemente condenável, há outra ainda de maior monta: ganhar e não fazer nada!

Ana Amélia exercia o cargo de direção na RBS, como chefe da Sucursal de Brasília, onde permanece por 40 anos, só voltando agora, atendendo interesse da RBS em ter alguém de confiança com a chave do tesouro do RS (Banrisul e verbas de publicidade). Se tudo isso já é muito, pasme, não é tudo. A empresa que diz viver de informação jamais informou seu público a respeito da dupla vida de sua funcionária. Ah, pode ser pior? Pode. Em se tratando de RBS, claro. Ela não só exercia um CC fantasma como ocupava tv, jornal e rádio do Grupo RBS para dar show de moral, diretamente de Brasília, para cima de nós gaúchos. Todos estes anos a ladina passou por paladina da moral de dos bons costumes. É a tal de informação isenta da RBS (isenta de tributos, isso sim!)

 

4. FAZENDA FANTASMA

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Como uma desgraça nunca sem só, mas acompanhada de outras, o DNA da candidata vai se construindo a cada cromossoma revelado. No direito penal há dois tipos de crime, por omissão ou por “comissão”. Quando se omite de praticar ato que deveria, ou por cometer ato que não deveria. “Comissão” é uma palavra que faz parte da “cadeia” do seu DNA. Foi “comissão” no Senado”, “omissão” no papel jornalista. Por isso que a Rádio Gaúcha às vezes entra em … cadeia… Deve ser em ato falho em relação a este tipo de comportamento.

À “comi$$ão” no Senado se soma a “omi$$ão” de uma fazenda, avaliada em R$ 4 milhões, localizada em Goiás. Também teria “omitido”, ou “esquecido”, de informar um terreno em Brasília no valor de mais ou menos R$ 1,4 milhões. Não é proibido ter, mas a legislação pede que se informe. Deve ser por estas omissões que a RBS a contratou para informar… É desse tipo de profissional que se constrói empresas como a RBS. Ou será mero acaso que daquela casa saia gente como Antonio Britto, Yeda Crusius, Lasier Martins?!

Como se vê, na família do seu Octávio Cardoso, transparência é traz parente!

 

5. TENTATIVA DE CENSURA

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Em 2002 publiquei no Observatório da Imprensa o artigo “Mídia e o dicionário da intolerância”. Naquele dicionário Ana Amélia já era verbete:

(No sábado, 2/2/02, foi a vez da "porte-parole" do ministro Pratini de Moraes e da Fiergs, Ana Amélia Lemos, voltar à carga: "Intolerância e solidariedade". A articulista da RBS, que mora em Brasília, não tomou conhecimento da intolerância do governador do Distrito Federal, Joaquim Roriz (PMDB/DF), que, segundo os jornais, pediu uma "salva de vaias ao crioulo petista". Também lhe passou batido o incitamento do prefeito de Presidente Prudente em solidariedade ao pecuarista que atirou pelas costas em José Rainha e que, segundo a Folha de S.Paulo, declarou, a respeito do líder do MST: "Mato ele a tapas". A mesma intolerância que a RBS tentou usar contra os organizadores do Fórum Social Mundial no sentido de exigir condições especiais para a instalação de um canal televisivo, no centro de eventos da PUC-RS, pois a alternativa seria o boicote puro e simples de todo o conglomerado a respeito do Fórum.)

Trazia a baila uma reflexão de Paulo Leminski: quando usamos um termo de forma obcecada é porque seu sentido aponta para a direção contrária. Quando Ana Amélia levanta a bandeira da transparência é porque está com o mastro enfiado na traseira.

O vezo autoritário herdado, se não de outra forma, pelo menos por osmose, de seu marido, é parte de seu DNA. Quem tanto se dizia defensora da liberdade de expressão, que rechaçava qualquer crítica ao seu trabalho de jornalista, de repente viu-se no papel de quem ela tantas vezes enxovalhou. Imagine se cada um que teve de ouvir calado, porque não tinha jornal, tv, rádio nem internet ao seu lado para se defender, tivesse entrado na justiça da censurá-la. Teria gritado aos quatro ventos chamando de comunistas e o escambau. O seu comportamento autoritário não espanta, porque está no seu DNA. Ela está sendo o que sempre foi. Aliás, foi esta arrogância que a levou a ocupar tanto espaço na RBS. Veja bem, arrogância com alguns e lambe-botas com outros. Complacente com os grandes, autoritária com os pequenos.

Vários blogs postaram informações a respeito de sonegação da informação da Fazenda. Havia lido no Cloaca, depois no Sociedade Política. Depois saiu no Sul21 e na Folha. Por que Ana Amélia só quis calar os pequenos e não deu um pio em relação aos grandes? Simples, este é o comportamento típico de vira-lata. A covardia não tem limites!

Outra prova de sua faceta autoritária deu-se com a tentativa de censurar o página no Facebook da Associação Nacional dos Procuradores Municipais (ANPM). Por que será que todo funcionário da RBS, que passa tantos anos cobrando transparência dos outros, se lança na política com o mote da transparência mas na primeira informação que aparece querem ver tudo opaco?

Por que a defensora da liberdade de expressão virou Mãos de Tesoura? Seria porque tem medo que todos os seus podres venham à tona, então é melhor podar desde logo quem tenta trazer à luz suas incoerências?!

 

6. ENRIQUECIMENTO SUSPEITO

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Mesmo considerando apenas o patrimônio declarado pela senadora ao TSE, seus bens dobraram de valor entre 2010 e 2014, saltando de R$ 1,2 milhão para mais de R$ 2,5 milhões. O aumento em questão é incompatível com seu salário no Senado. De novo, vem a tona seu mote da transparência. Logo ela que sempre cobrou transparência deveria ser a primeira a ser transparente. Se ela dobrou seu patrimônio sendo apenas Senadora, imagine tendo as chaves do cofre do tesouro do RS…

 

7. CORTE DE PROGRAMAS SOCIAIS

Ana Amélia votou contra política de aumento do salário mínimo

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Em entrevista à Zero Hora, no dia 17 de Setembro, a candidata do PP anunciou sua disposição em cortar recursos das Secretarias responsáveis pela implementação do Programa RS Mais Renda. O programa, criado no Governo Tarso, beneficia mais de 80 mil famílias em situação de pobreza extrema com um complemento de renda ao Bolsa-Família. Desde 2011, mais de 500 mil gaúchos saíram da miséria. Ana Amélia quer acabar com isso.

Quando a candidata diz que vai cortar CC para investir no social, monta uma meia verdade que se revela mentira inteira. Chuta números da mesma forma de quando era jornalista, sem conferir, sem ter o menor apreço a verdade. Os números estão todos no portal da transparência, goste-se ou não deles, são os números. Ela diz que iria acabar com 5 mil CCs. Como política, 10, por achar todo mundo é ignorante. Como candidata a governadora, ela deveria se lembrar que hoje as pessoas não dependem mais da RBS para se informar. Basta ter internet. Existem 6444 vagas providas no quadro de funções do estado. O detalhe que ela omite é que dessas vagas, 3398 são de Funções Gratificadas, ou seja, 52,7% das vagas de funções são “FG” (os CCs, 2134, representam 33,12% do quadro de funções e somente 1,39% do total de servidores em exercício).

Que ela minta, como ex-funcionária da RBS e como candidata, vá lá. Que o eleitor entre nesta peta aí já são outros 500…

 

8. MENOS RECURSOS PARA A DEFESA CIVIL

Eis a equipe que não defende civis, só militares!

Entre os cortes de gastos anunciados por Ana Amélia, estão as diárias utilizadas por servidores que trabalham fora do seu município de residência. O maior volume de gastos com as diárias, hoje, sustenta a ação dos agentes da Defesa Civil e da Brigada Militar. A medida comprometeria o trabalho de socorro e assistência realizado pela Defesa Civil em enchentes e outras situações de calamidade. Não é novidade que durante a Copa milhares de soldados foram deslocados do interior para a capital. Isso custa dinheiro em forma de diárias. Negar isso seria pedir que o contingente fosse deslocado sem receber por isso.

Vindo de onde veio, até porque é o uso do cachimbo que entorta a boca, todo centavo economizado com o corte de salário dos servidores públicos, que já ganham pouco, é dinheiro que será drenado, de forma legal, como propaganda nos veículos da RBS. É a forma como muito governantes fazem um cala-boca, uma espécie de mensalão para elogios. Quando Olívio Dutra cortou as verbas publicitárias, investindo nos pequenos veículos do interior onde as obras estavam sendo realizadas, a RBS em parceria com Vieira da Cunha inventaram a CPI da Segurança. Nestas eleições refizeram a parceria da RBS colando Lasier Martins no Vierinha. Só não vê quem não quer.

9. CONTRA CONCURSOS PÚBLICOS

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A senadora propôs emenda à PEC 17, que trata da realização de concurso público para procurador municipal, sugerindo que concursos fossem realizados somente em cidades com mais de 100 mil habitantes, o que representa apenas 4% dos municípios brasileiros. A posição abre um precedente perigoso, que pode levar à extinção do concurso público para provimento em outras carreiras.

Não é só total incoerência com seu mote de transparência e corte de CC. É também uma total irracionalidade. Até porque, se não fizer concurso público, como as prefeituras vão preencher os cargos? Criando CCs… O concurso público pode ter lá seus defeitos, mas serve pelo menos para dar transparência de verdade e não só para propaganda. Quem quer o emprego, se candidata junto com os demais, e prove estar melhor preparado com os demais. O que Ana Amélia quer é a volta do patrimonialismo, aquele mesmo que a levou a ocupar um CC fantasma no Senado.

10. ANA AMÉLIA = YEDA CRUSIUS

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Os gaúchos merecem pelo menos serem governados por gaúchos. A RBS emplacou Antonio Britto que já não vivia no RS e hoje vive mais quieto que gato cagando na chuva. Ninguém sabe por onde anda. Depois enfiou goela abaixo dos gaúchos a paulista Yeda Crusius, talvez a pior governante deste Estado em toda sua história. Tudo isso contraria a gauchada que canta desassombradamente “sirvam nossas façanhas de modelo a toda terra”. Que façanhas são estas que esta terra que Sepé Tiarajú disse não ter dono hoje é comandada pela RBS, impondo caciques de fora da aldeia?

O PP, partido de Ana Amélia Lemos, fez parte do desgoverno de Yeda Crusius, que desmontou o Estado e passou quatro anos envolvido em escândalos como a fraude do Detran. Além disso, Ana Amélia defendia o déficit zero quando jornalista da RBS e já declarou, publicamente, que o governo Yeda foi bom para o Rio Grande.

Ana Amélia é parte importante do descalabro que foi sua colega de RBS, Yeda Crusius. Os filhos dos gaúchos não querem mais voltar a estudar em escolas de lata.

 

11. Ana Amélia é um 7 no  meio do 11

ANA RBS LEMOS

A melhor definição para o que significa a candidatura da Ana Amélia e sua plataforma de governo até aqui dada a conhecer é colocar  sua nota de ex-miss Lagoa Vermelha no meio da legenda de seu partido: 1(7)1! Querer tomar os cofres do Estado para, com isso, salvar a pele dos patrões é coisa de 171!

A RBS pode resolver sozinha sua decadência sem precisar de uma governadora que drene recursos para suprir a incompetência administrativa dos Sirotsky. É um absurdo que uma empresa do tamanho da RBS dependa de governante submissos que invistam mais em propaganda em seus veículos do que na educação e nos pequenos agricultores.

Até o Correio do Povo já denunciou a forma indisfarçável da RBS de se apropriar do RS. Já tivemos o cavalo do comissário, agora querem nos impingir uma segunda égua-madrinha!

Diferente do que diz a letra do hino rio-grandense, povo que não te virtude acaba sendo capacho amestrado da RBS!

14/09/2014

Por que a RBS quer comprar o RS?

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A RBS quer fazer do RS uma grande fazenda para cuidar de sua manada. Só a passividade bovina de boa parcela dos gaúchos explica porque a RBS tenta emplacar pela terceira vez um seu funcionário no comando do Estado. Primeiro foi Antonio Britto, e com isso a RBS ganhou de bandeja uma CRT de vantagens. Depois Yeda Crusius, e, como não poderia deixar de ser, a RBS fez de conta que não era com ela, e toda corrupção só chegou ao conhecimento dos gaúchos por outros veículos. Agora é a vez da Ana Amélia Lemos e sua ética de ocasião. Se a ocasião é boa para ela, tudo bem. Se não é, foda-se!

Olívio Dutra já teve de enfrentar o cavalo do comissário e o derrotou. A RBS não perdoou e, dia após dia, direcionou todos os ataques possíveis e inimagináveis. Hoje não é mais o cavalo, mas Ana Amélia. Se Tarso vencer, como se comportará num eventual segundo mandato de Tarso?

A dúvida que me espanta: a RBS escolhe funcionários pela falta de ética ou a falta de ética eles adquirem na convivência do dia a dia da RBS?!

Para RBS, Código de Ética da empresa não se aplica ao caso Ana Amélia
O Grupo RBS manifestou-se oficialmente neste sábado, em matéria publicada no jornal Zero Hora (Ana Amélia foi CC no gabinete do marido no Senado em 1986), dizendo que não vai se pronunciar sobre o caso porque entende que “o assunto diz respeito à candidata”. O assunto em questão diz respeito ao fato de a jornalista Ana Amélia Lemos ter acumulado, em 1986, por um período de aproximadamente onze meses, as funções de diretora da sucursal da RBS em Brasília e a de um Cargo de Confiança (CC) no gabinete do marido, o senador biônico Octávio Cardoso (PDS, sucedâneo da Arena, o partido da ditadura implantada no Brasil a partir do golpe de 1964). A RBS entende entende que não tem nada a ver com o fato de uma de suas principais formadoras de opinião ter acumulado as funções citadas.

Não é o que afirma o Guia de Ética e Autorregulamentação Jornalística do Grupo RBS, que proíbe e condena expresamente esse tipo de prática e conduta. A manifestação da empresa dizendo que não tem nada a ver com o assunto contraria o que afirma o seu próprio código de ética, que afirma:

Os jornalistas da RBS devem ter em mente que, aos olhos do público, a sua atitude pessoal, no exercício da atividade ou não, está sob permanente observação. Portanto, jornalistas devem considerar que sua atividade profissional frequentemente se confunde com sua vida pessoal, exigindo de todos elevados padrões éticos e de conduta em diferentes momentos e circunstâncias, a fim de assegurar sua credibilidade e a do veículo para o qual trabalham.

Ao tratar de possíveis conflitos de interesse envolvendo profissionais da empresa, o guia diz:

É vedado exercer atividades paralelas à da RBS que configurem conflito de interesses, concorrência ou que comprometam as obrigações e responsabilidades para com a empresa.

Além disso, recomenda aos seus profissionais:

RBS Ana AL“…não participar, em serviço ou não, de almoços, jantares ou confraternizações de caráter político, entre os quais eventos relacionados a disputas em entidades de classe ou outros organismos”

Ao defender o princípio da isenção na atividade dos veículos da empresa, o Guia de Ética do grupo declara:

Ao elaborar uma notícia, o jornalista da RBS deve ter como única motivação divulgar, com precisão e equilíbrio, um fato de interesse do público. Quando o jornalista tiver algum tipo de envolvimento pessoal ou emocional com o fato ou com o entrevistado, deve declarar-se impedido de realizar a tarefa.

E ainda:

Comentaristas, colunistas, comunicadores ou colaboradores externos que tenham envolvimento pessoal com o caso ou situação em questão devem deixar clara esta condição para o público.

A elaboração do Guia de Ética da empresa é posterior ao ano de 1986, mas já naquela época a RBS condenava editorialmente a prática do nepotismo e da falta de transparência, como atesta uma nota editorial (“Moralidade”), publicada coincidentemente no mesmo dia em que era publicada a nomeação de Ana Amélia para desempenhar a função de Secretária Parlamentar no gabinete do próprio marido. Entre outras coisas, o editorial afirma:

“A obrigatoriedade do concurso para provimento efetivo de cargos públicos é constantemente ignorada pela política do nepotismo, do apadrinhamento e do favorecimento”.

Hoje, a RBS diz que não tem a ver com isso e que o assunto “diz respeito à candidata”.

rsurgente | Política, Economia & Cultura – Marco Aurélio Weissheimer

11/09/2014

Quem sai ao patrões, não degenera: Viva a RBS! Viva Ana Amélia Lemos! Viva a Putaria!

Como é mesmo aquela parte do Hino Riogrande? Povo que não tem virtude acaba por ser escravo. Tirando o fato de ser racista, por parece que escravo não tem virtude, de resto parece ter sido escrito prevendo a desova da Ana Amélia Lemos pela RBS.

Ana Amélia foi CC do marido no Senado enquanto era diretora da RBS

 | Foto: Ramiro Furquim/Sul21

Senadora no comício da campanha no Gigantinho, em Porto Alegre| Foto: Ramiro Furquim/Sul21

Da Redação

A senadora Ana Amélia Lemos (PP-RS) foi Cargo em Comissão (CC) do próprio marido, já falecido, o senador biônico Octávio Omar Cardoso, em 1986, acumulando essa função com o cargo de diretora da Sucursal do Grupo RBS, em Brasília. A portaria nº 256, de 9 de junho de 1986, assinada pelo então Primeiro-Secretário do Senado, senador Enéas Faria, designou Ana Amélia de Lemos “para exercer a função de Secretária Parlamentar, do gabinete do vice-líder do Partido Democrático Social, Senador Octávio Cardoso, a partir de 1º de abril do corrente ano”.

Portaria de nomeação da  hoje senadora Ana Amélia Lemos em cargos em comissão do Senado

Portaria de nomeação da hoje senadora Ana Amélia Lemos em cargos em comissão do Senado

Segundo Ato da Comissão Diretora do Senado nº12, de 1978, a função de Secretária Parlamentar exercida pela então jornalista tinha como tarefa prestar “apoio administrativo ao titular do Gabinete, preparar e expedir sua correspondência, atender as partes que solicitam audiência, executar trabalhos datilográficos, realizar pesquisas, acompanhar junto às repartições públicas assuntos de interesse do Parlamentar e desempenhar outras atividades peculiares à função”.

Pelo exercício dessas funções, o ato em questão definia o salário mensal de Cr$ 9 mil, (cerca de R$ 8.115,00 em valores atualizados), sujeito o contratado ao regime de 40 horas semanais de trabalho, sendo de 8 horas a jornada diária, devendo a frequência ser atestada, quinzenalmente, pelo titular do Gabinete.

Normas do exercício da função de secretário parlamentar de Gabinete de senador

Normas do exercício da função de secretário parlamentar de Gabinete de senador

Na época, Ana Amélia era diretora da sucursal da RBS, em Brasília, assinando uma coluna no jornal Zero Hora. A jornalista mudou-se para Brasília em 1979, acompanhando seu então marido Octávio Omar Cardoso, suplente do senador biônico Tarso Dutra (falecido em 1983), que foi efetivado no cargo em 1983, exercendo-o até 1987. Na capital federal atuou como repórter e colunista do jornal Zero Hora, da RBS TV, do Canal Rural e da rádio Gaúcha. Em 1982, foi promovida à diretora da Sucursal em Brasília.

As preocupações com a informática cópia1

Coluna de Ana Amélia no dia 09/06/1986

No dia em que a portaria de nomeação era publicada (09/06/1986), Ana Amélia Lemos assinava sua coluna no jornal Zero Hora, com o título principal: “As preocupações da informática”.

Moralidade cópia (1)

Editorial de ZH em 09/06/1986

Neste mesmo dia, um editorial de ZH defendia a moralidade nas nomeações de cargos públicos.

“A obrigatoriedade do concurso para provimento efetivo de cargos públicos é constantemente ignorada pela política do nepotismo, do apadrinhamento e do favorecimento”, afirmava então o editorial do jornal.

Em outra coluna, de 11 de abril de 1986, a jornalista comentou “a repercussão crítica feita pelo senador Octávio Cardoso ao presidente do Senado, José Fragelli, que desrespeitando acordo de lideranças sobre encerramento de atividades do Senado no dia do jogo Brasil-Argélia apareceu na TV como se fosse o único senador presente naquele dia em Brasília”.

Quase um ano depois da nomeação, em 17 de março de 1987, a Diretoria da Subsecretaria de Administração de Pessoal do Senado convocou Ana Amélia e um grupo de servidores que exerciam a função de Secretário Parlamentar “a fim de formalizarem a rescisão contratual”. Três dias depois, em 20 de março de 1987, os servidores em questão foram novamente convocados, por edital, publicado no Diário do Congresso Nacional,do dia 17 de Março de 1987, para, num prazo de três dias úteis, formalizarem a rescisão.

Edital de convocação para rescisão contratual

Edital de convocação para rescisão contratual

A reportagem do Sul21 procurou contato com a senadora Ana Amélia Lemos, por intermédio de sua assessoria de imprensa, na tarde desta quinta-feira (11), em várias oportunidades, para que ela confirmasse os dados apurados. No início da noite, a assessoria informou que ela estivera em atividades de campanha  e não teria tido intervalo em sua agenda para tratar do tema.

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25/08/2014

Miséria de Porto Alegre faz Fortuna da RBS

IMG_20140820_170129a A parceria do Fortuna com a RBS na especulação imobiliária virou especulação jornalística. A única coisa que não se especula mais é  má qualidade da administração municipal. A Estrada Retiro da Ponta Grossa, que utilizo todos os dias, desde maio não recebe uma pá de terra para tapar os buracos. Passou o inverno sem que houvesse um mínimo de atenção.

A foto é da semana passada. Hoje, com a chuva, ficou ainda pior. Mas eu ando de carro, devagar, mas ando. E como ficam todos os que moram por aquelas bandas que não têm carro, e caminham por quase 1 km para pegar o ônibus que simboliza a relação da Prefeitura com a RBS: 171 Ponta Grossa.

Só a parceria de uma inutilidade pública, como este prefeito, com uma máfia imobiliária, que é a RBS, poderia resultar neste descalabro administrativo.

Mas pode ficar pior. Em gesto das relações amistosas entre a RBS e prefeitura, o PDT ganhou um bibelô para Senador. Lasier Martins faz nos comícios o que aprendeu nos corredores da RBS: Mentir! E como se a desgraça fosse pouca, a RBS desovou outro ovo para chocar no Palácio Piratini. Por enquanto é apenas Ameba. Imagine se virar Yeda! Aí, sim, Crusius credo!

Rombo na prefeitura pode chegar a R$ 300 milhões este ano

É comovente o esforço que a Zero Hora faz diariamente para preservar o prefeito José Fortunatti no noticiário sobre a administração municipal de Porto Alegre.

Nesta segunda-feira mesmo se pode ler, na coluna política do jornal, o título burocrático – “Contenção de gastos na prefeitura”. É um caso exemplar – a uma nota sobre as contas públicas da capital, que estão há dois anos no vermelho.

No ano passado, o balanço da prefeitura apresentou um buraco de quase 150 milhões de reais, equivalente a quase 10% da receita de impostos.

Já era o segundo ano consecutivo no negativo (em 2012, o déficit foi de 60 milhões de reais) e está a caminho do terceiro ano.

Segundo a mesma nota, o déficit mensal este ano está entre 25 e 30 milhões. O que significa que no final de 2014, o rombo pode superar os 300 milhões de reais.

As causas apontadas – despesas com a Copa do Mundo e redução da atividade econômica – não convencem, quer pelo valor dos investimentos com recursos próprios nas obras da copa, quer pelos dados do balanço do ano passado, quando a receita de impostos cresceu quase 4% acima da inflação.

Assim, sem esclarecer as causas nem dar a real dimensão do problema, o jornal destaca o esforço da prefeitura em “racionalizar as despesas” para voltar ao equilíbrio.

Será essa uma das contrapartidas pela permissão, acertada com o gabinete do prefeito, para que o jornal promova seus 50 anos com instalações temporárias nos principais parques da cidade?

Rombo na prefeitura pode chegar a R$ 300 milhões este ano | Jornal Já | Porto Alegre | Rio Grande do Sul

07/08/2014

De$apego na RB$

rbs brito yeda ana ameliaA RB$ não conseguiu se adaptar à democracia. Mais, definha a olhos vistos quando estão no poder quem fecha os dutos dos recursos públicos que os abastecia. O ódio ao Olívio Dutra, quando governador, deveu-se exclusivamente porque, ao invés de abarrotar a RBS com verbas de marketing, o bigodudo espraiou nos veículos pequenos do interior do Estado, onde as obras estavam sendo executadas.

Esta se deteriorando mais rapidamente do que a ditadura com quem viveu e conviveu com muita simbiose e apego. O que chama a atenção mas não me surpreende é que uma empresa que lida comunicação não consegue sequer se comunicar. Prefere o terrorismo contra os próprios funcionários. Ao invés de chamá-los para a comunicação, se “desapegam” por meio de nota, com dois dias de antecedência. Tudo o que uma empresa decente, preparada, competente jamais faria. “Notas”, “expre$$ão da qual não de$apegam! Nem em eufemismo adequado para guilhotina eles conseguem inovar. Copiam da OLX.

Nunca é demais lembrar que o Brasil vive uma situação de pleno emprego, o que alivia, sem Duda, de alguma forma, para os desapegados. De tanto bater nos movimentos sociais e nos governos que investem nos mais necessitados, a RB$ esqueceu de cuidar de si. Quer ensinar como o Governo Federal a administrar a Petrobrás mas não consegue administrar a própria empresa. Exatamente os que estavam apostando na quebra do Brasil estão quebrando a própria cara. De nada adianta desovar funcionários para tomarem de a$$alto o poder para, com isso, abarrotarem a RBS com erário público, como fizeram Antônio Britto (que chegou a entregar a CRT de mão beijada), e Yeda Crusius. Graças ao financiamento do BB no tempo de FHC, o besouro, que pelas leis da aerodinâmica não voa, paira no ar, como publiquei em artigo para o Observatório da Imprensa: O besouro voa.

Há muito o Veríssimo, que confessou que iniciou fazendo o horóscopo na ZH, cunhou a expressão definitiva sobre a RBS: “Tem dias em que a única informação correta da Zero Hora é a data!”

Os últimos botes salva-vidas lançados para escapar do naufrágio atendem por Lasier Martins e Ana Amélia Lemos. Se quiseres o bem dos cofres públicos, desapegue-se deles!

Só posso dizer, com Mário Quintana:

“Todos estes que aí estão,

lendo ZH, pa$$arão!

Eu, passarinho…”

Presidente da RBS anuncia 130 demissões como expressão de coragem e desapego

Presidente do maior grupo midiático do sul do país anunciou demissões de 130 funcionários como expressão de inovação, coragem, energia e desapego.

Da Redação

Porto Alegre – O presidente executivo do grupo RBS,  Eduardo Sirotsky Melzer, anunciou nesta segunda-feira que demitirá 130 profissionais da empresa na próxima quarta-feira (6), especialmente na área de jornais. Segundo o portal Coletiva.Net, de Porto Alegre, o anúncio foi feito durante uma videoconferência de uma hora aos "colaboradores" da RBS, o maior grupo midiático do sul do país. Melzer negou que a empresa passe por dificuldades financeiras, apesar da queda de circulação de dois de seus principais jornais, Zero Hora e Diário Gaúcho. Ao anunciar a decisão, o executivo classificou-a como uma expressão de inovação, "coragem, energia e desapego para deixar de fazer coisas que não agregam e investir no que pode nos fazer crescer".
Em uma carta dirigida aos "colaboradores" da empresa, Melzer diz que as "empresas que têm a coragem de se posicionar mo mundo novo sairão fortalecidas". "Quero convidar todos vocês a romper paradigmas, quebrar barreiras", afirma ainda o executivo ao anunciar as demissões. E acrescenta: "Não estou de forma alguma insensível ao impacto que demissões geram na vida das pessoas e da própria empresa, porém acredito que tanto os profissionais quanto as empresas precisam repensar o modo como atuam". Melzer não detalhou de que forma os demitidos devem repensar o modo como atuam.
Segue a íntegra da carta enviada aos funcionários da RBS:
Caros colegas,
Escrevo para reforçar a mensagem que compartilhei com vocês nesta segunda-feira, em videoconferência, e para detalhar minha visão em relação ao futuro da nossa empresa, pois quero manter entre nós um ambiente de clareza e transparência.
As transformações radicais e a velocidade impressionante pelas quais a indústria da comunicação tem passado exigem energia e dedicação para entender o momento e também coragem para promover os ajustes que precisam ser feitos para continuarmos crescendo.
Mudar não é opcional. É vital para o nosso projeto empresarial.
O cenário atual apresenta realidades paradoxais. Por um lado, os modelos tradicionais estão altamente desafiados. Por outro, o avanço tecnológico e a forma de consumir mídia nunca geraram tantas oportunidades e tanta abertura para a inovação como nos dias de hoje. Aquelas empresas que têm a coragem de se posicionar no mundo novo sairão fortalecidas.
Nesse sentido, acredito muito na relevância dos nossos produtos, no jornalismo de qualidade, na comunicação e no desejo cada vez maior por conteúdo de entretenimento diferenciado. As necessidades continuarão existindo. O que muda é a forma como serão atendidas. Se queremos continuar crescendo temos de nos reinventar imediatamente, investindo em atividades e negócios que geram resultados positivos e deixando de fazer o que não agrega para nossa empresa e para o mercado.
Quero convidar todos vocês a romper paradigmas, quebrar barreiras e colocar a RBS cada vez mais no grupo das empresas vencedoras, daquelas empresas que constroem oportunidades de mercado para se posicionar e conquistar a liderança.
Teremos uma semana intensa pela frente, pois na quarta-feira faremos cerca de 130 demissões, de um universo de 6 mil pessoas, com o objetivo de buscar produtividade e maior eficiência. São cortes que precisam acontecer, principalmente na operação dos jornais. Não estou de forma alguma insensível ao impacto que demissões geram na vida das pessoas e da própria empresa, porém acredito que tanto os profissionais quanto as empresas precisam repensar o modo como atuam.
O Grupo RBS emprega milhares de pessoas. Não promover mudanças seria uma irresponsabilidade com estes profissionais, um erro com todos vocês, além de um descaso com nossos clientes e com o nosso projeto de futuro, que já está em andamento.
É importante destacar que a RBS não passa por uma crise financeira. Ao contrário. Estamos investindo e redesenhando a nossa operação, buscando velocidade e desprendimento que são vitais para a preservação do nosso projeto empresarial.
Fizemos, nos últimos 12 meses, uma análise muito detalhada de todos os nossos negócios e atividades. Eu me envolvi pessoalmente nesse processo. A partir do que vimos, fizemos investimentos importantes que ajudam a deixar clara a nossa crença no negócio.
Dobramos as equipes dedicadas ao digital, tanto nas redações quanto no Tecnopuc, e triplicamos os investimentos nesta área. Até o fim do ano, só no Tecnopuc, em Porto Alegre, teremos quase 100 profissionais trabalhando exclusivamente na criação de soluções digitais para nossos produtos, em especial para os jornais.
Os 50 anos de Zero Hora marcaram o início de uma grande renovação do jornal, que agora começa a ser replicada em outros veículos. Inovamos na organização do conteúdo e criamos novos espaços para fortalecer o vínculo com o leitor. A partir de amanhã, Diário Catarinense, A Notícia e Jornal de Santa Catarina entram também nessa nova fase.
Na TV, teremos nesse ano as 18 emissoras com equipamentos totalmente renovados e tecnologia de última geração, cobrindo com sinal digital o Rio Grande do Sul e Santa Catarina antes do prazo determinado pelo governo federal.
Em rádio, nosso alcance cresceu com o lançamento da Gaúcha Serra, da Gaúcha Santa Maria e da Gaúcha Zona Sul. O rádio também tem feito um excelente trabalho na internet.
Na e.Bricks, nossa empresa digital criada há três anos em São Paulo, lançamos o Early Stage, um fundo para impulsionar ideias em tecnologia – um negócio contemporâneo que atrai empreendedores em busca de parceria para crescer. O fundo deve chegar ao final do ano com 16 empresas no portfólio.
Também na e.Bricks, ampliamos a operação da Wine, que já é a maior empresa de vinhos online do mundo, tanto que estamos agora preparando sua entrada no mercado internacional. E muitos de vocês que já são sócios da Wine agora poderão também ser da Have a Nice Beer, o maior clube online de cervejas da América Latina, que está vindo para o Grupo.
Gostaria ainda de citar dois exemplos de inovação e empreendedorismo que marcam a nossa gestão. O primeiro é o HypermindR, um centro de pesquisa no Rio de Janeiro, que vai desenvolver softwares para medir hábitos do consumidor. E o segundo diz respeito ao nosso modelo de gestão de pessoas, baseado na meritocracia. As ferramentas que desenvolvemos para dar mais transparência aos planos de carreira tornaram-se benchmark para muitas empresas e agora serão disponibilizadas ao mercado através da Appus, um negócio que nasceu aqui, dentro do RH.
Temos apoio dos acionistas nas nossas decisões e temos também pessoas qualificadas e comprometidas, recursos financeiros, solidez de caixa, coragem, energia e desapego para deixar de fazer coisas que não agregam e investir no que pode nos fazer crescer.
Na próxima sexta-feira, vou apresentar aos líderes da empresa a Carta Diretriz, um documento que reforça na RBS princípios como simplicidade, produtividade e eficiência, qualidade, inovação, crescimento sustentável e meritocracia. Tenho dito que somos uma empresa em beta. Isso significa que nosso processo de transformação será contínuo e permanente.
Como presidente, tenho compromisso com os acionistas, com a história da nossa empresa, com o nosso público e os nossos clientes.
Estou motivado, principalmente, pela grande confiança que tenho no trabalho e no comprometimento de cada um de vocês.
Vamos em frente!
Duda

21/06/2014

Caras-de-pau!

zhnÉ impressionante a capacidade camaleônica da RBS. Encamparam e continuam endossando, como fiéis reprodutores dos conteúdos da Rede Globo, o mais canhestro dos ataques contra a realização da Copa. A obviedade vinda das ruas, com cidadãos felizes em compartilharem com as torcidas que aqui aportaram, em oposição ao diuturno ataque às políticas sociais. Até parece que o editorialista da Zero Hora não sabe que a RBS reproduz, todos os dias, sem qualquer objeção, tudo que o Globo faz. E como se também não soubéssemos que a RBS, em a$$oCIAção com Globo, Folha, Estadão & Abril, faz parte do Instituto Millenium.

O mea culpa da RBS é tão verdadeiro quanto a confissão da Globo de que errou ao apoiar a ditadura. Agora perguntem se a Rede Globo, mesmo admitindo que tenha sido um erro apoiar a ditadura, pediu perdão pelo que fez ou devolveu tudo o que roubou com o apoio dos ditadores?  A RBS admite que errou, mas como ela vai indenizar as pessoas que, por conta dos ataques desferidos pelos mafiosos deixaram de ser felizes, o prejuízo que causou aos lojistas que deixaram de investir devido aos constantes ataques desferidos pela RBS contra a Copa? E como se indeniza a felicidade perdida por quem comprou a versão da RBS e deixou de confraternizar porque estaria avalizando um erro do Brasil?

Quem é pior bandido, aquele que leva na mão leve a carteira do turista ou aquela que rouba o direito de ser feliz das porto-alegrenses?!

Ademais, a RBS não me convence que este mea culpa tardio, ditado pelo seu costumeiro oportunismo, não tenha a ver com a sua irrecuperável perda da credibilidade. Mas, como na fábula da rã e do escorpião, é da natureza da RBS atacar o que é bom para depois fincar o ferrão envenenado. Embarcar nesta onda para posar de honesta só convence seus financiadores ideológicos e alguns beócios da manada. A mim, não! A RBS é o que sempre foi e será, um grupo que nasceu com a ditadura, com ela se locupletou e vive, em parceria com seus financiadores ideológicos, de atacar os movimentos sociais.

Um "mea culpa" sobre a Copa do Mundo

Enviado por Nonato Amorim, sab, 21/06/2014 – 07:57 – Atualizado em 21/06/2014 – 08:03

Autor: Nonato Amorim

Chamo a atenção para o editorial da RBS sobre a Copa do Mundo, que circula também no Jornal de Santa Catarina, de Blumenau, e A Notícia, de Joinville, e acredito, em todos os jornais do grupo no Rio Grande do Sul.

É uma baita mea culpa sobre todo o estardalhaço que fizeram:

O Brasil venceu, antes do final da Copa, o maior de todos os desafios apresentados desde a escolha do país para sediar o Mundial. Está vencida a desconfiança com a capacidade de realização do evento, estimulada durante anos pelas previsões pessimistas que envolveram principalmente a gestão das obras. Já não valem mais nada os anúncios alarmistas, muitos dos quais sustentados categoricamente, sobre estádios que não ficariam prontos, o caos nos aeroportos e os transtornos com o transporte nas 12 cidades que acolhem os jogos. Entramos agora na segunda semana da competição, e alguns riscos e falhas permanecem, como os relacionados com questões pontuais das comunicações e outros detalhes da organização nos estádios. Mas as grandes interrogações estão desde já superadas. Um balanço parcial do que aconteceu até agora livra o país da ameaça de um fracasso, fomentado pelos que, sob o pretexto de alertar para nossas deficiências, torciam contra o próprio país. O negativismo misturou-se, desde 2007, quando do anúncio da escolha do Brasil, a críticas sensatas sobre a conveniência da realização do Mundial em meio a tantas carências em áreas essenciais. Discordâncias bem fundamentadas apontavam que deveríamos dar prioridade a outras demandas mais urgentes. Os pontos de vista conflitantes se defrontaram até agora, e muitos dos críticos ainda mantêm a certeza de que o governo brasileiro errou ao lutar, com organizações privadas, para que fôssemos sede do Mundial. Nada que não deva ser encarado como natural. O que passou dos limites foi a insistência com que setores contrariados passaram a desqualificar o próprio país, antecipando o fracasso do evento, pelos mais variados motivos. Não fracassamos, e finalmente o Brasil tem suas virtudes como organizador da Copa reconhecidas pelas delegações e pela imprensa internacional. The New York Times, Wall Street Journal e The Guardian, alguns dos mais respeitados jornais do mundo, passaram a observar que os visitantes convivem hoje apenas com falhas desculpáveis em eventos com essa grandeza. É esta visão do Exterior que, ao final da competição, oferecerá a todos a imagem do Brasil. A avaliação positiva não deve, no entanto, induzir ao engano de que todas as dúvidas suscitadas foram satisfatoriamente respondidas. O setor público ainda deve aos brasileiros informações esclarecedoras sobre a participação de recursos governamentais, para que a transparência passe a fazer parte dos aspectos a serem enfatizados. Também as previsões sobre possíveis transtornos com greves e protestos de rua não se confirmaram, e o que se vê, ao contrário, são as 12 cidades, sem maiores atropelos em seu dia a dia, orgulhosas como anfitriãs. Confirma-se assim, com a hospitalidade brasileira que os estrangeiros reconhecem e agradecem, uma qualidade que nunca foi posta em dúvida.

Um "mea culpa" sobre a Copa do Mundo | GGN

13/06/2014

O método bolivariano da funcionária da RBS

Filed under: Ana Amélia Lemos,Censura,Grupos Mafiomidiáticos,PP,Rádio Gaúcha,RBS,Zero Hora — Gilmar Crestani @ 7:37 am
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Equipe de Governo:

Ana Ameba Lesma

Os funcionários da RBS primam pela liberdade de informação. A do patrão. E se dizem isentos. Sim, sabemos o quanto são isentos. Todo ano a RBS desova algum funcionário com a incumbência de, na política partidária, defender os interesses do patrão e de seus financiadores ideológicos.

Jamais! Nunca! Verás funcionário da RBS  num partido de esquerda. Se não, como combinar quem um dia ataca os movimentos sociais e no outro se posicionar ao lado deles. A discussão das idéias made in RBS é: eles falam, você ouve calado! Eles se dão bem onde o povo os segue com passividade bovina. Conduzem as manadas de gaúchos e catarinenses no cabresto, direto ao brete.

A dobradinha da Ana Amélia com o PP é antigo. Pelo menos desde os tempos do Pratini de Moraes. A ex-miss Lagoa Vermelha defendeu Pratini quando este, por inércia, importou a febre aftosa do Uruguai e Argentina. A parceria da RBS com Pratini de Moraes, nos tempos de FHC, resultou no SISBOV

Repito o que escrevi, à época, ao Observatório da Imprensa: minhas Saudações Aftosas à funcionária da RBS que quer aparelhar nos municípios o cabo eleitoral do partido como procurador do prefeito. Nada de métodos republicanos, com foco na meritocracia que tanto defende para atacar o restante do funcionalismo público. Ele pretende fazer o que dizia acontecer na Venezuela. É a inveja como método; o ódio, como herança!

Com a tentativa de censura, coisa de quem estava acostumada a dizer qualquer besteira sem censura, Ana Amélia Lemos mostra que não está preparada para enfrentar quem pensa de modo diferente. Sempre é bom lembrar que este é um comportamento típico de gente acostumada a trabalhar em veículos de comunicação que nunca tiveram nenhuma dificuldade de trabalhar na ditadura, mas na primeira eleição democrática sofreram duras derrotas, inclusive jurídicas. Simplesmente porque, para eles, o que vale é o Estado de Direita!

Procuradores municipais acusam senadora de tentar censurar site

Advogado do PP, no entanto, afirma que publicações em página de associação de classe tem ‘interesse politico e eleitoral’

Tags: Ana Amelia, ANPM

por Fausto Macedo e Mateus Coutinho

A Justiça Eleitoral no Rio Grande do Sul negou o pedido do Partido Progressista (PP) de retirar do ar o site da Associação Nacional dos Procuradores Municipais (ANPM) e a página da entidade no Facebook.  No pedido, o partido acusava a ANPM de promover propaganda negativa da senadora e pré-candidata ao governo do Estado, Ana Amélia, que lidera as pesquisas de intenção de voto na região. ”As fotografias da senadora levam a textos que reproduzem as notícias de irregularidade, informam sobre a emenda oferecida pela parlamentar e posicionam-se contrariamente a tal medida, destacando a importância da realização de concurso público para a nomeação de procuradores municipais”, afirma a desembargadora Fabianne Breton Baisch em sua decisão.

SENADORA É ALVO DE CRÍTICAS DA ANPM. FOTO: DIDA SAMPAIO: ESTADÃO

Nas páginas da entidade na internet e redes sociais são divulgadas notícias de jornais sobre o posicionamento da senadora acerca da emenda proposta por ela para a PEC 17, em tramitação no Congresso, que estabelece a obrigatoriedade de concursos públicos para o cargo de procurador municipal. Em sua emenda, Ana Amélia propõe que apenas as cidades com mais de 100 mil habitantes adotem a contratação via concurso público.

Defesa. Diante disso, o PP acionou a Justiça por considerar que a ANPM estava fazendo propaganda negativa da senadora e pediu que as páginas fossem retiradas do ar. Após a derrota, a sigla já recorreu da decisão e o advogado do partido, Gustavo Paim, acredita que pode conseguir reverter a decisão.

“O que a associação está fazendo caracteriza propaganda ilícita, pois são divulgadas manchetes de jornais com várias notícias negativas e com a foto da senadora ao lado.  Então, a primeira vista aparenta que a corrupção da manchete estaria associada a Ana Amélia, o que é inverídico e extremamente negativo”, afirma o defensor.

Para Paim, não se trata de censura à página da entidade, mas da maneira como a ANPM está expondo a senadora ao tratar do assunto.  ”A juíza entendeu que o debate da PEC 17 poderia ser feito de maneira publica, mas o que se discute é a maneira que estão fazendo, posso garantir que há interesse politico e eleitoral”, diz.

Ele lembra ainda que o presidente da associação é filiado ao PT, partido que vai disputar o governo estadual contra Ana Amélia, que é favorita nas pesquisas.

Disputa. A associação, por sua vez, afirma que sua política de divulgação de notícias de jornais defende a liberdade de imprensa e lembra que na decisão a própria magistrada afirmou que é necessário ter cautela em casos como esses para não ferir “as garantias constitucionais de livre manifestação do pensamento e informação”.

Para a entidade as alterações sugeridas por Ana Amélia permitiriam que advogados que atuaram nas campanhas dos prefeitos fossem contratados como procuradores sem a necessidade de concursos públicos, o que prejudicaria o combate às fraudes nos municípios.

Tags: Ana Amelia, ANPM

01/06/2014

Copa 2014 – Porto Alegre

Filed under: Rádio Gaúcha,Rádio Grenal,RBS,Zero Hora — Gilmar Crestani @ 8:35 am
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Está faltando gente na foto, então vou nominar todos os que ouvi dizendo asneira sobre a realização da Copa nas Rádios de Porto Alegre: Kenny Braga, Wianey Carlet, Farid Germano Filho, Ricardo Vidarte, Alexandre Fetter, Potter. Desculpe, não lembro agora o nome de todos os vira-latas porto-alegrenses…

Copa 2014

Martinho Marchi · Porto Alegre · 

O Brasil vai gastar R$27 bilhões com as obras da copa.
É muito, né? Vamos diminuir. Abaixo está a lista das "obras da copa" em Porto Alegre. Quais vocês cortaria?
1) Duplicação da avenida Edvaldo Pereira Paiva (Avenida Beira-Rio)
2) Corredor de ônibus da Avenida Padre Cacique
3) Viaduto da Pinheiro Borda…
4) Viaduto da Júlio de Castilhos
5) Viaduto da Bento Gonçalves
6) Corredor de ônibus da Bento Gonçalves
7) Corredor de ônibus da Protásio Alves
8) Corredor de ônibus da João Pessoa
9) Passagem Subterrânea na Rua Anita Garibaldi sob Av. Carlos Gomes
10) Passagem Subterrânea na Av. Ceará
11) Passagem Subterrânea na Av. Cristóvão Colombo (até março de 2015)
12) Viaduto da Plínio Brasil Milano
13) Duplicação da Voluntários da Pátria
14) Prolongamento da Avenida Severo Dulius
15) Duplicação da Avenida Tronco
16) Remodelação do Estádio Beira-Rio – Investimento Privado
17) Centro de treinamentos da Arena do Grêmio – Investimento Privado
18) Obras no Aeroporto Salgado Filho
19) Aeromóvel do Aeroporto
20) Revitalização do Cais Mauá

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