Ficha Corrida

12/10/2016

Golpe deixa como legado um recorde de abstenção e votos nulos

OBScena: lista de investigadores, promotores e juízes da RBS

RBS

Soma de votos brancos, nulos e abstenções "venceria" 1º turno em nove capitais, incluindo Porto Alegre”. Este é o resultado do golpe paraguaio e que passa batido nas velhas mídias. As vítimas do assalto não sufragaram nenhuma das alternativas. Este é, por exemplo, o resultado mais evidente do envolvimento da RBS na criminalização da política de seus adversários. Porque política boa, isenta, honesta, é aquela praticada por seus funcionários. Onde está a crítica da RBS ao PP gaúcho, pego todo e por inteiro na Lava Jato? Alguém leu, viu ou ouviu a RBS, que domina 80% do mercado de informações do RS, criminalizar o PP devido ao seu quinhão na Petrobrás? Alguém tem notícia das reportagens do Grupo RBS mostrando a quantidade de empresários presos na Operação Lava Jato? Quando o jornal Zero Hora fará gráficos comparando a quantidade de políticos presos com a dos empresários, defensores e finanCIAdores das livres iniciativas? Nunca, jamais verás um grupo de mídia como este. E sirvam nossas patranhas de modelo a toda terra…

Algo muito semelhante correu o Brasil. E na cidade do bairro Liberdade, que abriga a maior comunidade de japoneses, sagrou-se vencedor um Sílvio Berlusconi bonsai. O paradoxo que explica a desilusão com a democracia é aquele segundo o qual não se pode votar em lavrador, só em lavador. Os desamparados se abstiveram, votaram em branco ou nulo, mas os golpistas batedores de panela contra uma presidente honesta escolheram um lavador. Contra o espaço público, sufragaram a privada…

O pior legado do golpe contra os 54 milhões de votos dados à Dilma ficou registrado nas urnas em 2016. Só no primeiro turno, as abstenções, votos em brancos e nulos chegam aos 54 milhões de votos. No segundo turno a tendência é aumentar ainda mais.

E faz todo sentido. Para que serve o voto se a famiglia da Rede Globo, num tropeção, joga no lixo.

Por conveniência, a velha mídia faz questão de não se debruçar sobre o recorde negativo da democracia. Os roubados ou não compareceram às urnas, ou votaram em branco e até mesmo anularam. Para que votar se depois uma quadrilha pode, mediante o uso de uma rede de televisão, fazer chicana com nosso voto.

O golpe pode ter sido um tropeço da democracia, mas a participação da Globo, cancelando todo uma rodada do Brasileirão, para transmitir o show de horrores conduzido por uma personagem emblemática do Golpe Paraguaio, Eduardo CUnha, não foi tropeço. Pelo contrário, foi amadurecendo desde a derrota do amante da funcionária Miriam Dutra. Quando FHC foi apeado, houve luto nos grupos mafiomidiáticos. Na RBS aportaram Pérsio Arida e Pedro Parente, que agora é devolvido para destruir a Petrobrás.

A pergunta que não quer calar: Por onde anda Eduardo CUnha?! E aí, convenhamos, não se trata de ve-lo preso, porque não se trata disso. Não fosse ele, a Rede Globo escolheria outro. Como escolheu e premiou Joaquim Barbosa para prender o Genoíno, que o Eugênio Aragão sabe inocente. Aliás, que acidente geográfico a Rede Globo soldou com estatuetas, Miami à Suíça. Todo mundo sabe que a Suíça lava mais banco. Agora tudo mundo sabe que o Panama Papers desbancou, juntos, Suíça e Liechtenstein. E não se fala mais nisso. Os idiotas úteis, agora batizados de midiotas, não se perguntam e  não entendem a pergunta: cadê a Operação Zelotes, a Operação Ouro Verde (Portocred)!?

A RBS, sozinha, tem mais participação no atual governo que o povo gaúcho. Não se trata apenas de seus dois funcionários, Lasier Martins e Ana Amélia Lemos, teúdos e manteúdos do golpe. Mas também Augusto Nardes, Eliseu Padilha e Pedro Parente que fazem às vezes de parceiros. Não paira a menor dúvida de que estes representam mais os interesses da RBS do que do povo gaúcho.

30/08/2013

Voto a cabresto

Filed under: Congresso Nacional,Voto a cabresto — Gilmar Crestani @ 9:30 pm
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Os coronéis do interior, de todos os interiores, sabiam como ganhar eleição. Era a tal de venda casada. No dia da eleição o sujeito ganhava um sapato, no dia do resultado, se favorável, o segundo, para formar o par… A filmagem é a volta da política dos coronéis, quando o eleitor é obrigado a prestar conta e provar a entrega da encomenda. A turma é a mesma. Alguém ainda deve lembrar do estupro do painel do Senado, em 2001, feito por Antônio Carlos Magalhães, a pedido José Roberto Arruda (DF), líder do Governo FHC.

ACM renunciou e morreu, Arruda foi condenado(Em um dos vídeos gravados por seu ex-secretário de Relações Institucionais, Durval Barbosa, Arruda aparece recebendo 50 000 reais em dinheiro, que guarda em um envelope pardo. A gravação é de 2006 e mostra também Arruda pedindo emprego para o filho, ajuda para a empresa de um amigo e cuidado na arrecadação de campanha), e FHC virou garoto propaganda da maconha e com o dinheiro comprou um apartamento do banqueiro operador do Tremsalão paulista. Coincidência, Imbassahy é cria de ACM, fruto parido no ambiente que agora o cabresteia. Por traz de uma pretensa ética, volta à cena do crime a quadrilha montada pelo “de cujus”. Até porque quem agora quer condenar politicamente Donadon auxiliou o no mínimo festejou o transporte clandestino do político corrupto boliviano.

A pergunta é: foi legal ou ilegal a decisão do Congresso? Todos, inclusive Joaquim Barbosa, admitem que foi legal. Mas foi ética?

Quem, nesta história, tem condições de falar em ética? Foi legal a compra do apartamento em Miami, por Joaquim Barbosa, por dez reais? Foi. Mas foi ética? Onde estava a ética de FHC quando comprou, a preço de banana, o apartamento do banqueiro que o financiou? E a Globo, com seu sistema de sonegação? E a Veja e sua parceria com Carlinhos Cachoeira? A verdade é que decisão contraria interesse de quem quer ver o Congresso, como a mídia fez com o STF, tomando decisão com a “faca no pescoço”.

Líder da oposição filma voto contra Donadon

Na tentativa de ‘responder às ruas’, o tucano Antônio Imbassahy filmou seu voto pela cassação do deputado presidiário Natan Donadon e publicou o vídeo no Youtube; o ato ‘heroico’ para uns e ‘hipócrita’ para outros pode configurar infração ao regimento interno da Câmara sobre o voto secreto em processos de perda do mandato; assista ao vídeo

30 de Agosto de 2013 às 19:04

Bahia 247

O líder da minoria no Congresso, deputado Antônio Imbassahy, do PSDB, chegou ao extremo na sessão plenária da Câmara na última quarta-feira (28), na qual foi votado o processo de perda do mandato do deputado Natan Donadon, preso no complexo da Papuda, em Brasília, há dois meses.

Na tentativa de ‘responder às ruas’, o tucano Imbassahy pode ter infringido o regimento interno da Câmara ao filmar e publicar o ato do seu voto a favor da cassação do colega de parlamento. O pernambucano Bruno Araújo (PSDB), também filmou e publicou seu voto no Youtube.

Natan Donadon foi condenado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) a mais de 13 anos de prisão em regime fechado pelos crimes de peculato e formação de quadrilha. Vale lembrar ainda que a sentença já é transitada em julgado. Ou seja, sem possibilidade de recurso.

Abaixo o vídeo com voto do líder da oposição no Congresso.

Líder da oposição filma voto contra Donadon | Brasil 24/7

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