Ficha Corrida

12/06/2015

VIVO, e não vejo tudo

Filed under: Internet,Vivo — Gilmar Crestani @ 8:22 am
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Vivo sinalQuase uma semana sem internet. Graças à moda mundial, encampada inclusive pela Dilma, de que a privada resolve tudo. A entrega de serviços essenciais à quem só visa o lucro nunca foi nem aqui, na China, Correia do Norte ou Paraguai a solução.

Aliás, Cuba e China devem ter internet melhores que no Brasil. Os serviços, se é que se pode chamar isso de serviço, prestados pela Tim, Vivo, Claro e Oi é algo do tipo ofensivo. E nem vou falar dos preços escorchantes.

Sem contar nas muitas mutretas que fazem mensalmente para incluir valores que não pedimos.

É desalentador também que as instituições públicas deem tão pouca atenção à má qualidade de serviços públicos.

E aí entra inclusive o PT, que em três mandatos não conseguiu sequer melhorar os serviços de comunicações. Não fez absolutamente nada em relação às concessões públicas à Rede Globo, RBS, e demais.

Lula, Dilma e o PT estão levando bordoada diuturnamente porque foram inoperantes nos serviços de comunicação, incluindo as concessões públicas. Quem detém o poder de comunicar também determina o que será mostrado e o que será escondido, como ensinava o velho FHC por meio de seu estafeta Rubens Ricúpero.

Quem não entender isso, e o PT infelizmente não entendeu, fica à mercê de sonegadores, ditadores e bandidos!

17/01/2013

Quem é Vivo sempre (des)aparece

Filed under: Antonio Britto,CRT,Privataria Tucana,Privatidoações,Telefônica,Vivo — Gilmar Crestani @ 7:17 am

Vamos relembrar que não custa nada. Antônio Britto foi eleito governador do RS com apoio irrestrito e incondicional da RBS. Tinha como antecedentes na sua ficha ter sido porta-voz de um morto. Era ele que entrava ao VIVO no Jornal Nacional para anunciar: “Srs, trago boas notícias!” E aí lia um boletim médico igual ao Hugo Chávez. E Tancredo Neves já estava morto. Tudo para ajeitar a posse de José Sarney como Presidente do Brasil, sem nenhum voto. Mas Sarney tinha (e tem) a retransmissão da Rede Globo no Maranhão. Assim como a RBS tinha (e tem) a retransmissão no RS. Pois bem, a venda era casada. Antonio Britto postergava o velório enquanto a Rede Globo negociava o Ministro das Comunicações, o sempre lembrado estuprador do painel eletrônico do Senado, Antonio Carlos Magalhães, vulgo ACM. Com a fama de animador de velório, Antonio Britto chegou para cavalgar os gaúchos e, a pedido da famiglia Sirotsky, se desfazer do patrimônio do RS, como CEEE e CRT. E, adivinhem quem levou a CRT? Lógico, um consórcio da RBS com a Telefônica de Espanha… A CRT foi sucateada para poder ser entregue aos ex(?) patrões de Antonio Britto, a RBS. Foi pelas mãos de Antônio Britto e com o conluio da RBS, que a Telefônica, dona da Vivo, entrou no Brasil. Depois Antônio Britto foi se assessor do Opportunity e continuou aprontando das suas (vide a derrubada de Ricardo Boechat..). A única coisa que não da pane da Vivo é o sistema que transfere seus lucros, o dinheiro extorquido dos consumidores brasileiros, à matriz, na Espanha.

Nem vou falar do Meridional, que também foi transferido por trinta dinheiros e uma estadia numa clínica de desintoxicação na terra da Opus Dei, ao Santander…

É tal de administração privada!

Pane deixa Vivo fora do ar por 5 horas

Falha fez aparelho entrar em "parafuso", derrubando serviços em 4 Estados entre as 12h15 e as 17h de ontem

Empresa diz que vai ressarcir os danos; Anatel, responsável pela supervisão do setor, não comenta

DE SÃO PAULO

Uma pane ocorrida em um equipamento da rede móvel de dados da Vivo em São Paulo deixou milhões de clientes sem serviço no Estado, afetando ainda assinantes pré-pagos em Santa Catarina, Paraná e Rio Grande do Sul.

As falhas ocorreram entre as 12h15 e as 17h. A empresa informou que ressarcirá os clientes pela interrupção do serviço de voz e internet.

A operadora tem 27,6 milhões de acessos ativos nas regiões atingidas. O impacto é medido por acessos, e não por clientes, porque um mesmo usuário pode ter mais de um chip ou conexão.

A Anatel, agência que tem a responsabilidade de regulamentar e supervisionar o setor, foi procurada no começo da tarde, mas não se manifestou até o fechamento desta edição.

Segundo o diretor de planejamento da Vivo, Leonardo Capteville, o problema de ontem foi localizado: um único switch (equipamento parecido com um roteador) derrubou a rede em uma reação em cadeia, porque não foi devidamente configurado.

O switch faz as conexões dos diversos equipamentos que integram uma central de comunicação da operadora e possui um programa que precisa ser configurado para que funcione adequadamente.

"Ele tinha configuração para funcionar em determinado tráfego de dados e, com o aumento ao longo do dia, ele entrou em looping [parafuso], derrubando as conexões com as outras centrais", disse Capteville.

A pane fez com que clientes em São Paulo não conseguissem efetuar nem receber chamadas. Também não podiam navegar na internet. Nos demais Estados, pelo menos metade dos clientes pré-pagos teve problemas e houve falhas na rede fixa.

"Os sistemas de recarga e de checagem de saldos também ficaram comprometidos", disse Antônio Carlos Valente, presidente do grupo Telefônica, que controla a Vivo.

A designer paulista Marina Cardoso, 24, foi uma das afetadas. "É a segunda vez que isso acontece", disse. "Em novembro, fiquei sem sinal o dia inteiro." Desta vez, Marina teve o sinal estabilizado por volta das 14h.

INVESTIGAÇÃO

O superintendente de Serviços Privados, Bruno Ramos, pediu ao escritório regional da Anatel em São Paulo uma investigação do caso.

As primeiras análises indicavam que o problema fosse por erro humano na atualização dos switches.

Os técnicos querem ter certeza de que não há riscos de repetição de uma pane como a de 2008. Naquele ano, uma falha em um roteador de Sorocaba (a 100 km de SP) provocou um apagão da rede de dados, que atendia 68% das conexões do Estado. Os serviços levaram três dias para voltar ao normal.

11/11/2011

VIVO, muito vivos!

Filed under: Telefônica,Vivo — Gilmar Crestani @ 9:09 am
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Agora veja o que publicou o El País e reproduzi aqui ontem: Santo de Casa não faz milagres

VIVO PEGA DINHEIRO COM O BNDES MAS USA SEU CAIXA PARA RECOMPRA DE AÇÕES

Um absurdo. Enquanto o BNDES empresta 3 bilhões de reais para a expansão da infra-estrutura da Vivo, da Telefónica, no Brasil, os acionistas espanhóis – que já detêm 74% da empresa – querem usar o dinheiro que a filial brasileira tem em caixa para recomprar a minoria de ações que estão na mão de brasileiros, em nosso país.

A intenção é de, praticamente, fechar o capital, para poder mandar, literalmente, 100% do fabuloso lucro que arrecadam aqui, todos os anos, para a Espanha.

Confiram aí o que diz a imprensa na Europa sobre o assunto:

http://www.cincodias.com/articulo/empresas/telefonica-lanza-operacion-millonaria-recompra-brasil/20111108cdscdiemp_16/

Será que o pessoal do BNDES ainda não sabe disso? Afinal, a Vivo tem ou não tem, recursos para bancar sua infra-estrutura?

É por essas e por outras que, como no caso do mercado financeiro, que conta com o BB e a Caixa Econômica Federal, a Nação precisa de uma grande companhia estatal de telecomunicações.

A Telebras precisa voltar para operar no varejo, e regular – de fato – o mercado. O consumidor brasileiro não pode continuar sendo literalmente sugado pelas empresas estrangeiras de telecomunicações, que necessitam de nosso dinheiro para não quebrarem em seus países de origem, onde não se vê – por causa das leis da Comunidade Européia – a mesma moleza que por aqui encontraram.

Parar de emprestar a multinacionais estrangeiras o dinheiro do BNDES é a única maneira de obrigá-las a reinvestir aqui, produtivamente, os seus lucros, sob pena de que elas percam mercado para empresas de capital nacional, sejam elas estatais ou privadas, estas, sim, que devem ser preferencialmente atendidas por nosso maior banco de fomento.

Mauro Santayana

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