Ficha Corrida

06/08/2016

Para proteger golpista, Folha omite estupro

A degradação do jornalismo brasileiro faz lembrar o filme Telma & Louise. Uma vez embarcada na louca cavalgada da Veja por mentiras, distorções e omissões, os a$$oCIAdos do Instituto Millenium não cansam, em nome de proteger o golpista tornado ventríloquo, de perpetrar indecências. Agora, para proteger Marco Feliciano, parceiro dos “pastores” Silas Malafaia & Eduardo CUnha no uso de “templos de lavagem de dinheiro”, escondem parte do diálogo que mostra toda envergadura moral do exército de mercenários recrutados para perpetrar o golpe paraguaio. Para a Folha não há nada de anormal um Calígula no Planalto, até porque a presença de Feliciano dispensa a do Incitatus

Seria de se espantar não fosse o fato de que a Folha tem esta propensão pela proteção do estupro. Basta lembrar a ativa participação da famiglia Frias na Operação Bandeirantes – OBAN, emprestando suas peruas para transportar os corpos destroçados por torturas, estupros e esquartejamentos, como relatou a Comissão da Verdade, para a vala comum do Cemitério de Perus, em São Paulo. A publicação de um Ficha Falsa da Dilma e as constantes omissões em relação a Eduardo CUnha, Michel Temer & Aécio Neves relevam que sua parceria com a Rede Globo vai muito além do jornal Valor.

Recentemente Octávio Frias Filho foi confrontado, num convescote em Londres, por uma jornalista britânica. Como não tinha como se defender, saiu com uma resposta típica da plutocracia brasileira: ela era petista.

A patifaria da Folha fica ainda mais evidente se confrontada com uma simples constatação: o que teria feito a Folha se o episódio aqui relatado envolvesse Lula ou alguém de sua família?

Fica assim evidente não a proteção ao estuprador, mas o total descompromisso com a verdade, desde que isso sirva ao golpe que ajudou a vender em companhia de seus parceiros de Instituto Millenium.

Para proteger este tipo de gente é que a caçada ao grande molusco reveste-se de uma tacada de mestre. Toda vez que aparece uma patifaria como essa, “coincidentemente”, sai alguma manchete sobre a caçada ao Lula. Tem-se de de dar o braço a torcer e admitir que se trata de uma ideia brilhante essa de construir uma cortina de fumaça para desviar a atenção sempre que alguém da cleptocracia é apanhado em flagrante delito.

A Folha já tem uma desculpa pronta. Basta reproduzir a justificativa para a publicação da Ficha Falsa da Dilma: não pode ser comprovado, mas também pode ser desmentido…

UOL omitiu que jovem confirmou "sexo não consensual" com Feliciano em áudio

UOL omitiu que jovem confirmou "sexo não consensual" com Feliciano em áudio

sex, 05/08/2016 – 17:08 – Atualizado em 05/08/2016 – 17:09

Jornal GGN – O portal UOL omitiu o trecho da gravação em que Patricia Lelis, 22, confirmou ao assessor de Marco Feliciano que houve sexo com o deputado federal do PSC, mas que "não foi consensual". A revelação foi feita a Talma Bauer, que respondeu à jovem que esse fato "morreu aqui".

Ontem, o UOL publicou 28 minutos de conversa entre Patricia e o assessor de Feliciano, que prometeu reparar danos à imagem da jovem que buscou a imprensa para denunciar uma tentativa de estupro e assédio sexual. O áudio tem, segundo o portal Democratize, mais de 50 minutos. Mas o UOL só divulgou 28 minutos.

Na conversa, Patricia disse a Talma que não preocurou a delegacia porque não queria prejudicar a imagem de Feliciano e da Igreja. Evangélica, a jovem depois desmentiu a história nas redes sociais, alegando que se trata de invenções de "jornalistas esquerdinhas" que querem atingir Feliciano por causa das eleições. Em mensagem divulgado pelo Democratize, ela aparece tentando divulgar provas no grupo do PSC Jovem, partido onde milita, e dizendo que tem desmentido a história nas redes sociais por orientação da "polícia".

Por Francisco Toledo

Do Democratize

Jovem pedia para amigo divulgar provas contra Feliciano enquanto desmentia o caso

A trama envolvendo o deputado e pastor Marco Feliciano (PSC) continua sendo assunto nas redes sociais — mesmo com o inacreditável boicote por parte dos tradicionais meios de comunicação.
Na noite desta quinta-feira (4), a Agência Democratize divulgou um trecho inédito da conversa entre o Chefe de Gabinete do deputado, Talma Bauer, e a jovem Patrícia. Mais cedo, o UOL já havia divulgado boa parte da conversa entre ambos, porém não liberou o áudio na íntegra. Tivemos acesso ao trecho em que Bauer questiona para Patrícia se ela e o deputado já haviam tido relação sexual. A jovem diz que sim, porém que “não foi consensual” — ou seja, o ato ocorreu sem a permissão de Patrícia, tratando-se portanto de estupro. É possível ainda ouvir o assessor de Feliciano dizendo “morreu aqui” sobre o abuso. Veja:

Também na noite desta quinta-feira, conseguimos contato com um dos amigos de Patrícia dentro do partido, chamado Thiago Vanzeler.

Thiago é presidente estadual do PSC Jovem, entidade na qual Patrícia participava ativamente. Além disso, acompanhou todo o caso envolvendo o deputado desde o começo, sempre ajudando a jovem quando necessário.

Em conversa com o Democratize, Thiago disse: “A única coisa que eu sei é que não tem nada com a esquerda nessa estória e ainda não sei quem é a vítima. O problema é interno. É da direita conservadora e portanto a única coisa que os demais e eu queremos é a verdade e que o(s) culpado(s) seja(m) punido(s) e abandonado(s) por todos os conservadores brasileiros”.
O jovem ainda contou para a nossa reportagem sobre o diferente posicionamento de Patrícia agora, após o caso ter repercutido nas redes sociais.

Inicialmente, a jovem que teria sofrido abusos e agressões por parte de Feliciano, queria denunciar o caso. Porém, após uma série de reuniões e encontros com Talma Bauer e até mesmo assessores do deputado Celso Russomano (PRB), ela teria mudado de ideia.

A partir dai, pelo menos 2 vídeos foram publicados pela jovem desmentindo o caso.

“Os printscreens que eu compartilhei comprovam que a Patrícia estava me pedindo para divulgar as supostas provas no grupo de WhatsApp do PSC Jovem Nacional enquanto ela desmentia e culpava a esquerda no grupo de Facebook “Panelinha da Direita (O Retorno)”. Ao longo do dia, ela gravou vídeos culpando a esquerda mas eu tinha provas que era um problema interno”, contou Thiago.

Um dos vídeos publicados por Patrícia culpando setores da esquerda e “blogs de notícias” é este:

Agora veja, os printscreens da conversa entre a jovem e Thiago, feito enquanto a mesma gravava vídeos atacando setores da esquerda pela divulgação do caso, além de defender Marco Feliciano:

Para Thiago, mesmo sendo amigo próximo de Patrícia, a situação é complicada e ainda não se sabe quem foi a verdadeira vítima da história. “Agora resta saber quem é a vítima dessa estória: Patrícia, Feliciano ou nós, o que acarretaria em uma jogada de autopromoção de ambos. Eu e os demais aguardamos a verdade aparecer. É só o que queremos”, terminou o presidente estadual do PSC Jovem.

Porém, o caso ganha ainda mais suspense nesta sexta-feira (5).

Segundo o blog Coluna da Esplanada, do UOL — responsável por denunciar o caso — , a jovem que até então acusava Feliciano compareceu na 4ª Delegacia de Polícia de São Paulo, na Consolação, para conversar com o delegado Roberto Pacheco, junto com a sua mãe.
A senadora Vanessa Grazziotin, do PCdoB, denunciou ao Ministério Público o caso de suposto estupro cometido pelo deputado.

UOL omitiu que jovem confirmou "sexo não consensual" com Feliciano em áudio | GGN

26/08/2015

Jornalismo “podemos tirar se achar melhor”

aecio youssef globoVolta à cena a máxima do Barão de Itararé: “de onde menos se espera, de lá mesmo é que não sai nada”. Coordenados pela Rede Globo, via Instituto Millenium, as empresas que vivem do negócio das informações, amanheceram retumbando uma ausência: Aécio Neves.

 

Ontem, todos os portais registraram a fala do mega ladrão, Alberto Youssef, acusando Aécio de ser receptor de propinas desde os tempos da Lista de Furnas. Hoje, todos os assoCIAdos do Instituto Millenium esconderam o nome que até o pó daquele helipóptero sabe que o sobrenome verdadeiro é CUnha.

Não se trata de uma exclusividade dos grupos mafiomidiáticos brasileiros. A própria Reuters inaugurou o “podemos tirar, se achar melhor”.  Aliás, o deputado gaúcho do PSDB, Jorge Pozzobom, acredita piamente que o mesmo acontece no Poder Judiciário. Sempre que envolve denúncias de qualquer tipo, o grande ausente é sempre o PSDB. Até nos vazamentos. Os hidráulicos sabem que pode vazar inocentes, só não podem vazar o esgoto do PSDB.

Toda sociedade, inclusive os habitantes de Plutão, sabe que, em relação ao PSDB, as instituições utilizam apenas a Lei Rubens Ricúpero: “escondem o que é ruim, mostram só o que é bom”.

UOL tira o nome de Aécio de título que o associa a propina

Postado em 26 de agosto de 2015 às 6:52 am

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O nome de Aécio foi suprimido num texto do uol em que Youssef reafirma que o senador tinha um mensalão em Furnas.

Mas alguém fotografou o texto antes e depois, e a foto viralizou.

Diário do Centro do Mundo » UOL tira o nome de Aécio de título que o associa a propina

28/12/2011

UOL confessa sucesso da “privataria”

Filed under: Corrupção,Corruptores,Isto é PSDB!,Privataria Tucana,Privatas do Caribe,UOL — Gilmar Crestani @ 9:52 am

Por Altamiro Borges
Meio a contragosto, o portal UOL publica hoje que “o livro ‘A privataria tucana’, do jornalista Amaury Ribeiro Jr., alcançou o topo do ranking dos livros mais vendidos do site especializado em mercado editorial PublishNews. O site contabiliza as vendas em 12 livrarias – Argumento, Cultura, Curitiba, Fnac, Laselva, Leitura, Martins Fontes, Nobel, Saraiva, Super News, Travessa e da Vila”.
Demorou, mas a famiglia Frias – dona do UOL e da Folha serrista – deu o braço a torcer. Ela evitou tratar do assunto, sequer deu capa para o registro do pedido de criação da CPI da privataria, desdobramento do livro. Seus colunistas mais famosos seguiram as ordens do patrão e até agora não resenharam a obra. Mesmo assim, o livro virou best-seller e o UOL finalmente deu a notícia.
“Supostas irregularidades”
Segundo os jornalistas Guilherme Balza e Debora Melo, o livro lançado em 09 de dezembro “aponta supostas irregularidades nas privatizações ocorridas durante os governos de Fernando Henrique Cardoso (1995-2002). O livro afirma também que amigos e parentes de José Serra mantiveram empresas em paraísos fiscais e movimentaram milhões de dólares entre 1993 e 2003”.
A reportagem constatou que entre 12 e 18 de dezembro – última contagem da PublishNews – foram vendidos 9.032 exemplares do livro, que ficou atrás somente da biografia de Steve Jobs, da ficção de Jô Soares e da obra do italiano Umberto Eco. Na semana anterior, o livro de Amaury Ribeiro já tinha vendido 2.414 exemplares em apenas três dias.
A força das redes sociais
“Segundo a Geração Editorial, que publicou o livro, a primeira edição teve uma tiragem de 15 mil exemplares, que se esgotou na editora. Foram reimpressas 60 mil unidades, já que, de acordo com a Geração Editorial, cerca de 50 mil já tinham sido vendidos às livrarias antes de o lote checar à editora”, descrevem os jornalistas do UOL.
A Fnac relata que os exemplares da primeira edição se esgotaram em três dias. “A livraria comparou as vendas de ‘A privataria…’, nos primeiros dias após o lançamento, às de grandes apostas editoriais do ano, como a biografia de Jobs e o último livro de Jô Soares… A Fnac atribui a grande procura pelo livro à repercussão dada ao título nas redes sociais”.
Derrota dos “grandes veículos”
“Já Saraiva afirmou que, para um período de cinco dias, o livro bateu o recorde histórico de encomendas na Saraiva.com. A empresa aponta que as vendas foram impulsionadas pelo destaque que o título ganhou nas redes sociais. Na Livraria da Folha, a obra foi a mais vendida entre todas as categorias na semana de 19 a 26 de dezembro”.
Entrevistado pela UOL, Amaury Ribeiro também se disse surpreso com o sucesso da vendagem. “Ninguém esperava. Os editores não esperavam, as livrarias não esperavam”, disse. “As redes sociais têm participação importante. Hoje já não se precisa mais de repercussão em programas de TV, em grandes veículos”, afirmou.

Altamiro Borges: UOL confessa sucesso da “privataria”

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