Ficha Corrida

10/03/2015

Ulisses Campbell: retrato falado de um típico repórter da Veja

A matilha é grande, mas o mais famoso é Policarpo Junior, aquele que se mancomunou com Carlinhos Cachoeira, Demóstenes Torres e Gilmar Mendes para detonar… o PT! Está aí provado quem planta o ódio que se espraia entre uma elite assinante de Veja. Nem poderia ser diferente. É o dinheiro da Naspers que sustenta a Veja. Dinheiro do racismo, do apartheid sul-africano. Está no DNA deste dinheiro o ódio de classe com que o Grupo Abril despeja contra as políticas de cotas e demais políticas sociais que beneficiam as classes menos privilegiadas. A origem do dinheiro da Veja dita o rumo. São os tais finanCIAdores ideológicos.

De resto, é política do Instituto Millenium, já admitida abertamente por uma das diretoras da Folha, Judith Brito, e da ANJ, o ataque sem tréquas a qualquer política que beneficie as camadas menos privilegiadas da sociedade.

Ficou famoso o comentário de um funcionário da RBS vituperando contra o aumento do poder aquisitivo dos pobres: “Agora os pobres podem comprar carros”, vomitava em pleno Jornal do Almoço da RBS Floripa o energúmeno Luis Carlos Prates

Quem é o repórter-jagunço da ‘Veja’

Por Maíra Streit, na revista Fórum:
A coluna “Nas Asas do Planalto”, da revista Veja Brasília, por várias vezes se rendeu à fofoca política para tentar emplacar suas notas entre os leitores mais ácidos e curiosos. Nos textos assinados pelo jornalista Ullisses Campbell, é possível conferir um conhecido deputado da capital aproveitando o Carnaval carioca de máscara e peito desnudo, que, segundo o próprio repórter, teria “arrancado suspiros” por onde passava.
Em outra edição, é a vez do governador do Distrito Federal ser flagrado dançando com a rainha de bateria da escola de samba Aruc. A nota, intitulada “De olho na mulata”, fazia uma crítica à visita do político ao galpão da escola, já que havia cancelado os desfiles de Carnaval no DF por falta de verbas.
Passada a empolgação carnavalesca, mas ainda com boa dose de veneno, a coluna escolheu como alvo um desafeto já bastante comentado pela revista Veja: o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Dessa vez, Ullisses Campbell trouxe a notícia de uma megafesta que estaria sendo organizada para um sobrinho do petista, de três anos. Segundo a publicação, o evento teria custado o valor de R$ 220 mil, pago em dinheiro vivo, e presentearia os convidados com um Ipad para cada um.
As afirmações foram desmentidas pela própria Veja, logo depois, em nota. Não sem antes tornar-se protagonista, mais uma vez, de uma sucessão de técnicas bastante questionáveis do ponto de vista da ética jornalística. O repórter responsável pela “barriga” – termo utilizado na imprensa quando há ampla divulgação de uma notícia errada – foi acusado pela família de Lula por invasão de domicílio, ameaças e tentativa de se passar por outras pessoas a fim de obter informações. Os parentes do ex-presidente, inclusive, registraram um boletim de ocorrência contra o funcionário da revista.
Mas, afinal, quem é Ullisses Campbell?
Repórter paraense de 43 anos, Ullisses morou em São Paulo e hoje se encontra na capital federal. Antes da Veja, teve passagens por veículos como Folha de S. Paulo, Correio Braziliense e Marie Claire. Um experiente jornalista que trabalhou com ele em Brasília afirmou, em conversa com a Fórum, que a imagem de Campbell simboliza muito do que se tornou a mídia brasileira na atualidade: uma porta-voz do antipetismo.
Segundo a fonte, que preferiu não se identificar, o repórter é mais um dos que tentam espaço na Veja abrindo mão de princípios básicos da profissão. “Esse tipo de jornalista está em voga. Contra o PT, vale tudo. A mídia é um grande partido de oposição e os que ascendem são, preferencialmente, os que fazem o serviço sujo”, pontua.
A fonte afirma ainda que esses “profissionais” acabam contribuindo para a imagem negativa da categoria perante o público. “Eles não têm formação política, são iletrados, não têm senso crítico. Cumprem a pauta a qualquer preço e de qualquer forma, como uma maneira de agradar os patrões. São oportunistas que viram jornalistas”, declarou. “Isso é o que tenho a dizer sobre essa triste figura”, comentou a respeito de Campbell, que considera nunca ter sido um repórter “brilhante”.
Pesquisa sobre a biografia do agora célebre funcionário da Veja mostra que o forte dele, na verdade, não é o dia a dia das redações. Em 2003, para tentar fugir do estresse da profissão, segundo suas palavras, fez um curso de DJ e se lançou no mercado. Hoje, ele pode ser visto na noitada brasiliense tocando em festas da alta sociedade e locais como Gate’s Pub, Bocanegra e a boate Victoria Haus. Em São Paulo, marca presença na Loca, Vegas e no Sonique, onde também promove eventos.
É um dos organizadores da festa Bagaço, conhecida por misturar estilos que vão desde MPB a artistas como Xuxa, Rouge e Chitãozinho & Xororó. Em uma entrevista concedida em 2006 ao portal Parou Tudo, ligado à agenda cultural do cenário LGBT, Campbell se definiu como “muito baladeiro” e, questionado sobre a comparação entre jornalismo e a discotecagem, disse que se trata de “coisas totalmente diferentes”.
Segundo ele, à frente das pistas de dança, o mais importante é seguir a intuição. E no jornalismo? “No jornalismo, eu sigo um código de ética rigoroso”, concluiu o repórter-DJ denunciado por invasão e falsidade ideológica.

Altamiro Borges: Quem é o repórter-jagunço da ‘Veja’

03/03/2015

A louca cavalgada dos psicopatas da Veja

Depois do Boimate e da Nueva Konigsberg parecia difícil que a Veja continuasse cavalgando seus psicopatas contra Lula, Dilma e o PT. Mas, não se antes já era doentio, agora já virou caso de polícia. Se polícia é assunto de psicopata. Quando Policarpo Jr chegou aos píncaros da glória ao integrar a quadrilha que tinha Carlinhos Cachoeira e Demóstenes Torres como cabeças, e Gilmar Mendes como ator convidado, viu-se que não há nada de jornalismo na Veja. Trata-se apenas de uma espaço de catarse dos que não tem voto mas tem muito ódio e dinheiro, graças aos seus finanCIAdores ideológicos.

Ou o Dilma dá uma de Cristina Kirchner, e enquadre a Veja, ou a Veja ainda provocará uma hecatombe social. Seus franco atiradores estão cada vez mais enlouquecidos. Para as loucuras de grupos de extermínio falta um passo. Curto, muito curto.

Veja inventa outro sobrinho de Lula

1 de março de 2015 | 09:38 Autor: Miguel do Rosário

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Amigos, me perdoem esse postinho inútil. É um assunto tão idiota. Acho que o publico para entrar na seção de humor do blog.

Depois de tentarem, por anos, inventar boatos sobre o filho de Lula, espalhando fotos da sede da Esalq como se fossem imagens do casarão de campo de Lulinha e afirmando que ele seria o verdadeiro dono da Friboi, a direita doida, cujo órgão máximo é a Veja, agora fabrica sobrinhos de Lula em série.

Todos inexistentes, ou não-sobrinhos, ou envolvidos em histórias ou festas que nunca aconteceram.

É realmente incrível a desenvoltura com que a Veja produz mentiras sem nenhum pudor.

Talvez a explicação esteja na mensagem de twitter que Ulisses Campbel, o repórter da Veja que andou inventando sobrinhos e festas que não existem, e que depois tentou invadir o prédio do irmão de Lula: a Veja fez vários cursos de roteiro…

*

No Diario do Centro do Mundo

Veja inventa mais um sobrinho para atacar Lula

Em sua louca cavalgada, a revista Veja classificou como ‘sobrinho de Lula’ o filho de um amigo dele, Jacinto Ribeiro dos Santos.

Este amigo era irmão da primeira mulher de Lula, Lourdes, morta há mais de 40 anos.

Aparentemente, a Veja se vinga — mais uma vez — de Lula por ele haver desmascarado um repórter da revista que noticiara uma festa milionária para um sobrinho de Lula em Brasília.

Esse sobrinho de Brasília, soube-se, simplesmente não existe. Na falta dele, a Veja providenciou um sobrinho que não é sobrinho — sobre o qual lançou suspeitas de escassa, se alguma, substância, como você pode ver aqui.

Veja inventa outro sobrinho de Lula | TIJOLAÇO | “A política, sem polêmica, é a arma das elites.”

01/03/2015

Tem mais bandidos na Veja que no Presídio Central

A quadrilha Abril usa o braço Veja para achacar. Foi assim com Policarpo Jr em parceria com Demóstenes Torres e Carlinhos Cachoeira. Desta feita o ataque coube ao trombadinha Ulisses Campbell. Por vezes a Veja conta com o braço do jagunço de Diamantino, em outras terceira aos demais a$$oCIAdos do Instituto Millenium. Hoje a maior quadrilha do Brasil, que tem ódio aos brasileiros e tudo de bom que por aqui se constrói, está alcovitada no coronelismo eletrônico. Agem como verdadeiros grupos mafiomidiáticos.

Nem a máfia siciliana, nem Al Capone foi tão longe no assassinato de reputações. Pior do que o comportamento de quadrilha do Grupo Abril é a passividade das autoridades. Segundo o código penal, tanto o executor como o mandante devem ser punidos. Mas, como o ódio de classe, ao PT, Lula e Dilma está liberado, as autoridades que deveriam dar um basta ao comportamento criminoso são capturados pelas penas de aluguel destes veículos.

O covil da Veja já deveria ter sido desbaratado. No mínimo, dedetizado!

Repórter da Veja se comporta como assaltante no prédio do irmão de Lula e é detido pela polícia.

Na última quarta-feira (25), por volta das 10hs da manhã, a babá dos netos de Frei Chico (irmão do presidente Lula) atendeu um sujeito que se identificou pelo interfone como entregador de livro.
Ao abrir a porta, o elemento anotou o nome, RG e CPF dela, e passou a ter um comportamento suspeito. Em vez de entregar livro como havia dito, começou a perguntar sobre os horários de chegada dos moradores.
Percebendo o comportamento típico de assaltante, a babá trancou a porta e avisou a portaria. A Polícia Militar foi chamada.
O elemento fugiu das dependências do condomínio, sendo detido nas redondezas pela PM, quando se identificou como Ulisses Campbell, jornalista da Veja.
A família de Frei Chico registrou boletim de ocorrência na delegacia de polícia.
Esse é o final da história de assédio pelo elemento da Veja, que começou dias antes com telefonemas e ameaças.
Ulisses Campbell é o elemento que publicou uma mentira absurda revista Veja de Brasília, dizendo que "Thiago, que seria sobrinho do ex-presidente Lula, terá uma festa de aniversário de três anos com custo de 220 mil reais e Ipads de presente para os convidados".
Lula desmentiu em seu instituto. Sequer tem sobrinho com este nome residindo em Brasília.

O elemento da Veja, pego na mentira, tentou fabricar outra matéria. Viajou de Brasília para o estado de São Paulo, e passou a usar nomes falsos e assediar a família de Frei Chico.
No boletim de ocorrência, o filho de Frei Chico relatou:

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Os Amigos do Presidente Lula

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