Ficha Corrida

01/05/2015

Terceirização, uma bandeira assassina da direita, aqui e na Argentina

Filed under: Direita,Terceirização,Trabalho Escravo,Trabalho Infantil — Gilmar Crestani @ 9:52 am
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"Que nunca más sucedan estas cosas fruto de injusticias"

El legislador porteño y titular de La Alameda, Gustavo Vera, recibió una carta del papa Francisco en solidaridad con la familia de los dos niños muertos en Floresta, tras el incendio de un taller textil. Ayer, Vera denunció penalmente a la vicejefa de Gobierno, María Eugenia Vidal, y al jefe de Gabinete, Horacio Rodríguez Larreta, entre otros funcionarios, por "abuso de autoridad, violación de los deberes de funcionario público y encubrimiento".

En la carta dirigida al titular de La Alameda, Francisco saludó: "A todos ustedes que están reunidos para orar por Orlando y Rodrigo Camacho les hago llegar mi cercanía y los acompaño en el dolor y el sufrimiento". Además, el pontífice agregó: "Lo sucedido me causa mucho dolor. Estoy junto a ustedes y pido al Señor nos ayude a que nunca más sucedan estas cosas, fruto de injusticias".

Vera presentó la denuncia ante el juzgado federal de Sergio Torres, y el fiscal Carlos Rívolo contra Vidal, Rodríguez Larreta, además de el subsecretario de Trabajo porteño, Ezequiel Sabor, y el director ejecutivo de la Agencia Gubernamental de Control, Juan José Gómez Centurión.

El titular de La Alameda sostuvo que "Vidal y Rodríguez Larreta estuvieron abiertamente, como altos funcionarios del gobierno porteño, diciendo que jamás tuvieron conocimiento de este taller, mientras que hay documentos del propio Gobierno de la Ciudad que dicen todo lo contrario".

El documento citado es una nota con membrete del gobierno porteño, fechada el 21 de noviembre de 2014, en la que la administración macrista informó que “no se registraron inspecciones de higiene y seguridad” en la vivienda de Páez 2796, en respuesta a una denuncia de la Procuraduría de Trata y Explotación de Personas (Protex), en un expediente “sobre posible trata de personas con fines de explotación laboral” en 32 lugares señalados por La Alameda, entre ellos la vivienda de la calle Páez.

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16/08/2012

De onde vem o lucro das grandes privadas?

Filed under: Inditex,Trabalho Escravo,Trabalho Infantil,Zara — Gilmar Crestani @ 7:30 am

O jornal El País não se conteve com os lucros da Inditex e fez uma homenagem ao Capitão-de-mato: Trabalho escravo na Zara e Inditex ganha homenagem do El País.

Trabalho escravo e a promessa de Dilma

Por Leonardo Sakamoto, em seu blog:

A Zara obteve uma decisão judicial provisória para não ser incluída na “lista suja” do trabalho escravo. A empresa foi responsabilizada pelo Ministério do Trabalho e Emprego por conta de um resgate de trabalhadores em uma oficina que produzia roupas para ela no ano passado. A Advocacia Geral da União está recorrendo da decisão.

A MRV Engenharia foi incluída na “lista suja” do trabalho escravo por conta da libertação de 68 trabalhadores de duas de suas obras em Americana e Bauru, interior de São Paulo, e de mais 11 sob a responsabilidade da Prime Incorporações, em Aparecida de Goiânia (GO) – que pertence ao seu grupo. A empresa tentou uma liminar para sair da lista, mas a Justiça do Trabalho da 10a Região negou-a.
Ambas as empresas devem bater na porta do governo federal para pedir um acordo semelhante ao que beneficiou à gigante do açúcar e álcool Cosan, que não retornou para a “lista suja”, na qual havia sido inserida. O acordo foi concebido durante o governo Lula a pedido do próprio Palácio do Planalto. Na época, o então ministro-chefe da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, Paulo Vannuchi, e o ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi, foram contra o “perdão”. Mas Luís Inácio Adams, à frente da AGU, manteve o acerto. Pegava mal para o Planalto, que se empenhara em organizar o Compromisso Nacional para Aperfeiçoar as Condições de Trabalho na Cana-de-Açúcar, visando promover a imagem do etanol dentro e fora do país, ter a maior empresa nacional do setor em uma lista de escravagistas.
Contudo, a pressão da imprensa e da sociedade civil por conta desse acordão foi tão forte que levou Dilma Rousseff a ordenar que nenhum outro fosse costurado sob o seu governo. Em 2011, José Lopez Feijóo, assessor da secretaria geral da Presidência da República, hoje encabeçada pelo ministro Gilberto Carvalho, em reunião com a Comissão Nacional para a Erradicação do Trabalho Escravo e a ministra Maria do Rosário, da Secretaria de Direitos Humanos, trouxe a garantia disso da própria Dilma Rousseff.
Com exceção do caso Cosan, a Advocacia Geral da União tem sido célere e competente em defender a “lista suja” diante de ações judiciais que tentam minar um dos principais instrumentos de combate ao trabalho escravo, usada para cortar relações comerciais e financiamentos públicos e privados. E, até onde pude verificar, não há disposição da AGU em aceitar novos acordos.
Toda empresa tem o direito de entrar na Justiça caso se sinta prejudicada em uma fiscalização. Cabe ao Poder Judiciário decidir e ao governo federal defender suas ações. Quando o governo deixa de exercer o papel a que está incumbido, abrindo mão de seus instrumentos de controle, fica a dúvida: por que?
Nas próximas semanas, saberemos se Dilma manteve o seu compromisso de não permitir acordos, mesmo com pressões crescentes de setores, como a construção civil, o sucroalcooleiro e o têxtil. Que, vez ou outra, batem nas portas do Ministério do Trabalho e Emprego, através de refinados advogados que pedem a exclusão de nomes da lista – isso quando a solicitação não vem na forma de fogo-amigo. Ou se resolveu agradar as empresas.
Escravos foram encontrados em obras do Minha Casa, Minha Vida, do Luz para Todos e do Programa de Aceleração do Crescimento. Considerando que há dúvidas se o Compromisso Nacional para Aperfeiçoar as Condições de Trabalho na Indústria da Construção, lançado pelo governo neste ano, será capaz de melhorar a qualidade de vida do trabalhador, o caminho deveria ser fortalecer as ações de fiscalização e de transparência (como a “lista suja”) e não o contrário.

Altamiro Borges: Trabalho escravo e a promessa de Dilma

01/05/2012

ZH virou coisa de piá ou é só apologia ao trabalho infantil

Filed under: Crianças,RBS,Trabalho Infantil,Zero Hora — Gilmar Crestani @ 8:06 am

A jogada ensaiada da RBS é manobra diversionista. Como criança é inimputável, a Zero Hora acha que não poderá ser cobrada pelas bobagens que faz. Ficou cômodo, faz cagada e aí culpa as crianças. Aliás, a Zero Hora é um jornal de ontem com conteúdo de anteontem. Tudo o que sai nela já saiu antes em outro lugar. Jornalismo com maturidade, a Zero Hora não tem. Infantilidades, sobram. É especialmente significativo que no dia do trabalho Zero Hora faça apologia ao trabalho infantil.

Novo Conselho Mirim de ZH toma posse

30 de abril de 2012

A segunda turma do Conselho de Leitores Mirins de ZH assumiu esta tarde a tarefa de ajudar o jornal a publicar conteúdo para crianças. São 12 crianças, de diferentes escolas e cidades, escolhidas por meio de um concurso cultural, que passarão a visitar a Redação uma vez por mês para criticar e sugerir temas e enfoques de interesse infantil.

O grupo foi recebido por jornalistas que coordenam o projeto e participou de atividades de integração. Os novos conselheiros também visitaram a Redação e ocuparam lugares na sala de reuniões de ZH, onde anotaram instruções para o próximo encontro.  Na Redação, acompanharam o fechamento da capa do jornal e invadiram a sala da diretora Marta Gleich, que deu uma entrevista aos pequenos.

Antes do lanche e da despedida, a turma também posou para fotos no estúdio e nas escadarias do jornal. Confira as imagens.

Novo Conselho Mirim de ZH toma posse | Blog do Editor

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