Ficha Corrida

21/06/2015

Milagre, do ovo da serpente nasceram gêmeos

rbs lasier-ana-amelia-rbs-eleicoes-rio-grande-do-sulPor que os filhotes da RBS não usam o púlpito do Senado para denunciar as empresas pegas na Operação Zelotes, Operação Pavlova ou na Lista Falciani do HSBC? Por exemplo, o que Ana Amélia Lemos tem a dizer a respeito do PP gaúcho, seu partido, pego inteiro e por completo na Operação Lava Jato? O que Lasier Martins tem a dizer a respeito do envolvimento de seu partido nas falcatruas da Assembleia Legislativa Gaúcha?!

O correligionário de Lasier Martins, Gilmar Sossella foi cassado pelos malfeitos praticados na campanha eleitoral. Lasier, como jornalista metido a saber e ter opinião sobre tudo, sabia das práticas de seu colega? Se sabia e nada fez, é cúmplice. Se não sabia, é ignorante. Mas é uma ignorância conveniente típica de funcionário da RBS.

Era uma vez um deputado chamado Diógenes Basegio que tinha um Gatto, mas o gato, nas palavras do Gatto era ele, Basegio. Dúvida shakespeariana, qual dos dois é mais gato? Com a palavra o filhote da RBS, Lasier Martins. Mas o silêncio fala mais alto.

Os filhos gêmeos da RBS poderiam falar a respeito das Operações Leite Compensado, Queijo Condensado. Contra bandidos que envenenam alimentos, os dois acocam. Sempre que aparece alguém metido em falcatrua no sul os dois desnorteiam. Para não falar dos patrões e de seus financiadores ideológicos, os dois imaturos representantes da manada bovina gaúcha atacam Maduro.

Senadores gaúchos Ana Amélia e Lasier Martins se associam a pataquada do Aécio e dos três patetas na Venezuela

Published junho 20, 2015

Lasier Ana AméliaProposta da senadora Ana Amélia conseguiu apoio de apenas 27 senadores, entre os quais Lasier Martins
Com informações da  Agência Senado

A senadora Ana Amélia (PP-RS) propôs ao Plenário do Senado nesta quinta-feira (18) uma moção de repúdio ao tratamento recebido pela comitiva de senadores brasileiros em missão na Venezuela. Apesar de não obter o apoio de 27 dos senadores (um terço dos 81) para votação no Plenário, como prevê o Regimento Interno, a proposta foi acatada e encaminhada às autoridades venezuelanas.

Comentário do Blogueiro: Na verdade a Ana Amélia chamou de “moção”, mas é uma cartinha assinada por ela e meia duzia de Senadores, já que não foi homologada pela ampla maioria dos senadores. Com esta ridícula “moção”, Ana Amélia e Lasier Martins, que apoiou, como se pode ver nesta matéria da Agência Senado, se associam a pataquada do demo tucanato na Venezuela.

O líder do governo, Delcídio do Amaral (PT-MS), foi um dos senadores que resistiu à aprovação da proposta. Ele reiterou que já havia feito contato com o Palácio do Planalto e com os ministros da Defesa, da Justiça e das Relações Exteriores. O parlamentar considerou suficiente a nota do presidente do Senado, Renan Calheiros, condenando os acontecimentos narrados pelos senadores da comitiva.

— Acho que com qualquer outro tipo de atitude, sem que tomemos um conhecimento claro do que efetivamente aconteceu, poderemos estar nos precipitando desnecessariamente — disse Delcídio, sem descartar medidas mais incisivas se houver confirmação de “algo efetivamente grave”.

O primeiro-vice-presidente do Senado, Jorge Viana, também avaliou que a nota divulgada por Renan seria suficiente. Ele acrescentou que, segundo relatos do ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, a Venezuela estava recebendo hoje da Colômbia um acusado de matar um parlamentar chavista, o que causou confusão em Caracas, que prejudicou os senadores brasileiros.

— A informação é que estão liberando uma das pistas de acesso à cidade de Caracas e há a possibilidade de terem o trânsito [liberado] para que possam chegar a Caracas — disse Viana, reiterando solidariedade aos colegas.

Também a senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM) afirmou que o melhor seria aguardar notícias mais completas de Caracas. Ela lembrou que, há uma semana, esteve em Caracas o ex-presidente espanhol Felipe González, crítico de Hugo Chávez.

— E nada disso aconteceu. Foi recebido com muito respeito pela população e desenvolveu todas as atividades — disse Vanessa.

Diante da resistência, Ana Amélia, que chegou a receber apoio de Dalírio Beber (PSDB-SC) e Lasier Martins (PDT-RS), pediu a aprovação do requerimento apenas em seu nome, o que foi acatado pelo presidente Renan Calheiros. O expediente seguiu para publicação e envio às autoridades.

Pelo Regimento Interno (art. 222), o senador pode apresentar voto de aplauso, repúdio ou louvor que será encaminhado em nome do autor, após a leitura no Plenário. Se disser respeito a ato público ou a acontecimento de alta significação nacional ou internacional, o voto poderá ser encaminhado em nome do Senado Federal, mediante requerimento subscrito por um terço dos senadores e aprovação pelo Plenário. [Agência Senado]

26/11/2013

Aécio: “- esta história não me cheira bem…”

Filed under: Aécio Neves,Toxicômanos,Zezé Perrela — Gilmar Crestani @ 9:59 pm
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Depois que Serra mandou, via Estadão, atacar Aécio com o Pó pará, governador!, qualquer coisa relacionada ao queridinho da Globo vira pó. E some do noticiário….

Preso com cocaína em helicóptero do deputado Gustavo Perrella trabalha na assembleia Legislativa de Minas Gerais

O senador Zezé Perrella (PDT-MG), Senador Aécio Neves (PSDB-MG) e filho do senador Gustavo Perrella (Solidariedade)

O piloto Rogério Almeida Antunes, preso no último fim de semana acusado pela Polícia Federal de tráfico de drogas, é lotado na 3ª Secretaria da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) no cargo de agente de serviço de gabinete, com salário de R$ 829,67.
Antunes era quem, segundo a polícia, pilotava um helicóptero no qual foram apreendidos 450 quilos de cocaína, em Afonso Cláudio, cidade do interior do Espírito Santo. O aparelho é da Limeira Agropecuária, empresa do deputado estadual Gustavo Perrella (Solidariedade), filho do senador Zezé Perrella (PDT-MG). Além do piloto, que é funcionário da agropecuária, mais três pessoas foram presas durante a operação da Polícia Federal.

Família Perrela

A superintendência da Polícia Federal do Espírito Santo apreendeu, durante operação nesse domingo (24), 450 kg de cocaína em um helicóptero da Limeira Agropecuária, empresa do deputado estadual por Minas Gerais o, filho do senador e ex-presidente do Cruzeiro Zezé Perrella (PDT-MG).
O helicóptero foi interceptado pela Polícia Federal perto da cidade de Afonso Cláudio, no interior do Espírito Santo. Estavam na aeronave o piloto, que é funcionário da agropecuária, e mais três pessoas cujas identidades não foram reveladas pela PF.

Os Amigos do Presidente Lula

01/06/2013

Petróleo, dinheiro e drogas

Filed under: Drogas,Toxicômanos,Traficantes,Violência — Gilmar Crestani @ 4:10 pm
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Independentemente das questões hereditárias, das disputas familiares, da herança e de outras questões de ordem material, o que sobra é a questão das drogas. Com o mote de combater o narcotráfico, os EUA invadiram países, estão infiltrados em toda América Central e já mandam na Colômbia. Minha teoria é muito simples. Combater seus drogaditos. Se os consumidores fossem incriminados não haveria comprador. Não havendo comprador não haverá vendedor. Vez que outra vaza coisas do tipo que o El País traz hoje. Mesmo no Brasil também só aparece quando o dito cujo diz que “se limpou”. Enquanto estava sujo, sujo permanece encoberto pelos cúmplices e parceiros. Quando Galvão Bueno viajava com Casagrande e este consumia cocaína, Galvão só olhava ou homiziava? O que ele fez para que o parceiro não consumisse o produto proibido que financia a violência. Galvão entregou à polícia quem entregava cocaína no quarto do parceiro? Ah, sim, Galvão não sabia de nada…

A violência que grassa nos arrabaldes pobres é financiado pelos bairros ricos onde a cocaína corre solta. Muito artista, jornalista e moralista de dedo em riste passa a noite cheirando. E quem sabe e participa faz silêncio, acoita os verdadeiros responsáveis pela violência e crimes que ocorrem.

El heredero echa fuego al petróleo de su padre

El oro negro hizo rico al magnate texano T. Boone Pickens

Sigue en la brecha con un plan para que EEUU alcance la independencia energética

Habituado a batirse en los negocios, ahora libra su más dura batalla en casa

Un hijo exdrogadicto le acusa de graves abusos en su blog y él, de extorsionarle

Andrea Aguilar Nueva York 31 MAY 2013 – 18:25 CET5

Bloomberg (Patrick T. Fallon)

El giro que ha tomado en 2013 la vida de T. Boone Pickens parece parte de un enrevesado guion de Dallas, la serie televisiva que causaba sensación en los ochenta, la misma década en la que este magnate petrolero fundador de Mesa competía, entre otros, con los gigantes del sector como Gulf Oil, Unolocal y Pioneer. El pasado 29 de enero, Thomas Boone Pickens IV, su nieto de 21 años, estudiante de la Universidad Cristiana de Texas, aparecía muerto por sobredosis de heroína. Fue enterrado en el rancho familiar, una propiedad de 27,5 hectáreas. Ahora uno de los hijos del patriarca, Michael, de 58 años, tras pasar por varios programas de desintoxicación, le acusa directamente de abusos y le culpa de sus adicciones desde su blog (Five days in Connetticut) y su cuenta de Twitter. También carga contra el resto de los hermanos, a quienes tilda de ladrones y drogadictos. Uno de sus blancos de ataque es su hermano, el padre del joven recientemente fallecido, Tom Boone Pickens III, que hace frente a su vez a una demanda de negligencia y corrupción en la gestión de la compañía aeroespacial Astrotech.

Así que el patriarca Boone Pickens, apoyado por tres de sus hijos, ha presentado una demanda por cyberbullying o acoso cibernético ante la corte del distrito de Dallas para detener el chorreo de trapos sucios. Según su versión de los hechos, Michael intenta extorsionarle y sacarle 20 millones de dólares. Por si esto fuera poco, a sus 85 años, el multimillonario encara, tras un matrimonio de siete años, un divorcio con Madelaine, su cuarta esposa. Su fortuna también ha quedado considerablemente mermada en las estimaciones de la revista Forbes: en 2008 ascendía a 3.000 millones de dólares (2.300 millones de euros), y este año, a 1.200 millones.

Michael Pickens. / REUTERS

Casi treinta años atrás, Boone apareció retratado en la portada de la revista Time con cinco naipes en la mano —en cuyo reverso había pozos de petróleo— y una pila de fichas de casino. Corría el año 1985, y el titular le señalaba como un depredador corporativo, forjando la leyenda de este hombre hecho a sí mismo gracias al éxito en los negocios petroleros. Hoy T. Boone Pickens tampoco se amilana. A pesar de la dura primavera que ha pasado, tiene nueva novia y está formando un nuevo fondo de inversión. “Honestamente, tengo que ganar más dinero ahora mismo”, declaraba en mayo al periódico Tulsa World.

Su objetivo, más allá de resurgir de las aún multimillonarias cenizas y crisis familiares, es continuar su más que notable labor filantrópica. El magnate forma parte del exclusivo club impulsado por Warren Buffet y Bill Gates, el Giving Pledge, que propone donar al menos el 50% de lo que uno ha ganado en vida a instituciones públicas, educativas y culturales, así como a proyectos de investigación. Entre sus donaciones más cuantiosas se encuentran cerca de 160 millones de dólares a los equipos deportivos de la Universidad Estatal de Oklahoma y otros 100 millones a la rama académica de esta misma institución, su alma máter.

El ascenso a la fama no ha hecho olvidar a Boone sus orígenes, y su historia encaja como pocas con la fábula del sueño americano. Nacido en Holdenville (Oklahoma), el padre de T. Boone también trabajaba en el mundo del petróleo, pero a considerable menor escala, en operaciones de cesiones de pozos, lo que forzó el traslado de la familia a Texas cuando el futuro magnate era aún estudiante y ya había empezado a hacer sus pinitos como empresario repartiendo periódicos.

Michael Pickens acusa a su progenitor desde un blog de sus adiciones por haber sufrido abusos

Muchos años después, el millonario trasladó la humilde casa de madera donde creció a su fastuoso rancho, donde cuenta con un aeropuerto y un complejo sistema de lagos artificiales y cataratas. Una beca del equipo de baloncesto le llevó a las aulas de la Universidad A&M de Texas, que dejó un año después para estudiar Geología en la Universidad de Oklahoma y graduarse en 1951. Trabajó entonces para Phillips Petroleum y luego como prospector por libre, hasta que finalmente fundó Mesa Petroleum, el gigante del que acabaría perdiendo el control en los noventa. Fundó entonces BP Capital, un potente fondo de inversión (no confundir con British Petroleum).

Lleva escritos tres libros. El último se titula The first billion is the hardest (Los primeros mil millones son los más difíciles). Famoso por su estilo agresivo y sus opas, Boone Pickens apoyó a Bush y fue uno de los principales donantes en la campaña que acosó al entonces candidato John Kerry por su carrera como soldado.

A la vista de todo este historial, nada hacía prever que en 2008 el multimillonario presentara su Pickens Plan; un proyecto para que EE UU adquiera independencia energética, deje de depender del petróleo exterior y reduzca considerablemente su deuda. La propuesta, que ha captado la atención de la Administración de Obama, está a favor de la inversión en energías renovables y de la explotación de gas natural, cuya libre exportación Pickens defiende. También está a favor de las técnicas de fracturación para obtener minerales. No faltan las voces que claman que detrás del plan hay un interés económico claro por parte del magnate, el mayor accionista de Clean Energy, la principal empresa que transforma gas en combustible para coches. Pero lo cierto es que su defensa de la explotación, exportación y comercio del gas le ha llevado a plantar cara a los mismísimos Koch Brothers. T. Boone, qué duda cabe, no teme las batallas políticas o empresariales. Solo le queda mantenerse firme ante las familiares.

El heredero echa fuego al petróleo de su padre | Gente | EL PAÍS

15/01/2013

Desde o Japão, é tradição,

Filed under: Grêmio,Toxicômanos — Gilmar Crestani @ 9:09 am

Pelo menos desde 1983, uma tradição da casa que Paulo César Caju honrou  em livro. É a tal alma castelhana por vezes também chamada de raça tricolor?

Casos de doping provocam demissão de preparador físico do Grêmio

Atletas do sub-20 foram flagrados usando mesma substância proibida na Copa do Brasil

Diego Mello, à frente, comemora ao lado de Mabília a conquista do título gaúcho sub-19<br /><b>Crédito: </b> Lucas Uebel / Grêmio FBPA / Divulgação CP

Diego Mello, à frente, comemora ao lado de Mabília a conquista do título gaúcho sub-19
Crédito: Lucas Uebel / Grêmio FBPA / Divulgação CP

Diego Mello, à frente, comemora ao lado de Mabília a conquista do título gaúcho sub-19
Crédito: Lucas Uebel / Grêmio FBPA / Divulgação CP

A princípio tratava-se apenas de um caso de doping. No entanto, ter dois atletas da base flagrados no mesmo jogo da Copa do Brasil sub-20 e com a mesma substância proibida acendeu o sinal de alerta no Grêmio. De um lado, o clube responsabiliza o preparador físico Diego Mello, demitido nessa segunda-feira por justa causa. Do outro, o profissional defende-se da acusação.
O assunto fez a própria diretoria abrir uma investigação interna. A versão apurada é que Diego Mello teria sido o responsável por ministrar substância proibida ao time inteiro para o primeiro confronto da semifinal com o Vitória sem ter ideia de que haveria a realização de exames antidoping. "Foi culpa exclusiva deste rapaz", salienta uma pessoa sem se identificar. Assim, ao serem sorteados, Mateus Oliveira e Felipe Ferreira não escaparam do resultado positivo.
O preparador físico nega a versão. Em tom de desabafo, refuta que tenha dado medicamentos proibidos para o elenco. "Todos os produtos que eu usei vinham do departamento médico e da nutrição. Quantos jogadores já trabalhei, inclusive de Seleção, que nunca atestaram positivo", destaca. A substância encontrada serve de estimulante, porém também é encontrada em alguns descongestionantes nasais.
Publicamente, ninguém do Grêmio se manifesta. O executivo jurídico, Celso Rodriguez, é a única pessoa autorizada a falar, mas somente responde a questões envolvendo o processo. Como está em andamento, o advogado não dá detalhes sobre a defesa, mas confirma que os atletas não foram pegos por utilizarem descongestionante nasal. "Não foi isso," relata.
A versão gremista dá conta de que o preparador físico, ao descobrir que existiria o antidoping, mandou os jogadores beberem líquido para expelirem a medicação. "Qualquer um sabe que o doping não sai antes de 24 horas. Estão colocando toda a culpa em mim por uma briga que tive com o Mabília. Meus advogados já estão atentos sobre tudo que sai. A minha imagem está em jogo", defende-se Diego Mello.
Caso vai parar no STJD
O Grêmio irá protocolar hoje no Superior Tribunal de Justiça Desportiva, no último dia do prazo estipulado, a defesa dos dois jogadores pegos no exame antidoping pela Copa do Brasil sub-20. Ao mesmo tempo, o clube tenta revogar a punição preventiva de 30 dias para Mateus Oliveira e Felipe Ferreira, tirando a dupla da disputa da Copa São Paulo.
O assunto atraiu praticamente todas as atenções do departamento jurídico neste final de semana. Caberá, agora, à procuradoria do tribunal definir se oferece a denúncia ou arquiva o caso dos dois jogadores. "Em média, essa decisão leva cinco dias. Se for arquivado, os garotos estão liberados para jogar. Se for oferecida a denúncia, será marcada a data para um julgamento", explica o executivo jurídico gremista, Celso Rodriguez.

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